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    Ibovespa renova máximas com exterior favorável e expectativa sobre reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quarta-feira, superando os 93 mil pontos pela primeira vez, em meio a um cenário externo favorável a ativos de risco e perspectivas positivas relacionadas à amplamente aguardada reforma da Previdência no Brasil.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,72 por cento, a 93.613,04 pontos, tendo atingido 93.625,82 pontos no melhor momento da sessão, recorde intradia. O volume financeiro somou 16,5 bilhões de reais.

    A expectativa de avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China respaldou o apetite a risco global logo nos primeiros negócios desta quarta-feira, com o governo norte-americano divulgando à tarde que as conversas terminaram com os negociadores focados no pedido de Pequim para comprar mais bens.

    A notícia não trouxe euforia ao mercado, que aguardava algum acordo entre os gigantes econômicos, em disputa que tem adicionado preocupações sobre os efeitos no ritmo de crescimento da economia global e no resultado de empresas. Ainda assim, sugeriu disposição de ambos em seguir negociando.

    No final da tarde, a ata da última reunião de política monetária do banco central dos EUA mostrou que muitos membros do Federal Reserve defenderam no encontro de dezembro paciência quanto a altas futuras dos juros norte-americanos.

    'A ata trouxe um conteúdo benigno a ativos reais, como ações', destacou o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez DTVM, citando ainda os comentários de membros do Fed no documento no sentido de manter uma reserva maior de títulos, bem como atenuar o ritmo da redução das reservas em andamento.

    Da cena doméstica, sinalizações recentes de avanço na formulação de proposta de reforma da Previdência, considerada crucial por investidores para a melhora da situação fiscal do país e assim da confiança no Brasil, continuaram chancelando o tom positivo nos negócios.

    'A perspectiva de que a proposta da reforma da Previdência poderá ser mais profunda e apresentada pela nova equipe econômica na próxima semana deverá realimentar o ânimo', disse a equipe da corretora Ágora, conforme nota distribuída a clientes mais cedo nesta quarta-feira.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,44 por cento, apesar do declínio dos preços do minério de ferro, apoiada na melhora do cenário externo, em particular as expectativas sobre a disputa comercial entre Washington e Pequim.

    - PETROBRAS ON avançou 2,02 por cento e PETROBRAS PN valorizou-se 2,08 por cento, favorecidas pela alta do petróleo no exterior, enquanto continuam as expectativas sobre a revisão do contrato de cessão onerosa.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 1,52 por cento e BRADESCO PN avançou 1,72 por cento, endossando a alta no pregão, contaminadas pelo maior apetite global a risco. BANCO DO BRASIL, por sua vez, caiu 0,27 por cento.

    - COSAN fechou em alta de 8,16 por cento, com a equipe do BTG Pactual avaliando, em nota a clientes, que o movimento pode estar relacionado a uma expectativa de que as estimativas da empresa para 2019 surpreendam positivamente.

    - BB SEGURIDADE caiu 3,16 por cento, tendo de pano de fundo corte na recomendação por analistas do JPMorgan, de 'neutra' para 'underweight'.

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    Ibovespa começa 2019 com recordes e investidor confiante em novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou o primeiro pregão do ano com o Ibovespa em máxima histórica, acima dos 91 mil pontos pela primeira vez, em meio a perspectivas favoráveis para a economia brasileira em 2019 e para o novo governo do país.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 3,56 por cento, a 91.012,31 pontos, recorde de fechamento. No melhor momento do dia, alcançou 91.478,84 pontos, maior nível registrado durante um pregão.

    O volume financeiro na sessão somou 17,3 bilhões de reais.

    Para estrategistas do BTG Pactual, as perspectivas para a bolsa em 2019 são promissoras. 'Esperamos que a nova administração de direita implemente grandes mudanças no funcionamento da economia', disseram em relatório.

    Entre os discursos do dia, marcado pela transmissão de cargos de vários ministros da equipe do presidente Jair Bolsonaro, mereceu especial atenção a fala do titular do poderoso Ministério da Economia, Paulo Guedes.

    Ele afirmou que o governo vai encaminhar ao Congresso proposta de reforma da Constituição para acabar com todas as vinculações e indexações de gastos, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.

    Profissionais da área de renda variável também atribuíam o movimento mais forte à tarde principalmente à compra de ações por agentes financeiros locais, ainda em processo de realocação de portfólios para o mês e o ano.

