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    Confiança da indústria no Brasil tem 2ª alta consecutiva em dezembro, mas sinaliza ritmo moderado no fim de 2018, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A percepção sobre a demanda interna melhorou em dezembro e a confiança da indústria brasileira terminou o ano registrando sua segunda alta consecutiva, apesar de ainda sinalizar um ritmo moderado de atividade do setor na virada para o próximo ano, mostrou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    Com alta de 0,5 ponto na comparação com novembro, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) atingiu 94,8 pontos no último mês do ano.

    'Mesmo após a segunda alta consecutiva, a confiança do setor industrial segue abaixo dos níveis alcançados no primeiro semestre do ano e sinaliza um ritmo morno de atividade na virada para 2019. Em relação à situação corrente, a boa notícia do mês foi a melhora das avaliações sobre a demanda interna, sugerindo um quadro de normalidade', explicou o superintendente de estatísticas públicas da FGV Ibre, Aloisio Campelo Jr.

    'Apesar disso, as expectativas para a evolução da produção e do emprego no horizonte de três meses continuam refletindo a perda de fôlego observada pelo setor nos meses anteriores. Mas no horizonte de seis meses, as empresas sustentam uma visão otimista para os negócios', continuou.

    Em dezembro, 11 dos 19 segmentos pesquisados apresentaram melhora na confiança. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,8 ponto, para 96,0 pontos, em seu segundo avanço consecutivo.

    Já o Índice de Expectativas (IE) manteve a trajetória de queda e recuou 0,7 ponto, para 93,8 pontos, atingindo seu menor nível desde junho de 2017.

    No mês, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) também apresentou recuo de 0,6 ponto percentual, para 74,6 por cento, registrando seu menor patamar desde outubro de 2017.

    A confiança da indústria acompanha as leituras vistas no comércio e na construção, que encerraram o ano em alta, ambas com melhora tanto na percepção dos empresários em relação à situação atual, quanto nas expectativas para os próximos meses.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança do comércio no Brasil sobe em dezembro e termina ano em maior nível em quase 6 anos, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil teve em dezembro uma melhora significativa tanto na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto nas expectativas, terminando o ano em seu maior valor em quase seis anos, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Com alta de 5,7 pontos, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi em dezembro a 105,1 pontos, atingindo seu maior nível desde abril de 2013.

    'A confiança do comércio encerra 2018 com alta expressiva no quarto trimestre. É a primeira vez desde março de 2014 que o índice ultrapassa os 100 pontos, limite que identifica a transição para níveis elevados de confiança', destacou o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler.

    'Depois de passar por períodos turbulentos ao longo do ano, como a greve dos caminhoneiros e o período eleitoral, os comerciantes esperam aumento de vendas neste final de ano e têm boas expectativas para o começo de 2019', completou.

    De acordo com a FGV, 11 dos 13 segmentos pesquisados registraram alta em suas taxas de variação.

    O Índice da Situação Atual (ISA-COM) registrou sua terceira alta consecutiva, subindo 4,1 pontos, para 97,4 pontos, seu maior valor desde abril de 2014.

    O Índice de Expectativas (IE-COM) também apresentou sua terceira variação positiva consecutiva, avançando 7,0 pontos, para 112,58 pontos, registrando seu maior nível desde fevereiro de 2011.

    'A sustentação dessa recuperação dependerá da continuidade da melhoria do mercado de trabalho e da redução da

    incerteza', completou Tobler.

    O resultado do comércio acompanha a confiança da construção, divulgada também nesta quarta-feira e que terminou 2018 em seu maior nível em quatro anos.[nL1N1YV02J]

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança da indústria do Brasil volta a subir em novembro pela 1ª vez em 6 meses, diz FGV

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A redução da incerteza com o fim do período eleitoral levou a confiança da indústria do Brasil a subir em novembro pela primeira vez em seis meses, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Índice da Confiança da Indústria (ICI) chegou a 94,3 pontos em novembro após avanço de 0,2 ponto na comparação com outubro.

