alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE ceo

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EXCLUSIVO-Castello Branco já tem sala na Petrobras e revisou plano de negócios, dizem fontes

    EXCLUSIVO-Castello Branco já tem sala na Petrobras e revisou plano de negócios, dizem fontes

    Por Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O economista Roberto Castello Branco, integrante da equipe de transição do governo eleito de Jair Bolsonaro e futuro presidente da Petrobras, tem utilizado um gabinete na petroleira estatal e revisou o plano de negócios antes da aprovação do programa pelo conselho da companhia, disseram quatro fontes próximas ao tema nesta quinta-feira.

    Neste gabinete, de acordo com as fontes que falaram na condição de anonimato, o economista estaria já tendo acesso a informações da petroleira, conversando com funcionários e estudando planos futuros para a empresa, como uma possível venda do controle da empresa de combustíveis BR Distribuidora.

    Uma primeira fonte afirmou que os movimentos de Castello Branco, sem ainda ter passado por todos os níveis de aprovação para ocupar uma função na diretoria, demonstram 'sinal de desrespeito à governança'.

    Segundo essa pessoa, a votação do plano de negócios, publicado na véspera, chegou a ser adiada para que o economista pudesse revisá-lo.

    'Castello Branco agiu como executivo sem ser executivo. Ele foi consultado (sobre o plano de negócios), deu opinião, pediu para suspender (a publicação), isso é uma coisa muito séria, que causou enorme desconforto', disse a fonte.

    Apesar de ter avaliado o plano de negócios, o futuro presidente da empresa não fez alterações, segundo as fontes.

    No entanto, Castello Branco tem realizado estudos para mudanças futuras que poderão ser feitas, acrescentou.

    'Consta que ele está pegando informações (sobre a BR Distribuidora) para saber quanto valeria, quer dizer, já está considerando inclusive a venda da empresa', afirmou.

    Uma segunda fonte avaliou que a presença de Castello Branco não fere a governança da companhia e afirmou que o economista está na empresa aprendendo sobre os mecanismos, entrevistando pessoas, em período de preparação para assumir o cargo.

    'É igual em Brasília, ele está na equipe de transição, ele tem um cargo de equipe de transição, ele está lá trabalhando e fazendo a transição', afirmou.

    O nome de Castello Branco, ao ser anunciado, foi bem recebido por especialistas de energia, que avaliaram que o movimento sinalizava continuidade de uma política pró-mercado no setor de petróleo nos últimos anos, devido ao histórico liberal do executivo.

    Ex-diretor da Vale e ex-conselheiro da Petrobras, o economista sempre foi um ferrenho defensor da independência da gigante estatal em relação ao governo.

    Castello Branco não respondeu pedidos de comentários feitos pela Reuters. A Petrobras não respondeu imediatamente.

    PETROS

    A fonte pontuou ainda que Castello Branco teria já sondado a diretora do BNDES para a área financeira e mercado de capitais, Eliane Lustosa, para presidir a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras.

    Outra fonte ouvida pela Reuters, integrante do BNDES, confirmou a sondagem.

    A segunda fonte disse que, em consideração ao fato de Castello Branco já estar na empresa, houve um atraso do plano de negócios para que o indicado à presidência da empresa pudesse revisá-lo.

    'Mas nem ele quis mexer e como ele não tem um papel ainda de CEO nem de conselheiro, nada foi feito em função disso.'

    Uma terceira fonte também confirmou a presença na empresa do futuro presidente, atualmente representante do governo.

    'Castello Branco tem uma sala para ele aqui na Petrobras. É uma sala para a transição e quando precisa fazer as reuniões, e marca nesse local', afirmou.

    'Ele ficou animado com o plano, com os projetos, e o que a Petrobras tem pela frente.'

    Uma quarta fonte frisou que possíveis mudanças no plano de negócios têm que obedecer ritos internos.

    Além disso, observou que 'é no mínimo estranho ele estar lá dentro se ainda não assumiu, nem o governo assumiu'.

    Mas ponderou que fazer a transição 'não é estranho, a questão é de que forma ele está lá dentro e o dia a dia da empresa'.

    DEMISSÃO

    A primeira fonte afirmou ainda que uma demissão na empresa está sendo realizada a partir de atuação de Castello Branco, dentro da Petrobras.

    A gerente de inteligência e segurança da Petrobras, Regina de Luca, com um cargo de confiança, está em processo de demissão, segundo a fonte.

    A executiva, que é ex-secretária nacional de segurança pública do governo Dilma Rousseff, teria sido desligada devido à sua ligação anterior com o PT.

