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    Bolsonaro tem melhora e recebe alta de Unidade de Terapia Semi-intensiva

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, recebeu alta da Unidade de Terapia Semi-intensiva na manhã deste sábado, informou o Hospital Israelita Albert Einstein, onde ele segue internado.

    'O paciente evolui com melhora clínica progressiva... Não apresenta dor, febre ou disfunções orgânicas', afirmou o hospital em boletim médico.

    A mudança da Unidade de Terapia Semi-intensiva para o quarto do hospital ocorre após o presidenciável, líder nas pesquisas, ter apresentado alta de temperatura na quinta-feira.

    Na sexta-feira, ele já havia iniciado uma dieta pastosa, depois de recuperação dos movimentos intestinais.

    O hospital, onde o candidato está internado desde o dia 7 de setembro, após ser esfaqueado durante campanha em Juiz de Fora (MG), informou ainda no boletim que Bolsonaro segue 'com recuperação dos movimentos intestinais, recebendo dieta pastosa em associação à nutrição parenteral'.

    O Albert Einstein disse ainda que medidas de prevenção de trombose venosa continuam sendo realizadas, além de exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular pelo paciente, que incluem períodos de caminhada fora do quarto.

    Em vídeo divulgado na véspera, Bolsonaro afirmou que espera receber alta hospitalar até o final do mês e que nunca se sentiu tão bem em sua vida.

    Já o coordenador da campanha do candidato do PSL em São Paulo, deputado federal Major Olimpio (PSL-SP), disse acreditar que, diante da evolução médica de Bolsonaro, ele poderá ter alta antes do primeiro turno.

    Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo na véspera, Bolsonaro defendeu seu guru econômico, Paulo Guedes, que criou polêmica ao defender uma espécie de CPMF (o chamado imposto do cheque) em palestra.

    Ele disse ao jornal que Guedes nunca defendeu a volta da CPMF. 'Isso é uma distorção. Ele apenas está estudando alternativas. Tudo terá de passar pelo meu crivo', afirmou.

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    Bolsonaro registra melhora intestinal e tem sonda retirada, diz hospital

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, está com condições clínicas estáveis e teve uma sonda nasogástrica retirada na manhã desta terça-feira em decorrência de melhora intestinal, informou o hospital Albert Einstein em boletim médico.

    Segundo o hospital, onde Bolsonaro está internado após ter sido esfaqueado durante ato de campanha em Minas Gerais na semana passada, o deputado permanece sob cuidados de terapia intensiva, mas está sem sinais de infecção. Será reiniciada alimentação oral, que será feita concomitante à alimentação parental, acrescentou o boletim.

    Líder das pesquisas na corrida presidencial, Bolsonaro sofreu lesões nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal em decorrência de um golpe de faca sofrido durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na quinta-feira. No mesmo dia, ele passou por delicada cirurgia de emergência, e foi transferido para São Paulo na manhã de sexta-feira.

    'Passados cinco dias da internação do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no Hospital Israelita Albert Einstein, suas condições clínicas estão estáveis. O paciente permanece em cuidados de Terapia Intensiva, afebril e sem sinais de infecção', disse o boletim.

    Pouco antes da divulgação do boletim, um dos filhos do presidenciável, o deputado estadual Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), tuitou que o pai passou da unidade de terapia intensiva para a semi-intensiva e fez sua primeira refeição desde o atentado, um pedaço de pão e suco.

    Após o boletim médico apontando melhora do quadro de Bolsonaro, uma publicação na sua conta oficial no Twitter abordou uma das principais bandeiras de campanha do deputado, a segurança pública.

    'A segurança é nossa prioridade! É urgente! As pessoas precisam de emprego, querem educação, mas de nada adianta se continuarem sendo vítimas de latrocínio a caminho de seus trabalhos; de nada adianta se o tráfico de drogas permanecer na porta das escolas', disse.

    Segundo pesquisa Datafolha divulgada na véspera, Bolsonaro lidera a corrida presidencial com 24 por cento das intenções de voto, enquanto outros quatro presidenciáveis embolam a disputa pelo segundo lugar: Ciro Gomes (PDT) com 13 por cento, Marina Silva (Rede) com 11 por cento, Geraldo Alckmin (PSDB) com 10 por cento e Fernando Haddad (PT) --que deve ser confirmado substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-- com 9 por cento.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro tem condições clínicas estáveis e seguirá a campanha pela internet

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue na UTI do hospital Albert Einstein com quadro estável e sem sinais de infecção, informou o segundo boletim médico desta segunda-feira, e seguirá com sua campanha, quando tiver condições, via internet, segundo um de seus filhos.

