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    Shows buscam atrair ajuda humanitária na fronteira Colômbia-Venezuela

    Por Nelson Bocanegra e Steven Grattan

    CÚCUTA (Reuters) - Tensões na fronteira entre Colômbia e Venezuela em relação à entrada de ajuda para aliviar a escassez generalizada de alimentos e remédios no país socialista serão acompanhadas por música na sexta-feira, com shows nos dois lados da fronteira.

    O bilionário britânico Richard Branson está apoiando o 'Venezuela Aid Live' na cidade colombiana fronteiriça de Cúcuta, onde ele e 35 artistas esperam arrecadar 100 milhões de dólares para ajuda alimentar e médica.

    Cerca de 250.000 pessoas são esperadas no evento gratuito, que contará com apresentações de Alejandro Sanz, Maluma, Luis Fonsi e Carlos Vives. As doações serão recebidas online e por meio de depósitos diretos.

    Enquanto isso, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que nega qualquer crise em seu país, está planejando dois shows perto de Cúcuta, nas pontes fronteiriças de Tienditas e Simón Bolívar, que ligam a Venezuela à Colômbia.

    Sob alegação de que a ajuda não é necessária, Maduro se recusou a permitir auxílio internacional na Venezuela, apesar de prateleiras de supermercados muitas vezes vazias, longas filas para alimentos subsidiados pelo governo e hospitais carentes de suprimentos básicos e remédios.

    A turbulência política e o colapso econômico, incluindo a hiperinflação, colocaram a Venezuela em uma espiral descendente.

    O evento em Tienditas acontecerá perto de um depósito colombiano que armazena centenas de toneladas de ajuda humanitária internacional que a oposição pretende trazer para a Venezuela no sábado.

    O líder da oposição, Juan Guaidó, reconhecido como líder legítimo da Venezuela por dezenas de países, deixou Caracas em uma comitiva de simpatizantes na quinta-feira, prometendo garantir pessoalmente a entrada de ajuda na Venezuela.

    Guaidó, que invocou a Constituição para assumir uma presidência interina em janeiro e que denuncia Maduro como usurpador, não forneceu detalhes sobre seus planos. Alguns analistas políticos especularam que soldados venezuelanos podem barrar o caminho.

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    Comboio humanitário para a Venezuela chega à Colômbia

    Por Nelson Bocanegra e Anggy Polanco

    CÚCUTA, Colômbia/TIENDITAS, Venezuela - Caminhões transportando ajuda humanitária para a Venezuela chegaram à cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta na quinta-feira, e o presidente Nicolás Maduro pareceu determinado a impedir a entrada no país, apesar de uma crise política crescente.

    A chegada da ajuda humanitária, que inclui suprimentos fornecidos pelos Estados Unidos, aumentou a pressão sobre o , diplomaticamente isolado Maduro, horas depois de um grupo apoiado pela União Europeia pedir diálogo e eleições e rejeitar o intervencionismo.

    Maduro rejeitou a ajuda, que classificou como um 'show político', e prometeu continuar no cargo, apesar de dezenas de nações de todo o mundo desqualificarem sua liderança e reconhecerem o líder opositor Juan Guaidó como o chefe de Estado legítimo do país.

    Escoltados por motos da polícia, os caminhões entraram em Cúcuta, onde venezuelanos esperavam para ver se o governo Maduro liberaria a estrada de fronteira que ele bloqueou e permitiria a passagem dos suprimentos humanitários.

    A multidão empunhava cartazes descrevendo Maduro como um 'câncer' e comemorava a chegada do comboio.

    'Isso me dá muita esperança, especialmente para a família que deixei para trás, meus filhos, minha esposa', disse Israel Escobar, venezuelano de 42 anos que foi para Cúcuta um ano atrás vender sorvete nas ruas. 'Este é mais um passo para acabar com aquele regime terrível'.

    Do lado venezuelano da divisa, um grupo de cerca de 60 manifestantes exigia a entrada da ajuda.

    Maduro provocou um colapso econômico que cria dificuldades para milhões se alimentarem e desencadeou uma crise imigratória inédita na região.

    Estimados três milhões de venezuelanos deixaram o país da Opep rico em petróleo desde 2015, cerca de 800 mil dos quais foram para a Colômbia.

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    Grupo guerrilheiro ELN admite ataque contra academia de polícia na Colômbia; insiste em diálogo

    BOGOTÁ (Reuters) - O grupo guerrilheiro colombiano Exército da Libertação Nacional (ELN) admitiu nesta segunda-feira ser responsável por um ataque com carro-bomba contra uma academia de polícia que deixou 21 mortos em Bogotá, afirmando que o ato foi “lícito” e insistindo em uma negociação política para encerrar o conflito armado.

