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    Bovespa firma-se em queda após bater recorde; investidor espera de detalhes do novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em queda na tarde desta segunda-feira, após bater recorde intradia mais cedo, com investidores realizando lucros à espera de definições sobre os próximos passos do novo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Às 14:35, o Ibovespa caía 0,1 por cento, a 85.631,51 pontos. Na máxima, subiu 3,10 por cento, para 88.377,16 pontos, superando o recorde anterior, de 88.317,83 pontos, apurado em fevereiro deste ano.

    O volume financeiro do pregão somava 15,4 bilhões de reais.

    A abertura mais positiva encontrou suporte na expectativa do mercado de que Bolsonaro formará uma equipe econômica liberal e reformista, liderada pelo economista Paulo Guedes, mas agentes financeiros agora querem mais detalhes.

    Para o gestor Igor Lima, da Galt Capital, o declínio trata-se de uma realização técnica, com muitos realizando lucros sem ter a contrapartida de grandes compradores, principalmente estrangeiros, que tendem a voltar aos poucos.

    Até a sexta-feira, o Ibovespa acumulava alta de 8 por cento em outubro, mês marcado por forte saída de capital externo do segmento Bovespa, após entradas líquidas nos três meses anteriores.

    'O mercado está esperando esclarecimentos sobre quem fará parte do primeiro escalão do novo governo e quais serão as primeiras medidas', acrescentou o gestor Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital.

    O deputado federal reeleito e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou na manhã desta segunda-feira que Bolsonaro fará uma reunião na terça-feira com o grupo de auxiliares mais próximos no Rio de Janeiro para dar as 'diretrizes' do governo e destacou que a equipe de transição vai começar a trabalhar somente na semana que vem, no Centro de Convenções do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.

    O gestor Marco Tulli, da corretora Coinvalores, disse que mercado perdeu força com investidores que tinham se posicionado na compra na sexta-feira zerando suas posições, mas ele não descarta melhora, com o declínio atraindo novos compradores.

    Bolsonaro, do PSL, derrotou o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno da eleição com 55,1 por cento dos votos válidos contra 44,9 por cento de seu oponente, com 99,99 por cento das seções eleitorais apuradas.

    DESTAQUES

    - VALE cedia 2,64 por cento, pesando no Ibovespa em razão da participação relevante na composição do índice, em ajustes de posições, uma vez que a ação da mineradora era um dos papéis usados como 'hedge' para a volatilidade eleitoral.

    - PETROBRAS PN cedia 3 por cento, em sessão volátil, após subir mais de 4 por cento, a 28,74 reais, maior cotação intradia desde abril de 2010. Na domingo, A XP Investimentos elevou a recomendação para as ações para 'compra' ante 'neutra'. PETROBRAS ON caía 2,2 por cento. As ações ainda acumulam altas ao redor de 65 e 70 por cento no ano, respectivamente.

    - BANCO DO BRASIL subia 1,25 por cento, afastando-se da máxima da sessão, quando atingiu maior cotação intradia da história, a 44,50 reais, em alta de 4,9 por cento. A ação do banco de controle estatal, que teve recomendação elevada para 'compra' pela XP Investimentos, acumula alta de cerca de 40 por cento em 2018. ITAÚ UNIBANCO PN, que divulga balanço após o fechamento, cedia 0,27 por cento.

    - ELETROBRAS PNB recuava 1,54 por cento e ELETROBRAS ON perdia 0,99 por cento, também se afastando das máximas da sessão registradas no começo do pregão.

    - CEMIG PN cedia 4,81 por cento, após subir 3,4 por cento no começo do pregão, para o maior nível desde maio de 2015, reagindo ao resultado eleitoral, com a vitória de Romeu Zema, do Partido Novo, de perfil liberal e favorável à privatização da companhia, para o governo de Minas Gerais. Até a sexta-feira, as ações subiam 68 por cento apenas em outubro.

    - KLABIN UNIT recuava 1,27 por cento, apesar da fabricante de papel e celulose ter divulgado nesta segunda-feira resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 1,25 bilhão de reais ante 750 milhões de reais um ano antes. Analistas do Itaú BBA consideraram o resultado forte.