    Contatada pela Reuters, a executiva confirmou por telefone ter sido demitida mas, em meio a lágrimas e em tom bastante assustado, evitou realizar afirmações sobre o motivo.

    Luca destacou que ao longo de sua passagem pela Petrobras criou novos procedimentos na área de segurança e revisou contratos e áreas que geraram uma economia de mais de 234 milhões de reais à estatal.

    0

    0

    11

    6 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ENFOQUE-Escolha de novo CEO da Petrobras indica continuidade de reformas no setor de petróleo

    ENFOQUE-Escolha de novo CEO da Petrobras indica continuidade de reformas no setor de petróleo

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A indicação do economista Roberto Castello Branco para presidir a Petrobras no governo de Jair Bolsonaro sinaliza continuidade de uma política pró-mercado no setor de petróleo nos últimos anos, podendo até mesmo intensificá-la, na avaliação de especialistas.

    Ferrenho defensor da independência da gigante estatal em relação ao governo, tendo até já se declarado favorável à privatização da companhia anteriormente, Castello Branco terá que lidar com oposições de sindicatos e possivelmente de militares para implementar suas ideias.

    Uma agenda com viés mais liberal, no segmento de petróleo, vem ganhando força desde o início do governo de Michel Temer, que colocou uma série de reformas em curso em busca de maior competição no país, com redução da posição de dominância da Petrobras, atendendo a pleitos antigos do mercado.

    'Fiquei muito satisfeito (com a escolha de Castello Branco). Ele tem uma agenda conhecida, muito alinhada com o que vem sendo feito pela ANP', disse o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) à Reuters, Decio Oddone, por telefone nesta segunda-feira.

    Castello Branco é doutor em Economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e, atualmente, é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV.

    Com pós-doutorado pela Universidade de Chicago e extensa experiência nos setores público e privado, Castello Branco já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobras e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás.

    A Universidade de Chicago, também frequentada pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, é considerada uma instituição de linha liberal.

    As ações da Petrobras mostravam alguma volatilidade após o anúncio do nome de Castello Branco. Analistas de mercado acreditam na continuidade de uma gestão com foco na recuperação econômica da petroleira, uma das mais endividadas do mundo.

    MAIOR LIBERALIZAÇÃO?

    A estratégia da equipe econômica de Bolsonaro já estava apontando em uma direção de maior liberalização do setor de petróleo e com a escolha de Castello Branco isso foi reforçado, afirmou o professor e pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ, Edmar de Almeida.

    Almeida defendeu, no entanto, que o governo precisará deixar mais clara sua visão em relação à companhia, uma das maiores produtoras da América Latina, que durante as eleições ficou na linha de fogo entre posições de conselheiros militares de Bolsonaro e de livre mercado.

    Enquanto Bolsonaro vem defendendo a manutenção do controle estatal do miolo da Petrobras, seu braço direito Guedes já disse anteriormente acreditar que a privatização da empresa seria a melhor decisão.

    'Ele (Castello Branco), por exemplo, em algumas ocasiões, já manifestou a posição dele favorável à privatização da Petrobras. Então, esse é um ponto que tem que ser imediatamente esclarecido', disse Almeida.

    Em busca de reduzir sua enorme dívida, a Petrobras está realizando um plano bilionário de vendas de ativos nos últimos anos, que enfrentou grande resistência de sindicalistas e outros setores, que em parte conseguiram frear os desinvestimentos com medidas judiciais.

    'Com a entrada de Castello Branco o sinal é que a direção é essa mesmo (de venda de ativos), mas o governo agora vai ter que explicar o plano que estará em vigor, se será mantido ou se será modificado no sentido de ser mais liberal ainda', afirmou Almeida, para quem o novo CEO enfrentará forte oposição de sindicalistas.

    Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, Castello Branco indicou que sua gestão continuará com vendas de ativos da Petrobras para focar em seus negócios principais e seguirá buscando a redução do endividamento.

    POSTURA DE CHANCELER

    O primeiro desafio de Castello Branco em relação à independência do governo poderá ser o fim do programa de subsídio ao diesel, criado como uma resposta do governo federal à histórica greve de caminhoneiros em maio, como forma de atender aos pleitos de redução dos preços do combustível.

    Bolsonaro, à época, apoiou entusiasticamente a greve.

    O programa termina em 31 de dezembro, e o governo de transição ainda não anunciou se irá implementar alguma medida para suavizar os impactos do fim da subvenção.

    Uma fonte próxima a Castello Branco disse à Reuters que o economista tem traquejo muito bom, é uma pessoa experiente e que saberá lidar de forma eficiente com o governo.