    O ataque de quinta-feira contra a Escola de Cadetes General Francisco de Paula Santander, um centro de formação de oficiais da Polícia Nacional, foi cometido por um carro carregado com 80 kg de explosivos. Durante o ataque, morreram o motorista do veículo, que pertencia ao ELN, e 20 cadetes.

    “A Escola de Cadetes da Polícia Nacional é uma instalação militar, lá recebem instrução e treinamento os oficiais que então realizam inteligência de combate, conduzem operações militares, participam ativamente da guerra contrainsurgente e tratam como guerra o protesto social”, disse o grupo rebelde em seu site.

    “Portanto, a operação realizada contra tais instalações e tropas é lícita dentro do direito da guerra, não houve nenhuma vítima não combatente”, acrescentou.

    O presidente da Colômbia, Iván Duque, já havia acusado o ELN de conduzir o ataque, o pior do tipo em 15 anos, e pedido que Cuba capturasse 10 líderes do grupo que se encontram em Havana para extraditá-los à Colômbia.

    Entretanto, Cuba negou o pedido de Duque e afirmou que atuará em estrito respeito aos Protocolos do Diálogo da Paz firmados entre o governo colombiano e o ELN, incluindo os termos relacionados à ruptura da negociação.

    Os protocolos estabelecem garantias mínimas de segurança aos líderes guerrilheiros para regressar a zonas montanhosas e de selva da Colômbia, os deixando a salvo de operações militares durante determinado período de tempo acordado previamente.

    (Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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    América do Sul criará bloco regional para se contrapor à Venezuela, diz presidente da Colômbia

    BOGOTÁ (Reuters) - Os países da América do Sul estão desenvolvendo um novo grupo diplomático para substituir o bloco regional Unasul, que tem forte influência da cada vez mais isolada Venezuela, disse nesta segunda-feira o presidente da Colômbia, Ivan Duque.

    A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) foi criada há 10 anos pelo líder socialista venezuelano Hugo Chávez, já falecido, em contraposição à influência dos Estados Unidos na região, num momento em que uma série de líderes de esquerda dominava a política sul-americana.

    Entretanto, as críticas de que o sucessor de Chávez, o presidente Nicolás Maduro, tem comprometido a democracia e uma guinada à direita na região levaram países como Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Peru a suspenderem sua participação no grupo.

    O novo grupo, chamado Prosur, buscaria se contrapor à influência do que alguns países da região chamam de ditadura na Venezuela.

    “Estamos avançando em direção ao fim da Unasul e à criação da Prosur... uma plataforma sul-americana para a coordenação de políticas públicas, a defesa da democracia, de instituições independentes e de economias de mercado”, disse Duque em entrevista a uma rádio.

    “É muito importante que (a Unasul), que tem sido uma apoiadora da ditadura na Venezuela, seja fechada”, afirmou Duque.

    O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu a um pedido de comentário.

    (Reportagem de Nelson Bocanegra)

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    Maduro acusa Chile, Colômbia e México de auxiliarem ataque com drone

    CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os governos de direita do Chile, Colômbia e México de ajudarem 'terroristas' que tentaram matá-lo durante um ataque com drone no início de agosto.

    Os três países com governos de direita refutaram as acusações do líder socialista venezuelano de estarem envolvidos no ataque, que usou aeronaves de controle remoto com explosivos durante um desfile militar, na crise mais recente entre a diplomaticamente isolada Caracas e o restante da América Latina.

    Maduro mostrou um vídeo de um jovem venezuelano, identificado como Henryberth Rivas, que disse em uma transmissão de televisão exibida na noite de segunda-feira que participou do ataque com drone contra o presidente.]

    No vídeo, Rivas disse que depois da ação foi instruído por um colega conspirador a buscar refúgio na embaixada chilena em Caracas, de onde lhe disseram que ele seria levado em segredo à embaixada mexicana, depois para a embaixada colombiana e finalmente para a Colômbia através da fronteira.

    Mas a embaixada chilena estava fechada e o plano fracassou, disse Rivas.

    'Hoje posso dizer que temos elementos convincentes da participação de diplomatas chilenos, colombianos e mexicanos na proteção destas pessoas que cometeram um ato terrorista', disse Maduro, que também exibiu um vídeo da suposta prisão de Rivas.

    A Reuters não conseguiu corroborar os acontecimentos descritos no vídeo.

    Maduro não forneceu provas do suposto papel das embaixadas. O Ministério da Informação não respondeu de imediato a um pedido de maiores informações.

    Críticos do governo dizem que Maduro faz acusações infundadas contra nações estrangeiras ideologicamente contrárias com frequência para tentar culpar outros pela hiperinflação que corrói os salários, a grande escassez de alimentos e o crime desenfreado.

