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    Britânico e 2 norte-americanos conquistam Nobel de Química de 2018

    Por Daniel Dickson e Ben Hirschler

    ESTOCOLMO/LONDRES (Reuters) - Os cientistas Frances Arnold, George Smith e Gregory Winter conquistaram o Prêmio Nobel de Química de 2018 graças a pesquisas usando evolução direcionada para produzir enzimas e anticorpos para novos produtos químicos e remédios, informou a entidade que concede as honrarias nesta quarta-feira.

    Frances, somente a quinta mulher a ser homenageada com um Nobel de Química, recebeu metade do prêmio de 9 milhões de coroas suecas, o equivalente a 1 milhão de dólares, enquanto o também norte-americano Smith e o britânico Winter dividiram a outra metade.

    'Os laureados do Nobel de Química deste ano se inspiraram no poder da evolução e usaram os mesmos princípios --mudança e seleção genética-- para desenvolver proteínas que solucionam os problemas químicos da humanidade', disse a Academia Real Sueca de Ciências em um comunicado.

    Frances é a segunda mulher a receber um Nobel neste ano, depois que a canadense Donna Strickland dividiu o Nobel de Física na terça-feira.

    O uso de enzimas, desenvolvido por ela, inclui a fabricação mais ecológica de substâncias químicas, como remédios, e a produção de combustíveis renováveis para um setor de transporte mais verde.

    Smith desenvolveu um método usando um vírus que infecta bactérias para produzir novas proteínas, e Winter usou o mesmo método para a evolução direcionada de anticorpos com o objetivo de produzir novos remédios.

    Os prêmios por conquistas na ciência, literatura e paz foram criados e financiados no testamento do empresário suíço e inventor da dinamite Alfred Nobel, e vêm sendo concedidos desde 1901.

    Pela primeira vez em décadas o prêmio de literatura não será concedido neste ano por causa de uma divisão dentro da Academia Sueca, provocada por um escândalo de estupro envolvendo o marido de uma integrante do conselho.

    Os prêmios de ciência e paz são escolhidos por outras entidades. O Nobel de Química é o terceiro deste ano, já que os de Medicina e Física foram anunciados no início desta semana.

    (Por Daniel Dickson, Niklas Pollard e Simon Johnson; Reportagem adicional de Anna Ringstrom e Helena Soderpalm)

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    Inovações no uso do laser rendem Prêmio Nobel de Física a trio de cientistas

    ESTOCOLMO (Reuters) - Os cientistas Arthur Ashkin, Gerard Mourou e Donna Strickland conquistaram o Prêmio Nobel de Física de 2018 por avanços no campo dos lasers usados em cirurgias e em estudos científicos, informou nesta terça-feira a entidade que concede a premiação.

    O norte-americano Ashkin, dos Laboratórios Bell dos Estados Unidos, recebeu metade do prêmio, e o francês Mourou, que também tem cidadania norte-americana, e a canadense Donna dividiram a outra metade.

    Donna, da Universidade de Waterloo, no Canadá, é somente a terceira mulher a receber o Prêmio Nobel de Física.

    'As invenções sendo homenageadas neste ano revolucionaram a física dos lasers', disse a Academia Real Sueca de Ciências ao conceder o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, o equivalente a 1 milhão de dólares.

    'Instrumentos avançados de precisão estão abrindo áreas inexploradas de pesquisa e uma multiplicidade de aplicações industriais e médicas', disse em um comunicado.

    Ashkin inventou 'pinças' óticas que podem capturar partículas, átomos, vírus e outras células vivas, enquanto Mourou e Donna criaram separadamente os pulsos de laser mais curtos e poderosos da história.

    Estes se tornaram o padrão para lasers de alta intensidade, usados por exemplo em milhões de cirurgias oculares corretivas todos os anos.

    Os prêmios por conquistas na ciência, literatura e paz vêm sendo concedidos desde 1901 conforme o testamento de Alfred Nobel, empresário e magnata suíço cuja invenção da dinamite gerou uma vasta fortuna usada para financiar a honraria.

    Mas pela primeira vez em décadas o prêmio de literatura não será concedido neste ano devido a alegações de má conduta sexual que levaram à saída de vários membros do conselho da Academia Sueca, a entidade que o concede.

