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    Governo interino da Venezuela quer ajuda humanitária via 3 fronteiras para dificultar barreiras de Maduro

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O autoproclamado governo interino da Venezuela pretende organizar uma ação concertada com a ajuda humanitária saindo ao mesmo tempo da Colômbia, do Brasil, e de Aruba ou Curaçao, no Caribe, para dificultar a ação do governo de Nicolás Maduro, que pretende impedir a entrada das doações ao país, disse à Reuters o deputado venezuelano Lester Toledo, coordenador das ações de ajuda.

    'Quando o presidente Guaidó nos der as instruções nos próximos dias, ele vai anunciar uma data. Nessa data, da Colômbia, por via marítima desde o Caribe, e do Brasil vamos entrar simultaneamente com a ajuda humanitária, com um rio humano, com venezuelanos que vão a fronteira buscar essa ajuda', disse Lester ao sair de um encontro com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta no final da tarde desta segunda.

    Lester disse que a ideia é fazer uma corrente, com venezuelanos comuns, ONGs, a igreja, para forçar a entrada dos comboios dentro do território venezuelano.

    Não há ainda uma data, mas o deputado venezuelano aponta para no máximo duas semanas de espera.

    O primeiro ponto de apoio foi formado na quarta-feira da semana passada na Colômbia, onde toneladas de alimentos e medicamentos já aguardam para serem enviados à Venezuela. O governo de Nicolás Maduro fechou a única ponte viária entre os dois países, mas duas outras, de pedestres ainda estão abertas.

    No lado brasileiro, as conversas avançaram nesta segunda-feira com o Itamaraty e o Ministério da Saúde, e devem continuar amanhã com o Ministério da Defesa. O governo brasileiro se comprometeu a encontrar um local em que as doações possam ser armazenadas em Roraima, garantir a segurança e a entrada de doações de outros países da região e da União Europeia.

    'Outros países se comprometeram a mandar doações, mas eu pedi que esperassem até que pudéssemos abrir outro ponto de apoio no Brasil', explicou. 'A nossa prioridade é o tempo. Queremos até quinta ter a localização. O segundo, é o volume. É muita carga que virá dos Estados Unidos, da Europa, do Grupo de Lima.'

    A terceira via deverá sair de uma das ilhas holandesas no Caribe, Curaçao ou Aruba, para onde o deputado vai nesta terça-feira. Segundo contou, ele já recebeu a autorização do governo holandês para negociar com os governos locais das duas ilhas, e pretende até o final da semana ter acertado o terceiro ponto de envio.

    Lester disse ainda que a logística de recebimento das doações, o armazenamento e a segurança ficarão a cargo do governo brasileiro. O transporte dali para a Venezuela será tocado por seu grupo. O Brasil deve ainda doar medicamentos e alimentos, dentro do que tem capacidade.

    Em uma nota, o Itamaraty confirmou a conversa com os venezuelanos, mas não deu detalhes do que foi acertado. De acordo com uma fonte, o governo está sim a abrir o centro de distribuição e dar apoio logístico, no mesmo modelo da Colômbia. No entanto, sem o mesmo grau de envolvimento dos militares colombianos, que chegaram a se dispor a cruzar a fronteira com os carregamentos.

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    ENTREVISTA-Fitch vê cenário melhor para Brasil, mas elevação de rating depende da Previdência

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O cenário para a dinâmica da dívida brasileira melhorou nos últimos meses, com o quadro político doméstico mais favorável a uma agenda liberal e o menor temor de uma guerra comercial sino-americana e de alta do juro nos Estados Unidos, mas uma elevação da nota de crédito do país só virá após a aprovação da reforma da Previdência, disse um executivo da agência Fitch.

    'A inflação no país continua ancorada, as contas externas continuam positivas e os perigos externos parecem menos agudos do que pareciam no segundo semestre do ano passado', disse à Reuters nesta sexta-feira o diretor-geral da Fitch no Brasil, Rafael Guedes, em entrevista por telefone.

    A última ação de rating da agência para o Brasil foi em 1º de agosto de 2018, quando reafirmou a nota atribuída ao Brasil em 'BB-', com perspectiva estável, citando entre outros fatores o ambiente político desafiador e os efeitos da corrupção, que contaminaram o cenário pró-reformas, e a greve dos caminhoneiros, dois meses antes, que prejudicou o PIB.

