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    França reage a apresentador de TV que disse que 'África venceu a Copa do Mundo'

    PARIS (Reuters) - O apresentador sul-africano de um programa de televisão popular Trevor Noah discutiu pela internet com o embaixador francês nos Estados Unidos depois de brincar dizendo que a África, não a França, venceu a Copa do Mundo da Rússia.

    A vitória da seleção francesa multicultural diante da Croácia na final de domingo em Moscou repercutiu em todo o mundo, sendo comemorada na França e em outros locais como um triunfo da diversidade, mas incitando ofensas racistas em alguns lugares.

    'A África venceu a Copa do Mundo', disse o comediante Noah, apresentador do The Daily Show, em um segmento da atração de fim de noite nesta semana. 'Entendo, eles têm que dizer que foi o time francês. Mas olhem esses caras. Você não consegue esse bronzeado passeando no sul da França, meus amigos'.

    Entre os 23 jogadores franceses no Mundial, 15 têm ascendência africana, de Camarões ao Congo e Mali, mas só dois deles nasceram na África e se mudaram para a França quando ainda eram crianças de colo.

    O comentário de Noah provocou reações raivosas na França, onde políticos de extrema-direita vêm criticando a seleção há tempos por ter muitos negros, e uma repreensão do embaixador francês nos Estados Unidos, Gérard Araud.

    'Ao chamá-los de time africano, parece que você está negando seu caráter francês. Isso, mesmo de brincadeira, legitima a ideologia que afirma a brancura como a única definição de francês', escreveu Araud em uma carta publicada na conta de Twitter da embaixada francesa.

    Na noite de quarta-feira, Noah respondeu ao diplomata.

    'Quando digo 'africano' não estou dizendo-o para privá-los de seu caráter francês, estou dizendo-o para incluí-los em minha africanidade', afirmou, depois de ler a carta no programa.

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    Liderada por Mbappé, França pode manter domínio do futebol mundial por anos

    Por Mark Gleeson

    MOSCOU (Reuters) - Quando o jovem Kylian Mbappé marcou o quarto gol da França na final da Copa do Mundo contra a Croácia, muitos passaram a acreditar que o atacante francês pode seguir o caminho das seleções brasileiras dominantes lideradas por Pelé.

    Aos 19 anos, Mbappé se tornou apenas o segundo jogador de menos de 20 anos a fazer gols em uma decisão de Mundial, depois de Pelé, quando uma seleção francesa repleta de jovens talentos superou uma Croácia resistente com um placar de 4 x 2 e conquistou o maior troféu do futebol pela segunda vez na história, 20 anos após seu primeiro triunfo.

    Pelé o fez aos 17 anos de idade em 1958, iniciando um período de predominância que levou o Brasil a conquistar três títulos de Copa do Mundo em um intervalo de 12 anos (1958, 1962 e 1970), que culminou com uma vitória incontestável sobre a Itália na final da Copa de 1970.

    Embora se compare cada vez mais Mbappé a Pelé, o parisiense ainda tem muito a fazer antes de chegar sequer perto de rivalizar com as conquistas do brasileiro.

    Mas o precoce Mbappé pode ser um dos pilares de uma seleção francesa com potencial para dominar o futebol mundial da maneira que Pelé e seus colegas de equipe fizeram entre o final dos anos 1950 e 1970.

    Ao lado de Antoine Griezmann, eleito o melhor da partida na final de domingo em Moscou, no ataque, Paul Pogba na sala de máquinas do meio-campo e os imponentes Samuel Umtiti e Raphael Varane na defesa, a França tem uma fundação firme para se desenvolver.

    O elenco que enviou à Rússia tem uma idade média de 26 anos e uma abundância de jogadores de alto nível, mas a maneira como o time administrou o torneio com inteligência e firmeza dá ainda mais motivos para ser otimista em relação ao futuro.

    Os franceses foram eficientes, calculistas e inteligentes, e mandaram na maioria das partidas sem dar grandes mostras de virtuosismo.

