alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE assume

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dias Toffoli assume presidência do STF e defende 'pacto nacional' entre os Poderes

    Dias Toffoli assume presidência do STF e defende 'pacto nacional' entre os Poderes

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Em tom conciliador, Dias Toffoli tomou posse nesta quinta-feira como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a pluralidade, destacou a harmonia entre os três Poderes da República e propôs um pacto nacional entre eles.

    Em longo discurso – parte dele dedicado à importância da educação como instrumento de desenvolvimento e à construção da cidadania – Toffoli também defendeu a necessidade de buscar soluções para impasses por meio do diálogo.

    “A harmonia e o respeito mútuo entre os poderes da República são mandamentos constitucionais. Não somos mais nem menos que os outros Poderes. Com eles e ao lado deles, harmoniosamente, servimos à nação brasileira. Por isso, nós, juízes, precisamos ter prudência”, disse o ministro, durante a solenidade de posse, acrescentando que o país não passa por uma crise, mas por uma “transformação”.

    Ao citar Jurgen Habermas, Hannah Arendt e Celso Lafer, Toffoli afirmou que a pluralidade fundamenta o poder – “o poder que não é plural é violência!”, pontuou.

    “Os pactos se dão constantemente. Daí a necessidade de diálogo. Do olho no olho. E o medo nos afasta! E se a política falha? Resta o pacto fundante: a autoridade da Constituição e do Direito. E nós, o Supremo, somos os garantes deste pacto!”, defendeu, citando mais de uma vez que é hora de valorizar o “entendimento e o diálogo”.

    O novo presidente da Suprema Corte aproveitou a ocasião para conclamar os presentes – dentre eles o presidente Michel Temer, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), além de governadores, parlamentares, representantes do Ministério Público e de organizações civis – ao diálogo, a uma pacificação e ao que chamou de um “pacto nacional” entre os Poderes da República, “mediante um diálogo franco e propositivo”.

    “Vamos ao debate plural e democrático”, disse, propondo a elaboração de uma “agenda comum”, sem que isso interfira na integridade dos Poderes.

    CONCILIAÇÃO

    Na mesma linha, os que o antecederam na sucessão de discursos na solenidade destacaram a importância do respeito e harmonia entre os Poderes, cada um à sua maneira.

    O ministro Roberto Barroso, por exemplo, disse confiar em uma “transição do velho para o novo” com harmonia entre os Poderes. Também defendeu que a política desempenhe papel central nesse processo.

    Em discurso de homenagem a Toffoli, Barroso afirmou ainda que a democracia não equivale a um regime de “consensos”, mas a uma “construção” a partir de ideias diferentes.

    “Com Vossa Excelência à frente do Poder Judiciário, ministro Toffoli, tenho confiança que continuaremos essa transição do velho para o novo, com seriedade, empenho e harmonia entre os Poderes”, disse Barroso.

    “A sociedade brasileira e seus pares deste tribunal depositam grande expectativa na capacidade de gestão de Vossa Excelência.”

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, desejou êxito ao novo presidente do STF, chamando-o de 'magistrado experiente', e disse que ele sabe manter a “credibilidade” do Judiciário.

    'A grandeza de uma corte advém da pluralidade de suas vozes', disse. 'A autoridade de uma corte é alcançada quando suas vozes se fazem uma e o pensamento de todos se converte no pensamento do Supremo', completou.

    Aos 50 anos, Toffoli é o mais jovem integrante a presidir o STF desde o Império. Até então, o mais jovem a ocupar o cargo havia sido o decano da corte, ministro Celso de Mello, que assumiu aos 52 anos. O mandato de Toffoli e do seu vice, Luiz Fux, vai até 2020.

    Toffoli foi nomeado para o STF pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi, entre outros cargos, advogado-geral da União.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Rosa Weber assume TSE e diz que 'em tese' pode analisar indeferimento de candidatura de ofício

    Rosa Weber assume TSE e diz que 'em tese' pode analisar indeferimento de candidatura de ofício

    BRASÍLIA (Reuters) - A ministra Rosa Weber assumiu nesta terça-feira a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disse que 'em tese' é possível a corte analisar o indeferimento de uma candidatura nas eleições deste ano de ofício, ou seja, sem que tenha sido provocado por uma das candidaturas adversárias ou pelo Ministério Público.

    A declaração da ministra, que assume a cadeira que era do ministro Luiz Fux e estará à frente da corte na eleição de outubro, acontece na véspera do registro pelo PT da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, apesar da probabilidade de ele se tornar inelegível e enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

    'Pode houver ou não impugnação. Se não houver impugnação, há resolução do TSE no sentido de que pode haver o exame de ofício. Não será uma impugnação, será um indeferimento de ofício, a compreensão de que não estão presentes ou as condições de elegibilidade ou alguma causa de inelegibilidade', disse a nova presidente do TSE, ressaltando que não falava de qualquer caso específico.

