alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE ceo

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vale aguardará maiores preços do níquel antes de retomar investimentos, diz CEO

    Vale aguardará maiores preços do níquel antes de retomar investimentos, diz CEO

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale, líder na produção global de níquel, vai esperar uma recuperação nos preços do metal para voltar a investir no segmento no qual a companhia tem registrado queda 'consciente' na produção, disse o presidente da mineradora nesta terça-feira.

    Fabio Schvartsman afirmou, durante evento no Rio de Janeiro, que a empresa só retomará investimentos quando os preços do níquel atingirem 20 mil dólares a tonelada, um nível muito acima do patamar atual, que está inferior a 13 mil dólares por tonelada .

    O executivo reiterou que a empresa permanece aguardando uma melhorar desse mercado pautada no potencial de uma futura demanda para a produção de baterias para carros elétricos.

    Schvartsman não fez previsões sobre quando acredita que aquele patamar de preços poderá ser alcançado.

    Na véspera, a Vale reduziu novamente a previsão para a produção de níquel neste ano, após o terceiro trimestre ter apresentado um volume inferior ao previsto anteriormente.

    'Nós tomamos a decisão consciente de reduzir nossa capacidade por enquanto, aguardando o momento em que eventualmente os preços reajam e faça mais sentido utilizar essas reservas. Isso é uma estratégia consciente que está sendo praticada há um ano e meio', afirmou.

    A commodity é uma das principais apostas do executivo, desde que assumiu a empresa, maior produtora global de minério de ferro e níquel do mundo, em maio de 2017.

    Em declarações passadas, o CEO também previu que futuramente os metais básicos --o níquel, em grande parte-- ganharão relevância nos resultados da empresa, como parte de uma estratégia de diversificação. O executivo destacou que a Vale tem na Indonésia as maiores reservas globais não utilizadas de níquel.

    'Se alguém no mundo pode reagir e entregar produto se houver essa explosão de demanda de níquel é a Vale', afirmou.

    Ele reiterou ainda que a Vale busca atualmente empenhar o seu caixa na política de dividendos, para remuneração de acionistas, e planeja recomprar ações de tempos em tempos.

    Para o executivo, as ações da empresa não refletem atualmente o valor da companhia.

    MINÉRIO DE FERRO

    Já do lado do minério de ferro, Schvartsman descreveu o atual cenário como excepcional, pois considera que a empresa está em uma posição mais favorável do que suas grandes concorrentes da Austrália, cujas minas são mais antigas e já começam a apresentar declínio.

    Enquanto a produção e as vendas de minério de ferro da Vale foram recordes no terceiro trimestre, a concorrente Rio Tinto registrou recuo de 5 por cento nos embarques no período, prejudicada por manutenção planejada e pausas por questões de segurança.

    O presidente da Vale ainda destacou que a demanda da China por minérios de melhor qualidade e menos poluentes, devido a luta do gigante asiático contra poluição, tem beneficiado a companhia, que ao aumentar a produção de sua mina S11D, inaugurada no fim de 2016, tem abocanhado maior parte do mercado, com prêmios maiores.

    Segundo o executivo, o prêmio do minério com mais qualidade sobre o de menor qualidade chega até 56 dólares por tonelada.

    Nesse cenário, Schvartsman destacou que a Vale está bem posicionada para atender seu principal cliente, com uma capacidade de 'blendagem' de 120 milhões de toneladas de minério de ferro.

    Sobre os preços do minério de ferro, o presidente da Vale acredita que deverão se manter no atual patamar para o próximo ano.

    (Por Marta Nogueira)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia ENTREVISTA-Caixa Econômica usará recursos de acordo com CNP Assurances para reforçar capital e crédito

    ENTREVISTA-Caixa Econômica usará recursos de acordo com CNP Assurances para reforçar capital e crédito

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal usará recursos de um acordo feito com a seguradora francesa CNP Assurances para fortalecer sua estrutura de capital e aumentar sua capacidade de oferta de crédito, disse o presidente do banco estatal, Nelson Antonio de Souza.

    'Poderemos ampliar o crédito, ainda que de forma prudente, nas linhas que exijam menos alocação de capital', disse Souza em entrevista à Reuters na sede do banco em São Paulo nesta sexta-feira.

    A CNP Assurances pagará 4,65 bilhões de reais para poder vender produtos das áreas de vida, prestamista e previdência até 2041 nas agências da Caixa Econômica Federal, anunciou na quarta-feira sua unidade Caixa Seguridade.

    O banco também deve captar mais recursos ainda em 2018 com outras parceiras que envolvem o uso de suas agências para venda de seguros habitacional, automotivo, de riscos patrimoniais e consórcios, disse Souza.

    Além dos recursos mais imediatos, a renovação do acordo em novas bases com a CNP Assurances abre caminho para a Caixa Econômica retomar os planos de abrir o capital da Caixa Seguridade, que haviam sido interrompidos desde 2016 devido ao impasse nas negociações com os franceses sobre extensão da parceria que vence em 2021.

