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    Toffoli mantém votação secreta para eleição de presidente da Câmara

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, negou nesta quarta-feira pedido liminar feito pelo deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) para que a eleição para presidente da Câmara dos Deputados fosse realizada em votação aberta.

    Dessa forma, Toffoli mantém a eleição para presidente da Câmara em votação secreta, quando os deputados federais não precisam explicitar publicamente em quem votou para a disputa.

    Kataguiri é um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL) e foi eleito pela primeira vez em outubro. Ele se coloca como candidato a presidir a Câmara. O deputado eleito defendia o direito à publicidade do voto de seus pares na eleição para a Mesa Diretora da Casa. Ele argumentava que o segredo do voto afrontava princípios constitucionais.

    Na decisão de 13 páginas, o presidente do STF disse haver expressa previsão no regimento da Câmara de que a votação seja secreta e que a Constituição não se pronunciou especificamente sobre esse tipo de eleição. Ele destacou ainda que o sigilo para esse tipo de votação resguarda a Câmara de pressão externa de outros Poderes e que a manutenção da atual regra garante segurança jurídica.

    'Noto que a modificação para a eleição vindoura, por meio de decisão monocrática, sem a possibilidade de análise pelo plenário da corte (tendo em vista o recesso judiciário), implicaria em modificação repentina da forma como a eleição da mesa diretiva regimentalmente vem se realizando ao longo dos anos naquela Casa', disse Toffoli.

    'Ao passo em que a manutenção da regra regimental permite a continuidade dos trabalhos diretivos da Casa Legislativa nos moldes definidos por aquele Poder', completou.

    SENADO

    Durante o recesso do Judiciário, Toffoli deverá avaliar ainda se mantém ou cassa a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, que em dezembro determinou em liminar que a votação para a escolha do presidente do Senado seja aberta. Essa decisão pode ter impacto na decisão do ex-presidente da Casa e senador Renan Calheiros (MDB-AL) de concorrer novamente ao cargo. Renan é visto com reservas por pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro.

    As eleições para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado estão marcadas para o início de fevereiro. Na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é favorito para se reeleger ao posto, após conquistar o apoio de uma série de partidos, entre eles o PSL, de Bolsonaro.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Democratas assumem Câmara e desafiam Trump por paralisação do governo dos EUA

    Por Amanda Becker e Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - Os democratas não demoraram a demonstrar seu recém-adquirido comando da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos e já se articulavam para aprovar leis com o potencial de encerrar a paralisação parcial do governo dos EUA, em seu 13º dia, sem atender ao presidente Donald Trump, que demanda 5 bilhões de dólares para construção de um muro na fronteira.

    Esta quinta-feira é o primeiro dia, desde que Trump assumiu a Presidência em janeiro de 2017, de uma divisão de poderes em Washington, depois que os democratas assumiram o controle da Câmara no lugar dos republicanos, que permanecem à frente do Senado.

    A legislatura para os anos 2019 e 2020 do Congresso dos EUA abriu os trabalhos em meio a uma interrupção nos serviços de cerca de um quarto do governo, o que afeta em torno de 800 mil servidores, paralisação provocada pela exigência de Trump de que recursos para a construção de um muro na fronteira com o México sejam incluídos em qualquer legislação orçamentária aprovada daqui em diante – os democratas se opõem à liberação da verba.

    Líderes congressistas de ambos os partidos não conseguiram avançar nas conversas com Trump na quarta-feira na Casa Branca, e devem retornar para mais uma rodada de negociação na sexta, numa indicação de que a paralisação deve se prolongar até o fim da semana.

    Na Câmara, a veterana democrata Nancy Pelosi foi eleita presidente, no que será a segunda passagem da deputada liberal de San Francisco por um dos cargos mais poderosos de Washington. A expectativa é de que sejam logo votadas leis orçamentárias feitas pelos democratas.

    'Eu prometo que este Congresso será transparente, bipartidário e unificador, que buscaremos alcançar o outro lado do corredor (outro partido) nesta Câmara e em todas as divisões do nosso país', disse Pelosi.

    O pacote em duas partes elaborado pelos democratas inclui um projeto de lei para financiar o Departamento de Segurança Interna nos patamares já praticados até 8 de fevereiro, com a previsão de 1,3 bilhão de dólares para cercas nas fronteiras e 300 milhões de dólares para outros itens de segurança fronteiriça, incluindo equipamentos e câmeras.

