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    Ibovespa sobe e tem melhor desempenho semanal do ano com alívio externo e foco nas eleições

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa encerrou a sexta-feira em alta e registrou o maior ganho semanal do ano, refletindo a melhora do ambiente externo com o alívio das preocupações sobre o embate comercial EUA-China, enquanto agentes do mercado continuam especulando sobre o desfecho da corrida eleitoral brasileira.

    O principal índice de ações da B3 avançou 1,7 por cento, a 79.444,29 pontos, maior patamar de fechamento desde 7 de agosto. Na máxima do dia, o indicador alcançou 80.001,60 pontos. O volume financeiro alcançou 13 bilhões de reais.

    Após duas semanas de perdas, o Ibovespa acumulou alta de 5,32 por cento na semana, melhor resultado do ano, superando levemente o ganho de 5,31 por cento apurado na semana encerrada em 26 de janeiro.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Dow Jones chegaram a renovar máximas históricas, apoiados pela alta de ações de energia com o avanço do petróleo, em sessão marcada por ajustes em índices setoriais e vencimentos de opções e futuros de índices e ações. No final da sessão, o S&P 500 caiu 0,04 por cento.

    Em nota, a equipe da consultoria de investimentos Lopes Filhos atribuiu o viés mais positivo nos mercados acionários globais a uma menor preocupação com os conflitos comerciais entre China e Estados Unidos.

    Nesta sexta-feira, uma autoridade de alto nível da Casa Branca afirmou à Reuters que está otimista sobre o caminho à frente com a China no comércio, embora o governo de Donald Trump não tenha uma previsão de data para anunciar o retorno à mesa de negociação.

    O analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para a melhora do desempenho nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 19 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 335,4 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos quatro pregões até a última quarta-feira houve entrada líquida de mais de 1 bilhão de reais.

    Outro fator que repercutiu favoravelmente na bolsa paulista foi a pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL, disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo.

    O levantamento mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo turno entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, ante 40 por cento na pesquisa anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    'A pesquisa XP ratificou polarização entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, com o capitão da reserva à frente do petista no segundo turno, dentro da margem de erro', disse o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, acrescentando que o mercado seguirá atento às sondagens eleitorais.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,85 por cento e fechou na máxima da sessão, a 61,01 reais, maior nível histórico para o papel, acompanhando a alta das commodities metálicas. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. No ano, as ações da Vale acumulam alta de quase 58 por cento.

    - USIMINAS PNA avançou 5,34 por cento, em pregão favorável para o setor siderúrgico como um todo, conforme perspectivas de reajustes de preços estimulam compras do papel.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhou 1,69 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subiu 1,6 por cento, BANCO DO BRASIL valorizou-se 3,66 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT subiu 3,67 por cento.

    - PETROBRAS PN avançou 1,36 por cento, em dia de alta do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - MAGAZINE LUIZA subiu 4,65 por cento, seguindo um movimento de recuperação em papéis de varejo. Ainda no setor, LOJAS RENNER e LOJAS AMERICANAS PN fecharam com altas de 4,87 e 5,78 por cento, respectivamente, entre os destaques positivos do Ibovespa.

    - SABESP subiu 3,41 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município. O pacto prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuou 2,83 por cento, tendo tocado 36,62 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel acumula baixa de mais de 10 por cento.

    - SUZANO PAPEL E CELULOSE caiu 1,73 por cento, tendo como pano de fundo o declínio do dólar ante o real.

    (Por Gabriela Mello e Paula Arend Laier)

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    Ibovespa avança 1,8% com atenções voltadas a exterior e cena eleitoral

    SÃO PAULO (Reuters) - O tom positivo prevalecia na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o Ibovespa caminhando para encerrar a semana no azul, ajudado pelo quadro benigno no exterior e com Vale alcançando cotação recorde, enquanto agentes financeiros seguem especulando sobre a cena eleitoral no país.

    Às 12:27, o principal índice de ações da B3 subia 1,84 por cento, a 79.556,77 pontos. O volume financeiro somava 3,7 bilhões de reais.

    Nesse cenário, o Ibovespa deve fechar a semana com ganho acumulado ao redor de 5 por cento, o segundo melhor desempenho semanal no ano e após duas semanas de perdas.

    Apesar das incertezas ainda em relação ao resultado da disputa presidencial no país, o cenário internacional está exercendo uma influência positiva no mercado local, com forte apetite a risco, disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos.

    'Apesar de ganhos mais contidos nesta sessão, as bolsas nos EUA estão em máximas históricas, as commodities estão em alta', afirmou, atribuindo parte do otimismo a certo alívio acerca das negociações comerciais entre EUA e China.

    Em Wall Street, o S&P 500 subia cerca de 0.1 por cento, com ações dos setores de tecnologia e consumo discricionário entre os principais suportes, embora vencimentos de opções e de futuros de ações e índices adicionem volatilidade.

    Suzaki também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para o desempenho mais positivo no pregão nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 18 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 55,134 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos três pregões até a última terça-feira houve entrada líquida de 794,77 milhões de reais.

    De acordo com o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, também repercutiu positivamente pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL.

    A pesquisa mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, contra 40 por cento no levantamento anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    DESTAQUES

    - MARFRIG subia 5 por cento, maior alta do Ibovespa, encontrando no clima mais favorável apoio para alguma recuperação, após tocar na semana passada cotação mínima intradia desde setembro de 2016. No mês, o papel recua mais de 7 por cento, sendo que, em agosto, acumulou declínio de 30 por cento.

