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    CMN aprova balanço do BC com resultado positivo de R$127,1 bi com reservas e swaps em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira o balanço do Banco Central de 2018 com resultados positivos de 127,1 bilhões de reais em equalização das reservas internacionais e swaps cambiais e de 45,2 bilhões de reais nas demais operações.

    Em nota, o Banco Central informou que o resultado apurado pelo BC no segundo semestre ficou negativo em 19,1 bilhões de reais para equalização das reservas internacionais e swaps cambiais, e positivo em 25,6 bilhões de reais para as demais operações.

    No primeiro caso, o montante será coberto pelo Tesouro Nacional até o 10º dia útil de 2020. Já os 25,6 bilhões de reais positivos serão transferidos ao Tesouro no prazo de 10 dias úteis a partir desta quarta-feira.

    Os valores referentes ao primeiro semestre que compõem o resultado anual --que ficaram no azul em, respectivamente, 146,2 bilhões de reais e 19,6 bilhões de reais -- já foram transferidos ao Tesouro em setembro de 2018, disse o BC.

    Pela lei hoje vigente, o lucro contábil do BC deve ser transferido ao Tesouro. No caso de prejuízo, o Tesouro tem que emitir dívida para cobertura das perdas. O lucro do primeiro semestre foi impulsionado pela valorização do dólar, impactando positivamente as operações com as reservas internacionais do país, hoje na casa de 380 bilhões de dólares.

    Nesta quarta-feira, inclusive, o Tesouro informou que usará o resultado positivo do BC do primeiro semestre com reservas internacionais e swaps cambiais para cumprimento neste ano da regra de ouro, que impede que o governo emita dívida para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    Ainda assim, o buraco calculado para o enquadramento na regra de ouro em 2019 é de 93,9 bilhões de reais.

    Segundo o governo, essa insuficiência será coberta com o cálculo de concessões ainda não consideradas nas projeções fiscais, cancelamento de restos a pagar e antecipação do cronograma de pagamento da dívida remanescente do BNDES, além de otimização de fontes e desvinculação de recursos.

    (Por Marcela Ayres)

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    Após turbulências, gasolina e diesel da Petrobras devem fechar 2018 em queda

    Por Marta Nogueira e José Roberto Gomes

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - Os preços do diesel e da gasolina praticados pela Petrobras em suas refinarias devem fechar 2018 em queda, após um ano turbulento marcado por cotações recordes, críticas aos reajustes diários e mudanças que prometem limitar a volatilidade dessa política em 2019.

    De acordo com dados disponibilizados pela petroleira e compilados pela Reuters, até esta sexta-feira o preço médio da gasolina nas refinarias acumulava recuo de quase 11 por cento em 2018, a 1,5087 real por litro.

    No caso do diesel, a retração é menor, de cerca de 4,6 por cento, cotado a 1,8088 real por litro.

    A perda acumulada no ano ocorre após a Petrobras lançar em meados de 2017 uma política para reajustes até diários, com o objetivo de seguir a paridade externa e dar maior competitividade à estatal no mercado brasileiro.

    Os pilares por trás dessa sistemática são o câmbio e as referências internacionais do petróleo , que apresentaram forte volatilidade neste ano.

    Em maio, uma valorização no mercado do petróleo e altos preços praticados pela Petrobras levaram a altas seguidas nos preços do diesel, que tocaram uma máxima de 2,3716 reais por litro no dia 22 daquele mês.

    Tal valorização esteve no cerne dos históricos protestos de caminhoneiros, que afetaram a economia do país como um todo. Em meio ao impacto das paralisações, o então CEO da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão do cargo, e o governo anunciou uma subvenção econômica à comercialização do combustível, mantendo as cotações do produto mais estáveis nas refinarias.

    O subsídio se encerra no próximo dia 31 e nesta sexta-feira a Petrobras anunciou que adotará a partir do próximo ano um mecanismo financeiro de proteção complementar à política de preços do diesel. Com isso, poderá manter os valores do óleo estáveis por até sete dias nas refinarias.

    Trata-se de uma medida semelhante à já adotada para os preços da gasolina desde setembro, embora neste caso a manutenção das cotações nas refinarias possa se estender por até 15 dias.

    Naquele mês, receios quanto à oferta global de petróleo e uma apreciação do dólar por causa das eleições levaram a gasolina da Petrobras para um recorde da era de reajustes diários, de 2,2514 reais por litro.

    De lá para cá, contudo, o mercado passou a considerar uma maior disponibilidade de petróleo, e sucessivas quedas no exterior tiveram reflexo direto sobre os valores dos combustíveis comercializados pela Petrobras.

    Do final de setembro para cá, os preços da gasolina e do diesel nas refinarias da estatal caíram 31,9 e 23,4 por cento, respectivamente.

    Desde o início da política de reajustes até diários, há cerca de um ano e meio, gasolina e diesel da Petrobras ainda apresentam alta de 9 por cento e 14,8 por cento, respectivamente.

    A Petrobras reiterou ao longo do ano, inclusive em propagandas comerciais, que seus preços não representam os valores finais nas bombas. Sobre a gasolina, recai ainda a mistura obrigatória de etanol anidro, ao passo que no diesel, a de biodiesel, sem falar nas margens de distribuidoras e revendedoras.

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