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    Ibovespa cai 0,49%, mas fecha maio no azul pela 1ª vez em 9 anos

    Por Stefani Inouye e Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista teve queda nesta sexta-feira, mas fechou maio no azul pela primeira vez em nove anos, com os agentes otimistas quanto à aprovação da reforma da Previdência, fator que compensou o cenário global mais adverso.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,44%, a 97.030,23 pontos, nesta sexta-feira. Em maio, o indicador teve alta de 0,7%, elevando o ganho de 2019 para 10,4%. O giro financeiro do dia somou 16,32 bilhões de reais.

    Os mercados no exterior encerraram em queda em meio a preocupações sobre a saúde da economia global, após o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar na véspera a imposição de tarifa de 5% sobre as importações do México. A medida tem como objetivo forçar uma redução no número de imigrantes ilegais, que entram nos EUA via fronteira com o México.

    'Tem muita incerteza envolvendo essa medida (de imposição de tarifas) dos EUA e é inevitável que isso respingue aqui, mas os investidores estão mais de olho no cenário doméstico', afirmou o estrategista-chefe, Rafael Bevilacqua, da consultoria Levante, acrescentando que a visão de que as pautas econômicas estão andando, especialmente a da Previdência, anima o mercado.

    O acordo firmado no início da semana entre o presidente Jair Bolsonaro e os presidentes das Casas do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) em torno de projetos considerados importantes pelo governo para retomada do crescimento sustentou o ânimo dos investidores nas últimas sessões.

    DESTAQUES

    - BRF recuou 4,52%, enquanto MARFRIG avançou 0,74%, após as empresas anunciarem na noite da véspera o início de discussões para uma possível fusão, abrindo caminho para formar um dos maiores grupos de carne do mundo. A composição acionária pode deixar atuais acionistas da BRF com 84,98% da nova empresa, enquanto os 15,02% restantes serão da Marfrig.

    - PETROBRAS PN caiu 2,29% e PETROBRAS ON recuou 2,15%, na esteira da forte queda nos preços do petróleo no exterior. A estatal confirmou na véspera que o processo de desinvestimento nos campos de petróleo de Pampo e Enchova está em fase de apresentação de ofertas finais, mas não apontou valores ou comprador.

    - VALE teve queda de 2,02%, com baixa dos preços do minério de ferro na China causada por preocupação de investidores com uma sobreoferta do produto.

    - BRASKEM subiu 4,06%. A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU) assinaram nesta sexta-feira o acordo de leniência com a companhia, investigada pela Operação Lava Jato. O acordo prevê que a empresa terá entre 2020 e 2025 mais 1,54 bilhão de reais em pagamentos correspondentes a danos, enriquecimento ilícito e multas.

    - ENEVA valorizou-se 5,81%. A elétrica ficou entre as vencedoras de um leilão federal para viabilizar soluções de suprimento de energia a Roraima, que fechou a contratação de uma potência nominal de 293,8 megawatts (MW), provenientes de nove empreendimentos.

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    Apreensão com autonomia da Petrobras derruba Ibovespa; empresa perde R$32 bi

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda de 2 por cento nesta sexta-feira, pressionado pelo tombo das ações da Petrobras, que perdeu 32 bilhões de reais em valor de mercado em meio a preocupações sobre a independência da estatal após o presidente Jair Bolsonaro pressionar para a petrolífera rever decisão sobre aumento dos preços do diesel.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,98 por cento, a 92.875,00 pontos. O volume financeiro totalizou 20,56 bilhões de reais, bem acima da média diária do ano, de 16,2 bilhões de reais. Na semana, o Ibovespa acumulou declínio de 4,36 por cento.

    O noticiário envolvendo a Petrobras dominou os holofotes no último pregão da semana, após a empresa desistir de elevar o preço do diesel nas refinarias a partir desta sexta-feira após sofrer interferência de Bolsonaro, em meio a preocupações com uma eventual nova greve de caminhoneiros.

    Bolsonaro defendeu nesta sexta-feira 'um preço justo' para o combustível e disse que quer ser convencido pela estatal sobre a necessidade do aumento.

    'Os investidores foram pegos de surpresa com a 'canetada' do Bolsonaro. Todo o discurso de estatais sem interferência política se perde', destacou Pedro Menezes, membro do comitê de investimento de ações e sócio da Occam Brasil Gestão de Recursos, destacando que o mercado como um todo foi contaminado.

    'O grande foco continua a ser na reforma da Previdência, mas essa situação não ajuda em nada o sentimento do mercado', disse.

    Analistas do BTG Pactual divulgaram relatório com o título 'Déjà Vu', citando que é preciso saber se foi uma decisão temporária por motivação política, como evitar uma nova greve, ou mudança na forma como o governo percebe a liberdade operacional da empresa.

