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    Tesoureiro do Vaticano é condenado por abuso sexual de meninos de 13 anos

    Por Sonali Paul

    MELBOURNE (Reuters) - O tesoureiro do Vaticano, cardeal George Pell, foi considerado culpado de cinco acusações de abuso sexual cometidas mais de duas décadas atrás contra meninos de 13 anos na Austrália, tornando-se o clérigo católico mais graduado a ser condenado por delitos sexuais contra crianças.

    O veredicto tornou-se público nesta terça-feira, após a revogação de uma ordem de supressão de 2018 de Pell, depois que um segundo caso de abuso contra o religioso foi descartado pela acusação.

    A queda do número 3 do Vaticano leva ao cerne da administração papal um escândalo sobre abusos clericais que abalou a credibilidade da Igreja nos Estados Unidos, Chile, Austrália e outras partes nas últimas três décadas.

    Um júri do tribunal do condado de Vitória, em Melbourne, considerou Pell culpado em 11 de dezembro do ano passado após um julgamento de um mês.

    Ele foi condenado por cinco acusações de delitos sexuais cometidos contra os meninos de 13 anos do coral 22 anos antes na sacristia da Catedral de São Patrício de Melbourne, onde Pell era arcebispo. Uma das vítimas morreu em 2004.

    Cada um dos cinco delitos implica um máximo de 10 anos de prisão. Os advogados de Pell apresentaram uma apelação contra o veredicto com três argumentos – que, se aceita, pode levar a um novo julgamento.

    'O cardeal Pell sempre alegou inocência e continua a fazê-lo', disse Paul Galbally, um dos advogados de Pell, diante da corte.

    Pell, que continua sob fiança, deixou o tribunal nesta terça-feira sem falar com os repórteres, que o cercaram enquanto ele seguia da escadaria da corte para um carro que o aguardava.

    Um sobrevivente de abuso infantil, que se identificou como Michael Advocate, já que a lei australiana veta a divulgação de seu nome verdadeiro, gritou para Pell: 'Queime no inferno'.

    O cardeal deve voltar à corte na quarta-feira para o início da audiência de declaração de sua pena.

    O papa Francisco encerrou uma conferência sobre abusos sexuais no domingo, pedindo uma 'batalha total' contra um crime que deveria ser 'apagado da face da terra'.

    Em dezembro o Vaticano disse que Francisco havia afastado Pell, de 77 anos, de seu grupo de conselheiros próximos, sem comentar o julgamento.

    O Colégio São Patrício, escola de Ballarat, a cerca de 120 quilômetros de Melbourne, que Pell frequentou na infância disse que retirará seu nome de um edifício que foi batizado em sua homenagem.

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    Lula é condenado a 12 anos e 11 meses de prisão em caso do sítio de Atibaia, defesa vai recorrer

    Por Eduardo Simões e Ricardo Brito

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão no processo sobre o sítio de Atibaia (SP), de acordo com sentença da juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, publicada nos autos da ação penal nesta quarta-feira, e a defesa do petista já anunciou que irá recorrer.

    Lula foi condenado pela magistrada pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro a uma pena maior que a da outra condenação a que cumpre pena desde abril do ano passado, a de 12 anos e 1 mês de prisão no processo sobre o tríplex no Guarujá (SP) decretada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

    Para o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Lula, a sentença de Gabriela Hardt 'atenta aos mais basilares parâmetros jurídicos e reforça o uso perverso das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política'.

    'Uma vez mais a Justiça Federal de Curitiba atribuiu responsabilidade criminal ao ex-presidente tendo por base uma acusação que envolve um imóvel do qual ele não é o proprietário, um 'caixa geral' e outras narrativas acusatórias referenciadas apenas por delatores generosamente beneficiados', disse Zanin em nota, na qual afirma ainda que a juíza 'desconsiderou as provas de inocência apresentadas pela defesa de Lula nas 1.643 páginas das alegações finais protocoladas há menos de um mês'.

