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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Jumanji: Próxima Fase – Crítica Sem Spoilers

    Jumanji: Próxima Fase – Crítica Sem Spoilers

    É difícil fazer uma sequência dar certo, mais difícil ainda fazer um remake dar certo. E para a exceção da regra, temos Jake Kasdan. O diretor de cinema norte-americano já havia provado sua boa mão para filmes em 2017, e agora nos relembra disso.   
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    Em Jumanji: Próxima Fase, ou apenas Jumanji 2, Spencer volta ao fatídico videogame e seus amigos Martha, Fridge e Bethany decidem ir atrás dele embarcando em uma missão quase suicida.  
     
    A troca de corpo dos personagens é o que faz o humor funcionar. Não há como discutir que um senhor já idoso no corpo Dwayne Johnson e uma adolescente no de Jack Black são sacadas, no mínimo, interessantes. 
     
    O elenco de peso era um dos pontos mais altos e responsáveis por convencer o público a assistir ao filme, então nada melhor que adicionar nomes do momento para integrar a continuação. A melhor nova contratação é a de Awkwafina, que dá vida à Ming, um novo avatar do jogo e consegue extrair risadas até dos mais sérios.  
     
    Com ritmo frenético, a quantidade de ameaças ao grupo parece grande demais, mas funciona para manter o público entretido sem se dar conta do número.  
     
    Apesar de não ser perfeito, tendo um final bastante previsível, Jumanji: Próxima Fase entrega o que promete e faz o que poucas continuações fazem: manter a qualidade.  
     
    Jumanji: Próxima Fase estreia em mais de 1.300 salas em todo o Brasil em 16 de janeiro em todos os formatos: 2D, 3D e até 4D. Escolha o seu favorito e dê uma chance à essa continuação que merece atenção.  

    1 S

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker – Crítica

    Desde o penúltimo episódio de Star Wars, Os Últimos Jedi, em 2017, os fãs de uma das sagas mais famosas da história ficaram preocupados. Após um longa que não conseguiu entreter grande parte de seu público, cada passo dado seria um risco a ser tomado.  
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    Dito isso, A Ascensão Skywalker consegue, mesmo assim, jogar de forma segura e se manter em sua zona de conforto.  
     
    No longa, o trio de protagonistas Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) se preparam para enfrentar a Primeira Ordem em uma última batalha. E se de um lado temos os mocinhos e do outro o grande vilão, o Imperador Palpatine, também temos um Kylo Ren (Adam Driver) confuso que vaga entre os dois lados constantemente.  
     
    Não é novidade que o antagonista perdeu o posto de vilão ao mostrar que seu personagem possui muito mais camadas do que aparentava. O que não é ruim de forma alguma, afinal, muitas vezes é a construção dos personagens que prende a audiência.  
     
    No episódio final da trilogia muito bem-sucedida, o diretor J. J. Abrams quase tenta se desculpar com os fãs por Os Últimos Jedi e, por isso, se entrega à muitos momentos fanservice. Tudo isso sem deixar de jogar novas revelações chocantes ao público que se vê entretido durante todos os 142 minutos de filme.  
     
    Já quando o assunto é efeitos especiais, a qualidade se mostra cada vez mais incomparável e um forte candidato à temporada de premiações. Não é novidade que as partes técnicas como mixagem e edição de som são de cair o queixo. 
     
    No final das contas, Star Wars: A Ascensão Skywalker é cheio de homenagens à franquia como um todo e faz bem seu trabalho como último filme da saga, que pode ou não ter acabado. E também pode dividir opiniões quanto a decisão de tornar o romance entre Kylo Ren e Rey real, mas sabe bem construir bons arcos para seus personagens e honra seus fãs a ponto de ser impossível segurar a emoção quando a música tema toca pela última vez ao subir dos créditos.   

     

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Entre Facas e Segredos é o melhor filme do ano?

    Entre Facas e Segredos é o melhor filme do ano?