    'Roberto tem certa postura de chanceler', disse a fonte, defendendo ainda que o economista é considerado também muito focado, estudioso, preparado e extremamente comprometido.

    'Fez um trabalho brilhante na Vale, pegou área de relações com investidores naquela fase pós-privatização, quando houve o lançamento das ações no exterior, época do primeiro 'investment grade' da Vale', disse a fonte, destacando que o grau de investimento foi algo inédito, obtido antes mesmo do Brasil.

    OPOSIÇÕES

    O diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que compreende 12 sindicatos de petroleiros, Deyvid Bacelar, afirmou ver o cenário atual preocupante, independentemente do presidente escolhido, por acreditar que o próximo governo já manteria as privatizações da Petrobras.

    'A situação da privatização, com o governo que infelizmente foi eleito, iria continuar a todo vapor. Tem que ver a velocidade agora, se será mais rápido ou não', disse Bacelar, que foi Conselheiro da Petrobras na mesma época de Castello Branco.

    O líder sindical destacou que, enquanto dividiu a mesa do Conselho da Petrobras com Castello Branco, viu no economista uma pessoa acessível e que considerava ponderações apresentadas por Bacelar, que representava os funcionários no colegiado.

    Bacelar também recordou que Castello Branco teve um papel importante na criação de comitês que discutiam e assessoravam decisões do Conselho de administração da Petrobras.

    'Sabemos dos desafios por ser um governo neoliberal e por ele (Castello Branco) também concordar com essa forma de gerir o país. Teremos um desafio grande, sem dúvida nenhuma', disse Bacelar.

    (Por Marta Nogueira)

    0

    0

    8

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ANÁLISE-Técnico habilidoso, CEO da Petrobras firma-se no cargo

    ANÁLISE-Técnico habilidoso, CEO da Petrobras firma-se no cargo

    Por Gram Slattery e Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro animou investidores com a promessa de enxugar e alterar o papel do Estado no maior país da América Latina.

    Mas quando o assunto envolve a Petrobras, a abordagem radical pode ser diferente, mantendo o comando da empresa.

    Nos últimos dias, a equipe de Bolsonaro disse que o CEO da petroleira, Ivan Monteiro, poderia continuar no cargo --uma rara demonstração de confiança em uma empresa com 37 presidentes em seus 65 anos de história.

    Isso, por sua vez, chama a atenção para Monteiro, natural do Estado do Amazonas, que assumiu o controle da empresa depois que seu antecessor demitiu-se repentinamente em junho.

    Muitos tomaram Monteiro como um substituto com dias contados, já que o presidente da República, Michel Temer, deixa o cargo em 1º de janeiro.

    Investidores, analistas e fontes da companhia disseram à Reuters que Monteiro, que antes era diretor financeiro da Petrobras, tem habilidade tanto para transitar no complicado meio político do Brasil quanto para levar balanços enfraquecidos de volta ao azul.

    Essa combinação, aprimorada por décadas no Banco do Brasil, pode ser crucial para a Petrobras, cujas finanças foram impactadas no passado quando governos a utilizaram para objetivos políticos.

    O antecessor de Monteiro, o especialista em recuperação de empresas Pedro Parente, traçou uma linha sobre a intromissão política na Petrobras durante seu mandato e, eventualmente, desistiu de seguir no comando quando o governo a atravessou. Em contraste, os colegas de Monteiro dizem que ele pode trabalhar habilmente dentro do sistema.

    'Ele conhece bem o mercado financeiro e também conhece Brasília', disse um alto executivo da Petrobras, que pediu anonimato.

    'Além de ser ótimo tecnicamente, ele tem um bom relacionamento com o governo', acrescentou o executivo. 'Isso, eu acho, faz um excelente perfil para um chefe da Petrobras.'

    Talvez o mais importante, dizem analistas e investidores, é que Monteiro tenha desempenhado um papel central nos esforços da Petrobras de redução da dívida bruta a 88 bilhões de dólares, o que tem impactado sua capacidade de investir nos novos achados de petróleo offshore do Brasil.

    Monteiro conhece os meandros de um ambicioso programa de desinvestimento, bem como acompanha as controversas tratativas com o governo sobre a chamada 'cessão onerosa', que, se resolvida, poderia trazer à empresa uma enorme riqueza financeira.

    'Ele está envolvido em todos os desinvestimentos, ele está envolvido na 'cessão onerosa'', disse Luiz Carvalho, principal analista de petróleo e gás, petroquímica e agronegócio do UBS na América Latina. 'Então, no final do dia, a continuidade de Ivan Monteiro seria positiva.'

