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    Bolsonaro tenta encerrar crise entre filho e Mourão enquanto Carlos mantém postagens contra o vice

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de seu filho Carlos usar as redes sociais ao longo do dia para fazer ataques diretos ao vice-presidente Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro usou mais uma vez o porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros, para tentar debelar a crise mas, ao mesmo tempo que fez elogios a Mourão, defendeu Carlos, a quem atribui sua vitória nas eleições de 2018.

    'De uma vez por todas o presidente gostaria de deixar claro o seguinte: quanto a seus filhos, em particular ao Carlos, o presidente enfatiza que ele sempre estará a seu lado. O filho foi um dos grandes responsáveis pela vitória nas urnas contra tudo e contra todos. 'É sangue do meu sangue'', disse o porta-voz, citando Bolsonaro.

    'Em relação ao general Hamilton Mourão, o presidente destacou que o general é o subcomandante do governo. Ele topou o desafio das eleições e terá a consideração e o apreço do senhor presidente.'

    A mais nova rodada de ataques de Carlos ao vice-presidente começou na noite de segunda-feira, depois de Mourão ter respondido as críticas do escritor Olavo de Carvalho aos militares. Carlos, que é seguidor de Carvalho, o defendeu no Twitter e centrou seus ataques no vice-presidente.

    Na noite de segunda-feira, Carlos repostou em suas contas no Twitter e Instagram um post da jornalista Raquel Sherazade em que ela criticava Bolsonaro e elogiava Mourão. O vice-presidente curtiu o post.

    'Tirem suas próprias conclusões. E tem muito mais... não se atente no que a pessoa diz, mas em quem curtiu', escreveu Carlos.

    Em seguida, um de seus seguidores chamou a atenção de Carlos para o convite de uma palestra que Mourão fez no instituto Wilson Center, um centro de estudos de políticas públicas norte-americano. O texto diz que os primeiros 100 dias foram marcados pela paralisia do governo Bolsonaro devido a 'sucessivas crises geradas pelo próprio círculo interno do presidente'. Acrescenta, ainda, que Mourão vem surgindo como uma 'voz moderada' no governo.

    'Se não visse não acreditaria que aceitou (o convite) com tais termos', escreveu Carlos. 'Este jogo está muito claro.'

    Em um dos posts, quando um seguidor pergunta se Mourão está contra o presidente, Carlos responde: 'será ou com certeza?'

    Os últimos posts de Carlos contra Mourão foram publicados na noite desta terça, logo depois da fala do porta-voz.

    'Naquele fatídico dia em que meu pai foi esfaqueado por ex-integrante do PSOL e o tal de Mourão em uma de suas falas disse que aquilo tudo era vitimização', escreveu, postando uma frase do vice à época. Em seguida, publicou: 'Nunca foi por briga e sim pela verdade.'

    Depois de evitar comentar pela manhã as ações de Carlos, ao sair da Vice-Presidência no final da tarde, Mourão disse que é preciso ter calma com a situação.

    'É o seguinte: calma, todo mundo emite sua opinião, tal e coisa. Então, a minha mãe sempre dizia uma coisa, quando um não quer dois não brigam”, disse o vice.

    Entre seguidores de Carlos nas mídias sociais, cresce o número dos que acusam o vice-presidente de traidor. No entanto, o vereador também foi bastante criticado por fomentar crises no governo.

    O filho do presidente é o responsável por gerenciar as redes sociais de Bolsonaro e, apesar de não ter cargo, é um dos olavistas mais influentes no governo.

    Por meio do porta-voz, mesmo defendendo o filho, Bolsonaro preferiu se distanciar das postagens de Carlos.

    'Além dessas considerações, o senhor presidente evidencia que declarações publicadas nas mais diversas mídias são de exclusiva responsabilidade daquele que as emite', disse Rêgo Barros.

    Em conversa com a Reuters, uma fonte palaciana destacou o fato do Twitter do presidente, em que Carlos posta em nome do pai, praticamente não foi acionado desde sábado, quando foi postado o vídeo de Carvalho criticando os militares, apagado em seguida. No domingo, Bolsonaro colocou apenas uma mensagem de Páscoa. Seria um sinal da intenção de diminuir os focos de crise no governo.