    São incontáveis os filmes lançados na última década que anunciados como suspense com um resultado trágico. Não apenas em bilheteria, mas também em roteiro e direção. Por esta e tantas outras razões, Entre Facas e Segredos (Knives Out) deve se tornar facilmente uma referência ao gênero pelos próximos anos.  
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    Escrito e dirigido por Rian Johnson, o longa acontece em volta de uma família que tem seu líder – pai, avô e dono da fortuna – morto. Não demora muito para que o acontecimento comece a ser visto como crime e a caça ao assassino se estabeleça.  
     
    Desde o início, personagens estereotipados são apresentados: O filho frustrado por não receber tanta atenção, a ex-nora falida encostada na família, o neto playboy, entre outros. Seria uma lástima se não fosse exatamente a intenção.  
     
    A caça às bruxas se mostra eficiente desde o início e mantém o público como um de seus personagens, é impossível não se envolver no mistério e tentar solucioná-lo o mais rápido possível. Mesmo com mais de duas horas de filme, a trama consegue se balancear de forma gradual e faz cada cena ser essencial, tirando o fôlego de todos os espectadores.  
     
    O humor sagaz e o clima sarcástico também conquistam a audiência, enquanto a trilha sonora causa ansiedade, da forma como deve ser. E claro, a maior ponto alto: A escalação de elenco. Cada um dos personagens se faz presente por algum motivo, não desperdício de talento, mas, como sempre, existem aqueles que se sobressaem.  
     
    Daniel Craig brilha como sempre no papel do detetive Benoit Blanc, e Ana de Armas entrega sua melhor atuação na pele da cuidadora prestativa e atenciosa que pode, ou não, não passar de um disfarce. Já Chris Evans tem seu momento longe da Marvel e se mostra competente o suficiente para atuar em produções mais sérias.  
     
    Facilmente um dos melhores filmes do ano e com roteiro capaz de prender a atenção do início ao fim e reviravoltas a todo momento, Entre Facas e Segredos vai te fazer ficar sentado na ponta da cadeira da sala de cinema e inquieto até que o grande mistério seja revelado: Afinal, quem matou Harlan Thrombey? 

     

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Um dia de chuva em Nova York – Crítica

    Um dia de chuva em Nova York – Crítica

    O lançamento de Um dia de chuva em Nova York, de Woody Allen, foi uma verdadeira novela até acontecer. Com data de estreia marcada para meados de 2018, a polêmica envolvendo o nome do diretor fez com que o lançamento fosse adiado. Após a doação de salário de todo o elenco para o movimento Times Up, era improvável até mesmo que o filme visse a luz do dia.   
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    Para a surpresa de muitos, a estreia aconteceu. Mas será que o longa valeu a pena toda essa espera? Com uma premissa bastante clichê, o filme se passa todo durante um final de semana, quando os universitários Gatsby (Timothee Chalamet) e Ashleigh (Elle Fanning) vão à Manhattan, onde a moça tem uma entrevista marcada com o cineasta Roland Pollard. Não é novidade que Woody Allen usaria mais uma vez a cidade de Nova York como personagem. 
     
    Com uma série de acontecimentos atrasando a entrevista, Ashleigh se descobre em um mundo completamente novo repleto de figuras inalcançáveis em sua mente. Enquanto isso, deixado de lado em um hotel cinco estrelas, Gatsby desbrava uma Nova York desconhecida até então e reencontra a irmã de sua ex-namorada, Chan (Selena Gomez).  
     
    A partir daí já é possível saber para onde o filme vai te levar ao final. O mocinho descobre que na verdade ama a mocinha e deixa a vilã. Seria óbvio demais, mas não existem vilões em Um dia de chuva em Nova York. E é exatamente este o charme do filme, a grande maioria dos personagens são reais até demais, e o ato mais próximo de vilania que temos é a ambição por uma carreira profissional bem-sucedida. 
     
    O único do elenco exceção à essa regra é Chalamet, que decide ir a fundo e mergulhar no método Woody Allen de atuar. Com discursos longos e palavras difíceis, seu Gatsby parece um adolescente de 50 anos vindo diretamente de algumas décadas passadas. Há uma cena em particular onde o jovem toca piano e entoa Everything Happens To Me (canção presente no filme todo. Todo mesmo.) que reforça essa ideia de personagem estereotipado. Não é algo ruim, apenas irreal.  
     
