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    Caminhoneiros e empresas tentarão acordo sobre frete na semana que vem, diz Fux

    BRASÍLIA (Reuters) - Após audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux nesta quarta-feira, representantes dos caminhoneiros e das empresas que contratam o transporte de cargas concordaram sobre um novo encontro na quinta-feira da semana que vem, em tentativa de um acordo sobre preços de frete intermediários , que deverão ser levados à corte.

    A informação foi dada pelo próprio ministro Fux, a jornalistas, após a audiência.

    Fux disse também que até a próxima reunião está mantida a decisão de suspender todos os processos e efeitos de liminares que questionem a tabela de fretes, considerada pelos contratantes de transporte como inconstitucional, por ferir regras do livre mercado.

    Se não chegarem a um consenso sobre esse preço intermediário, no dia 27 de agosto vamos realizar uma audiência pública com técnicos da área para municiar o Supremo para definitivamente julgar a causa , disse Fux.

    Divergências entre as partes, porém, permanecem.

    Ao deixar a reunião, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que a entidade é contra qualquer tabelamento, porque não tem sentido indexar a economia .

    Andrade disse que o que a CNI vai estudar é a possibilidade de uma tabela de preços de referência para o frete pago pelo setor industrial.

    Essa é a nossa proposta e o governo tem de estudar alguma forma de dar mecanismos aos caminhoneiros, principalmente os autônomos, já que existe um problema entre o atravessador e o autônomo no preço final.

    Já o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Deléo Cunha Bueno, disse que sua associação não abre mão de um piso mínimo de frete para os caminhoneiros .

    A partir daí, a livre negociação está aberta. Mas a condição mínima para se trabalhar e executar esse serviço é necessária para a categoria , disse Bueno a jornalistas após a reunião no STF.

    Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nos 20 primeiros dias de vigência, a tabela de preços mínimos para o frete rodoviário causou prejuízo de cerca de 10 bilhões de reais aos setores de soja e milho, reflexo de uma elevação média de 40 por cento no valor do frete.

    Vários integrantes do mercado de grãos têm afirmado que o impasse em relação à tabela do frete vem reduzindo os negócios, na medida em que há aumento de custos.

    A chegada de caminhões com grãos aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), por onde é escoada boa parte da safra agrícola brasileira, está menor na parcial de junho em meio às discussões sobre o tabelamento de fretes, embora algumas logísticas e negócios pontuais tenham impedido uma retração ainda maior, segundo representantes portuários.

    A infraestrutura de recebimento de produtos via ferrovia tem limitado as perdas do setor na exportação.

    Segundo levantamento da CNA, nesses 20 dias cerca de 6,8 milhões de toneladas de soja e farelo deixaram de ser levadas aos portos e exportadas.

    (Por Leonardo Goy)

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    Frete para grãos deve subir com demanda represada, há necessidade de liberar silos

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - Os custos para o escoamento da segunda safra de milho do Brasil, em fase inicial de colheita, tendem a subir no momento em que agricultores e tradings ficarem mais ativos nas contratações, uma vez que a demanda por transporte represada deve superar a oferta de caminhões, disseram especialistas à Reuters nesta quinta-feira.

    Neste momento, as vendas de produtos agrícolas como soja e milho estão praticamente paralisadas, no aguardo de uma solução para o impasse decorrente do tabelamento do frete, que enfrenta resistência no agronegócio e outros setores da indústria.

    Mas especialistas avaliam que em algum momento o transporte de grãos precisará ser retomado, com tabela ou não, caso contrário não haverá espaço nos silos para guardar a produção de milho.

    A expectativa é de que o Brasil produza cerca de 58 milhões de toneladas de milho na atual safrinha, queda de 13,6 por cento na comparação anual. Mas o menor volume não deve se refletir em fretes mais baixos, uma vez que ainda há soja da safra recorde para ser enviada aos portos e indústrias processadoras.

    Tanto a comercialização quanto o escoamento rodoviário da safra estão praticamente travados há quase um mês em razão dos protestos de caminhoneiros e, agora, das indefinições quanto à tabela de fretes.

    Com a proximidade da safrinha, estamos chegando a um período em que não tem para onde escapar. Vai ter procura maior por transporte... , disse o pesquisador da Esalq-Log, da Universidade de São Paulo (USP), Samuel da Silva Neto.