    A sexta-feira também teve de pano de fundo a proximidade com o vencimento de opções sobre ações, que acontece na segunda-feira na bolsa paulista e tem os papéis da Petrobras entre as séries mais líquidas do exercício.

    O tombo dos papéis da petrolífera blindou o pregão brasileiro do viés externo benigno, com desempenho positivo em Wall Street na esteira de resultados corporativos, bem como alta nos preços de commodities (petróleo e minério de ferro), enquanto o dólar recuou perante outras moedas globais.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS ON desabou 8,54 por cento e PETROBRAS PN despencou 7,75 por cento, resultando em uma perda equivalente a 32,4 bilhões de reais no valor de mercado da companhia. A empresa cancelou alta de 5,7 por cento no valor do diesel a partir desta sexta-feira, mantendo a cotação em 2,1432 reais por litro, praticada desde 22 de março. A desvalorização foi a maior queda das ações da companhia desde 1º junho do ano passado, quando o então presidente-executivo da companhia, Pedro Parente, pediu demissão.

    - ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON perderam 4,97 e 5,24 por cento, respectivamente, contaminadas pelo sentimento mais negativo no mercado em razão de preocupações sobre a ingerência do governo nas estatais.

    - BANCO DO BRASIL caiu 3,17 por cento, pior desempenho dos bancos do Ibovespa, também afetada pelos receios com eventuais intervenções do governo em companhias de controle da União. ITAÚ UNIBANCO PN recuou 1,05 por cento e BRADESCO PN cedeu 0,91 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT resistiu e subiu 0,2 por cento.

    - VALE encerrou em baixa de 0,6 por cento, também sucumbindo ao mau humor generalizado, apesar da alta dos preços do minério de ferro na China, em meio ao aumento da demanda das siderúrgicas chinesas. CSN, que também tem se beneficiado de expectativas favoráveis sobre o minério de ferro, subiu 3,53 por cento.

    - JBS subiu 4,44 por cento, para 17,64 reais, nova cotação recorde, tendo de pano de fundo perspectivas positivas para a companhia de alimentos, principalmente quanto ao ciclo de carne bovina, além de potenciais efeitos da peste suína africana na China, entre outros fatores. No setor, BRF fechou em alta de 1,71 por cento.

    (Edição Alberto Alerigi Jr.)

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    Ibovespa recua com preocupações sobre cena política

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava fortes perdas nesta quarta-feira, em meio a receios com o ambiente político, após deputados aprovarem na véspera PEC que reduz margem de manobra do governo com o Orçamento da União, o que o mercado entendeu como derrota do governo e sinalização negativa para a reforma da Previdência.

    Às 11:19, o Ibovespa caía 1,99 por cento, a 93.412,94 pontos. No pior momento nesta manhã, recuou 2 por cento. O volume financeiro somava 2,82 bilhões de reais.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou a terça-feira em alta de 1,76 por cento, a 95.306,82 pontos, quebrando uma sequência de cinco pregões negativos.

    A Câmara aprovou na noite de terça-feira, em dois turnos por ampla maioria, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna obrigatória a execução de emendas coletivas no Orçamento da União, no que pode ser visto como uma mensagem de insatisfação na relação com o governo de Jair Bolsonaro.

    Para a equipe da Brasil Plural, a dificuldade do governo em fazer avançar a reforma na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e o recado passado pelo plenário da Casa em relação às novas regras orçamentárias somente ressaltam que faz muita falta a condução política do governo no Congresso.

    'Sem isso, a tramitação da reforma da Previdência poderá ser lenta e implicar em perdas significativas na economia prevista originalmente', avaliou em nota a clientes.

    Em relatório, a consultoria LCA destacou que 'está claro que os riscos à reforma previdenciária (e à agenda econômica como um todo) aumentaram substancialmente.

    Nesse contexto, tende a ocupar as atenções a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta tarde (14h), principalmente após ele ter cancelado a ida à CCJ da Câmara na véspera.

    O cenário externo não mostrava um viés único, com tom positivo nos pregões europeus, mas fraqueza em Wall Street, enquanto o petróleo tinha pequenas altas, em sessão na qual o noticiário trazia números mais fracos sobre lucro industrial na China, corroborando preocupações sobre a desaceleração global.

    DESTAQUES

    - TIM perdia 3,42 por cento, em sessão com resultado da rival Oi, que reportou um prejuízo líquido bilionário no quarto trimestre, refletindo a piora do resultado financeiro e queda nas receitas, enquanto sinalizou aceleração de investimentos. As preferenciais da OI, que não estão no Ibovespa, caíam 4,42 por cento.

