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    Confiança do comércio no Brasil sobe em outubro para maior nível em 5 meses, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil subiu em outubro e atingiu o maior nível em cinco meses, voltando para níveis anteriores à greve dos caminhoneiros e estimulando o otimismo com uma retomada das vendas, apontaram os dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Ao subir 3,8 pontos, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi a 92,5 pontos em outubro, o maior valor desde os 92,6 pontos vistos em maio de 2018.

    'Com a alta da confiança do comércio em outubro, o indicador retorna ao nível anterior ao da greve dos caminhoneiros sugerindo que o pior momento do setor começa a ficar para trás', destacou o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler, em nota.

    Entretanto, ele destacou que, apesar do bom resultado no mês, a continuidade e intensidade de recuperação do comércio dependem tanto de resultados melhores do mercado de trabalho quanto da redução dos níveis de incerteza.

    Segundo a FGV, no mês houve aumento da confiança em 11 dos 13 segmentos pesquisados.

    O Índice da Situação Atual (ISA-COM) teve alta de 2,5 pontos, para 88,2 pontos, em seu primeiro avanço após cinco meses consecutivos de quedas. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) registrou aumento de 4,9 pontos, para 97,1 pontos, o maior nível desde abril de 2018.

    No final de maio a greve dos caminhoneiros prejudicou o abastecimento de combustível e alimentos e afetou a atividade econômica, bem como a confiança de agentes econômicos, empresários e consumidores.

    O resultado da confiança do comércio acompanha da confiança do consumidor divulgada na véspera pela FGV, que voltou a subir em outubro após dois meses de quedas diante das expectativas de mudanças no cenário econômico do país com o fim do período eleitoral.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Brasil e Chile concluem acordo de livre comércio

    SÃO PAULO (Reuters) - Brasil e Chile concluíram na sexta-feira discussões para um acordo de livre comércio, informou o Ministério das Relações Exteriores, encerrando as negociações iniciadas em abril do ano passado após quatro rodadas.

    'O novo acordo contribuirá para impulsionar os fluxos de comércio e investimentos entre o Brasil e o Chile, nos setores tanto de bens quanto de serviços. Constituirá, ao mesmo tempo, um vetor de aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico e de reforço da integração regional', afirmou o ministério em nota enviada à imprensa no sábado.

    O Chile é o segundo principal parceiro comercial do Brasil na América do Sul. Em 2017, o intercâmbio comercial bilateral alcançou 8,5 bilhões de dólares, alta de 22 por cento. De janeiro a setembro deste ano, o comércio entre os dois países somou 7,21 bilhões de dólares, expansão de mais de 13 por cento em relação ao mesmo período de 2017.

    O Brasil é o maior parceiro comercial do Chile na América Latina e principal destino dos investimentos chilenos no exterior, com estoque de 31 bilhões de dólares, informou o ministério.

    O futuro acordo deverá ser assinado antes do final do ano e complementa um tratado anterior entre o Mercosul e o Chile, sob o qual os países já removeram as tarifas de importação ao comércio bilateral.

    Segundo o ministério, o novo acordo incluirá 17 temas de natureza não tarifária, como comércio de serviços; comércio eletrônico; telecomunicações; medidas sanitárias e fitossanitárias; obstáculos técnicos ao comércio; facilitação de comércio; propriedade intelectual; e micro, pequenas e médias empresas.

    Entre as primeiras medidas, Brasil e Chile comprometeram-se a eliminar a cobrança de roaming internacional para dados e telefonia móvel entre os dois países. 'Será a primeira vez que o Brasil assume, em acordo bilateral de comércio, compromissos em matéria de comércio eletrônico; boas práticas regulatórias; transparência em anticorrupção; cadeias regionais e globais de valor; gênero; meio ambiente; e assuntos trabalhistas', afirmou a pasta.

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    Confiança do comércio no Brasil atinge em setembro menor nível em um ano por incertezas econômicas, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil caiu em setembro e atingiu o menor nível em cerca de um ano diante das incertezas em relação à economia, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

    O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 1,2 ponto e chegou a 88,7 pontos em setembro, atingindo o menor valor desde agosto de 2017 (84,4 pontos).

    'A nova queda da confiança do Comércio em setembro parece refletir a incerteza em relação ao ritmo esperado para a economia nos últimos meses do ano', explicou em nota o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler.

    O levantamento de setembro mostrou que a confiança do comércio ocorreu em nove dos 13 segmentos pesquisados.

    A FGV informou que o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 2,4 pontos, para 92,2 pontos, influenciado principalmente pela piora do indicador da tendência dos negócios nos seis meses seguintes.

