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    Brasil emite alerta da Interpol por funcionário da Petrobras de Houston em nova fase da Lava Jato

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um funcionário da Petrobras que participou de suposto esquema de corrupção envolvendo gigantes de comercialização de combustíveis permanece na mesma função em escritório da petroleira em Houston, nos EUA, e foi emitido alerta vermelho da Interpol, disse a jornalistas nesta quarta-feira o delegado Filipe Pace, da Polícia Federal.

    Em uma nova fase da operação da Lava Jato, o Ministério Público Federal informou nesta quarta-feira que as companhias Vitol, Trafigura, Glencore e outras são suspeitas de pagamento de propina a funcionários da Petrobras em um esquema na área de trading da brasileira com pagamentos ilegais de 31 milhões de dólares.

    Há suspeitas de que as três gigantes internacionais efetuaram pagamentos de propinas para intermediários e funcionários da Petrobras entre 2011 e 2014 nos montantes, respectivamente, de 5,1 milhões de dólares, 6,1 milhões de dólares e 4,1 milhões de dólares relacionados a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem.

    Durante coletiva de imprensa, a procuradora Jerusa Burmann Viecili, integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, pontuou que o suposto esquema de corrupção pode continuar existindo, uma vez que intermediários identificados têm visitas recentes registradas em prédio da empresa no Brasil.

    Além do funcionário de Houston, segundo o delegado, há um outro da ativa suspeito que trabalha na petroleira no Rio de Janeiro.

    De acordo com o delegado, há farta documentação nos autos de que executivos de Trafigura e Vitol participavam de esquema de propinas na Petrobras.

    (Por Pedro Fonseca)

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    Bolsonaro ironiza Haddad e chama petista de 'fantoche' e 'camaleão'

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, criticou e ironizou o adversário no segundo turno da disputa presidencial, o petista Fernando Haddad, ao chamá-lo de fantoche e pau mandado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba.

    O ex-capitão do Exército também chamou o adversário de 'camaleão' por conta da mudança na logomarca da campanha do petista, com a adoção do verde, amarelo e azul em vez do tradicional vermelho.

    Em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, o candidato do PSL negou que seja um candidato de extrema-direita, e cutucou o adversário ao dizer que Haddad se moveu para a direita pela mudança na imagem da campanha do petista.

    'Você é um fantoche, um pau mandado e age como um camaleão', disse Bolsonaro na entrevista, após encontro com parlamentares em um hotel na zona oeste do Rio.

    'As cores do PT agora são verde e amarelo, vi o Haddad falando em família e Deus. Fico com vergonha, porque cumpre a risca o que Lula manda ele falar. Haddad não é de esquerda é de direita', disse ele mudando o tom de voz como se fosse um ventríloquo.

    Na entrevista, em que houve vaias por parte de seguidores de Bolsonaro a uma repórter do jornal Folha de S.Paulo e ao veículo --interrompidas apenas com a intervenção do presidente do PSL, Gustavo Bebianno, que defendeu a liberdade de imprensa-- o ex-capitão disse que apoia a imprensa livre.

    Sobre os casos de violência que teriam sido cometidos por simpatizantes, Bolsonaro afirmou que não tolera crime nenhum.

    'Se por ventura foi uma pessoa que votou em mim, dispenso esse tipo de voto. Cometeu crime, vai ter que pagar', disse.

    'Meu pessoal não está disseminando o ódio, até porque quem levou a facada fui eu', frisou ele, lembrando do ataque que sofreu no início de setembro durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG).

    Bolsonaro acrescentou que, se for eleito, invasão de propriedade privada no Brasil será tratada como crime e tipificada como 'terrorismo'.

    No caso das relações comerciais, Bolsonaro, declarou que não vai abandonar o Mercosul, mas que não pretende atuar no bloco com o viés político que, de acordo com o candidato, foi usado nos governos do PT.

    'O Mercosul tem seu valor, mas foi deturpado e desfigurado pelo PT e não podemos nos prender por questões ideológicas... não faremos negócios por questões ideológicas', finalizou o candidato do PSL.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Conversas com mercado não estão no radar por enquanto, diz Haddad

    Por Lisandra Paraguassu

    SÃO PAULO (Reuters) - Conversas com representantes do mercado financeiro não estão no radar por enquanto, disse à Reuters nesta quarta-feira o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, depois de uma entrevista à imprensa estrangeira.

    Haddad admitiu à Reuters que empresas de ratings e investimentos tem procurado a campanha, mas essas conversas não estão na sua agenda por enquanto.

    'Sim, temos sido procurados. Mas não vamos conversar agora', disse o candidato.

