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    Biden larga com força, mas terá armadilhas na corrida presidencial dos EUA

    Por James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden mostrou uma força surpreendente nas três primeiras semanas da campanha pela indicação democrata para disputar a Presidência em 2020, provocando a pergunta: alguém pode detê-lo?

    Biden tem uma vantagem considerável sobre os outros 23 pré-candidatos do partido nas pesquisas de opinião. O presidente Donald Trump, um republicano, o trata como sua maior ameaça.

    Antes do início formal da campanha no sábado, em um comício a céu aberto na Filadélfia, Biden, de 76 anos, pareceu calar os questionamentos sobre sua idade, sua capacidade de arrecadar fundos e de estar em descompasso com o Partido Democrata.

    'Agora o resto da corrida gira em torno de Joe Biden', disse Joe Trippi, uma autoridade democrata de longa data que não integra a campanha.

    Mas pode haver armadilhas à frente. A primeira grande oportunidade dos concorrentes de Biden para minar sua dianteira vem no mês que vem, no primeiro de uma série de debates presidenciais democratas.

    Biden pode se tornar o principal alvo dos ataques, particularmente dos progressistas. Ele também tem um histórico de gafes, algo que pode ser problemático na arena nacional.

    Só na última semana, ele foi questionado por sua postura em relação ao combate à mudança climática e seu apoio a um projeto de lei anticrime dos anos 1990 que, segundo críticos, levou ao encarceramento em massa de negros.

    'Estou dizendo há tempos que os melhores dias de Joe Biden serão o início de sua campanha', afirmou Charles Chamberlain, diretor-executivo do grupo de ativismo progressista Democracy for America.

    Segundo a Real Clear Politics, Biden tem o apoio de cerca de 40% do eleitorado democrata na média das pesquisas de opinião, o que lhe dá uma vantagem de mais de 20 pontos percentuais sobre seu concorrente mais próximo, o senador Bernie Sanders, do Vermont.

    Estrategistas presidenciais experientes disseram à Reuters que, embora acreditem que alguns outros democratas se tornarão concorrentes sérios eventualmente, a força de Biden provavelmente é sustentável.

    Eles citaram dois fatores principais: o grande número de postulantes democratas torna difícil qualquer um deles se destacar, e os eleitores tendem a evitar riscos quando procuram um candidato que vença o presidente de turno.

    Em eleições recentes, favoritos de primeira hora como o democrata Al Gore, ele mesmo um ex-vice-presidente, em 2000 e o republicano Mitt Romney em 2012 tinham a indicação praticamente garantida, apesar de alguns tropeços pelo caminho.

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    Biden amplia vantagem sobre concorrentes de prévia democrata para 2020, aponta pesquisa

    Por Chris Kahn

    NOVA YORK (Reuters) - O ex-vice-presidente Joe Biden ampliou a vantagem sobre os vários pré-candidatos democratas que disputam a indicação do partido para a eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos em 5 pontos desde que entrou na corrida no final de abril, de acordo com uma pesquisa mensal Reuters/Ipsos.

    A pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostrou que 29% dos democratas e independentes disseram que votariam em Biden nas convenções partidárias estaduais. O número representa um aumento em relação aos 24% que apoiavam o ex-vice em uma enquete do final de abril, feita dias antes de Biden anunciar formalmente sua candidatura.

    Biden lidera o páreo em todos os grandes grupos demográficos, com exceção dos 'millennials' (18 a 37 anos), que preferem Bernie Sanders, senador do Vermont, a Biden pela diferença de 18% a 16%.

    O ex-vice-presidente, de 76 anos, continua sendo o mais bem posicionado para encabeçar a chapa democrata, apesar dos receios com sua idade e suas opiniões de centro. Ele também foi criticado por tocar mulheres de forma indelicada e pela maneira como tratou a professora de Direito Anita Hill três décadas atrás durante a audiência de confirmação do juiz Clarence Thomas, da Suprema Corte.

    A sondagem mensal revelou que 29% das mulheres que se identificam como democratas e independentes disseram apoiar Biden, 4 pontos percentuais a mais do que no mês passado.

    Entre os democratas registrados, mesmo aqueles que apoiam outros pré-candidatos mencionam Biden como a melhor alternativa se seu escolhido sair da disputa, segundo a pesquisa.

    'Isso significa que não existe uma cisão de um bloco significativo de eleitores anti-Biden com os outros candidatos', disse Chris Jackson, especialista em pesquisas da Ipsos. 'Neste momento, Joe Biden é o franco favorito na primária democrata', acrescentou.