    'Eu estou falando em tese e observados os temos legais. Agora, cada caso é um caso', acrescentou a ministra em entrevista aos jornalistas, lembrando que a análise do indeferimento só ocorreria após uma eventual não impugnação.

    Em seu discurso de posse no comando da corte eleitoral, a ministra afirmou que é dever da Justiça Eleitoral assegurar o respeito às regras estabelecidas no processo eleitoral.

    Além de Rosa Weber, que assume a presidência do TSE, o ministro Luís Roberto Barroso será o novo vice-presidente do tribunal e o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o novo corregedor-geral de Justiça.

    Lula, que está preso desde abril em Curitiba, foi condenado por um órgão colegiado da Justiça por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex no Guarujá. A Lei da Ficha Limpa barra a candidatura de condenados por órgãos colegiados do Judiciário.

    Presente na posse de Rosa Weber, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou em discurso que a posse da ministra é um fato marcante na história da República brasileira e dará 'segurança jurídica, integridade e altivez' ao TSE. Segundo ela, o Ministério Público Eleitoral está preparado para atuar de forma célere nesta eleição.

    Dodge disse que o TSE tem papel central na eleição e defendeu que a Justiça Eleitoral anuncie 'o quanto antes' quem deve ser elegível. Para ela, a Lei das Inelegibilidades deve assegurar que somente os elegíveis tenham direito a concorrer.

    O PT tem afirmado que irá às últimas consequências e usará todos os recursos cabíveis para tentar garantir a candidatura de Lula ao Palácio do Planalto.

    Também presente na posse de Rosa Weber, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, destacou o voto como a 'principal arma' do eleitorado e disse que ela pode levar ao banimento de políticos que se envolveram recentemente em crimes.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Iván Duque assume Presidência da Colômbia com objetivo de unir país dividido

    Iván Duque assume Presidência da Colômbia com objetivo de unir país dividido

    Por Luis Jaime Acosta e Nelson Bocanegra

    BOGOTÁ (Reuters) - O advogado Iván Duque assumiu nesta terça-feira como presidente da Colômbia com a promessa de unir um país dividido pelo acordo de paz com a guerrilha desmobilizada das Farc.

    O político de direita, que substituiu o ganhador do prêmio Nobel Juan Manuel Santos, enfrenta os desafios de ajustar o acordo com as Farc, combater o narcotráfico, a violência, a corrupção e reduzir as desigualdades sociais, melhorando a cobertura de educação e saúde.

    “Quero governar a Colômbia com valores e princípios inabaláveis, superando as divisões de esquerda e direita (...) quero governar a Colômbia com o espírito de construir, nunca de destruir”, disse Duque após tomar posse e receber a faixa presidencial.

    A Colômbia enfrenta os desafios de uma economia que segue fraca, de uma nova onda de grupos criminosos que se dedicam ao narcotráfico e à mineração ilegal ocupando territórios desalojados pelas Farc e de abrigar mais de 870 mil imigrantes venezuelanos que chegaram ao país em busca de comida e trabalho.

    Duque, ex-senador do partido Centro Democrático, quer fazer ajustes em um acordo de paz com as desmobilizadas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia para impedir que o narcotráfico seja um delito passível de anistia e obrigar que os antigos comandantes rebeldes respondam à justiça antes de ocupar cargos políticos.

    “Vamos implantar correções para assegurar às vítimas verdade, justiça proporcional, reparação e não repetição. Também iremos corrigir falhas estruturais que se mostraram evidentes na implementação”, disse Duque perante 10 presidentes latino-americanos convidados em um ato na Praça Bolívar, em Bogotá, em meio a fortes medidas de segurança.

    SOLUÇÕES E NÃO AGRESSÕES

    Duque, de 42 anos, tem apoio do ex-presidente Álvaro Uribe, um duro crítico do acordo de paz cujo pai foi assassinado por rebeldes em uma tentativa fracassada de sequestro e que foi o opositor mais ferrenho a Santos.

    Uribe, que enfrenta acusações de manipular testemunhas em um processo na Corte Suprema de Justiça por supostos vínculos com esquadrões paramilitares da extrema-direita, é visto por alguns como o poder por trás de Duque, que consideram como um político inexperiente.

    Mas Duque, que trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington antes que Uribe lhe pedisse para voltar à Colômbia em 2014 para se candidatar ao Senado, mostrou independência na formação de sua equipe de ministros e moderou seu discurso sobre o acordo de paz.

    O presidente reiterou que irá buscar “soluções e não agressões”.