    No início de novembro, Monteiro disse que ainda não havia sido abordado pela equipe de Bolsonaro para ficar na companhia. Assessores do executivo não o disponibilizaram para uma entrevista.

    TURBULÊNCIA

    A capacidade de Monteiro de ler os ventos em Brasília pode ser testada pela turbulência na nova administração.

    O principal guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, defendeu uma privatização total da petroleira, enquanto generais em torno de Bolsonaro se opõem a essa ideia. O próprio Bolsonaro disse que prefere manter a empresa nas mãos do Estado, mas está aberto à privatização de certos ativos.

    No início de novembro, Bolsonaro disse que Monteiro provavelmente seria substituído quando o novo governo assumir em 1º de janeiro, como parte da mudança costumeira em empresas estatais.

    Mas logo depois, o vice-presidente eleito Hamilton Mourão destacou Monteiro em uma mensagem no Twitter, dizendo que ficou 'muito bem impressionado' após se encontrar com executivos da Petrobras. Nesta semana, ele disse que Monteiro e outros na Petrobras podem continuar.

    Natural de Manaus, Monteiro trabalhou no Banco do Brasil por décadas, assumindo o cargo de CFO de 2009 a 2015.

    Esse foi um período em que a então presidente Dilma Rousseff colocou uma pressão intensa nos bancos estatais para aumentar o crédito e reduzir as taxas de juros.

    Enquanto a Caixa Econômica Federal, credor hipotecário do Estado, ainda está se recuperando de um balanço dramaticamente sobrecarregado, o Banco do Brasil conseguiu se manter em terreno firme e até melhorar algumas medidas de lucratividade.

    Aqueles próximos a Monteiro dizem que isso se deveu a seus controles de custos disciplinados e ao talento de cumprir a ordem do governo via soluções alternativas.

    'Se não fosse por ele, o Banco do Brasil teria se transformado na Caixa', disse um executivo do setor bancário à Reuters em 2015.

    Quando Monteiro chegou à Petrobras naquele ano, alguns no mercado estavam céticos, disse Carvalho, do UBS, em parte porque isso coincidiu com a ida de Aldemir Bendine, então CEO do Banco do Brasil, para assumir o cargo máximo na empresa de petróleo.

    Fiel a Dilma Rousseff, que sofreu um impeachment em 2016 por violar regras orçamentárias, Bendine foi condenado no início do ano por acusações de corrupção e cumpre pena de 11 anos.

    No entanto, Carvalho disse que Monteiro conquistou os céticos com a execução hábil dos planos de cortar dívidas e controlar os custos operacionais. Desde 2015, a dívida líquida da Petrobras foi reduzida em cerca de 27 bilhões de dólares, enquanto as ações preferenciais da empresa subiram 360 por cento desde o início de 2016.

    Três pessoas ao redor de Monteiro o descreveram como 'tecnicamente orientado'.

    'Quando se trata de um assunto que ele entende bem, Ivan não gosta de ouvir a palavra 'não'', disse o executivo da Petrobras, que pediu anonimato. 'Mas, em geral, ele é de conversar bastante com a equipe enquanto toma decisões.'

    (Por Gram Slattery e Rodrigo Viga Gaier; reportagem adicional de Marta Nogueira, no Rio de Janeiro, e Aluisio Alves, em São Paulo)

    1

    0

    15

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Recuperação da BRF vai levar pelo menos 2 anos, diz CEO

    Recuperação da BRF vai levar pelo menos 2 anos, diz CEO

    Por Tatiana Bautzer e Rodrigo Campos

    NOVA YORK(Reuters) - Os investidores não verão os resultados da mudança na BRF SA, maior exportadora de aves do mundo, no curto prazo, disse o presidente-executivo da companhia, Pedro Parente, à Reuters na segunda-feira.

    'Realisticamente, isso não acontecerá em menos de dois anos', disse Parente em uma entrevista em Nova York, acrescentando que um de seus maiores desafios como CEO é 'gerenciar as expectativas dos investidores'.

    Parente deixou seu cargo de presidente-executivo da estatal Petrobras para elaborar e implementar um plano de recuperação na BRF depois escândalos de corrupção e de segurança alimentar corroeram as vendas da empresa.

    Em abril, Parente foi nomeado presidente do conselho de administração da empresa, antes de assumir o papel adicional de presidente-executivo. Ele deve deixar o cargo executivo em meados de 2019 e ser substituído pelo vice-presidente de Operações, Lorival Luz.

