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    BC diz que repasse cambial tem se mostrado contido, mas reforça elevação de medidas de inflação

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central avaliou nesta terça-feira que o nível de repasse cambial tem se mostrado contido, com exceção de alguns preços administrados, mas reforçou que as medidas de inflação subjacente se elevaram para níveis apropriados, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

    Nesse cenário, o BC destacou seu compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória de inflação em linha com as metas e apontou que isso 'requer a flexibilidade para ajustar gradualmente a condução da política monetária quando e se houver necessidade'.

    Na semana passada, na última reunião antes da eleição do próximo presidente do Brasil, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, seu menor nível histórico, mas apontou que pode subi-la adiante caso haja piora do quadro atual, conforme as incertezas ligadas às eleições vêm guiando uma escalada do dólar frente ao real.

    'É possível que os ajustes de preços relativos ocorridos recentemente, em contexto com expectativas ancoradas, tenham contribuído para elevar a inflação para níveis compatíveis com as metas, sem constituir risco para a manutenção nesses níveis após concluídos os referidos ajustes', trouxe o BC na ata.

    No documento, a autoridade monetária afirmou que seguirá acompanhando 'possível impacto mais perene de choques sobre a inflação'.

    Também voltou a dizer que não há relação mecânica entre os choques recentes e a política monetária, indicando que não reagirá com alta dos juros à valorização do dólar a não ser que haja impacto secundário na inflação prospectiva.

    Para o diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Fernando Barbosa, a ata reforçou comunicação prévia do BC de que só elevará a Selic se houver piora adicional do balanço de riscos ou das expectativas de inflação.

    'Como as expectativas de inflação permanecem bem ancoradas, e os efeitos secundários sobre os preços advindos de choques primários como a depreciação do real não têm se materializado, projetamos que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5 por cento até o final de 2018', disse Barbosa em nota.

    Por sua vez, o economista-chefe do Fator, José Francisco de Lima, avaliou que o BC vem pavimentando o caminho para antecipar o início gradual da alta dos juros já neste ano, particularmente pela volatilidade trazida pelas eleições.

    'Por enquanto, o grande peso tem sido a piora mundial, mas eu acho muito difícil que nos próximos dias o cenário eleitoral não afete os preços dos ativos', afirmou ele, citando o aumento do dólar já nesta sessão.

    'À luz do que eles escreveram, eu acho que se há viés, o viés é de subir na próxima reunião porque eu acho que o comportamento do CDS (Credit Default Swap, uma medida de risco país) e do câmbio vai lançar dúvidas sobre o baixo repasse da variação do câmbio para a inflação', acrescentou José Francisco.

    O próximo encontro do Copom ocorre em 30 e 31 de outubro, logo após o segundo turno das eleições.

    Na semana passada, o BC já tinha indicado um ambiente menos favorável para a inflação, com riscos mais elevados, em referência à deterioração do cenário externo para emergentes e à possibilidade de frustração da continuidade de reformas econômicas no país.

    Sobre a cena externa, o BC descreveu nesta terça-feira riscos associados principalmente à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e incertezas referentes ao comércio global.

    Olhando para o cenário doméstico, reforçou que os ajustes e reformas econômicas 'são fundamentais' para a sustentabilidade da inflação baixa, para o funcionamento pleno da política monetária e para a redução da taxa de juros estrutural da economia. E disse que a percepção de continuidade dessa agenda afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes.

    Os mercados vêm reagindo às incertezas da corrida presidencial e a desdobramentos na cena externa ligados à subida dos juros nos Estados Unidos, guerra comercial e problemas na Argentina e Turquia. No ano, o dólar acumula um avanço de mais de 20 por cento no ano sobre o real.

    O fortalecimento da moeda norte-americana pode aumentar os preços de importados e acelerar a inflação, embora o desemprego elevado e a alta capacidade ociosa das empresas deva limitar esse repasse.

    Na ata, o BC destacou que o elevado grau de ociosidade na economia ainda prescreve política monetária estimulativa. Também ponderou que a intensidade do repasse cambial depende desse fator e também da ancoragem das expectativas de inflação, sendo que continuará de olho em ambos.

    Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, as expectativas para a inflação subiram a 4,28 por cento este ano e a 4,18 por cento em 2019, tendo como pano de fundo projeções mais altas para o dólar.

    Mesmo com a elevação as estimativas continuaram dentro da meta, cujo centro para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos nos dois casos.

