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    Ministro italiano agradece empenho de Bolsonaro no caso Battisti

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta segunda-feira um telefonema do ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, agradecendo o empenho do governo brasileiro no caso do ex-guerrilheiro italiano Cesare Battisti, informou nota divulgada pelo Palácio do Planalto.

    Segundo a nota, Salvini, de extrema-direita, ressaltou na conversa por telefone que “sem a intervenção do presidente Bolsonaro a extradição não teria se concretizado e que o presidente brasileiro tem excelente imagem junto ao povo italiano”.

    “Para o presidente Bolsonaro, a conclusão do caso Battisti é um grande sinal que o Brasil dá de que não aceitará mais criminoso travestido de perseguido político, assim como simboliza o fim da impunidade nacional e internacional”, diz a nota.

    Battisti foi preso no sábado na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra por uma equipe da Interpol e desembarcou na manhã desta segunda-feira em Roma, quase quatro décadas após ter fugido de uma prisão italiana.

    O italiano foi condenado à revelia à prisão perpétua por seu envolvimento em quatro assassinatos --dois policiais, um joalheiro e um açougueiro-- nos anos 1970 como membro do grupo de extrema-esquerda Proletários Armados pelo Comunismo.

    Depois de fugir em 1981, ele morou na França e mudou-se para o Brasil para evitar a extradição. Battisti, que tem um filho brasileiro de 5 anos, morou no Brasil com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro havia prometido devolver Battisti à Itália. Em dezembro, o presidente Michel Temer assinou a extradição do italiano, o que o levou a fugir para a Bolívia.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Battisti desembarca na Itália para cumprir pena por assassinatos

    ROMA (Reuters) - O ex-guerrilheiro italiano Cesare Battisti chegou a Roma nesta segunda-feira após ser expulso da Bolívia, seu último esconderijo, quase quatro décadas após ter fugido de uma prisão italiana.

    Battisti, de 64 anos, foi condenado à revelia à prisão perpétua por seu envolvimento em quatro assassinatos --dois policiais, um joalheiro e um açougueiro-- nos anos 1970 como membro do grupo de extrema-esquerda Proletários Armados pelo Comunismo.

    O governo italiano comemorou a volta de Battisti. O ministro do Interior, Matteo Salvini, de extrema-direita, agradeceu ao presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, por prometer extraditar Battisti, o que o levou a fugir para a Bolívia.

    'Com ao menos quatros assassinados em sua consciência,(Battisti) viveu muito bem entre Paris e Rio de Janeiro por muitos anos, graças também à cumplicidade de governos estrangeiros', disse Salvini em entrevista à TV estatal RAI.

    Salvini e o ministro da Justiça, Alfonso Bonafede, aguardaram a chegada de Battisti no aeroporto Ciampino, em Roma. Battisti desembarcou escoltado por policiais e sorriu ao caminhar pela pista.

    Battisti foi preso no sábado na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra por uma equipe da Interpol.

    Depois de fugir em 1981, ele morou na França e mudou-se para o Brasil para evitar a extradição. Battisti, que tem um filho brasileiro de 5 anos, morou no Brasil com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    No entanto, o presidente Jair Bolsonaro havia prometido devolver Battisti à Itália.

    (Reportagem de Antonio Denti e Angelo Amante)

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    Battisti é extraditado para Itália após ser preso na Bolívia

    Por Stephen Jewkes

    MILÃO (Reuters) - O ex-guerrilheiro italiano Cesare Battisti, condenado por assassinato e que fugiu da prisão há quase quatro décadas, foi extraditado para a Itália após ser preso na Bolívia, informaram autoridades no domingo.

    A extradição de Battisti foi confirmada em nota pelo governo do Brasil, onde Battisti morou por vários anos até fugir recentemente para a Bolívia.

    'O governo brasileiro se congratula com as autoridades bolivianas e italianas e com a Interpol pelo desfecho da operação de prisão e retorno de Battisti à Itália. O importante é que Cesare Battisti responda pelos graves crimes que cometeu. O Brasil contribui assim para que se faça justiça', disseram os Ministério das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública em nota conjunta.

    Battisti, de 64 anos, foi preso no sábado na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra por uma equipe da Interpol.

    Ele foi condenado à prisão perpétua na Itália por envolvimento em quatro assassinatos na década de 1970 como membro de um grupo armado de extrema-esquerda.

    Depois de fugir em 1981, ele morou na França e mudou-se para o Brasil para evitar a extradição. Battisti, que tem um filho brasileiro de 5 anos, morou no Brasil com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    No entanto, o presidente Jair Bolsonaro, que assumiu o cargo neste mês, prometeu devolver Battisti à Itália. Em dezembro, um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou a prisão de Battisti, mas a essa altura ele havia desaparecido novamente.

