alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE constituicao

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx diz que governo Bolsonaro respeitará Constituição após vídeo de filho do presidenciável sobre STF

    Onyx diz que governo Bolsonaro respeitará Constituição após vídeo de filho do presidenciável sobre STF

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deverá assumir a Casa Civil em caso de vitória do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, no segundo turno da eleição presidencial no próximo domingo, disse nesta segunda-feira que um eventual governo do capitão reformado do Exército vai respeitar rigorosamente a Constituição.

    O comentário de Onyx vem depois de circular no fim de semana um vídeo de quatro meses atrás em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável do PSL, afirma que o Supremo Tribunal Federal (STF) teria que 'pagar para ver' se decidisse eventualmente impugnar a candidatura de Bolsonaro e diz, afirmando estar citando uma 'brincadeira' que bastaria mandar 'um soldado e um cabo' para fechar o Supremo.

    O vídeo gerou reações de ministros da corte e, embora tenha afirmado desconhecer o vídeo quando questionado a respeito, Bolsonaro afirmou que quem fala em fechar o STF precisa de psiquiatra. Eduardo Bolsonaro, posteriormente, negou defender o fechamento do tribunal. [nL2N1X10AH]

    Nesta segunda, Onyx disse que a população e os eleitores de Bolsonaro podem ficar tranquilos, pois não há risco de fechamento do STF caso o candidato do PSL vença o petista Fernando Haddad e seja eleito no domingo.

    'Nosso plano de governo é constitucional, eficiente e democrático. O governo do Jair será rigorosamente constitucional e de proteção e salvaguarda da Constituição brasileira, e ponto', disse Onyx a jornalistas.

    'Desde o início, quando apresentamos o plano de governo, ficou claro que somos democratas e que a Constituição é o grande guia do Brasil... se tem alguém que vai proteger a Constituição é Jair Bolsonaro, diferentemente dos bolivarianos do PT. O povo sabe, tanto que já escolheu em quem vai votar', completou.

    Para o deputado, no passado petistas deram declarações 'muito piores' antes do primeiro turno da eleição, realizado no dia 7 de outubro, que, na avaliação dele, não tiveram a mesma repercussão do vídeo do filho de Bolsonaro.

    'Estão evidentemente querendo criar um fato político', avaliou Onyx, um dos aliados mais próximos a Bolsonaro.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    0

    0

    20

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Temer diz que é preciso romper histórico de querer recriar Estado a cada 30 anos

    Temer diz que é preciso romper histórico de querer recriar Estado a cada 30 anos

    (Reuters) - Na véspera do aniversário de 30 anos da atual Constituição, o presidente Michel Temer defendeu nesta quinta-feira que não há caminho fora da Carta Magna e que o Brasil precisa romper seu histórico de querer reinventar o Estado a cada 20, 30 anos.

    'O correto é dizer, reiterar, enaltecer, ressaltar, repetir, afirmar e reafirmar, que não há caminho fora da Constituição federal”, disse Temer em cerimônia sobre educação no Palácio do Planalto.

    A declaração do presidente ocorre no meio de uma campanha eleitoral em que o programa do candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, menciona a eleição de uma Assembleia Constituinte exclusiva, e o candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general da reserva Hamilton Mourão, falou na possibilidade de uma Constituinte formada por notáveis.

    Haddad já suavizou a proposta, afirmando que uma Constituinte virá 'se o Congresso assim entender', e membros da campanha de Bolsonaro rebateram os comentários de Mourão, afirmando que o papel para reformar a Constituição cabe àqueles 'que têm legitimidade para isso'.

    'Nós temos uma vocação, quase uma necessidade, quase uma compulsão, para cada 30 anos, em vez de nos unirmos e dizermos ‘vamos levar o país para frente’, não, nós temos uma crise institucional, precisamos modificar o país”, disse, num momento de fortíssima polarização na disputa eleitoral.

    'Vamos romper com esse ciclo perverso que domina a história brasileira, a história estatal, constitucional brasileira e que, a cada 20, 30 anos, precisa haver uma crise para mudar o Estado brasileiro. Não é isso não.'

    Pouco depois da cerimônia, a NBR exibiu entrevista do presidente ao canal estatal sobre os 30 anos da Constituição e reforçou que o importante é evitar retrocessos.

    'Temos uma democracia consolidada, o que a gente precisa é tomar cuidado para não retroceder', disse o presidente.

