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    Vale vê menor chance de possíveis impactos para barragem de MG

    Por Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - A mineradora Vale afirmou nesta terça-feira que as últimas análises da movimentação do talude norte da mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), apontam para a maior probabilidade de um deslizamento do material para dentro da cava, hipótese que 'diminui a possibilidade de impacto na barragem Sul Superior'.

    'Hoje temos mais elementos de análise sobre o comportamento do maciço, nos mostrando que está acontecendo um deslizamento para o fundo da cava. Com isso, há uma grande possibilidade de o talude se acomodar dentro da cava, sem maiores consequências', disse em nota o diretor de Operações da Vale, Marcelo Barros.

    Autoridades haviam alertado anteriormente que a barragem da mineradora poderia se romper como consequência da eventual queda do talude da cava de Gongo Soco, que está próxima da estrutura que armazena rejeitos de minério de ferro.

    O mercado tem acompanhado com atenção o assunto, uma vez que um novo rompimento de barragem --após o desastre de Brumadinho, que provocou a morte de 243 pessoas, deixando ainda 27 desaparecidos-- poderia ampliar os problemas para a maior produtora global de minério de ferro.

    As ações da Vale operavam em leve alta nesta terça-feira.

    A velocidade de deformação na porção inferior do talude norte de Gongo Soco atingiu 19,5 centímetros/dia nesta manhã, segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), com alguns pontos isolados registrando avanço de 23,9 cm/dia.

    Desde que começaram as medidas, essa é a maior deformação já registrada pela ANM.

    A Vale já havia dito que não existem elementos técnicos para afirmar que o eventual deslizamento de parte do talude poderia desencadear a ruptura da barragem.

    Mesmo assim, a empresa tem reiterado que todas as medidas preventivas foram tomadas.

    Além da retirada dos moradores da região, a companhia disse que apoiou as autoridades na realização de simulados e na preparação das comunidades para todos os possíveis cenários, com equipes de prontidão permanentemente.

    Diante de preocupações com a oferta associadas aos problemas da Vale e com uma demanda aquecida na China, o contrato futuro na bolsa de Dalian atingiu seu maior nível desde que foi lançado há alguns anos.

    No mercado spot, na China, maior importador global, o minério de ferro com 62% de ferro subiu para um pico de cinco anos, de 108,50 dólares por tonelada, segundo a SteelHome, enquanto os estoques do produto nos portos chineses caíram para os menores níveis desde o início de 2017 .

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    Secretário aponta chance de até 15% de barragem da Vale se romper em Minas

    SÃO PAULO (Reuters) - A barragem de rejeitos de minério de ferro Sul Superior, da Vale, em Barão de Cocais (MG), tem até 15% de probabilidade de se romper, disse nesta segunda-feira o secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Vieira, após discutir a questão com autoridades e a empresa.

    A chance de rompimento da barragem, relacionada à mina de Gongo Soco, com produção paralisada desde 2016, está associada justamente a uma movimentação no talude da cava da unidade de mineração, situada a cerca de 1,5 km da estrutura que armazena os rejeitos.

    'O rompimento do talude vai acontecer, há uma questão imponderável se esse rompimento do talude na cava vai afetar a barragem, isso não é possível precisar', disse o secretário a jornalistas, nesta segunda-feira.

    Em seguida, ele citou avaliação de uma auditoria independente estrangeira, apontando que a chance de a barragem se romper é de 'de uma em dez, ou uma em oito, o que levaria 10 a 15% de probabilidade' de rompimento.

    'Mesmo assim, ainda lidamos com algo imponderável', destacou.

    Segundo o secretário, a ruptura do talude poderia acontecer a partir desta semana, mas não é possível precisar se será um desabamento total ou parcial.

    A ação da empresa fechou em baixa de 2 por cento nesta segunda-feira na B3.

    Após o desastre em Brumadinho (MG), que deixou 241 mortos confirmados até o momento e 29 desaparecidos, o monitoramento de barragens em Minas Gerais se intensificou.

    Segundo o secretário, os especialistas geotécnicos concordam que a movimentação natural da cava se intensificou recentemente.

    Caindo a cava, a barragem poderia ser atingida pela vibração da estrutura.

    Um alerta de desnível na barragem Sul Superior já havia levado a retirada dos moradores da região poucos dias após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em 25 de janeiro.

    A barragem Sul Superior está em nível 3, o mais crítico para risco de rompimento, desde 22 de março. A estrutura tem volume de 4,5 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, segundo o secretário.

    Embora a Vale tenha dito anteriormente que não existem elementos técnicos que indiquem que a eventual ruptura da cava da mina possa ter como consequência o rompimento da barragem, a empresa anunciou no sábado que, como parte de ações preventivas, iniciou a construção de uma estrutura de concreto que poderia conter grande parte do volume de rejeitos de minério de ferro.

    As obras de terraplenagem para construção da contenção, localizada a 6 km à jusante da barragem Sul Superior, começaram na última quinta-feira.

    'Essa obra atuará como barreira física no sentido de reduzir a velocidade de avanço de uma possível mancha, contendo o espalhamento do material a uma área mais restrita', disse a empresa em nota no sábado.

    O objetivo é reduzir os possíveis impactos às pessoas e ao meio ambiente no cenário extremo de um rompimento da estrutura.

    (Por Roberto Samora)

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