    - ECORODOVIAS valorizava-se 3,7 por cento, também na ponta positiva, beneficiada por um ambiente de queda nas taxas futuras de juros, recuperando parte das fortes perdas nos dois pregões anteriores.

    - PETROBRAS PN avançava 1,56 por cento, favorecida pelo avanço inicial dos preços do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - VALE subia 1,77 por cento, acompanhando uma tendência mais positiva para commodities metálicas, mas também na demanda por seus produtos. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. Na máxima nesta sessão, os papéis da mineradora chegaram a 60,50 reais, recorde intradia.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhava 1,90 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subia 1,22 por cento, BANCO DO BRASIL valorizava-se 1,29 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT ganhava 3,67 por cento.

    - SABESP subia 3,45 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município, que prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuava 2,61 por cento, tendo tocado 36,81 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel recua cerca de 10 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Ibovespa fecha em queda com dúvidas sobre cena eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice brasileiro de ações teve queda nesta quinta-feira, puxado pelas ações da Petrobras e de bancos, conforme dúvidas sobre o desfecho da corrida presidencial manteve o mercado acionário brasileiro volátil.

    O Ibovespa

    'O pregão foi afetado por incertezas eleitorais, mais recentemente pesquisas mostrando crescimento de candidatos de perfil mais à esquerda e as condições de saúde do candidato do PSL, Jair Bolsonaro', disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos.

    Bolsonaro, que vem liderando a preferência dos eleitores, voltou para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na madrugada desta quinta-feira, após passar por cirurgia de emergência na noite anterior.

    Coordenador paulista da campanha de Bolsonaro, o deputado federal Major Olimpio, disse à Reuters que o candidato do PSL está fora da campanha na rua no primeiro turno.[L2N1VZ14A]

    O analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, disse que há dúvidas entre investidores sobre o quadro de Bolsonaro e potenciais desdobramentos, mas avalia que o foco deve continuar nas pesquisas eleitorais.

    'Teremos que acompanhar evolução de Fernando Haddad, agora oficializado como candidato do PT, e o desempenho de Geraldo Alckmin, do PSDB, após duas semanas de horário eleitoral em rádio e televisão', afirmou.

    Entre as sondagens no radar estão pesquisa encomendada pela Genial Investimentos, prevista para esta quinta, e levantamentos da XP Investimentos e pesquisa Datafolha aguardados para sexta.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN caiu 1,27 por cento, em dia de queda dos preços do petróleo no exterior, embora o papel também continue vulnerável a especulações sobre o cenário eleitoral.

    - BRADESCO PN cedeu 0,4 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN caiu 0,55 por cento com o setor suscetível ao cenário eleitoral. SANTANDER BRASIL UNIT avançou 0,99 por cento, mas BANCO DO BRASIL caiu 1,34 por cento, tendo ainda no radar anúncio de reforma da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), com previsão de despesa adicional de 300 milhões de reais neste ano.

    - MARFRIG caiu 5,19 por cento, em sessão negativa para o setor de proteína animal. MINERVA , fora do Ibovespa, recuou 5,83 por cento, tna esteria do anúncio de um aumento do capital de até 1,059 bilhão de reais.

    - VIA VAREJO UNIT saltou 10,79 por cento, tendo como pano de fundo operações ligadas à conversão dos papéis em ações ordinárias no âmbito da migração da dona das redes Ponto Frio e Casas Bahia para o Novo Mercado, segundo operadores.

    - MAGAZINE LUIZA caiu 3,32 por cento, em sessão negativa para o setor de varejo

    - VALE subiu 0,62 por cento, em meio ao avanço dos preços do minério de ferro na China, dada a possibilidade de novas conversas entre EUA e China sobre a disputa comercial entre as duas maiores economias globais.

    - BRASKEM valorizou-se 1,28 por cento, tendo de pano de fundo relatório do UBS elevando o preço-alvo das ações da petroquímica de 48 para 67 reais, enquanto manteve a recomendação 'neutra' para os papéis.

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    Ibovespa recua 2,86% com aversão a risco global e quebra série de altas semanais

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A semana acabou com fortes quedas na bolsa paulista nesta sexta-feira, pressionada pela maior aversão a risco no mercado global, em meio a uma bateria de notícias corporativas que incluíram explosão em usina da Usiminas e prejuízo bilionário da BRF, além de permanentes receios sobre o panorama eleitoral.

    O Ibovespa fechou em baixa de 2,86 por cento, a 76.514,35 pontos, maior queda percentual diária desde o final de maio. O volume financeiro somou 12,3 bilhões de reais, acima da média diária do ano, de 11,5 bilhões de reais.

    Na semana, em que todos os pregões encerraram em baixa, o Ibovespa acumulou queda de 6 por cento, quebrando uma sequência de seis semanas de alta, período em que contabilizou elevação de cerca 15 por cento.

    Os mercados globais foram minados nesta sessão pelo tombo da lira turca, reflexo do aprofundamento da crise na Turquia, em meio a problemas econômicos e disputa com os Estados Unidos envolvendo sanções, movimento que gerou temores de contágio a outras economias.

    Em Wall Street, o S&P 500 encerrou em baixa de 0,7 por cento, com bancos entre as maiores pressões negativas, embora tenha se afastado das mínimas no final da sessão.

    Na visão do gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância, o efeito de contaminação da aversão a risco com emergentes, em razão principalmente da Turquia, foi acentuado no Brasil devido a incertezas locais, particularmente as eleições, além de alguns resultados corporativos fracos.

