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    Bolsonaro defende reforma da Previdência 'moderna' e 'fraterna' em mensagem ao Congresso

    Por Lisandra Paraguassu e Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Na primeira mensagem ao Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que uma proposta 'moderna' e 'fraterna' de reforma da Previdência será responsável por um grande impulso para melhoria do ambiente econômico do país.

    'O grande impulso deste novo ambiente virá com o projeto da Nova Previdência. Estamos concebendo uma proposta moderna e, ao mesmo tempo, fraterna, que conjuga o equilíbrio atuarial com o amparo a quem mais precisa, separando 'previdência' de 'assistência', ao tempo em que combate fraudes e privilégios', disse o presidente na mensagem.

    O texto foi entregue pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, aos parlamentares na abertura do ano legislativo de 2019. Bolsonaro não compareceu à cerimônia, uma vez que segue internado em hospital de São Paulo, após passar por cirurgia na semana passada.

    Na mensagem, Bolsonaro destaca ainda que a nova Previdência será baseada na Poupança Individual de Aposentadoria -a chamada capitalização, em que o empregado poupa para pagar sua própria aposentadoria no futuro.

    'É uma iniciativa que procura elevar a taxa da poupança nacional, criando condições de aumentar os investimentos

    e o ritmo de crescimento. É um caminho consistente para liberar o país do capital internacional', diz o texto.

    'É uma iniciativa que procura elevar a taxa da poupança nacional, criando condições de aumentar os investimentos e o ritmo de crescimento. É um caminho consistente para liberar o País do capital internacional.'

    Bolsonaro abriu sua mensagem com ataques a governos anteriores. Sem citar períodos específicos, afirmou que o país resistiu a 'uma operação cultural e política destinada a destruir a essência mais singela e solidária' do povo brasileiro.

    'O Estado foi assaltado. O erário foi colocado à disposição de tiranetes mundo afora. E a democracia ficou vulnerável diante de tamanha dilapidação moral e ética', diz a mensagem. 'O combate à miséria foi limitado à maquiagem nos números. Indicadores foram alterados para fins de propaganda, sem implicar melhoria nas condições de vida da população.'

    SEGURANÇA

    Além da reforma da Previdência, a mensagem se concentra em um segundo tema caro ao presidente, a questão da segurança. Bolsonaro atribuiu o aumento da criminalidade ao enfraquecimento das forças de segurança e a leis 'excessivamente permissivas'.

    'O governo de então foi tímido na proteção da vítima e efusivo na vitimização social do criminoso. A mentalidade era: quem deve ir para o banco dos réus é a sociedade. Isso acabou! O Governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena e nem medo de criminoso', disse a mensagem.

    Nesta mesma segunda-feira, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, divulgou um pacote de propostas de mudanças legais para endurecimento das leis de combate ao crime organizado. Entre as medidas estão o endurecimento das penas e da progressão para alguns crimes e a diminuição da condenação a policiais que matam em serviço.

    Bolsonaro critica, ainda, a estrutura do Estado, com estruturas de fiscalização sobrepostas que prejudicam quem produz, modais logísticos insuficientes e 'burocracia paralisante', em uma situação que, segundo ele, destruiu a produtividade e competividade do país.

    Em um aceno ao Congresso, reforça a necessidade que os Poderes trabalhem em conjunto.

    'Para construir uma nova esperança ao lado das senhoras e dos senhores, antes o nosso governo precisa deixar claro o que rejeita. Para saber por onde queremos ir, é preciso primeiro entender o caminho que se deve evitar. E nós –como a imensa maioria dos brasileiros– rejeitamos as ditaduras, a opressão, o desrespeito aos direitos humanos. Rejeitamos, também, os modelos

    que subjugam o Poder Legislativo e os demais Poderes, seja por corrupção, seja por ideologia, ou ambos.'

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em vantagem, campanha de Bolsonaro entra em 'modo avião' para evitar turbulências

    Em vantagem, campanha de Bolsonaro entra em 'modo avião' para evitar turbulências

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, entrou em uma fase de 'modo avião' a fim de evitar turbulências a menos de duas semanas para o segundo turno, no momento em que os principais institutos de pesquisa têm registrado considerável vantagem do capitão reformado em relação ao adversário petista, Fernando Haddad.

    A determinação repassada por Bolsonaro, segundo integrantes do núcleo duro da campanha revelaram à Reuters, é que auxiliares não se exponham e acabem por dar 'munição' para desgastar a candidatura.

    Na reta final do primeiro turno, a campanha do presidenciável sofreu críticas por declarações dadas e informações publicadas pela imprensa referentes ao candidato a vice-presidente na coligação, general Hamilton Mourão, e ao seu principal assessor econômico, Paulo Guedes.