    A juíza condenou o ex-presidente por entender que ele recebeu propinas em prol do PT pagas pela Odebrecht, praticou lavagem de dinheiro na reforma feita pela Odebrecht e pela OAS no sítio que era frequentado por ele e por sua família e recebeu 700 mil reais em vantagens indevidas da Odebrecht e 170 mil reais em vantagens indevidas da OAS.

    A magistrada --que tem substituído interinamente o juiz exonerado Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, na condução da operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba-- entendeu que a culpa do ex-presidente é elevada.

    'O condenado recebeu vantagem indevida em decorrência do cargo de presidente da República, de quem se exige um comportamento exemplar enquanto maior mandatário da República', disse.

    A juíza também condenou os empresários José Adelmário Pinheiro Neto, o Léo Pinheiro, ligado a OAS, o pecuarista José Carlos Bumlai, o advogado e amigo do ex-presidente Roberto Teixeira, o empresário e proprietário formal do sítio Fernando Bittar e o empresário ligado à OAS Paulo Gordilho.

    Também foram condenados os empresários Marcelo Odebrecht, Emilio Odebrecht, Alexandrino Alencar e Carlos Armando Guedes Paschoal e o engenheiro Emyr Diniz Costa. Contudo, por terem sido delatores, vão cumprir penas previstas nas suas respectivas colaborações premiadas.

    A juíza afirmou na sentença ter ficado 'amplamente comprovado' no processo que a família de Lula era assídua frequentadora do sítio e usufruía dele como se fosse dona, utilizando-o mais do que o proprietário formal, Fernando Bittar. Para ela, não importa se o ex-presidente é o dono da propriedade.

    'Portanto, sendo proprietário ou não do imóvel, é fato incontroverso que foram efetuadas reformas e comprados objetos para atender interesses de Luiz Inácio Lula da Silva e de sua família. Em razão de algumas destas reformas, em especial em razão dos significativos valores gastos nelas, e das empresas que as realizaram, foi imputado ao ex-presidente crimes de corrupção e lavagem de dinheiro', destacou ela.

    Na sentença de 360 páginas, Gabriela Hardt determinou a proibição de exercer cargo público em razão da condenação de lavagem a Lula e a outras 9 pessoas. Contudo, a magistrada destacou que não houve no curso da ação penal a decretação de qualquer prisão preventiva e, por isso, permitiu aos agora condenados recorrerem da sentença em liberdade. Ela faz uma ressalva para quem cumpre pena por outros motivos, caso de Lula.

    REAÇÕES

    No mundo político, a nova condenação do petista gerou esperadas repercussões. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, disse que a 'perseguição a Lula não para'.

    'Uma segunda condenação a jato foi proferida, exatamente quando cresce a possibilidade de Lula ser Nobel da Paz. Na memória do povo e na história, Lula será sempre maior do que seus carrascos', afirmou.

    O presidente Jair Bolsonaro, que se colocou como um antípoda do ex-presidente, usou sua conta no Twitter para reproduzir o título de uma notícia referente à nova condenação de Lula. Pouco antes da publicação, no entanto, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, quando indagado sobre a nova condenação de Lula, disse que o presidente deixava as questões de Justiça circunscritas à Justiça.

    Em entrevista a jornalistas em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão comentou a condenação do ex-presidente. 'Coitado do Lula. Infelizmente ele não soube distinguir o público do privado. É triste', disse Mourão.

    O senador Major Olímpio (PSL-SP), aliado de Bolsonaro, disse que a nova condenação de Lula é 'mais uma sinalização da Justiça brasileira de que o Brasil está deixando de ser o país da impunidade'.

    'A condenação do Lula, mais do que justa, ela é exemplar do que o nosso país está verdadeiramente mudando para muito melhor', destacou, ao ressalvar que não é motivo de comemoração condenações, mas que a 'Justiça está sendo feita'.

    A notícia da nova decisão condenatória contra Lula também tensionou o clima na Câmara dos Deputados. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, anunciou a condenação em plenário e foi saudado com uma salva de palmas.