    Em todos os sete jogos que disputou, a seleção teve uma média de 48 por cento de posse de bola.

    Taticamente ela soube se adaptar ao longo do torneio e mostrar flexibilidade -- a marca registrada de um elenco bem-sucedido.

    Suas chances de manter uma sequência de vitórias também aumentam com o fato de o técnico Didier Deschamps, muito popular com seus jogadores, continuar no cargo por no mínimo mais dois anos.

    Ele tem contrato até a Euro 2020, mas, com tanto potencial para aproveitar, certamente ficará tentado a se manter no emprego além disso.

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    Comemorações por Copa do Mundo animam a França; parada da vitória será na Champs Élysées

    Por Luke Baker

    PARIS (Reuters) - Jornais e emissoras de TV da França comemoraram nesta segunda-feira a vitória da seleção francesa na Copa do Mundo, enquanto funcionários de limpeza trabalhavam contra o relógio para arrumar a cidade após uma noite de comemorações em Paris e em preparação para uma parada de vitória na Champs Élysées.

    'Nosso dia de glória está aqui', disse o Le Figaro, em referência a trecho do hino nacional francês.

    'História feita', escreveu o jornal esportivo L'Équipe, enquanto a publicação Les Echos optou pelo mais direto 'Campeões do Mundo'.

    Fotos dos astros Kylian Mbappé, Antoine Griezmann e Paul Pogba, assim como registros do time segurando e beijando o troféu, dominaram a cobertura.

    A vitória criou um senso de união nacional, com comentaristas valorizando o fato de que a seleção, a segunda mais jovem no torneio, incluía muitos jogadores com ascendência africana, mesmo que todos, com exceção de dois, tenham nascido na França.

    Quando o país ganhou sua primeira Copa do Mundo em 1998, com Zinedine Zidane como estrela, muitos se referiam à seleção como 'Black-Blanc-Beur' (Negro-Branco-Árabe), um apelido devido à diversidade étnica de sua composição.

    Mas, este ano, alguns tentaram rejeitar a frase, vendo nela um sentido de segregação, mesmo se a intenção original fosse positiva.

    'Nós não estamos em 1998', disse Mounir Mahjoubi, secretário de Estado para questões digitais, cujos pais emigraram do Marrocos. 'Nós não estamos mais celebrando 'Black-Blanc-Beur', estamos celebrando a irmandade', disse sobre a seleção atual.

    Após o apito final de domingo, milhões de torcedores franceses foram às ruas, com milhares se reunindo ao longo da Champs Élysées na capital francesa. Mas, durante a noite, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar multidões na avenida, depois que confrontos com um pequeno grupo de torcedores ameaçou estragar as comemorações.

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    ANÁLISE-Jovem seleção da França brilha e promete ainda mais para o futuro

    Por Simon Evans

    MOSCOU (Reuters) - Enérgica, disciplinada e decisiva, a França conquistou o título da Copa do Mundo, neste domingo, com uma vitória por 4 x 2 sobre a Croácia que deixou uma sensação de que o incrível e jovem time do técnico Didier Deschamps pode fazer muito mais no futuro.

    Com o talento de Kylian Mbappé, de apenas 19 anos, e o segundo elenco mais jovem do torneio, o triunfo pode ser apenas o começo de uma era memorável para o futebol francês.

    Deschamps foi criticado por ser pragmático demais, até mesmo enfadonho, dois anos atrás, quando a França perdeu para Portugal na final da Eurocopa de 2016, em Paris, mas seus detratores agora estão silenciados. 

    Enquanto ele continua sendo um treinador que se concentra em criar uma sólida estrutura organizacional, desta vez ele acrescentou truques com a velocidade e habilidade de Mbappé, a inteligência de Antoine Griezmann e a presença física e a movimentação de Olivier Giroud. 

    Esta não é a França de 1984, campeã europeia com a criatividade dos gênios Michel Platini e Jean Tigana, e é um time menos expressivo do que o que conquistou a Copa do Mundo de 1998 com o brilhantismo de Zinedine Zidane. 