    Já o Índice da Situação Atual (ISA-COM) permaneceu estável em 85,7 pontos, após quatro quedas seguidas

    'O Índice de Expectativas voltou a cair depois de esboçar uma melhora no mês anterior, sugerindo que os empresários ainda estão preocupados e incertos com o rumo da economia', completou Tobler.

    O momento agora no país é de incertezas e preocupações com o cenário eleitoral, em um ambiente de economia ainda em ritmo fraco de crescimento e desemprego em dois dígitos que freia os gastos dos consumidores.

    Nesta semana, a FGV informou que seu índice de confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido também devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho.

    (Por Stéfani Inouye)

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    China diz que não tem escolha a não ser retaliar contra novas tarifas dos EUA

    Por Yawen Chen e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - A China afirmou nesta terça-feira que não tem escolha a não ser retaliar contra as novas tarifas comerciais dos Estados Unidos, levantando o risco de que o presidente norte-americano, Donald Trump, possa em breve adotar taxas sobre praticamente todos produtos chineses que o país compra.

    O comunicado do Ministério do Comércio foi divulgado horas depois de Trump dizer que estava impondo tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em importações da China, ameaçando ainda com taxas sobre 267 bilhões mais se a China retaliar.

    O breve comunicado não deu detalhes sobre os planos da China, mas o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, disse em entrevista à imprensa que as medidas dos EUA trouxeram 'novas incertezas' às negociações entre os dois países.

    'A China sempre enfatizou que a única maneira correta de resolver a questão comercial entre China e EUA é através de negociações e consultas realizadas em uma base de respeito igual, sincero e mútuo. Mas nesse momento, tudo que os EUA fazem não dá a impressão de sinceridade ou boa vontade', completou.

    Geng disse que não comentaria sobre 'hipóteses' como quais medidas Pequim poderia avaliar além de tarifas sobre produtos norte-americanos, dizendo apenas que detalhes serão divulgados no momento apropriado.

    Trump alertou na segunda-feira que se a China adotar medidas retaliatórias contra as indústrias ou os agricultores norte-americanos 'vamos buscar imediatamente a fase três, que trata-se de tarifas sobre aproximadamente 267 bilhões em importações adicionais'.

    (Reportagem de Steve Holland, David Lawder, Ginger Gibson, Eric Beech, David Shepardson, Yawen Chen; reportagem adicional de Kevin Yao in Tianjin, John Ruwitch em Xangai e Christian Shepherd, Michael Martina e Ryan Woo em Pequim)

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    China não aceitará 'chantagem' comercial dos EUA, diz mídia estatal

    PEQUIM/CINGAPURA (Reuters) - A mídia estatal chinesa disse neste sábado que as tarifas de retaliação do governo sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos Estados Unidos mostravam restrições racionais, enquanto acusaram o governo norte-americano de chantagem.

    Na noite de sexta-feira, o ministro das Finanças chinês revelou tarifas adicionais sobre 5207 bens importados dos Estados Unidos, com alíquotas adicionais entre 5 e 25 por cento do valor total dos produtos, menos da metade do que foi proposto pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump.

    A resposta segue a proposta do governo Trump de uma tarifa de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares de importações chinesas.

    'As contramedidas da China são racionais', disse o Global Times, um tablóide dirigido pelo oficial Diário do Povo, em um comentário.

    'A China não irá se apressar para competir com números dos Estados Unidos', disse a publicação, ecoando comentários feitos pelo canal televisivo estatal.

    Os EUA e a China implementaram tarifas de 34 bilhões entre seus bens em julho. É esperado que Washington em breve implemente tarifas sobre mais 16 bilhões de dólares em bens chineses, sobre as quais a China já disse que irá corresponder de maneira imediata.

    'A pressão extrema da Casa Branca e a chantagem já estão claras para a comunidade internacional', dizia um comentário do canal estatal. 'Tais métodos de chantagem extrema não irão afetar a China.'

    A China até agora já impôs ou propôs tarifas sobre 110 bilhões em produtos norte-americanos, representando a vasta maioria das importações anuais da China sobre produtos dos EUA. No ano passado, a China importou 130 bilhões em bens daquele país.

    'Os Estados Unidos têm repetidamente recorrido à táticas de enganação, tentando forçar a China a ceder, tanto superestimando seu próprio poder de barganha como subestimando a determinação chinesa e sua habilidade de defender sua dignidade nacional e os interesses de seu povo', disse um editorial da agência de notícias oficial Xinhua.

    O Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, no entanto, continuava decidido sobre a investida de Washington por condições comerciais mais justas com a China.

    'O presidente Trump herdou um regime comercial injusto onde os trabalhadores e empresas norte-americanas não estavam sendo tratados de maneira recíproca ou justa pelos chineses, e os esforços do governo Trump têm a intenção de acertar isso, de corrigir isso', disse Pompeo a jornalistas em paralelo a um fórum regional em Cingapura.