    'O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado desde o último dia 7 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein permaneceu durante o dia em condições clínicas estáveis. Ele realizou fisioterapia --caminhada e exercícios respiratórios-- sem apresentar dor', afirma o boletim da equipe médica que cuida do presidenciável.

    'O paciente não apresenta febre ou outros sinais de infecção e permanece em tratamento clínico intensivo. Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa', acrescentam os médicos.

    Líder na corrida presidencial, Bolsonaro sofreu lesões nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal ao ser esfaqueado durante ato de campanha em Juiz de Fora na última quinta-feira. No mesmo dia, ele passou por delicada cirurgia de emergência, e foi transferido para São Paulo na manhã de sexta-feira.

    Pela manhã, o boletim médico se referia pela primeira vez ao estado do deputado como grave, desde sua intenção no hospital paulista, em uma mudança de tom com relação ao boletim da manhã de domingo, que falava em 'nítida melhora clínica e laboratorial'.

    O Einstein destacava ainda que será preciso uma nova cirurgia 'de grande porte' posteriormente, 'a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia'. A necessidade de uma futura cirurgia estava prevista desde a colocação da bolsa já na quinta-feira.

    Na segunda comunicação do dia, a equipe médica voltou a falar da nova cirurgia, esclarecendo que 'será realizado no futuro em uma internação eletiva'.

    Em publicação no Twitter após a divulgação do boletim da manhã, Bolsonaro disse que tem se comunicado menos por conta da recuperação, e que tem contado com a ajuda de um dos filhos.

    O deputado agradeceu ao apoio recebido nos últimos dias, em uma mensagem acompanhada por um vídeo com imagens de atos de solidariedade realizados em diferentes cidades do país nos últimos dias. 'Este apoio é nosso combustível', afirmou.

    À tarde, o deputado estadual Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável, disse que seu pai seguirá com a campanha por meio da internet.

    'Ele vai fazer a campanha agora, quando tiver condições, basicamente via internet e da nossa parte e de todos os candidatos do PSL um empenho ainda maior para mostrar para quem tentou tirar a vida dele e manchar de sangue essa campanha eleitoral que a vontade do povo vai ser respeitada', disse Flavio a jornalistas, após deixar a sede da Polícia Federal em Brasília.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro, e Alexandre Caverni, em São Paulo; reportagem adicional de Ricardo Brito, em Brasília)

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    Bolsonaro continua na UTI em estado grave, diz hospital

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ainda está em estado grave, informou o hospital Albert Einstein nesta segunda-feira, quatro dias após o deputado ter sido esfaqueado durante ato de campanha em Minas Gerais.

    Segundo boletim médico do hospital, Bolsonaro terá de passar por uma cirurgia de 'grande porte' posteriormente para reconstruir o trânsito intestinal e retirar uma bolsa de colostomia. Essa operação já havia sido anunciada pelos médicos que realizaram a colostomia em Bolsonaro logo após o ataque de quinta-feira em Juiz de Fora (MG).

    O boletim médico desta segunda-feira foi o primeiro do Einstein a apontar o estado de saúde de Bolsonaro como 'grave', em uma mudança de tom com relação ao boletim da manhã de domingo, que falava em 'nítida melhora clínica e laboratorial'.

    'Passados quatro dias após o ferimento abdominal por arma branca, o estado do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, ainda é grave e permanece em terapia intensiva', disse o boletim médico desta segunda-feira.

    Líder das pesquisas na corrida presidencial, Bolsonaro sofreu lesões nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal em decorrência de um golpe de faca sofrido durante ato de campanha na cidade mineira. No mesmo dia, ele passou por delicada cirurgia de emergência, e foi transferido para São Paulo na manhã de sexta-feira.

    'O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado. Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia', afirmou o hospital.

    'Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje', acrescentou o boletim médico, informando ainda que o presidenciável permanece 'sem sinais de infecção'.

    No domingo, o candidato disse em publicação no Twitter que logo estará 100 por cento e que não dará o 'gosto' de ficar fora do pleito a aqueles que desejam isso.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    'Estou bem e me recuperando', diz Bolsonaro um dia depois de ser esfaqueado

    Por Taís Haupt e Rodrigo Viga Gaier

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, recuperava-se em São Paulo nesta sexta-feira, um dia depois de ser esfaqueado num evento de campanha e passar por uma delicada cirurgia de emergência em Juiz de Fora (MG).

    'Estou bem e me recuperando', disse o candidato em sua conta no Twitter.

    'Agradeço do fundo do meu coração a Deus, minha esposa e filhos, que estão ao meu lado, aos médicos que cuidam de mim e que são essenciais para que eu pudesse continuar com vocês aqui na Terra, e a todos pelo apoio e orações', acrescentou.