    - GOL recuava 3,85 por cento, tendo como pano de fundo a alta do dólar ante o real, após a Câmara concluir votação do projeto que libera a participação de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no país, rejeitando a maior parte dos destaques. A proposta agora segue para o Senado.

    - PETROBRAS PN cedia 2,76 por cento, após forte alta na véspera, contaminada pelo viés negativo generalizado no pregão brasileiro, enquanto os preços do petróleo tinham pequenas altas no exterior.

    - BANCO DO BRASIL ON perdia 3,22 por cento, capitaneando as perdas do setor bancário no Ibovespa, com ITAÚ UNIBANCO PN caindo 1,8 por cento, BRADESCO PN recuando 1,97 por cento e SANTANDER BRASIL cedendo 2,52 por cento.

    - VALE tinha variação negativa de 0,3 por cento, em sessão de alta do setor mineração na Europa, antes da divulgação do balanço prevista para depois do fechamento do pregão.

    - NATURA perdia 0,45 por cento, após sessão de alta na véspera, conforme seguem as expectativas relacionadas a eventual acordo com a Avon. Mais cedo, a fabricante de cosméticos também anunciou parceria com o Santander Brasil para oferecer conta 100 por cento digital a consultoras.

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    (Por Paula Arend Laier)

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    Ibovespa supera 100 mil pts pela 1ª vez com otimismo com reforma, mas desacelera no final

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista fechou em alta nesta segunda-feira, chegando a superar pela primeira vez a marca dos 100 mil pontos, diante do otimismo com o andamento da reforma da Previdência e viés de alta para ativos emergentes no exterior.

    Após perder fôlego no final, o Ibovespa fechou com avanço de 0,86 por cento, a 99.993,92 pontos. Na máxima, bateu os 100.037,69 pontos.

    O giro financeiro da sessão somou 27,8 bilhões de reais.

    'Superar os 100 mil pontos é uma marca psicológica importante e o desafio agora é manter esse cenário positivo para atrair capital estrangeiro', disse Rodrigo Zauner, sócio da SVN Investimentos.

    Nesta segunda, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo está correndo para finalizar o projeto com as mudanças nas aposentadorias dos militares para envio ao Congresso até quarta-feira, após alguns ajustes.

    A sessão também foi marcada pelo exercício de contratos de opções sobre ações, que movimentou 13,27 bilhões de reais, sendo 10,86 bilhões em opções de compra e 2,4 bilhões nas de venda.

    No exterior, Wall Street fechou em alta, recebendo impulsiono do setor bancário, enquanto os contratos futuros do petróleo avançaram para máximas de cerca de quatro meses nesta segunda-feira.

    DESTAQUES

    - BRF avançou 4,82 por cento, após notícia de que o governo enviará na terça-feira os últimos documentos pedidos pelos Estados Unidos para análise da reabertura daquele mercado para a carne bovina in natura do Brasil. Ainda no setor, JBS subiu 4,71 por cento e MARFRIG teve alta de 4 por cento

    - GOL ganhou 4,57 por cento, entre as maiores altas do Ibovespa, após o anúncio de captações de bônus no mercado internacional. Também corroborava para o movimento a inauguração de voos da companhia do Brasil para Orlando e Miami em novembro.

    - PETROBRAS ON avançou 2,02 por cento, enquanto PETROBRAS PN subiu 1,73 por cento, em meio à alta nos preços do petróleo e aprovação de sua proposta de Acordo de Individualização da Produção (AIP) da jazida compartilhada de Lula, na bacia de Santos.

    - ITAÚ UNIBANCO PN mostrou alta de 0,16 por cento, enquanto BRADESCO PN subiu 0,53 por cento.

    - ECORODOVIAS fechou em queda de 1,09 por cento, ainda reagindo aos dados do balanço do quarto trimestre, com queda de 27,2 por cento no lucro na esteira de desdobramentos da greve dos caminhoneiros, maiores provisões para gastos com manutenção de vias e despesas para apoiar investigações sobre envolvimento da empresa em corrupção.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Ibovespa sobe e retoma 98 mil pontos com avanço em reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 2 por cento nesta quinta-feira, ampliando os ganhos no final da sessão após o presidente Jair Bolsonaro aprovar o texto da reforma da Previdência que será enviado ao Congresso no próximo dia 20, bem como encerrar o impasse sobre a idade mínima que vinha causando ruídos.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,27 por cento, a 98.015,09 pontos, perto da máxima da sessão (98.018,83 pontos). O volume financeiro somou 19,1 bilhões de reais.

    A cerca de 1 hora do fechamento do pregão, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que Bolsonaro decidiu por uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, patamares que serão atingidos após um período de transição de 12 anos.