    'A melhora da confiança em novembro, disseminada por quase 75 por cento dos segmentos industriais, reflete a redução da incerteza com o fim do período eleitoral e sinaliza início da retomada da tendência de alta interrompida no segundo trimestre do ano', disse a coordenadora da sondagem da indústria da FGV Ibre, Andressa Durão.

    Ela alertou, entretanto, que a confirmação dessa tendência depende das medidas a serem adotadas pelo novo governo a partir do início do ano que vem.

    Na pesquisa de novembro, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,3 ponto após três quedas seguidas e foi a 94,2 pontos. O Índice de Expectativas (IE), por outro lado, recuo 1,0 ponto, para 94,5 pontos, menor nível desde julho de 2017.

    Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuou 1,2 ponto em novembro, para 75,2 por cento, atingindo o patamar mais baixo desde janeiro de 2018.

    Também nesta quinta-feira a FGV informou que a confiança de serviços do Brasil subiu 5,1 pontos em novembro e foi a 93,4 pontos, maior nível desde abril de 2014.

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    Confiança do comércio no Brasil sobe em novembro e atinge maior nível desde 2014, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A otimismo causado pelo fim do período eleitoral aumentou e a confiança do comércio no Brasil registrou em novembro o maior nível em mais de quatro anos e meio, de acordo com a pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 6,9 pontos e chegou a 99,4 pontos na comparação com outubro, patamar mais elevado desde março de 2014.

    'Os dois últimos resultados positivos da confiança do comércio sugerem que o pior pode ter ficado para trás. A alta expressiva de novembro confirma a recuperação da confiança do setor, um resultado que parece ter sido influenciado principalmente pela melhora das expectativas com o encerramento do período eleitoral', disse em nota o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler.

    Entretanto, ele alerta que novos avanços vão depender de uma continuidade da recuperação do mercado de trabalho e da redução adicional da incerteza.

    A FGV explicou que 10 dos 13 segmentos pesquisados apresentaram alta na confiança, que foi influenciada tanto pela melhora da avaliação sobre a situação atual quanto pelas expectativas em relação aos próximos meses.

    O Índice da Situação Atual (ISA-COM) subiu 5,1 pontos, passando para 93,3 pontos em seu segundo aumento consecutivo.

    O Índice de Expectativas (IE-COM) também apresentou melhora pelo segundo mês seguido, subindo 8,4 pontos e registrando 105,5 pontos em novembro.

    A confiança do comércio acompanha a confiança do consumidor, que registrou seu maior nível em quase quatro anos e meio em novembro, informou a FGV na segunda-feira.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança da construção no Brasil sobe em novembro para maior nível em quase 4 anos, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da construção no Brasil registrou em novembro sua terceira alta consecutiva e chegou ao maior nível em quase quatro anos, diante da expectativa de melhoria dos negócios após o fim do período eleitoral, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    Após alta de 2,9 pontos, o Índice de Confiança da Construção (ICST) chegou a 84,7 pontos na comparação com outubro, o maior patamar desde janeiro de 2015.

    'Nos três últimos meses, as expectativas de recuperação da demanda e de melhoria dos negócios no curto prazo aumentaram a confiança dos empresários do setor, um movimento que foi impulsionado com o desfecho das eleições', afirmou em nota a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.

    'Paralelamente, o indicador de atividade mostra uma retomada ainda muito lenta, mas que já começa a repercutir sobre o emprego', completou ela

    Os dados mostraram que em novembro houve uma melhora significativa nas perspectivas de curto prazo. O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 4,8 pontos, para 95,8 pontos, retornando ao nível de janeiro deste ano, com destaque para o indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos próximos seis meses.

    O Índice da Situação Atual (ISA-CST), por sua vez, avançou 1,1 ponto, para 74,1 pontos, voltando ao nível atingido em junho de 2015, devido principalmente ao indicador que mede a percepção sobre momento atual.

    Na véspera, a FGV divulgou que a confiança do consumidor também demonstrou melhora ao atingir o melhor nível em quase quatro anos e meio em novembro.

