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    Petrobras espera obter até US$20 bi com vende de 8 ativos de refino, diz fonte da empresa

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras espera obter até 20 bilhões de dólares com a venda de oito ativos de refino em um processo que deve durar um ano e meio para ser concluído, disse uma fonte da empresa à Reuters.

    Na noite de sexta-feira, a Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou novas diretrizes para a gestão do portfólio de ativos da companhia, considerando a venda de oito refinarias, mas sem estimar um valor.

    O ajuste no plano de gestão também inclui a venda de rede de postos da Petrobras no Uruguai, além de participação adicional na BR Distribuidora.

    “São ativos consolidados, de padrão, e que valem por baixo 15 bilhões. Achamos que valem até 20 bilhões de dólares”, afirmou a fonte, ao comentar sobre as refinarias, situadas em Pernambuco, Paraná (duas unidades), Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas e Ceará.

    Além de serem ativos importantes para o plano de desinvestimento da empresa, algo fundamental para a companhia reduzir seu elevado endividamento, a venda das refinarias é chave para a Petrobras deixar de ser monopolista no setor.

    Com mais operadores de refino, poderia haver maior concorrência no estabelecimento de preços e a Petrobras se livraria de polêmicas relacionadas aos preços dos combustíveis, como a que envolveu recentemente o presidente Jair Bolsonaro.

    Segundo a fonte da companhia, que pediu para não ser identificada, a venda equivale a cerca de 50 por cento do atual parque de refino da companhia.

    A ideia da empresa é vender os ativos para diferentes grupos de forma a estimular a competição no mercado interno de refino e, consequentemente, na formação de preço final para os derivados de petróleo.

    “A ideia é vender pulverizado atendendo a uma recomendação do Cade (órgão antitruste) para gerar mais competitividade no mercado interno”, disse.

    Juntas, as refinarias que devem ser negociadas somam capacidade total de 1,1 milhão de barris de petróleo por dia, disse a Petrobras na véspera.

    São elas: Abreu e Lima (Rnest), Unidade de Industrialização do Xisto (Six), Refinaria Landulpho Alves (Rlam), Refinaria Gabriel Passos (Regap), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Refinaria Isaac Sabbá (Reman) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor).

    Questionada sobre quem estaria interessado, a fonte afirmou que não seriam apenas os chineses os potenciais compradores, mas também distribuidoras, tradings e petroleiras que já são parceiras da Petrobras no pré-sal.

    Além de reduzir a dívida, a Petrobras também busca com seu plano de desinvestimento se concentrar no que considera ser o seu principal negócio: a exploração e produção de petróleo e gás.

    Em um plano anterior para a área de refino, lançado ano passado, ainda sob outra gestão, a empresa previa a venda de 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.[nE6N1R800N]

    Pelo plano atual, a empresa continuaria com ativos no Sudeste, principal polo consumidor.

    O atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, vem defendendo a venda de refinarias inteiras, como parte de um plano de desinvestimentos mais ousado.

    A fonte não comentou sobre os valores que podem ser obtidos com a venda de fatia adicional na BR, maior distribuidora de combustíveis do país, na qual a Petrobras detém 71,25 por cento.

    Uma outra fonte afirmou à Reuters na sexta-feira que o plano da empresa é reduzir participação na BR para até 40 por cento.

    A Petrobras informou nesta semana que, considerando as transações de desinvestimentos assinadas e uma operação concluída, o valor total de alienação de ativos em 2019 já é de 11,3 bilhões de dólares.

    Procurada pela Reuters, a Petrobras informou que 'estimativas de valor são informações estratégicas em qualquer processo de negociação, dependem da avaliação do vendedor e do apetite do comprador'.

    'Conforme a Sistemática para Desinvestimentos, valores só são divulgados após a conclusão da operação', afirmou a assessoria de imprensa da estatal.