    'Ainda faltam detalhes, mas ao que tudo indica Guedes e companhia conseguirão emplacar uma reforma robusta. O jogo começa só agora e está dentro do cronograma', destacou o estrategista Dan Kawa, sócio da TAG Investimentos, em nota enviada a clientes.

    Para o economista-chefe do Banco J. Safra, Carlos Kawall, foi um desfecho muito positivo. 'Ganhos com transição e idade mínima em torno de 400 bilhões de reais em dez anos. Com ganhos totais da reforma em torno de 600 bilhões a 700 bilhões de reais', disse o ex-secretário do Tesouro Nacional.

    A bolsa já tinha encontrado um suporte mais cedo, após dados mostrarem que as vendas no varejo norte-americano tiveram a maior queda em mais de nove anos em dezembro. No mercado de juros futuros nos Estados Unidos, aumentaram as apostas de que o Federal Reserve reduzirá a taxa de juros até o fim do ano.

    Para o gestor Henrique Bredda, da Alaska Asset Management, se não vier nenhum balde de água fria do exterior e o noticiário de Brasília acalmar, o Ibovespa tem chance de retomar sua trajetória de alta em busca dos 100 mil pontos.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL subiu 5,11 por cento, após o banco de controle estatal divulgar balanço trimestral considerado positivo por analistas, que também receberam bem as previsões para 2019. 'Podemos alcançar a rentabilidade dos bancos privados ou até superar', disse a jornalistas Rubem Novaes, que assumiu a presidência-executiva do BB em janeiro.

    - BRADESCO PN avançou 3,81 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN valorizou-se 2,66 por cento, também embalados pelo noticiário sobre a proposta da reforma da Previdência, após titubearem em parte relevante da sessão. SANTANDER BRASIL UNIT subiu 2,68 por cento.

    - PETROBRAS PN fechou em alta de 3,45 por cento, tendo de pano de fundo a alta dos preços do petróleo no exterior e também contagiada pela melhora da bolsa na parte da tarde.

    - VALE encerrou com acréscimo de 0,37 por cento, em sessão com alta nos preços do minério de ferro na China, enquanto o papel continua volátil por incertezas sobre os desdobramentos relacionados à tragédia com o rompimento de uma barragem da mineradora em Minas Gerais. O Ministério Público Federal disse que a Vale privilegiou lucro a segurança de trabalhadores em Brumadinho. Já o presidente-executivo da companhia, Fabio Schvartsman, defendeu que ela não seja condenada pelo ocorrido.

    - ESTÁCIO avançou 4,93 por cento, entre os destaques positivos. O Itaú BBA trocou Estácio por Kroton em sua carteira Buy List, mas reiterou expectativa de que o segmento de educação deve ter um bom desempenho durante a retomada econômica do Brasil. KROTON subiu 2,93 por cento.

    - SUZANO fechou em baixa de 1,79 por cento, uma das poucas no vermelho no final da sessão, conforme o dólar futuro acelerou as perdas com o noticiário sobre a Previdência.

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    Itaú pressiona Ibovespa após balanço e previsões; Vale e BRF atenuam queda

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista começava a sessão desta terça-feira com o Ibovespa em queda, um dia após renovar máxima histórica, com as ações do Itaú Unibanco liderando as perdas após resultado trimestral e previsões para 2019.

    Às 11:55, o Ibovespa caía 0,34 por cento, a 98.250 pontos. O volume financeiro somava 3,3 bilhões de reais.

    Na véspera, o Ibovespa subiu 0,74 por cento, a 98.588,64 pontos, novo recorde para o fechamento.

    Análise gráfica da equipe da Santander Corretora afirma que o ano segue otimista para o Ibovespa, que transpôs sua última resistência no pregão da véspera e segue renovando diariamente suas máximas históricas.

    Eles, contudo, não descartam uma correção técnica breve, com a retomada da pressão vendedora podendo levar o Ibovespa até sua antiga resistência (novo suporte) em 90.000 pontos. 'Caso o ímpeto comprador continue, o Ibovespa seguirá sem novas resistências', avalia a equipe da corretora.

    No exterior, os futuros acionários nos EUA sinalizavam uma abertura positiva, com agentes financeiros atentos à temporada de resultados e aguardando discurso do presidente Donald Trump sobre o Estado da União.

    DESTAQUES

    - ITAÚ UNIBANCO PN caía 2,72 por cento, em meio à repercussão do balanço do quarto trimestre e previsões para 2019, quando o maior banco privado do país espera alta de 8 a 11 por cento na carteira de crédito total.