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    PESQUISA - O pior já passou para o real e o peso argentino, mas incerteza dispara

    Por Bruno Federowski

    BRASÍLIA (Reuters) - A disparada do dólar ante o real e o peso argentino provavelmente já chegou ao fim, mostrou pesquisa da Reuters nesta quinta-feira, mas a volatilidade intensa está deixando estrategistas e economistas cada vez mais cautelosos sobre suas próprias previsões.

    O dólar deve recuar 8,7 por cento a 3,79 reais em 12 meses, se comparado com o atual patamar ao redor de 4,15 reais, de acordo com a mediana de 30 estimativas coletadas entre 31 de agosto e 4 de setembro.

    Seria uma taxa um pouco mais alta do que o resultado de 3,60 reais apurado na pesquisa do mês passado, revisão surpreendentemente pequena após a moeda marcar sua maior alta mensal em três anos no mês passado. O dólar saltou 8,46 por cento em agosto.

    Mas esse dado provavelmente não representa adequadamente o quanto os especialistas estão correndo para atualizar suas estimativas. O desvio padrão, uma medida de dispersão, atingiu o maior nível desde maio de 2016, época do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, superando um pico atingido em junho.

    Três casas que participam regularmente das pesquisas de câmbio da Reuters pediram para não serem incluídas desta vez, seja porque estavam revisando suas projeções ou simplesmente porque não quiseram se comprometer publicamente.

    Não é surpreendente, considerando que o dólar superou as projeções para o fim de agosto de todos os economistas que participaram de pesquisas da Reuters desde o ano passado. Mesmo o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, que ficou mais próximo de acertar o câmbio atual na pesquisa de três meses atrás, minimizou seu feito.

    'Em grande parte, foi sorte', disse ele.

    Agostini previu que o dólar ficará a 4 reais por um bom tempo, mas reconheceu que isso é mais um chute do que uma estimativa precisa.

    'Os fatores que estão afetando o câmbio não vão desaparecer até as eleições e, mesmo depois, muito vai depender do pacote fiscal que será entregue ao Congresso e do que será aprovado. Eu mantive minha previsão a 4 reais, mas não descarto 4,20 nem 3,50 reais'.

    A afirmação ilustra como as eleições acabaram com qualquer pretexto de projeções objetivas no momento em que problemas locais turbinam o impacto da aversão ao risco em toda a América Latina.

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem liderando as pesquisas de intenção de voto mesmo com as expectativas de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barraria sua candidatura, o que efetivamente ocorreu na madrugada de sábado passado. Não está claro ainda se o apoio ao petista passará a seu vice-presidente, Fernando Haddad.

    Investidores acreditam que Lula e Haddad seriam lenientes com as contas públicas, algo que pode danificar a atratividade do investimento no Brasil e prejudicar a recuperação.

    Jair Bolsonaro, que nomeou como seu principal assessor econômico o banqueiro Paulo Guedes, está em segundo lugar, mas ele tem histórico de ir e vir em questões de política econômica e adota posições controversas em relação a questões sociais.

    Enquanto isso, o preferido dos investidores, Geraldo Alckmin (PSDB), continua sem ganhar ímpeto.

    A maioria dos estrategistas que decidiram mesmo assim participar da pesquisa fizeram algum tipo de média ponderada com vários cenários eleitorais. Mas apenas dois de 30 previram o dólar mais alto do que o patamar atual em 12 meses, sugerindo um consenso de que, em alguma medida, há austeridade no horizonte.

    Em contraste, as projeções para o peso argentino se espalharam por todo o lado, variando entre 28,92 a 42 pesos por dólar comparado com a cotação atual de cerca de 39 pesos.

    Nenhum dos especialistas que haviam participado da pesquisa do mês anterior revisou sua previsão para baixo, embora a mediana de 10 estimativas sugira que o dólar deve cair 12,2 por cento, a 34,135 pesos em 12 meses. A mediana do levantamento anterior era de 31 pesos.

    A eleição no Brasil serve de marco e gatilho para volatilidade, que tende a diminuir quando passar. Já a fraqueza do peso diz respeito à ansiedade generalizada em relação às perspectivas econômicas da Argentina, que não tem data para acabar.

    'O banco central tem cada vez menos margem para surpreender, e com crescentes riscos políticos e a confiança abalada dos participantes do mercado, há muita volatilidade no cardápio', escreveram estrategistas do banco Goldman Sachs.