    A melhora do petróleo, após começar a quinta-feira com viés mais negativo, chancelou a alta na bolsa brasileira. Wall Street também situava-se longe das mínimas nesta tarde, corroborando o avanço no pregão local.

    'De fato tivemos boas notícias nos últimos dias', disse um gestor, citando entre elas discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro, considerado positivo, e apoio do PSL para a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Além disso, houve um alívio na pressão mais negativa das bolsas no exterior; e com a virada do ano os fundos mostram nova disposição para tomar risco. 'Tudo isso somado está gerando o dia bem positivo', afirmou o gestor, que fica em São Paulo.

    O Ibovespa superou os 90 mil pontos pela primeira vez em sua história no quarto trimestre de 2018, tendo alcançado recorde intradia de 91.242,22 pontos em 3 de dezembro. Considerando o fechamento, a máxima anterior era de 89.820,09 pontos.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON disparou 20,72 por cento, maior alta do Ibovespa, em sessão marcada pela posse do novo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que pretende levar adiante a capitalização da elétrica de controle estatal, além de notícias de que o atual presidente-executivo da companhia, Wilson Ferreira Jr., continuará à frente da empresa. ELETROBRAS PNB subiu 14,52 por cento.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançou 4,28 por cento e BRADESCO PN subiu 4,5 por cento, atingindo cotações recordes, enquanto BANCO DO BRASIL valorizou-se 4,54 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT fechou em alta de 7,12 por cento, tendo ainda no radar aprovação de 4,8 bilhões de reais em remuneração a acionistas.

    - PETROBRAS PN fechou com elevação de 6,08 por cento, embalada pelas perspectivas positivas para o novo governo e melhora dos preços do petróleo no exterior, com o Brent subindo 2,06 por cento. PETROBRAS ON subiu 4,92 por cento, com as atenções também voltadas para posse do novo ministro de Minas e Energia.

    - SABESP avançou 9,11 por cento, em meio a comentários do novo governo do Estado de São Paulo em defesa da privatização da companhia estadual de água e saneamento.

    - CIELO subiu 8,32 por cento, entre os destaques positivos do Ibovespa, após encerrar 2018 com a maior queda do índice, de 57,4 por cento, por preocupações sobre os efeitos do aumento na competição no setor de meios de pagamentos nos resultados da empresa, entre outros fatores.

    - LOG COMMERCIAL PROPERTIES recuou 6,49 por cento, a 16,85 reais, entre as poucas quedas da sessão, dando continuidade à trajetória negativa desde a estreia no Novo Mercado da bolsa, com valor referência de 28,68 reais, após cisão do negócio de galpões logísticos pela construtora MRV.

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    Ibovespa encerra ano com rali e acumula ganho de cerca de 15% em 2018

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista encerrou a sexta-feira com o Ibovespa em alta de quase 3 por cento, com praticamente todas as ações do índice no azul, ampliando o desempenho positivo acumulado em 2018 para cerca de 15 por cento.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,84 por cento no dia, a 87.887,26 pontos, acumulando na semana acréscimo de 2,56 por cento, enquanto o desempenho no mês ficou negativo em 1,81 por cento. O volume financeiro nesta sexta-feira somou 11,35 bilhões de reais, contra média diária de 12,3 bilhões de reais em 2018 e de 15 bilhões de reais em dezembro.

    Nos últimos três meses de 2018, o Ibovespa avançou 10,93 por cento, o que ajudou no resultado anual, o terceiro positivo, depois de subir 27 por cento em 2017 e 39 por cento em 2016.

    O Ibovespa superou os 90 mil pontos pela primeira vez em sua história no quarto trimestre, tendo alcançado recorde intradia de 91.242,22 pontos em 3 de dezembro. Considerando o fechamento, porém, o maior patamar foi de 89.820,09 pontos. No pior momento do ano, no final do primeiro semestre, chegou a 69.068,77 pontos, mínima intradia de 19 de junho.

    O desempenho em 2018 ocorre mesmo após tensões desencadeadas pelas eleições no Brasil e pelo cenário externo mais adverso, com elevação de juros nos Estados Unidos e política comercial agressiva do presidente Donald Trump, entre outros fatores.