    É, no entanto, um time moderno, com jogadores jovens e técnicos, uma identidade distinta e nenhum ponto fraco óbvio.

    “Não fizemos um grande jogo, mas mostramos muita qualidade mental. E marcamos quatro gols. Eles (os jogadores) mereceram vencer”, disse Deschamps -- e é difícil discordar. 

    O triunfo é, de fato, merecido. Simplesmente não houve nenhum time melhor do que a França no torneio.

    Após ter liderado o seu grupo na primeira fase, a equipe revelou seu dom pelo contra-ataque com Mbappé na vitória por 4 x 3 sobre a Argentina nas oitavas de final, mas as partidas que realmente mostraram seu caráter foram as quartas de final e a semifinal, administradas com excelência, contra Uruguai e uma excelente Bélgica, respectivamente. 

    LONGO CAMINHO

    A França não esteve no seu melhor na final, com a Croácia dominando a posse de bola por longos trechos e a defesa sofrendo em alguns momentos contra o jogo direto e veloz de Ivan Perisic. 

    Foi um gol contra e um pênalti marcado depois da revisão do árbitro de vídeo que colocaram o time de Deschamps em vantagem, mas, uma vez que Paul Pogba marcou o terceiro, e Mbappé acrescentou o quarto, o título estava muito próximo. 

    De maneira impressionante, a França venceu a final sem uma grande contribuição de N’Golo Kanté, a âncora defensiva e o melhor protetor da defesa, que formou uma excelente parceria com Pogba no centro do gramado. 

    Kanté recebeu cartão amarelo aos 27 minutos e não estava em um dia normal, mas a força e a profundidade do elenco de Deschamps foi evidente, quando entrou o confiável Steven N’Zonzi no lugar do volante, aos 10 minutos do segundo tempo. 

    Com N’Zonzi dominando o setor, a França ficou ainda mais forte e seus últimos dois gols saíram depois da mudança. 

    Como fez ao longo do torneio, Pogba jogou com muita disciplina tática em um papel mais defensivo, mas ainda conseguiu aparecer no campo de ataque para fazer 3 x 1. 

    Mas o jogador que captura a imaginação desta equipe é sem dúvida Mbappé, cuja incrível velocidade às vezes mascara seu excelente toque da bola e habilidade. 

    Com a experiência, sua tomada de decisão melhorará com o passar dos anos, e ele deve se tornar uma ameaça ainda maior na Eurocopa de 2020. 

    A equipe relativamente jovem da França não melhorará obrigatoriamente, e eles terão que mostrar a mesma quantidade de fome e desejo que a Croácia demonstrou ao longo do torneio. 

    Mas é difícil não sentir que o time de Deschamps tem outra marcha disponível, e é capaz de algo realmente especial, se for necessário. 

    Argentina e Croácia exigiram bastante da França, e ambas acabaram concedendo quatro gols.

    Isso é, realmente, algo reservado apenas aos campeões.

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    Campeão do mundo aos 19 anos, Mbappé é a nova estrela do futebol mundial

    Por Simon Evans

    MOSCOU (Reuters) - O jovem atacante francês Kylian Mbappé confirmou seu status como a nova estrela do futebol mundial com um bonito gol e uma atuação de destaque na vitória da França por 4 x 2 sobre a Croácia, neste domingo, na final da Copa do Mundo.

    No encerramento de um Mundial em que Cristiano Ronaldo e Lionel Messi voltaram para casa nas oitavas de final, e em que Neymar não correspondeu às expectativas, o futebol talvez precisasse de um novo talento para empolgar os torcedores.

    O jovem de 19 anos de Bondy, nos arredores de Paris, demonstrou uma velocidade assustadora nas arrancadas e uma habilidade refinada tanto nos toques como nas finalizações.

    Com o gol deste domingo, Mbappé se tornou o segundo jogador mais jovem a marcar em uma final de Copa do Mundo, atrás apenas de Pelé no Mundial de 1958.