    Apesar disso, sua dinâmica com Gomez flui bem. Gomez que está aqui mais confortável do que já esteve em qualquer outro papel em sua carreia. A atriz não se leva a sério o tempo todo e o resultado é uma personagem de humor ácido, um pouco ressentida, mas empática no nível máximo.  
     
    Mas a real estrela do filme é Elle Fanning, que rouba todas as atenções em cada cena em que aparece. Fanning consegue fazer da moça ingênua do interior, mais que isso. E, é verdade, o roteiro tende a diminuir os personagens em meros estereótipos diversas vezes, mas neste caso a atriz soube (assim como Selena Gomez) como dar mais camadas à Ashleigh do que com certeza lhe foi entregue nos roteiros.  
     
    É preciso assistir com atenção para não cair no mesmo clichê de sempre. Se existe alguma real mensagem em Um dia de chuva em Nova York ela está no modo como os personagens tendem a recorrer ao que a sociedade acha certo, quando, claramente, cada um deles possui paixões muito mais aguçadas e verdadeiras sendo descobertas. Apesar de ter seu final, aparentemente, feito na correria, o resultado ainda é positivo.
     
    No final das contas, o novo longa de Woody Allen dá conta do recado com um elenco que segura o filme com seu carisma. E, apesar do roteiro raso, é um daqueles filmes de sessão da tarde que fazem o trabalho de aquecer o coração.  
     
    Um dia de chuva em Nova York estreia em 21 de novembro nos cinemas brasileiros. Confira o trailer oficial abaixo:  

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Crítica - Cadê você, Bernadette?

    Crítica - Cadê você, Bernadette?

    Em 2012, Maria Semple lançava seu aguardado livro Cadê você, Bernadette?” e surpreendia pela forma como conseguia prender o leitor à história, a facilidade parecia tanta. Sete anos depois, sua obra tomou forma de longa-metragem e chegou aos cinemas do mundo todo.  
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    Na trama, somos apresentados à Bernadette Fox, uma prestigiada arquiteta que possui um círculo social bastante seleto. Em outras palavras, Bernadette é solitária e não possui vínculo afetuoso com ninguém além de seu marido e sua filha. Ao ver suas paredes auto protetoras serem demolidas, a protagonista some. Ou melhor, some do mapa.  
     
    Mas como manter o carisma que a história demanda? Simples, basta contratar uma das maiores atriz de Hollywood, conhecida por dar vida à qualquer personagem com excelência. A escolha de Cate Blanchett para Bernadette Fox foi certeira, na verdade a melhor do longa.  
     
    Com uma atuação discreta, mas poderosa, Blanchett domina todas as facetas que a personagem demanda e apresenta ao público mais uma de suas entregas honrosas. A escolha da iniciante Emma Nelson para sua filha, Bee, também é certeira. A atriz, mesmo que estreante, consegue criar empatia com o público, que entende suas emoções e motivações.  
     
    Entretanto, o problema aparece quando começamos a falar de roteiro. Para quem leu o livro, ou assistiu ao trailer, fica claro que o grande mistério a ser solucionado é saber para onde Bernadette foi, afinal. Sabendo disso, é difícil compreender porque o diretor e roteirista decidiram adiar tanto o ato. Com 2h10min de filme, por mais de 1h30 o público é apresentado à rotina da arquiteta – que começa interessante, mas após meia hora se torna repetitiva. Além da apresentação de personagens que não possuem peso algum na trama do filme. Mas isso pode ser justificado com o histórico de produções dirigidas por Linklater, que tendem ser boas, porém arrastadas. 
     
    É compreensível que os produtores tenham decidido focar no problema mental da protagonista, porém, seria mais coerente criar uma história do zero, invés de mudar o foco e sentido de uma história já existente.  
     
    Apesar de suas falhas, o elenco consegue levar o filme, entregando boas performances. As paisagens apresentadas após o sumiço da personagem de Blanchett também são de agradar os olhos e faz o público esquecer por alguns bons minutos que a história não está saindo do lugar.  
     