    A segunda parte do pacote seria destinada ao financiamento de outras agências federais que encontram-se sem recursos, incluindo os departamentos de Agricultura, Interior, Transporte, Comércio e Justiça. Nesse caso, as verbas estão previstas para durar até 30 de setembro, quando se encerra o atual ano fiscal.

    O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, indicou que os senadores não devem aprovar a legislação dos democratas, a qual chamou de “teatro político, não legislação produtiva”.

    “Não vamos desperdiçar o tempo”, disse ele no plenário do Senado. “Não vamos começar com o pé errado com os democratas da Câmara, que usam sua plataforma para apresentar posições políticas em vez de soluções sérias”.

    McConnell disse que o Senado não vai votar nenhuma proposta que não tenha uma chance real de ser sancionada por Trump.

    Depois das eleições parlamentares de novembro, os republicanos mantiveram maioria de 53 senadores, ante 47 dos democratas, enquanto estes obtiveram 235 assentos na Câmara, ante 199 dos republicanos.

    O muro é uma das principais promessas feitas na campanha de Trump em 2016, quando ele disse que o México pagaria pela obra, que diz ser necessária para combater a imigração ilegal e o tráfico de drogas. Para os democratas, o muro é imoral, ineficaz e medieval.

    “Não, não. Nada para o muro”, disse Nancy Pelosi em uma entrevista veiculada nesta quinta-feira pelo canal NBC.

    (Reportagem de Richard Cowan, Ginger Gibson e Amanda Becker)

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    PSL espera chegar a 61 deputados e tornar-se maior bancada da Câmara

    BRASÍLIA (Reuters) - O PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro, espera chegar à marca de 61 parlamentares na Câmara dos Deputados, se aproveitando da mini janela partidária que se aproxima para incrementar o número de deputados da sigla, que elegeu 52 deputados na eleição deste ano, e tornar-se o maior partido da Casa.

    'Eu acredito que pode chegar a 61 deputados, a bancada do partido, 61 deputados é a nossa projeção', disse o deputado eleito Marcelo Alvaro Antonio (PSL-MG), após reunião da bancada eleita pelo partido de Bolsonaro em Brasília. O PT, partido que mais elegeu deputados na eleição de outubro, terá 56 deputados a partir de fevereiro.

    Na mesma linha de Alvaro Antonio, o senador eleito e atual deputado Major Olimpio (PSL-SP) disse que o PSL poderá assumir o posto de maior bancada da Câmara na mini janela partidária, que permitirá a troca de partido pelos parlamentares sem risco de perda de mandato.

    'Nós temos muito respeito por todos os partidos... Agora, nós sabemos que vai ter uma mini janela aí e nós faremos, respeitosamente, o convite a parlamentares que tenham o alinhamento ideológico, os princípios do governo Bolsonaro', explicou Olimpio.

    A bancada eleita do partido se reuniu nesta quarta-feira pela primeira vez em um hotel na zona central de Brasília. Segundo Alvaro Antonio, o encontro foi de alinhamento do partido. Bolsonaro compareceu para dar as boas-vindas aos congressistas.

    Alvaro Antonio disse que ainda não há definição de nomes para os cargos de liderança da bancada do PSL na Câmara e que a posição do partido na eleição para presidente da Câmara ainda será discutida.

    'Essa questão da presidência da Câmara, ela ainda está sendo discutida, tanto internamente, quanto com outros partidos também. Então não tem nada definido se teremos um candidato a presidente ou não teremos um candidato a presidente no PSL', disse.

    Bolsonaro tem afirmado que o Palácio do Planalto terá posição de neutralidade na eleição à presidência da Câmara e tem dito que o ideal seria que o PSL não lançasse candidato.

    (Reportagem de Mateus Maia)

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    Em jantar, Maia 'se apresenta' a novatos e aliados articulam candidatura à reeleição na Câmara

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ofereceu um jantar na noite desta terça-feira para se 'apresentar' aos deputados federais recém-eleitos e reencontrar antigos parlamentares, como parte do esforço de aliados dele de viabilizar a candidatura à reeleição do atual dirigente da Casa.

