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    Conservadora na previsão de soja do Brasil, Conab vê salto na safra de milho

    Por José Roberto Gomes e Jake Spring

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - A safra de soja 2018/19 do Brasil, em fase de plantio, deve se manter estável ou mesmo cair ante o ciclo anterior, com rendimentos menores atenuando o aumento de área, afirmou nesta quinta-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Se foi conservadora na previsão de safra de soja, na comparação com as expectativas do mercado, a Conab apontou salto de mais de 10 por cento na colheita de milho, o que pode garantir uma produção recorde de grãos e oleaginosas no atual ciclo.

    Em seu primeiro levantamento para a safra vigente, a Conab estimou uma colheita de soja entre 117,04 milhões e 119,42 milhões de toneladas, ante históricos 119,28 milhões em 2017/18.

    Em recente pesquisa da Reuters, analistas e consultorias apostaram em uma safra maior, próxima a 120,40 milhões de toneladas, no Brasil, o maior exportador global da commodity.

    A quantidade apontada pela Conab também fica aquém dos 120,5 milhões de toneladas reafirmados nesta quinta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu relatório mensal de oferta e demanda. [nL2N1WR0RX]

    Conforme a Conab, a estimativa menos otimista que a do mercado leva em conta uma possível queda na produtividade, para 3,30 toneladas por hectare (-2,7 por cento), apesar de a área poder crescer para um recorde entre 35,44 milhões e 36,17 milhões de hectares, de 35,15 milhões em 2017/18.

    'A área projetada de soja está em linha com as nossas expectativas e sugere que, se as condições climáticas permitirem, podemos ter uma safra 2018/19 recorde no Brasil, com produção acima dos 122 milhões de toneladas', avaliou o analista sênior de agronegócios do Itaú BBA, Guilherme Bellotti.

    A soja é a principal cultura agrícola do Brasil e item de grande peso na pauta de exportação do país. Segundo a Conab, a expansão no plantio reflete os ganhos obtidos pelos sojicultores neste ano marcado por grande apetite chinês e alta do dólar.

    'A soja, pela sua demanda, é um produto com forte liquidez e a despeito das expectativas da grande safra norte-americana, os preços ainda estão em patamares considerados remuneradores pelos produtores', afirmou a estatal em relatório.

    'O ambiente que antecede as eleições, combinado com a volatilidade do dólar, tem proporcionado um quadro de suporte dos preços no âmbito interno, reforçando a aposta dos produtores no incremento de área para a oleaginosa', acrescentou a Conab.

    Atualmente, a referência do Cepea, da Esalq/USP, para a saca de soja está perto de 90 reais, contra 70 reais há um ano. Em contrapartida, os preços da commodity na Bolsa de Chicago trabalham no terreno de 8 dólares por bushel, perto do menor nível em uma década, em razão da disputa entre Estados Unidos e China.

    SAFRA RECORDE

    Embora as perspectivas da Conab para a safra de soja vigente sejam mais tímidas, a tendência é de que produção total de grãos e oleaginosas do Brasil cresça ante 2017/18, podendo atingir um recorde, graças ao milho, cultura que no último ano foi prejudicada por uma área plantada menor e condições climáticas adversas.

    A produção total de milho do Brasil em 2018/19 deve atingir algo entre 89,73 milhões e 91,08 milhões de toneladas, contra 80,78 milhões de toneladas em 2017/18, oferta esta que permitiria ao país exportar um volume recorde do cereal.

    Do total previsto, entre 26 milhões e 27,35 milhões de toneladas devem ser de milho primeira safra, em plantio, e 63,73 milhões, de segunda. Os números ainda podem variar sensivelmente, uma vez que a chamada 'safrinha' só é plantada após a colheita de soja.

    A área plantada com o cereal deve variar de 16,60 milhões a 16,82 milhões de hectares --de 16,63 milhões em 2017/18-- sendo de 5,05 milhões a 5,27 milhões de hectares na safra de verão.

