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    Trump e Casa Branca negam quaisquer atos irregulares após revelações de Cohen

    Por Jeff Mason e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - A Casa Branca negou veementemente nesta quarta-feira sugestões de que um acordo de delação feito pelo ex-advogado pessoal do presidente Donald Trump, Michel Cohen, envolve Trump em um crime.

    “Como o presidente disse, nós afirmamos muitas vezes, ele não fez nada de errado. Não há acusações contra ele”, disse a secretária de imprensa Sarah Sanders na Casa Branca. “Só porque Michael Cohen fez um acordo de delação não significa que isto envolve o presidente em alguma coisa.”

    Cohen se declarou culpado na terça-feira por oito acusações criminais de evasão fiscal, fraude bancária e violações financeiras de campanha. Ele disse em tribunal federal em Manhattan que Trump lhe deu instruções para organizar pagamentos antes da eleição presidencial de 2016 para silenciar duas mulheres que disseram ter tido casos com Trump.

    Após o acordo de Cohen, democratas do Senado exigiram nesta quarta-feira que audiências futuras de confirmação para o candidato à Suprema Corte Brett Kavanaugh sejam adiadas, com alguns chamando Trump de “co-conspirador”.

    Mais cedo, o presidente atacou Cohen em publicação no Twitter ao dizer que as violações financeiras de campanha pelas quais Cohen se declarou culpado em tribunal federal em Nova York não constituem crimes – mesmo que procuradores e Cohen tenham concordado que constituem. Trump fez a reivindicação sem fornecer quaisquer evidências.

    Ao mesmo tempo, Trump elogiou no Twitter seu ex-gerente de campanha Paul Manafort, condenado na terça-feira por crimes de fraude, como um “bravo homem” por não cooperar com autoridades federais.

    A Fox News divulgou trechos de uma entrevista feita com Trump nesta quarta-feira, na qual o presidente disse que teve conhecimento dos pagamentos feitos por Cohen “mais tarde”, mas não entrou em detalhes.

    Após negar inicialmente saber algo sobre as ações de Cohen, Trump reconheceu neste ano que reembolsou Cohen por pagamentos feitos no final de 2016 a Stormy Daniels, uma atriz de filmes adultos cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford. Daniels alega ter tido um caso com Trump.

    Em julho, a CNN divulgou uma gravação em áudio supostamente feita por Cohen que mostra o advogado e Trump discutindo em setembro de 2016 se deveriam comprar os direitos da história de Karen McDougal, uma ex-modelo da Playboy que também teria tido um caso com Trump.

    O presidente insistiu ter pago Cohen com seus recursos pessoais e que os pagamentos não tinham objetivo de financiar sua campanha, e sim de resolver uma questão pessoal.

    “Eles (os pagamentos) não foram tirados das finanças da campanha. Isto é uma grande coisa”, disse Trump em entrevista à Fox. “Eles não saíram da campanha; eles saíram de mim”.

    MOMENTO É QUESTIONADO

    Críticos a Trump argumentaram que o caso apresentado por Trump de que pagamentos para Daniels e McDougal foram pessoais não se sustentam por conta do momento – somente semanas antes da eleição.

    “Se isto era um assunto pessoal, por que ela não foi paga após o caso ou na década em questão?”, disse Paul S. Ryan, chefe de litígio da Common Cause. “A eleição foi o que tornou a história dela valiosa.”

    O advogado de Cohen, Lanny Davis, disse que seu cliente possuía informações que seriam de interesse do procurador especial Robert Mueller, que investiga se a campanha de Trump de 2016 conspirou com a Rússia para influenciar a eleição. Davis montou um site para arrecadar doações para os gastos legais de Cohen.

    Perguntada em entrevista coletiva se Trump está preocupado com o que Cohen pode dizer a Mueller, Sanders respondeu: “Eu não acho de maneira alguma que o presidente está preocupado. Ele sabe que não fez nada de errado e que não houve conluio”.

    Investigadores de Nova York emitiram nesta quarta-feira uma intimação a Cohen em relação à investigação criminal do Estado sobre a Trump Foundation, disse uma autoridade estadual.

    Trump concedeu indultos presidenciais ao comentarista conservador Dinesh D’Souza e ao ex-xerife do Arizona Joe Arpaio, mas o advogado de Cohen disse que seu cliente não aceitaria um.

    “O sr. Cohen não está interessado em ser manchado pelo indulto de tal homem”, disse Davis à NPR.

    O acordo de delação de Cohen aconteceu após Manafort ser considerado culpado por oito acusações em um julgamento separado por fraude financeira em Alexandria, na Virgínia, gerado pela investigação federal sobre envolvimento da Rússia na eleição norte-americana de 2016 e possível coordenação com a campanha de Trump.