    Pompeo acrescentou que havia discutido questões comerciais com o conselheiro estatal chinês Wang Yi na sexta-feira.

    (Reportagem de Ben Blanchard em Pequim, David Brunnstrom, John Geddie e Christian Shepherd em Cingapura e Engen Tham em Xangai)

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    Presidente da China diz que Brics deveriam rejeitar unilateralismo

    Por Olivia Kumwenda-Mtambo e Alexander Winning

    JOHANESBURGO (Reuters) - O presidente chinês Xi Jinping disse que uma guerra comercial global deveria ser rejeitada porque não haveria ganhador, fazendo um chamado às nações dos Brics para rejeitar o unilateralismo em meio às ameaças de tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Os alertas de Trump ao Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul refresca o ímpeto de fortalecer a cooperação comercial e seus líderes encontrarem uma voz coletiva defendendo o comércio global no momento em que iniciam uma cúpula de três dias dos Brics em Johanesburgo.

    O encontro dos presidentes do bloco comercial é o primeiro desde que Trump lançou um esforço para reequilibrar o multilateralismo comercial que ele considera injusto.

    'Nós deveríamos ser firmes em rejeitar o unilateralismo', disse Xi. 'Uma guerra comercial deveria ser rejeitada porque não há vencedor', acrescentou ele, que supervisiona a segunda maior economia do mundo e cuja nação domina o bloco dos Brics.

    'O unilateralismo e o protecionismo estão aumentando, dando um duro golpe ao multilateralismo', disse ele. 'A China continuará a se desenvolver com a porta totalmente aberta.'

    Xi também disse que é impossível cessar a ascensão coletiva dos mercados emergentes e dos países em desenvolvimento 'e tornará o desenvolvimento global mais equilibrado'. Ele pediu aos governos dos Brics que observem as regras internacionais, independentemente de seu tamanho.

    O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, pediu discussões aprofundadas na cúpula sobre o papel do comércio na promoção do desenvolvimento sustentável e do crescimento inclusivo.

    'Estamos nos reunindo aqui no momento em que o sistema multilateral de comércio está enfrentando desafios sem precedentes', disse em discurso.

    (Por Alexander Winning e Olivia Kumwenda-Mtambo

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    Confiança do comércio no Brasil recua em junho e aponta cautela dos empresários, mostra FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil recuou em junho pela terceira vez seguida e indicou cautela dos empresários em meio ao ritmo lento da economia, mercado de trabalho fraco e a greve dos caminhoneiros, de acordo com os divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

    O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil registrou queda de 3,0 pontos no mês e foi a 89,6 pontos, retornando ao mesmo nível de setembro de 2017.

    O ritmo lento da economia, o tímido avanço do mercado de trabalho e a greve dos caminhoneiros de maio, influenciaram para piora da percepção com situação atual e, principalmente das expectativas, mostrando que os empresários ainda estão cautelosos em relação aos próximos meses , explicou em nota o coordenador da FGV IBRE, Rodolpho Tobler.

    Segundo ele, o resultado mostra que a recuperação que o setor vinha apresentando até o início deste ano começou a perder fôlego no segundo trimestre.

    O resultado de junho foi resultado tanto da piora na avaliação sobre a situação atual quanto das expectativas. O Índice da Situação Atual (ISA-COM) caiu 2,2 pontos, para 87,2 pontos, nível mais baixo desde dezembro de 2017.

    Já o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 3,8 pontos, para 92,4 pontos, menor patamar desde agosto de 2017.

    A confiança do comércio acompanha o resultado das confianças do consumidor e da construção que a FGV divulgou na terça-feira, que também apontaram piora em meio aos impactos negativos da greve dos caminhoneiros que paralisou o abastecimento de combustíveis, alimentos e insumos no país no final de maio, prejudicando atividade econômica.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Sob sombra da China, Pence diz a Temer que quer estreitar comércio com o Brasil

    Sob sombra da China, Pence diz a Temer que quer estreitar comércio com o Brasil

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou nesta terça-feira em reunião reservada com o presidente Michel Temer que os EUA querem estreitar o comércio com o Brasil e que vai trabalhar para reduzir barreiras tarifárias entre os dois países, segundo uma fonte com acesso direto ao encontro.

    A visita de Pence -maior autoridade do governo norte-americano a visitar o país no governo Temer- ocorre no momento em que os Estados Unidos pretendem reforçar as relações com o Brasil, ante o avanço da China nas relações com a principal economia da América Latina.

    Os EUA investiram no ano passado 11 bilhões de dólares no Brasil, um pouco a mais que os 10 bilhões de dólares dos chineses. Esse investimento dos norte-americanos é mais do que o dobro da média da última década, segundo a fonte ouvida pela Reuters, com base em dados oficiais.