    'Pode estar ocorrendo redução de risco em ativos como contratos de juros futuros, como ocorreu em junho', afirmou.

    Do panorama eleitoral, pesquisa encomendada pela XP Investimentos mostrou pouca mudança no panorama da corrida presidencial, com Jair Bolsonaro, do PSL, ainda liderando as intenções de votos no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas elevado percentual de indecisos.

    De acordo com o gestor Marco Tulli, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores, o desempenho ainda fraco de Geraldo Alckmin, do PSDB, não agradou.

    DESTAQUES

    - USIMINAS PNA fechou em queda de 7,27 por cento, tendo despencado quase 11 por cento no pior momento, após uma usina siderúrgica da companhia em Ipatinga (MG) sofrer uma forte explosão nesta sexta-feira e paralisar alto-fornos, em incidente que deixou 30 feridos.

    - B2W caiu 9 por cento, seguida pela controladora LOJAS AMERICANAS, com recuo de 7,56 por cento, em sessão marcada por balanços de ambas, com o setor de consumo entre as maiores quedas do Ibovespa tendo ainda no radar dados mais fracos que o esperado de vendas no varejo no país em junho.

    - NATURA cedeu 7,06 por cento, também entre os piores desempenhos, após divulgar queda de 80,5 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 31,8 milhões de reais, afetada por custos relacionados à rede de lojas The Body Shop e despesas financeiras.

    - BRF recuou 6,41 por cento, depois de reportar prejuízo líquido de 1,574 bilhão de reais no segundo trimestre, afetada por fortes perdas com as operações da Polícia Federal envolvendo a empresa e a greve dos caminhoneiros, em resultado muito pior do que o esperado no mercado.

    - SABESP encerrou em baixa de 6,37 por cento, tendo como pano de fundo a divulgação de queda de 45 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 181,9 milhões de reais, impactado por salto no resultado financeiro negativo do período.

    - B3 caiu 2,06 por cento, mesmo após divulgar na véspera lucro líquido recorrente de 857,8 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 80,3 por cento sobre o mesmo intervalo de 2017, em meio a recordes de volumes e receitas nos segmentos de derivativos e ações.

    - BRADESCO PN recuou 4,98 por cento, com o setor bancário como um todo prejudicado pelo viés negativo no pregão. ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 3,63 por cento, tendo ainda no radar aprovação pelo Banco Central para a compra de participação na XP Investimentos.

    - PETROBRAS PN cedeu 3,69 por cento, também contaminada pelo mau humor generalizado, apesar do avanço dos preços do petróleo no exterior.

    - VALE recuou 0,25 por cento, em dia de queda no preço do minério de ferro na China.

    - CVC BRASIL encerrou em alta de 2,31 por cento, entre os poucos ganhos do Ibovespa, após divulgar lucro líquido ajustado de 35,2 milhões de reais no período de abril, uma alta de 63,1 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado considerando dados pro forma.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bovespa desaba 2% em dia de aversão a risco no exterior, com balanços e eleição também no radar

    Bovespa desaba 2% em dia de aversão a risco no exterior, com balanços e eleição também no radar

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava mais de 2 por cento nesta sexta-feira, afetado pela aversão a risco no exterior e com uma bateria de resultados corporativos sob os holofotes, incluindo o prejuízo bilionário da BRF, enquanto o panorama político também segue no radar dos investidores.

    Às 12:00, o Ibovespa caía 2,17 por cento, a 77.055,68 pontos. O volume financeiro somava 3,8 bilhões de reais.

    Os mercados globais eram minados nesta sessão pelo tombo da lira turca, em meio a preocupações com a economia daquele país e com a disputa crescente entre a Turquia e os Estados Unidos. Em Wall Street, o S&P 500 caía 0,68 por cento. Na Europa, o dia também era negativo com preocupações sobre contágio dos bancos.

    De acordo com um gestor de uma administradora de recursos do Rio de Janeiro, o gatilho para a aversão a risco parecer ter sido a rápida e acentuada depreciação adicional da lira turca, mas sinais de problemas em vários países e classes de ativos já vinham sendo percebidos.

    'Estes vetores estavam sendo vistos como pontuais e localizados, mas passaram a gerar um contágio maior esta manhã', disse, avaliando que o pano de fundo para este ambiente é a redução da liquidez global.

    Da cena eleitoral, repercutia pesquisa encomendada pela XP Investimentos mostrando pouca evolução do candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, com Jair Bolsonaro, do PSL, ainda liderando as intenções de votos no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    DESTAQUES

    - BRF caía 5,6 por cento, após reportar prejuízo líquido de 1,574 bilhão de reais no segundo trimestre, afetada por fortes perdas com a operações da Polícia Federal envolvendo a empresa e a greve dos caminhoneiros.

    - LOJAS AMERICANAS PN recuava 6,7 por cento, em sessão negativa para setor de varejo como um todo e tendo no radar resultado do segundo trimestre, com queda de 58 por cento no lucro líquido. A sua controlada B2W, que também divulgou balanço, caía 5,9 por cento.

    - NATURA perdia 5,6 por cento, também entre as maiores quedas, tendo de pano de fundo queda de 80,5 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 31,8 milhões de reais, afetado por custos relacionados à rede de lojas The Body Shop e despesas financeiras.

    - SABESP caía 7 por cento, tendo também de pano de fundo divulgação de queda de 45 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 181,9 milhões de reais, impactado por salto no resultado financeiro negativo do período.