    No encontro realizado na residência oficial da Câmara, segundo uma fonte presente, Maia não fez qualquer pedido público e explícito de apoio para continuar no comando da Casa a partir de fevereiro de 2019, já sob o governo Jair Bolsonaro. Em tom informal, ele fez uma rápida apresentação sobre os desafios que o país terá de passar, colocou-se à disposição de todos e preferiu cumprimentar e falar com cada um dos deputados, os antigos e novatos.

    'Não se tocou em candidatura a presidente', disse um dos presentes.

    Entre as rodas de conversa no jantar para mais de 60 novos parlamentares, segundo duas fontes, não se deixou de falar, informalmente, da conjuntura nacional, de agenda legislativa, e da nomeação de ministros para o novo governo além, é claro, da presidência da Câmara dos Deputados na próxima legislatura.

    O encontro tem, no entanto, os esforços de Maia para se reeleger como pano de fundo, admitiu outra fonte.

    Ainda que sustente que o jantar não se tratou de um “evento de campanha”, a fonte mais próxima do presidente avalia que Maia tem conseguido construir sua pré-candidatura com sucesso. Embora não seja o preferido do presidente eleito e nem de seus aliados do PSL, segundo a fonte, Maia tem conseguido se firmar como um nome viável justamente por conseguir dialogar também com a oposição.

    Sua eleição garantiria, dessa forma, uma governabilidade mais tranquila ao novo governo, ajudando no avanço das agendas de interesse de Jair Bolsonaro e funcionando como uma ponte entre o governo, o centro e a oposição.

    Exemplo disso é a lista de convidados do evento da terça-feira: estavam presentes integrantes da oposição, como o líder do PCdoB, Orlando Silva, e o deputado Weverton Rocha (MA), do PDT. Os dois compareceram ao jantar que contou com a presença de novatos como o recém-eleito Alexandre Frota (PSL-SP).

    FREADA

    Nos bastidores, diante do fato de o atual presidente da Câmara não ser o preferido de Bolsonaro para ficar no cargo em 2019, parlamentares próximos de Maia já trabalham pela criação de um bloco partidário para viabilizar a candidatura dele ao comando da Casa.

    'O que está se tentando aqui é criar um bloco grande de partidos para dar uma freada nele', disse um dos líderes dessa articulação à Reuters, ao citar que participam desses debates por ora Solidariedade, PR, PP, DEM e PSD.

    Essa fonte avalia que futuramente haverá um candidato a presidente da Câmara apoiado por Bolsonaro --ele já deu indicações de que é entusiasta de outros nomes que não Maia.

    'Ninguém é ingênuo. A partir do momento em que ele começa a se articular o outro bloco também vai se organizar.'

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    Deputado João Henrique Caldas se reúne com Bolsonaro e anuncia candidatura à presidência da Câmara

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado federal João Henrique Caldas (PSB-AL) afirmou nesta segunda-feira que vai se candidatar à presidência da Câmara na próxima legislatura, após se encontrar pela manhã com o presidente eleito Jair Bolsonaro na casa do futuro chefe do Executivo no Rio de Janeiro.

    JHC, como o parlamentar é conhecido, disse que foi pedir o apoio de Bolsonaro para a candidatura, mas que o presidente eleito afirmou que não vai interferir na escolha do futuro presidente da Câmara.

    'O presidente foi muito receptivo e nos falamos sobre cenários vindouros e também discutimos uma pauta”, disse JHC na saída da casa de Bolsonaro. “O presidente me relatou que não irá interferir na eleição da Câmara, apesar de ter uma bancada expressiva”.

    Em recentes entrevistas, Bolsonaro tem dito que não pretende trabalhar para que seu partido, o PSL, conquiste a presidência da Câmara, mas que defende a escolha de um nome para comandar a Casa que não trave a pauta de projetos do Executivo.

    Embalado pela vitória de Bolsonaro, o PSL terá a segunda maior bancada da Câmara, com 52 deputados, atrás apenas do PT, que elegeu 56 parlamentares para a Casa.

    Na conversa com Bolsonaro, disse JHC, houve discussões de pautas e uma espécie de “alinhamento de ideias“ sobre o futuro do Congresso. O deputado afirmou que pode ter o apoio de colegas do PSL.

    “Tenho alguns colegas dentro do PSL e claro que temos relação que pode nos ajudar nessa composição. Temos que fazer um pacto de convergência suprapartidário para o país“, acrescentou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Bolsonaro volta à Câmara sob forte segurança e aponta Constituição como único norte

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - Em sua primeira aparição no Congresso Nacional após ter sido eleito presidente da República, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) disse nesta terça-feira que a Constituição é o único norte que existe na democracia e destacou que continuará construindo o Brasil que o povo merece ao lado do Legislativo e do Judiciário.