    'O que precisa daqui para a frente é fazer as reformas para as quais nós abrimos caminho', acrescentou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    60

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que família sem pai ou avô é 'fábrica de elementos desajustados'; candidatas reagem

    Mourão diz que família sem pai ou avô é 'fábrica de elementos desajustados'; candidatas reagem

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que o Brasil vive uma crise de valores e que famílias desestruturadas levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    'Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país', afirmou ele em evento do Sindicato da Habitação (Secovi), em São Paulo.

    Mourão foi duramente criticado após a declaração. A candidata a presidente pela Rede, Marina Silva, destacou a 'valentia' de mulheres que comandam suas casas.

    'É uma afronta chamar de desajustados os filhos de 11,6 milhões de mulheres que chefiam lares. Elas enfrentam sozinhas todas as dificuldades para dar um futuro a filhos e netos. É da valentia dessas mães e avós que nasce o milagre da sobrevivência de milhões de pessoas', disse Marina no Twitter.

    A candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes (PDT), senadora Kátia Abreu, afirmou que criou três filhos sozinha. 'De onde saiu esse homem meu Deus do céu. Criei 3 filhos sozinha como milhares de mulheres do Brasil'.

    Também no evento em São Paulo, o candidato a vice-presidente de Bolsonaro defendeu o trabalho da polícia, dizendo que é preciso investir em tecnologia, e lamentou que ela seja criticada quando age contra bandidos. 'Direitos humanos são para humanos direitos', disse.

    RELEVAR BOLSONARO

    Questionado sobre a opinião de Bolsonaro a respeito de uma possível fraude na eleição de outubro, Mourão afirmou que é preciso relevar o discurso do presidenciável.

    'Tem que relevar um homem que praticamente morreu, quase morreu, que passou por duas cirurgias graves. O cara está fragilizado, então vamos relevar o que ele disse. Minha posição é que o jogo é esse, nós vamos jogar e vencer no primeiro turno', disse Mourão a jornalistas.

    No domingo, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo do hospital onde está internado, após ser esfaqueado dia 6, e reforçou sua tese de uma possível fraude no pleito de outubro, afirmando que 'não temos qualquer garantia nas eleições'.

    Esse tema tem sido recorrente nas declarações do presidenciável. Pouco antes do atentado ele voltara ao assunto, falando que em nenhum outro país do mundo a votação e a apuração é completamente eletrônica, o que seria um sinal claro da fragilidade do sistema adotado pelo Brasil.

    Em discurso para uma plateia de empresários, Mourão defendeu as reformas tributária, da Previdência e da Constituição, após provocar polêmica, na semana passada, ao dizer que a Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo.

    'Outro dia eu externei minha opinião sobre a questão da Constituição e fui taxado de antidemocrático. Se eu fosse antidemocrático, eu não estaria participando da eleição, eu estaria com a minha 45, limpando ela bonitinha, e aguardando melhores dias. Não é isso que estou fazendo, obviamente', disse.

    'Nossa Constituição é terrível, ela abarca do alfinete ao foguete. Uma Constituição tem que ser de princípios e valores... a nossa está totalmente desatualizada, precisamos de uma outra. Considero essa a mãe todas as reformas, teremos que lidar com isso em algum momento', completou.

    O candidato a vice na chapa de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, reforçou ainda a ideia de privatizações, caso seja eleito. 'Tem que privatizar o que deve ser privatizado... na área do petróleo, a distribuição e o refino podem e devem ser privatizados”, afirmou ele, que descartou tentar a participação em debates enquanto o cabeça de chapa segue hospitalizado.

    'O candidato é o Jair Bolsonaro, eu sou o apêndice dele, apenas isso. Não é o caso, a não ser que ele tome essa decisão e que os outros candidatos também aceitem. Isso não é uma coisa unilateral', disse.

    'MULAMBADA'

    Mourão disse também que a proposta da chapa liderada por Bolsonaro é fazer acordos bilaterais com países desenvolvidos, ao invés da realização de acordos com países do Hemisfério Sul.

    'Partimos para aquela diplomacia que foi chamada de sul-sul, e aí nos ligamos com toda a mulambada, me perdoe o termo, existente do outro lado do oceano e do lado de cá que não resultaram em nada, só em dívidas, e estamos tomando calote', afirmou, referindo-se à política externa dos governos petistas.

    'Vamos ter que ter novamente uma diplomacia que nos leve a acordos bilaterais, com aqueles grandes mercados.'

    Questionado depois sobre o termo 'mulambada', ele disse que era 'apenas para o auditório ficar mais satisfeito'.

    (Reportagem de Tatiana Ramil)

    0

    0

    35

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que é preciso relevar fala de Bolsonaro sobre fraude e defende nova Constituição

    Mourão diz que é preciso relevar fala de Bolsonaro sobre fraude e defende nova Constituição

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que é preciso relevar o discurso do presidenciável sobre uma possível fraude na eleição e defendeu uma reforma na Constituição.