    - BRADESCO PN recuava 3,8 por cento, com o setor bancário como um todo prejudicado pela maior aversão a risco. ITAÚ UNIBANCO PN perdia 3,1 por cento, tendo ainda no radar aprovação pelo Banco Central para a compra de participação na XP Investimentos.

    - PETROBRAS PN cedia 2 por cento, também contaminada pelo viés negativo como um todo, apesar do avanço dos preços do petróleo no exterior.

    - VALE recuava 0,6 por cento, pressionada ainda pela queda no preço do minério de ferro na China.

    - CVC BRASIL tinha alta de 3,7 por cento, entre os poucos ganhos do Ibovespa, após divulgar lucro líquido ajustado de 35,2 milhões de reais no período de abril, uma alta de 63,1 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado considerando dados pro forma.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Ibovespa fecha em alta de mais de 2% com ajuda de Petrobras e panorama eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 2 por cento nesta sexta-feira, impulsionado pelo avanço superior a 3 por cento das ações da Petrobras, após a companhia divulgar lucro de mais de 10 bilhões de reais para o segundo trimestre, além de repercussão positiva dos últimos desdobramentos do panorama eleitoral.

    O principal índice de ações da B3 subiu 2,26 por cento, para 81.434,98 pontos, máxima de fechamento desde 22 de maio. O volume financeiro totalizou 11 bilhões de reais.

    Na semana, a sexta seguida de alta, o Ibovespa acumulou valorização de 1,96 por cento, elevando o ganho no ano para 6,59 por cento.

    Do cenário eleitoral, profissionais da área de renda variável destacaram positivamente o anúncio de que pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, terá a senadora Ana Amélia (PP-RS) como candidata à vice em sua chapa.

    A avaliação é de que a senadora fortalece o tucano, ajudando Alckmin com votos femininos e com seu desempenho da região Sul, assim como mostra capacidade de articulação do ex-governador no que diz respeito a alianças, com outros candidatos ainda isolados.

    'A confirmação de Ana Amélia deixou os investidores animados, visto que a atual senadora pelo Rio Grande do Sul...e distanciamento da esquerda', afirmou o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos.

    Pesquisa da XP Investimentos, por sua vez, manteve o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, à frente nas intenções de votos para a Presidência em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto Alckmin manteve o desempenho verificado no levantamento anterior.

    No front externo, ajudaram números do mercado de trabalho norte-americano reduzindo o risco de aceleração do ritmo de alta dos juros pelo Federal Reserve, banco central dos EUA, o que tende a favorecer o fluxo de capital a mercados emergentes, além de tirar força do dólar globalmente.

    Em Wall Street, o S&P 500 fechou com acréscimo de 0,46 por cento, apoiado em resultados corporativos, a despeito da manutenção das preocupações com a disputa comercial dos EUA com aliados, principalmente a China, o que corroborou a trajetória ascendente no pregão brasileiro,

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 3,43 por cento, para 21,11 reais, maior patamar desde o final de maio. A empresa fechou o período de abril a junho com o melhor lucro trimestral desde o segundo trimestre de 2011. Para o Itaú BBA, a petrolífera de controle estatal divulgou números sólidos. A Petrobras ainda anunciou distribuição de 652,2 milhões de reais em juros sobre capital próprio no dia 23 de agosto. PETROBRAS ON valorizou-se 3,48 por cento.

    - BRADESCO PN saltou 3,80 por cento, com o setor de bancos como um todo com fortes altas em meio às expectativas políticas mais positivas. ITAÚ UNIBANCO PN subiu 2,38 por cento, BANCO DO BRASIL valorizou-se 3,01 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 4,44 por cento.

    - B2W encerrou com acréscimo de 6,53 por cento, no terceiro pregão seguido de alta. Analistas do Itaú BBA liderados por Thiago Macruz elevaram a recomendação para as ações da empresa de varejo eletrônico para 'compra', com preço-alvo de 37 reais, após reavaliar o potencial de geração de caixa inerente à mudança da empresa para o marketplace. O JPMorgan, por sua vez, reiterou recomendação 'overweight', também citando as expectativas relacionadas ao marketplace entre os fatores.

    - GOL subiu 6,18 por cento, também na ponta positiva do Ibovespa. Analistas do Credit Suisse elevaram o preço-alvo das ações da companhia aérea para 15,30 reais ante 8,50 reais anteriormente, embora tenham mantido a recomendação 'neutra' de acordo com relatório distribuído a clientes, no qual eles revisaram estimativas para a companhia aérea.

    - ULTRAPAR teve alta de 5,81 por cento, no segundo pregão de forte recuperação, tendo como pano de fundo melhora na recomendação por analistas do Santander para 'comprar', apesar de forte corte no preço-alvo, com Christian Audi e Gustavo Allevato avaliando que o segundo semestre de 2018 poderia ser um ponto de virada para as duas operações mais importantes do grupo --distribuição de combustíveis e produtos químicos. No ano, os papéis ainda acumulam queda de mais de 38 por cento.

    - SUZANO cedeu 2,88 por cento, com o setor de papel e celulose como um todo no vermelho, em sessão de queda do dólar ante o real. FIBRIA caiu 0,97 por cento.

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    Ibovespa recua com resultados fracos, mas sobe quase 9% no mês

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira, com as ações da Cielo e do Itaú Unibanco entre as maiores quedas após resultados trimestrais fracos, mas subiu quase 9 por cento em julho, mês marcado pela volta dos investidores estrangeiros e relativa melhora nas expectativas relacionadas ao cenário eleitoral.