    Cadê você, Bernadette? está em cartaz em todo o Brasil. Confira o trailer oficial abaixo: 

     

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Elton John é o artista da Semana

    Elton John é o artista da Semana

    Reginald Kenneth Dwight nasceu no dia 25 de março de 1947, em Londres, Inglaterra. Mais conhecido como Elton John [junção dos nomes dos antigos companheiros de banda Elton Dean e Long John Baldry], o músico tem como sua marca registrada o piano, instrumento que toca desde os 3 anos de idade, e foi através dele que revelou aos fãs alguns de seus maiores sucessos.

    No início dos anos 60 formou a banda Bluesology e nela exercia o papel de pianista, mas como mantinha em si o desejo de cantar, Elton resolveu abandonar o grupo e tentar algo novo. Um anúncio da gravadora Lybert Records a procura de novos talentos foi a chance que ele esperava. Ray Williams, dono da Lybert, percebeu que o jovem músico era talentoso, porém não era um bom letrista, então Williams decidiu unir John a um compositor chamado Bernie Taupin e a partir daí, surge uma das maiores e mais bem-sucedidas parcerias da história da música.

    Através de correspondências, a dupla começou a criar as primeiras músicas. Em 1969 sai então o primeiro álbum do músico, ‘Empty Sky’ não fez sucesso, mas serviu para colocar John em evidência. O trabalho seguinte, ‘Elton John’, é lançado em 1970 e músicas como 'Border Song' e 'Your Song' garantem seu sucesso do disco. O cantor passa a fazer apresentações para plateias cada vez mais numerosas e a chamar atenção pela extravagância das roupas usadas no palco. No mesmo ano é lançado ‘Tumbleweed Connection’.

    A parceria Elton/Taupin estava em total sintonia e os álbuns subsequentes foram sucessos absolutos de crítica e público. A começar por ‘HonkyChateau’ (1972), primeiro trabalho de Elton a ser o número um na parada. A música 'Rocket Man', que, faz alusão ao lançamento da nave norte-americana Apollo 16, figurou no Top 20.

    Em 1991 é lançado ‘TwoRooms’, álbum comemorativo celebrando os 25 anos da dupla Elton/Taupin, participam neste CD nomes como PhillColins e Eric Clapton. Em 1993, compõe, ao lado de Tim Rice, a trilha da animação ‘O Rei Leão’ e conquista o Oscar de melhor canção. Dezesseis anos depois, Elton trabalha para rearranjá-los e regravá-los ao lado de Beyoncé, além disso, a dupla deve colaborar com canções originais para a nova versão [live action] do filme.

    Elton assumiu sua bissexualidade e alguns anos depois casou-se com o cineasta David Furnish. Juntos até hoje, o casal possuí dois filhos, Zachary e Elijah, nascidos através de gestação em "barriga de aluguel", Zachary em 2010 e Elijah em 2013.

    Hoje, Elton John é considerado um dos homens mais ricos do mundo, sua obra tem o reconhecimento merecido e sua personalidade é uma das mais prestigiadas. É também considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais ‘Billy Eliot’ e ‘Lestat’, que ficaram em cartaz na Broadway.

    Aos 72 anos, o cantor possuí 32 álbuns de estúdio, 6 ao vivo, 128 singles, cinco prêmios Grammy, cinco Brit Awards, um Oscar, um Globo de Ouro, um prêmio Tony, um Disney Legends, e o Kennedy Center Honors, além de ter seu nome em uma das estrelas da Walk of Fame [Calçada da Fama] e também no Rock and Roll Hall of Fame [Corredor da Fama e Museu do Rock and Roll].

    O cantor não entrou apenas para a história, mas a fez, como poucos, e sua biografia ganha vida no filme ‘Rocketman’, uma fantasia musical épica sobre a incrível história da carreira do cantor. O longa emociona ao celebrar altos e baixos da fantástica jornada de transformação do tímido garoto e talentoso pianista Reginald Dwight no superstar internacional Elton John, uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

    Para mais infomações sobre o cantor, acesse também sua biografia

     

     

    8 M

    Fique por dentro

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