    Em um dos encontros reservados, Pence -dizendo falar em nome do presidente dos EUA, Donald Trump- declarou que pretende intensificar o comércio e trabalhar para reduzir barreiras com o Brasil, disse a fonte à Reuters. Ele também elogiou as medidas econômicas adotadas pelo governo Temer e afirmou que a visita dele agora teve o propósito de reconhecer avanços e melhorias nas relações entre os dois países.

    Existe um novo clima e essa viagem marca esse novo clima , disse uma alta fonte da chancelaria brasileira. Essa viagem foi feita para marcar este novo momento, nova visão estratégica sobre nós , completou.

    Na avaliação de duas fontes governamentais, a relação entre os dois países melhorou e se aprofundou nos últimos meses. Uma das fontes cita até o fato de o país ter ficado de fora da sobretaxação do aço, em março, como o primeiro gesto do governo dos EUA nessa relação.

    Os Estados Unidos oficializaram no final de maio imposição de tarifas de importação de 25 por cento para aço e de 10 por cento para alumínio, em medida que impactou o Brasil. Após meses de negociações, o Brasil conseguiu que os EUA aceitassem criar uma cota de importação sem a incidência da tarifa, com base nos volumes negociados entre 2015 e 2017. A cota para o aço semi-acabado, que compõe a maior parte das exportações da liga produzida no Brasil para os EUA, foi de 100 por cento dessa média, enquanto para aços longos, planos, inoxidáveis, e tubos a quota definida foi de 70 por cento da média.

    Em um dos encontros reservados, foi o vice-presidente dos EUA quem fez questão de tocar no assunto da imposição da cota para importação de aço, segundo relatou a fonte com acesso ao encontro. Ele se disse preocupado com a situação brasileira em relação às tarifas do aço, conforme relato.

    As duas autoridades não conversaram, entretanto, sobre uma eventual revisão do acordo, segundo a fonte.

    O vice-presidente Pence até tomou iniciativa de suscitar a questão do aço e do alumínio, e nós concordamos, naturalmente, em seguir trabalhando para eliminar barreiras ao comércio entre os nossos países , afirmou Temer em declaração à imprensa após reunião e almoço com Pence no Palácio do Itamaraty.

    Em entrevista após o encontro de Temer e Pence no Palácio do Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, declarou que essa cota poderá vir a ser ampliada de acordo com a evolução das condições do mercado . Enfim, é um assunto sobre o qual nós vamos continuar conversando , disse o chanceler, sem dar mais detalhes de como isso poderia ocorrer.

    Na avaliação da alta fonte da chancelaria brasileira, a agenda de 10 pontos da gestão Temer para a relação com os EUA está avançando em quase todos pontos .

    Na presença de Pence, Temer promulgou o acordo que põe fim à limitação de voos entre os dois países, chamado de acordo de céus abertos. Esse acerto, firmado em 2011, dependia do aval do Congresso -que ocorreu este ano.

    Em pronunciamento ao lado do vice-presidente dos EUA, o presidente afirmou que também vai avançar em relação ao acordo para uso comum da base de Alcântara, no Maranhão. Uma fonte da chancelaria classificou como positivo ter recomeçado essa negociação.

    Na avaliação de uma fonte palaciana do governo brasileiro, o interesse dos EUA no Brasil também decorre de questões geopolíticas: haverá eleições gerais no país este ano.

    IMIGRAÇÃO

    Temer disse que tratou com Pence também da situação de filhos de brasileiros separados de seus pais ao tentarem entrar ilegalmente nos EUA e pediu a ajuda do vice-presidente norte-americano para uma rápida solução para o problema. Além disso, afirmou que o governo brasileiro ofereceu transporte para trazer de volta essas pessoas ao Brasil se esse for o desejo das famílias.

    Pouco antes da declaração de Temer, o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, disse que Temer havia afirmado a Pence que iria mandar um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) a fim de resgatar as crianças brasileiras desacompanhadas dos familiares nos Estados Unidos. Ele alegou que o país defende essa política por razões humanitárias.

    O presidente também falou que ambos lamentaram a crise humanitária enfrentada pela Venezuela e reiterou a disposição do Brasil em receber refugiados do país vizinho. Na quarta-feira, Pence vai a Manaus, onde deve visitar um centro de refugiados venezuelanos.

    Reiterei nossa disposição para receber venezuelanos no Brasil com muita dignidade , disse Temer no Itamaraty, em fala de oito minutos.

    Embora o vice-presidente dos EUA tenha defendido uma atuação mais firme sobre Venezuela, o Brasil não vai mudar a sua política atual de não apoiar sanções econômicas para o país vizinho, conforme uma fonte palaciana. A avaliação do governo é que uma medida dessas só iria ampliar o sofrimento dos cidadãos, que já convivem com desabastecimento.

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