    A performance do Ibovespa tampouco foi afetada pela saída líquida capital externo do segmento Bovespa no ano, de mais de 11 bilhões de reais até o dia 26 de dezembro, com o ambiente global mais hostil a mercados emergentes e certa hesitação com a mudança do comando do país.

    Para o gestor Henrique Bredda, da Alaska Asset Management, a alta do Ibovespa no ano prova que, embora existam distrações no meio do caminho, a bolsa reflete os lucros das empresas, que em 2018, no agregado, subiram bastante em relação a 2017.

    'Acreditamos que isso deve se repetir em 2019 versus 2018', afirmou Bredda, que trabalha com um cenário de melhora da economia no próximo ano calendário. A Alaska tem atualmente sob gestão cerca de 8 bilhões de reais.

    Nesta sexta-feira, nem a falta de tendência única em Wall Street desanimou os compradores na bolsa paulista, que também acompanharam sinalizações benignas do novo governo quanto a medidas fiscais.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 4,66 por cento e PETROBRAS ON avançou 3,93 por cento, após a diretoria da petrolífera de controle estatal aprovar mecanismo de proteção complementar à política de preços do diesel, que permitirá à companhia manter a cotação do produto estável nas refinarias por um período de até sete dias em momentos de elevada volatilidade. No ano, os papéis subiram 46,84 e 51,67 por cento, respectivamente.

    - VALE fechou em alta de 3,03 por cento, acompanhando o movimento de outras mineradoras nos pregões europeus e após o conselho de administração da companhia aprovar a recondução do presidente, Fabio Schvartsman, para um novo mandato de mais dois anos a partir de maio. Em 2018, as ações da Vale valorizaram-se 31,81 por cento.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançou 3,5 por cento, em nova sessão positiva para bancos privados no Ibovespa, encerrando 2018 com elevação de 33,51 por cento. BRADESCO PN encerrou em alta de 3,07 por cento, contabilizando um acréscimo de 29,89 por cento no acumulado do ano.

    - LOG COMMERCIAL PROPERTIES cedeu 1,8 por cento, entre as poucas quedas da sessão.

    - MAGAZINE LUIZA fechou em alta de 4,06 por cento e terminou o ano com valorização de 126,34 por cento, a maior do Ibovespa, depois de altas de cerca de 500 por cento em 2017 e em 2016. Em relatório recente, analistas do BTG Pactual afirmaram que as ações da varejista estão entre os papéis preferidos no universo de cobertura da casa.

    - CIELO encerrou em alta de 2,18 por cento a sexta-feira, mas acumulou queda de 58,15 por cento em 2018, pior desempenho do Ibovespa no ano, com receios sobre o efeito do aumento da competição no setor de meio de pagamentos nos resultados da companhia, entre outros fatores, desencadeando vendas.

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    Bovespa firma-se em queda após bater recorde; investidor espera de detalhes do novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em queda na tarde desta segunda-feira, após bater recorde intradia mais cedo, com investidores realizando lucros à espera de definições sobre os próximos passos do novo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Às 14:35, o Ibovespa caía 0,1 por cento, a 85.631,51 pontos. Na máxima, subiu 3,10 por cento, para 88.377,16 pontos, superando o recorde anterior, de 88.317,83 pontos, apurado em fevereiro deste ano.

    O volume financeiro do pregão somava 15,4 bilhões de reais.

    A abertura mais positiva encontrou suporte na expectativa do mercado de que Bolsonaro formará uma equipe econômica liberal e reformista, liderada pelo economista Paulo Guedes, mas agentes financeiros agora querem mais detalhes.

    Para o gestor Igor Lima, da Galt Capital, o declínio trata-se de uma realização técnica, com muitos realizando lucros sem ter a contrapartida de grandes compradores, principalmente estrangeiros, que tendem a voltar aos poucos.

    Até a sexta-feira, o Ibovespa acumulava alta de 8 por cento em outubro, mês marcado por forte saída de capital externo do segmento Bovespa, após entradas líquidas nos três meses anteriores.

    'O mercado está esperando esclarecimentos sobre quem fará parte do primeiro escalão do novo governo e quais serão as primeiras medidas', acrescentou o gestor Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital.

    O deputado federal reeleito e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou na manhã desta segunda-feira que Bolsonaro fará uma reunião na terça-feira com o grupo de auxiliares mais próximos no Rio de Janeiro para dar as 'diretrizes' do governo e destacou que a equipe de transição vai começar a trabalhar somente na semana que vem, no Centro de Convenções do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.