    Com essa nota, o país está três degraus abaixo da faixa chamada de grau de investimento, considerada de baixo risco.

    No plano político, disse ele, a eleição de Jair Bolsonaro, em outubro, e a vitória de seu grupo na escolha dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, na semana passada, criam um ambiente mais propício para a aprovação de reformas, incluindo a da Previdência.

    Além disso, de agosto para cá, a expectativa do mercado em relação à evolução da Selic neste ano passou de aumento para estabilidade, com parte dos economistas inclusive defendendo uma queda da taxa, mantida esta semana em 6,5 por cento ao ano. Além disso, as contas externas seguem saudáveis.

    Em relação ao ambiente internacional, disse Guedes, o medo de escalada de um embate comercial entre Estados Unidos e China arrefeceu, assim como a expectativa de aumento do juro norte-americano também tem diminuído.

    'Isso não necessariamente impacta a dinâmica da dívida brasileira, mas os aspectos negativos internacionais estão menos agudos, o que é positivo para os países emergentes', disse o diretor da Fitch.

    Para o executivo, as indicações do governo Bolsonaro em relação à agenda de reformas até agora são positivas e a oposição parlamentar aparentemente não tem capacidade de bloquear qualquer mudança constitucional.

    'Mas o risco de implementação da reforma da Previdência ainda é relevante e, na Fitch, nós levamos em consideração (para efeito de reavaliar a nota de crédito) apenas quando as reformas são efetivamente implementadas', disse ele.

    Guedes acrescentou que o Brasil ainda tem diversas outras fraquezas estruturais, que prejudicam a competitividade da economia, como o mercado de trabalho engessado e o sistema tributário complexo e pouco eficiente.

    O comitê da Fitch para análise de ratings soberanos se reúne uma vez por ano. No caso do Brasil, esses encontros têm ocorrido semestralmente. Ele declinou de comentar, porém, se o comitê sobre o país se reuniu recentemente ou se reunirá em breve.

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    Abic registra aumento de 4,8% no consumo de café no Brasil; revê metodologia

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - O consumo de café no Brasil cresceu 4,8 por cento no último ano, no maior ritmo desde 2006, e tende a avançar a taxas consistentes nos próximos anos, conforme a retomada econômica e mudanças de hábitos impulsionam a demanda doméstica pelo produto, disse a Abic nesta quarta-feira.

    Os dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) agora levam em conta nova metodologia, que passou a desconsiderar o volume antes atribuído às empresas não cadastradas, como fazendas, cafeterias, vendas em feiras e demais comerciantes informais.

    Pelo novo método, o consumo de café somou 21 milhões de sacas no ano comercial que vai de novembro de 2017 a outubro de 2018. Pelo antigo, atingiria cerca de 23 milhões de sacas, segundo a Abic.

    'Era um número cheio de incertezas', afirmou o diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, durante coletiva de imprensa em São Paulo.

    Conforme os dados da associação, o consumo per capita de café em grão cru no Brasil, país que é o segundo maior consumidor mundial da bebida, foi de 6,02 kg em 2018, ante 5,81 kg no ano anterior.

    'Batemos um recorde de alta no consumo desde 2006. É um conjunto de fatores (para esse desempenho), mas, sem dúvida, temos o aumento do público consumidor, a melhora e a oferta de produtos diferenciados.... Hoje se toma café pela diferenciação, para combinar produtos, mudar formas de preparo... Acho que isso tudo explica o aumento do consumo de café', comentou.

    A tendência é de que, em meio a esse aumento do público consumidor e busca por novos tipos de produto, o consumo de café no Brasil tenha crescimento expressivo, de 3,5 por cento ao ano até 2021, segundo dados da Euromonitor usados pela Abic.

    Caso isso se confirme, o Brasil consumiria 21,7 milhões de sacas de café em 2019 e 23,3 milhões em 2021, pela nova metodologia.

    'Essa condição também está associada à retomada econômica, sem dúvida', destacou o diretor da Abic.

    Ainda segundo ele, o Sudeste segue como maior região consumidora de café do país.

    A maior parte do café produzido no Brasil, maior exportador global, é vendida ao exterior, um número que atingiu cerca de 35 milhões de sacas no ano passado.