    - BRF avançava 2,91 por cento, após seu conselho de administração aprovar a indicação de Ivan de Souza Monteiro para a vice-presidência financeira e de relações com investidores da companhia.

    - GOL PN subia 2,41 por cento, tendo como pano de fundo alta de 5,6 por cento na demanda por assentos em todos os voos operados pela aérea em janeiro na comparação anual, enquanto a oferta cresceu 5,7 por cento.

    - PETROBRAS PN caía 0,35 por cento, em sessão de baixa dos preços do petróleo no mercado externo e tendo no radar dados sobre a produção de petróleo no Brasil em 2018, com queda de 1 por cento ante 2017.

    - VALE subia 0,36 por cento, revertendo as perdas do começo do pregão, um dia após a mineradora anunciar decisão de antecipar suspensão temporária da produção das plantas de concentração do Complexo de Vargem Grande.

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    Vale despenca mais de 20% após Brumadinho e derruba Ibovespa

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa caiu mais de 2 por cento nesta segunda-feira, sob pressão do tombo de mais de 20 por cento da ação da Vale, maior recuo diário da história e equivalente a perda de mais de 70 bilhões de reais em valor de mercado, após o rompimento de uma barragem de mineração da empresa.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,29 por cento, a 95.443,88 pontos.

    O giro financeiro no pregão somou 24,65 bilhões de reais, com os papéis da mineradora respondendo pelo maior giro do dia, de 8,15 bilhões de reais. As ações da Vale também tiveram o maior volume de negócios desde a estreia na bolsa paulista.

    Antes de as ações da Vale começarem a ser negociadas (elas ficaram em leilão de abertura por mais de 20 minutos), o Ibovespa chegou a renovar recorde intradia, a 97.936,82 pontos.

    'A bolsa reflete basicamente o desempenho da Vale. Excluindo o comportamento da ação, o Ibovespa operaria próximo da estabilidade', destacou o gestor Igor Lima, sócio na Galt Capital, acrescentando que o declínio da Vale superou as estimativas de queda de alguns agentes de mercado e gerou um aumento da aversão à risco de forma geral.

    'Ao mesmo tempo, a reação do governo e outros agentes públicos ao acidente tem sido bem mais forte que o episódio da Samarco (dada a maginitude da tragédia humana). Essa reação traz bastante incerteza ao tamanho da punição financeira que atingirá a Vale, inclusive pela reincidência. Qualquer comparação com a multa/indenização do episódio da Samarco parece precipitada', afirmou o gestor.

    O desastre de Brumadinho ocorre pouco mais de três anos após uma barragem da Samarco (joint venture da Vale e da anglo-australiana BHP) se romper, em Mariana (MG), deixando 19 mortos, centenas de desabrigados e poluir o rio Doce por quilômetros, até o mar do Espírito Santo.

    DESTAQUES

    - VALE desabou 24,52 por cento, maior queda diária da sua história, a 42,38 reais, na esteira da tragédia em Brumadinho (MG). O tombo representa uma perda de 72,8 bilhões de reais em valor de mercado. Analistas recomendaram cautela com os papéis, dado o ambiente de incertezas em razão dos potenciais desdobramentos do DESASTRE, mas vislumbravam efeito financeiro limitado. BRADESPAR PN, holding que tem papéis da Vale em sua carteira, fechou em queda de 24,49 por cento.

    - CSN perdeu 5,69 por cento, também na ponta negativa do Ibovespa. GERDAU PN cedeu 2,19 por cento e USIMINAS PNA caiu 0,82 por cento.

    - PETROBRAS PN caiu 3,01 por cento e PETROBRAS ON recuou 3,53 por cento, acompanhando a forte queda dos preços do petróleo no exterior.

    - ITAÚ UNIBANCO PN fechou em alta de 1,79 por cento. BRADESCO PN subiu 0,81 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 0,26 por cento, enquanto BANCO DO BRASIL caiu 1,29 por cento.

    - AMBEV subiu 4,6 por cento, tendo de pano de fundo o avanço de seus ADRs na sexta-feira em Nova York. A ação na bolsa paulista vinha de três pregões de baixa, período em que acumulou queda de 4,67 por cento.

    - CIELO avançou 1,97 por cento, antes do balanço do quarto trimestre, apesar de expectativas de números ainda pressionados pelo aumento da concorrência no setor de meios de pagamentos no país.

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    Ibovespa recua com tombo em Vale; empresa perde R$51,7 bi em valor de mercado

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice de ações da bolsa paulista caía cerca de 2 por cento nesta segunda-feira, pressionado pelo tombo das ações da Vale, após tragédia envolvendo o rompimento de uma barragem de mineração da companhia na sexta-feira, que até o momento deixou 60 pessoas mortas.