    A administração da empresa disse publicamente que espera que as margens parem de cair no próximo ano e atinjam sua média histórica, estimada em dois dígitos baixos, em 2020. Somente em 2021 as margens podem subir acima desse nível, disseram executivos da empresa.

    Em abril, as ações da BRF atingiram o nível mais baixo desde dezembro de 2009. Desde então já subiram 10 por cento, mas ainda acumulam queda de cerca de 45 até agora em 2018.

    'Não estou usando atalhos e não estou interessado em mostrar bons números trimestrais se eles não forem sustentáveis', disse Parente. Parente e Luz disseram que esperam reduzir os custos industriais em 30 por cento em um processo previsto para levar cerca de um ano.

    A chave para a recuperação será o mercado interno brasileiro, que deve ser a espinha dorsal para a sustentação de operações lucrativas da empresa, disse Parente. Um segmento importante é o serviço de alimentação, onde a BRF vem perdendo participação de mercado depois que a ex-direitoria demitiu a maior parte de sua equipe de vendas em um esforço de redução de custos.

    Parente também disse que a BRF está 'preocupada' com o possível dano às exportações para o Oriente Médio depois que o presidente eleito Jair Bolsonaro disse que planeja transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

    A BRF e outros processadores de alimentos brasileiros apostaram muito nas exportações de carne halal para países muçulmanos nos últimos anos.

    'Temos visto uma reação franca dos países árabes, então esperamos que seja uma retórica de campanha', disse Parente.

    FOCO NA DEMANDAÇÃO

    Parente disse que a relação da dívida/Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) era de 6,7 vezes, e a meta é baixá-la para 3 vezes até o final de 2019.

    Depois que a empresa reduzir sua alavancagem para os níveis desejados, provavelmente voltará a se expandir, principalmente no Oriente Médio e na Ásia, acrescentou Parente. A empresa pretende construir uma unidade de produção na Arábia Saudita para atender aos novos requisitos de conteúdo local no país.

    Nesse meio tempo, a BRF está vendendo ativos na Europa, Tailândia e Argentina.

    Parente e Luz disseram que as negociações estão indo bem, com as operações europeias e tailandesas provavelmente indo para o mesmo comprador, já que a maior parte da produção na Tailândia é exportada para a Europa. Cinco interessados devem entregar propostas vinculantes para os ativos, disseram eles.

    Na Argentina, a BRF está considerando propostas na primeira fase da venda de compradores interessados ??em todo o negócio e outras que buscam partes dele, para decidir qual é a melhor alternativa, disse Luz.

    A BRF espera levantar 3 bilhões de reais com a venda das unidades, parte dos 5 bilhões de reais que pretende arrecadar para pagar dívida. Os restantes 2 bilhões de reais virão da venda de um fundo de recebíveis, imóveis e redução de estoque.

    O estoque ideal da BRF deve ficar em torno de 40 mil toneladas de produtos, mas depois que a União Europeia bloqueou as importações de 12 de suas plantas, chegou a 140 mil toneladas, disse Luz. A empresa vem reduzindo o estoque, que agora está perto de 85 mil toneladas, acrescentou.

    (Por Tatiana Bautzer and Rodrigo Campos, reportagem adicional de Simon Webb)

    0

    0

    15

    4 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vale aguardará maiores preços do níquel antes de retomar investimentos, diz CEO

    Vale aguardará maiores preços do níquel antes de retomar investimentos, diz CEO

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale, líder na produção global de níquel, vai esperar uma recuperação nos preços do metal para voltar a investir no segmento no qual a companhia tem registrado queda 'consciente' na produção, disse o presidente da mineradora nesta terça-feira.

    Fabio Schvartsman afirmou, durante evento no Rio de Janeiro, que a empresa só retomará investimentos quando os preços do níquel atingirem 20 mil dólares a tonelada, um nível muito acima do patamar atual, que está inferior a 13 mil dólares por tonelada .

    O executivo reiterou que a empresa permanece aguardando uma melhorar desse mercado pautada no potencial de uma futura demanda para a produção de baterias para carros elétricos.

    Schvartsman não fez previsões sobre quando acredita que aquele patamar de preços poderá ser alcançado.

    Na véspera, a Vale reduziu novamente a previsão para a produção de níquel neste ano, após o terceiro trimestre ter apresentado um volume inferior ao previsto anteriormente.

    'Nós tomamos a decisão consciente de reduzir nossa capacidade por enquanto, aguardando o momento em que eventualmente os preços reajam e faça mais sentido utilizar essas reservas. Isso é uma estratégia consciente que está sendo praticada há um ano e meio', afirmou.