    O principal índice de ações da B3 caiu 1,31 por cento, a 79.220,43 pontos. O volume financeiro somou 9,5 bilhões de reais.

    Profissionais da área de renda variável também não descartaram para a queda na sessão algum movimento de realização de lucros diante do encerramento do mês, guiado particularmente pelo setor bancário, principal peso negativo no Ibovespa nesta sessão, com as ações valorizando-se mais de dois dígitos no acumulado de julho.

    No mês, contudo, o Ibovespa acumulou alta de 8,75 por cento, após desempenho negativo nos dois meses anteriores. Foi a segunda maior alta mensal em 2018, atrás apenas do mês de janeiro, quando subiu 11,14 por cento. No ano, o índice contabiliza variação positiva de 3,57 por cento.

    A performance mensal encontrou algum suporte na entrada de capital externo no segmento Bovespa, que registrava saldo positivo de 4,2 bilhões de reais no mês até o dia 27. No ano, porém, há ainda saída líquida de 5,7 bilhões de reais.

    Também ajudaram desdobramentos no panorama político-eleitoral, notadamente o apoio do chamado blocão - formado por PP, DEM, PR, PRB e SD - ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, uma vez que, para muitos no mercado, o tucano é o que mais se aproxima do discurso de continuidade das reformas de ajuste fiscal do país.

    DESTAQUES

    - CIELO desabou 9,75 por cento, maior baixa do Ibovespa, após a líder no mercado de meios de pagamentos no Brasil divulgar na véspera queda no lucro, no resultado operacional medido pelo Ebitda, na base de terminais e na receita do segundo trimestre, enquanto as despesas subiram, acentuando preocupações com o acirramento da competição no setor. Analistas da corretora Safra reduziram a recomendação das ações para 'neutra' e do Brasil Plural para 'underweight', enquanto o Credit Suisse - que divulgou relatório como título 'chocantemente fraco' sobre o desempenho da Cielo- cortou o preço-alvo das ações de 20 para 17 reais. [nL1N1UR0NX]

    - ULTRAPAR e Cosan caíram 8,07 e 5,82 por cento, respectivamente, também entre as maiores quedas do Ibovespa, após Polícia Civil do Paraná deflagrar operação para prender gerentes e assessores comerciais das três maiores distribuidoras de combustíveis do país. A polícia paranaense disse que os funcionários da BR, Ipiranga e Raízen são suspeitos de formação de quadrilha para controlar o preço final dos combustíveis nas bombas dos postos de gasolina. A BR Distribuidora, que não está no índice, recuou 5,85 por cento. [nL1N1UR0Q9]

    - ITAÚ UNIBANCO PN caiu 4,19 por cento, respondendo pela maior contribuição negativa para o Ibovespa, após balanço do segundo trimestre. O banco divulgou lucro líquido recorrente de 6,38 bilhões de reais, alta de 3,5 por cento ante igual período de 2017, mas recuo de 0,6 por cento na medição sequencial. O estimativa para o ano foi mantida e o presidente-executivo do maior banco privado do país disse em teleconferência com analistas que estava confiante sobre atingir as metas de 2018. No mês, até a véspera, as preferenciais do Itaú subiram 16,48 por cento. [nL1N1UR0NB]

    - BRADESCO PN recuou 1,93 por cento, também pesando no Ibovespa, em sessão negativa para o setor bancário como um todo, tendo no radar ainda ruído sobre eventual tributação sobre a variação cambial de operações de cobertura de risco (hedge) de investimentos de instituições financeiras no exterior. Para o Itaú BBA, trata-se de potencial notícia negativa para bancos privados. SANTANDER BRASIL UNIT recuou 1,11 por cento e BANCO DO BRASIL cedeu 1,19 por cento. [nL1N1UR1EW]

    - RD fechou com acréscimo de 0,34 por cento, reduzindo perdas durante a sessão, após lucro líquido de 137,7 milhões de reais no período, praticamente estável sobre o resultado do mesmo intervalo de 2017. Para analistas da corretora Brasil Plural, os resultados foram fracos e a RD parece estar passando por uma 'tempestade perfeita'. Em teleconferência com analistas, executivos da rede de farmácias afirmaram que esperam um terceiro trimestre 'duro' para a performance da RD depois de um segundo trimestre em que a margem Ebitda da empresa recuou para 8,4 por cento ante 8,9 por cento no mesmo período do ano passado. [nL1N1UR1SD]

    - EMBRAER encerrou em alta de 0,36 por cento, apos sessão volátil na qual variou de queda de 3,28 por cento a acréscimo de 3,96 por cento. No radar esteve o balanço do segundo trimestre, com prejuízo líquido atribuído aos acionistas de 467 milhões de reais. A equipe da Coinvalores disse que o resultado trouxe algumas boas notícias, como a melhora em relação ao fraco primeiro trimestre, e algumas negativas, como a revisão dos custos do projeto do cargueiro da companhia, mas destacou que o foco do mercado está na operação com a Boeing. Nesse sentido, o vice-presidente financeiro da empresa afirmou que a Embraer está 'avançando bastante' na elaboração dos contratos definitivos para venda do controle de sua divisão de jatos comerciais para a norte-americana. [nL1N1UR0QP]

    - PETROBRAS PN cedeu 0,85 por cento, seguindo o recuo dos preços do petróleo no exterior, com o contrato Brent da commodity encerrando com maior perda mensal em dois anos, depois de uma pesquisa da Reuters mostrar que a produção da Opep atingiu a máxima do ano em julho, reacendendo preocupações sobre o excedente de oferta. PETROBRAS ON cedeu 0,54 por cento.