    - HYPERA perdia 0,84 por cento, mesmo após o grupo farmacêutico reportar lucro líquido de 244,5 milhões no terceiro trimestre, aumento de 17,6 por cento ante mesma etapa de 2017, em resultado apoiado por maiores vendas de medicamentos genéricos e menor volume de impostos pagos. A equipe da Mirae considerou o resultado bom.

    - TIM e TELEFÔNICA BRASIL PN subiam 3,29 e 3,24 por cento, respectivamente, entre as maiores altas do Ibovespa, uma vez que se trata de setor mais defensivo e os papéis vinham acumulando perdas no ano, com TIM em queda de cerca de 15 por cento e Vivo recuando quase 13 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Ibovespa sobe 2% no dia e tem 4ª semana seguida de alta à espera de desfecho eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em alta de quase 2 por cento nesta sexta-feira, guiado pelo avanço de ações blue chips, com destaque para os papéis da Petrobras, no último pregão antes do desfecho da corrida presidencial.

    A sessão foi recheada de resultados corporativos e marcada pelo declínio em Wall Street, mas o mercado local resistiu à pressão externa e garantiu um desempenho semanal positivo, o quarto seguido, reforçando a perspectiva de alta em outubro.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,95 por cento, a 85.719,87 pontos. O volume financeiro foi expressivo e totalizou 19,4 bilhões de reais.

    Na semana, o Ibovespa acumulou ganho de 1,78 por cento, elevando o avanço no mês para 8 por cento.

    Perdas elevadas nas bolsas norte-americanas na primeira etapa dos negócios, após resultados de empresas como Amazon e Alphabet conhecidos na véspera decepcionarem, pesaram nas operações locais, fazendo o Ibovespa recuar 0,7 por cento.

    A redução do declínio em Nova York, contudo, combinada com apostas de última hora no resultado da eleição no Brasil foi o gatilho para a bolsa brasileira retomar o viés positivo. Nos EUA, o S&P 500 ainda fechou em baixa de 1,7 por cento.

    Investidores embarcaram para o fim de semana com expectativa majoritária de que Jair Bolsonaro, do PSL, será o novo ocupante do Palácio do Planalto, derrotando Fernando Haddad, do PT, no segundo turno do embate presidencial no domingo.

    Tal aposta foi endossada por todas as pesquisas divulgadas desde o primeiro turno, em 7 de outubro, que mostraram Bolsonaro liderando com folga a disputa. Nem o estreitamento dessa diferença em sondagem Datafolha na véspera desanimou o mercado.

    Estrategistas do Morgan Stanley elevaram a recomendação das ações brasileiras para 'compra' em seu portfólio para América Latina, avaliando que o país pode ter uma narrativa positiva de investimentos nos próximos 5 a 6 meses, desde que o novo governo sinalize seriedade em termos de consolidação fiscal.

    Desde o resultado do primeiro turno, no qual Bolsonaro não só mostrou melhor desempenho como conseguiu eleger potenciais colaboradores no Congresso Nacional e nos Estados, o Ibovespa acumulou alta de 4 por cento.

    O movimento foi puxado principalmente por investidores locais, de acordo com profissionais da área de renda variável, o que é referendado pelos dados de capital externo. Desde então, apenas dois pregões tiveram entrada líquida, nos dias 8 e 22.

    'Os fundos de investimento no Brasil estavam com bastante caixa e continuam com níveis considerados elevados, o que pode ajudar a bolsa se eles decidirem investir', disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo.

    Tal decisão, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters, dependerá das sinalizações da nova administração, particularmente do ponto de vista fiscal, conforme apontado pelo Morgan Stanley, mas também da destreza do novo presidente para formar coalizões no Congresso Nacional.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 4,86 por cento, para 27,60 reais, na máxima do dia e maior valor de fechamento desde abril de 2010. A alta foi apoiada na melhora dos preços de petróleo no exterior, bem como em expectativas relacionadas ao cenário eleitoral, que favoreceram a valorização de cerca de 31 por cento das preferenciais da petrolífera de controle estatal este mês. PETROBRAS ON ganhou 3,77 por cento na sessão.