    Em resposta, o deputado petista Henrique Fontana (RS) defendeu a criação de uma CPI das Milícias, que teria como alvo outro filho de Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o que gerou um princípio de tumulto na Casa.

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    Ex-advogado de Trump é condenado a 3 anos de prisão por infração de campanha

    Por Brendan Pierson e Nathan Layne

    NOVA YORK (Reuters) - Michael Cohen, ex-advogado pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado a três anos de prisão nesta quarta-feira devido ao seu papel nos pagamentos ilegais feitos a duas mulheres pelo seu silêncio para ajudar a campanha de Trump na eleição de 2016 e por mentir ao Congresso sobre o projeto de uma Trump Tower na Rússia.

    O juiz William Pauley, de Manhattan, condenou Cohen a 36 meses pelos pagamentos, que violaram a legislação de financiamento de campanha, e a dois meses pelas declarações falsas ao Congresso. As duas penas serão cumpridas simultaneamente. O juiz estabeleceu a data de 6 de março para uma a apresentação voluntária de Cohen para cumprir a pena.

    Cohen se declarou culpado da infração de financiamento da campanha em agosto e de fazer declarações falsas em novembro. Como parte de sua sentença, o juiz ordenou que ele pague uma multa de 500 mil dólares e uma penalidade de quase 1,4 milhão de dólares pelas violações da legislação de financiamento de campanha.

    O advogado de 52 anos entrou no tribunal nesta quarta-feira com a esposa, o filho e a filha em meio a uma multidão de fotógrafos e repórteres.

    A condenação foi o ponto final da reviravolta surpreendente de um advogado que disse certa vez que 'levaria um tiro' por Trump, mas que agora implicou o presidente diretamente em uma conduta criminosa. A pena de três anos foi uma redução modesta dos quatro a cinco anos recomendados por diretrizes federais, mas ainda assim sublinhou a gravidade das acusações.

    'Embora o senhor Cohen se comprometa a ajudar em investigações adicionais, isto não é algo que o tribunal possa considerar agora', disse o juiz Pauley.

    Procuradores federais de Nova York acusaram Cohen de pagar 130 mil dólares à atriz pornô Stormy Daniels e ajudar a conseguir um pagamento de 150 mil dólares para a ex-coelhinha da Playboy Karen McDougal antes da eleição de 2016 para que elas silenciassem sobre seus relacionamentos passados com Trump, que é casado e nega os casos.

    Os procuradores disseram que os pagamentos violam a legislação de financiamento de campanha. Cohen disse aos procuradores que os pagamentos foram feitos por ordem de Trump, implicando-o em uma possível violação de finanças de campanha.

    A lei federal estipula que contribuições de 'qualquer coisa de valor' a uma campanha devem ser informadas e limitadas a 2.700 dólares por pessoa.

    'Foi minha própria fraqueza e lealdade cega a este homem que me levaram a escolher um caminho de trevas ao invés de luz', disse Cohen ao juiz durante a leitura da sentença. 'Senti que era meu dever acobertar suas próprias sujeiras', acrescentou, referindo-se a Trump.

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    Ex-presidente da CBF José Maria Marin é condenado a 4 anos de prisão nos EUA

    Por Jonathan Stempel e Brendan Pierson

    NOVA YORK (Reuters) - O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol José Maria Marin foi sentenciado nesta quarta-feira a quatro anos de prisão por acusações de corrupção relacionadas ao escândalo de suborno na Fifa, informou a entidade que controla o futebol mundial.

    Marin, de 86 anos, foi sentenciado pela juíza distrital norte-americana Pamela Chen em Nova York. Ele também foi multado em 1,2 milhão de dólares e teve 3,34 milhões de dólares confiscados.

    Marin foi condenado em 22 de dezembro por um júri federal por crimes de fraude financeira, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e nesta quarta-feira recebeu a sentença.

