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    Justiça autoriza Vale a retomar operação de sua maior mina de MG

    Por Luciano Costa e Marta Nogueira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais autorizou a mineradora Vale a retomar a operação de sua mina Brucutu, a maior de minério de ferro da companhia no Estado, segundo documento visto pela Reuters nesta terça-feira.

    As ações da maior produtora global de minério de ferro fecharam com alta de 3,45 por cento, impulsionadas pela notícia da liberação da mina.

    A retomada de Brucutu, com capacidade para produzir 30 milhões de toneladas por ano, na cidade de São Gonçalo do Rio Abaixo, poderia amenizar o impacto de outras paralisações de operações na Vale, na sequência do rompimento mortal da barragem da companhia em Brumadinho, também em Minas.

    Ao final de março, a Vale afirmou que poderia vender até cerca de 20 por cento menos minério de ferro que o anteriormente programado para 2019, embora contasse com um retorno de Brucutu.

    Os preços do minério de ferro na China engataram forte alta após o rompimento da barragem de Brumadinho e suspensões de operações da Vale. Desde 25 de janeiro, acumulam alta de mais de 25 por cento.

    A Vale não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

    A mina de Brucutu foi paralisada no início de fevereiro, após ação movida pelo Ministério Público mineiro, após o desastre que vitimou 277 pessoas, entre mortos e desaparecidos (48).

    Posteriormente, a Vale conseguiu autorização para retomar a unidade, mas não o fez devido a uma outra liminar impedindo a retomada.

    Na peça de ingresso da ação de origem, o MPMG afirmou que o rompimento da barragem de Brumadinho demonstra que a Vale não estaria adotando as medidas necessárias para manutenção da segurança de seus empreendimentos.

    A liberação anunciada nesta terça-feira foi assinada pelo presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Nelson Missias de Morais, ao acatar pedido feito pelo município de São Gonçalo do Rio Abaixo.

    Na decisão, Morais pontuou que a Barragem Sul, que atende à mina de Brucutu, tem um laudo técnico que atesta sua estabilidade. Além disso, registrou que apesar do dano potencial associado alto, a estrutura foi classificada como de risco baixo.

    'Medidas que acarretem a paralisação de atividades devem ser tomadas a partir de elementos concretos e não em virtude de meros receios decorrentes de ilações em razão de erros cometidos em circunstâncias manifestamente diversas da que se apresenta na espécie'.

    'A paralisação das atividades de tão importante complexo minerário implicaria necessariamente impactos gravíssimos na economia e na ordem locais.'

    Em nota, a prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo explicou que o município ingressou com o recurso por entender que a mina paralisada traria prejuízo financeiro de 230 mil reais por dia aos cofres públicos, comprometendo a entrega de serviços públicos essenciais aos munícipes.

    'O retorno das operações de Brucutu é fundamental para darmos continuidade aos projetos e serviços ofertados em São Gonçalo', disse em nota o prefeito, Antônio Carlos Bicalho.

    'Como já disse anteriormente, é inadmissível perder sequer uma vida em função de acidentes como os de Mariana e Brumadinho, mas temos que reconhecer a relevância da atividade mineraria para o nosso município e região.'

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    Vale diz que liminares impedem retomada de mina de Brucutu em prazo estipulado

    SÃO PAULO (Reuters) - A Vale disse que tomou conhecimento de decisões liminares, no âmbito de ações civis públicas movidas pelo Ministério Público mineiro (MPMG), que vão impactar 'apenas' as operações da mina de Brucutu, de acordo com fato relevante divulgada nesta segunda-feira.

    Conforme a mineradora, consequentemente Brucutu não retomará sua operação no prazo previsto anteriormente, com impacto anualizado estimado na produção de aproximadamente 30 milhões de toneladas de minério de ferro.

    As decisões liminares determinaram, dentre outras providências, a paralisação de atividades das seguintes estruturas de contenção: Barragem Dique de Contenção Paracatu; Dique de Contenção Lavra Azul; Barragem Dicão Leste; Barragem do Mosquito; Dique de Contenção Cobras; Barragem Sul; Barragem Sabiá; B3; Dique da Estrada de São Gonçalo; Barragem Principal; Barragem Captação; Barragem Pocilga e Barragem Athayde.

    Segundo a Vale, contudo, apenas Brucutu terá as operações afetadas, 'em função da Barragem Sul receber descargas eventuais de sua usina de concentração'.

    'A Vale tomou conhecimento das decisões, mas ainda não foi notificada. As decisões se basearam, principalmente, em notificação recebida pelo MPMG, contendo informações preliminares sobre as estruturas. A Vale continuará a adotar todas as medidas necessárias para garantir a segurança de suas barragens e tomará as medidas legais cabíveis no âmbito das ações judiciais', destacou a mineradora.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Justiça autoriza Vale a retomar Brucutu; empresa aguarda aval de Minas

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Justiça de Minas Gerais autorizou a retomada das atividades da Vale na barragem de Laranjeiras e no complexo de Brucutu, principal operação de minério de ferro da companhia no Estado, informou a empresa em fato relevante nesta terça-feira.