    O gestor Marco Tulli, da corretora Coinvalores, disse que mercado perdeu força com investidores que tinham se posicionado na compra na sexta-feira zerando suas posições, mas ele não descarta melhora, com o declínio atraindo novos compradores.

    Bolsonaro, do PSL, derrotou o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno da eleição com 55,1 por cento dos votos válidos contra 44,9 por cento de seu oponente, com 99,99 por cento das seções eleitorais apuradas.

    DESTAQUES

    - VALE cedia 2,64 por cento, pesando no Ibovespa em razão da participação relevante na composição do índice, em ajustes de posições, uma vez que a ação da mineradora era um dos papéis usados como 'hedge' para a volatilidade eleitoral.

    - PETROBRAS PN cedia 3 por cento, em sessão volátil, após subir mais de 4 por cento, a 28,74 reais, maior cotação intradia desde abril de 2010. Na domingo, A XP Investimentos elevou a recomendação para as ações para 'compra' ante 'neutra'. PETROBRAS ON caía 2,2 por cento. As ações ainda acumulam altas ao redor de 65 e 70 por cento no ano, respectivamente.

    - BANCO DO BRASIL subia 1,25 por cento, afastando-se da máxima da sessão, quando atingiu maior cotação intradia da história, a 44,50 reais, em alta de 4,9 por cento. A ação do banco de controle estatal, que teve recomendação elevada para 'compra' pela XP Investimentos, acumula alta de cerca de 40 por cento em 2018. ITAÚ UNIBANCO PN, que divulga balanço após o fechamento, cedia 0,27 por cento.

    - ELETROBRAS PNB recuava 1,54 por cento e ELETROBRAS ON perdia 0,99 por cento, também se afastando das máximas da sessão registradas no começo do pregão.

    - CEMIG PN cedia 4,81 por cento, após subir 3,4 por cento no começo do pregão, para o maior nível desde maio de 2015, reagindo ao resultado eleitoral, com a vitória de Romeu Zema, do Partido Novo, de perfil liberal e favorável à privatização da companhia, para o governo de Minas Gerais. Até a sexta-feira, as ações subiam 68 por cento apenas em outubro.

    - KLABIN UNIT recuava 1,27 por cento, apesar da fabricante de papel e celulose ter divulgado nesta segunda-feira resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 1,25 bilhão de reais ante 750 milhões de reais um ano antes. Analistas do Itaú BBA consideraram o resultado forte.

    - HYPERA perdia 0,84 por cento, mesmo após o grupo farmacêutico reportar lucro líquido de 244,5 milhões no terceiro trimestre, aumento de 17,6 por cento ante mesma etapa de 2017, em resultado apoiado por maiores vendas de medicamentos genéricos e menor volume de impostos pagos. A equipe da Mirae considerou o resultado bom.

    - TIM e TELEFÔNICA BRASIL PN subiam 3,29 e 3,24 por cento, respectivamente, entre as maiores altas do Ibovespa, uma vez que se trata de setor mais defensivo e os papéis vinham acumulando perdas no ano, com TIM em queda de cerca de 15 por cento e Vivo recuando quase 13 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Ibovespa sobe 2% no dia e tem 4ª semana seguida de alta à espera de desfecho eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em alta de quase 2 por cento nesta sexta-feira, guiado pelo avanço de ações blue chips, com destaque para os papéis da Petrobras, no último pregão antes do desfecho da corrida presidencial.

    A sessão foi recheada de resultados corporativos e marcada pelo declínio em Wall Street, mas o mercado local resistiu à pressão externa e garantiu um desempenho semanal positivo, o quarto seguido, reforçando a perspectiva de alta em outubro.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,95 por cento, a 85.719,87 pontos. O volume financeiro foi expressivo e totalizou 19,4 bilhões de reais.

    Na semana, o Ibovespa acumulou ganho de 1,78 por cento, elevando o avanço no mês para 8 por cento.

    Perdas elevadas nas bolsas norte-americanas na primeira etapa dos negócios, após resultados de empresas como Amazon e Alphabet conhecidos na véspera decepcionarem, pesaram nas operações locais, fazendo o Ibovespa recuar 0,7 por cento.