    No final de semana o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, disse que Caracas concluiu que Chile, Colômbia e México se envolveram no ataque.

    Os três países negaram as acusações.

    'O Chile rejeita as acusações caluniosas do governo venezuelano, que não tem credibilidade para distrair suficientemente da situação humanitária muito séria do país', disse o ministro de Relações Exteriores chileno, Roberto Ampuero, aos repórteres na segunda-feira.

    A chancelaria mexicana disse que solicitou a presença da embaixadora da Venezuela no México, Maria Lourdes Urbaneja, para lhe entregar uma carta rejeitando o que classificou como 'acusações infundadas'.

    (Por Alexandra Ulmer, em Caracas; Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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    ELN diz que condições de líder colombiano para conversas de paz são 'inaceitáveis'

    BOGOTÁ (Reuters) - Os rebeldes do Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN) disseram nesta segunda-feira que as condições impostas pelo presidente Iván Duque para a continuação das conversas de paz, entre elas que a guerrilha liberte todos os reféns, são 'inaceitáveis', mas que pretendem soltar cativos mesmo assim.

    Duque, que tomou posse no mês passado, disse que o grupo precisa soltar um total de 19 reféns antes de as conversas de paz iniciadas por seu antecessor serem retomadas. Em sua posse, no dia 7 de agosto, ele disse que levaria 30 dias para avaliar se continuaria ou não com as negociações, mas ainda não anunciou uma decisão final.

    Na semana passada o ELN libertou três soldados em Arauca, província do leste do país, mas se acredita que o grupo ainda detém seis membros das forças de segurança em Choco, província às margens do Pacífico, além de 10 civis.

    A libertação de reféns não é uma das precondições para as conversas combinadas no início das negociações, disse o ELN, nem a concentração de forças rebeldes em uma única área, algo que Duque também cogitou várias vezes como condição para o avanço do diálogo.

    'Ao não reconhecer os acordos feitos com o Estado e acrescentar, unilateralmente, condições inaceitáveis, este governo está fechando a mesa de negociação, encerrando o processo de diálogo e os esforços feitos ao longo de vários anos pelo ELN, pela sociedade, pelo governo anterior e pela comunidade internacional', disse o grupo em um comunicado publicado em seu site.

    O ELN está comprometido a soltar os cativos restantes, acrescentou o comunicado, apesar do envolvimento militar que disse ter complicado a entrega de reféns.

    (Por Julia Symmes Cobb e Luis Jaime Acosta)

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    9 M

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    Iván Duque assume Presidência da Colômbia com objetivo de unir país dividido

    Por Luis Jaime Acosta e Nelson Bocanegra

    BOGOTÁ (Reuters) - O advogado Iván Duque assumiu nesta terça-feira como presidente da Colômbia com a promessa de unir um país dividido pelo acordo de paz com a guerrilha desmobilizada das Farc.

    O político de direita, que substituiu o ganhador do prêmio Nobel Juan Manuel Santos, enfrenta os desafios de ajustar o acordo com as Farc, combater o narcotráfico, a violência, a corrupção e reduzir as desigualdades sociais, melhorando a cobertura de educação e saúde.

    “Quero governar a Colômbia com valores e princípios inabaláveis, superando as divisões de esquerda e direita (...) quero governar a Colômbia com o espírito de construir, nunca de destruir”, disse Duque após tomar posse e receber a faixa presidencial.

    A Colômbia enfrenta os desafios de uma economia que segue fraca, de uma nova onda de grupos criminosos que se dedicam ao narcotráfico e à mineração ilegal ocupando territórios desalojados pelas Farc e de abrigar mais de 870 mil imigrantes venezuelanos que chegaram ao país em busca de comida e trabalho.

    Duque, ex-senador do partido Centro Democrático, quer fazer ajustes em um acordo de paz com as desmobilizadas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia para impedir que o narcotráfico seja um delito passível de anistia e obrigar que os antigos comandantes rebeldes respondam à justiça antes de ocupar cargos políticos.

    “Vamos implantar correções para assegurar às vítimas verdade, justiça proporcional, reparação e não repetição. Também iremos corrigir falhas estruturais que se mostraram evidentes na implementação”, disse Duque perante 10 presidentes latino-americanos convidados em um ato na Praça Bolívar, em Bogotá, em meio a fortes medidas de segurança.

    SOLUÇÕES E NÃO AGRESSÕES

    Duque, de 42 anos, tem apoio do ex-presidente Álvaro Uribe, um duro crítico do acordo de paz cujo pai foi assassinado por rebeldes em uma tentativa fracassada de sequestro e que foi o opositor mais ferrenho a Santos.