    Diminui cada vez mais a convicção dos investidores de que o governo do presidente argentino, Mauricio Macri, será capaz de conter a inflação e o déficit fiscal. Isso levou o dólar à máxima histórica frente ao peso mesmo após autoridades negociarem um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), elevarem fortemente os juros, apresentarem um pacote de austeridade e intervirem no câmbio.

    (Reportagem adicional de Miguel Gutierrez, na Cidade do México; Hernan Nessi, em Buenos Aires; Nelson Bocanegra, em Bogotá; Ursula Scollo, em Lima; e Felipe Iturrieta, em Santiago; Edição de Patrícia Duarte)

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    Repasse cambial à inflação sobe a 10% em crises, como agora, aponta estudo do BC

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Turbinada pelas incertezas eleitorais, a atual escalada do dólar frente ao real pode ter impacto de longo prazo na inflação de 0,1035 ponto percentual para cada 1 por cento de alta da moeda norte-americana, segundo estudo feito dentro do Banco Central, que mostra que fortes choques cambiais têm efeito proporcionalmente maiores em períodos de crise.

    A pedido da Reuters, os autores do trabalho 'Exchange Rate Pass-Through in Brazil: a Markov switching estimation for the inflation targeting period (2000-2015)', publicado neste ano pelo BC, rodaram novamente o modelo para estender sua análise ao primeiro semestre de 2018.

    E os resultados apontaram a volta a um período de crise nos dois primeiros trimestres deste ano, com alta incerteza e instabilidade econômica, cenário que acarreta repasse cambial --ou 'pass through', no jargão do mercado-- da magnitude de 10 por cento. Isso só chegou a ser identificado antes para os anos de 2000 a 2003 e em 2015.

    De acordo com o estudo, que não reflete uma posição oficial do BC, o repasse em períodos normais é perto de zero: apenas 0,00057 ponto percentual para cada 1 por cento de valorização do dólar.

    'O que se consegue ver é que existe grande chance de voltar para um 'pass through' alto dada a força do choque externo. A gente tem o Fed (banco central norte-americano) subindo os juros e no mundo inteiro as pessoas estão reacomodando as carteiras em mercados emergentes. Teve muita saída de capital no Brasil e não tinha como câmbio não reagir', afirmou Fabrizio Marodin, um dos autores do trabalho, citando também a incerteza econômica e fiscal no país, especialmente com as indefinições ligadas à corrida presidencial.

    '(Isso) só vai acabar com eleição e olhe lá', complementou ele, que atualmente faz doutorado em Economia na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

    O dólar acumula alta de cerca de 25 por cento neste ano até a véspera e muito próximo do seu maior patamar histórico de fechamento, de 4,1655 reais, batido em 21 de janeiro de 2016. Por trás do salto, estão desde tensões comerciais no cenário externo a temores dos investidores de que o novo presidente eleito no Brasil não implemente uma agenda de reformas econômicas para colocar as contas públicas nos trilhos.

    Ou seja, no cenário atual, o impacto desse salto na inflação poderia ser da ordem de 2,5 pontos percentuais a longo prazo. Hoje, o IPCA marca alta de cerca de 4,3 por cento no acumulado de 12 meses, perto do centro da meta oficial de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    À Reuters, Marodin destacou o que considerou o achado mais importante da atualização do estudo: o período de crise de 2015, que já havia sido identificado na publicação original, estendeu-se até o terceiro trimestre de 2016, data que coincide com a chegada do atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, ao comando da instituição. A partir daí, as expectativas de inflação foram ancoradas e o 'pass through' voltou à condição de normalidade.

    'Esta evidência mostra possível papel para a credibilidade da autoridade monetária na moderação do efeito do 'pass through'', afirmou. 'Em outras palavras, quando as expectativas de inflação estão bem ancoradas, as empresas tenderão a moderar o grau de reprecificação e o repasse cambial será menor'.

    Na avaliação de Marodin, o fato de a credibilidade do BC funcionar como um fator 'moderador', no entanto, não foi suficiente para manter o repasse tão baixo a partir de 2018.

    'É possível que seja um repique que seja só de dois trimestres ou três de alto 'pass through'... ou pode continuar por um bom tempo. Mas aparentemente, se você olhar o Focus, as expectativas continuam bem ancoradas, então eu acho que esse fator está colaborando', disse.

    Pesquisa Focus do BC, que ouve cerca de uma centena de economistas todas as semanas, mostra que as projeções para a inflação estão um pouco acima de 4 por cento para este ano e o próximo, abaixo do centro da meta oficial.

    'O BC conseguiu manter credibilidade no regime de metas, só que ele não é Superman, sozinho não faz milagre. Acho que fundamentalmente agora é o resultado da eleição (que vai influenciar)', completou.

