alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE caravana

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Cansados de esperar asilo, imigrantes de caravana violam fronteira dos EUA

    Cansados de esperar asilo, imigrantes de caravana violam fronteira dos EUA

    Por Christine Murray

    TIJUANA, México (Reuters) - Imigrantes centro-americanos retidos no limite que separa o México dos Estados Unidos romperam a cerca de fronteira na segunda-feira, expondo-se a uma detenção quase certa das autoridades dos EUA, mas esperando que a entrada ilegal resulte em um pedido de asilo.

    Desde meados de outubro milhares de pessoas de países da América Central, a maioria de Honduras, atravessaram o México em uma caravana rumo ao norte mirando os EUA, alguns realizando a maior parte da longa jornada a pé.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu impedir o ingresso dos imigrantes, enviando tropas para reforçar a fronteira e tentando uma mudança de procedimento, até agora rejeitada pelos tribunais, para exigir que os postulantes a asilo permaneçam no México enquanto seus casos são analisados.

    Frustrados e exaustos depois de semanas de incerteza, muitos dos imigrantes entraram em desespero ao se verem retidos em campos miseráveis na cidade mexicana fronteiriça de Tijuana.

    Alguns deles preferiram driblar os procedimentos legais e tentar uma entrada ilegal por Tijuana ao anoitecer de segunda-feira, em um local situado a cerca de 450 metros do Oceano Pacífico.

    Em menos de uma hora repórteres da Reuters observaram cerca de duas dezenas de pessoas escalarem a cerca de aproximadamente três metros de altura, feita de placas e pilastras grossas de metal. Elas escolheram um ponto junto a uma vala coberta de vegetação onde a cerca é ligeiramente mais baixa.

    Pouco antes do anoitecer, três pessoas magras se espremeram pela cerca junto à praia e logo foram apreendidas pela Patrulha de Fronteira dos EUA, disseram testemunhas.

    Mas à medida que escurecia mais e mais imigrantes faziam a travessia, muitos levando crianças ao longo da divisa terra adentro.

    Algumas transformaram cobertores em cordas para ajudar familiares a escalarem. Uma mãe acompanhada dos filhos ultrapassou a primeira cerca e desapareceu na escuridão.

    Vê-los pular a cerca incentivou outros, mesmo com a presença de um helicóptero de patrulha sobrevoando o lado norte-americano.

    Mais cedo, Karen Mayeni, uma hondurenha de 29 anos, mediu a cerca agarrada aos três filhos, de 6, 11 e 12 anos.

    'Estamos só observando, esperando para ver o que acontece', disse. 'Vamos decidir o que fazer dentro de alguns dias'. Nove minutos depois todos atravessaram a cerca.

    Vários imigrantes correram para tentar escapar da captura, mas a maioria caminhou lentamente até os agentes da Patrulha de Fronteira e se entregou.

    1

    0

    15

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Imigrantes centro-americanos permanecem na fronteira dos EUA apesar das más condições

    Imigrantes centro-americanos permanecem na fronteira dos EUA apesar das más condições

    Por Christine Murray

    TIJUANA, México (Reuters) - Milhares de imigrantes centro-americanos estão se instalando a longo prazo em um complexo esportivo mexicano sujo e superlotado à vista dos Estados Unidos, enquanto um número pequeno deles preferiu voltar para casa depois que confrontos com forças da fronteira diminuíram sua esperança de cruzar o local.

    Os homens, mulheres e crianças enlameados de uma caravana de maioria hondurenha começaram a se espremer no complexo de Tijuana cerca de três semanas atrás. Agora eles passam de 6 mil em um espaço que a prefeitura local preparou inicialmente para um terço desse número.

    Como os postulantes a asilo nos EUA estão se dando conta de que provavelmente terão que ficar na cidade mexicana fronteiriça durante meses, 350 pessoas pediram às autoridades que as ajudem a voltar para casa.

    Jose Luis Tepeu, um guatemalteco de 22 anos, estava dormindo sobre caixas de papelão no chão. Ele disse que só esperará mais cinco dias para ver se recebe ajuda para ir aos EUA, ou ao Canadá.