    A FGV informou ainda nesta terça-feira, em nota separada, que a alta do Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) desacelerou a alta a 0,26 por cento em novembro, de 0,33 por cento no mês anterior.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança do consumidor no Brasil sobe em novembro para maior nível em quase 4 anos e meio, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O otimismo sobre o futuro econômico do país e a queda na insatisfação com a situação atual levaram a confiança do consumidor brasileiro a registrar o melhor nível em quase quatro anos e meio em novembro, divulgou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

    O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) saltou 7,1 pontos em novembro, atingindo 93,2 pontos, o maior patamar desde julho de 2014.

    'Depois de um período de desconfiança, os consumidores voltam a ficar otimistas em relação às perspectivas econômicas do país, às finanças familiares e ao emprego', afirmou a coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt, em nota.

    'Mas além de se mostrar 'esperançoso' sobre o futuro, os consumidores já se mostram menos insatisfeitos com o presente', completou ela, explicando que o resultado parece ter sido influenciado pela redução das incertezas políticas e pelo efeito

    “lua de mel” com o novo governo.

    Na comparação com o mês anterior, o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 2,7 pontos, para 74,6 pontos, seu maior nível desde maio.

    Já o Índice de Expectativas (IE) ganhou 9,8 pontos, passando para 106,4 pontos, máxima desde fevereiro de 2013.

    O mercado aguarda a divulgação na sexta-feira dos dados do terceiro trimestre pelo IBGE, em um ambiente de atividade econômica fraca e desemprego ainda elevado, que contêm o consumo no país.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança do comércio no Brasil sobe em outubro para maior nível em 5 meses, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil subiu em outubro e atingiu o maior nível em cinco meses, voltando para níveis anteriores à greve dos caminhoneiros e estimulando o otimismo com uma retomada das vendas, apontaram os dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Ao subir 3,8 pontos, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi a 92,5 pontos em outubro, o maior valor desde os 92,6 pontos vistos em maio de 2018.

    'Com a alta da confiança do comércio em outubro, o indicador retorna ao nível anterior ao da greve dos caminhoneiros sugerindo que o pior momento do setor começa a ficar para trás', destacou o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler, em nota.

    Entretanto, ele destacou que, apesar do bom resultado no mês, a continuidade e intensidade de recuperação do comércio dependem tanto de resultados melhores do mercado de trabalho quanto da redução dos níveis de incerteza.

    Segundo a FGV, no mês houve aumento da confiança em 11 dos 13 segmentos pesquisados.

    O Índice da Situação Atual (ISA-COM) teve alta de 2,5 pontos, para 88,2 pontos, em seu primeiro avanço após cinco meses consecutivos de quedas. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) registrou aumento de 4,9 pontos, para 97,1 pontos, o maior nível desde abril de 2018.

    No final de maio a greve dos caminhoneiros prejudicou o abastecimento de combustível e alimentos e afetou a atividade econômica, bem como a confiança de agentes econômicos, empresários e consumidores.

    O resultado da confiança do comércio acompanha da confiança do consumidor divulgada na véspera pela FGV, que voltou a subir em outubro após dois meses de quedas diante das expectativas de mudanças no cenário econômico do país com o fim do período eleitoral.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Presidente do TSE diz que sistema eletrônico de votação é seguro e auditável

    (Reuters) - A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, disse neste sábado, véspera do primeiro turno das eleições, que o sistema eletrônico adotado no Brasil é seguro e auditável e manifestou confiança na tranquilidade do processo eleitoral, em que serão escolhidos deputados federais, estaduais e distritais, senadores, governadores e o futuro presidente da República.

    Rosa participou de cerimônia de verificação dos sistemas das urnas eletrônicas pela manhã ao lado da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que também é chefe do Ministério Público Eleitoral, e do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

    'O nosso sistema eletrônico de votação é ágil, seguro, confiável e, sobretudo, auditável. Há condições de auditagem, como já ocorreu, sem que tenha, eu repito mais uma vez, sido constatado um caso comprovado de fraude', disse a ministra a jornalistas.