    - BANCO DO BRASIL fechou em alta de 5,79 por cento, com o banco de controle estatal também suscetível à aposta para a corrida presidencial e tendo no radar ainda mudança em seu comando. ITAÚ UNIBANCO PN e BRADESCO PN valorizaram-se 1,87 e 1,73 por cento, respectivamente, endossando o viés positivo do pregão.

    - VALE avançou 1,81 por cento, descolando-se do movimento de suas pares no exterior, em reação tardia a números fortes do terceiro trimestre conhecidos na quarta-feira à noite.

    - B3 subiu 3,59 por cento, respondendo por contribuição relevante no Ibovespa, conforme agentes financeiros esperam volumes altos de negociação na operadora da bolsa paulista.

    - CEMIG PN avançou 6,73 por cento, favorecida por expectativas com o resultado da eleição para o governo de Minas Gerais, com as propostas do candidato que lidera as pesquisas contemplando a privatização da elétrica de controle do governo mineiro. No mês, acumula elevação de mais de 68 por cento.

    - GOL PN saltou 10,7 por cento, endossada pelo declínio do dólar ante o real, além das expectativas positivas em torno dos planos da companhia aérea de incorporar sua controlada Smiles

    - SUZANO caiu 6,46 por cento, apesar de resultado operacional forte no terceiro trimestre, e com a fraqueza do dólar ante o real corroborando o ajuste negativo da produtora de papel e celulose, que ainda acumula alta de mais de 112 por cento em 2018.

    - GPA PN caiu 2,24 por cento, revertendo o avanço do começo do pregão, também marcado pela divulgação de balanço, com resultado operacional medido Ebitda ajustado de 670 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 24,3 por cento ano a ano, e alta de 5,5 pontos na margem Ebitda ajustada.

    - FLEURY perdeu 2,55 por cento, no primeiro pregão após a divulgação do balanço do terceiro trimestre, quando registrou Ebitda de 181,5 milhões de reais, crescimento de 11,1 por cento sobre um ano antes. O lucro líquido somou 90,3 milhões de reais, alta de 4,4 por cento.

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    Bovespa recua com declarações de Bolsonaro e exterior endossando realização de lucros

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava quase 2 por cento nesta quarta-feira, com as declarações do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) sobre a reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras servindo de argumento para um movimento de realização de lucros, enquanto agentes financeiros esperam pesquisa Datafolha no final do dia.

    Notícia envolvendo o principal o conselheiro econômico de Bolsonaro em investigações sobre fraudes com fundos de pensão de estatais era mais um fator para as vendas, assim como o exterior desfavorável, após a bolsa abrir a semana com a maior alta em mais de dois anos.

    Às 11:18, o Ibovespa caía 1,88 por cento, a 84.471,69 pontos. O volume financeiro somava 3,65 bilhões de reais.

    Na véspera, o índice de referência do mercado acionário brasileiro fechou estável, mas na segunda-feira registrou a maior alta diária em mais de dois anos, após votação expressiva de Bolsonaro no primeiro turno da eleição presidencial, que disputará em segundo turno com Fernando Haddad, do PT, no próximo dia 28.

    'As declarações recentes do candidato (Jair Bolsonaro) e do seu principal articulador político, o deputado Onyx Lorenzoni, indicam menor ímpeto privatizante do que Paulo Guedes propagandeava e levantam dúvidas sobre a viabilidade das principais reformas', disse o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini.

    Na véspera, Bolsonaro disse acreditar que a proposta da Previdência do governo de Michel Temer como está 'dificilmente vai ser aprovada' e que buscará aprovar uma reforma que tenha aceitação do Parlamento e que a população entenda como sendo justa e necessária.

    Cotado para assumir o Ministério da Casa Civil em um eventual governo Bolsonaro, o deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse na terça-feira que o presidenciável, se eleito, não vai apoiar a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo do presidente Michel Temer.

    'Temos motivos para certa cautela em um primeiro momento, mas o foco mesmo está na pesquisa Datafolha a ser divulgada hoje à partir das 19 horas, a qual tende a trazer importantes atualizações para o segundo turno', escreveu a equipe da corretora H.Commcor, em relatório a clientes.

