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    Roberto Campos Neto toma posse como novo presidente do BC

    BRASÍLIA (Reuters) - O economista Roberto Campos Neto tomou posse na manhã desta quinta-feira como novo presidente do Banco Central, conforme agenda pública do presidente Jair Bolsonaro, cumprindo etapa que, na prática, encerra a transição no comando da autoridade monetária.

    A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto às 9h e foi fechada à imprensa, sem fala das autoridades, informou a assessoria de imprensa do BC.

    A transmissão de cargo do ex-presidente Ilan Goldfajn a Campos Neto ocorrerá no dia 13 de março, às 15h, na sede do BC em Brasília. Na ocasião, ambos irão discursar, disse a assessoria.

    Em sabatina no Senado nesta semana, Campos Neto sinalizou em sua primeira fala pública que deve manter a atual postura do BC na condução da política monetária ao pontuar que cautela, serenidade e perseverança são valores que devem ser preservados.[nL1N20L1YS]

    Essas palavras vinham sendo utilizadas pelo BC para indicar que só a lenta atividade econômica e a inflação bem comportada não eram suficientes para abrir espaço para eventual queda da taxa básica de juros, estacionada há quase um ano na mínima histórica de 6,5 por cento ao ano.

    Antes de ser indicado ao comando do BC, Campos Neto atuava como diretor no Santander Brasil, sendo responsável pela Tesouraria do banco.

    Neto do renomado economista liberal Roberto de Oliveira Campos, que foi ministro do Planejamento nos primeiros anos do regime militar, Campos Neto tem mestrado em Economia com especialização em Finanças na Universidade da Califórnia, além de mestrado em Matemática Aplicada pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia.

    Também tomaram posse nesta quinta-feira os novos diretores do BC, informou a assessoria de imprensa da autoridade monetária.

    O economista João Manoel Pinho de Mello substituiu Sidnei Corrêa Marques como diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução. Bruno Serra Fernandes assumiu o cargo de diretor de Política Monetária. Ao mesmo tempo, Carlos Viana de Carvalho volta ao cargo de diretor de Política Econômica e o diretor Tiago Berriel permanece à frente da Diretoria de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos.

    (Por Marcela Ayres)

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    Campos Neto indica manutenção de política monetária do BC e faz apelo por reformas

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Indicado à presidência do Banco Central pelo presidente Jair Bolsonaro, o economista Roberto Campos Neto sinalizou em sua primeira fala pública que deve manter a atual postura do BC na condução da política monetária ao pontuar que cautela, serenidade e perseverança são valores que devem ser preservados.

    Em sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que aprovou seu nome por unanimidade, ele fez enfática defesa das reformas e da menor presença no Estado na economia. O plenário do Senado também aprovou a indicação de Campos Neto.

    Em outra frente, apontou que o BC deve estar preparado para um sistema financeiro do futuro, marcado por tecnologias como blockchain, inteligência artificial, identidade digital, pagamentos instantâneos e open banking, que estão, na sua visão, 'alterando completamente' os modelos de negócios e serviços financeiros.

    Segundo Campos Neto, é preciso avançar em mudanças que permitam o desenvolvimento do mercado de capitais, democratizando e garantindo o acesso a firmas e investidores, brasileiros e estrangeiros.

    Sobre a política monetária, ele avaliou que o trabalho realizado pelo BC desde meados de 2016 foi 'excelente', sendo bem-sucedido ao reduzir a inflação e balizar as expectativas.

    'Esse trabalho só foi possível, a meu ver, com o reforço da credibilidade institucional, que se encontrava abalada pelos resultados negativos colhidos em 2015 e em parte de 2016', disse.

    'Esse reforço se baseou na transparência, na cautela, na serenidade e na perseverança da condução da política monetária, valores que devem ser preservados e aprimorados no que for possível', completou.

    A mensagem de cautela, serenidade e perseverança vinha sendo utilizada pela atual gestão do BC, comandada por Ilan Goldfajn, para sinalizar que só a lenta atividade econômica e a inflação bem comportada não eram suficientes para abrir espaço para eventual queda da taxa básica de juros, estacionada há quase um ano em 6,5 por cento ao ano.