    O acordo de paz assinado em 2016 colocou um fim à participação das Farc em mais de cinco décadas em um violento conflito que deixou mais de 260 mil mortos, enquanto mais de 12 mil integrantes da ex-guerrilha, incluindo cerca de 6 mil combatentes, entregaram suas armas à Organização das Nações Unidas e formaram um partido político.

    A conservadora sociedade colombiana está dividida entre os que respaldam que os antigos líderes das Farc participem da política, com os 10 assentos no Congresso entregues pelo acordo de paz, e os que se opõem e exigem que paguem primeiro com privação de liberdade por seus crimes.

    Casado e pai de três filhos, o presidente prometeu impulsionar empresas através de reduções de impostos e um apoio às indústrias de extração de petróleo e carvão, os principais produtos geradores de recursos por exportações.

    A economia com Produto Interno Bruto de 315 bilhões de dólares irá crescer 2,7 por cento neste ano, segundo o governo de saída.

    Alguns expressaram preocupação de que os cortes propostos de impostos podem piorar a situação fiscal. Duque terá que impulsionar mudanças impopulares, incluindo uma reforma previdenciária que permita que o país preserve o grau de investimento.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ex-chefe policial municipal assume participação em ataque com drone na Venezuela

    Ex-chefe policial municipal assume participação em ataque com drone na Venezuela

    Por Carlos Vargas e Brian Ellsworth

    BOGOTÁ/CARACAS (Reuters) - Um ex-chefe policial municipal na Venezuela e ativista antigoverno diz ter ajudado a organizar uma operação para lançar drones armados sobre um comício militar no sábado, que o presidente Nicolas Maduro chamou de uma tentativa de assassinato.

    Em entrevista, Salvatore Lucchese, um ativista venezuelano que foi preso anteriormente por seu papel em protestos passados, disse à Reuters que orquestrou o ataque com uma associação de militantes anti-Maduro conhecidos na Venezuela como a “resistência”.

    A “resistência” referida por Lucchese é um coletivo difuso de ativistas de rua, organizações estudantis e ex-oficiais militares. O grupo possui pouca estrutura formal, mas é conhecido no país principalmente por organizar protestos nos anos recentes nos quais manifestantes entraram em confronto com a polícia e soldados.

    A Reuters não pôde verificar de forma independente as afirmações de Lucchese sobre o ataque, no qual drones voaram sobre o comício no centro de Caracas. Explosivos a bordo dos drones detonaram, ferindo sete militares e fazendo com que participantes do evento buscassem cobertura.

    Lucchese descreveu o incidente como parte de um esforço contínuo e armado contra Maduro. Ele se negou a descrever seu papel preciso na operação, na resistência ou a identificar outros envolvidos, citando a necessidade de proteger suas identidades.

    “Nós possuíamos um objetivo e no momento não fomos capazes de materializá-lo 100 por cento”, disse Lucchese em entrevista em Bogotá, onde está viajando por conta de atividades com outras figuras da oposição. “O esforço armado irá continuar.”

    O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu um pedido de comentário.

    Mais cedo neste ano, Lucchese se separou do Vontade Popular, um proeminente partido da oposição, dizendo discordar de seus diálogos contínuos com o governo Maduro. O governo é amplamente criticado por suas táticas autoritárias, abusos de direitos humanos e políticas econômicas que levaram a uma recessão e casos de desnutrição por todo o país.

    Juan Guaidó, um dos líderes nacionais do Vontade Popular, disse que Lucchese foi expulso por “diferenças com o partido e com a liderança nacional”, mas não deu mais detalhes.

    Guaidó disse à Reuters que o Vontade Popular rejeita o uso de violência, uma posição ecoada por outros principais partidos da oposição após o ataque.

    Maduro, que foi escolhido pelo falecido presidente de esquerda Hugo Chávez como candidato do Partido Socialista para sucedê-lo em 2013, frequentemente diz que os problemas da Venezuela são resultado de uma “guerra econômica” feita por inimigos no exterior, incluindo os Estados Unidos. Ele culpou figuras da oposição da ala direita e facilitadores estrangeiros pelo ataque com drone, citando especificamente o governo da Colômbia.

    O governo da Colômbia negou qualquer envolvimento.

    Autoridades venezuelanas prenderam seis pessoas durante o fim de semana, incluindo um suspeito que havia sido detido por protestos em 2014 e outro procurado por envolvimento em um ataque em 2017 contra uma base militar. O governo disse que os drones carregavam explosivos plásticos detonados remotamente.

    (Reportagem adicional de Anggy Polanco, em San Cristobal, e Mayela Armas e Alexandra Ulmer, em Caracas)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. assume

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.