alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE caminhoneiros

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Caminhoneiros encerram bloqueios em trechos da Dutra, diz PRF

    Caminhoneiros encerram bloqueios em trechos da Dutra, diz PRF

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - Os bloqueios de caminhoneiros em dois trechos da rodovia Presidente Dutra (BR-116) iniciados na manhã desta segunda-feira nos municípios de Barra Mansa e Porto Real, ambos no Rio de Janeiro, foram encerrados, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal.

    Em Barra Mansa, a manifestação havia começado por volta de 5h25 no km 274 da via, e veículos de carga eram obrigados a retornar no sentido de São Paulo, provocando aglomeração sobre a pista e com alguns veículos retidos, segundo a polícia. Em Porto Real, a interdição foi no km 290, informou a PRF.

    A Dutra é uma das principais e mais movimentadas estradas do país, já que liga as duas maiores cidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro, atravessando regiões com grande concentração de indústrias.

    Também nesta segunda-feira, foi realizado um ato no Porto de Santos (SP), o maior do país. Conforme a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), não houve bloqueio das vias, e os motoristas apenas conversavam com outros caminhoneiros, sem impedi-los de continuar percurso.

    'A Polícia Militar e a Guarda Portuária compareceram ao local e mantiveram a normalidade no fluxo de caminhões destinados ao Porto de Santos', afirmou a Codesp, em nota.

    Os protestos ocorreram após o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder na semana passada liminar impedindo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de multar transportadores que não seguirem os fretes rodoviários mínimos.

    O tabelamento de fretes foi uma das medidas adotadas pelo governo na esteira da histórica greve de maio, que afetou a economia do país como um todo. O setor empresarial considera tal medida como inconstitucional.

    Ainda na semana passada, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou que poderia ficar mais difícil evitar uma nova paralisação da categoria após a liminar do STF.

    Procurada para comentar o assunto, a Abcam disse que mantinha o posicionamento da semana passada.

    (Por Rodrigo Viga Gaier e José Roberto Gomes)

    0

    0

    26

    2 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Senado aprova MPs de acordo com caminhoneiros

    Senado aprova MPs de acordo com caminhoneiros

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta quarta-feira duas medidas provisórias editadas pelo governo após a greve dos caminhoneiros, como parte das negociações para encerrar aquela paralisação.

    Votada na véspera pela Câmara dos Deputados, uma delas determina que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destine ao menos 30 por cento de seus contratos de transporte de grãos a cooperativas e associações de caminhoneiros autônomos.

    A MP foi aprovada de maneira simbólica no plenário do Senado.

    Outra medida encaminhada pelos deputados na noite da terça-feira e já chancelada nesta quarta pelos senadores isenta a cobrança de pedágio para o eixo suspenso de veículo de transporte nas rodovias no país.

    As duas propostas foram editadas pelo governo em resposta a demandas de caminhoneiros, que paralisaram o país em maio.

    Os senadores aprovaram também outra MP publicada no contexto da greve, que estabelece uma indenização temporária a policiais rodoviários que trabalharam em dias de folga para lidar com as interrupções nas estradas do país durante a paralisação dos caminhoneiros.

    As três MPs foram aprovadas em tempo recorde, se comparado a outras deliberações no plenário da Casa. O Senado vem realizando um esforço concentrado de votações nesta semana. Mas diante do clima eleitoral e de um quórum relativamente baixo, está dedicando suas atenções a temas consensuais e indicações de autoridades, evitando temas polêmicos.

    DIESEL

    Mais cedo, comissão especial responsável pela análise de MP sobre o subsídio ao óleo diesel rodoviário – outra medida editada durante a greve – aprovou parecer do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) que prevê a subvenção econômica na comercialização de óleo diesel rodoviário por meio de equalização de parte dos custos.

    O relator chegou a declarar a intenção de estender por mais dois meses o prazo de vigência desse subsídio, mas acabou optando pelo prazo original estabelecido pela MP, que prevê o fim da subvenção em 31 de dezembro de 2018.

    Segundo Jardim, como ainda não foi aprovado o Orçamento de 2019, não seria possível estabelecer no texto do relatório uma fonte de recursos para a prorrogação.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

    0

    0

    17

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central manteve nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    E que 'as medidas de inflação subjacente ainda seguem em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária', segundo comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

    Todos os 40 economistas consultados pela Reuters esperavam manutenção dos juros básicos. Esta foi a terceira decisão igual do Copom, após ter cortado a Selic em 7,75 pontos percentuais desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro de 2016.