    Dessa forma, graças ao milho, a Conab prevê uma produção total de grãos e oleaginosas em 2018/19 entre 233,55 milhões e 238,64 milhões de toneladas, versus 227,81 milhões de toneladas no ano anterior. Caso o limite superior das estimativas se concretize, ultrapassaria o volume histórico de cerca de 237 milhões de toneladas visto em 2016/17.

    'Se nós tivermos um clima ideal... Nós poderemos ter a maior safra brasileira de grãos', destacou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em coletiva de imprensa em Brasília.

    Segundo o órgão do governo, a área plantada total neste ano deve variar de 61,87 milhões a 63,14 milhões de hectares, contra 61,73 milhões em 2017/18.

    (Por José Roberto Gomes, em São Paulo, e Jake Spring, em Brasília; com reportagem adicional de Roberto Samora)

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    Puxada por milho, safra de grãos 2018/19 do Brasil tem potencial de recorde, diz Conab

    Por José Roberto Gomes e Jake Spring

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - A safra de soja 2018/19 do Brasil deve se manter estável ou mesmo cair ante o ciclo anterior, mas ainda assim o país tem potencial para colher um volume recorde de grãos e oleaginosas na atual temporada graças à recuperação das lavouras de milho, afirmou nesta quinta-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Em seu primeiro levantamento para a safra vigente, o órgão estimou uma colheita de soja entre 117,04 milhões e 119,42 milhões de toneladas, ante 119,28 milhões de toneladas em 2017/18.

    Em recente pesquisa da Reuters, analistas e consultorias apostaram em uma safra próxima a 120,40 milhões de toneladas no Brasil, o maior exportador global da commodity.

    Conforme a Conab, a estimativa conservadora leva em conta uma potencial produtividade menor, na casa de 3,30 toneladas por hectare (-2,7 por cento), apesar de a área poder crescer para um recorde de 36,17 milhões de hectares, de 35,14 milhões em 2017/18.

    A soja é a principal cultura agrícola do Brasil e item de grande peso na pauta de exportação do país.

    Embora as perspectivas da Conab para a safra vigente da oleaginosa sejam tímidas, a tendência é de que produção total de grãos e oleaginosas cresça ante 2017/18 graças ao milho, cultura que no último ano foi prejudicada por uma área plantada menor e condições climáticas adversas.

    A produção total de milho do Brasil em 2018/19 deve atingir algo entre 89,73 milhões e 91,08 milhões de toneladas, contra 80,78 milhões de toneladas em 2017/18. A maior oferta, inclusive, deve permitir ao país exportar um recorde do grão nesta temporada.

    Dessa forma, a Conab prevê uma produção total de grãos e oleaginosas em 2018/19 entre 233,55 milhões e 238,64 milhões de toneladas, versus 227,81 milhões de toneladas no ano anterior. Caso o limite superior das estimativas se concretize, ultrapassaria o volume histórico de cerca de 237 milhões de toneladas visto em 2016/17.

    'Se nós tivermos um clima ideal... Nós poderemos ter a maior safra brasileira de grãos', destacou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em coletiva de imprensa em Brasília.

    Segundo o órgão do governo, a área plantada total neste ano deve variar de 61,87 milhões a 63,14 milhões de hectares, contra 61,73 milhões em 2017/18.

    (Por José Roberto Gomes, em São Paulo, e Jake Spring, em Brasília)

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    Brasil eleva previsão de safra de café para recorde de quase 60 mi sacas

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - A safra de café do Brasil em 2018 foi estimada nesta terça-feira em recorde de 59,9 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 3,2 por cento na comparação com o número apurado no levantamento anterior, divulgado em maio pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O terceiro levantamento oficial de safra de café do maior produtor e exportador global da commodity apontou um aumento de 33,2 por cento na colheita ante 2017, com a Conab citando boas condições climáticas e bienalidade positiva do arábica em 2018.

    Soma-se a isso o uso de mais tecnologias pelo setor, que tem ajudado cafeicultores a conseguir produtividades recordes, disse a Conab.