    No exterior, as bolsas norte-americanas e europeias recuavam, em meio ao avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA após dados mais fortes de preços ao produtor e apreensões sobre o crescimento global. Em Nova York, o S&P 500 cedia 0,67 por cento.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB recuavam 13,2 e 13,62 por cento após Bolsonaro afirmar em entrevista à Band TV que tem resistências em relação à privatização na companhia, citando a área de geração de eletricidade. Ele comentou que, se for eleito, no setor de energia elétrica 'a gente não vai mexer'.

    - CEMIG PN perdia 3,65 por cento, em um movimento de realização de lucro, após fortes ganhos no começo da semana, que foram embalados por expectativa de privatização da estatal mineira, após o resultado do primeiro turno das eleições para o governo de Minas Gerais.

    - MRV tinha queda de 4,06 por cento, após divulgar Na noite da véspera queda de 6,6 por cento nas vendas contratadas do terceiro trimestre ante mesmo período de 2017, a 1,445 bilhão de reais, embora a geração de caixa da companhia tenha dobrado, impulsionada por recebimentos de vendas anteriores. [nL2N1WP1V7

    - GOL PN caía 6,54 por cento, também penalizada pelo movimento de realização de lucros no pregão, conforme o dólar avançava mais de 1 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN cedia 3,39 por cento, corrigindo altas recentes, em meio ao ambiente mais adverso na bolsa paulista após declarações de Bolsonaro e tendo como pano de fundo a queda do petróleo no exterior.

    - SUZANO subia 2,56 por cento, encontrando na valorização do dólar ante o real suporte para se recuperar, assim como outras ações do setor de papel e celulose.

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    Ibovespa dispara acima de 85 mil pts com fortalecimento de Bolsonaro em corrida eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa começou a quarta-feira disparando acima dos 85 mil pontos, após nova pesquisa eleitoral reforçar o momento mais favorável a Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial, ao mesmo tempo em que mostrou aumento da rejeição ao petista Fernando Haddad, endossando especulações no mercado de uma possível vitória do candidato de direita no primeiro turno.

    Às 11:00, o índice de referência do mercado acionário brasileiro subia 2,95 por cento, a 84.015,81 pontos, em movimento liderado por papéis de companhias com controle estatal. Na máxima, subiu 4,69 por cento, a 85.441,79 pontos. O volume financeiro já somava 6,6 bilhões de reais.

    'O mercado está reagindo ao melhor desempenho de Bolsonaro combinado com certo enfraquecimento de Haddad, particularmente o aumento da rejeição, apurados nas pesquisas Ibope e Datafolha dessa semana', afirmou o gestor Marco Tulli, da mesa de Bovespa da corretora Coinvalores, em São Paulo.

    'Os números corroboram expectativas de vitória de Bolsonaro no segundo turno e já há alguns apostando que ele vence neste domingo', disse.

    Pesquisa Datafolha conhecida na noite de terça-feira mostrou Bolsonaro com 32 por cento das intenções de voto, enquanto o candidato do PT registrou 21 por cento. No levantamento anterior do Datafolha, divulgado na sexta-feira, o presidenciável do PSL tinha 28 por cento e o petista registrava 22 por cento. Sondagem Ibope conhecida na segunda-feira a noite mostrou o mesmo movimento.

    A pesquisa Datafolha também mostrou um salto na rejeição de Haddad. O percentual dos que afirmam que não votariam no petista de jeito nenhum, de acordo com o instituto, é de 41 por cento, ante 32 por cento na sondagem anterior. Bolsonaro ainda segue como o candidato mais rejeitado, mas o percentual passou de 46 para 45 por cento entre as duas apurações.

    'As pesquisas sugerem crescente probabilidade de Bolsonaro ganhar ainda no primeiro turno', endossa o gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância, acrescentando ainda que o tanto investidores estrangeiros como locais estavam com pouca exposição a ações brasileiras, o que ajuda a explicar as variações expressivas na bolsa paulista.

    A trajetória positiva nos pregões em Wall Street endossava os ganhos domésticos, com o S&P 500 em alta de 0,38 por cento e o Dow Jones avançando 0,4 por cento, após abrir em máxima recorde, favorecidos particularmente pelo desempenho de ações do setor financeiro após recuperação nos mercados europeus.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 7,7 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, que figuram entre os papéis mais suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 4,06 por cento, BRADESCO PN ganhava 4,6 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 4,75 por cento.