    Internado no hospital Albert Einstein desde esta manhã, Bolsonaro está 'consciente e em boas condições clínicas', segundo boletim médico divulgado às 14h26.

    'O paciente está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde realizou exames laboratoriais e de imagens e foi avaliado por equipe multiprofissional. O tratamento iniciado anteriormente em Juiz de Fora (MG) está sendo continuado', afirma o boletim assinado pelo diretor superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.

    O senador Magno Malta (PR-ES) disse a jornalistas, ao chegar no Einstein, que agora 'é tempo do Bolsonaro se recuperar, cuidar da saúde'.

    'Passar pela urna é um detalhe. Embora eu sempre tive consciência de que ele se tornaria presidente no primeiro turno. (...) O que ele tinha que falar já falou, as ruas que ele tinha que ir já foi”, disse Malta.

    Num vídeo gravado por Malta, ainda em Juiz de Fora, Bolsonaro afirma ter uma missão a cumprir.

    “Todos nós temos uma missão aqui na Terra e essa missão será cumprida por mim... ou por outra pessoa”, disse o candidato em vídeo compartilhado via WhatsApp.

    No Einstein, o deputado federal Major Olimpio (PSL-SP) também minimizou os efeitos do atentado sobre a campanha do presidenciável.

    “Ele estando ou não em campanha como ele gosta, eventos de massa, em público, há o reconhecimento da população do grande brasileiro. Então eu não acredito que haja dificuldade para o prosseguimento da campanha', disse o deputado a jornalistas ao chegar ao hospital em São Paulo.

    'Ele vai ficar em convalescença pelo período que os médicos disserem que seja necessário, e não é o calendário eleitoral que vai definir isso”, acrescentou. “Não vão parar o Jair Bolsonaro com atentado, seja qual for a motivação, porque o Brasil precisa dele.”

    O deputado estadual pelo Rio de Janeiro Flavio Bolsonaro, um dos filhos do presidenciável do PSL, disse em uma transmissão ao vivo feita no Facebook que, 'provavelmente', Bolsonaro não poderá mais fazer ir para a rua nesta campanha e também apostou em vitória do pai no primeiro turno, marcado para daqui a um mês, em 7 de outubro.

    “Ele (Bolsonaro) está em uma situação muito delicada, está com dificuldade de falar ainda, mas eu vou para lá (São Paulo) para confortar, como eu falei, e também, se ele tiver condições, saber como é que a gente vai conduzir a partir de agora essa campanha”, disse Flavio no vídeo, feito antes de ir para São Paulo.

    PODERIA TER MORRIDO

    Bolsonaro deixou a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora esta manhã após apresentar estabilidade suficiente para ser transferido.

    Líder na corrida presidencial, ele sofreu lesões nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal, em decorrência de um único, porém profundo, golpe de faca durante ato de campanha na cidade mineira na tarde de quinta-feira.

    'Primeiro nós estancamos o sangramento para preservar a vida dele e partiu para a cirurgia', explicou nesta manhã a diretora da Santa Casa de Juiz de Forma, a médica Eunice Dantas, referindo-se ao tratamento adotado na véspera.

    'Fizemos uma secção de 10 centímetros e ele está com uma colostomia provisória... era um sangramento de vulto e dependendo da distância e da demora no atendimento poderia ter causado a morte dele', acrescentou.

    Os médicos que participaram da cirurgia disseram na noite de quinta-feira que o intestino delgado foi costurado, mas não foi feita uma emenda na área atingida no intestino grosso, optando-se pela ligação com uma bolsa externa, a colostomia.

    A médica repetiu a estimativa feita pelos colegas na véspera de que 'deve levar de sete a dez dias para receber alta'.

    REPÚDIO

    O gabinete do deputado Jair Bolsonaro condenou em nota nesta sexta-feira o ataque sofrido pelo presidenciável como “covarde” e afirmou que o episódio demonstra o nível de “radicalização político-partidária” do país, além de ferir princípios da democracia. [nL2N1VT0MW]

    Na véspera, logo após o ataques, os demais presidenciáveis, assim com o presidente Michel Temer e as presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, repudiaram o ataque.[nL2N1VS237]

    [nL2N1VS2B9][nE6N1T302N]

    Apesar da liderança na corrida presidencial, Bolsonaro tem a maior taxa de rejeição entre os presidenciáveis, segundo a última pesquisa Ibope.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier, em Juiz de Fora, e de Taís Haupt em São Paulo; reportagem adicional de Maria Carolina Marcello, em Brasília, e Camila Moreira, em São Paulo)

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