    Às 11:23, o Ibovespa caía 1,96 por cento, a 95.762,09 pontos. O volume financeiro somava 4,6 bilhões de reais.

    O pregão brasileiro também é marcado por ajustes ao movimento dos American Depositary Receipts (ADRs) brasileiros, recibos de ações negociados nos Estados Unidos, na última sexta-feira, quando não houve negociação na bolsa paulista em razão de feriado na cidade de São Paulo, onde está a B3.

    A equipe do BTG Pactual destacou em nota a clientes que a sessão deve ser marcada por 'extrema volatilidade' na volta do fim de semana prolongado pelo feriado, recomendando cautela e destacando que o desastre em Minas Gerais afetou a confiança de todos no mercado.

    O viés negativo no exterior endossava a queda do Ibovespa, que nos primeiros negócios, enquanto as ações da Vale ainda estavam em leilão, chegou a renovar recorde intradia, a 97.936,82 pontos.

    Nos EUA, os futuros acionários norte-americanos sinalizavam uma abertura negativa, com previsões fracas da Caterpillar ampliando preocupações com a economia chinesa. As bolsas na Europa também tinham uma sessão negativa, mesmo tom do fechamento dos mercados na Ásia.

    DESTAQUES

    - VALE desabava 17,42 por cento, a 46,37 reais, na esteira da tragédia em Brumadinho (MG) na sexta-feira, que até o momento deixou 60 pessoas mortas e mais de 300 desaparecidas. Até o momento, a empresa perdeu cerca de 51,7 bilhões de reais em valor de mercado. Analistas recomendaram em relatórios a clientes cautela com os papéis da dado o ambiente de incertezas para as ações da mineradora em razão dos potenciais desdobramentos do rompimento, mas vislumbravam efeito financeiro limitado. BRADESPAR PN holding que tem papéis da Vale em sua carteira, caía 18,5 por cento.

    - CSN perdia 3,7 por cento, também na ponta negativa do Ibovespa, em sessão sem viés único para papéis de siderurgia e mineração. GERDAU PN cedia 0,5 por cento, e USIMINAS PNA tinha queda de 0,7 por cento.

    - PETROBRAS PN caía 0,6 por cento, e PETROBRAS ON tinha baixa de 0,1 por cento, em sessão marcada pela queda dos preços do petróleo no exterior e repercussão de encontro do novo presidente da petrolífera de controle estatal, Roberto Castello Branco, com analistas na última sexta-feira, que, na visão da equipe do Santander, sinalizou pragmatismo contínuo nos principais pilares estratégicos da empresa.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançava 0,8 por cento, ajudando a atenuar o efeito negativo das ações da Vale dado o relevante peso que também detém na composição do Ibovespa, seguindo acréscimo de 1,6 por cento de seus ADRs na sexta-feira. No setor, BRADESCO PN tinha alta de 0,14 por cento, mas BANCO DO BRASIL caía 0,8 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT tinha variação negativa de 0,08 por cento.

    - AMBEV subia 2,9 por cento, tendo de pano de fundo o avanço de 1,1 por cento de seus ADRs na sexta-feira em Nova York. A ação negociada na bolsa paulista vinha de três pregões de baixa, período em que acumulou queda de 4,67 por cento.

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    Aposta positiva no país faz Ibovespa fechar em nova máxima, acima de 97 mil pontos

    Por Paulo Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou a semana com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quinta-feira, acima dos 97 mil pontos pela primeira vez, apoiado em apostas positivas para a economia do país e na esteira de sinalizações recentes do governo reiterando compromisso com o ajuste fiscal, tema crucial para investidores.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,16 por cento, a 97.677,19 pontos, na máxima da sessão e recorde de fechamento. O volume financeiro no pregão somou 15,12 bilhões de reais.

    Na semana, mais curta por feriado nesta sexta-feira na cidade de São Paulo, o Ibovespa acumulou alta de 1,65 por cento, no quinto desempenho semanal positivo consecutivo.

    'Há uma euforia generalizada para os ativos brasileiros e a Bovespa está atingido uma máxima atrás de outra em janeiro', Bernd Berg, estrategista global de macro e moedas na Woodman Asset Management, citando que a delegação brasileira deixou uma impressão positiva em Davos.

    'Continuo otimista em relação à bolsa brasileira e espero que o Ibovespa aumente para 130.000 em 2019, em meio ao crescente otimismo entre os investidores estrangeiros, com novas entradas de portfólio capazes de acelerar a recuperação do mercado acionário brasileiro', afirmou.

    Na véspera, em meio à participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, agradou o mercado, reforçando que a reforma da Previdência segue como prioridade e pode render economia de 700 bilhões a 1,3 trilhão de reais em 10 anos.