    (Por Niklas Pollard e Simon Johnson; Reportagem adicional de Esha Vaish, Daniel Dickson e Helena Soderpalm)

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    Nobel de Medicina premia cientistas responsáveis por avanços no combate ao câncer

    Por Simon Johnson e Kate Kelland

    ESTOCOLMO (Reuters) - O norte-americano James Allison e o japonês Tasuku Honjo receberam o Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia de 2018 por descobertas que levaram a novas abordagens para fortalecer o sistema imunológico no combate ao câncer, informou nesta segunda-feira a entidade que concede os prêmios.

    'Allison e Honjo mostraram como estratégias diferentes para inibir os freios do sistema imunológico podem ser usadas no tratamento do câncer', disse a Assembleia do Nobel no Instituto Karolinska da Suécia ao conceder o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalentes a 1 milhão de dólares.

    Os dois ganhadores estudaram proteínas que evitam que o corpo e seus principais glóbulos brancos, conhecidos como linfócitos T, ataquem células cancerígenas com eficiência.

    Allison, professor do Centro do Câncer MD Anderson da Universidade do Texas, estudou uma proteína que funciona como um freio para o sistema imunológico e percebeu o potencial para liberar glóbulos brancos para estes atacarem tumores se o freio puder ser desativado.

    Honjo, professor da Universidade de Kyoto desde 1984, descobriu separadamente uma segunda proteína nos glóbulos brancos e revelou que ela também funciona como um freio, mas com um mecanismo diferente.

    'As descobertas seminais dos dois laureados constituem um marco em nossa luta contra o câncer', disse o instituto.

    A medicina é a primeira categoria premiada pelo Nobel a cada ano. Os prêmios por conquistas na ciência, literatura e paz foram criados conforme o testamento de Alfred Nobel, empresário e inventor da dinamite, e vêm sendo concedidos desde 1901.

    O prêmio de literatura não será concedido neste ano porque a entidade responsável foi abalada por um escândalo de assédio sexual.

    (Por Simon Johnson e Niklas Pollard; Reportagem adicional de Daniel Dickson, Esha Vaish e Anna Ringstrom)

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    Telescópio da Nasa descobre dois novos planetas cinco meses após lançamento

    Por Joey Roulette

    ORLANDO, Flórida (Reuters) - Um telescópio orbital desenvolvido para detectar mundos fora do sistema solar descobriu dois planetas distantes nesta semana, cinco meses após o lançamento do Cabo Canaveral, no Estado norte-americano da Flórida, disseram autoridades na quinta-feira.

    O Satélite de Pesquisa de Exoplanetas em Trânsito da Nasa, mais conhecido como Tess, fez uma descoberta precoce de 'super-Terras' e 'Terras quentes' em sistemas solares a não menos de 49 anos-luz de distância, a primeira descoberta do satélite desde o lançamento em abril.

    A missão de dois anos e 337 milhões de dólares do Tess almeja ampliar o catálogo dos chamados exoplanetas, mundos que circulam estrelas distantes, conhecidos pelos astrônomos.

    Embora os dois planetas sejam quentes demais para comportar vida, a vice-diretora de ciência do Tess, Sara Seager, acredita em muitas outras descobertas deste tipo.

    'Teremos que esperar para ver o que mais o Tess descobre', disse Sara à Reuters. 'Sabemos que há planetas lá fora, enchendo o céu noturno, só esperando para ser encontrados'.

    O Tess foi concebido para capitalizar o trabalho de seu antecessor, o telescópio espacial Kepler, que descobriu a maior parte dos cerca de 3.700 exoplanetas documentados durante os últimos 20 anos e que está ficando sem combustível.

    A Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) espera localizar milhares de mundos até agora desconhecidos, talvez centenas deles do tamanho da Terra ou 'super-Terras' – não maiores do que duas vezes o tamanho de nosso planeta.

    Acredita-se que nestes é mais provável encontrar superfícies rochosas ou oceanos, e por isso eles são considerados os melhores candidatos para a evolução da vida. Cientistas disseram crer que futuramente o Tess ajudará a catalogar ao menos outros 100 exoplanetas rochosos para estudos posteriores do que se tornou um dos campos de exploração mais novos da astronomia.

    Na quarta-feira pesquisadores do MIT anunciaram a descoberta do Pi Mensae c, uma 'super-Terra' a 60 anos-luz de distância orbitando seu sol a cada 6,3 dias. A descoberta do LHS 3844 b, uma 'Terra quente' situada a 49 anos-luz de distância que orbita seu sol a cada 11 horas, foi anunciada na quinta-feira.