    Mbappé, que marcou quatro gols na Rússia, também foi eleito o jovem jogador do torneio em reconhecimento às suas excelentes atuações, principalmente na fase de mata-mata.

    O ex-jogador e ex-técnico da Alemanha Juergen Klinsmann, que trabalhou como comentarista da BBC durante a Copa da Rússia, acredita que o atacante do Paris Saint-Germain pode se tornar um dos grandes nomes do esporte.

    Há tanta coisa pela frente. Ele está agitando o mercado. Com Cristiano Ronaldo se transferindo (para a Juventus) e Neymar (do PSG) sendo ligado a outros clubes, onde essa criança vai parar? , disse.

    O atacante, que trocou o Monaco pelo PSG em um acordo multimilionário que está entre os maiores da história, mostrou sua capacidade de finalização no maior palco de todos, com um chute rasteiro no segundo tempo que deu ao seu time o quarto gol na final da Copa.

    Estou muito feliz. A estrada foi longa, mas valeu a pena. Estamos orgulhosos de fazer os franceses felizes. Nós tínhamos esse papel de ajudá-los a esquecer todos os seus problemas. Jogamos por isso , disse.

    Eu não quero apenas estar no futebol, mas sim ser campeão do mundo. Eu quero fazer ainda melhor, mas campeão mundial já é bom. Vamos comemorar, trabalhamos durante toda a temporada e agora é hora de comemorar .

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    Griezmann corresponde às expectativas no maior palco do futebol

    Por Ossian Shine

    MOSCOU (Reuters) - Nem mesmo o mais alto dos trovões da tempestade que caiu em Moscou poderia abalar Antoine Griezmann neste domingo, quando o atacante de 27 anos escolheu a final da Copa do Mundo para corresponder às expectativas que há tanto tempo acompanham seu talento. 

    Ignorando o barulho dos céus e o mar de torcedores vaiando, o francês deslocou o goleiro em cobrança de pênalti e calmamente marcou o segundo gol da França na vitória por 4 x 2 sobre a Croácia. 

    A luz dos relâmpagos caiu apropriadamente sobre o jogador responsável pela criatividade francesa, cujos lances de inspiração ajudaram a iluminar uma extraordinária final no estádio Luzhniki. 

    Griezmann foi fundamental no primeiro gol da França, com uma cobrança de falta sofrida por ele que foi desviada para as próprias redes pelo atacante croata Mario Mandzukic, e ainda ajeitou com categoria para Paul Pogba marcar o terceiro.

    Também foi Griezmann quem bateu o escanteio que resultou no único gol da vitória na semifinal contra a Bélgica. 

    No entanto, estranhamente para um jogador cortejado pelos maiores clubes do mundo que ganhou a Chuteira de Ouro da Eurocopa de 2016 e foi eleito o melhor jogador do torneio, seu outro único grande título foi a Liga Europa, com o Atlético de Madri, neste ano. 

    Não mais. Neste domingo, Griezmann e seus companheiros produziram um desempenho pulsante antes de comemorarem muito como campeões do mundo. 

    “Eu não sei onde estou”, disse o atleta de 27 anos, enquanto os organizadores corriam para montar o palco das premiações no gramado. “Mal podemos esperar para levantar a Copa e levá-la de volta para a França”. 

    Enquanto esperava a apresentação, Griezmann chorou, quando a enormidade do feito da sua equipe tomou conta dele, e, enquanto uma tempestade tomava conta do Luzhniki, o jogador abraçou o presidente francês, Emmanuel Macron, que lhe deu um beijo na testa e apertou seus ombros. 

    Quando colocou as mãos no troféu de ouro, Griezmann agarrou-o e correu para os torcedores atrás do gol para mostrar-lhes a Copa do Mundo, antes voltar para as laterais do gramado, segurando-o acima da cabeça. 

    Foi um desempenho virtuoso de um jogador de talento inquestionável, que finalmente respondeu aos críticos no maior palco do futebol mundial.