    Como pano de fundo para essa leitura, o BC vinha citando maior peso em seu balanço de riscos nos fatores que podem pressionar a inflação para cima: eventual frustração sobre a continuidade das reformas econômicas no Brasil e deterioração do cenário externo para economias emergentes.

    Campos Neto afirmou nesta terça-feira que o país precisa avançar na estratégia dos ajustes e reformas, em particular, mas não apenas, na reforma da Previdência, para que possa colocar o balanço do setor público em trajetória sustentável.

    'A estabilidade fiscal é fundamental para a redução das incertezas, o aumento da confiança e do investimento, e o consequente crescimento da economia no longo prazo', disse ele, após destacar que 'há muito trabalho pela frente' para o país alcançar a recuperação plena da economia.

    Também sabatinado pelo Senado, o indicado à diretoria de Política Monetária do BC, Bruno Serra Fernandes, afirmou que os cenários econômicos brasileiro e mundial encontram-se em momento desafiador.

    Sobre o quadro externo, Fernandes ponderou que o processo de reversão das políticas monetárias expansionistas nas economias avançadas tem potencial impacto negativo sobre a liquidez disponível aos emergentes. E lembrou que a desaceleração econômica em outros países, numa possível referência à China, pode impactar o Brasil.

    'Alguns dos nossos principais parceiros comerciais vêm apresentando sinais de enfraquecimento em seu crescimento. Esse enfraquecimento pode ainda ser agravado por disputas comerciais vigentes entre algumas dessas economias', disse Fernandes.

    'Esse cenário de risco apresenta também potencial redução de demanda, e preço, de matérias-primas comercializadas internacionalmente, por países emergentes como o Brasil', complementou.

    RESERVAS E COMPULSÓRIOS

    Tanto Fernandes quando Campos Neto apontaram que as reservas internacionais, atualmente na casa de 380 bilhões de dólares, funcionam como um seguro para os momentos de crise, servindo para suavizar os impactos de eventual deterioração da liquidez internacional sobre a economia brasileira.

    O indicado à presidência do BC, inclusive, lembrou que outros mercados emergentes tiveram uma depreciação cambial muito maior que o Brasil, em momentos de volatilidade do mercado, por não terem reservas robustas.

    Entretanto, Campos Neto se esquivou de responder sobre eventual venda de parte das reservas, limitando-se a apontar que o custo desse seguro atualmente está mais baixo. Antes de assumir o Ministério da Economia, Paulo Guedes chegou a dizer que poderia vender parte das reservas em caso de ataque especulativo, com o dólar se aproximando de 5 reais.

    'Acho que não é o caso aqui discutir se vamos vender, se não vamos vender porque eu acho que esse é um tema que eu preciso, se aprovado nesta Casa, me aprofundar depois no Banco Central', afirmou Campos Neto.

    'Mas gostaria de fazer uma colocação. Imagina que a reserva seria um seguro, imagina que o preço desse seguro era 14 por cento, que era a taxa de juros local, contra zero, que era a taxa de juros americana. Ou seja, era proporcional à diferença de 14 para zero. Hoje a taxa de juros local está 6,5 e a taxa lá fora está 2,5. Então o preço desse seguro ficou muito mais barato. Então se nós acharmos que o seguro não é pertinente é porque a probabilidade do sinistro caiu muito', acrescentou.

    Já em relação aos compulsórios, ele disse que há espaço para mais mudanças adiante, mas destacou que o processo não será imediato e não terá impacto tão grande para redução do spread bancário no país.

    MEDIDAS

    Na sabatina, Campos Neto também fez menção aos dois projetos que devem ser analisados pelo Congresso Nacional e que são de interesse direto da autoridade monetária: a fixação de critérios para o exercício de cargo de dirigente em instituições financeiras públicas e a lei de autonomia do BC.

    'A mudança (para autonomia formal), se aprovada por esse parlamento, trará ganhos para a credibilidade da instituição e para a potência da política monetária, reduzindo o tradeoff de curto prazo entre inflação e atividade econômica e contribuindo para a queda das taxas de juros e o crescimento econômico', afirmou.

    Campos Neto disse ainda ver os programas de microcrédito e o estímulo ao cooperativismo como instrumentos interessantes para o Brasil avançar na educação financeira.

    Ele também chamou a atenção para a necessidade de aumentar a transparência no setor financeiro, com instrumentos para provisão de informação e que deem maior visibilidade às opções à disposição de poupadores e investidores.