    Os dois planetas novos, que ainda precisam ser analisados por outros pesquisadores, oferecem uma chance para estudos posteriores, disseram autoridades.

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    'Lua de sangue' encanta observadores no maior eclipse lunar do século 21

    Por Baz Ratner e Cecilie Kallestrup

    NAIRÓBI (Reuters) - Uma lua de cor de sangue deslumbrou admiradores do céu em várias partes do mundo nesta sexta-feira, quando o satélite natural da Terra se moveu para a sombra de nosso planeta para o mais longo eclipse lunar do século 21.

    Do Cabo da Boa Esperança ao Oriente Médio, e do Kremlin à Baía de Sydney, milhares de pessoas viraram seus olhos para as estrelas para observar a lua, que ficou escura antes de brilhar laranja, marrom e carmesim conforme se movia para a sombra da Terra.

    O eclipse total duraria uma hora, 42 minutos e 57 segundos, embora precedido e sucedido por um eclipse parcial, o que significa que a lua passaria um total de 3 horas e 54 minutos na sombra da Terra, de acordo com a Nasa.

    O eclipse completo foi visível da Europa, Rússia, África, Oriente Médio, grande parte da Ásia e Austrália, embora nuvens tenham bloqueado a lua em alguns lugares.

    Fotógrafos da Reuters registraram a lua por todo o mundo, da Grande Mesquita do xeique Zayed, em Abu Dhabi, ao Templo de Poseidon, no Cabo Sunião, perto de Atenas.

    Em Nairóbi, quenianos observavam conforme a lua escurecia.

    “Isto é o que a vida é: momentos mágicos como este”, disse Teddy Muthusi, ao olhar a lua do Parque Uhuru, em Nairóbi. “É simplesmente lindo. Vale a pena”.

    Nas margens do Ganges, na Índia, templos foram fechados antes do eclipse. Em Cingapura, entusiastas observaram através de telescópios no píer de Marina South. Centenas de pessoas na Austrália pagaram para observar o eclipse no Observatório de Sydney antes do amanhecer.

    Quando a lua se moveu da sombra cônica da Terra, deixou de ser iluminada pelo sol e ficou escura. Alguma luz, no entanto, ainda chega ao satélite porque é curvada pela atmosfera da Terra.

    'Ele é chamado de 'lua de sangue' porque a luz do sol atravessa a atmosfera da Terra a caminho da lua e a atmosfera da Terra a torna vermelha, da mesma maneira que o sol fica vermelho quando se põe', disse à Reuters Andrew Fabian, professor de astronomia da Universidade de Cambridge.

    Ao mesmo tempo, Marte está na sua posição mais perto da Terra desde 2003, então alguns observadores podem ver o que parece uma estrela vermelha alaranjada – e na verdade é o planeta vermelho.

    “É uma coincidência muito incomum ter um eclipse lunar total e Marte em oposição na mesma noite”, disse Robert Massey, vice-diretor-executivo da Sociedade Astronômica Real, que observou o eclipse no Mar Mediterrâneo.

    Por milhares de anos, a humanidade tem olhado para os céus atrás de presságios de desgraças, vitórias e alegrias. A bíblia contém referências à lua ficando vermelha e alguns judeus ultra ortodoxos consideram eclipses lunares presságios e um motivo para contemplação moral.

    De acordo com algumas crenças hindus, corpos celestiais como o sol e a lua emitem energias negativas durante um eclipse, então alguns templos na Índia são fechados para minimizar quaisquer distúrbios.

    Astrônomos, no entanto, disseram que não há motivos para preocupações.

    “Não há razão para acreditar que luas de sangue pressagiam desgraças”, disse Massey. “Isto não anuncia o apocalipse: ver um eclipse lunar e Marte no céu é algo que as pessoas deveriam aproveitar, ao invés de se preocuparem.”

    O próximo eclipse lunar com tamanha duração será em 2123.

    (Reportagem adicional de Dan Williams, em Jerusalém, Amr Abdallah Dalsh, no Cairo, Alkis Konstantinidis, no Cabo Sunião, Christopher Pike, em Abu Dhabi, e Colin Packham, em Sydney)

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