    Mesmo à época hospitalizado, recuperando-se de cirurgias após ter sido alvo de um atentado à faca, Bolsonaro teve que intervir para reduzir os danos das críticas que Mourão fez ao pagamento do décimo terceiro ou da possibilidade de recriação de um imposto nos moldes da CPMF sob análise da equipe de Guedes.

    Após esses episódios, auxiliares do candidato do PSL reduziram aparições públicas e entrevistas à imprensa -- Mourão, por exemplo, teve de cancelar agendas públicas de eventos que participava e, após conversas com Bolsonaro, se impôs uma espécie de lei do silêncio.

    Nessa reta final, até mesmo o grupo dos generais --que estavam mais aberto a falar com jornalistas-- decidiu reduzir o número de entrevistas. 'Hoje, até por determinação superior, não estamos falando', disse um auxiliar reservadamente. 'Agora nós estamos, como dizem os marinheiros, não fazendo marola para não atrapalhar o Bolsonaro', completou.

    Por ordem médica, o próprio Bolsonaro, que passou três semanas no hospital, tem se resguardado de participar de eventos de campanha, como debates e eventos na rua. Haddad, aliás, tem pressionado o adversário a ir aos debates da reta final, acusando-o de fugir.

    O candidato do PSL tem usado principalmente as redes sociais para se contrapor a Haddad e falar sobre as propostas de um eventual governo dele.

    O deputado federal reeleito e cotado para assumir o Ministério da Casa Civil na gestão do presidenciável do PSL, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), saiu em defesa de Bolsonaro nesta terça-feira e afirmou que uma coisa é falar 20 minutos, outra são duas horas.

    'Quer que eu fale em bom português? Um cara colostomizado peida, fede, no meio de um debate político, acha adequado isso?', afirmou a jornalistas na Câmara dos Deputados. 'Viu o laudo médico? Já entrou no Google para ver o que é colostomizado? Então olha e pergunta para ti mesmo se uma pessoa assim pode ir a um debate televisivo', completou.

    Segundo Onyx, Bolsonaro está há três anos e meio expondo suas ideias e propostas Brasil afora, visitando locais onde a imprensa não tem ido. 'Conquistou tudo que conquistou, tem que dizer mais o quê?', questionou.

    O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), concorda com a estratégia adotada. 'Você hoje quanto mais se expões, fala muito, você pode ter um jornalista pérfido e que pode desviar as coisas, então é um momento muito importante da sociedade brasileira e todos nós temos muito cuidado', disse.

    'O PSL hoje é protagonista do cenário político e todos nós temos uma parcela de responsabilidade', completou.

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    CEO da Vale espera que presidente eleito evite disputas com China

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou nesta terça-feira ter expectativa de que o próximo presidente eleito do país entenda a importância da relação comercial entre Brasil e China e evite disputas com o principal cliente de produtos brasileiros, como minério de ferro e soja.

    A afirmação foi feita após ele ter sido questionado por jornalistas sobre declarações do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, desfavoráveis a investimentos chineses no país.

    'Eu tenho a expectativa, na medida em que o tempo passe e ele se aprofunde no tema, que isso ganhe relevância e a questão se encaminhe melhor', disse o executivo, após participar do evento FT Commodities, no Rio de Janeiro.

    'Disputas não trazem benefício. Se não é bom para ninguém, não é bom para a Vale.'

    A China, maior importadora global de minério de ferro, é a principal cliente da Vale, líder na produção mundial da commodity.

    Com relação à Vale, o executivo disse não estar preocupado com qualquer atitude que Bolsonaro possa tomar, se for eleito, considerando a mútua dependência da Vale e China.

    Ao comentar sobre possíveis investimentos da China em geração de energia elétrica no Brasil, o líder nas pesquisas de intenção de voto disse recentemente temer o avanço dos chineses.

    'HORA DE MUDANÇA'

    Ao ser perguntado sobre o que representaria uma vitória de Bolsonaro para a Vale e para o setor de mineração, diante das propostas já apresentadas, Schvartsman afirmou ter expectativas positivas com quem quer que seja o presidente e que 'não é diferente com Bolsonaro'.

    'Eu acho que estava na hora de uma mudança, o Brasil quis mudar. E, consequentemente, a mudança levará a alguma coisa melhor', disse o executivo.

    O executivo destacou ainda que a Vale 'tomou o cuidado' de não conversar com candidatos à Presidência.

    'Quando for definido quem é o presidente eleito... nós iremos claramente conversar bastante com eles. Vamos nos colocar à disposição, o conhecimento e informação que a gente tem dessa relação que a gente tem Brasil-China, que é muito importante', afirmou.

    Schvartsman disse ainda que o setor de mineração precisa mostrar para a sociedade a criação de valor que representa.

    (Por Marta Nogueira)

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