    (Reportagem adicional de Amanda Becker, Susan Cornwell, Karen Freifeld, Ginger Gibson, Susan Heavey e Lisa Lambert)

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    Casa Branca busca conter turbulência de cúpula entre Trump e Putin

    Por Roberta Rampton

    (Reuters) - A Casa Branca buscava nesta quarta-feira conter o furor causado pela intensamente criticada cúpula do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, negando que Trump teve a intenção de dizer que Moscou não está mais mirando os EUA.

    Trump, enfrentando uma turbulência política por conta de seu fracasso em confrontar Putin sobre envolvimento na eleição presidencial norte-americana de 2016 durante a cúpula dos líderes em Helsinque na segunda-feira, adotou sua costumeira postura desafiadora, chamando seus críticos de loucos.

    Perguntado por repórteres antes de um encontro de gabinete na Casa Branca sobre se a Rússia ainda está mirando os EUA, Trump balançou a cabeça e disse “não”.

    Mas em uma entrevista posterior, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o presidente dizia “não” para responder perguntas, e não para a pergunta em si.

    Autoridades de inteligência dos EUA disseram que esforços da Rússia para debilitar eleições estão ativos e agora miram as eleições congressionais, em 6 de novembro. Sanders declarou que Trump acredita que a ameaça da Rússia em interferir nas eleições norte-americanas ainda existe.

    “O presidente deixou claro para Vladimir Putin que ele deveria ficar longe das eleições dos EUA”, disse Sanders. “O presidente e seu governo estão trabalhando intensamente para garantir que a Rússia não consiga se intrometer em nossas eleições, como fizeram no passado”.

    Esta é a segunda vez desde a cúpula que Trump e a Casa Branca culpam um desentendimento ou uma interpretação errada pelo furor envolvendo a Rússia.

    Na terça-feira, Trump disse ter se expressado mal em uma entrevista coletiva em Helsinque com Putin e que aceitou as conclusões das agências de inteligência sobre envolvimento russo, embora tenha se desviado de suas notas preparadas para dizer “pode ter sido outra pessoa também. Há muitas pessoas por aí”.

    Trump chocou o mundo na segunda-feira ao evitar criticar o líder russo pelas ações de Moscou para interferir na eleição presidencial norte-americana de 2016, gerando fúria entre republicanos e democratas e pedidos de alguns parlamentares norte-americanos por sanções mais duras e outras ações para punir a Rússia.

    Críticos o acusaram de ficar ao lado da Rússia, ao invés de seu próprio país, ao fracassar em criticar Moscou pelo que agências de inteligência dos EUA descreveram no ano passado como interferência de Moscou na eleição de 2016 em uma tentativa de semear discórdia, auxiliar a candidatura de Trump e denegrir a adversária democrata de Trump, Hillary Clinton.

    Putin negou acusações de interferência eleitoral.

    “Nós estamos indo muito bem...E não há presidente que foi mais duro do que tenho sido com a Rússia”, disse Trump antes de encontro do gabinete, acrescentando que Putin “entende isto e ele não está feliz sobre isto”.

    Os comentários de Trump na Casa Branca seguiram uma série de publicações no Twitter no começo da manhã desta quarta-feira, na qual o presidente republicano disse que sua cúpula com Putin irá eventualmente produzir “grandes resultados” e acusou seus críticos de “Síndrome de Transtorno de Trump”.

    “Algumas pessoas ODEIAM o fato de que eu me dei bem com o presidente Putin, da Rússia. Elas prefeririam ir à guerra do que ver isto. Isto se chama Síndrome de Transtorno de Trump!”, escreveu o presidente.

    O diretor da Inteligência Nacional dos EUA, Dan Coats, disse a um comitê congressional em fevereiro que já havia visto evidências de que a Rússia estava mirando as eleições norte-americanas de novembro, quando o controle republicano da Câmara dos Deputados e do Senado está em jogo, além de uma série de posições em governos estaduais.

    Em resposta aos comentários de Trump sobre a inteligência dos EUA na segunda-feira, Coats disse: “Nós fomos claros em nossas avaliações sobre envolvimento russo na eleição de 2016 e seus esforços contínuos e abrangentes para debilitar nossa democracia”.

    O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, disse que os tuítes de Trump nesta quarta-feira mostram que ele não está comprometido a aceitar as descobertas das agências de inteligência, e que seus comentários de terça-feira foram meramente para controle de danos.

    “A única razão pela qual houve um retrocesso é que o presidente foi forçado por pressão de muitos de meus colegas republicanos aqui, de seus aliados na mídia, e de sua própria equipe na Casa Branca”, disse Schumer no plenário do Senado. “Mas fica claro a partir dos tuítes de hoje que ele não quis dizer isto”.

    (Reportagem adicional de Denis Pinchuk, em Moscou, Alison Williams, em Londres, Amanda Becker, Sarah Lynch e Daphne Psaledakis, em Washington)

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