    ATIVIDADE FRACA

    Sobre eventual elevação nos juros pelo BC numa reação à alta do dólar, Marodin foi na linha de comunicações recentes da autoridade monetária, de que a fraqueza da atividade econômica acaba moderando o choque cambial, uma vez que as empresas já estão com dificuldade de vender e adiam aumento de preços.

    Também pontuou que, diferentemente dos períodos anteriores de crise apontados no estudo, a inflação agora não está deslocada da meta.

    'A política monetária olha para a inflação e para a atividade econômica fundamentalmente. Isso é o coração do regime de metas. Não vai responder ao câmbio no curto prazo, isso acontecia no passado', opinou.

    O BC se reúne dia 19 deste mês para nova decisão sobre os juros básicos da economia, hoje estacionados na mínima histórica de 6,5 por cento ao ano. Na pesquisa Focus do BC, as projeções são de que a Selic não será alterada neste ano em meio ao cenário de atividade e inflação fracas.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Ciro indica que taxa de câmbio 'ao redor do que está hoje' é adequada para economia

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, defendeu nesta quarta-feira uma taxa de câmbio que estimule o investimento e a geração de emprego, mas sem artificialismos, e estimou como adequado o patamar 'ao redor de onde ela está hoje'.

    'Eu tenho clareza do compromisso de administrar uma taxa de câmbio sem qualquer tipo de tabelamento, artificialismo, mas tensionar a taxa de câmbio no inverso do que o Brasil tem feito ao longo dos últimos 20 anos', disse Ciro a jornalistas antes de se reunir com economistas em São Paulo.

    Segundo o presidenciável, nesse período o país teve uma taxa cambial que desestimulou a produção e estimulou 'ciclos insustentáveis de consumo'.

    'Nós precisamos ter uma taxa de câmbio que estimule o investimento, estimule a geração de emprego e que garanta no tempo que a economia vai ter um padrão crescente de consumo sem rupturas como tem acontecido', defendeu.

    'Achamos que a taxa de câmbio ao redor de onde ela está hoje, por mais que faça mal para alguns setores intensivos de importação, ela é estimulante do saldo positivo na balança comercial e, portanto, é uma taxa de câmbio que talvez a gente nem precise mexer', argumentou.

    Em meio a incertezas com as eleições e também com o cenário econômico internacional, o dólar tem sido cotado entre 4,10 reais e 4,20 reais nos últimos dias no mercado brasileiro. A moeda norte-americana já subiu cerca de 25,3 por cento ante o real neste ano, renovando as maiores cotações ante o real quase diariamente após o início da propaganda eleitoral na televisão na semana passada.

    Ciro voltou a defender um duplo mandato para o Banco Central, de 'menor inflação e pleno emprego', mas ressaltou que o BC não irá mirar os preços administrados pelo governo, que sobem relativamente pela taxa de câmbio 'e a taxa de juros nada tem de efeito sobre isso'.

    CONCORRÊNCIA BANCÁRIA

    O candidato do PDT disse que não gostaria de internacionalizar o setor financeiro brasileiro, mas reclamou dos juros cobrados pelos bancos no país, e defendeu uma maior concorrência, que incluiria um papel importante dos bancos públicos, das chamadas fintechs e das cooperativas de crédito.

    'Não me agrada a ideia de entregar aos estrangeiros um setor tão estratégico como esse, mas ao mesmo tempo protegê-los de uma competição mais agressiva e eles traindo essa proteção escorchando a sociedade, o mundo produtivo e as famílias também não dá mais para continuar', disse.

    Ele disse esperar que, com diálogo e regulações, os bancos possam vir a um 'padrão civilizado'.

    Questionado se resolveria tudo com os bancos públicos, Ciro disse que vai tentar, mas também ressaltou o papel das fintechs e das cooperativas de crédito no financiamento da infraestrutura.

    Ciro prometeu gerar 2 milhões de empregos no primeiro ano de governo e voltou a falar de sua proposta para ajudar a limpar o nome no SPC dos brasileiros endividados.

    Sobre ministeriáveis em um eventual governo seu, Ciro foi direto: 'dois aqui, um no meu ombro esquerdo, outro no meu ombro direito, não sei quais pastas, mas esses dois serão cérebros importantes de um governo meu', disse apontando para Mauro Benevides Filho e Nelson Marconi, coordenadores de seu programa de governo.

    (Reportagem de Pedro Belo)

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