    'Esse evento hoje é mais uma etapa justamente na linha da absoluta transparência com relação ao sistema eleitoral vigorante no país no momento. Então a minha palavra é de confiança. Confiança, esperança e um desejo de um excelente voto a todos', completou.

    Os comentários da presidente do TSE acontecem um dia depois de o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, voltar a manifestar suspeitas em relação ao processo eletrônico de votação em vídeo divulgado em suas redes sociais.

    O ex-capitão do Exército, que lidera as pesquisas de intenção de voto para presidente e defende a adoção do voto impresso, tem afirmado que o resultado da votação eletrônica não pode ser auditado.

    Ele chegou a dizer que não aceitaria um resultado eleitoral que não fosse sua vitória, mas recuou deste posicionamento na sexta-feira ao declarar que acatará qualquer que seja o resultado das urnas.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Confiança da indústria no Brasil recua em setembro e registra menor nível desde outubro de 2017, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - As perspectivas para os próximos meses pioraram em setembro e levaram a confiança da indústria brasileira a recuar no mês para o menor nível em quase um ano, influenciada pela volatilidade que antecede o período eleitoral, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    O Índice da Confiança da Indústria (ICI) teve queda de 3,6 pontos e atingiu 96,1 pontos em setembro, o menor valor desde outubro de 2017, disse a FGV.

    'A magnitude da queda da confiança em setembro pode ser associada à volatilidade intrínseca ao período eleitoral. Porém, a disseminação negativa por quase 75 por cento dos segmentos e por todos os indicadores que compõem o ICI reforçam a percepção de deterioração dos negócios pelo setor, com efeitos que podem perdurar no quarto trimestre', apontou em nota a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE, Tabi Thuler Santos.

    O resultado mensal teve como principal influência a queda de 4,3 pontos do Índice de Expectativas (IE), que passou para 97,1 pontos. O Índice da Situação Atual (ISA) registrou a segunda queda consecutiva, recuando 2,7 pontos, a 95,2 pontos em setembro.

    No entanto, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) avançou 0,9 ponto em setembro, para 76,9 por cento.

    Em um cenário de incertezas envolvendo as eleições presidenciais de outubro, o Brasil vem mostrando dificuldades em engrenar um ritmo forte de crescimento, com o desemprego ainda elevado e as empresas relutando em investir.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Confiança do comércio no Brasil atinge em setembro menor nível em um ano por incertezas econômicas, diz FGV

    Confiança do comércio no Brasil atinge em setembro menor nível em um ano por incertezas econômicas, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do comércio no Brasil caiu em setembro e atingiu o menor nível em cerca de um ano diante das incertezas em relação à economia, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

    O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 1,2 ponto e chegou a 88,7 pontos em setembro, atingindo o menor valor desde agosto de 2017 (84,4 pontos).

    'A nova queda da confiança do Comércio em setembro parece refletir a incerteza em relação ao ritmo esperado para a economia nos últimos meses do ano', explicou em nota o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler.

    O levantamento de setembro mostrou que a confiança do comércio ocorreu em nove dos 13 segmentos pesquisados.

    A FGV informou que o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 2,4 pontos, para 92,2 pontos, influenciado principalmente pela piora do indicador da tendência dos negócios nos seis meses seguintes.

    Já o Índice da Situação Atual (ISA-COM) permaneceu estável em 85,7 pontos, após quatro quedas seguidas

    'O Índice de Expectativas voltou a cair depois de esboçar uma melhora no mês anterior, sugerindo que os empresários ainda estão preocupados e incertos com o rumo da economia', completou Tobler.

    O momento agora no país é de incertezas e preocupações com o cenário eleitoral, em um ambiente de economia ainda em ritmo fraco de crescimento e desemprego em dois dígitos que freia os gastos dos consumidores.

    Nesta semana, a FGV informou que seu índice de confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido também devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho.

    (Por Stéfani Inouye)

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