    'Se não vier, voltarei para minha casa', disse, dizendo que no México os salários são baixos demais para ele ficar e enviar dinheiro para ajudar sua família. 'Você não é bem pago aqui.'

    Para pedirem asilo, os imigrantes precisam primeiro se inscrever em uma lista de espera para ver autoridades de fronteira dos EUA. A lista já tinha um acúmulo de semanas antes de a caravana chegar, e conversas entre os dois países vizinhos que visam manter os imigrantes no México por mais tempo aumentam a incerteza.

    No domingo guardas de fronteira norte-americanos dispararam cilindros de gás lacrimogêneo contra um grupo menor, que incluía mulheres e crianças, que correu para a divisa.

    A violência pareceu ter chocado algumas pessoas, e outras dezenas pediram para ser enviadas voluntariamente para casa na segunda-feira, disse Rodolfo Olimpo, agente de imigração de Tijuana.

    A superlotação também contribuiu para a disseminação de doenças. Surgiram diversos casos de doenças respiratórias, piolhos e catapora, segundo três autoridades municipais que não quiseram se identificar por não estarem autorizadas a falar com a mídia.

    Como são muitos para se acolher em abrigos, os imigrantes, que viajaram cerca de 4.800 quilômetros desde meados de outubro, foram encaminhados ao complexo para esperar até que as autoridades de EUA e México se entendam sobre como lidar com eles.

    Mas apesar das condições difíceis muitos parecem determinados a esperar no México para pleitear seu caso nos EUA, e mais de 600 solicitaram permissão para trabalhar em solo mexicano só na terça-feira, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

    0

    0

    14

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Primeira leva de imigrantes da América Central chega à Cidade do México

    Primeira leva de imigrantes da América Central chega à Cidade do México

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Os primeiros imigrantes de países da América Central de uma caravana que atravessa o México rumo aos Estados Unidos chegaram à Cidade do México no domingo e receberam abrigo temporário em um ginásio esportivo.

    Mais de 1 mil centro-americanos, muitos fugindo da violência de gangues e de dificuldades financeiras em seus países de origem, se acomodaram no ginásio, onde a prefeitura providenciou cuidados médicos e alimentação.

    De olho nas eleições parlamentares de terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou diversas vezes para o avanço da caravana e ordenou o envio de milhares de soldados à fronteira com o México, onde unidades instalaram arame farpado neste final de semana.

    Os imigrantes chegaram à capital mexicana, situada a quase 805 quilômetros das passagens de fronteira mais próximas com os EUA no Estado norte-americano do Texas, quatro semanas depois de partirem da cidade hondurenha de San Pedro Sula.

    'Estamos determinados a chegar aos Estados Unidos, a realizar o sonho americano', disse Mauricio Mancilla, que partiu de San Pedro Sula com o filho de 6 anos. 'Temos fé em Deus de que o faremos, sejam quais forem as circunstâncias'.

    Milhares de outros centro-americanos estão se deslocando em grupos pelo Estado de Veracruz, pelo Estado central de Puebla e pelo Estado de Chiapas, no sul, noticiou a mídia local.

    'Isto é um êxodo', disse Alejandro Solalinde, padre católico e ativista de direitos dos imigrantes, aos repórteres. 'É algo inédito'.

    O governo dos EUA vem pressionando o México para que detenha o avanço dos imigrantes, e o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, ofereceu documentos de identidade e empregos temporários para os que pedirem asilo nos Estados de Chiapas e Oaxaca, no sul do país.

    No sábado o governo mexicano disse que está processando quase 2.800 pedidos de asilo e que cerca de mil centro-americanos foram deportados.

    No famoso santuário da Virgem de Guadalupe, localizado na capital, um grupo de voluntários mexicanos usava megafones para se oferecer a levar os imigrantes de ônibus ao estádio.