    (Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu em Brasília, Marcelo Rochabrun em São Paulo e Danny Ramos na Bolívia)

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    Bolsonaro diz a vice-premiê da Itália que espera resolver em breve questão de Battisti

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira ao ministro do Interior e vice-premiê da Itália, Matteo Salvini, em mensagem no Twitter, que espera resolver em breve a questão do italiano Cesare Battisti, ex-membro de uma guerrilha de esquerda condenado por assassinatos em seu país.

    'Obrigado pela consideração de sempre, senhor ministro do Interior da Itália. Que tudo seja normalizado brevemente no caso deste terrorista assassino defendido pelos companheiros de ideais brasileiros! Conte conosco!', escreveu Bolsonaro em publicação no Twitter.

    A afirmação de Bolsonaro foi uma resposta a publicação de Salvini em que o vice-premiê italiano disse que dará 'grande mérito' ao presidente eleito se ele ajudar a resolver o impasse envolvendo Battisti.

    Salvini tuitou nesta sexta-feira compartilhando notícia sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux de determinar a prisão de Battisti.

    Na quinta-feira, Fux revogou uma liminar que concedera no ano passado impedindo a extradição de Battisti e afirmou que cabe ao presidente da República decidir o destino do italiano, segundo reportagens.

    A Polícia Federal considera Battisti foragido por estar em 'local incerto', de acordo com o portal de notícias G1.

    Durante a campanha presidencial, Bolsonaro prometeu repetidas vezes extraditar Battisti 'imediatamente' se fosse eleito.

    O futuro ministro da Secreteria de Governo indicado por Bolsonaro, general Carlos Alberto Santos Cruz, disse nesta sexta-feira que a próxima administração federal vai seguir a decisão judicial do STF.

    'A Justiça se pronunciou de novo e vamos seguir a Justiça', disse Santos Cruz a repórteres ao ser questionado sobre o assunto em Brasília. 'A Justiça decide e a política tem que cumprir'.

    Santos Cruz acrescentou que pessoalmente considera a discussão política sobre a extradição 'um desgaste desnecessário' para um país como o Brasil com 'tanto problema', apontando como única solução acatar a decisão judicial.

    A extradição de Battisti é há muito tempo solicitada pela Itália. O ex-guerrilheiro enfrenta pena de prisão perpétua em seu país natal, onde foi condenado por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, quando pertencia ao grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Ele escapou da prisão em 1981 e morou na França antes de seguir ao Brasil para evitar ser extraditado para a Itália.

    Desde então, Battisti quase foi extraditado em 2010, mas recebeu o status de asilado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de seu mandato.

    Em outubro do ano passado, Battisti foi detido em Corumbá (MS), cidade próxima à fronteira com a Bolívia, carregando dólares e euros em espécie, numa indicação de que poderia estar planejando uma fuga do país, o que levou a Itália a reiterar seu pedido ao governo brasileiro pela extradição.

    Battisti, no entanto, foi solto por ordem da Justiça e responde ao processo em liberdade, sob algumas medidas restritivas.

    (Por Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro; Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello, em Brasília)

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    Fux determina prisão de Battisti para extradição

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou a prisão do italiano Cesare Battisti, ex-membro de uma guerrilha de esquerda condenado por assassinatos em seu país, abrindo caminho para a extradição, segundo reportagem da TV Globo na noite de quinta-feira.

    Fux revogou uma liminar que concedeu no ano passado impedindo a extradição de Battisti e decidiu que cabe ao presidente da República decidir o destino do italiano, segundo a Globo.

    A extradição de Battisti é há muito tempo solicitada pela Itália. O ex-guerrilheiro enfrenta pena de prisão perpétua em seu país natal, onde foi condenado por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, quando pertencia ao grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Ele escapou da prisão em 1981 e morou na França antes de seguir ao Brasil para evitar ser extraditado para a Itália.

    O governo italiano quase conseguiu a extradição em 2010, mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu asilo a Battisti em seu último dia no cargo naquele ano.

    O presidente eleito Jair Bolsonaro, que toma posse no dia 1º de janeiro, tem dito que irá extraditar Battisti imediatamente.

    O atual governo de Michel Temer foi impedido de extraditar Battisti pela liminar de Fux, que confirmava seu status de asilo. Essa decisão foi tomada depois que Battisti foi preso tentando cruzar a fronteira para a Bolívia com grande quantidade de dinheiro não declarado.

    Agora, Fux decidiu que a extradição deve ser uma decisão presidencial, uma vez que o STF já havia ordenado que Battisti fosse enviado de volta à Itália em 2009.