    Segundo a Vale, a Justiça intimou a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais (Semad) para que a decisão seja cumprida. Enquanto isso, as atividades permanecem paralisadas.

    Questionada se já havia sido notificada e se havia uma previsão de retorno das operações, a Semad não tinha uma resposta de imediato.

    A mina de Brucutu representa capacidade de produção de 30 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano, paralisada desde o início de fevereiro, devido a uma ação movida pelo Ministério Público de Minas Gerais.

    Na decisão que parou a mina, a Justiça havia impedido o lançamento de rejeitos ou a prática de qualquer atividade potencialmente capaz de aumentar os riscos da barragem de Laranjeiras e outras, segundo informações anteriores.

    Brucutu está entre as operações que a Vale foi levada a paralisar após o rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho, Minas Gerais, em 25 de janeiro, que deixou mais de 300 pessoas mortas.

    Outros 40 milhões de toneladas/ano foram paralisados pela própria Vale, como parte de um plano para descomissionar barragens com o mesmo método de construção da estrutura que se rompeu em Brumadinho.

    Os 12,8 milhões de toneladas restantes foram parados também pela Justiça, que determinou que a Vale se abstenha de praticar qualquer ato tendente a construir, operar, altear ou utilizar a barragem Doutor, bem como de operar as demais estruturas da mina de Timbopeba.

    O volume total paralisado até o momento equivale a quase 21 por cento da produção de minério de ferro na Vale (maior produtora global da commodity) inicialmente prevista para 2019, de 400 milhões de toneladas.

    No início de março, as exportações de minério de ferro do Brasil deram sinais de perder força, após um aumento em fevereiro, em meio aos cortes de capacidade da Vale. A redução produtiva tem sustentado os preços globais da commodity.

    A ação da Vale operava em alta de 2,85 por cento, por volta das 17h10.

    (Por Marta Nogueira)

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    MG cancela autorização para Vale operar barragem de mina Brucutu

    SÃO PAULO/BELO HORIZONTE (Reuters) - A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), do governo de Minas Gerais, cancelou a Autorização Provisória para Operar (APO) da barragem de Laranjeiras, pertencente à Vale e utilizada na operação da mina de Brucutu, de acordo com fato relevante nesta quarta-feira.

    O cancelamento ocorreu após uma decisão judicial anterior que determinou a paralisação de várias barragens, incluindo a de Laranjeiras, em um desdobramento da tragédia de Brumadinho, em 25 de janeiro.

    A paralisação da mina de Brucutu, a maior de minério de ferro da Vale em Minas Gerais, tem impacto estimado na produção de cerca de 30 milhões de toneladas ao ano.

    As ações ampliaram perdas após a divulgação da informação pela Vale, fechando em baixa de quase 5 por cento.

    O cancelamento da licença aumenta as preocupações sobre o tempo que a Vale levará para voltar a operar a mina de Brucutu. Na véspera, por conta da decisão judicial, a companhia já havia alertado clientes que não conseguiria cumprir uma série de contratos de entrega de minério de ferro e de pelotas, ao declarar força maior.

    A produção de 30 milhões de toneladas/ano afetada representa o equivalente a 7,5 por cento da extração projetada pela companhia em 2019, de 400 milhões de toneladas.

    Analistas já disseram que, se as operações em Brucutu forem de fato suspensas por um longo período, há a expectativa de impacto negativo nos embarques de minério de ferro da Vale, já que a flexibilidade operacional da empresa não seria suficiente para suportar a perda de produção.

    Isso porque a empresa já havia anunciado que paralisaria 40 milhões de toneladas, para acelerar o processo de descomissionamento de barragens a montante.

    Inicialmente, a avaliação do mercado --e a própria empresa chegou a afirmar-- foi de que a mineradora poderia compensar a perda na produção de Minas Gerais com aumento da extração do Pará.

    Procurada, a Vale não detalhou se conseguirá compensar a parada de Brucutu, com o cancelamento da licença.

    A Reuters procurou a secretaria de Minas para buscar informações sobre o prazo para a emissão de uma nova licença, mas não houve um retorno imediato.

    A redução na entrega de minério de ferro pela Vale, maior produtora global da commodity, tem potencial de sustentar mais o mercado do produto, que registrou na China máximas de vários meses recentemente, com operadores reagindo aos desdobramentos do rompimento de uma barragem.

    A Vale informou ainda que a Semad determinou a suspensão imediata da Mina de Jangada, por entender que a Licença de Operação desta está unificada à LO da Mina Córrego de Feijão, em Brumadinho, a despeito das minas terem atos autorizativos distintos.

    A Mina da Jangada já estava paralisada em consequência da paralisação da operação da mina Córrego de Feijão.

    A companhia afirmou que entende que 'não existe fundamento técnico e/ou jurídico ou avaliação de risco que justifique o cancelamento da APO'. Disse ainda que adotará as medidas administrativas e judiciais cabíveis quanto à referida decisão.

    (Por Roberto Samora e Marta Nogueira)

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