    'Nossa leitura é que continua com 6,5 por cento até o fim do ano e acho que ainda vira o ano. Não porque vai ter reformas, mas porque economia está de quatro', avaliou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima.

    O BC voltou a dizer que seus próximos passos vão continuar dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

    Nesse sentido, afirmou que apesar de o Copom considerar que os efeitos dos choques recentes sobre a inflação estão se revelando temporários, 'é importante acompanhar ao longo do tempo o cenário básico e seus riscos e avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação'.

    Nos 12 meses até julho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 4,53 por cento, voltando a ficar acima do centro da meta, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, pela primeira vez desde março de 2017.

    Mas mesmo após o choque temporário derivado da greve dos caminhoneiros e de tarifas de energia elétrica mais salgadas devido à bandeira vermelha 2 que vem impactando as contas de energia desde junho, o BC seguiu calculando alta do IPCA em 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado.

    Para 2019, a conta subiu ligeiramente a 3,8 por cento, contra 3,7 por cento antes.

    Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a estimativa para a inflação é de alta de 4,11 por cento este ano e 4,10 por cento em 2019, para o qual a meta é de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    Diante do quadro, a maioria dos economistas em pesquisa da Reuters espera que o BC só irá subir os juros só em 2019.

    A manutenção da Selic também teve como pano de fundo a queda de 3,16 por cento do dólar frente ao real em julho, movimento que barateia as importações e diminui a pressão sobre a inflação.

    Nos meses anteriores, o dólar vinha se valorizando de maneira expressiva, embalado por movimento global de aversão a risco por conta das perspectivas de normalização monetária nos Estados Unidos e que foi mais intenso no Brasil pelas preocupações domésticas com o desfecho das eleições presidenciais.

    No comunicado, o BC avaliou que o cenário externo apresentou 'certa acomodação no período recente, mas segue desafiador'.

    'Os principais riscos estão associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global. O apetite ao risco em relação a economias emergentes manteve-se relativamente estável, em nível aquém do observado no início do ano', disse.

    0

    0

    18

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central manteve nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    E que 'as medidas de inflação subjacente ainda seguem em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária', segundo comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

    Todos os 40 economistas consultados pela Reuters esperavam manutenção dos juros básicos. Esta foi a terceira decisão igual do Copom, após ter cortado a Selic em 7,75 pontos percentuais desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro de 2016.

    'Nossa leitura é que continua com 6,5 por cento até o fim do ano e acho que ainda vira o ano. Não porque vai ter reformas, mas porque economia está de quatro', avaliou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima.

    O BC voltou a dizer que seus próximos passos vão continuar dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

    Nesse sentido, afirmou que apesar de o Copom considerar que os efeitos dos choques recentes sobre a inflação estão se revelando temporários, 'é importante acompanhar ao longo do tempo o cenário básico e seus riscos e avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação'.

    Nos 12 meses até julho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 4,53 por cento, voltando a ficar acima do centro da meta, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, pela primeira vez desde março de 2017.

    Mas mesmo após o choque temporário derivado da greve dos caminhoneiros e de tarifas de energia elétrica mais salgadas devido à bandeira vermelha 2 que vem impactando as contas de energia desde junho, o BC seguiu calculando alta do IPCA em 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado.

    Para 2019, a conta subiu ligeiramente a 3,8 por cento, contra 3,7 por cento antes.

    Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a estimativa para a inflação é de alta de 4,11 por cento este ano e 4,10 por cento em 2019, para o qual a meta é de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    Diante do quadro, a maioria dos economistas em pesquisa da Reuters espera que o BC só irá subir os juros só em 2019.

    A manutenção da Selic também teve como pano de fundo a queda de 3,16 por cento do dólar frente ao real em julho, movimento que barateia as importações e diminui a pressão sobre a inflação.

    Nos meses anteriores, o dólar vinha se valorizando de maneira expressiva, embalado por movimento global de aversão a risco por conta das perspectivas de normalização monetária nos Estados Unidos e que foi mais intenso no Brasil pelas preocupações domésticas com o desfecho das eleições presidenciais.

    No comunicado, o BC avaliou que o cenário externo apresentou 'certa acomodação no período recente, mas segue desafiador'.

    'Os principais riscos estão associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global. O apetite ao risco em relação a economias emergentes manteve-se relativamente estável, em nível aquém do observado no início do ano', disse.

    0

    0

    14

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. caminhoneiros

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.