    A redução do declínio em Nova York, contudo, combinada com apostas de última hora no resultado da eleição no Brasil foi o gatilho para a bolsa brasileira retomar o viés positivo. Nos EUA, o S&P 500 ainda fechou em baixa de 1,7 por cento.

    Investidores embarcaram para o fim de semana com expectativa majoritária de que Jair Bolsonaro, do PSL, será o novo ocupante do Palácio do Planalto, derrotando Fernando Haddad, do PT, no segundo turno do embate presidencial no domingo.

    Tal aposta foi endossada por todas as pesquisas divulgadas desde o primeiro turno, em 7 de outubro, que mostraram Bolsonaro liderando com folga a disputa. Nem o estreitamento dessa diferença em sondagem Datafolha na véspera desanimou o mercado.

    Estrategistas do Morgan Stanley elevaram a recomendação das ações brasileiras para 'compra' em seu portfólio para América Latina, avaliando que o país pode ter uma narrativa positiva de investimentos nos próximos 5 a 6 meses, desde que o novo governo sinalize seriedade em termos de consolidação fiscal.

    Desde o resultado do primeiro turno, no qual Bolsonaro não só mostrou melhor desempenho como conseguiu eleger potenciais colaboradores no Congresso Nacional e nos Estados, o Ibovespa acumulou alta de 4 por cento.

    O movimento foi puxado principalmente por investidores locais, de acordo com profissionais da área de renda variável, o que é referendado pelos dados de capital externo. Desde então, apenas dois pregões tiveram entrada líquida, nos dias 8 e 22.

    'Os fundos de investimento no Brasil estavam com bastante caixa e continuam com níveis considerados elevados, o que pode ajudar a bolsa se eles decidirem investir', disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo.

    Tal decisão, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters, dependerá das sinalizações da nova administração, particularmente do ponto de vista fiscal, conforme apontado pelo Morgan Stanley, mas também da destreza do novo presidente para formar coalizões no Congresso Nacional.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 4,86 por cento, para 27,60 reais, na máxima do dia e maior valor de fechamento desde abril de 2010. A alta foi apoiada na melhora dos preços de petróleo no exterior, bem como em expectativas relacionadas ao cenário eleitoral, que favoreceram a valorização de cerca de 31 por cento das preferenciais da petrolífera de controle estatal este mês. PETROBRAS ON ganhou 3,77 por cento na sessão.

    - BANCO DO BRASIL fechou em alta de 5,79 por cento, com o banco de controle estatal também suscetível à aposta para a corrida presidencial e tendo no radar ainda mudança em seu comando. ITAÚ UNIBANCO PN e BRADESCO PN valorizaram-se 1,87 e 1,73 por cento, respectivamente, endossando o viés positivo do pregão.

    - VALE avançou 1,81 por cento, descolando-se do movimento de suas pares no exterior, em reação tardia a números fortes do terceiro trimestre conhecidos na quarta-feira à noite.

    - B3 subiu 3,59 por cento, respondendo por contribuição relevante no Ibovespa, conforme agentes financeiros esperam volumes altos de negociação na operadora da bolsa paulista.

    - CEMIG PN avançou 6,73 por cento, favorecida por expectativas com o resultado da eleição para o governo de Minas Gerais, com as propostas do candidato que lidera as pesquisas contemplando a privatização da elétrica de controle do governo mineiro. No mês, acumula elevação de mais de 68 por cento.

    - GOL PN saltou 10,7 por cento, endossada pelo declínio do dólar ante o real, além das expectativas positivas em torno dos planos da companhia aérea de incorporar sua controlada Smiles

    - SUZANO caiu 6,46 por cento, apesar de resultado operacional forte no terceiro trimestre, e com a fraqueza do dólar ante o real corroborando o ajuste negativo da produtora de papel e celulose, que ainda acumula alta de mais de 112 por cento em 2018.

    - GPA PN caiu 2,24 por cento, revertendo o avanço do começo do pregão, também marcado pela divulgação de balanço, com resultado operacional medido Ebitda ajustado de 670 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 24,3 por cento ano a ano, e alta de 5,5 pontos na margem Ebitda ajustada.

    - FLEURY perdeu 2,55 por cento, no primeiro pregão após a divulgação do balanço do terceiro trimestre, quando registrou Ebitda de 181,5 milhões de reais, crescimento de 11,1 por cento sobre um ano antes. O lucro líquido somou 90,3 milhões de reais, alta de 4,4 por cento.