    Fontes ouvidas pela Reuters, no entanto, afirmam que essas conversas com representantes do mercado estão no horizonte, mas não de imediato. Haddad ainda não designou um interlocutor para fazer essa ponte e a preocupação mais imediata do candidato, pessoalmente, é assegurar as alianças políticas e sociais para esse segundo turno da campanha.

    A avaliação da coordenação de campanha do PT é que o mercado financeiro já fez sua escolha e não há nada que o partido faça nesse momento que vá mudar essa imagem. Na terça-feira, diante da insistência de jornalistas sobre quais sinais o partido daria ao mercado, o ex-ministro e senador eleito Jaques Wagner, um dos coordenadores da campanha, afirmou que o PT não tem como interferir se o mercado já escolheu seu candidato.

    'Vai dizer quem quer, mas vai conviver com quem foi eleito. O candidato do mercado é o do PSL, nós vamos provar que o candidato do povo é Haddad e o mercado vai se curvar', disse Wagner.

    O próprio Haddad afirmou, na entrevista a correspondentes estrangeiros, que o mercado financeiro já havia declarado sua preferência por Bolsonaro em função das políticas liberais prometidas pelo guru financeiro do candidato do PSL, Paulo Guedes, que prometem lucro fácil e rápido.

    'Todo establishment brasileiro apoia a candidatura de extrema-direita. Aqui o mercado financeiro tem preferência pelo candidato de extrema-direita, em virtude do seu programa de venda do patrimônio nacional, basicamente pensando em lucro rápido e de curto prazo. Estão de olho na Petrobras, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal. Então nós temos que fazer um alerta do risco', disse Haddad.

    Ainda quando estava como coordenador do programa de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e depois, como seu vice, o petista participou de rodadas de conversas com diverso bancos, investidores e agências de risco. A avaliação de ambos os lados foi positiva.

    No entanto, pesa contra Haddad o partido e alguns pontos do seu programa, como a intenção de taxar bancos que não diminuírem o chamado spread bancário. Ao mesmo tempo, o fato de Bolsonaro apontar Paulo Guedes, um homem de mercado e liberal, como seu futuro ministro e o homem com todas as respostas econômicas, anima o mercado financeiro.

    Durante a entrevista, ao ser questionado sobre as diferenças na política econômica dos dois candidatos, Haddad voltou a vincular as idéias de Bolsonaro ao atual governo, de Michel Temer.

    'A política do Paulo Guedes é aprofundar a agenda Temer. É o Temer piorado', disse.

    Haddad também voltou a dizer que, ao contrário do adversário, não colocará no Ministério da Fazenda alguém do mercado financeiro, mas um empresário ligado à produção.

    'O que eu posso assegurar é que o Ministério da Fazenda no meu governo não vai ser ocupado por um banqueiro. Ministério da Fazenda tem que ser ocupado por alguém comprometido com a produção, com o emprego', afirmou.

    Como a Reuters mostrou na terça-feira, Haddad fala de um perfil, mas não pretende anunciar nomes para a equipe, nem mesmo o de ministro da Fazenda, antes da eleição. A avaliação no PT é que falar em nomes pode agradar o mercado, mas alienar boa parte da base petista --ou vice-versa--, além de parecer 'salto alto'.

    O candidato petista não quis comentar a denúncia contra o assessor econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, alegando não conhecer o teor.

    “Não li a denúncia e não vou me manifestar porque não sei da solidez dela. Não vou falar mal de alguém só porque surgiu a oportunidade”, disse.

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    Justiça Eleitoral diz que vídeo em que urna 'auto completa' voto é falso

    (Reuters) - A Justiça Eleitoral afirmou que vídeos e mensagens que circulam em redes sociais mostrando que votos são processados antes de o eleitor terminar de digitar são falsos.

    Mais cedo, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, disse que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal haviam sido acionados para averiguar uma suposta ocorrência envolvendo uma urna que impedia eleitores de escolherem outros candidatos a presidente da República.

    Em vídeo nas redes sociais, o candidato a senador pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), disse que uma urna não deixava o eleitor concluir seu voto para presidente em Bolsonaro, com o sistema remetendo a escolha para o adversário petista, Fernando Haddad.

    'A Justiça Eleitoral esclarece que um vídeo que circula na internet no qual a urna, supostamente, 'autocompleta' o voto para presidente... é falso. Os vídeos não mostram o teclado da urna, onde uma pessoa digita o restante do voto. Não existe a possibilidade de a urna autocompletar o voto do eleitor, e isso pode ser comprovado pela auditoria de votação paralela', disse o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais.