    Em entrevista à Reuters, Guedes também disse que o governo analisa reduzir a alíquota do Imposto de Renda cobrado das empresas de 34 para 15 por cento.

    Investidores veem a mudança no regime atual de Previdência do país como crucial para a melhora da situação fiscal brasileira, a fim de estabilizar o comportamento da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

    Uma melhora nesse quadro teria efeito de queda na curva longa de juros do país, que é vista como uma das principais métricas para o investimento em ações.

    DESTAQUES

    - KROTON avançou 5,54 por cento, ainda apoiada na repercussão positiva de previsões divulgadas na véspera para o resultado de 2019, quando espera crescimento de 1 a 5 por cento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).

    - CCR e ECORODOVIAS subiram 5,54 e 5,28 por cento, respectivamente, tendo de pano de fundo declarações do governador de São Paulo, João Doria, publicadas pelo Valor Econômico, de que ele vai renovar as concessões de rodovias administradas pela iniciativa privada no Estado que vencem até o fim de seu mandato.

    - CIELO subiu 4,6 por cento, ampliando a recuperação em janeiro, após recuar quase 60 por cento em 2018. Analistas do Itaú BBA, contudo, reiteraram recomendação 'market perform' e cortaram o preço-alvo de 14,5 para 11,5 reais por ação, afirmando que o valor atrativo ainda é ofuscado pelo momento de resultados pouco animadores.

    - MAGAZINE LUIZA caiu 1,25 por cento, dando sequência ao ajuste negativo neste primeiro mês do ano, após mais que dobrar de valor em 2018, com agentes financeiros também atentos ao começo das operações de venda direta da gigante norte-americana Amazon.com no país.

    - VALE subiu 0,9 por cento, em movimento alinhado ao de outras mineradoras no exterior, enquanto analistas seguem reiterando recomendação de compra para as ações.

    - PETROBRAS PN avançou 0,43 por cento, em sessão sem tendência única para os preços do petróleo no exterior.

    - BRADESCO PN fechou em alta de 1,01 por cento, descolando dos demais bancos listados no Ibovespa, com ITAÚ UNIBANCO PN encerrando em baixa de 0,13 por cento, SANTANDER BRASIL UNIT perdendo 0,46 por cento e BANCO DO BRASIL caindo 0,51 por cento.

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    Ibovespa renova máximas com exterior favorável e expectativa sobre reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quarta-feira, superando os 93 mil pontos pela primeira vez, em meio a um cenário externo favorável a ativos de risco e perspectivas positivas relacionadas à amplamente aguardada reforma da Previdência no Brasil.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,72 por cento, a 93.613,04 pontos, tendo atingido 93.625,82 pontos no melhor momento da sessão, recorde intradia. O volume financeiro somou 16,5 bilhões de reais.

    A expectativa de avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China respaldou o apetite a risco global logo nos primeiros negócios desta quarta-feira, com o governo norte-americano divulgando à tarde que as conversas terminaram com os negociadores focados no pedido de Pequim para comprar mais bens.

    A notícia não trouxe euforia ao mercado, que aguardava algum acordo entre os gigantes econômicos, em disputa que tem adicionado preocupações sobre os efeitos no ritmo de crescimento da economia global e no resultado de empresas. Ainda assim, sugeriu disposição de ambos em seguir negociando.

    No final da tarde, a ata da última reunião de política monetária do banco central dos EUA mostrou que muitos membros do Federal Reserve defenderam no encontro de dezembro paciência quanto a altas futuras dos juros norte-americanos.

    'A ata trouxe um conteúdo benigno a ativos reais, como ações', destacou o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez DTVM, citando ainda os comentários de membros do Fed no documento no sentido de manter uma reserva maior de títulos, bem como atenuar o ritmo da redução das reservas em andamento.

    Da cena doméstica, sinalizações recentes de avanço na formulação de proposta de reforma da Previdência, considerada crucial por investidores para a melhora da situação fiscal do país e assim da confiança no Brasil, continuaram chancelando o tom positivo nos negócios.

    'A perspectiva de que a proposta da reforma da Previdência poderá ser mais profunda e apresentada pela nova equipe econômica na próxima semana deverá realimentar o ânimo', disse a equipe da corretora Ágora, conforme nota distribuída a clientes mais cedo nesta quarta-feira.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,44 por cento, apesar do declínio dos preços do minério de ferro, apoiada na melhora do cenário externo, em particular as expectativas sobre a disputa comercial entre Washington e Pequim.