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    Bovespa recua com declarações de Bolsonaro e exterior endossando realização de lucros

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava quase 2 por cento nesta quarta-feira, com as declarações do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) sobre a reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras servindo de argumento para um movimento de realização de lucros, enquanto agentes financeiros esperam pesquisa Datafolha no final do dia.

    Notícia envolvendo o principal o conselheiro econômico de Bolsonaro em investigações sobre fraudes com fundos de pensão de estatais era mais um fator para as vendas, assim como o exterior desfavorável, após a bolsa abrir a semana com a maior alta em mais de dois anos.

    Às 11:18, o Ibovespa caía 1,88 por cento, a 84.471,69 pontos. O volume financeiro somava 3,65 bilhões de reais.

    Na véspera, o índice de referência do mercado acionário brasileiro fechou estável, mas na segunda-feira registrou a maior alta diária em mais de dois anos, após votação expressiva de Bolsonaro no primeiro turno da eleição presidencial, que disputará em segundo turno com Fernando Haddad, do PT, no próximo dia 28.

    'As declarações recentes do candidato (Jair Bolsonaro) e do seu principal articulador político, o deputado Onyx Lorenzoni, indicam menor ímpeto privatizante do que Paulo Guedes propagandeava e levantam dúvidas sobre a viabilidade das principais reformas', disse o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini.

    Na véspera, Bolsonaro disse acreditar que a proposta da Previdência do governo de Michel Temer como está 'dificilmente vai ser aprovada' e que buscará aprovar uma reforma que tenha aceitação do Parlamento e que a população entenda como sendo justa e necessária.

    Cotado para assumir o Ministério da Casa Civil em um eventual governo Bolsonaro, o deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse na terça-feira que o presidenciável, se eleito, não vai apoiar a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo do presidente Michel Temer.

    'Temos motivos para certa cautela em um primeiro momento, mas o foco mesmo está na pesquisa Datafolha a ser divulgada hoje à partir das 19 horas, a qual tende a trazer importantes atualizações para o segundo turno', escreveu a equipe da corretora H.Commcor, em relatório a clientes.

    No exterior, as bolsas norte-americanas e europeias recuavam, em meio ao avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA após dados mais fortes de preços ao produtor e apreensões sobre o crescimento global. Em Nova York, o S&P 500 cedia 0,67 por cento.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB recuavam 13,2 e 13,62 por cento após Bolsonaro afirmar em entrevista à Band TV que tem resistências em relação à privatização na companhia, citando a área de geração de eletricidade. Ele comentou que, se for eleito, no setor de energia elétrica 'a gente não vai mexer'.

    - CEMIG PN perdia 3,65 por cento, em um movimento de realização de lucro, após fortes ganhos no começo da semana, que foram embalados por expectativa de privatização da estatal mineira, após o resultado do primeiro turno das eleições para o governo de Minas Gerais.

    - MRV tinha queda de 4,06 por cento, após divulgar Na noite da véspera queda de 6,6 por cento nas vendas contratadas do terceiro trimestre ante mesmo período de 2017, a 1,445 bilhão de reais, embora a geração de caixa da companhia tenha dobrado, impulsionada por recebimentos de vendas anteriores. [nL2N1WP1V7

    - GOL PN caía 6,54 por cento, também penalizada pelo movimento de realização de lucros no pregão, conforme o dólar avançava mais de 1 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN cedia 3,39 por cento, corrigindo altas recentes, em meio ao ambiente mais adverso na bolsa paulista após declarações de Bolsonaro e tendo como pano de fundo a queda do petróleo no exterior.

    - SUZANO subia 2,56 por cento, encontrando na valorização do dólar ante o real suporte para se recuperar, assim como outras ações do setor de papel e celulose.

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    Ibovespa dispara acima de 85 mil pts com fortalecimento de Bolsonaro em corrida eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa começou a quarta-feira disparando acima dos 85 mil pontos, após nova pesquisa eleitoral reforçar o momento mais favorável a Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial, ao mesmo tempo em que mostrou aumento da rejeição ao petista Fernando Haddad, endossando especulações no mercado de uma possível vitória do candidato de direita no primeiro turno.