    Em sua fala, Campos Neto se definiu como um liberal e disse estar 'perfeitamente alinhado' à perspectiva do novo governo de aprofundar mudanças em direção à ampliação de espaços para a atividade privada em vários aspectos, e em especial no âmbito econômico.

    Em compasso de espera pela aprovação à presidência do BC, Campos Neto foi nomeado em 10 de janeiro como assessor de Guedes, num movimento que denota a forte proximidade entre ambos.

    Neto do renomado economista liberal Roberto de Oliveira Campos, que foi ministro do Planejamento nos primeiros anos do regime militar, Campos Neto era diretor de tesouraria do Santander Brasil e participou de reuniões de transição de governo antes mesmo de ser confirmado por Guedes como indicado ao posto de presidente do BC.

    A CAE também aprovou por unanimidade o nome de Fernandes, que mais tarde teve o nome avalizado pelo Senado, e do indicado à diretoria de Organização do Sistema Financeiro do BC, João Manoel Pinho de Mello.

    (Com reportagem adicional de Jamie McGeever e Maria Carolina Marcello)

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    Existe espaço para mais mudanças no compulsório no longo prazo, diz Campos Neto

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O economista Roberto Campos Neto, indicado à presidência do Banco Central pelo presidente Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira que há espaço para mais mudanças no compulsório, mas destacou que o processo não será imediato e não terá impacto tão grande para redução do spread bancário no país.

    'Na parte do custo financeiro, tem os compulsórios, já foi feita uma equalização. Do volume total de 500 bilhões (de reais) de recolhimento, nós estamos hoje em 420. Então foram liberados 80 bilhões', disse.

    'Existe espaço para remodelar mais o compulsório, é uma coisa que vai ser feita a longo prazo. Mas é importante mencionar que compulsório não tem um impacto tão grande (no custo de crédito)', completou.

    Ao participar de sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, ele fez várias considerações sobre o spread, que mede a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada a seus clientes, avaliando que, no Brasil, ele deve-se principalmente à inadimplência (peso de 35 por cento), seguido pelo custo operacional (25 por cento), impostos (25 por cento) e lucro dos bancos (15 por cento).

    'Quando olhamos outros países, o componente lucro (do spread bancário) é razoavelmente maior que no Brasil', disse.

    Campos Neto afirmou que ainda existe problema de informação assimétrica muito grande no país, e pontuou que o cadastro positivo vem justamente para endereçar essa questão. Ele avaliou que o custo da inadimplência não cedeu pelo fato de a recuperação de crédito ser muito lenta e custosa.

    'Hoje de cada 1 real emprestado, recupera-se 13 centavos e se leva na média 4 anos, enquanto em outros países emergentes ... estamos falando de 60 por cento de recuperação de crédito e num prazo de um ano e meio, dois anos', disse.

    Nesse sentido, ele defendeu o uso de duplicatas eletrônicas e a centralização de recebíveis para tornar as garantias verificáveis, melhorando o custo de crédito.

    Campos Neto também citou a necessidade de estímulo ao mercado de capitais, a plataformas digitais e ao open banking.

    CRESCIMENTO ECONÔMICO

    Para o economista, o crescimento da economia deverá ser melhor neste ano, mas ele ponderou que as reformas são fundamentais para tanto.

    Sobre o desempenho da atividade em 2018, ele avaliou que a performance foi 'um pouco decepcionante', mas veio num ano atípico, marcado por crise em mercados emergentes, expectativa de alta nos juros norte-americanos, greve dos caminhoneiros e eleições no Brasil.

    'Estou convicto que este ano podemos esperar resultado melhor', disse.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia É preciso preservar e aprimorar cautela e serenidade na política monetária, diz Campos Neto

    É preciso preservar e aprimorar cautela e serenidade na política monetária, diz Campos Neto

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Indicado à presidência do Banco Central pelo presidente Jair Bolsonaro, o economista Roberto Campos Neto indicou em sua primeira fala pública que deve manter a atual postura do BC na condução da política monetária ao pontuar que cautela, serenidade e perseverança são valores que devem ser preservados.