    Como parte das conversas, a Caixa Seguridade estendeu um acordo de exclusividade com a corretora Wiz até 2021. A Caixa Seguridade criou uma corretora própria para operar com a Wiz a partir de então, disse Souza.

    O movimento é o primeiro de uma série de iniciativas lançadas pela Caixa Econômica nos últimos anos para levantar recursos com vários de seus ativos e fortalecer os níveis de capital, que ficaram bastante debilitados na esteira da fracassada campanha do governo federal de usar os bancos públicos para tentar reanimar uma economia na trilha da recessão.

    Após o acordo com a CNP Assurances, o banco estatal vai retomar o processo de venda de seu braço de loterias instantâneas Lotex, que fracassou em julho por falta de interessados. Pelo negócio, o governo esperava um lance mínimo de 1 bilhão de reais.

    'Estamos reformulando o modelo de negócios da Lotex para dar maior atratividade a investidores e vamos voltar ainda em 2018', disse Souza. 'Interessados tem.'

    Em outra frente, a Caixa Econômica se prepara para voltar a repassar parte de suas carteiras de crédito, instrumento muito usado pelos demais bancos, mas que o banco estatal foi proibido de fazer pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2016.

    'Já obtivemos aval da área técnica do TCU para a venda de 'carteiras performadas'', disse Souza, em referência a créditos adimplentes. 'Vamos voltar ao mercado nos próximos meses', acrescentou ele.

    O banco também vai retomar a venda de um lote de imóveis recebidos por inadimplência, que também fracassou este mês devido à percepção de risco dos potenciais investidores. A expectativa com esse negócio é também de levantar 1 bilhão de reais.

    As iniciativas devem dar ao banco maior capacidade de cumprir níveis mais rígidos de alocação de capital previstas em Basileia III e que entram em vigor no começo de 2019, ao mesmo tempo em que tenta voltar a ampliar crédito, após dois anos de estagnação.

    CONSIGNADO/FGTS

    Uma das linhas que o banco pretende ampliar sua participação é no crédito consignado, por se encaixar no foco da Caixa Econômica de priorizar linhas de menor risco e que, por isso, exigem menor alocação de capital.

    'Temos espaço para crescer muito no consignado', disse o presidente da Caixa.

    O banco aposta que mudanças operacionais façam deslanchar o consignado para trabalhadores do setor privado, com garantia do FGTS. Embora exista desde 2016, a modalidade não teve adesão dos bancos, que dizem ver muitos riscos no modelo.

    Com os ajustes feitos pela Caixa, os bancos terão mais visibilidade sobre o saldo de FGTS dos tomadores, o que permitirá a oferta de crédito a preços mais parecidos com os praticados para funcionários públicos.

    'Nossa expectativa é de que isso aconteça já em setembro', disse Souza. 'Já conversamos com alguns bancos'.

    CRÉDITO DIGITAL

    Dentre as iniciativas para tentar reduzir a desvantagem em relação aos principais rivais em alguns segmentos, a Caixa está criando um braço para reunir seus negócios de cartões, disse Souza.

    'Vamos ter uma empresa própria que vai nos ajudar a ter no setor uma presença equivalente ao nosso tamanho no mercado.'

    Em outra frente, o banco lançou neste mês projeto piloto de agências digitais para atender a crescente demanda por serviços fora das agências físicas. Até o final do ano, a Caixa deve inaugurar 100 unidades dessas agências, enquanto conclui um sistema que permita ao banco abrir contas correntes totalmente digitais ainda em 2018, disse o executivo.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Caixa Econômica acelera reforço de capital para crédito voltar a crescer em 2019

    Caixa Econômica acelera reforço de capital para crédito voltar a crescer em 2019

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal preencheu uma lacuna de capital sem ter precisado recorrer à venda de ativos e à ajuda do governo federal, mas negocia receber de volta parte dos dividendos de 2017 e emitir bônus no exterior como parte de seu plano para voltar a crescer em 2019, após dois anos de estagnação.

    'Precisar de injeção de capital do Tesouro é um assunto que ficou no passado', disse a jornalistas o presidente-executivo da Caixa, Nelson Antônio da Silva.

    O banco estatal afirmou mais cedo que seu índice de capital de nível 1, uma medida-chave de como um banco está protegido contra efeitos de uma eventual crise, atingiu 12,5 por cento em junho, 3,5 pontos percentuais superior a junho de 2017. O piso regulatório para esse indicador a partir de 2019 será de 9,5 por cento.

    Esse avanço foi obtido sobretudo com uma forte campanha de redução de despesas, que incluiu dois programas de demissão voluntária, fechamento de agências e agressiva contração nos empréstimos não ligados ao setor imobiliário.

    Assim, a carteira de 695,3 bilhões de reais em empréstimos do banco no fim do primeiro semestre era 3 por cento menor do que um ano antes. O crédito para empresas caiu em 25,7 por cento no período, enquanto o para consumo se contraiu em 13 por cento.