    - PETROBRAS ON avançou 2,02 por cento e PETROBRAS PN valorizou-se 2,08 por cento, favorecidas pela alta do petróleo no exterior, enquanto continuam as expectativas sobre a revisão do contrato de cessão onerosa.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 1,52 por cento e BRADESCO PN avançou 1,72 por cento, endossando a alta no pregão, contaminadas pelo maior apetite global a risco. BANCO DO BRASIL, por sua vez, caiu 0,27 por cento.

    - COSAN fechou em alta de 8,16 por cento, com a equipe do BTG Pactual avaliando, em nota a clientes, que o movimento pode estar relacionado a uma expectativa de que as estimativas da empresa para 2019 surpreendam positivamente.

    - BB SEGURIDADE caiu 3,16 por cento, tendo de pano de fundo corte na recomendação por analistas do JPMorgan, de 'neutra' para 'underweight'.

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    Ibovespa começa 2019 com recordes e investidor confiante em novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou o primeiro pregão do ano com o Ibovespa em máxima histórica, acima dos 91 mil pontos pela primeira vez, em meio a perspectivas favoráveis para a economia brasileira em 2019 e para o novo governo do país.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 3,56 por cento, a 91.012,31 pontos, recorde de fechamento. No melhor momento do dia, alcançou 91.478,84 pontos, maior nível registrado durante um pregão.

    O volume financeiro na sessão somou 17,3 bilhões de reais.

    Para estrategistas do BTG Pactual, as perspectivas para a bolsa em 2019 são promissoras. 'Esperamos que a nova administração de direita implemente grandes mudanças no funcionamento da economia', disseram em relatório.

    Entre os discursos do dia, marcado pela transmissão de cargos de vários ministros da equipe do presidente Jair Bolsonaro, mereceu especial atenção a fala do titular do poderoso Ministério da Economia, Paulo Guedes.

    Ele afirmou que o governo vai encaminhar ao Congresso proposta de reforma da Constituição para acabar com todas as vinculações e indexações de gastos, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.

    Profissionais da área de renda variável também atribuíam o movimento mais forte à tarde principalmente à compra de ações por agentes financeiros locais, ainda em processo de realocação de portfólios para o mês e o ano.

    A melhora do petróleo, após começar a quinta-feira com viés mais negativo, chancelou a alta na bolsa brasileira. Wall Street também situava-se longe das mínimas nesta tarde, corroborando o avanço no pregão local.

    'De fato tivemos boas notícias nos últimos dias', disse um gestor, citando entre elas discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro, considerado positivo, e apoio do PSL para a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Além disso, houve um alívio na pressão mais negativa das bolsas no exterior; e com a virada do ano os fundos mostram nova disposição para tomar risco. 'Tudo isso somado está gerando o dia bem positivo', afirmou o gestor, que fica em São Paulo.

    O Ibovespa superou os 90 mil pontos pela primeira vez em sua história no quarto trimestre de 2018, tendo alcançado recorde intradia de 91.242,22 pontos em 3 de dezembro. Considerando o fechamento, a máxima anterior era de 89.820,09 pontos.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON disparou 20,72 por cento, maior alta do Ibovespa, em sessão marcada pela posse do novo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que pretende levar adiante a capitalização da elétrica de controle estatal, além de notícias de que o atual presidente-executivo da companhia, Wilson Ferreira Jr., continuará à frente da empresa. ELETROBRAS PNB subiu 14,52 por cento.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançou 4,28 por cento e BRADESCO PN subiu 4,5 por cento, atingindo cotações recordes, enquanto BANCO DO BRASIL valorizou-se 4,54 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT fechou em alta de 7,12 por cento, tendo ainda no radar aprovação de 4,8 bilhões de reais em remuneração a acionistas.

    - PETROBRAS PN fechou com elevação de 6,08 por cento, embalada pelas perspectivas positivas para o novo governo e melhora dos preços do petróleo no exterior, com o Brent subindo 2,06 por cento. PETROBRAS ON subiu 4,92 por cento, com as atenções também voltadas para posse do novo ministro de Minas e Energia.

    - SABESP avançou 9,11 por cento, em meio a comentários do novo governo do Estado de São Paulo em defesa da privatização da companhia estadual de água e saneamento.

    - CIELO subiu 8,32 por cento, entre os destaques positivos do Ibovespa, após encerrar 2018 com a maior queda do índice, de 57,4 por cento, por preocupações sobre os efeitos do aumento na competição no setor de meios de pagamentos nos resultados da empresa, entre outros fatores.

    - LOG COMMERCIAL PROPERTIES recuou 6,49 por cento, a 16,85 reais, entre as poucas quedas da sessão, dando continuidade à trajetória negativa desde a estreia no Novo Mercado da bolsa, com valor referência de 28,68 reais, após cisão do negócio de galpões logísticos pela construtora MRV.

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