    Ele também fez enfática defesa das reformas na economia e apontou que o BC deve estar preparado para um sistema financeiro do futuro, marcado por tecnologias como blockchain, inteligência artificial, identidade digital, pagamentos instantâneos e open banking, que estão, na sua visão, 'alterando completamente' os modelos de negócios e serviços financeiros.

    Segundo Campos Neto, é preciso avançar em mudanças que permitam o desenvolvimento do mercado de capitais, democratizando e garantindo o acesso a firmas e investidores, brasileiros e estrangeiros.

    Sobre a política monetária, ele avaliou que o trabalho realizado pelo BC desde meados de 2016 foi 'excelente', sendo bem sucedido ao reduzir a inflação e balizar as expectativas.

    'Esse trabalho só foi possível, a meu ver, com o reforço da credibilidade institucional, que se encontrava abalada pelos resultados negativos colhidos em 2015 e em parte de 2016', disse.

    'Esse reforço se baseou na transparência, na cautela, na serenidade e na perseverança da condução da política monetária, valores que devem ser preservados e aprimorados no que for possível', completou.

    A mensagem de cautela, serenidade e perseverança vinha sendo utilizada pela atual gestão do BC, comandada por Ilan Goldfajn, para sinalizar que só a lenta atividade econômica e a inflação bem comportada não eram suficientes para abrir espaço para eventual queda da taxa básica de juros, estacionada há quase um ano em 6,5 por cento ao ano.

    Como pano de fundo para essa leitura, o BC vinha citando maior peso em seu balanço de riscos nos fatores que podem pressionar a inflação para cima: eventual frustração sobre a continuidade das reformas econômicas no Brasil e deterioração do cenário externo para economias emergentes.

    Campos Neto afirmou nesta terça-feira que o país precisa avançar na estratégia dos ajustes e reformas, em particular, mas não apenas, na reforma da Previdência, para que possa colocar o balanço do setor público em trajetória sustentável.

    'A estabilidade fiscal é fundamental para a redução das incertezas, o aumento da confiança e do investimento, e o consequente crescimento da economia no longo prazo', disse ele, após destacar que 'há muito trabalho pela frente' para o país alcançar a recuperação plena da economia.

    MEDIDAS

    Na audiência, o indicado à presidência do BC fez menção aos dois projetos que devem ser analisados pelo Congresso Nacional e que são de interesse direto da autoridade monetária: a fixação de critérios para o exercício de cargo de dirigente em instituições financeiras públicas e a lei de autonomia do BC.

    'A mudança (para autonomia formal), se aprovada por esse parlamento, trará ganhos para a credibilidade da instituição e para a potência da política monetária, reduzindo o tradeoff de curto prazo entre inflação e atividade econômica e contribuindo para a queda das taxas de juros e o crescimento econômico', afirmou.

    Campos Neto disse ainda ver os programas de microcrédito e o estímulo ao cooperativismo como instrumentos interessantes para o Brasil avançar na educação financeira.

    Ele também chamou a atenção para a necessidade de aumentar a transparência no setor financeiro, com instrumentos para provisão de informação e que deem maior visibilidade às opções à disposição de poupadores e investidores.

    Em sua fala, Campos Neto se definiu como um liberal e disse estar 'perfeitamente alinhado' à perspectiva do novo governo de aprofundar mudanças em direção à ampliação de espaços para a atividade privada em vários aspectos, e em especial no âmbito econômico.

    Em compasso de espera pela aprovação à presidência do BC, Campos Neto foi nomeado em 10 de janeiro como assessor do ministro da Economia, Paulo Guedes, num movimento que denota a forte proximidade entre ambos.

    Neto do renomado economista liberal Roberto de Oliveira Campos, que foi ministro do Planejamento nos primeiros anos do regime militar, Campos Neto era diretor de tesouraria do Santander Brasil e participou de reuniões de transição de governo antes mesmo de ser confirmado por Guedes como indicado ao posto de presidente do BC.

    Depois de ter seu nome apreciado pela CAE, sua indicação ao cargo deve ser ainda chancelada pelo plenário do Senado.

    A CAE também sabatina nesta terça-feira os indicados à diretoria de Política Monetária do BC, Bruno Serra Fernandes, e à diretoria de Organização do Sistema Financeiro da autarquia, João Manoel Pinho de Mello.

    (Com reportagem adicional de Jamie McGeever)

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