    - VALE subiu 0,94 por cento, beneficiada pela alta do preço do minério de ferro à vista na China.

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    Ibovespa fecha em alta e supera 80 mil pts com bancos após balanço forte do Santander Brasil

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 1 por cento nesta quarta-feira, superando os 80 mil pontos pela primeira vez desde maio, puxado principalmente pelo desempenho dos bancos, após resultado trimestral robusto do Santander Brasil.

    O principal índice de ações da B3 subiu 1,34 por cento, a 80.218,04 pontos, maior patamar desde 23 de maio. O volume financeiro somou 10,1 bilhões de reais.

    Para o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, os balanços se destacaram neste pregão, com o resultado de Santander Brasil gerando expectativas positivas para o desempenho de Bradesco, Banco do Brasil e Itaú Unibanco.

    'A temporada de balanços do segundo trimestre foi aberta na semana passada e acreditamos que deve seguir surpreendendo positivamente, gerando valor nas ações das empresas', afirmou, chamando atenção também para os números do Grupo Pão de Açúcar.

    Além dos resultados, o gestor Igor Lima, sócio da Galt Capital, acrescentou que vê melhora no ambiente eleitoral, com o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, costurando bem as arestas do acordo de coalizão até o momento.

    O noticiário externo endossou a alta local, com o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, expressando desejo de reduzir tarifas e aliviar as tensões no comércio internacional.

    A CNBC também informou, citando a agência Dow Jones que, por sua vez, citou uma fonte oficial da UE, que Trump assegurou concessões da União Europeia para evitar uma guerra comercial.

    Em Wall Street, o S&P 500 encerrou com acréscimo de 0,91 por cento.

    DESTAQUES

    - SANTANDER BRASIL UNIT subiu 5,26 por cento, após divulgar lucro recorrente de 3,025 bilhões de reais no segundo trimestre, elevação anual de 29,6 por cento, refletindo uma combinação de alta robusta do crédito e controle das despesas operacionais e com provisões para calotes.

    - ITAÚ UNIBANCO PN fechou em alta de 3,15 por cento, enquanto BRADESCO PN valorizou-se 1,82 por cento na véspera da divulgação de seu balanço trimestral, previsto para a quinta-feira antes da abertura do pregão. BANCO DO BRASIL subiu 1,6 por cento.

    - GPA PN saltou 7,68 por cento, tendo o melhor desempenho dentro do Ibovespa, após divulgar lucro líquido consolidado de 526 milhões de reais no segundo trimestre, um resultado quase cinco vezes maior que o apurado no mesmo intervalo de 2017.

    - GOL PN subiu 6,69 por cento, favorecida pela queda do dólar ante o real, com a cotação caindo a 3,6982 reais na mínima da sessão, o que tem efeito sobre os custos de companhias aéreas. AZUL PN, que não está no Ibovespa, avançou 4,08 por cento.

    - VALE encerrou com alta de 0,86 por cento, tendo como pano de fundo leve avanço do preço do minério de ferro na China, antes da divulgação do balanço do segundo trimestre, previsto para depois do fechamento do mercado. O Credit Suisse espera Ebitda de 4 bilhões de dólares.

    - PETROBRAS PN subiu 1,53 por cento e PETROBRAS ON avançou 1,28 por cento, em dia de alta do petróleo no exterior. A petrolífera de controle estatal entrou em negociação com grupo apoiado por EIG para venda de polos maduros, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.

    - CIELO caiu 2,07 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa. Chinchila, da Terra Investimentos, destacou que a companhia divulga balanço na segunda-feira, mas em razão da crescente concorrência no setor de pagamentos não deve entregar bons resultados, o que tem pesado no papel.

    - EMBRAER recuou 0,95 por cento, na esteira da queda do dólar ante o real. Além disso, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que teve negado pela Justiça do Trabalho um pedido para obrigar o governo federal a condicionar a venda de parte da Embraer para a norte-americana Boeing a garantias de preservação de empregos.

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    Ibovespa fecha em alta e acumula ganho de 2% na semana

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, ajudado pelo cenário externo relativamente tranquilo, com ações de empresas relacionadas a consumo entre as maiores altas, em meio à avaliação positiva dos dados de vendas do Grupo Pão de Açúcar no segundo trimestre, apesar do efeito da greve dos caminhoneiros.

    O principal índice de ações da bolsa paulista subiu 0,97 por cento, a 76.594,35 pontos. O volume financeiro somou 9,3 bilhões de reais, novamente abaixo da média do ano, de 11,7 bilhões de reais. Em julho, o giro médio diário está em 8,3 bilhões de reais. No mês anterior, foi de 13 bilhões de reais.

    Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 2,11 por cento, contabilizando três semanas consecutivas de ganhos.

    Profissionais da área de renda variável têm citado que o mercado acionário brasileiro está mais vulnerável a movimentos no exterior, dado o ambiente de menor liquidez, em meio ao período de férias no Hemisfério Norte e sem novidades relevantes no quadro político-eleitoral no Brasil.

    Na visão do gestor de uma administradora de recursos em São Paulo, a bolsa brasileira está sem um gatilho específico, dependendo de uma definição no quadro eleitoral, de preferência com notícias mais positivas para um candidato com perfil reformista. Sem isso, não vemos (a bolsa) andando , disse.

    Em Wall Street, nesta sessão, o índice S&P 500 fechou em alta de 0,10 por cento.