    SAFRA

    Herszkowicz disse que as perspectivas são favoráveis para a safra de café deste ano no Brasil, o maior produtor e exportador mundial da commodity.

    'A safra tem tamanho bom. Somada com a do ano passado, as duas mais do que suprem convenientemente a exportação e o consumo interno. Em relação à qualidade, tende a ser bom, porque choveu na época certa... A safra tem bom tamanho para garantir bons negócios', disse, fazendo, contudo, ponderações quanto à oferta de robusta.

    'Preocupa um pouco esse calor excessivo no Espírito Santo. Com o calor excessivo, o fruto seca antes... E isso diminui a qualidade', comentou ele, acrescentando que a safra na Bahia e em Rondônia 'vai muito bem'.

    Espírito Santo, Bahia e Rondônia são os maiores produtores de robusta, ou conilon, usado no blend com o arábica e para solúveis.

    O Brasil deve produzir neste ano entre 50,5 milhões e 54,5 milhões de sacas de café, segundo projeção da estatal Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), recorde para anos de baixa produção, marcados pela bienalidade negativa do arábica, a variedade mais cultivada no país. No passado, o país colheu mais de 60 milhões de sacas.

    Do total, entre 36,1 milhões e 38,1 milhões de sacas devem ser de arábica, enquanto a produção de robusta deve ficar entre 14,3 milhões e 16,3 milhões de sacas, segundo a Conab.

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    Brasil fecha 2018 com queda em taxa de desemprego para 11,6% no 4º tri, mas informalidade avança

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil encerrou 2018 com 12,195 milhões de desempregados e taxa de desemprego no quarto trimestre no menor patamar do ano, mantendo o ritmo lento e gradual de recuperação do mercado de trabalho em linha com a atividade econômica, mas com avanço da informalidade.

    A taxa de desemprego do Brasil ficou em 11,6 por cento no quarto trimestre, contra 11,9 por cento no terceiro e igualando o resultado dos três meses até novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

    Os dados apresentados pela Pnad Contínua mostram que o mercado de trabalho continua marcado pelo desalento dos trabalhadores e pela informalidade, embora a taxa de desemprego tenha terminado 2018 no nível mais baixo do ano.

    No final de 2017, a taxa havia ficado em 11,8 por cento.

    Entre outubro e dezembro o contingente de desempregados no Brasil caiu a 12,195 milhões, de 12,492 milhões no terceiro trimestre e 12,206 milhões nos três meses até novembro. No mesmo período de 2017 o número de desempregados era de 12,311 milhões.

    No último trimestre de 2018, o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, ainda mostrou-se elevado, mas caiu a 4,706 milhões, de 4,776 milhões no terceiro trimestre e 4,705 milhões no trimestre até novembro.

    Apesar da melhora, a marca de 2018 foi a decadência do emprego formal, em um cenário de recuperação da atividade em ritmo moderado. O IBGE mostrou que o emprego com carteira assinada registrou alta de 0,1 por cento no quarto trimestre sobre o terceiro, a 32,997 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período de 2018, entretanto, houve recuo de 1,0 por cento.

    Já o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado atingiu 11,542 milhões, um aumento de 0,3 por cento sobre os três meses entre julho e setembro e alta de 3,8 por cento sobre o mesmo peróodo do ano anterior.

    O IBGE informou também que o rendimento médio do trabalhador atingiu 2.254 reais no trimestre até dezembro, contra 2.237 reais no terceiro trimestre e 2.241 no mesmo período de 2017.

    Em 2018, o Brasil abriu 529.554 vagas formais, criando postos de trabalho pela primeira vez desde 2014, de acordo com dados do Ministério da Economia.

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    Brasil reconhece líder da oposição Guaidó como presidente interino da Venezuela

    SÃO PAULO (Reuters) - O governo brasileiro reconheceu nesta quarta-feira o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como presidente interino do país e se comprometeu a apoiar o 'processo de transição' no país vizinho, afirmou nota do Ministério das Relações Exteriores.

    'O Brasil reconhece o senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela. O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela', afirma a nota.

    Mais cedo, Guaidó prestou juramento como presidente interino da Venezuela, aumentando a pressão sobre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, cuja posse em um segundo mandato no comando do país foi questionada pela comunidade internacional, especialmente por países latino-americanos.