    “Na topografia existem três nortes: o da quadrícula, o verdadeiro e o magnético. Na democracia é só um norte, é o da nossa Constituição”, afirmou Bolsonaro, em sua breve fala durante sessão solene do Congresso Nacional para marcar os 30 anos da Constituição que contou com a presença de autoridades dos Três Poderes.

    “Temos tudo para sermos uma grande nação. E na união de nós, que no momento estamos aqui, ocupando cargos-chave da República, podemos sim mudar o destino dessa grande nação”, acrescentou Bolsonaro.

    O presidente eleito voltou ao plenário da Câmara dos Deputados, Casa em que atua há 27 anos, sob forte esquema de segurança para acompanhar a solenidade. 'Estou muito feliz', limitou-se a dizer ao ser questionado por repórteres sobre a volta ao Congresso após a eleição presidencial na primeira agenda oficial fora do Rio de Janeiro.

    Inicialmente, o acesso ao plenário da Câmara ficaria excepcionalmente restrito a autoridades, parlamentares e servidores autorizados na solenidade em homenagem à Constituição, mas a medida foi revertida nesta manhã pelo atual presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (MDB-CE) e a presença de jornalistas credenciados foi liberada.

    Acompanhado de auxiliares próximos, Bolsonaro chegou ao Congresso pouco antes das 10h. Inicialmente foi para o gabinete da Presidência do Senado e depois seguiu ciceroneado por Eunício para o plenário da Câmara dos Deputados, onde ocorreu a solenidade.

    Discreto, pouco após ter chegado, o ainda deputado fez um rápido gesto com os dedos simulando uma arma com as duas mãos baixas --esse gesto, tido como polêmico pelos críticos, tornou-se marca registrada de sua campanha. Logo em seguida, fez um sinal de coração com as duas mãos.

    O presidente eleito sentou-se na cadeira mais à esquerda da mesa do plenário da Câmara, de frente para onde tradicionalmente sentam os deputados da oposição.

    De modo geral, ele não prestou atenção aos discursos do presidente Michel Temer, de Eunício, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), da procuradora-geral da República, Raquel Dodge e do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que exaltaram, com maior ou menor intensidade, a Constituição e a necessidade de cumpri-la.

    O plenário da Câmara encheu durante a solenidade, que contou com a presença do ex-presidente José Sarney, autoridades do Poder Judiciário e do Tribunal de Contas da União.

    Nesse ínterim, Bolsonaro, sentado, passou a ser assediado por uma romaria de parlamentares de diversos partidos. Cumprimentaram-no, por exemplo, o deputado e ex-ministro da Secretaria de Governo Antonio Imbassahy (PSDB-BA), o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), aliado dele em pautas da segurança pública e que não se elegeu governador do Distrito Federal e o deputado federal Delegado Waldir (PSL-GO), que assim como Fraga é integrante da chamada bancada da bala.

    Com a mão na boca, Bolsonaro conversou com alguns deputados, acenou para outros que estavam no plenário e pousou para uma foto feita do celular do deputado federal eleito pelo PSL, o ex-ator e empresário Alexandre Frota. Ele trocou rápidas palavras com Toffoli, sentado ao lado dele e que pregou, em seu discurso, que o país precisa de um 'ponto de união' após uma das mais polarizadas disputas eleitorais e defendeu um pacto para promoção de reformas, considerando-as essenciais, como a da Previdência.

    O vice-presidente eleito, general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), passou praticamente toda a solenidade no fundo do plenário da Câmara, em conversa com jornalistas, políticos e outras pessoas que também o pararam para pousar para selfies. Revelou que era a primeira vez que pisava no plenário da Câmara ao destacar que 'milico' está sempre trabalhando. Depois, foi sentar-se ao lado de Bolsonaro, numa cadeira improvisada de última hora.

    Eunício, que em três ocasiões durante a cerimônia destacou a presença da imprensa na cobertura, perguntou se Bolsonaro gostaria de fazer uso da palavra. No momento da nominata das autoridades, o presidente eleito citou apenas o 'querido' Rodrigo Maia e Toffoli, que estava a seu lado. Fez um breve discurso em que exaltou a Constituição como único documento que existe como norte da democracia e, ao final da fala, recebeu o maior aplauso.