    A commodity é uma das principais apostas do executivo, desde que assumiu a empresa, maior produtora global de minério de ferro e níquel do mundo, em maio de 2017.

    Em declarações passadas, o CEO também previu que futuramente os metais básicos --o níquel, em grande parte-- ganharão relevância nos resultados da empresa, como parte de uma estratégia de diversificação. O executivo destacou que a Vale tem na Indonésia as maiores reservas globais não utilizadas de níquel.

    'Se alguém no mundo pode reagir e entregar produto se houver essa explosão de demanda de níquel é a Vale', afirmou.

    Ele reiterou ainda que a Vale busca atualmente empenhar o seu caixa na política de dividendos, para remuneração de acionistas, e planeja recomprar ações de tempos em tempos.

    Para o executivo, as ações da empresa não refletem atualmente o valor da companhia.

    MINÉRIO DE FERRO

    Já do lado do minério de ferro, Schvartsman descreveu o atual cenário como excepcional, pois considera que a empresa está em uma posição mais favorável do que suas grandes concorrentes da Austrália, cujas minas são mais antigas e já começam a apresentar declínio.

    Enquanto a produção e as vendas de minério de ferro da Vale foram recordes no terceiro trimestre, a concorrente Rio Tinto registrou recuo de 5 por cento nos embarques no período, prejudicada por manutenção planejada e pausas por questões de segurança.

    O presidente da Vale ainda destacou que a demanda da China por minérios de melhor qualidade e menos poluentes, devido a luta do gigante asiático contra poluição, tem beneficiado a companhia, que ao aumentar a produção de sua mina S11D, inaugurada no fim de 2016, tem abocanhado maior parte do mercado, com prêmios maiores.

    Segundo o executivo, o prêmio do minério com mais qualidade sobre o de menor qualidade chega até 56 dólares por tonelada.

    Nesse cenário, Schvartsman destacou que a Vale está bem posicionada para atender seu principal cliente, com uma capacidade de 'blendagem' de 120 milhões de toneladas de minério de ferro.

    Sobre os preços do minério de ferro, o presidente da Vale acredita que deverão se manter no atual patamar para o próximo ano.

    (Por Marta Nogueira)

    0

    0

    10

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ENTREVISTA-Caixa Econômica usará recursos de acordo com CNP Assurances para reforçar capital e crédito

    ENTREVISTA-Caixa Econômica usará recursos de acordo com CNP Assurances para reforçar capital e crédito

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal usará recursos de um acordo feito com a seguradora francesa CNP Assurances para fortalecer sua estrutura de capital e aumentar sua capacidade de oferta de crédito, disse o presidente do banco estatal, Nelson Antonio de Souza.

    'Poderemos ampliar o crédito, ainda que de forma prudente, nas linhas que exijam menos alocação de capital', disse Souza em entrevista à Reuters na sede do banco em São Paulo nesta sexta-feira.

    A CNP Assurances pagará 4,65 bilhões de reais para poder vender produtos das áreas de vida, prestamista e previdência até 2041 nas agências da Caixa Econômica Federal, anunciou na quarta-feira sua unidade Caixa Seguridade.

    O banco também deve captar mais recursos ainda em 2018 com outras parceiras que envolvem o uso de suas agências para venda de seguros habitacional, automotivo, de riscos patrimoniais e consórcios, disse Souza.

    Além dos recursos mais imediatos, a renovação do acordo em novas bases com a CNP Assurances abre caminho para a Caixa Econômica retomar os planos de abrir o capital da Caixa Seguridade, que haviam sido interrompidos desde 2016 devido ao impasse nas negociações com os franceses sobre extensão da parceria que vence em 2021.

    Como parte das conversas, a Caixa Seguridade estendeu um acordo de exclusividade com a corretora Wiz até 2021. A Caixa Seguridade criou uma corretora própria para operar com a Wiz a partir de então, disse Souza.

    O movimento é o primeiro de uma série de iniciativas lançadas pela Caixa Econômica nos últimos anos para levantar recursos com vários de seus ativos e fortalecer os níveis de capital, que ficaram bastante debilitados na esteira da fracassada campanha do governo federal de usar os bancos públicos para tentar reanimar uma economia na trilha da recessão.

    Após o acordo com a CNP Assurances, o banco estatal vai retomar o processo de venda de seu braço de loterias instantâneas Lotex, que fracassou em julho por falta de interessados. Pelo negócio, o governo esperava um lance mínimo de 1 bilhão de reais.