    Pouco antes da nota do Itamaraty, a Casa Branca havia divulgado nota informando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também reconheceu Guaidó como presidente interino da Venezuela.

    Enquanto a nota do Itamaraty era divulgada no site do ministério, o presidente Jair Bolsonaro realizava uma entrevista coletiva em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, ao lado do presidente da Colômbia, Iván Duque, e de autoridades do Peru e do Canadá para anunciar que os países reconhecem Guaidó como presidente interino da Venezuela.

    'O Brasil, juntamente com os demais países do Grupo de Lima, estão reconhecendo um a um esse fato. Nós daremos todo o apoio político necessário para que esse processo siga seu destino', disse Bolsonaro a jornalistas em Davos.

    No início do mês os governos de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia, que formam o Grupo de Lima, fizeram um apelo para que Maduro não assumisse um segundo mandato após eleições apontadas como fraudulentas. O México, que também compõe o grupo, não assinou a nota.

    Após a posse de Maduro, no dia 10, o Itamaraty afirmou que ele iniciava um mandato ilegítimo e declarou apoio à Assembleia Nacional venezuelana, comandada pela oposição.

    O juramento de Guaidó como presidente interino e o reconhecimento dele no cargo por países da região acontece no mesmo dia em que ocorrem protestos na Venezuela contra o governo Maduro.

    A Venezuela vive uma grave crise política, econômica e social que tem levado milhares de venezuelanos a se refugiarem em outros países.

    (Reportagem de Eduardo Simões, em São Paulo, e Mateus Maia, em Brasília)

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    Após meses de espera, Amazon.com inicia vendas diretas no Brasil com 11 categorias de produtos

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A varejista norte-americana Amazon.com inicia nesta terça-feira as vendas diretas de 11 categorias de produtos a partir do seu novo centro de distribuição em Cajamar (SP), em mais um passo da tão aguardada expansão das operações na maior economia da América Latina.

    O lançamento ocorre após vários meses de espera e confirma reportagens veiculadas pela Reuters no último ano sobre os esforços da gigante para superar os desafios logísticos inerentes a um país tão extenso quanto o Brasil e avançar com o chamado Fulfillment by Amazon (FBA).

    'Lançamos com 320 mil produtos diferentes em inventário, sendo 200 mil livros... Nossa obsessão é sempre aumentar esse catálogo e ter tudo aquilo que o brasileiro procura e quer comprar na internet', afirmou à Reuters o presidente da Amazon no Brasil, Alex Szapiro.

    Ainda segundo o executivo, embora o momento coincida com o início de um novo governo, a decisão nada tem a ver com política ou macroeconomia. 'Temos sido otimistas no Brasil há anos... Eram outros governos quando tomamos decisões lá atrás, então para nós não influencia em nada', explicou.

    A Amazon.com desembarcou no Brasil em 2012, concentrando-se inicialmente na venda de livros digitais e físicos, e começou a adicionar novas categorias a partir de 2017 por meio da venda de produtos de terceiros.

    A companhia não informa o tamanho da base de vendedores do marketplace, que ganhará quatro novas verticais a partir desta terça-feira: bebês, brinquedos, beleza e cuidado pessoal. Essas e outras sete estarão disponíveis na plataforma de venda direta, amplamente conhecida como 1P dentro o jargão de varejo.

    'Temos mais de 800 fornecedores/marcas distintos para venda direta', acrescentou Szapiro, sem entrar em detalhes sobre as negociações.

    Em novembro, a Reuters noticiou que os esforços da Amazon para iniciar a venda direta no Brasil esbarravam em um complexo sistema tributário, logística complicada e relações árduas com fornecedores. Na ocasião, fontes citaram a pouca flexibilidade por parte da gigante varejista como um dos principais entraves.

    'Como toda boa negociação, você se senta e quer ter as melhores condições para oferecer ao cliente... Nunca tem uma em que não haja discussão sobre os termos', comentou o executivo ao ser questionado sobre o tom das conversas.

    Exceto livros, cuja distribuição seguirá sob os cuidados da operadora logística Luft em Barueri (SP), os demais itens para venda direta serão despachados a partir do galpão logístico em Cajamar, segundo ele.

    Com 47 mil metros quadrados, o equivalente a 10 campos de futebol, a instalação é fruto de uma parceria com a também norte-americana Prologis, conforme antecipou a Reuters mais de 11 meses atrás.