    Como mostrou a Reuters, a ordem no Planalto agora é ignorar as postagens de Olavo de Carvalho, origem da crise mais recente.

    'O presidente ressaltou também, de forma genérica, que quaisquer outras influências externas ao governo que venham a contribuir para as mudanças propostas para o Brasil serão muito bem-vindas', disse o porta-voz, em uma nova versão da crítica feita no dia anterior a Carvalho.

    Na noite de segunda, também através do porta-voz, Bolsonaro respondeu pela primeira vez às críticas do escritor. Em meio a elogios a Carvalho e suas 'boas intenções', disse que suas declarações não contribuem para a “unicidade de esforços” e para o projeto do governo.

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    Carlos Bolsonaro usa redes sociais para atacar Mourão

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro fez ataques diretos em suas redes sociais ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, em mais um capítulo da disputa interna no governo entre as alas militares e os chamados olavistas, ligados ao escritor Olavo de Carvalho.

    Na noite de segunda-feira, depois de Mourão responder as críticas de Carvalho aos militares no governo, Carlos repostou em suas contas no Twitter e Instagram, um post da jornalista Raquel Sherazade em que ela criticava Bolsonaro e elogiava Mourão. O vice-presidente curtiu o post.

    'Tirem suas próprias conclusões. E tem muito mais... não se atente no que a pessoa diz, mas em quem curtiu', escreveu Carlos.

    Em seguida, um de seus seguidores chamou a atenção de Carlos para o convite de uma palestra que Mourão fez no instituto Wilson Center, um think thank de políticas públicas norte-americano. O texto, uma apresentação da apresentação, diz que os primeiros 100 dias foram marcados pela paralisia do governo Bolsonaro devido a 'sucessivas crises geradas pelo próprio círculo interno do presidente'. Acrescenta, ainda, que Mourão vem surgindo como uma 'voz moderada' no governo.

    'Se não visse não acreditaria que aceitou (o convite) com tais termos', escreveu Carlos. 'Ainda está muito mais. Este jogo está muito claro.'

    Em um dos posts, quando um seguidor pergunta se Mourão está contra o presidente, Carlos responde: 'será ou com certeza?'

    Entre seus seguidores, cresce o número dos que acusam o vice-presidente de traidor. No entanto, Carlos também foi bastante criticado por fomentar crises no governo.

    O filho do presidente é o responsável por gerenciar as redes sociais de Bolsonaro e, apesar de não ter cargo, é um dos olavistas mais influentes no governo. Na segunda, depois de Mourão reagir às críticas do escritor aos militares dizendo que ele deveria se restringir à atividade de astrólogo, Carlos saiu em defesa de Olavo de Carvalho.

    Em um tuíte, afirmou que Olavo de Carvalho “é uma gigantesca referência do que vem acontecendo há tempos no Brasil” que 'desprezar isso só tem três motivos: total desconhecimento, se lixando para os reais problemas do Brasil ou acha que o mundo gira em torno de seu umbigo por motivos que prefiro que reflitam”.

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho mais novo do presidente, outro seguidor de Carvalho, retuitou o post.

    Na noite de segunda, através do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, Bolsonaro respondeu pela primeira vez às críticas do escritor. Em meio a elogios a Carvalho e suas 'boas intenções', disse que suas declarações não contribuem para a “unicidade de esforços” e para o projeto do governo.

    Na manhã desta terça, antes da reunião ministerial, Bolsonaro reuniu os ministros e o vice-presidente para uma cerimônia de troca da bandeira em frente ao Palácio da Alvorada. Mourão aparentava um certo incômodo ao participar do evento ao lado do presidente. Enquanto Bolsonaro brincava com os ministros, o vice não sorriu e se manteve olhando para frente.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a crise de candidatos laranja, Carlos Bolsonaro vaza áudio do presidente para atacar ministro

    Em meio a crise de candidatos laranja, Carlos Bolsonaro vaza áudio do presidente para atacar ministro

    BRASÍLIA (Reuters) - Envolvido em denúncias de que seu partido, o PSL, teria usado candidatos laranja para acessar recursos públicos de financiamento de campanha, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, foi alvo de um ataque direto do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, que chegou a vazar um áudio do pai em sua conta no Twitter e o acusou de mentir.