    O último pregão da semana também foi influenciado por operações visando o vencimento dos contratos de opções sobre ações na segunda-feira, uma vez que o exercício costuma ter entre as séries mais líquidas papéis com relevante peso no Ibovespa, como as ações de Petrobras, Itaú e Vale.

    DESTAQUES

    - GRUPO PÃO DE AÇÚCAR PN subiu 2,96 por cento, após dados de vendas do segundo trimestre considerados positivos por analistas, com alta de 10,4 por cento na receita líquida total em relação ao mesmo período de 2017, contagiando o setor de varejo como um todo. RD avançou 5,13 por cento e VIA VAREJO UNIT teve alta de 2,32 por cento.

    - CIELO encerrou em alta de 3,05 por cento, revertendo as perdas do começo da sessão, quando a ação caiu quase 8 por cento, na primeira reação ao anúncio da renúncia do diretor-presidente da empresa de meios eletrônicos de pagamento. Apesar da avaliação negativa sobre a mudança de comando, o caráter pessoal da saída, sem relação com o desempenho da companhia, e promessa de manutenção da estratégia trouxeram algum alívio aos agentes financeiros.

    - ELETROBRAS PNB recuou 0,66 por cento, enquanto e ELETROBRAS ON subiu 0,27 por cento, tendo como pano de fundo a decisão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de suspender o leilão de privatização das distribuidoras da companhia, marcado para 26 de julho, atendendo a uma decisão da 19ª Vara Federal do Rio de Janeiro na quinta-feira. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que governo planeja recorrer da decisão judicial e, por enquanto, não trabalha com uma mudança de data para o certame.

    - MRV encerrou com acréscimo de 2,18 por cento, após divulgar que elevou em 28,3 por cento os lançamentos no segundo trimestre deste ano, enquanto prevê acelerar o ritmo das operações para atingir a meta de 50 mil imóveis lançados por ano até o fim de 2018.

    - PETROBRAS PN subiu 0,89 por cento, enquanto PETROBRAS ON caiu 0,1 por cento, em sessão de alta do petróleo e com comentários do presidente da petrolífera de controle estatal, Ivan Monteiro, de que a empresa está aberta ao debate sobre a periodicidade dos reajustes dos preços dos combustíveis, conforme entrevista do executivo ao jornal Valor Econômico.

    - VALE cedeu 0,28 por cento, enquanto o preço do minério de ferro à vista na China ficou praticamente estável.

    - BRADESCO PN subiu 2 por cento, com bancos ganhando algum fôlego após uma abertura mais fraca e novamente ajudando no desempenho do Ibovespa. ITAÚ UNIBANCO PN avançou 2,55 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT fechou com alta de 0,1 por cento, enquanto BANCO DO BRASIL valorizou-se 2,54 por cento.

    - EMBRAER caiu 4,62 por cento, com as ações ainda pressionadas pela decisão da companhia aérea norte-americana JetBlue de substituir aeronaves da fabricante brasileira em sua frota por modelos A220 da europeia Airbus nessa semana. Também adicionava ruído decisão dos sindicatos de metalúrgicos da Embraer em São Paulo de manter o veto ao acordo com a norte-americana Boeing.

    - ULTRAPAR caiu 5,32 por cento, também entre as maiores quedas, com o mercado na expectativa dos resultados da companhia no segundo trimestre, após desempenho considerado fraco por analistas nos primeiros três meses do ano.

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    Ibovespa fecha o dia em alta seguindo exterior, mas tem pior 1º semestre desde 2013

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice acionário da B3 fechou em alta nesta sexta-feira, aproveitando o movimento positivo no exterior para ganhar fôlego e voltar a operar acima dos 72 mil pontos, mas acumulou queda de 15 por cento no segundo trimestre e teve o pior primeiro semestre desde 2013.

    O Ibovespa encerrou em alta de 1,39 por cento, a 72.762 pontos, acumulando ganho de 3 por cento na semana. No mês, contudo, o indicador teve baixa de 5,2 por cento, enquanto no trimestre a perda foi de 14,76 por cento e o primeiro semestre terminou com queda acumulada de 4,76 por cento. O giro financeiro deste pregão somou 10,1 bilhões de reais.

    Nesta sessão, investidores aproveitaram o alívio nas preocupações em torno da guerra comercial entre Estados Unidos e China para recuperar parte das perdas recentes.

    Segundo profissionais de renda variável, o movimento positivo desta sexta-feira foi influenciado ainda por compras de fim de semestre para melhorar o desempenho de carteiras.

    No exterior, o índice de ações de países emergentes avançou mais de 2 por cento.

    A greve dos caminhoneiros no fim do mês passado pesou sobre as expectativas e pressionou o Ibovespa em maio e junho. O viés negativo no período refletiu ainda a diminuição nas expectativas em relação à expansão da economia brasileira, as incertezas em torno do cenário eleitoral do país e a cautela com exterior.

    A volatilidade deve seguir ditando o tom das negociações nos próximos meses. Para o estrategista-chefe da empresa de análise Levante, Rafael Bevilacqua, os próximos gatilhos para o Ibovespa devem vir do lado político.

    Do lado econômico não se pode esperar nada bom , disse, referindo-se às estimativas mais contidas para recuperação da economia este ano. Agora vamos esperar mais pesquisas e vamos ver o cenário quando a campanha começar na televisão.