    Szapiro não revelou o investimento nem o número de pessoas contratadas para o lançamento da plataforma 1P, mas disse que a Amazon emprega mais de 1.400 pessoas direta e indiretamente somadas todas as operações no Brasil.

    Em relatório divulgado na segunda-feira, os analistas do BTG Pactual Fabio Monteiro e Luiz Guanais destacaram que o foco maior da Amazon no segmento de venda direta significa que a empresa está pronta para fortalecer os investimentos, potencialmente via parcerias com operadores e transportadoras que atuam no regime conhecido como 'última milha', em que produtos comprados pela internet são entregues em poucas horas.

    Eles ponderaram, contudo, que a companhia deverá adotar uma 'abordagem gradual', dada a concorrência acirrada de varejistas já bem estabelecidas no mercado brasileiro. 'Esse cenário deve impedir a Amazon de crescer rápido no Brasil. Em nosso estudo, ela compete por uma participação de mercado de duplo dígito baixo', escreveram.

    Mesmo assim, as ações de empresas de comércio eletrônico reagiram negativamente à expectativa de lançamento da plataforma 1P da Amazon, com B2W, Magazine Luiza e Lojas Americanas entre os destaques negativos do Ibovespa na segunda-feira.

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    Empresa de leasing pode retomar 20% da frota de aviões da Avianca Brasil, diz fonte

    Por Marcelo Rochabrun

    SAO PAULO (Reuters) - A empresa de leasing Aircastle deve retomar 10 jatos da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país, após uma audiência do processo de recuperação judicial na segunda-feira, disse uma fonte familiarizada com o assunto, potencialmente comprometendo os voos de milhares de passageiros.

    Os 10 aviões Airbus A320 representam mais de 20 por cento da frota atual da Avianca Brasil, de acordo com dados fornecidos pela agência reguladora de aviação, Anac.

    A companhia aérea pode perder mais aviões no futuro. A GE Capital Aviation Services e uma subsidiária estão buscando retomar 12 Airbus A320 da Avianca Brasil, de acordo com James Luton, um porta-voz da GE.

    Quando pediu recuperação judicial no mês passado, a Avianca Brasil admitiu a possível perda de 14 aviões, que segundo ela afetaria 77 mil passageiros em um período de três semanas.

    Um representante da Avianca Brasil se recusou a comentar. O pedido de recuperação veio depois de anos de prejuízos crescentes e pagamentos atrasados ??de aeronaves.

    O pedido de recuperação, ao mesmo tempo em que protege os credores, não cobre arrendamentos, que são a fonte de toda a frota de 46 aeronaves da empresa.

    Entre o fim de 2016 e setembro de 2018, os passivos da Avianca Brasil para empresas de leasing de aeronaves quintuplicaram para 415 milhões de reais, de acordo com as demonstrações financeiras da empresa.

    Um juiz manteve a decisão que teria permitido que a Aircastle recuperasse os aviões no mês passado. Essa decisão, no entanto, expira na segunda-feira.

    Desde que essa decisão foi tomada, disse a fonte, a Avianca Brasil não fez nenhuma proposta à Aircastle que a permitisse manter os aviões. A Avianca Brasil deve à Aircastle mais de 30 milhões de dólares, acrescentou a fonte.

    O negócio é importante para a Aircastle, uma vez que a Avianca Brasil é seu maior cliente individual, representando cerca de 7 por cento de seu valor contábil, de acordo com as divulgações financeiras da empresa de leasing.

    A Avianca Brasil é separada da Avianca Holdings, com sede na Colômbia. Mas elas são do mesmo dono, o empresário boliviano German Efromovich.

    A United Continental Holdings concedeu à empresa um empréstimo de 500 milhões de dólares em novembro passado. Nenhuma das partes revelou por que o empréstimo é necessário, mas Efromovich foi processado por não pagar suas dívidas nos Estados Unidos e no Brasil nos últimos anos.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Desemprego no Brasil cai a 11,6% no tri até novembro em retomada marcada pela informalidade

    Desemprego no Brasil cai a 11,6% no tri até novembro em retomada marcada pela informalidade

    SÃO PAULO (Reuters) - O número de desempregados no Brasil chegou a pouco mais de 12 milhões no trimestre encerrado em novembro com a oitava queda seguida da taxa de desemprego, dando continuidade a uma recuperação lenta do mercado de trabalho e pela informalidade recorde.