    'Estamos reformulando o modelo de negócios da Lotex para dar maior atratividade a investidores e vamos voltar ainda em 2018', disse Souza. 'Interessados tem.'

    Em outra frente, a Caixa Econômica se prepara para voltar a repassar parte de suas carteiras de crédito, instrumento muito usado pelos demais bancos, mas que o banco estatal foi proibido de fazer pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2016.

    'Já obtivemos aval da área técnica do TCU para a venda de 'carteiras performadas'', disse Souza, em referência a créditos adimplentes. 'Vamos voltar ao mercado nos próximos meses', acrescentou ele.

    O banco também vai retomar a venda de um lote de imóveis recebidos por inadimplência, que também fracassou este mês devido à percepção de risco dos potenciais investidores. A expectativa com esse negócio é também de levantar 1 bilhão de reais.

    As iniciativas devem dar ao banco maior capacidade de cumprir níveis mais rígidos de alocação de capital previstas em Basileia III e que entram em vigor no começo de 2019, ao mesmo tempo em que tenta voltar a ampliar crédito, após dois anos de estagnação.

    CONSIGNADO/FGTS

    Uma das linhas que o banco pretende ampliar sua participação é no crédito consignado, por se encaixar no foco da Caixa Econômica de priorizar linhas de menor risco e que, por isso, exigem menor alocação de capital.

    'Temos espaço para crescer muito no consignado', disse o presidente da Caixa.

    O banco aposta que mudanças operacionais façam deslanchar o consignado para trabalhadores do setor privado, com garantia do FGTS. Embora exista desde 2016, a modalidade não teve adesão dos bancos, que dizem ver muitos riscos no modelo.

    Com os ajustes feitos pela Caixa, os bancos terão mais visibilidade sobre o saldo de FGTS dos tomadores, o que permitirá a oferta de crédito a preços mais parecidos com os praticados para funcionários públicos.

    'Nossa expectativa é de que isso aconteça já em setembro', disse Souza. 'Já conversamos com alguns bancos'.

    CRÉDITO DIGITAL

    Dentre as iniciativas para tentar reduzir a desvantagem em relação aos principais rivais em alguns segmentos, a Caixa está criando um braço para reunir seus negócios de cartões, disse Souza.

    'Vamos ter uma empresa própria que vai nos ajudar a ter no setor uma presença equivalente ao nosso tamanho no mercado.'

    Em outra frente, o banco lançou neste mês projeto piloto de agências digitais para atender a crescente demanda por serviços fora das agências físicas. Até o final do ano, a Caixa deve inaugurar 100 unidades dessas agências, enquanto conclui um sistema que permita ao banco abrir contas correntes totalmente digitais ainda em 2018, disse o executivo.

    0

    0

    9

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Caixa Econômica acelera reforço de capital para crédito voltar a crescer em 2019

    Caixa Econômica acelera reforço de capital para crédito voltar a crescer em 2019

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal preencheu uma lacuna de capital sem ter precisado recorrer à venda de ativos e à ajuda do governo federal, mas negocia receber de volta parte dos dividendos de 2017 e emitir bônus no exterior como parte de seu plano para voltar a crescer em 2019, após dois anos de estagnação.

    'Precisar de injeção de capital do Tesouro é um assunto que ficou no passado', disse a jornalistas o presidente-executivo da Caixa, Nelson Antônio da Silva.

    O banco estatal afirmou mais cedo que seu índice de capital de nível 1, uma medida-chave de como um banco está protegido contra efeitos de uma eventual crise, atingiu 12,5 por cento em junho, 3,5 pontos percentuais superior a junho de 2017. O piso regulatório para esse indicador a partir de 2019 será de 9,5 por cento.

    Esse avanço foi obtido sobretudo com uma forte campanha de redução de despesas, que incluiu dois programas de demissão voluntária, fechamento de agências e agressiva contração nos empréstimos não ligados ao setor imobiliário.

    Assim, a carteira de 695,3 bilhões de reais em empréstimos do banco no fim do primeiro semestre era 3 por cento menor do que um ano antes. O crédito para empresas caiu em 25,7 por cento no período, enquanto o para consumo se contraiu em 13 por cento.

    Em compensação, a despesa da Caixa com provisão para perdas com calotes diminuiu 34 por cento sobre um ano antes, para 3,34 bilhões de reais. Além disso, a despesa com pessoal caiu 2 por cento, enquanto a administrativa subiu só 1 por cento.

    Ícone da campanha do governo iniciada em 2008, de tentar estimular a economia por meio da oferta de crédito barato, a Caixa acelerou fortemente suas concessões nos anos seguintes, na contramão dos bancos privados.