    'Ontem estive 24h do dia ao lado do meu pai e afirmo: É uma mentira absoluta de Gustavo Bebianno que ontem teria falado 3 vezes com Jair Bolsonaro para tratar do assunto citado pelo Globo e retransmitido pelo Antagonista', escreveu Carlos em sua conta no Twitter.

    Em seguida, Carlos coloca um áudio do próprio Bolsonaro, aparentemente falando ou enviando uma mensagem a Bebianno, em que o presidente diz: 'Gustavo, está complicado eu conversar ainda, então não vou falar com ninguém a não ser o estritamente essencial. E estou em fase final aqui de exames para possível baixa hoje, tá ok? Boa sorte aí.'

    De acordo com reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, Bebianno, que durante a campanha eleitoral era o presidente do PSL, teria sido responsável pela liberação de 250 mil reais de verba pública para a campanha de uma ex-assessora, que repassou parte do dinheiro para uma gráfica registrada em endereço de fachada.

    A gráfica teria sido a mesma usada por uma suposta candidata laranja, criada pelo atual presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE). Maria de Lourdes Paixão teve 274 votos, mas recebeu 400 mil reais de recursos para a campanha, o terceiro maior valor dentro do partido. A candidata diz ter repassado 380 mil reais à mesma gráfica de faixada.

    A Polícia Federal e o Ministério Público decidiram investigar o caso.

    Na terça-feira, em entrevista ao jornal O Globo, Bebianno negou ser um fator de instabilidade no governo e garantiu ter falado três vezes durante o dia com o presidente, o que levou ao ataque de Carlos Bolsonaro, desmentindo sua versão.

    O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, minimizou o caso.

    'Ajustes nas relações são normais. Nós temos 40 dias de governo. O presidente, desses 40 dias, quase 20 ficou hospitalizado. Tem que ter paciência. A gente tem que ir com calma', afirmou Onyx.

    'O ministro Gustavo Bebianno é uma pessoa super dedicada ao projeto, é um homem sério, responsável, correto. Acho que essas coisas são naturais em um processo que está iniciando. Então tem que ajustar as coisas, isso vai se ajustar. Ninguém vai criar uma onda onde não tem razão para ser.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Carlos Bolsonaro anuncia saída da equipe de presidente eleito e retomará mandato de vereador

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de ter surgido como possível nome para assumir a Secretaria de Comunicação do futuro governo, o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, informou nesta quinta-feira que está se afastando da transição e reassumindo o cargo na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

    'O meu ciclo de tentar ajudar diretamente chegou ao fim. São 18 anos de vida pública dedicados ao que acredito. Estes últimos 3 meses de licença não remunerada para acompanhar o que sempre acreditei se encerram. Semana que vem volto às atividades na Câmara de Vereadores do Rio', escreveu Carlos no Twitter.

    'Complemento aos amigos que desde ontem não tenho mais, por iniciativa própria, qualquer ascensão às redes sociais de Jair Bolsonaro', acrescentou.

    Carlos Bolsonaro era, até este momento, responsável pelas redes sociais pessoais e da campanha do pai. Seu nome surgiu como alternativa à Secom em entrevista dada pelo futuro secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno. Mais tarde, em entrevista ao site Antagonista, Bolsonaro confirmou a possibilidade.

    'O cara é uma fera nas mídias sociais. Tem tudo para dar certo', disse o presidente eleito ao site, acrescentando que a decisão seria de Carlos, que estaria analisando os prós e contras.

    Nesta quinta-feira, ao ser questionado se Carlos poderia realmente assumir o cargo, Bolsonaro disse que a questão 'foi levantada' e que reconheceu em entrevista que a possibilidade existia.

    'Mas não tem nada certo, dificilmente ele vai para lá. Dificilmente ele aceitaria, seria levado para o nepotismo, eu nunca pratiquei isso, não interessa fazer isso', disse o presidente eleito. 'A tendência é esse assunto morrer'.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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