    A taxa de desemprego do Brasil atingiu 11,6 por cento nos três meses até novembro, de 11,7 por cento no trimestre até outubro, porém em um cenário marcado também pelo desalento dos trabalhadores.

    O dado que consta da Pnad Contínua e apresentado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou levemente acima da expectativa em pesquisa da Reuters de uma taxa de 11,5 por cento no período.

    No trimestre até novembro, o número de desempregados no Brasil caiu a 12,206 milhões, contra 12,351 milhões no trimestre até outubro e 12,571 milhões no mesmo período do ano passado.

    O número de desalentados nesse período, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, permaneceu alto, embora tenha mostrado redução a 4,705 milhões de 4,733 milhões no trimestre até outubro.

    Em uma economia que caminha sem fôlego expressivo, o trabalho formal continua em degradação e, de acordo com o IBGE, a informalidade atingiu no trimestre até novembro nível recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, em meio a fatores como a falta de estabilidade, o rendimento baixo e a falta de segurança previdenciária.

    O emprego com carteira assinada registrou queda de 0,8 por cento em relação aos três meses até novembro de 2017, a 32,962 milhões de pessoas.

    Por sua vez, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado foi a 11,689 milhões, o que representa um aumento de 4,7 por cento na comparação com o ano passado.

    'Desde o segundo trimestre de 2018, percebeu-se queda significativa da desocupação, o que seria uma notícia excelente não fosse o fato de ela vir acompanhada por informalidade. Ou seja, em termos de qualidade, há uma falha nesse processo de recuperação', afirmou o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.

    O IBGE apontou ainda que o rendimento médio do trabalhador foi de 2.238 reais no trimestre até novembro, contra 2.235 reais nos três meses até outubro e também 2.235 no mesmo período de 2017.

    Em novembro, o Brasil registrou criação líquida de 58.664 vagas formais de emprego, no melhor dado para o mês desde 2010, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

    (Por Camila Moreira)

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    Brasil dá primeiro passo para se juntar ao clube de países com submarinos nucleares

    ITAGUAÍ, Rio de Janeiro (Reuters) - O Brasil lançou nesta sexta-feira o primeiro de cinco submarinos de ataque construídos com tecnologia francesa em um programa de 35 bilhões de reais que deve terminar em 2029 com a entrega de um submarino nuclear.

    O presidente Michel Temer e o presidente eleito Jair Bolsonaro apertaram o botão que lançou no mar o submarino de 1.700 toneladas chamado Riachuelo em uma base naval no Estado do Rio de Janeiro. A mulher de Temer, Marcela, batizou a embarcação quebrando uma garrafa de champanhe contra o casco.

    Os submarinos que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil em parceria com a empresa de defesa francesa Naval Group, anteriormente conhecida como DCNS, são uma versão modificada do submarino a diesel da classe Scorpene.

    Os quatro primeiros submarinos do acordo com a Naval Group são submarinos convencionais, mas o quinto colocará o Brasil no clube de apenas seis nações com submarinos de propulsão nuclear --Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Índia.

    O programa foi adiado por cortes orçamentários e escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras como a Odebrecht. A data de lançamento dos últimos submarinos foi adiada para até 2029.

    O Riachuelo se junta na Marinha brasileira a outros cinco submarinos mais antigos de tecnologia alemã.

    O almirante Bento Albuquerque, que será ministro de Minas e Energia de Bolsonaro quando o presidente eleito assumir em 1º de janeiro, disse que o investimento no programa de novos submarinos totaliza 35 bilhões de reais a valores atuais.

    Os novos submarinos irão equipar a Marinha para patrulhar as águas profundas de 3,5 milhões de quilômetros quadrados do Brasil, que contêm vasta riqueza em reservas de petróleo e gás da chamada região do pré-sal.

    'País de vocação pacífica, o Brasil constrói seus submarinos não para ameaçar quem quer que seja, não para perturbar a tranquilidade das águas internacionais', disse Temer.

    'O Brasil constrói seus submarinos porque um país com mais de 7.000 quilômetros de costa não pode prescindir de instrumentos para defesa de sua soberania e suas riquezas marinhas', afirmou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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