    'Tem que relevar um homem que praticamente morreu, quase morreu, que passou por duas cirurgias graves. O cara está fragilizado, então vamos relevar o que ele disse. Minha posição é que o jogo é esse, nós vamos jogar e vencer no primeiro turno', disse Mourão a jornalistas em evento do Sindicato da Habitação '(Secovi), em São Paulo.

    No domingo, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo do hospital onde está internado, após ser esfaqueado dia 6, e reforçou sua tese de uma possível fraude no pleito de outubro, afirmando que 'não temos qualquer garantia nas eleições'.

    Esse tema tem sido recorrente nas declarações do presidenciável. Pouco antes do atentado ele voltara ao assunto, falando que em nenhum outro país do mundo a votação e a apuração é completamente eletrônica, o que seria um sinal claro da fragilidade do sistema adotado pelo Brasil.

    Em discurso para uma plateia de empresários, Mourão defendeu as reformas tributária, da Previdência e da Constituição, após provocar polêmica, na semana passada, ao dizer que a Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo.

    'Outro dia eu externei minha opinião sobre a questão da Constituição e fui taxado de antidemocrático. Se eu fosse antidemocrático, eu não estaria participando da eleição, eu estaria com a minha 45, limpando ela bonitinha, e aguardando melhores dias. Não é isso que estou fazendo, obviamente', disse.

    'Nossa Constituição é terrível, ela abarca do alfinete ao foguete. Uma Constituição tem que ser de princípios e valores... a nossa está totalmente desatualizada, precisamos de uma outra. Considero essa a mãe todas as reformas, teremos que lidar com isso em algum momento', completou.

    O candidato a vice na chapa de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, reforçou ainda a ideia de privatizações, caso seja eleito. 'Tem que privatizar o que deve ser privatizado... na área do petróleo, a distribuição e o refino podem e devem ser privatizados”, afirmou ele, que descartou tentar a participação em debates enquanto o cabeça de chapa segue hospitalizado.

    'O candidato é o Jair Bolsonaro, eu sou o apêndice dele, apenas isso. Não é o caso, a não ser que ele tome essa decisão e que os outros candidatos também aceitem. Isso não é uma coisa unilateral', disse.

    'ELEMENTOS DESAJUSTADOS'

    Mourão destacou que o Brasil vive uma crise de valores e que um dos pontos centrais da campanha liderada por Bolsonaro é a defesa da família. Para o general da reserva, famílias desestruturadas levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    'Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país', afirmou.

    O candidato a vice-presidente defendeu o trabalho da polícia, dizendo que é preciso investir em tecnologia, e lamentou que ela seja duramente criticada quando age contra bandidos.

    'Direitos humanos são para humanos direitos', disse.

    'MULAMBADA'

    Mourão disse também que a proposta da chapa liderada por Bolsonaro é fazer acordos bilaterais com países desenvolvidos, ao invés da realização de acordos com países do Hemisfério Sul.

    'Partimos para aquela diplomacia que foi chamada de sul-sul, e aí nos ligamos com toda a mulambada, me perdoe o termo, existente do outro lado do oceano e do lado de cá que não resultaram em nada, só em dívidas, e estamos tomando calote', afirmou, referindo-se à política externa dos governos petistas.

    'Vamos ter que ter novamente uma diplomacia que nos leve a acordos bilaterais, com aqueles grandes mercados.'

    Questionado depois sobre o termo 'mulambada', ele disse que era 'apenas para o auditório ficar mais satisfeito'.

    (Reportagem de Tatiana Ramil)

    0

    0

    18

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mourão diz que é preciso relevar fala de Bolsonaro sobre fraude e defende nova Constituição

    Mourão diz que é preciso relevar fala de Bolsonaro sobre fraude e defende nova Constituição

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que é preciso relevar o discurso do presidenciável sobre uma possível fraude na eleição e defendeu uma reforma na Constituição.

    'Tem que relevar um homem que praticamente morreu, quase morreu, que passou por duas cirurgias graves. O cara está fragilizado, então vamos relevar o que ele disse. Minha posição é que o jogo é esse, nós vamos jogar e vencer no primeiro turno', disse Mourão a jornalistas em evento do Sindicato da Habitação '(Secovi), em São Paulo.

    No domingo, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo do hospital onde está internado, após ser esfaqueado dia 6, e reforçou sua tese de uma possível fraude no pleito de outubro, afirmando que 'não temos qualquer garantia nas eleições'.