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    Orgulho e lágrimas para croatas depois da derrota na decisão do título

    Por Damir Khalmetov e Igor Ilic

    MOSCOU/ZAGREB (Reuters) - Depois de assistirem à sua seleção perder por 4 x 2 para a França na final da Copa do Mundo, em Moscou, neste domingo, alguns croatas limparam lágrimas de tristeza, enquanto outros ficaram orgulhosos pela campanha do pequeno país na Rússia.

    Quando o apito final foi assoprado pelo árbitro argentino Nestor Pitana, torcedores que se reuniram na praça Ban Jelacic, na capital Zagreb, para ver a partida em telão abraçaram-se emocionados. 

    Uma jovem mulher usou uma bandeira vermelha e branca da Croácia para limpar as lágrimas dos olhos de uma amiga, também chorando, e colocou o braço ao redor dela.

    Outros continuaram balançando bandeiras e cachecóis da Croácia, em meio à decepção, depois de assistirem ao seu país disputar a final da Copa do Mundo pela primeira vez. 

    “A França provou ser melhor nos momentos decisivos, embora nós tenhamos praticamente deixado que eles marcassem dois gols com muita facilidade. Ainda assim, foi um grande feito disputar a final e podemos apenas ficar orgulhosos do que o nosso time fez na Copa do Mundo”, disse Darko Ilakovac, de 59 anos.

    A Croácia, com população de apenas 4,2 milhões de pessoas, não estava entre os favoritos no começo do torneio. A campanha até a final tomou conta da imaginação da nação dos Bálcãs, incluindo membros da diáspora croata que vivem em países como Alemanha e Austrália. 

    “Para uma nação de quatro milhões de pessoas, é um milagre chegar à final da Copa do Mundo”, disse Aleksander Ceferin, presidente da Uefa, entidade administrativa do futebol europeu. 

    A Croácia fará uma festa para receber a seleção na segunda-feira em Zagreb. Dezenas de torcedores devem se reunir na principal praça da capital do país, no começo da tarde, quando os jogadores devem chegar da Rússia. 

    O primeiro-ministro Andrej Plenkovimc pediu aos empregadores que permitam que seus funcionários saíam do trabalho mais cedo para participar da comemoração. Bilhetes do trem estavam 50 por cento mais baratos para os que querem viajar para Zagreb de outras cidades croatas para a ocasião.

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    De Paris a Moscou, torcedores franceses enlouquecem com vitória na final da Copa do Mundo

    Por Matthias Blamont e Damir Khalmetov

    PARIS/MOSCOU (Reuters) - Milhões de torcedores franceses deliraram de alegria com a vitória da França por 4 x 2 sobre a Croácia na final da Copa do Mundo, neste domingo, em Moscou, que motivou cenas de êxtase de Paris a Marselha, e além. 

    Em Paris, onde 90.000 pessoas reuniram-se perto da Torre Eiffel para assistir à partida em telões, houve coros da Marselhesa, buzinas e centenas de milhares de bandeiras com o vermelho, branco e azul da bandeira da França. 

    O barulho dos fogos de artifício tomou conta do ambiente e os carros buzinaram incessantemente para comemorar o segundo título mundial da França, depois do triunfo de 1998 em casa. 

    Um coro de “Somos os campeões, somos os campeões” era ouvido da basílica de Sacré-Coeur, no norte da cidade, a Sorbonne, na margem esquerda do Rio Sena. 

    Mesmo antes do apito final da decisão, multidões tomaram a Champs Élyéees, o elegante bulevar que leva ao Arco do Triunfo, um local tradicional de comemorações, incluindo a parada do Dia da Bastilha na véspera. 

    “É incrível o que eles fizeram”, disse Josh, de 41 anos, que viajou da Bretanha a Paris para assistir à partida. “Pogba, Mbappé, Griezmann -- eles estão no topo do mundo”, disse, nomeando três jogadores que se destacaram. 