    - PETROBRAS PN saltava 5,2 por cento, também entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal também muito sensível ao cenario eleitoral. PETROBRAS ON avançava 4,6 por cento. A companhia voltou a deter nessa semana o maior valor de mercado na bolsa paulista, de cerca de 335 bilhões de reais.

    - ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON subiam 11,2 e 9,9 por cento, respectivamente, também influenciadas por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL PNB, que subia 7,73 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 4,26 por cento.

    - GOL PN avançava 5,31 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 2 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 2,01 e 0,16 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta ao redor de 150 por cento no ano.

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    Ibovespa sobe quase 4% e tem maior alta desde 2016 com especulações sobre desfecho eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de quase 4 por cento nesta terça-feira, em meio a especulações sobre o desfecho das eleições, após pesquisa Ibope mostrar aumento da vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial, em sessão com forte volume financeiro na bolsa paulista.

    O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 3,78 por cento, a 81.593,85 pontos, maior alta desde 7 de novembro de 2016, em movimento capitaneado por papéis de empresas de controle estatal. Na máxima, saltou 4 por cento. O giro financeiro alcançou 16,4 bilhões de reais.

    Levantamento Ibope conhecido na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. Em sondagem anterior do Ibope, o candidato do PSL tinha 27 por cento, enquanto o petista aparecia com 21 por cento.

    'A pesquisa Ibope foi o gatilho para a euforia', disse o gerente de investimentos de um fundo de pensão no Rio de Janeiro, citando comentários no mercado de apostas de uma eventual vitória de Bolsonaro ainda no primeiro turno. 'Mas me parece prematuro, o risco Haddad ainda é relevante'.

    Em nota a clientes mais cedo, a equipe da Brasil Plural frisou a pesquisa Datafolha ainda nesta terça-feira e a Ibope, na quinta, para avaliar se as tendências apontadas na sondagem conhecida na véspera se confirmam.

    O chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo citou bastante fluxo comprador na bolsa, tanto local como estrangeiros. 'Muitos fundos estavam com posições elevadas de caixa, com pouca alocação em bolsa', afirmou, citando que o enfraquecimento de Haddad animou compras.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persiste entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Desde o mês passado, profissionais do mercado financeiro têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para emergentes. Em setembro, houve entrada líquida de mais de 3 bilhões de reais, ajudando o saldo do ano a ficar positivo em 294,6 milhões de reais.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam próximo da estabilidade, afetados pelo declínio dos papéis do Facebook, mas o Dow Jones avançou para nova máxima recorde.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL disparou 11,41 por cento, maior diária alta desde abril de 2016, liderando ganhos de bancos, suscetíveis ao cenário eleitoral. ITAÚ UNIBANCO subiu 3,85 por cento, BRADESCO PN ganhou 5,89 por cento e SANTANDER BRASIL avançou 7,44 por cento.

    - PETROBRAS PN subiu 8,67 por cento, entre os maiores ganhos, apesar da fraqueza dos preços do petróleo, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançou 6,74 por cento.

    - ELETROBRAS ON encerrou em alta de 11,45 por cento, enquanto CEMIG PN teve elevação de 7,28 por cento e COPEL PNB, que subiu 6,83 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciou-se 9,26 por cento.

    - VALE terminou com elevação de 1,32 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - QUALICORP avançou 10,91 por cento, após desabar quase 30 por cento na véspera, na esteira de um anúncio de acordo de não competitividade com o fundador José Seripieri Filho, dono de cerca de 15 por cento da empresa de planos de saúde, pelo qual ele receberá 150 milhões de reais.

    - SUZANO e FIBRIA caíram 3,375 e 1,93 por cento, respectivamente, com o recuo de mais de 2 por cento do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

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    Ibovespa sobe 3% e vai a 81 mil pts após Ibope mostrar ampliação de vantagem de Bolsonaro

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparava cerca de 3 por cento e voltava ao patamar de 81 mil pontos nesta terça-feira, após recuar nos dois pregões anteriores, com agentes financeiros ajustando posições à pesquisa Ibope da véspera, que mostrou o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ampliando vantagem na liderança da corrida eleitoral.

    Às 11:30, o principal índice de ações da B3 subia 3,25 por cento, a 81.175,45 pontos, na máxima da sessão até o momento, com ações de empresas de controle estatal entre as maiores altas.