    Deixou o plenário da Câmara novamente sob forte esquema de segurança após a fala de Temer, não falou com a imprensa e seguiu diretamente para uma agenda com o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, num sinal claro de prestígio que dará às Forças Armadas no seu governo -- ele é um capitão da reserva do Exército.

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    Câmara dos Deputados da Argentina aprova orçamento de Macri e projeto segue para o Senado

    BUENOS AIRES (Reuters) - A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, na manhã desta quinta-feira, o austero projeto orçamentário do presidente Mauricio Macri para 2019, em uma vitória política para o líder que tenta fazer acentuados cortes de gastos exigidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

    Agora, a proposta orçamentária vai para o Senado, onde deve ser votada no próximo mês. Visando a reeleição em 2019, Macri negociou um empréstimo de 57 bilhões de dólares com o FMI, se comprometendo a cortar seu déficit fiscal primário de uma previsão de 2,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

    A votação na Câmara dos Deputados foi de 138 votos a favor e 103 contra, com 8 abstenções, após um debate de 18 horas que começou ao meio-dia de quarta-feira e que foi marcado por violentos protestos do lado de fora do Congresso, onde a polícia de choque usou gás lacrimogêneo, canhões d'água e balas de borracha.

    Milhares de ativistas liderados por professores, organizações sociais e grupos de esquerda contrários às medidas de austeridade de Macri protestaram pacificamente em frente ao Congresso na quarta-feira, mas pequenos grupos de manifestantes jogaram pedras e entulhos durante as marchas. A Polícia Federal disse que 18 pessoas foram presas até a tarde de quarta-feira.

    Frustrados com a recessão exacerbada por cortes em subsídios de utilidade pública que elevaram contas de eletricidade e aquecimento, os argentinos estão pessimistas sobre a habilidade de Macri estabilizar a economia com suas políticas ortodoxas, indicou recente pesquisa de opinião.

    (Reportagem de Hugh Bronstein; Reportagem Adicional de Cassandra Garrison)

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    Bolsonaro acena com reeleição de Maia para comando da Câmara em 2019 de olho em governabilidade

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSL e favorito para vencer a corrida presidencial, Jair Bolsonaro, tem indicado que poderia respaldar a reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o comando da Câmara em fevereiro de 2019 de olho na governabilidade e em garantir a aprovação de sua agenda de reformas e propostas, disse uma fonte da campanha à Reuters.

    A sinalização que o presidenciável não veta um acerto com Maia contraria o interesse de parte dos 52 deputados federais eleitos pelo PSL no embalo da onda Bolsonaro de escolher um nome da bancada para presidir a Câmara.

    'Rodrigo Maia ainda está no páreo e está muito bem situado para ser o próximo presidente', disse a fonte, que pediu para não ser identificada.

    'Do ponto de vista da agenda que o Bolsonaro precisa aprovar no Legislativo, o melhor é que a coisa saia o mais negociada e pacifica possível, mas a gente precisa compreender que esses novatos vem falando grosso', argumentou a fonte, em referência a deputados eleitos pelo PSL de primeiro mandato que têm defendido uma presença de destaque do partido na Câmara.

    O primeiro a defender candidatura própria do PSL foi o presidente licenciado da legenda, o deputado federal eleito Luciano Bivar (PE), em entrevista à Reuters logo após o primeiro turno. O deputado reeleito Delegado Waldir (PSL-GO) também defendeu à Reuters candidatura própria do partido ao comando da Câmara e colocou restrições a Rodrigo Maia, dizendo que Bolsonaro poderia ficar 'refém' do atual presidente da Câmara.

    “Com certeza. Você não pode esquecer que o pai dele foi derrotado pelo filho do Bolsonaro e por um aliado do Bolsonaro ao Senado no Rio de Janeiro”, lembrou. Cesar Maia (DEM) ficou em terceiro lugar, atrás de Flávio Bolsonaro (PSL) e Arolde de Oliveira (PSD).

    Contudo, Bolsonaro e apoiadores próximos têm dado sinais de que podem compor com outros partidos. Na quinta-feira da semana, em entrevista a uma rádio, o presidenciável deixou em aberto a possibilidade de apoiar Maia.