    O indicado democrata provavelmente enfrentará o presidente Donald Trump, um republicano, na eleição de novembro de 2020.

    Além de Biden, 13% dos democratas e independentes disseram que votariam em Sanders. Nenhum dos outros pré-candidatos teve mais de 6% de apoio na sondagem.

    Faltando mais de um mês para eles se enfrentarem nos primeiros debates televisionados e 18 meses antes da votação, o público norte-americano parece estar selecionando os postulantes que conhece melhor.

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    Candidatura de ex-vice dos EUA Joe Biden deve reformular corrida pela Casa Branca

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden entrou nesta quinta-feira na disputa pela candidatura democrata para a Casa Branca em 2020 como um favorito instantâneo, deixando para trás os outros candidatos e aumentando a pressão para que os postulantes com desempenho mais modesto encontrem maneiras de sobreviver.

    Biden, de 76 anos e senador de longa data que serviu por dois mandatos como vice do presidente Barack Obama, anunciou sua candidatura em um vídeo no qual exaltou a importância de derrotar o atual presidente, o republicano Donald Trump, nas eleições do ano que vem.

    “Estamos numa batalha pela alma desta nação”, disse Biden. “Eu acredito que a história vai olhar para trás, sobre os quatro anos deste presidente e tudo que ele representa, como sendo um período bizarro. Mas se dermos a Donald Trump oito anos na Casa Branca, ele vai para sempre e essencialmente alterar o caráter desta nação, quem nós somos, e eu não posso ficar de lado e esperar que isso aconteça.”

    Trump respondeu com uma postagem no Twitter em que disse “bem-vindo à corrida Joe Preguiçoso” e questionou a inteligência de Biden.

    Na lista que já soma 20 nomes na corrida pela candidatura democrata, Biden se junta ao senador Bernie Sanders, do Vermont, que se descreve como “socialista democrata”. A disputa entre os dois, tidos como os principais postulantes, pode expor o conflito entre as alas moderada e progressista do partido democrata.

    Embora Biden ainda precise apresentar as propostas políticas de sua candidatura, ele apoia muitas das pautas valorizadas pelos progressistas, entre elas o salário mínimo, o combate às mudanças climáticas, a proibição de armamentos mais pesados e a universidade pública gratuita.

    Ele ainda não se manifestou favorável, porém, a um plano para universalizar o acesso à saúde que é defendido por Sanders e outros candidatos.

    Para Kyle Kondik, analista político na Universidade da Virgínia, ainda não está claro se Biden conseguirá capitalizar sobre sua base de apoio leal. Caso isso ocorra, isso pode custar caro a Sanders.

    Dado seu apoio de longa data aos afro-americanos e sua parceria com Obama, Biden pode também abalar a candidatura da senadora Kamala Harris, da Califórnia, amplamente considerada uma das principais postulantes à candidatura democrata.

    A entrada de Biden na disputa também ameaça Pete Buttigieg, prefeito de South Bend, em Indiana, que nas últimas semanas tem se beneficiado com uma cobertura favorável da imprensa. Ela aumenta a pressão também sobre a ex-secretária de Habitação Julian Castro, do Texas, o senador Kirsten Gillibrand, de Nova York, e o ex-governador do Colorado, John Hickenlooper, que até agora fracassaram em crescer nas pesquisas.

    “De muitas maneiras, isso ameniza a disputa em vez de acirrá-la”, disse Jeff Link, um estrategista democrata do Iowa que trabalhou na campanha presidencial de Obama em 2008.

    A candidatura de Biden enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um partido ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Em candidaturas anteriores, Biden fracassou em angariar um apoio mais amplo dos eleitores. À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    Em um comunicado, Obama disse que a escolha de Biden como seu vice em 2008 foi uma das melhores decisões que já tomou.

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    Candidatura de ex-vice dos EUA Joe Biden deve reformular corrida pela Casa Branca

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden entrou nesta quinta-feira na disputa pela candidatura democrata para a Casa Branca em 2020 como um favorito instantâneo, deixando para trás os outros candidatos e aumentando a pressão para que os postulantes com desempenho mais modesto encontrem maneiras de sobreviver.

    Biden, de 76 anos e senador de longa data que serviu por dois mandatos como vice do presidente Barack Obama, anunciou sua candidatura em um vídeo no qual exaltou a importância de derrotar o atual presidente, o republicano Donald Trump, nas eleições do ano que vem.