    O volume financeiro somava 4,5 bilhões de reais.

    Nos últimos dois pregões, o Ibovespa acumulou queda de 1,7 por cento.

    Levantamento Ibope divulgado na segunda-feira à noite mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. No levantamento anterior Bolsonaro tinha 27 por cento, enquanto Haddad aparecia com os mesmos 21 por cento.

    A equipe da corretora Brasil Plural destacou que as pesquisas anteriores mostravam crescimento de Haddad, estabilidade de Bolsonaro e um cenário positivo para o petista na simulação de segundo turno, quadro que mudou com a sondagem divulgada pelo Ibope na última noite.

    'Bolsonaro cresceu e a rejeição a Haddad e ao PT tiveram alta significativa', citou a corretora, chamando a atenção para pesquisa Datafolha prevista para essa terça-feira, além de nova sondagem do Ibope nesta semana. 'A ver se as tendências apontadas pelo Ibope ontem se confirmam', afirmou.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persista entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Profissionais do mercado financeiro também têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para mercados emergentes. Até o dia 27 de setembro, o saldo no mês estava positivo em quase 3 bilhões de reais.

    O noticiário eleitoral no país blindava o pregão brasileiro de certa aversão ao risco que prevalecia no exterior, refletida no dólar mais forte em relação a outras divisas, enquanto Wall Street não mostrava uma tendência clara, com os principais índices acionários próximos da estabilidade.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS subia 5,9 por cento, entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançava 5por cento.

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 6,35 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, também suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 3,67 por cento, BRADESCO PN ganhava 5,37 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 6 por cento.

    - ELETROBRAS ON tinha alta de 8,15 por cento, outro papel influenciado por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL, que subia 7,07 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 5,14 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciava-se 6,64 por cento.

    - GOL PN subia 6,88 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 1 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea. A relativa fraqueza dos preços do petróleo endossava a recuperação dos papéis.

    - VALE mostrava elevação de 1,57 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 3 e 1,65 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

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    Ibovespa sobe e tem melhor desempenho semanal do ano com alívio externo e foco nas eleições

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa encerrou a sexta-feira em alta e registrou o maior ganho semanal do ano, refletindo a melhora do ambiente externo com o alívio das preocupações sobre o embate comercial EUA-China, enquanto agentes do mercado continuam especulando sobre o desfecho da corrida eleitoral brasileira.

    O principal índice de ações da B3 avançou 1,7 por cento, a 79.444,29 pontos, maior patamar de fechamento desde 7 de agosto. Na máxima do dia, o indicador alcançou 80.001,60 pontos. O volume financeiro alcançou 13 bilhões de reais.

    Após duas semanas de perdas, o Ibovespa acumulou alta de 5,32 por cento na semana, melhor resultado do ano, superando levemente o ganho de 5,31 por cento apurado na semana encerrada em 26 de janeiro.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Dow Jones chegaram a renovar máximas históricas, apoiados pela alta de ações de energia com o avanço do petróleo, em sessão marcada por ajustes em índices setoriais e vencimentos de opções e futuros de índices e ações. No final da sessão, o S&P 500 caiu 0,04 por cento.

    Em nota, a equipe da consultoria de investimentos Lopes Filhos atribuiu o viés mais positivo nos mercados acionários globais a uma menor preocupação com os conflitos comerciais entre China e Estados Unidos.

    Nesta sexta-feira, uma autoridade de alto nível da Casa Branca afirmou à Reuters que está otimista sobre o caminho à frente com a China no comércio, embora o governo de Donald Trump não tenha uma previsão de data para anunciar o retorno à mesa de negociação.

    O analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para a melhora do desempenho nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 19 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 335,4 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos quatro pregões até a última quarta-feira houve entrada líquida de mais de 1 bilhão de reais.

    Outro fator que repercutiu favoravelmente na bolsa paulista foi a pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL, disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo.

    O levantamento mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo turno entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, ante 40 por cento na pesquisa anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    'A pesquisa XP ratificou polarização entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, com o capitão da reserva à frente do petista no segundo turno, dentro da margem de erro', disse o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, acrescentando que o mercado seguirá atento às sondagens eleitorais.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,85 por cento e fechou na máxima da sessão, a 61,01 reais, maior nível histórico para o papel, acompanhando a alta das commodities metálicas. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. No ano, as ações da Vale acumulam alta de quase 58 por cento.