    'Nada de concreto apoiar Rodrigo Maia, nunca conversei com ele assunto nenhum. Digo mais: um presidente eleito não pode interferir nas eleições da Câmara e do Senado.'

    Nesta terça-feira, Maia participou de um café da manhã com cerca de 30 deputados federais da frente de segurança pública da Câmara no qual se comprometeu a colocar na pauta logo após o segundo turno uma proposta que prevê a flexibilização do Estatuto do Desarmamento, segundo o coordenador Alberto Fraga (DEM-DF). Logo depois disso, o grupo, sem Maia, visitou pessoalmente Bolsonaro para lhe dar apoio.

    Fraga --um dos apoiadores de Bolsonaro na Câmara-- disse que no último encontro não se falou de sucessão da Casa, mas avaliou que uma composição de Bolsonaro com o colega de partido ajudaria ao eventual futuro governo.

    'O que nós sabemos é que, pela experiência que o Bolsonaro tem, vai ser um Congresso muito heterogêneo e tem que ter alguém com muito equilíbrio para presidir', disse Fraga, que não se elegeu na disputa ao governo do Distrito Federal.

    AMPLIAÇÃO DE APOIOS

    Ao buscar uma composição com Maia, disse a fonte, a campanha de Bolsonaro tem por objetivo ampliar desde já o leque de apoios no Congresso do eventual presidente a fim de tentar consolidar uma base de apoio para aprovação de propostas. A intenção é que se busque apoio dos partidos, por meio de parlamentares integrantes de frentes partidárias, conforme já mostrou reportagem da Reuters.

    O DEM apoiou no primeiro turno o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, que terminou a disputa em quarto lugar. No segundo turno, a legenda decidiu ficar neutra, mas várias lideranças têm apoiado individualmente Bolsonaro, como o próprio presidente do partido, ACM Neto.

    O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) é o principal apoiador de Bolsonaro dentro do partido, apoiando-o ostensivamente desde antes do primeiro turno. O próprio Bolsonaro já disse que, caso eleito, Onyx será seu chefe da Casa Civil.

    Nessa composição com o DEM, há uma conversa, ainda que preliminar, de integrantes da campanha sobre a possibilidade de o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), ex-ministro da Educação e que foi derrotado na corrida ao Senado, voltar ao posto que ocupou no governo Michel Temer, disse a fonte.

    Essa conversa sobre Mendonça ocupar a Educação, se vingar, acenaria com uma composição mais ampla de ministério, uma vez que Mendonça mudaria o perfil de governo montado exclusivamente por técnicos defendido por Bolsonaro ao longo da campanha.

    A equipe de Bolsonaro, disse a fonte, está ciente de que uma eventual composição com o DEM, em detrimento do próprio PSL, tem de ser muito bem administrada a fim de não gerar atritos com a nova base que poderiam comprometer a agenda no Congresso.

    A fonte disse que não acredita que a bancada do PSL lance uma candidatura à revelia do que pretende Bolsonaro.

    'Nem do lado do Executivo nem do lado do Legislativo vai haver uma tensão tão forte que leve a uma ruptura, a ninguém interessa. O Bolsonaro vai ganhar do Haddad, todo mundo do partido dele vai querer ficar bem com ele, fora outros partidos que podem aderir', resumiu.

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    ENTREVISTA-Bolsonaro não poderá ficar 'refém' de presidente da Câmara, diz aliado que defende nome do PSL

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Caso saia vitorioso das urnas no segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) não poderá ficar 'refém' do novo presidente da Câmara, afirmou o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), aliado do presidenciável e defensor da tese segundo a qual o comando da Casa deve ficar com o PSL.

    Segundo ele, um nome do PSL à frente da Câmara traria uma garantia de governabilidade a Bolsonaro.

    'Nós não queremos um presidente (da República) refém de um presidente da Câmara', disse à Reuters por telefone. 'Nós queremos um presidente (da República) independente.'

    'O presidente da República acaba comendo na mão do presidente Câmara, por isso não concordo que ele seja do centrão, ou seja do partido A, B, C ou D e de algumas pessoas. Por isso que eu prego que ele seja do PSL', afirmou.

    Sobre o atual presidente da Casa, que já demonstrou a intenção de se reeleger ao cargo, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Waldir voltou a dizer que preferiria um nome de seu partido e lembrou do acordo do carioca com partidos de esquerda para se eleger.