    “Somos campeões do mundo! É fenomenal, simplesmente fenomenal”. 

    Mesmo torcedores de futebol que não estavam torcendo para a França, mas estavam na capital francesa para a partida, foram tomados pela ocasião e pelas incríveis cenas de comemoração. 

    “A França não era meu time, mas estou feliz por eles”, disse Sarah, inglesa de 24 anos de Birmingham, que está estudando medicina em Paris. 

    “Os jogadores mostraram algo especial o tempo inteiro, algo que eu gostei, e eu não tinha certeza que venceriam, mas venceram. Muitas pessoas vão ficar bêbadas, se já não estiverem”.

    Emissoras de televisão francesas mostraram cenas de comemoração em Marselha e ao redor do sul da França, enquanto em Moscou, para onde dezenas de milhares de torcedores viajaram para ver o jogo, junto com o presidente Emmanuel Macron e a sua mulher, Brigitte, houve lágrimas de alegria no meio do mar de vermelho, branco e azul. 

    “É incrível”, disse Brioche Pasquier, de 57 anos, um torcedor dentro do estádio Luzhniki. “Estou feliz. Eu cheguei a Moscou esta manhã especialmente para a final”. 

    O técnico francês, Didier Deschamps, elogiou o time, apesar de sinais de nervosismo no começo da partida e muitas oportunidades perdidas durante o jogo. 

    “É realmente bonito. É incrível. Nós não jogamos uma grande partida, mas mostramos muita força mental”, disse Deschamps.

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    França vence Croácia por 4 x 2 na final e conquista 2º título mundial

    Por Mitch Phillips

    MOSCOU (Reuters) - A França conquistou a Copa do Mundo pela segunda vez em sua história com uma vitória por 4 x 2 sobre a Croácia na final deste domingo em Moscou, encerrando o sonho dos croatas de conquistarem seu primeiro título, em uma das decisões mais movimentadas e animadas em décadas.

    A França foi para o intervalo vencendo por 2 x 1, com um gol contra de Mario Mandzukic e um pênalti convertido por Antoine Griezmann, após intervenção do árbitro de vídeo. Ivan Perisic chegou a empatar o placar brevemente para a Croácia, estreante em finais. 

    Gols em curto intervalo de tempo de Paul Pogba e Kylian Mbappé na metade do segundo tempo colocaram a França próxima do título, mas Mandzukic ganhou um gol de presente do goleiro francês Hugo Lloris para dar início a nervosos 20 minutos finais.

    A França, no entanto, resistiu a uma corajosa Croácia para levantar o troféu pela segunda vez, depois do sucesso em casa no Mundial de 1998, e garantir que o fim da história não fosse o mesmo de dois anos atrás, quando foi derrotada na final da Eurocopa por Portugal.

    A vitória significa que Didier Deschamps, capitão da equipe de 1998, se torna o terceiro homem a vencer a Copa do Mundo como jogador e como técnico, depois do brasileiro Mário Zagallo e do alemão Franz Beckenbauer.

    Essa foi a final com mais gols desde a vitória da Inglaterra sobre a Alemanha Ocidental por 4 x 2, na prorrogação, em 1966, e a que mais teve bolas na rede no tempo normal desde que o Brasil derrotou a Suécia por 5 x 2, 60 anos atrás.

    GOL CONTRA E VAR

    A Croácia começou cheia de energia, mas saiu atrás quando Mandzukic, que garantiu a vitória na prorrogação contra a Inglaterra na semifinal, tornou-se o primeiro homem a fazer um gol contra em uma final de Copa do Mundo. Uma falta cobrada por Griezmann desviou na cabeça do atacante, aos 18 minutos, e se transformou no 12º gol contra do torneio na Rússia -- um recorde.

    Foi a quarta vez seguida no mata-mata que a Croácia saiu atrás no placar, mas Perisic, que marcou o gol de empate contra a Inglaterra, igualou o marcador novamente 10 minutos depois, mandando um chute cruzado, depois de Sime Vrsaljko desviar de cabeça uma cobrança de falta de Luka Modric para a área.