    - USIMINAS PNA avançou 5,34 por cento, em pregão favorável para o setor siderúrgico como um todo, conforme perspectivas de reajustes de preços estimulam compras do papel.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhou 1,69 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subiu 1,6 por cento, BANCO DO BRASIL valorizou-se 3,66 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT subiu 3,67 por cento.

    - PETROBRAS PN avançou 1,36 por cento, em dia de alta do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - MAGAZINE LUIZA subiu 4,65 por cento, seguindo um movimento de recuperação em papéis de varejo. Ainda no setor, LOJAS RENNER e LOJAS AMERICANAS PN fecharam com altas de 4,87 e 5,78 por cento, respectivamente, entre os destaques positivos do Ibovespa.

    - SABESP subiu 3,41 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município. O pacto prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuou 2,83 por cento, tendo tocado 36,62 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel acumula baixa de mais de 10 por cento.

    - SUZANO PAPEL E CELULOSE caiu 1,73 por cento, tendo como pano de fundo o declínio do dólar ante o real.

    (Por Gabriela Mello e Paula Arend Laier)

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    Ibovespa avança 1,8% com atenções voltadas a exterior e cena eleitoral

    SÃO PAULO (Reuters) - O tom positivo prevalecia na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o Ibovespa caminhando para encerrar a semana no azul, ajudado pelo quadro benigno no exterior e com Vale alcançando cotação recorde, enquanto agentes financeiros seguem especulando sobre a cena eleitoral no país.

    Às 12:27, o principal índice de ações da B3 subia 1,84 por cento, a 79.556,77 pontos. O volume financeiro somava 3,7 bilhões de reais.

    Nesse cenário, o Ibovespa deve fechar a semana com ganho acumulado ao redor de 5 por cento, o segundo melhor desempenho semanal no ano e após duas semanas de perdas.

    Apesar das incertezas ainda em relação ao resultado da disputa presidencial no país, o cenário internacional está exercendo uma influência positiva no mercado local, com forte apetite a risco, disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos.

    'Apesar de ganhos mais contidos nesta sessão, as bolsas nos EUA estão em máximas históricas, as commodities estão em alta', afirmou, atribuindo parte do otimismo a certo alívio acerca das negociações comerciais entre EUA e China.

    Em Wall Street, o S&P 500 subia cerca de 0.1 por cento, com ações dos setores de tecnologia e consumo discricionário entre os principais suportes, embora vencimentos de opções e de futuros de ações e índices adicionem volatilidade.

    Suzaki também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para o desempenho mais positivo no pregão nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 18 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 55,134 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos três pregões até a última terça-feira houve entrada líquida de 794,77 milhões de reais.

    De acordo com o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, também repercutiu positivamente pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL.

    A pesquisa mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, contra 40 por cento no levantamento anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    DESTAQUES

    - MARFRIG subia 5 por cento, maior alta do Ibovespa, encontrando no clima mais favorável apoio para alguma recuperação, após tocar na semana passada cotação mínima intradia desde setembro de 2016. No mês, o papel recua mais de 7 por cento, sendo que, em agosto, acumulou declínio de 30 por cento.

    - ECORODOVIAS valorizava-se 3,7 por cento, também na ponta positiva, beneficiada por um ambiente de queda nas taxas futuras de juros, recuperando parte das fortes perdas nos dois pregões anteriores.

    - PETROBRAS PN avançava 1,56 por cento, favorecida pelo avanço inicial dos preços do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - VALE subia 1,77 por cento, acompanhando uma tendência mais positiva para commodities metálicas, mas também na demanda por seus produtos. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. Na máxima nesta sessão, os papéis da mineradora chegaram a 60,50 reais, recorde intradia.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhava 1,90 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subia 1,22 por cento, BANCO DO BRASIL valorizava-se 1,29 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT ganhava 3,67 por cento.

    - SABESP subia 3,45 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município, que prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuava 2,61 por cento, tendo tocado 36,81 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel recua cerca de 10 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

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