    “Estamos numa batalha pela alma desta nação”, disse Biden. “Eu acredito que a história vai olhar para trás, sobre os quatro anos deste presidente e tudo que ele representa, como sendo um período bizarro. Mas se dermos a Donald Trump oito anos na Casa Branca, ele vai para sempre e essencialmente alterar o caráter desta nação, quem nós somos, e eu não posso ficar de lado e esperar que isso aconteça.”

    Trump respondeu com uma postagem no Twitter em que disse “bem-vindo à corrida Joe Preguiçoso” e questionou a inteligência de Biden.

    Na lista que já soma 20 nomes na corrida pela candidatura democrata, Biden se junta ao senador Bernie Sanders, do Vermont, que se descreve como “socialista democrata”. A disputa entre os dois, tidos como os principais postulantes, pode expor o conflito entre as alas moderada e progressista do partido democrata.

    Embora Biden ainda precise apresentar as propostas políticas de sua candidatura, ele apoia muitas das pautas valorizadas pelos progressistas, entre elas o salário mínimo, o combate às mudanças climáticas, a proibição de armamentos mais pesados e a universidade pública gratuita.

    Ele ainda não se manifestou favorável, porém, a um plano para universalizar o acesso à saúde que é defendido por Sanders e outros candidatos.

    Para Kyle Kondik, analista político na Universidade da Virgínia, ainda não está claro se Biden conseguirá capitalizar sobre sua base de apoio leal. Caso isso ocorra, isso pode custar caro a Sanders.

    Dado seu apoio de longa data aos afro-americanos e sua parceria com Obama, Biden pode também abalar a candidatura da senadora Kamala Harris, da Califórnia, amplamente considerada uma das principais postulantes à candidatura democrata.

    A entrada de Biden na disputa também ameaça Pete Buttigieg, prefeito de South Bend, em Indiana, que nas últimas semanas tem se beneficiado com uma cobertura favorável da imprensa. Ela aumenta a pressão também sobre a ex-secretária de Habitação Julian Castro, do Texas, o senador Kirsten Gillibrand, de Nova York, e o ex-governador do Colorado, John Hickenlooper, que até agora fracassaram em crescer nas pesquisas.

    “De muitas maneiras, isso ameniza a disputa em vez de acirrá-la”, disse Jeff Link, um estrategista democrata do Iowa que trabalhou na campanha presidencial de Obama em 2008.

    A candidatura de Biden enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um partido ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Em candidaturas anteriores, Biden fracassou em angariar um apoio mais amplo dos eleitores. À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    Em um comunicado, Obama disse que a escolha de Biden como seu vice em 2008 foi uma das melhores decisões que já tomou.

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    Ex-vice-presidente Joe Biden lança pré-candidatura para Casa Branca como favorito democrata

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente norte-americano Joe Biden, um moderado que fez do apelo aos eleitores da classe trabalhadora que abandonaram os democratas em 2016 uma parte essencial de sua identidade política, anunciou pré-candidatura à Casa Branca nesta quinta-feira, largando como o favorito do partido.

    Biden anunciou a terceira corrida presidencial de sua carreira em um vídeo no YouTube e em outras redes sociais. Ele deve realizar seu primeiro evento público como pré-candidato na segunda-feira em uma cerimônia com membros de um sindicato de Pittsburgh, um distrito eleitoral crucial.

    Biden, de 76 anos, passou meses se questionando se deveria concorrer. Sua candidatura enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um Partido Democrata ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Mas ele larga como líder nas pesquisas de opinião sobre postulantes democratas, que já conta com 20 nomes dispostos a enfrentar o presidente Donald Trump, o indicado republicano provável, em novembro de 2020.

    Críticos dizem que sua posição nas pesquisas se deve principalmente ao reconhecimento do nome do ex-senador do Delaware, cujas mais de quatro décadas no serviço público incluem oito anos como o número dois do presidente Barack Obama na Casa Branca.

    À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    A candidatura de Biden logo mostrará se os democratas estão mais interessados em encontrar um político de centro que consiga conquistar os eleitores da classe trabalhadora que escolheram Trump em 2016 ou alguém que estimule a ala progressista diversificada do partido, como os senadores Kamala Harris, da Califórnia, Bernie Sanders, de Vermont, ou Elizabeth Warren, de Massachusetts.

    Biden tem sido um dos críticos mais agressivos contra Trump. No ano passado, ele disse que 'acabaria com a raça' do republicano se os dois estivessem na escola devido à maneira como o presidente falou das mulheres, lamentando a frase mais tarde.

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