    Afirmou que apesar do alinhamento do deputado à agenda de reformas, Bolsonaro poderia, sim, ficar refém de Maia.

    'Com certeza. Você não pode esquecer que o pai dele foi derrotado pelo filho do Bolsonaro e por um aliado do Bolsonaro ao Senado no Rio de Janeiro', lembrou. Cesar Maia (DEM) ficou em terceiro lugar, atrás de Flávio Bolsonaro (PSL) e Arolde de Oliveira (PSD).

    Delegado Waldir diz não conversar com o centrão ou partidos, mas com pessoas, e defendeu que o próximo a ocupar a cadeira de comando da Câmara não esteja envolvido nas investigações da Lava Jato.

    'O pai do Rodrigo Maia foi derrotado, o sogro dele é investigado na Lava jato, o Rodrigo é investigado na Lava Jato. Então nós não podemos ficar reféns de réus da Lava Jato ou de pessoas investigadas na Lava Jato.'

    O deputado do PSL aproveitou, inclusive, para citar outros nomes do partido que se colocam como fortes candidatos à Presidência da Câmara. Além de si mesmo, lembrou de outro filho de Bolsonaro, Eduardo (SP), Joice Hasselmann (SP) e Kim Kataguiri (SP), assim como Luciano Bivar (PE), presidente licenciado da legenda.

    'Isso lá na frente vai afunilar', avaliou, defendendo que o candidato do partido seja definido pelo voto da bancada.

    'Dentro da bancada devemos fazer uma eleição e aquele que for mais votado dentro da bancada, que tenha experiência e que queira ser o presidente da Câmara seja o escolhido para ser o nosso candidato e tenha o apoio dos demais.'

    Eduardo Bolsonaro tem dito, no entanto, que o PSL poderia apoiar um nome de fora do partido para o comando da Câmara, desde que afinado às bandeiras do pai. [nL2N1WQ0CW][nL2N1WW2AB]

    MUDAR REGIMENTO 'ANDIDEMOCRÁTICO'

    O deputado federal reeleito classificou o atual regimento da Câmara de 'muito antidemocrático' e defendeu mudanças para agilizar, por exemplo, a tramitação de propostas legislativas. Ele disse que, respeitado o direito das minorias, é preciso mudar a forma de se fazer obstrução na Casa --recurso ao qual se recorre para evitar a votação de determinadas matérias.

    'Os partidos nanicos conseguem travar toda a pauta da Câmara por horas e por dias com as ferramentas previstas no regimento', criticou. 'Penso que, se não agirmos tomando cuidados com esses pequenos detalhes, nós voltaremos a ter quatro anos de muita embromação do eleitor', completou.

    O parlamentar disse que é indispensável também enxugar o número de comissões temáticas na Câmara, considerado por ele excessivo, e até mesmo o quadro funcional de forma a dar vazão aos trabalhos dos deputados e não penalizar os novatos.

    Ao ser questionado sobre o foco da pauta legislativa, Delegado Waldir defendeu que, a partir de fevereiro de 2019, o novo Congresso priorize não apenas a pauta econômica.

    'Penso que a pauta prioritária é a de interesse do país, as pautas econômicas, as reformas tributária, previdenciária, reforma da segurança pública, na legislação penal e de processo penal, reformas mais necessárias para o equilíbrio do país', afirmou.

    'Eu penso que tem que tramitar todas as pautas importantes, não devemos focar apenas em uma pauta. Não tem que parar o país apenas em função de uma pauta. A Câmara tem que ser mais produtiva, ela é muito improdutiva', completou.

    Bolsonaro lidera com folga as pesquisas para o segundo turno da eleição presidencial. Levantamento do Datafolha divulgado na quinta-feira mostrou o candidato do PSL com 59 por cento dos votos válidos, contra 41 por cento de Haddad.

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    PSL deve reivindicar presidência da Câmara em eventual gestão Bolsonaro, diz Luciano Bivar

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.

    'Ora, tradicionalmente o partido que tem mais deputados é quem indica o presidente da Câmara. Então, isso é um assunto para se discutir depois do dia 28 de outubro', disse Bivar, em entrevista à Reuters.

    Bivar, que disse que vai reassumir o comando do partido em dezembro, não quis adiantar se colocaria seu nome para presidir a Câmara.

    'Olha, isso é uma coisa do partido, então vamos ver como vai decorrer. A gente está muito focado agora na eleição do Jair Bolsonaro', ressalvou.

