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    Aneel avalia elevar sobrecusto associado às bandeiras tarifárias na conta de luz

    SÃO PAULO (Reuters) - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve avaliar em reunião na próxima terça-feira uma proposta que prevê aumentar os custos extras gerados pelo acionamento das chamadas bandeiras tarifárias na conta de luz, segundo nota técnica vista pela Reuters.

    As bandeiras, que geram cobranças adicionais para os consumidores quando saem do verde para o patamar amarelo ou vermelho, sinalizando uma menor oferta de energia, também teriam mudanças em parâmetros técnicos que levam ao seu acionamento, com as alterações válidas a partir de maio.

    Pela proposta da área técnica da agência, que deve ser colocada em audiência pública, o custo extra gerado pela bandeira vermelha nível 2, a mais crítica na escala do mecanismo, passaria a 60 reais por megawatt-hora (ou 6 reais a cada 100 quilowatts-hora), contra 50 reais/MWh atualmente.

    A bandeira vermelha iria para 35 reais, de 30 reais atuais, enquanto a amarela passaria para 15 reais, contra 10 reais hoje.

    Entre os motivos para o aumento, segundo a nota técnica da Aneel, estariam a atualização pela inflação e as chuvas desfavoráveis de 2018, agora consideradas nas contas, entre outros fatores.

    A proposta dos técnicos também prevê mudar um componente dos cálculos sobre quando as bandeiras devem ser acionadas, a 'sazonalização', processo pelo qual as elétricas alocam mês a mês a energia que possuem disponível para venda.

    Atualmente, os cálculos levam em conta dois perfis de sazonalização, com determinado peso estatístico (55 por cento e 45 por cento) para cada.

    Mas a proposta é de uso de apenas um perfil de sazonalização ('flat').

    Em relatório neste mês, a consultoria PSR apontou que se a metodologia das bandeiras utilizasse apenas a sazonalização 'flat', como proposto agora, o mês de fevereiro poderia ter bandeira tarifária vermelha patamar 1, e não verde, como ocorreu de fato.

    No relatório, a PSR defendeu uma mudança como a em análise pela agência, argumentando que uma bandeira vermelha seria 'bem mais coerente com a conjuntura atual', uma vez que as chuvas estão fracas na região das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil.

    Está em vigor em fevereiro a bandeira verde.

    A proposta da Aneel para as mudanças na metodologia das bandeiras tarifárias deverá ser colocada em audiência pública. As mudanças valeriam a partir de maio, com possibilidade de nova revisão em 2020.

    Se mantidas as regras atuais, as contas de luz poderiam ter bandeira vermelha tarifária nível 2, a mais cara, entre maio e a reta final do ano, principalmente devido ao fator técnico da sazonalização, que agora pode ser alterado, disseram especialistas à Reuters no final de janeiro.

    (Por Luciano Costa)

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    Conta de luz pode ter bandeira vermelha nível 2 até reta final do ano, dizem analistas

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - Previsões de chuvas abaixo da média ao longo dos próximos meses na região dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil, devem pressionar as chamadas bandeiras tarifárias, mecanismo criado para sinalizar ao consumidor eventuais reduções na oferta de energia, disseram especialistas nesta segunda-feira.

    Com isso, existe uma expectativa generalizada de que se mantenha nos próximos meses a chamada bandeira tarifária vermelha nível 2, já acionada para junho, que adiciona 5 reais às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos.

    As bandeiras geram cobranças extras para os consumidores quando saem do verde para o amarelo ou para a bandeira vermelha, que é dividida em dois patamares, sendo o segundo o mais caro.

    Nós esperamos que a bandeira vermelha 2 continue até o final do ano , escreveram analistas do banco UBS em relatório nesta segunda-feira.

    Existe um certo consenso... tem vários agentes de mercado que estão indo nessa linha, até novembro com bandeira vermelha, por uma questão principalmente de hidrologia. Apesar de a carga não estar crescendo como se esperava, a hidrologia está ficando bem abaixo da média , disse à Reuters o presidente da comercializadora Copel Energia, Franklin Miguel.

    As chuvas na região das hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste estão estimadas para este mês em apenas 78 por cento da média histórica, que já não é favorável porque a partir de maio tem início o chamado período seco , com menores precipitações, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    Estamos entrando agora no período de inverno e o cenário hídrico continua recessivo... estamos esperando bandeira vermelha nível 2 até o mês de outubro , disse à Reuters o sócio da consultoria Pontoon-e, Marcos Severine.

    Ele estimou que, caso confirmada a projeção, a energia elétrica poderia contribuir em cerca de 0,60 ponto percentual para a inflação medida pelo IPCA em 2018.

    Na comercializadora de energia Compass, a projeção, mais conservadora, é de bandeira tarifária vermelha nível 2 ao menos até setembro.

    Até lá com certeza é vermelha. Agora outubro, novembro e dezembro ainda não dá para afirmar , disse o diretor da Compass, Paulo Mayon.

    Ele disse que, ao final de maio, os modelos de projeção apontavam para a possibilidade de chuvas ruins em julho, que eventualmente poderiam se reverter em agosto, o que explica o cenário um pouco mais otimista da consultoria, que vê possibilidade de bandeira amarela em outubro e novembro.

    IMPACTO NO MERCADO

    A hidrologia fraca prevista para os próximos meses deve impactar negativamente geradores hídricos com elevado volume de energia já vendida para clientes, como a Cesp, apontaram os analistas do UBS, enquanto empresas com maior nível de capacidade descontratada poderão aproveitar e vender energia a preços melhores no mercado spot de eletricidade.

    O banco colocou Copel e AES Tietê como as que podem aproveitar melhor a conjuntura.

    O cenário hídrico também elevou o custo de contratos de energia para o segundo semestre, que chegaram a ser cotados em cerca de 188 reais no início do ano e 230 reais no começo de abril, mas agora são negociados a cerca de 300 reais, segundo Mayon, da Compass.

    A precificação do segundo semestre vai se comportando de acordo com essa deterioração na entrada das chuvas , afirmou.

    A CCEE estima em seu cenário-base que os reservatórios das hidrelétricas chegarão a novembro, quando começa o período de chuvas, em 25 por cento da capacidade, contra cerca de 19 por cento no ano passado.

    (Por Luciano Costa)

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