    Ele está entre os primeiros a serem julgados no que promotores norte-americanos chamaram de esquema abrangente, envolvendo pagamentos de mais de 200 milhões de dólares em subornos em troca de direitos de marketing e transmissão de jogos de futebol. Os promotores disseram que Marin recebeu vários milhões de dólares em propinas.

    'Estamos desapontados com a duração da sentença, mas apreciamos os esforços da juíza para atingir um equilíbrio justo', disse o advogado de Marin, Charles Stillman, em email. 'O sr. Marin vai recorrer.'

    Os promotores buscavam uma pena mínima de 10 anos de prisão, menos 13 meses que Marin já passou sob custódia.

    A CBF não comentou o caso.

    Pelo menos 42 indivíduos e entidades foram acusados ??na investigação da Fifa, entre eles o sucessor de Marin na presidência da CBF, Marco Polo Del Nero, que foi suspenso pela Fifa, e muitos se declararam culpados.

    O paraguaio Juan Ángel Napout, ex-presidente da Conmebol, foi co-réu no julgamento de Marin e também foi condenado. Sua sentença está marcada para 29 de agosto, segundo os registros do tribunal.

    O terceiro réu no julgamento, o ex-dirigente peruano Manuel Burga, foi absolvido.

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    Arcebispo australiano é condenado a 1 ano de prisão por acobertar abusos sexuais

    Por Tom Westbrook

    SYDNEY (Reuters) - Um arcebispo australiano que se tornou a maior autoridade religiosa do mundo condenada por ocultar abusos sexuais de crianças na Igreja Católica foi sentenciado a 1 ano de prisão nesta terça-feira.

    Philip Wilson, de 67 anos, continuará livre sob fiança enquanto autoridades prisionais avaliam sujeitá-lo à prisão domiciliar, ao invés da convencional, e irá a um tribunal no mês que vem, quando se decidirá onde cumprirá sua pena.

    Não há remorso ou contrição por parte do transgressor , disse o magistrado da corte de Newcastle, Robert Stone, a respeito de Wilson, em comentários sobre a sentença enviados por email.

    O transgressor é uma figura de alto escalão em uma das instituições mais respeitadas de nossa sociedade... os paroquianos foram traídos da maneira mais insensível e cruel por causa de sua fé, confiança e respeito equivocados, não só pelo perpetrador mas, como neste caso, por aqueles que sabiam e o ocultaram .

    Wilson foi condenado em maio por não revelar à polícia os abusos de outro padre, James Fletcher, depois de ser informado a seu respeito em 1976 por duas vítimas, incluindo um coroinha que fez a revelação no confessionário.

    Em 2004 Fletcher foi considerado culpado de nove acusações de abuso sexual infantil, e morreu na prisão em 2006 devido a um derrame.

    Os advogados de Wilson, que insistiu em sua inocência durante todo o processo legal, argumentaram que ele não sabia que Fletcher havia abusado de um menino.

    Embora sua pena seja menor do que a de um veredicto semelhante emitido nos Estados Unidos, e apesar do fato de que não foi preso de imediato, ela foi celebrada pelos sobreviventes de abusos como uma vitória importante.

    Este é um caso emblemático em todo o mundo... a condenação permanece , disse Peter Creigh, que foi abusado por Fletcher, aos repórteres diante da corte de Newcastle, ao norte de Sydney.

    A Conferência Australiana de Bispos Católicos, principal entidade católica do país outrora comandada por Wilson, disse em um comunicado que espera que a sentença leve alguma sensação de paz e cura às vítimas.

    Wilson corria o risco de receber uma pena máxima de dois anos de prisão, e o jornal Newcastle Herald relatou que ele não demonstrou nenhuma emoção quando a pena foi comunicada. Ele terá direito a pedir liberdade condicional depois de seis meses.

    Em dezembro o tribunal foi informado que Wilson se encontra nos primeiros estágios do Mal de Alzheimer, um fato que pode ser levado em conta quando se determinar onde ele cumprirá a pena.

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