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    Preço de aluguel residencial fica estável em setembro, mas acumula alta de 2% em 2018, diz FipeZap

    SÃO PAULO (Reuters) - O preço médio do aluguel residencial em setembro ficou quase estável ante agosto, mas acumula alta de 2,06 por cento desde o começo do ano, mostrou o índice FipeZap, que monitora os valores de apartamentos prontos em 15 cidades brasileiras por anúncios na internet.

    Conforme o levantamento, o indicador teve variação negativa de apenas 0,01 por cento na comparação mensal, mas subiu 1,72 em relação a setembro de 2017, atingindo uma média 28,55 reais por metro quadrado.

    A pesquisa também indicou que 9 das 15 cidades pesquisadas apresentaram elevação no valor médio da locação residencial em setembro ante agosto, com destaque para São Bernardo do Campo (+2,28 por cento), Belo Horizonte (+1,13 por cento) e Recife(+0,92 por cento). Já os municípios com maior queda mensal no aluguel foram Fortaleza (-1,32 por cento), Rio de Janeiro (-0,54 por cento) e Goiânia (-0,41 por cento).

    Em 12 meses, as principais altas no preço médio da locação residencial foram observadas em Recife (+9,33 por cento), Curitiba (+8,02 por cento) e Goiânia (+4,97 por cento), enquanto as maiores baixas se deram em Niterói (-5,12 por cento), Fortaleza (-4,56 por cento) e Rio de Janeiro (-4,26 por cento).

    Ao fim de agosto, São Paulo era o município com o aluguel residencial mais caro (36,95 reais por metro quadrado), seguido por Rio de Janeiro (30,44 reais) e Santos (29,58 reais), segundo o FipeZap.

    Na outra ponta, as cidades mais baratas para locação de moradia eram Fortaleza (15,79 reais por metro quadrado), Goiânia (15,84 reais) e Curitiba (18,03 reais).

    (Por Gabriela Mello)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Confiança da construção do Brasil sobe em setembro com melhora das expectativas, diz FGV

    Confiança da construção do Brasil sobe em setembro com melhora das expectativas, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas sobre os próximos meses se fortaleceram e a confiança da construção no Brasil voltou a avançar em setembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    O Índice de Confiança da Construção (ICST) atingiu em setembro 80,3 pontos depois de avançar 0,9 ponto na comparação com agosto, embora o resultado não tenha sido suficiente para recuperar a queda de 1,6 ponto vista em agosto.

    'As expectativas voltaram a crescer, mas sem conseguir recuperar o patamar pré-greve dos caminhoneiros. Houve um ajuste para baixo na percepção relativa ao cenário no curto prazo que afetou o setor como um todo', explicou a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo, em nota.

    'No entanto, as empresas de infraestrutura, mais suscetíveis ao ambiente de incerteza atual, foram mais impactadas e ainda não mostram sinais de melhora na confiança', completou ela.

    Tanto a avaliação sobre a situação atual quanto as expectativas para os próximos meses mostraram melhora neste mês.

    O Índice da Situação Atual (ISA-CST) avançou 0,7 ponto, para 72,4 pontos, registrando seu maior nível desde junho de 2015, impactado principalmente pelo indicador que mede a percepção sobre a situação atual da carteira de contratos.

    Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 1,2 ponto, para 88,7 pontos em setembro, embora o resultado tenha sido insuficiente para recuperar a queda sofrida no mês anterior. O resultado positivo deveu-se a uma perspectiva mais otimista em relação a demanda para os próximos três meses.

    Na segunda-feira, a FGV informou que a confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido devido à piora das expectativas para os próximos meses, em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho.

    Em nota separada, a FGV disse ainda que o Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) desacelerou a alta no mês a 0,17 por cento, de 0,30 por cento em agosto.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Confiança da construção no Brasil cai em junho com maior desalento com o futuro, mostra FGC

    Por Stefani Inouye

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da construção brasileira caiu em junho ao menor nível em sete meses por conta do maior desalento com o futuro diante da fraca recuperação da atividade e pelos impactos negativos da recente greve dos caminhoneiros sobre a economia, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O empresário, que vinha demonstrando relativo otimismo com a possibilidade de retomada da atividade no curto prazo, foi contaminado pela deterioração do cenário doméstico , disse a coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE, Ana Maria Castelo, em nota.

    Segundo a FGV, o Índice de Confiança da Construção (ICST) atingiu 79,3 pontos em junho na comparação com maio, com queda de 3,1 pontos, seu menor nível desde novembro de 2017 (78,6 pontos).

    O resultado de junho teve como principal influência a maior queda histórica, de 6,5 pontos, do Índice de Expectativas (IE-CST), a 88,3 pontos. A greve dos caminhoneiros foi um componente importante nesta queda, mas a principal causa do desalento é o ritmo de crescimento que traz preocupações sobre a continuidade da fraca melhora dos negócios , disse Ana Maria.

    O Índice da Situação Atual (ISA-CST) registrou alta de 0,3 ponto, a 70,8 pontos em junho, ante 70,5 em maio.

    Após a greve dos caminhoneiros em maio, que causou forte desabastecimento no país, a confiança dos agentes econômicos foi perdendo mais fôlego, afetando as projeções de crescimento do país para este ano.

    Pesquisa Focus do Banco Central, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, mostra que a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país neste ano estava em 1,55 por cento, depois de ter chegado a 3 por cento alguns meses antes.

    O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor avançou 0,9 ponto percentual, alcançando 65,6 por cento, maior nível desde janeiro (66,2 por cento).

    Em nota separada, a FGV informou ainda que o Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) acelerou a alta a 0,76 por cento em junho, sobre 0,30 por cento no mês anterior.

    Nesta terça-feira a FGV informou também que a confiança do consumidor recuou 4,8 pontos em junho e chegou a 82,1 pontos, menor nível desde agosto de 2017 (81,4 pontos).

    (Por Stéfani Inouye)

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