    Às 11:00, o índice de referência do mercado acionário brasileiro subia 2,95 por cento, a 84.015,81 pontos, em movimento liderado por papéis de companhias com controle estatal. Na máxima, subiu 4,69 por cento, a 85.441,79 pontos. O volume financeiro já somava 6,6 bilhões de reais.

    'O mercado está reagindo ao melhor desempenho de Bolsonaro combinado com certo enfraquecimento de Haddad, particularmente o aumento da rejeição, apurados nas pesquisas Ibope e Datafolha dessa semana', afirmou o gestor Marco Tulli, da mesa de Bovespa da corretora Coinvalores, em São Paulo.

    'Os números corroboram expectativas de vitória de Bolsonaro no segundo turno e já há alguns apostando que ele vence neste domingo', disse.

    Pesquisa Datafolha conhecida na noite de terça-feira mostrou Bolsonaro com 32 por cento das intenções de voto, enquanto o candidato do PT registrou 21 por cento. No levantamento anterior do Datafolha, divulgado na sexta-feira, o presidenciável do PSL tinha 28 por cento e o petista registrava 22 por cento. Sondagem Ibope conhecida na segunda-feira a noite mostrou o mesmo movimento.

    A pesquisa Datafolha também mostrou um salto na rejeição de Haddad. O percentual dos que afirmam que não votariam no petista de jeito nenhum, de acordo com o instituto, é de 41 por cento, ante 32 por cento na sondagem anterior. Bolsonaro ainda segue como o candidato mais rejeitado, mas o percentual passou de 46 para 45 por cento entre as duas apurações.

    'As pesquisas sugerem crescente probabilidade de Bolsonaro ganhar ainda no primeiro turno', endossa o gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância, acrescentando ainda que o tanto investidores estrangeiros como locais estavam com pouca exposição a ações brasileiras, o que ajuda a explicar as variações expressivas na bolsa paulista.

    A trajetória positiva nos pregões em Wall Street endossava os ganhos domésticos, com o S&P 500 em alta de 0,38 por cento e o Dow Jones avançando 0,4 por cento, após abrir em máxima recorde, favorecidos particularmente pelo desempenho de ações do setor financeiro após recuperação nos mercados europeus.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 7,7 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, que figuram entre os papéis mais suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 4,06 por cento, BRADESCO PN ganhava 4,6 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 4,75 por cento.

    - PETROBRAS PN saltava 5,2 por cento, também entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal também muito sensível ao cenario eleitoral. PETROBRAS ON avançava 4,6 por cento. A companhia voltou a deter nessa semana o maior valor de mercado na bolsa paulista, de cerca de 335 bilhões de reais.

    - ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON subiam 11,2 e 9,9 por cento, respectivamente, também influenciadas por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL PNB, que subia 7,73 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 4,26 por cento.

    - GOL PN avançava 5,31 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 2 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 2,01 e 0,16 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta ao redor de 150 por cento no ano.

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    Ibovespa sobe quase 4% e tem maior alta desde 2016 com especulações sobre desfecho eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de quase 4 por cento nesta terça-feira, em meio a especulações sobre o desfecho das eleições, após pesquisa Ibope mostrar aumento da vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial, em sessão com forte volume financeiro na bolsa paulista.

    O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 3,78 por cento, a 81.593,85 pontos, maior alta desde 7 de novembro de 2016, em movimento capitaneado por papéis de empresas de controle estatal. Na máxima, saltou 4 por cento. O giro financeiro alcançou 16,4 bilhões de reais.

    Levantamento Ibope conhecido na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. Em sondagem anterior do Ibope, o candidato do PSL tinha 27 por cento, enquanto o petista aparecia com 21 por cento.

    'A pesquisa Ibope foi o gatilho para a euforia', disse o gerente de investimentos de um fundo de pensão no Rio de Janeiro, citando comentários no mercado de apostas de uma eventual vitória de Bolsonaro ainda no primeiro turno. 'Mas me parece prematuro, o risco Haddad ainda é relevante'.

    Em nota a clientes mais cedo, a equipe da Brasil Plural frisou a pesquisa Datafolha ainda nesta terça-feira e a Ibope, na quinta, para avaliar se as tendências apontadas na sondagem conhecida na véspera se confirmam.