    À medida que uma sucessão de fatores levou o país a uma forte recessão e deixou o governo sem condições de seguir injetando dezenas de bilhões de reais no capital do banco, a Caixa enfrentou um mix de erosão dos níveis de capital e maiores despesas com calotes, que pressionou fortemente o lucro.

    Agências de classificação de risco chegaram a calcular que a Caixa precisaria de um aporte de cerca de 15 bilhões de reais para se enquadrar às regras mais rígidas de capital a partir de 2019.

    Para evitar esse quadro, a Caixa planejava captar recursos com a venda de ativos, mas todas as tentativas falharam. O leilão do braço de loterias Lotex, em julho, não teve interessados. A venda de parte do ramo segurador, reunido na Caixa Seguros, por meio de uma listagem em bolsa, foi abortado no ano passado. E a venda de carteiras de crédito vencidas foi barrada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

    Um plano de receber cerca de 15 bilhões de reais em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fortalecer o capital também foi barrado pelo TCU.

    Até uma captação com bônus no exterior, como fizeram outros bancos brasileiros neste ano, foi inviabilizada, uma vez que os balanços da Caixa nos últimos trimestres têm sido publicados com ressalvas da auditoria independente PricewaterhouseCoopers, em meio a dúvidas sobre a extensão de perdas com casos de irregularidades nos últimos anos.

    'Estamos resolvendo isso e acho que nosso balanço já virá sem ressalva a partir do terceiro trimestre, o que nos abrirá caminho para fazer uma captação com bônus no exterior', disse o vice-presidente de finanças da Caixa, Arno Meyer.

    Simultaneamente, a administração do banco negocia para receber de volta quase 800 milhões de reais dos cerca de 3 bilhões de reais pagos ao governo federal referentes ao lucro de 2017.

    'Se pudermos ter esses recursos, isso nos ajuda', disse à Reuters o vice-presidente de riscos da Caixa, Paulo Henrique Ângelo, explicando que, uma vez devolvidos, os recursos na prática seriam usados para capitalizar o banco, o que elevaria o nível de capital principal em menos de 1 ponto percentual.

    A Caixa teve lucro de 3,46 bilhões de reais no trimestre, salto de 33,9 por cento ante mesmo período de 2017. O resultado superou os 3,24 bilhões de reais do Banco do Brasil, também controlado pelo governo federal no período.

    (Por Aluísio Alves)

    0

    0

    19

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Morre Sergio Marchionne, ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler

    Morre Sergio Marchionne, ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler

    MILÃO (Reuters) - O ex-presidente-executivo da Fiat Chrysler, Sergio Marchionne, um dos maiores e mais respeitados executivos da indústria automobilística, morreu, sucumbindo a complicações de uma cirurgia recente.

    O acionista controlador da montadora confirmou notícias de sua morte na quarta-feira, sem especificar a causa da morte ou dizer quando ele morreu.

    Marchionne, de 66 anos, ficou gravemente doente depois do que a empresa descreveu como cirurgia no ombro em um hospital de Zurique. Ele foi substituído como presidente-executivo no fim de semana passado depois que a Fiat Chrysler (FCA) disse que sua condição havia piorado.

    'Infelizmente, o que temíamos aconteceu. Sergio Marchionne, homem e amigo, se foi', disse o presidente do conselho da FCA, John Elkann, herdeiro da família controladora Agnelli, em um comunicado.

    A Marchionne resgatou a Fiat e a Chrysler da falência depois de assumir o comando da montadora italiana em 2004 e multiplicou o valor da Fiat 11 vezes ao longo de 14 anos de negociações acertadas. Ele deveria se deixar a FCA em abril do próximo ano.

    'A melhor maneira de honrar sua memória é construir o legado que ele nos deixou, continuando a desenvolver os valores humanos de responsabilidade e abertura dos quais ele foi o campeão mais fervoroso', acrescentou Elkann.

    No sábado, a FCA nomeou o chefe da divisão Jeep, Mike Manley, como presidente-executivo da sétima maior montadora do mundo, dizendo que o britânico de 54 anos executaria a nova estratégia de médio prazo que Marchionne delineou em junho.

    A FCA disse que Manley trabalhará para garantir um futuro 'forte e independente' para o grupo.

    No sábado, Marchionne também foi substituído como presidente do conselho e presidente-executivo da Ferrari e presidente da fabricante de tratores CNH Industrial.

    (Por Agnieszka Flak)

    ((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))

    REUTERS RBS

    0

    0

    35

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. ceo

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.