    (Reportagem de Anthony Boadle)

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    Após visita, embaixador italiano diz que Bolsonaro tem 'ideias muito claras' sobre Battisti

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O embaixador italiano no Brasil, Antonio Bernardini, disse nesta segunda-feira após visitar o presidente eleito Jair Bolsonaro que a Itália continua aguardando a extradição do ex-ativista Cesare Battisti, que recebeu status de asilado no Brasil concedido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Bolsonaro afirmou repetidas vezes durante a campanha presidencial que tem o compromisso de extraditar Battisti, a quem descreve como 'terrorista'.

    'O presidente Bolsonaro tem ideias muito claras sobre o Battisti“, disse o embaixador a repórteres após visitar Bolsonaro na casa do presidente eleito na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

    “O caso Battisti é muito claro. A Itália está pedindo a extradição do Battisti e o caso está com o Supremo Tribunal Federal, e esperamos que o Supremo tome uma decisão no tempo mais curto possível“, acrescentou.

    Battisti teve sua extradição requerida pela Itália ao Brasil em razão de ter sido condenado naquele país a prisão perpétua por quatro assassinatos na década de 1970, quando era integrante de um grupo militante de esquerda. No entanto, o então presidente Lula decidiu, no final de 2010, conceder a Battisti status de asilado no Brasil.

    Em outubro do ano passado, Battisti foi detido em Corumbá (MS), cidade próxima à fronteira com a Bolívia, carregando dólares e euros em espécie, numa indicação de que poderia estar planejando uma fuga do país, o que levou a Itália a reiterar seu pedido ao governo brasileiro pela extradição.

    Battisti, no entanto, foi solto por ordem da Justiça e responde ao processo em liberdade, sob algumas medidas restritivas. O processo de extradição dele voltou a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado depois que a defesa do italiano apresentou um recurso que busca evitar que seja revertida a decisão do governo Lula que permitiu ao ex-ativista permanecer no Brasil.

    Nesta segunda-feira, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou uma petição ao STF em que 'pede preferência' para o julgamento de uma ação que discute a possibilidade de se extraditar Battisti. Na mais recente manifestação, Dodge não tece considerações sobre o processo em si, sob relatoria do ministro Luiz Fux.

    Entretanto, em março, Dodge já havia enviado parecer ao STF na qual se posicionou a favor de que cabe ao presidente da República tomar essa decisão.

    Além da comitiva do embaixador italiano, Bolsonaro também recebeu nesta manhã um grupo de chineses liderado pelo embaixador da China no país, Li Jinzhang. Os encontros tiveram a presença do economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia de Bolsonaro.

    (Por Rodrigo Viga Gaier, com reportagem adicional de Ricardo Brito em Brasília)

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    Bolsonaro reitera promessa de extraditar Battisti 'imediatamente' caso seja eleito

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, reiterou nesta terça-feira em publicação no Twitter que vai extraditar imediatamente o ex-ativista italiano Cesare Battisti se for eleito presidente, e agradeceu a uma mensagem de apoio do vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini na rede social.

    'Reafirmo aqui meu compromisso de extraditar o terrorista Cesare Battisti, amado pela esquerda brasileira, imediatamente em caso de vitória nas eleições. Mostraremos ao mundo nosso total repúdio e empenho no combate ao terrorismo', disse Bolsonaro em mensagem publicada tanto em português como em italiano.

    Em outra publicação, o candidato do PSL respondeu a um tuíte de Salvini, político de extrema-direita que assumiu como vice-premiê da Itália em junho, com mensagem de apoio a Bolsonaro. 'Grato pela consideração de vossa excelência, vice-primeiro-ministro italiano! Um forte abraço aqui do Brasil', disse.

    A publicação de Salvini foi feita no dia do primeiro turno da eleição presidencial do Brasil, em 7 de outubro, quando Bolsonaro ficou em primeiro lugar com 46 por cento dos votos válidos. 'Também no Brasil há mudança. Esquerda derrotada e novos ares', disse o político italiano.

    Battisti teve sua extradição requerida pela Itália em razão de ter sido condenado naquele país a prisão perpétua por quatro assassinatos na década de 1970, quando era integrante de um grupo militante de esquerda. No entanto, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu, no final de 2010, conceder a Battisti status de asilado no Brasil.

    Em outubro do ano passado, Battisti foi detido em Corumbá (MS), cidade próxima à fronteira com a Bolívia, carregando dólares e euros em espécie, numa indicação de que poderia estar planejando uma fuga do país, o que levou a Itália a reiterar seu pedido ao governo brasileiro pela extradição.

    Battisti, no entanto, foi solto por ordem da Justiça e responde ao processo em liberdade, sob algumas medidas restritivas.

    Na década de 1970 Battisti pertenceu ao grupo guerrilheiro chamado Proletários Armados pelo Comunismo. Ele escapou da prisão em 1981 e morou na França antes de seguir ao Brasil para evitar ser extraditado para a Itália.

    (Por Pedro Fonseca)

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