    Uribe, que enfrenta acusações de manipular testemunhas em um processo na Corte Suprema de Justiça por supostos vínculos com esquadrões paramilitares da extrema-direita, é visto por alguns como o poder por trás de Duque, que consideram como um político inexperiente.

    Mas Duque, que trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington antes que Uribe lhe pedisse para voltar à Colômbia em 2014 para se candidatar ao Senado, mostrou independência na formação de sua equipe de ministros e moderou seu discurso sobre o acordo de paz.

    O presidente reiterou que irá buscar “soluções e não agressões”.

    O acordo de paz assinado em 2016 colocou um fim à participação das Farc em mais de cinco décadas em um violento conflito que deixou mais de 260 mil mortos, enquanto mais de 12 mil integrantes da ex-guerrilha, incluindo cerca de 6 mil combatentes, entregaram suas armas à Organização das Nações Unidas e formaram um partido político.

    A conservadora sociedade colombiana está dividida entre os que respaldam que os antigos líderes das Farc participem da política, com os 10 assentos no Congresso entregues pelo acordo de paz, e os que se opõem e exigem que paguem primeiro com privação de liberdade por seus crimes.

    Casado e pai de três filhos, o presidente prometeu impulsionar empresas através de reduções de impostos e um apoio às indústrias de extração de petróleo e carvão, os principais produtos geradores de recursos por exportações.

    A economia com Produto Interno Bruto de 315 bilhões de dólares irá crescer 2,7 por cento neste ano, segundo o governo de saída.

    Alguns expressaram preocupação de que os cortes propostos de impostos podem piorar a situação fiscal. Duque terá que impulsionar mudanças impopulares, incluindo uma reforma previdenciária que permita que o país preserve o grau de investimento.

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    Inglaterra bate Colômbia nos pênaltis e vai às quartas de final contra Suécia

    Por Mitch Phillips

    MOSCOU (Reuters) - A Inglaterra finalmente acabou com a maldição dos pênaltis ao vencer a Colômbia por 4 x 3, nesta terça-feira, depois de empate por 1 x 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo, em jogo em que os colombianos fizeram seu gol de empate nos acréscimos do segundo tempo.

    A seleção inglesa havia perdido todos os três confrontos decididos por pênaltis em Copa do Mundo e três de quatro na Eurocopa, mas venceu nesta terça, quando Mateus Uribe e Carlos Bacca desperdiçaram suas cobranças, deixando para Eric Dier chutar o pênalti decisivo e converter.

    Foi a primeira vez que a Colômbia esteve envolvida em uma disputa de pênaltis na Copa do Mundo e a equipe chegou a abrir vantagem quando Jordan Henderson errou seu chute - mas, desta vez, a sorte sorriu para a Inglaterra.

    Os ingleses abriram o placar na partida com Harry Kane, de pênalti, aos 12 do segundo tempo, seu sexto gol no torneio, e a Inglaterra parecia estar no caminho da classificação até que Yerry Mina marcou o gol de empate aos 48 minutos, de cabeça.

    Foi a primeira vitória da Inglaterra em um jogo eliminatório desde 2006, o que garantiu ao time uma vaga nas quartas de final contra a Suécia, que esteve longe de impressionar ao vencer a Suíça por 1 x 0 também nesta terça-feira.

    Depois vem uma potencial semifinal contra a anfitriã Rússia ou a Croácia.

    As esperanças da Colômbia sofreram um grande revés antes do início do jogo, quando o meia-atacante James Rodríguez foi descartado por causa de uma lesão na panturrilha, e, sem ele, a equipe adotou uma postura defensiva e pouco ameaçou.

    A Inglaterra sempre foi o time mais determinado em campo. Os sul-americanos estavam tentando segurar a pressão da rival, mas cometeram pênalti quando Carlos Sánchez agarrou Kane, o artilheiro da Copa, dentro da área.

    Depois de quatro minutos de paralisação, com reclamações dos colombianos, Kane manteve a calma e acertou sua terceira cobrança de pênalti no Mundial da Rússia.

    Quando Juan Cuadrado chutou uma boa chance por cima do travessão, a 10 minutos do final da partida, era um sinal de que haveria mais emoção.

    O goleiro da seleção da Inglaterra Jordan Pickford fez uma excelente defesa em chute longo de Uribe, mas na cobrança de escanteio - o primeiro da Colômbia no jogo - Mina subiu para marcar e empolgou os torcedores colombianos.

    Dier, reserva da Inglaterra, perdeu a melhor chance da prorrogação, ao cabecear por cima do gol, mas ele compensou de forma enfática com a penalidade decisiva.

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