    Cesar Gomez, um guatemalteco de 20 anos, disse que aproveitou a chance de se unir à caravana para evitar os riscos de viajar sozinho e pagar milhares de dólares a traficantes de pessoas.

    'Foi uma boa oportunidade', disse ele enquanto esperava uma carona. 'A primeira coisa é tentar os Estados Unidos. Se não, talvez eu fique aqui'.

    (Por Josue Gonzalez, Stefanie Eschenbacher e Alberto Fajardo)

    0

    0

    16

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que tropas não vão atirar contra caravana de migrantes

    Trump diz que tropas não vão atirar contra caravana de migrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na sexta-feira que os imigrantes ilegais que jogarem pedras contra militares serão presos, mas não serão atacados pelas tropas.

    Ele fez os comentários a repórteres um dia de sugerir que os militares poderiam atirar contra os membros da caravana de migrantes que tenta chegar nos Estados Unidos se eles atirassem pedras nos militares.

    'Eles não terão que atirar. O que eu não quero é que eu não quero essas pessoas jogando pedras', disse Trump a repórteres em frente à Casa Branca.

    'Se eles fizerem isso conosco, eles serão presos por um longo tempo', acrescentou Trump.

    Trump tem endurecido sua posição sobre imigração e, especificamente, contra a caravana de migrantes antes das eleições parlamentares da próxima semana, nas quais o Partido Republicano de Trump procura manter o controle de ambas casas do Congresso.

    Na segunda-feira, o Pentágono informou que enviou mais de 5.200 soldados para a fronteira depois que Trump disse no Twitter que estava enviando militares para enfrentar a caravana de migrantes, um grupo de homens, mulheres e crianças viajando através do México enquanto fogem da violência e da pobreza na América Central.

    Trump disse na quarta-feira que os Estados Unidos podem enviar até 15 mil soldados para a fronteira, mais do que no Afeganistão.

    Na quinta-feira, Trump disse que seu governo estava finalizando um plano para exigir que os requerentes de asilo entrassem no país através de portos legais de entrada, embora ainda não esteja claro se tal limitação seria legalmente possível.

    (Por Roberta Rampton)

    0

    0

    92

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump promete cortar auxílio à América Central, chama caravana de imigrantes de emergência

    Trump promete cortar auxílio à América Central, chama caravana de imigrantes de emergência

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira ter alertado autoridades militares e federais de patrulhamento da fronteira que uma caravana de imigrantes de Honduras a caminho dos EUA é uma emergência nacional, e que Washington começará a cortar o auxílio externo fornecido à região.

    Trump, em uma série de publicações no Twitter, não forneceu mais detalhes sobre as ações de seu governo. Representantes da Casa Branca e da Patrulha de Fronteira dos EUA não responderam de imediato a pedido por comentário.

    Representantes do Pentágono e do Departamento de Estado encaminharam às perguntas à Casa Branca.

    'Infelizmente, parece que a polícia e as Forças Armadas do México são incapazes de parar a caravana destinada à fronteira sul dos Estados Unidos', escreveu Trump em publicação no Twitter, acrescentando: 'Eu alertei a Patrulha de Fronteira e as Forças Armadas de que essa é uma emergência nacional'.

    'Guatemala, Honduras e El Salvador não foram capazes de impedir pessoas de deixarem seus países e de entrarem ilegalmente nos EUA. Nós iremos, agora, começar a cortar, ou reduzir substancialmente, o massivo auxílio externo dado rotineiramente a eles', escreveu Trump.

    Milhares de imigrantes, em sua maioria hondurenhos, chegaram no final de semana à cidade mexicana de Tapachula, na fronteira com os Estados Unidos, após percorrerem o caminho a pé desde a fronteira da Guatemala, desafiando ameaças de Trump de que iria fechar a fronteira dos EUA com o México caso eles avançassem, assim como alertas do governo mexicano.

    Policiais mexicanos com equipamentos de choque ofuscaram a chegada da caravana, mas não impediram a passagem dos imigrantes.

    (Reportagem de Susan Heavey e Makini Brice)

    0

    0

    21

    5 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. caravana

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.