    'Nunca vimos uma safra como esta', disse Silvio Farnese, diretor do departamento de Café, Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério de Agricultura, acrescentando que, além do grande volume, a qualidade é muito boa.

    A produção brasileira recorde deste ano tem pressionado os contratos futuros de café, que nesta terça-feira atingiram mínimas de mais de 12 anos. Representantes dos agricultores estão buscando soluções junto à indústria para atravessar este momento difícil.

    A colheita supera com folga o último ano de bienalidade positiva do Brasil, em 2016, quando a colheita total somou 51,37 milhões de sacas.

    A produção de café arábica do Brasil, que representa a maior parte do total, foi projetada em 2018 em 45,9 milhões de sacas, ante 44,33 milhões na previsão de maio. Na comparação com 2017 (ano de baixa produtividade do arábica), o aumento é de 34,1 por cento.

    A produção de café robusta (conilon) do país em 2018 foi estimada em cerca de 14 milhões de sacas, ante 13,7 milhões na previsão anterior. A Conab apontou um aumento de 30 por cento ante o ano passado, quando as lavouras ainda se recuperavam de uma seca.

    A produtividade média do arábica na atual safra foi estimada em 30,74 sacas por hectare, um recorde histórico, sendo 33 por cento maior do que aquela obtida em 2017.

    Já a produtividade média brasileira do robusta foi estimada em 38 sacas/hectare, um incremento de 35,3 por cento em relação a 2017, também um recorde histórico.

    Minas Gerais, maior produtor de café do Brasil, teve colheita estimada em 31,9 milhões de sacas, sendo 31,6 milhões do arábica.

    'O aumento estimado para essa safra é em razão do aumento da produtividade, decorrente das boas condições climáticas, além do uso de irrigação e da bienalidade positiva.'

    No Espírito Santo, a produção estimada chegou a 13,5 milhões de sacas, com 8,8 milhões para conilon e 4,7 milhões para arábica.

    Em São Paulo, a produção é exclusivamente de café arábica e a quantidade chegou a 6,2 milhões de sacas. Outro Estado que apresentou bons resultados foi a Bahia, com produção de 2,9 milhões do conilon e 1,9 milhão do arábica, segundo a Conab.

    Em Rondônia, a produção deve somar 1,9 milhão de sacas, devido ao maior investimento na cultura, com a produtividade aumentando significativamente nos últimos seis anos, passando de 10,8 sacas por hectare em 2012 para 30,9 sacas na safra atual.

    A área total de cafezais em formação e em produção em todo o país deve alcançar 2,16 milhões de hectares, sendo 1,86 milhão de hectares em produção.

    A Conab apontou redução de área total na ordem de 2,3 por cento ante 2017.

    Quando a Conab realizou o levantamento, em agosto, o Brasil já havia colhido grande parte da safra.

    2019

    Farnese disse que as perspectivas para a safra de 2019 ainda são difíceis de se avaliar.

    A produção provavelmente será menor devido ao ano de baixa no ciclo do arábica, disse ele.

    'Mas se você tiver um bom nível de chuvas após a florada, ainda poderemos ter uma boa safra (ano que vem)', afirmou ele.

    As primeiras floradas para a safra do ano que vem já aconteceram em várias regiões.

    O diretor do ministério disse que os agricultores brasileiros ainda podem obter lucros a preços correntes e não vê a necessidade do governo lançar planos como as opções públicas de venda usadas em 2010.

    Se os preços estão em mínimas históricas em dólares no mercado internacional, em reais a situação é um pouco melhor, justamente pelo efeito do câmbio.