    Durante coletiva de imprensa em Brasília, Rosa Weber destacou que o TSE ainda está 'aprendendo' a lidar com as chamadas fake news, 'porque o fenômeno não é de fácil compreensão, não é de fácil prevenção, mas o TSE está atento'.

    Ela, porém, ressaltou que o sistema eletrônico de urnas é confiável.

    'Hoje temos um sistema ágil, seguro e que nos inspira a maior confiança... Se ocorrer alguma fraude, algum dia, poderá ser constatada. O sistema eletrônico permite que, numa hipótese de fraude, sejam constatadas as pegadas, ficam marcas que nos permitem chegar e fazer a apuração', disse.

    Na mesma coletiva, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que 'não há qualquer improviso no processo eleitoral'.

    'Pelo contrário, houve um preparo intenso do Tribunal Superior Eleitoral, da Procuradoria Geral Eleitoral e de todos os órgãos envolvidos na realização dessas eleições', frisou.

    PROBLEMAS

    Até as 14h, 964 urnas, de um total de 454,4 mil apresentaram defeito no país e precisaram ser trocadas, segundo dados da TSE divulgados pela Agência Brasil.

    Os Estados que registraram o maior número de urnas com defeito foram Minas Gerais (252), Rio de Janeiro (123), Pernambuco (83) e São Paulo (78).

    (Por José Roberto Gomes, em São Paulo)

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    Blocão formaliza apoio a Alckmin e busca nome para vice com desistência de Josué Gomes

    Por Maria Carolina Marcello e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, recebeu formalmente o apoio do chamado blocão --formado por PP, DEM, PR, PRB e SD-- nesta quinta-feira, mas sem uma definição do nome que vai compor a chapa presidencial como candidato a vice.

    O empresário Josué Gomes, que foi indicado pelo grupo para ser o vice do tucano, recusou o convite, alegando motivos pessoais.

    Logo após o anúncio do apoio, em um hotel em Brasília, Alckmin disse que não há pressa para a definição do vice, já que a convenção do PSDB será realizada apenas em 4 de agosto, e que a escolha do nome será uma decisão coletiva.

    'Agora vamos nos debruçar na questão do vice', disse o ex-governador de São Paulo, comentando que acabava de receber formalmente o apoio do grupo de partidos.

    'O vice é uma decisão coletiva, não temos pressa, temos até o dia 4 de agosto, que é a data da convenção', disse. Alckmin afirmou não ter preferências, mas reconheceu que a escolha deverá complementar a chapa.

    Os líderes do blocão, no entanto, se reuniram em seguida na casa do presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), já para tratar do assunto.

    Sem consenso para indicar um vice após a desistência de Josué, os líderes do blocão decidiram nessa reunião designar o presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, para negociar com o candidato tucano o novo nome para o cargo.

    Além dos cinco partidos do blocão, Alckmin também já tem acertado o apoio de PTB, PSD, PPS e PV. Segundo ACM Neto, as conversas irão incluir todos esses partidos.

    'Vamos tratar agora de critérios e perfis, não vai se tratar agora deste ou daquele nome. O que importa é buscar um nome que agregue', disse ACM Neto a jornalistas.

    A negativa de Josué para a vaga chegou por carta aos presidentes dos partidos logo depois do evento no hotel. O empresário elogia a decisão dos partidos de apoiar Alckmin como 'lúcida e acertada'.

    'Estou convicto... de que os partidos unidos neste momento em favor de um Brasil melhor indicarão candidato a vice-presidente capaz de agregar muito mais força eleitoral e conhecimento político do que eu para o cumprimento da importante missão', afirmou Josué na carta.

    MAIA DESISTE

    Integrantes do blocão dizem que o vice não pode vir do DEM, porque o partido ficaria com muito espaço na coligação, uma vez que a legenda já tem a promessa da manutenção de Rodrigo Maia na presidência da Câmara dos Deputados por mais um período de dois anos.

    Maia não participou do evento para o anúncio formal de apoio a Alckmin, mas teve uma carta lida pelo presidente do DEM, na qual abriu mão oficialmente de sua postulação à Presidência da República.

    'Arquivo, momentaneamente, a pretensão presidencial que vislumbrei para marcharmos juntos, em 2018, com o projeto que estamos construindo em torno de Geraldo Alckmin', afirmou Maia na carta.

    O presidenciável tucano defendeu um 'esforço conciliatório' para ganhar as eleições e governar o país e argumentou que a democracia, a economia e as conquistas sociais se fortalecem quando o país busca a 'pacificação'.

    'Essa não é uma tarefa para uma pessoa ou um partido, é uma tarefa coletiva', disse o tucano, em discurso após a formalização do apoio.

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