    O chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo citou bastante fluxo comprador na bolsa, tanto local como estrangeiros. 'Muitos fundos estavam com posições elevadas de caixa, com pouca alocação em bolsa', afirmou, citando que o enfraquecimento de Haddad animou compras.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persiste entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Desde o mês passado, profissionais do mercado financeiro têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para emergentes. Em setembro, houve entrada líquida de mais de 3 bilhões de reais, ajudando o saldo do ano a ficar positivo em 294,6 milhões de reais.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam próximo da estabilidade, afetados pelo declínio dos papéis do Facebook, mas o Dow Jones avançou para nova máxima recorde.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL disparou 11,41 por cento, maior diária alta desde abril de 2016, liderando ganhos de bancos, suscetíveis ao cenário eleitoral. ITAÚ UNIBANCO subiu 3,85 por cento, BRADESCO PN ganhou 5,89 por cento e SANTANDER BRASIL avançou 7,44 por cento.

    - PETROBRAS PN subiu 8,67 por cento, entre os maiores ganhos, apesar da fraqueza dos preços do petróleo, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançou 6,74 por cento.

    - ELETROBRAS ON encerrou em alta de 11,45 por cento, enquanto CEMIG PN teve elevação de 7,28 por cento e COPEL PNB, que subiu 6,83 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciou-se 9,26 por cento.

    - VALE terminou com elevação de 1,32 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - QUALICORP avançou 10,91 por cento, após desabar quase 30 por cento na véspera, na esteira de um anúncio de acordo de não competitividade com o fundador José Seripieri Filho, dono de cerca de 15 por cento da empresa de planos de saúde, pelo qual ele receberá 150 milhões de reais.

    - SUZANO e FIBRIA caíram 3,375 e 1,93 por cento, respectivamente, com o recuo de mais de 2 por cento do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

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    Ibovespa sobe 3% e vai a 81 mil pts após Ibope mostrar ampliação de vantagem de Bolsonaro

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparava cerca de 3 por cento e voltava ao patamar de 81 mil pontos nesta terça-feira, após recuar nos dois pregões anteriores, com agentes financeiros ajustando posições à pesquisa Ibope da véspera, que mostrou o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ampliando vantagem na liderança da corrida eleitoral.

    Às 11:30, o principal índice de ações da B3 subia 3,25 por cento, a 81.175,45 pontos, na máxima da sessão até o momento, com ações de empresas de controle estatal entre as maiores altas.

    O volume financeiro somava 4,5 bilhões de reais.

    Nos últimos dois pregões, o Ibovespa acumulou queda de 1,7 por cento.

    Levantamento Ibope divulgado na segunda-feira à noite mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. No levantamento anterior Bolsonaro tinha 27 por cento, enquanto Haddad aparecia com os mesmos 21 por cento.

    A equipe da corretora Brasil Plural destacou que as pesquisas anteriores mostravam crescimento de Haddad, estabilidade de Bolsonaro e um cenário positivo para o petista na simulação de segundo turno, quadro que mudou com a sondagem divulgada pelo Ibope na última noite.

    'Bolsonaro cresceu e a rejeição a Haddad e ao PT tiveram alta significativa', citou a corretora, chamando a atenção para pesquisa Datafolha prevista para essa terça-feira, além de nova sondagem do Ibope nesta semana. 'A ver se as tendências apontadas pelo Ibope ontem se confirmam', afirmou.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persista entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Profissionais do mercado financeiro também têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para mercados emergentes. Até o dia 27 de setembro, o saldo no mês estava positivo em quase 3 bilhões de reais.

    O noticiário eleitoral no país blindava o pregão brasileiro de certa aversão ao risco que prevalecia no exterior, refletida no dólar mais forte em relação a outras divisas, enquanto Wall Street não mostrava uma tendência clara, com os principais índices acionários próximos da estabilidade.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS subia 5,9 por cento, entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançava 5por cento.

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 6,35 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, também suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 3,67 por cento, BRADESCO PN ganhava 5,37 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 6 por cento.

    - ELETROBRAS ON tinha alta de 8,15 por cento, outro papel influenciado por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL, que subia 7,07 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 5,14 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciava-se 6,64 por cento.

    - GOL PN subia 6,88 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 1 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea. A relativa fraqueza dos preços do petróleo endossava a recuperação dos papéis.

    - VALE mostrava elevação de 1,57 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 3 e 1,65 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

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