    Em compensação, a despesa da Caixa com provisão para perdas com calotes diminuiu 34 por cento sobre um ano antes, para 3,34 bilhões de reais. Além disso, a despesa com pessoal caiu 2 por cento, enquanto a administrativa subiu só 1 por cento.

    Ícone da campanha do governo iniciada em 2008, de tentar estimular a economia por meio da oferta de crédito barato, a Caixa acelerou fortemente suas concessões nos anos seguintes, na contramão dos bancos privados.

    À medida que uma sucessão de fatores levou o país a uma forte recessão e deixou o governo sem condições de seguir injetando dezenas de bilhões de reais no capital do banco, a Caixa enfrentou um mix de erosão dos níveis de capital e maiores despesas com calotes, que pressionou fortemente o lucro.

    Agências de classificação de risco chegaram a calcular que a Caixa precisaria de um aporte de cerca de 15 bilhões de reais para se enquadrar às regras mais rígidas de capital a partir de 2019.

    Para evitar esse quadro, a Caixa planejava captar recursos com a venda de ativos, mas todas as tentativas falharam. O leilão do braço de loterias Lotex, em julho, não teve interessados. A venda de parte do ramo segurador, reunido na Caixa Seguros, por meio de uma listagem em bolsa, foi abortado no ano passado. E a venda de carteiras de crédito vencidas foi barrada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

    Um plano de receber cerca de 15 bilhões de reais em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fortalecer o capital também foi barrado pelo TCU.

    Até uma captação com bônus no exterior, como fizeram outros bancos brasileiros neste ano, foi inviabilizada, uma vez que os balanços da Caixa nos últimos trimestres têm sido publicados com ressalvas da auditoria independente PricewaterhouseCoopers, em meio a dúvidas sobre a extensão de perdas com casos de irregularidades nos últimos anos.

    'Estamos resolvendo isso e acho que nosso balanço já virá sem ressalva a partir do terceiro trimestre, o que nos abrirá caminho para fazer uma captação com bônus no exterior', disse o vice-presidente de finanças da Caixa, Arno Meyer.

    Simultaneamente, a administração do banco negocia para receber de volta quase 800 milhões de reais dos cerca de 3 bilhões de reais pagos ao governo federal referentes ao lucro de 2017.

    'Se pudermos ter esses recursos, isso nos ajuda', disse à Reuters o vice-presidente de riscos da Caixa, Paulo Henrique Ângelo, explicando que, uma vez devolvidos, os recursos na prática seriam usados para capitalizar o banco, o que elevaria o nível de capital principal em menos de 1 ponto percentual.

    A Caixa teve lucro de 3,46 bilhões de reais no trimestre, salto de 33,9 por cento ante mesmo período de 2017. O resultado superou os 3,24 bilhões de reais do Banco do Brasil, também controlado pelo governo federal no período.

    (Por Aluísio Alves)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Morre Sergio Marchionne, ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler

    Morre Sergio Marchionne, ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler

    MILÃO (Reuters) - O ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler, Sergio Marchionne, um dos maiores e mais respeitados executivos da indústria automobilística, morreu, sucumbindo a complicações de uma cirurgia recente.

    O acionista controlador da montadora confirmou notícias de sua morte na quarta-feira, sem especificar a causa da morte ou dizer quando ele morreu.

    Marchionne, de 66 anos, ficou gravemente doente depois do que a empresa descreveu como cirurgia no ombro em um hospital de Zurique. Ele foi substituído como presidente-executivo no fim de semana passado depois que a Fiat Chrysler (FCA) disse que sua condição havia piorado.

    'Infelizmente, o que temíamos aconteceu. Sergio Marchionne, homem e amigo, se foi', disse o presidente do conselho da FCA, John Elkann, herdeiro da família controladora Agnelli, em um comunicado.

    A Marchionne resgatou a Fiat e a Chrysler da falência depois de assumir o comando da montadora italiana em 2004 e multiplicou o valor da Fiat 11 vezes ao longo de 14 anos de negociações acertadas. Ele deveria se deixar a FCA em abril do próximo ano.

    'A melhor maneira de honrar sua memória é construir o legado que ele nos deixou, continuando a desenvolver os valores humanos de responsabilidade e abertura dos quais ele foi o campeão mais fervoroso', acrescentou Elkann.

    No sábado, a FCA nomeou o chefe da divisão Jeep, Mike Manley, como presidente-executivo da sétima maior montadora do mundo, dizendo que o britânico de 54 anos executaria a nova estratégia de médio prazo que Marchionne delineou em junho.

    A FCA disse que Manley trabalhará para garantir um futuro 'forte e independente' para o grupo.

    No sábado, Marchionne também foi substituído como presidente do conselho e presidente-executivo da Ferrari e presidente da fabricante de tratores CNH Industrial.

    (Por Agnieszka Flak)

    ((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))

    REUTERS RBS

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. ceo

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.