    Segundo ele, com uma maior concentração do escoamento do milho, a tendência é de que os caminhões também tenham que esperar mais para descarregar nos portos, gerando custo de estadia e impactando no valor do frete rodoviário.

    Mesmo desconsiderando-se a tabela de preços mínimos, já prevíamos uma mudança no patamar de fretes até o final do ano , acrescentou ele.

    Pelos dados mais recentes da Esalq-Log, o frete médio para transportar milho da região de Primavera do Leste (MT) ao Porto de Santos já estava em maio, quando ocorreram os protestos, 17,4 por cento maior na comparação com igual mês de 2017, em torno de 247 reais por tonelada. A instituição ainda não tem os números fechados de junho.

    ARMAZENAGEM

    Na avaliação do diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, o setor aguenta no máximo mais um mês o ritmo quase parando de comercialização e escoamento de grãos --o Brasil é o maior exportador global de soja e um dos principais fornecedores de milho.

    Se não escoar, vem a safrinha e os problemas vão se avolumando , disse Ferraz, lembrando que a soja armazenada precisa dar lugar ao milho, evitando-se um problema maior de estocagem e eventuais perdas de produção.

    Nos portos do país, o total de navios aguardando para carregar produtos do complexo soja está 60 por cento maior neste ano frente igual momento de 2017 justamente por causa dos reflexos dos protestos.

    Pela Ferraz, não há soluções de curtíssimo prazo que não a negociação dos termos da tabela de fretes, dado que o transporte da safra agrícola brasileira se dá, basicamente, por modal rodoviário.

    Associações do setor têm afirmado que consideram a tabela inconstitucional e que não estão negociando os termos. As entidades têm ingressado na Justiça contra o chamado frete mínimo, argumentando que isso fere o livre mercado.

    O fato é que eventuais fretes mais altos devem encarecer os custos para compradores e consumidores, na avaliação de outra consultoria.

    Vai ter custo maior, repasse para o consumidor final. De uma forma ou de outra, vai continuar escoando, embora possa ser afetado negativamente o volume, porque essa situação prejudica a competitividade e a logística (do país) , disse a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi.

    Consultorias e entidades projetam que o Brasil embarques neste ano mais de 30 milhões de toneladas de milho e mais de 70 milhões de soja.

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    Exportação de café do Brasil tem menor nível em 14 anos após greve de caminhoneiros

    Por José Roberto Gomes e Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de café verde do Brasil despencaram 36,9 por cento em maio na comparação anual, para 1,46 milhão de sacas de 60 kg, o menor volume exportado pelo país desde fevereiro de 2004, com impacto da paralisação dos caminhoneiros no mês passado, de acordo com dados do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé).

    A exportação de maio --um mês também impactado negativamente pela baixa oferta de café do Brasil por conta da entressafra-- se configura no menor volume desde fevereiro de 2004, quando o país embarcou 1,4 milhão de sacas, de acordo com dados do Cecafé, informou nesta terça-feira o conselho.

    No mês de maio foi evidenciada a menor oferta para a exportação, como já prevíamos devido ao período de entressafra. Além disso, com os protestos e a greve dos caminhoneiros, o volume foi ainda menor, pois deixamos de embarcar entre 400 mil a 500 mil sacas neste mês , disse o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, em relatório.

    O volume de que deixou exportado, contudo, é menor do que o apontado pelo Cecafé ainda durante os protestos, de 900 mil sacas.

    Com a estimativa de que teremos uma safra recorde de café para o próximo ano cafeeiro, que oficialmente se iniciará em julho, o Cecafé espera recuperação dos volumes exportados , acrescentou Carvalhaes.

    Para este mês, a expectativa é de uma recuperação nos embarques, apontam os certificados de exportação que estão sendo emitidos, segundo o Cecafé.

    Mas a situação ainda não é de normalidade, uma vez que os protestos de maio reduziram os estoques nos portos e limitaram o transporte do produto.

    O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e deve ter uma colheita histórica de cerca de 58 milhões de sacas neste ano.

    Do total embarcado em maio, 1,42 milhão de sacas foram de café arábica (queda de 38,4 por cento), enquanto 46,5 mil sacas de robusta (alta de 134,8 por cento).

    Também foram exportadas 233,56 mil sacas de café solúvel (queda de 15,2 por cento) e 476 sacas de torrado e moído (queda de 79 por cento).

    As exportações totais de café do Brasil em maio, entre verde e industrializado, atingiram 1,7 milhão de sacas, queda de 34,7 por cento.

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