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    Eletrobras espera ofertas por todos ativos à venda em leilão neste mês, diz CEO

    Por Luciano Costa

    BRASÍLIA (Reuters) - A Eletrobras está otimista com um leilão agendado para 27 de setembro, no qual oferecerá a investidores participações em parques eólicos e linhas de transmissão de energia em operação, e a expectativa é de ofertas por todos os 18 lotes de ativos colocados à venda, disse nesta quarta-feira o presidente da estatal, Wilson Ferreira Jr.

    Ele afirmou que algumas empresas que já são sócias da Eletrobras nesses ativos deverão fazer propostas pela fatia da estatal, enquanto em outros dos empreendimentos alguns parceiros da empresa, notadamente minoritários, poderão também escolher vender suas parcelas no negócio junto com a companhia.

    'Controladores têm manifestado positivamente sobre o interesse de ampliar (suas participações nos ativos)... e em alguns ativos nós somos o controlador e tem um sócio minoritário que pode ou não ter interesse em vender. Alguns deles têm', afirmou Ferreira a jornalistas, após participar de reunião no Ministério de Minas e Energia, sem citar nomes de companhias.

    A Eletrobras colocou um preço mínimo de 3,1 bilhões de reais pelos ativos, mas Ferreira não quis comentar se a companhia espera um ágio no leilão, embora, ao ser questionado, tenha dito que espera ofertas por todos eles.

    'Sim, claro (haverá lances por todos). O ágio não tenho como falar... os preços já são bons, porque são acima do valor contábil (dos ativos)', afirmou.

    Ele disse que eventual decisão dos sócios sobre venda conjunta ou compra da fatia da Eletrobras nos empreendimentos será divulgada no dia do leilão.

    Os parceiros com interesse em deixar os negócios terão a oportunidade de negociar a venda de suas participações nos ativos ao mesmo preço oferecido pelos investidores à Eletrobras.

    Já os sócios que quiserem comprar a fatia da Eletrobras terão direito de preferência se oferecerem o mesmo valor de eventuais competidores no leilão.

    Segundo Ferreira, a recente desvalorização do real frente ao dólar pode tornar o leilão mais atraente para investidores estrangeiros.

    Ele disse, no entanto, que o perfil dos possíveis participantes da licitação é amplo. 'Tem de tudo. Tem fundos, tem (sócios da estatal) controladores, tem investidores estratégicos (elétricas).'

    O leilão terá oito lotes (A a H) de empreendimentos de geração eólica e 10 lotes (I a R) com participações em linhas de transmissão.

    DEMANDA EM DÚVIDA

    Apesar do otimismo da Eletrobras e de preços vistos como atrativos fixados para muitos dos ativos no leilão, a competição poderá ficar abaixo do esperado porque alguns empreendedores queriam mais tempo para analisar as oportunidades, alertou a consultoria Thymos Energia.

    O edital do leilão foi publicado em 21 de agosto, pouco mais de um mês antes da licitação.

    'Para estimar quais são os lotes mais atrativos, é necessário olhar com atenção para as performances operacionais dos projetos, analisar quais são os melhores contratos de venda e os menores passivos. O prazo para fazer esse diagnóstico ficou curto', apontou Thais Prandini, diretora da Thymos.

    Ainda assim, ela avalia que a licitação deve atrair elétricas de grande porte, incluindo empresas do setor que não atuam em geração ou querem ampliar a presença no segmento para novas fontes.

    'As grandes companhias geradoras ou distribuidoras que querem verticalizar suas atividades podem identificar no leilão uma boa oportunidade de entrar em um novo negócio, sem ter os riscos que a construção de um novo projeto envolve', apontou.

    Já alguns grandes investidores estrangeiros do setor de transmissão podem ter menor interesse nos ativos porque preferem projetos novos, até como forma de viabilizar a venda de equipamentos e serviços por outras empresas de seus grupos ou países.

    (Por Luciano Costa)

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