    Esse tema tem sido recorrente nas declarações do presidenciável. Pouco antes do atentado ele voltara ao assunto, falando que em nenhum outro país do mundo a votação e a apuração é completamente eletrônica, o que seria um sinal claro da fragilidade do sistema adotado pelo Brasil.

    Em discurso para uma plateia de empresários, Mourão defendeu as reformas tributária, da Previdência e da Constituição, após provocar polêmica, na semana passada, ao dizer que a Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo.

    'Outro dia eu externei minha opinião sobre a questão da Constituição e fui taxado de antidemocrático. Se eu fosse antidemocrático, eu não estaria participando da eleição, eu estaria com a minha 45, limpando ela bonitinha, e aguardando melhores dias. Não é isso que estou fazendo, obviamente', disse.

    'Nossa Constituição é terrível, ela abarca do alfinete ao foguete. Uma Constituição tem que ser de princípios e valores... a nossa está totalmente desatualizada, precisamos de uma outra. Considero essa a mãe todas as reformas, teremos que lidar com isso em algum momento', completou.

    O candidato a vice na chapa de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, reforçou ainda a ideia de privatizações, caso seja eleito.

    'Tem que privatizar o que deve ser privatizado... na área do petróleo, a distribuição e o refino podem e devem ser privatizados”, afirmou.

    'MULAMBADA'

    Mourão disse também que a proposta da chapa liderada por Bolsonaro é fazer acordos bilaterais com países desenvolvidos, ao invés da realização de acordos com países do Hemisfério Sul.

    'Partimos para aquela diplomacia que foi chamada de sul-sul, e aí nos ligamos com toda a mulambada, me perdoe o termo, existente do outro lado do oceano e do lado de cá que não resultaram em nada, só em dívidas, e estamos tomando calote', afirmou, referindo-se à política externa dos governos petistas.

    'Vamos ter que ter novamente uma diplomacia que nos leve a acordos bilaterais, com aqueles grandes mercados.'

    Questionado depois sobre o termo 'mulambada', ele disse que era 'apenas para o auditório ficar mais satisfeito'.

    (Reportagem de Tatiana Ramil)

    0

    0

    14

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Presidente de Cuba aponta crescimento econômico aquém da expectativa após aprovação de nova Constituição

    Presidente de Cuba aponta crescimento econômico aquém da expectativa após aprovação de nova Constituição

    Por Marc Frank

    HAVANA (Reuters) - A economia de Cuba cresceu menos do que o esperado na primeira metade de 2018, e a crise de liquidez em curso forçará um novo aperto no cinto, disse o presidente Miguel Díaz-Canel no domingo.

    Díaz-Canel, que substituiu o ex-presidente Raúl Castro em abril, discursou a parlamentares em uma reunião da Assembleia Nacional depois de estes debaterem e aprovarem uma Constituição reformulada.

    A nova Constituição procura manter o sistema socialista de partido único, mas instituir uma grande reorganização governamental e abrir caminho para o reconhecimento dos negócios privados e direitos para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Ela será submetida a debate público até novembro e depois a um referendo.

    O governo também está tentando fazer mudanças em sua economia centralizada de estilo soviético com a meta de criar um socialismo 'próspero e sustentável'.

    Desde que os preços do petróleo despencaram em 2014 e a Venezuela, o aliado mais próximo e principal parceiro econômico e fornecedor de petróleo do país, entrou em crise, as rendas em moeda estrangeira e as remessas de petróleo vêm caindo continuamente, o que obrigou a cortes nas importações e no uso de energia.

    A economia cresceu 1,1 por cento no primeiro semestre, disse Díaz-Canel, menos do que os 2 por cento previstos pelo governo para 2018 e o crescimento de 1,6 por cento do ano passado.

    O governo cubano disse que precisa crescer até 7 por cento ao ano para se desenvolver e se recuperar totalmente do colapso de sua antiga benfeitora União Soviética e, mais recentemente, da crise venezuelana.

    A queda de arrecadação levou Cuba a adiar os pagamentos de muitos fornecedores e parceiros de empreendimentos conjuntos nos últimos dois anos, como Havana admitiu.

    No domingo Díaz-Canel pediu ao país que trabalhe mais duro para melhorar a economia e 'restabelecer gradualmente a credibilidade financeira da nação'.

    Economistas cubanos estimam que o país precisa de um crescimento anual de até 3 por cento para empatar as contas.

    'A situação financeira continua tensa... forçando a adoção de medidas adicionais para controlar os recursos no segundo semestre', explicou Díaz-Canel, citando o clima ruim e a queda no turismo e em outras fontes de renda de exportação.

    (Reportagem adicional de Sarah Marsh e Nelson Acosta)

    0

    0

    13

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. constituicao

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.