    (Por Roberto Samora e Marcelo Teixeira, em São Paulo, e Jake Spring em Brasília)

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    CORREÇÃO (OFICIAL)-Conab reduz previsão de safra de milho do Brasil, revê exportação

    (Retifica informação sobre exportações de milho no título e no 4º parágrafo e dado sobre embarques de soja no último parágrafo, após Conab corrigir números divulgados previamente)

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - A segunda safra de milho 2017/18 do Brasil, em processo de colheita, deve alcançar 55,35 milhões de toneladas, projetou nesta quinta-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em um ligeiro corte ante sua estimativa anterior, de 56,01 milhões de toneladas.

    Caso se confirme, o volume representaria queda de 17,8 por cento ante o recorde de 67,4 milhões de toneladas de 2016/17 e levaria o volume total da temporada, considerando-se a colheita de verão, a 82,18 milhões de toneladas (-16 por cento).

    A revisão para baixo ocorre após a forte estiagem durante o período de desenvolvimento das lavouras, em especial no Paraná, segundo maior produtor do país, atrás apenas de Mato Grosso.

    Com a menor oferta disponível, a Conab reduziu sua previsão de exportação para 27 milhões de toneladas de milho na safra 2017/18, ante 30 milhões de toneladas, em linha com o esperado por outras entidades do setor, como a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que também cortaram suas previsões de embarques. [nL1N1UU1PX]

    SOJA

    A Conab elevou levemente sua estimativa para a produção de soja em 2017/18 no Brasil, a um recorde de 118,98 milhões de toneladas, de 118,88 milhões na previsão de julho e 114,07 milhões em 2016/17.

    A soja levantou temores durante a fase de plantio, devido a uma seca, mas depois o tempo melhorou, e a colheita mostrou boas produtividades.

    Segundo a Conab, o Brasil, maior exportador global da oleaginosa, deve embarcar 74 milhões de toneladas em 2017/18, 2 milhões de toneladas acima do previsto no levantamento passado.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Conab corta previsão de safra de milho 2017/18 do Brasil, vê exportação menor

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil deve produzir 56 milhões de toneladas de milho na segunda safra deste ano, já em colheita, projetou nesta terça-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que em junho previa 58,2 milhões de toneladas.

    A revisão para baixo é resultado de impactos climáticos , destacou a Conab, referindo-se principalmente à estiagem entre abril e maio, que prejudicou as lavouras em um importante estágio de desenvolvimento. Além disso, a chamada safrinha já havia sido plantada fora da janela ideal após um atraso na colheita de soja.

    A nova estimativa representa uma queda de 16,9 por cento ante o recorde de 67,4 milhões de toneladas observado no ciclo anterior. Inicialmente, a Conab projetava um volume semelhante para este ano.

    Considerando-se também a primeira safra, colhida no verão, o Brasil deve produzir um total de 82,93 milhões de toneladas de milho em 2017/18, aquém dos quase 100 milhões de toneladas em 2016/17.

    Uma menor oferta tende a sustentar os preços do cereal no mercado doméstico e resultar em exportações menores pelo país. Segundo a Conab, o Brasil deve embarcar 30 milhões de toneladas de milho neste ano, ante 32 milhões projetados no levantamento anterior.

    SOJA

    A Conab previu nesta terça-feira que a safra de soja 2017/18 do Brasil deve alcançar 118,88 milhões de toneladas, acima dos 118,04 milhões de junho e marcando um novo recorde. Em 2016/17, o país colheu cerca de 114 milhões de toneladas.

    Já colhida, a safra de soja brasileira despertou preocupações na fase de plantio em razão de uma estiagem, mas depois o tempo melhorou e as lavouras registraram boas produtividades.

    Os embarques de soja do Brasil, o maior exportador mundial da oleaginosa em grão, foram mantidos pela Conab em 72 milhões de toneladas.

    Em paralelo, a companhia também elevou levemente sua previsão para a safra de trigo, a 4,90 milhões de toneladas, e de algodão em pluma, a 1,96 milhão de toneladas.

    Assim, a safra total de grãos e oleaginosas do Brasil 2017/18 deve alcançar 228,51 milhões de toneladas, disse a Conab, que no mês passado previa 229,7 milhões.

    (Por José Roberto Gomes)

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