    O presidente licenciado destacou que o partido esperava conquistar uma grande bancada, mas se surpreendeu com o resultado. O PSL, que hoje tem oito deputados, elegeu 52 deputados, ficando atrás somente do PT, com 56.

    Ele conta com a migração de parlamentares de outras legendas que não atingirem a chamada cláusula de barreira --norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não atingir um percentual de votos-- para suplantar os petistas e se tornar a principal força da Câmara.

    'Não imaginava que o povo estava tão indignado como nós. Então isso é uma prova insofismável da indignação do povo. Então elegemos hoje a maior bancada, pode ficar certo que esses outros partidos que não  alcançaram a cláusula de barreira migrarão para o nosso lado e vamos ser, sem dúvida, o partido de maior bancada na Câmara Federal', disse.

    Bivar afirmou que a eleição de parlamentares do PSL e de outros partidos simpáticos a Bolsonaro neste domingo demonstra que o candidato a presidente do partido, caso venha ser eleito, terá uma base no Congresso 'consistente demais'.

    'Vamos ter absolutamente toda a bancada, governabilidade perfeita, vamos viabilizar os projetos que a sociedade exige, as reformas que estão aí em curso vamos concluí-las. Acho que a gente vislumbra uma coisa muito boa para a nação brasileira', disse.

    'Não tenho dúvida que a gente vai atingir isso (maioria parlamentar) com facilidade porque a gente professa o bem. Os novos deputados que estão aí sabem que, se não for por esse caminho, a vida dele é um voo de galinha', completou.

    O dirigente partidário disse acreditar que somente o PT, a quem chamou de 'seita' e não de partido, deve ficar na oposição a um eventual governo Bolsonaro. Segundo ele, o deputado que se alinhar a 'essa seita a tendência deles é se acabar'.

    Apesar de otimista com uma vitória no segundo turno, Bivar afirmou que a disputa não será fácil contra a candidatura do petista Fernando Haddad. Para ele, as 3 semanas a mais vão servir para que as propostas da campanha de Bolsonaro fiquem cristalinas as diferenças entre os projetos.

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    Líderes na disputa presidencial, PT e PSL formam maiores bancadas da Câmara, mostra levantamento da XP

    (Reuters) - O PT e o PSL, partidos dos dois candidatos à Presidência que disputarão o segundo turno no fim do mês, terão as maiores bancadas na Câmara dos Deputados após as eleições deste domingo, de acordo com um levantamento feito pela XP Investimentos.

    O PT de Fernando Haddad, que conta com 61 parlamentares na Câmara atualmente, elegeu 57 deputados federais neste domingo. O número de eleitos, no entanto, é bem menor que os 70 eleitos em 2014.

    O PSL, por sua vez, embalado pela onda pró-Bolsonaro neste domingo elegeu 51 parlamentares. Há quatro anos, o partido tinha conseguido eleger apenas um deputado. A bancada atual, de oito deputados, já tinha se beneficiado pela transferências de parlamentares em função da filiação do presidenciável em março deste ano.

    Mas o nanico PRTB, do general da reserva Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Bolsonaro, não elegeu nenhum parlamentar à Câmara.

    O MDB do presidente Michel Temer, que historicamente sempre foi uma das forças na Câmara, reduziu sua presença na Casa pela metade quando comparado com o número de eleitos há quatro anos. O partido, que teve o ex-ministro Henrique Meirelles na disputa pelo Planalto, elegeu 33 deputados federais neste domingo, uma forte queda também frente aos atuais 51 emedebistas na Câmara.

    O PSDB de Geraldo Alckmin, outro partido com forte presença na Câmara, perdeu espaço. Neste domingo, o partido elegeu 29 deputados federais. Em 2014, o partido havia eleito 53 parlamentares, número que caiu para 49 na bancada atual.

    O chamado centrão --formado por PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade--, partidos que nesta eleição fecharam apoio a Alckmin, elegeu 137 deputados federais. Individualmente, o PP deve ser a terceira maior bancada na Câmara, com 37 deputados.

    A bloco deve tentar emplacar o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para a reeleição ao comando da Câmara.

    O PDT de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, elegeu 25 parlamentares para a Câmara. Já a Rede Sustentabilidade, partido da presidenciável Marina Silva não conseguiu nenhuma cadeira.

    (Por Laís Martins)

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