    Mas foi a vez de Perisic ir de herói a vilão quando bloqueou uma bola com o braço dentro da área. Depois de checar o vídeo, o árbitro argentino Nestor Pitana concedeu o 28º pênalti do torneio, outro recorde, e Griezmann converteu, aos 38 minutos, para marcar seu quarto gol na Copa da Rússia.

    Esse foi o primeiro tempo com mais gols desde 1974, quando a Alemanha Ocidental fez 2 x 1 contra a Holanda -- que acabou sendo o placar final daquela partida. 

    Foi um golpe duro para a Croácia, que havia sido responsável pela maioria das ações no primeiro tempo e estava no campo de ataque também depois do intervalo, continuando a vencer os duelos individuais pelo ar, ganhando as divididas e mostrando uma variação de jogadas. 

    Mas a defesa francesa, tão impressionante no torneio, segurou a pressão e a equipe fez 3 x 1, por volta dos 15 minutos do segundo tempo, quando Mbappé e Griezmann trocaram passes e prepararam para chute de Pogba da entrada da área. O arremate de perna direita foi bloqueado pela zaga, mas o segundo, de esquerda, balançou as redes.

    Depois de três partidas seguidas de mata-mata com prorrogação, as chances de outra recuperação da Croácia foram pequenas e pareceram mortas e enterradas, seis minutos depois. Lucas Hernández subiu pela esquerda e passou para Mbappé, que soltou um chute rasteiro, para também fazer o seu quarto gol no torneio. 

    Um erro terrível de Lloris reviveu a Croácia, quando o goleiro francês tentou driblar Mandzukic, mas encontrou o pé do atacante que mandou a bola para as redes desprotegidas.

    A Croácia, derrotada pela França nas semifinais da primeira Copa do Mundo que disputou, em 1998, continuou a pressionar, mas a energia havia desaparecido, e a França, com segurança, segurou a vitória.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Manifestantes anti-Kremlin invadem o campo durante final da Copa do Mundo

    Manifestantes anti-Kremlin invadem o campo durante final da Copa do Mundo

    Por Gabrielle Tétrault-Farber e Damir Khalmetov

    MOSCOU (Reuters) - A final da Copa do Mundo entre França e Croácia, em Moscou, foi brevemente interrompida quando três pessoas ligadas à banda anti-Kremlin Pussy Riot invadiram o campo antes de serem agarradas e retiradas por fiscais, neste domingo.

    A banda de punk russa Pussy Riot, cujas integrantes foram presas em 2012 por realizarem um protesto contra o presidente russo, Vladimir Putin, em uma igreja, disse nas redes sociais que foi responsável pela invasão de campo.

    Olga Kurachyova, integrante da Pussy Riot, disse à Reuters, por telefone, que foi uma das pessoas que invadiu o campo. Ela disse que estava detida em uma delegacia de polícia de Moscou.

    No segundo tempo da partida, três pessoas usando camisetas brancas e calças pretas invadiram o gramado a partir da área atrás do gol francês. Uma quarta pessoa tentou invadir o gramado, mas foi derrubada nas linhas laterais.

    As três pessoas que invadiram o campo conseguiram correr aproximadamente 50 metros, dispersando-se em diferentes direções antes de serem derrubadas por fiscais e arrastadas para fora do gramado.

    A partida foi paralisada, mas acabou retomada 25 segundos depois. Uma testemunha no estádio disse que viu a polícia escoltando os invasores para fora do estádio. Eles usavam uniforme da polícia, disse a testemunha.

    “Alerta! Agora: quatro membros da Pussy Riot participaram da final da Copa do Mundo de futebol”, disse no Twitter a Pussy Riot, cuja descrição da conta diz que é administrada pelas integrantes da banda Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina.

    “Olá, galera, direto do gramado do Luzhniki. É frio aqui!”, escreveu a Pussy Riot no Twitter e no Facebook, quase imediatamente depois do incidente.

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