    DESTAQUES

    - JBS ON teve alta de 4,26 por cento, entre as maiores altas do índice, reagindo à notícia publicada mais cedo pelo site da revista Veja de que o fundo soberano do Catar estaria estudando comprar a fatia do BNDES na empresa brasileira de alimentos. Em comunicado, a JBS disse que não tomou conhecimento sobre qualquer possível negociação envolvendo ações de sua emissão . Mais tarde, uma fonte disse à Reuters que a participação do BNDES na JBS entrou na carteira de venda do banco de fomento.

    - B2W ON avançou 3,46 por cento após analistas do Morgan Stanley elevarem o preço-alvo da ação para 27 reais, ante 21 reais, com recomendação equal weight .

    - PETROBRAS PN subiu 3,55 por cento e PETROBRAS ON ganhou 2,7 por cento, em dia de ganhos para os preços do petróleo no mercado internacional.

    - VALE ON subiu 1,06 por cento, em linha com o movimento dos contratos futuros do minério de ferro na China. Também no radar estava a informação de que a mineradora brasileira recebeu 690 milhões de dólares referentes a contratos de venda antecipada de cobalto, com entrega a partir de 1º de janeiro de 2021, que irão permitir destravar investimentos de 1,7 bilhão de dólares para a expansão da mina de Voisey’s Bay, no Canadá.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhou 1,74 por cento e BRADESCO PN teve alta de 1,86 por cento, corroborando o viés positivo do índice devido à relevante participação de ambos os papéis em sua composição. SANTANDER UNIT subiu 1,67 por cento e BANCO DO BRASIL ON avançou 1,78 por cento.

    (Por Flavia Bohone)

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    Ibovespa cai e acumula maior série de perdas semanais desde 2014 com incertezas locais e exterior

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em queda nesta sexta-feira, acumulando a quinta semana seguida de quedas, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014, em meio a contínuas preocupações com o cenário político-eleitoral e o quadro macroeconômico no Brasil.

    Nesta sessão, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,93 por cento, a 70.757 pontos, também afetado pelo cenário externo negativo para mercados emergentes. Na mínima, alcançou 69.582 pontos, queda de 2,57 por cento e menor patamar intradia desde 22 de agosto do ano passado.

    O volume financeiro neste pregão somou 16,494 bilhões de reais.

    Na semana, o índice acumulou queda de 3 por cento. Foi a quinta queda semanal seguida, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014. Em 2018, o declínio já soma 7,4 por cento.

    Profissionais da área de renda variável citaram que a bolsa permanece sem catalisadores para melhoras, mas principalmente sem defesa para movimentos que refletem a piora da percepção de risco em relação ao Brasil, dado o cenário político-eleitoral nebuloso e as incertezas sobre o quadro macroeconômico.

    O dólar tem esse efeito amortecido pelos leilões de contratos de swap cambial do Banco Central e os juros futuros têm o movimento atenuado pelos leilões do Tesouro Nacional. A bolsa fica largada, sem referência , disse um gestor.

    A saída de estrangeiros também segue enfraquecendo a B3. No último dia 13, o saldo ficou novamente negativo, em 431,3 milhões de reais. No ano, as saídas líquidas já superam 8 bilhões de reais, sendo mais de 4 bilhões de reais apenas no mês de junho.

    Além de aspectos domésticos, o cenário de alta de juros nos Estados Unidos também continua afetando mercados acionários emergentes em geral, e o Brasil não fica de fora. Nesta sexta-feira, o MSCI de ações de mercados emergentes caiu 1,06 por cento.

    Em Wall Street, a última sessão da semana foi pressionada por novas medidas comerciais dos Estados Unidos contra a China, enquanto o vencimentos de opções e de futuros em Nova York adicionou volatilidade. O S&P 500 fechou em baixa de 0,11 por cento.

    O chamado 'vencimento quádruplo' em Nova York também contaminou as operações domésticas, de acordo com o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez, em razão de arbitragens decorrentes dos vencimentos de opções nos ETFs (fundos de índice) de Brasil e dos futuros do MSCI, disse.

    Na Bovespa, a segunda-feira reserva vencimento dos contratos de opções sobre ações.

    DESTAQUES

    - VALE fechou em baixa de 4,99 por cento, maior componente negativo no Ibovespa na sessão, apesar do avanço do preço do minério de ferro na China, conforme prevalecia o tom pessimista nos negócios e o dólar recuou mais de 2 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN caiu 0,86 por cento, pressionada pela queda do petróleo, enquanto também continua vulnerável a dúvidas sobre a autonomia da petrolífera de controle estatal. PETROBRAS ON cedeu 1 por cento.

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB desabaram 8,39 e 8,2 por cento, respectivamente. O BNDES publicou edital do leilão de privatização de seis distribuidoras de energia da companhia, mas há preocupação sobre o interesse pelo certame. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que um projeto de lei sobre a desestatização que pode aumentar o apetite de investidores pelas empresas deve ser avaliado pelos deputados na semana que vem.

    - BRASKEM saltou 21,4 por cento, grande destaque positivo da sessão, após divulgar que a Odebrecht entrou em negociações exclusivas para vender a totalidade de sua fatia na petroquímica para a holandesa LyondellBasell. A alta garantiu um ganho de 5,4 bilhões de reais em valor de mercado para a Braskem nesta sessão.

    - VIA VAREJO UNIT caiu 6,51 por cento, com o cenário mais adverso nos mercados justificando alguma realização de lucros, após os papéis se valorizarem 10,56 por cento na semana até a véspera.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 0,97 por cento e BRADESCO PN fechou em alta de 1,78 por cento, revertendo a fraqueza do começo da sessão e afastando o Ibovespa das mínimas. Banco do Brasil ainda recuou 1,19 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT subiu 0,65 por cento.

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