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    Presidente sul-coreano realiza sonho ao visitar montanha sagrada da Coreia do Norte com Kim

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, riscou um dos principais itens de sua lista de sonhos a realizar nesta quinta-feira: subir a Montanha Paektu, na Coreia do Norte, com o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

    Depois de prometerem novas medidas para manter as conversas nucleares na quarta-feira, Moon e Kim decidiram aproveitar o último dia de um cúpula de três dias para subirem juntos a montanha simbólica na fronteira com a China.

    Moon é conhecido por seu gosto pelo alpinismo, e fez escaladas no Himalaia ao menos duas vezes.

    O presidente dizia há muito tempo que visitar a Montanha Paektu, que também é chamada de Baekdu na Coreia do Sul e de Changbai na China, era um 'sonho muito aguardado'.

    'Muitas pessoas do Sul poderiam subir a Montanha Paektu pelo lado chinês, mas decidi não fazê-lo, prometendo a mim mesmo que o faria em nosso solo', disse Moon a Kim depois de chegar ao pico.

    'Mas o tempo passou muito rápido, e pensei que meu desejo podia não se realizar, mas se realizou hoje'.

    Quando Moon chegou ao aeroporto próximo da montanha, cerca de 1 mil norte-coreanos o saudaram acenando com flores e bradando 'Pátria! Unificação!'

    Moon e Kim pegaram um bonde até o Lago Paraíso, uma cratera vulcânica no topo da montanha, e caminharam pela área com suas mulheres e autoridades de ambos os lados.

    Imagens mostraram os dois líderes sorrindo e posando com suas esposas, e Moon enchendo uma garrafa com água do lago.

    'Os chineses nos invejam porque não conseguem descer ao lago pelo seu lado, mas nós podemos', disse Kim.

    'Deveríamos escrever outro capítulo da história entre o Norte e o Sul refletindo nossa nova história neste Lago Paraíso'.

    Algumas autoridades sul-coreanas que acompanhavam Moon sugeriram convidar Kim e sua esposa à Montanha Halla, que é a mais alta de seu país e abriga um resort turístico.

    'Temos um ditado antigo que diz que saudamos o sol em Paektu e saudamos a unificação em Halla', disse a mulher de Kim, Ri Sol Ju.

    Na quarta-feira Kim disse que visitará Seul no futuro próximo, o que seria a primeira viagem de um líder norte-coreano à capital da Coreia do Sul.

    (Reportagem adicional de Soyoung Kim, Haejin Choi e Pyogyang Presso Corps)

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    Líder norte-coreano quer 2ª cúpula com Trump para acelerar desnuclearização, diz Moon

    SEUL (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, quer realizar uma segunda cúpula com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acelerar a desnuclearização, disse o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, nesta quinta-feira, citando fala de Kim durante cúpula nesta semana.

    O líder norte-coreano, que recentemente propôs realizar a segunda reunião com Trump após uma inédita cúpula entre ambos em junho, também disse que declarar oficialmente o fim da Guerra da Coreia faria com que Pyongyang tomasse passos mais rápidos para abandonar seus programas nuclear e de mísseis, afirmou Moon.

    'O presidente Kim expressou seu desejo de concluir a desnuclearização rapidamente e de focar no desenvolvimento econômico', disse Moon durante coletiva de imprensa em Seul, descrevendo sua cúpula de três dias com Kim em Pyongyang.

    'Ele disse esperar que (o secretário de Estado norte-americano) Mike Pompeo visite a Coreia do Norte em breve, e também que uma segunda cúpula com Trump aconteça no futuro próximo, para que o processo de desnuclearização avance rapidamente', disse Moon.

    Kim se comprometeu a trabalhar pela 'completa desnuclearização da península coreana' durante seus dois encontros com Moon este ano e após sua cúpula com Trump, mas negociações sobre como implementar as vagas promessas não têm avançado.

    Os EUA têm exigido ações concretas, como a divulgação completa das instalações nucleares e de mísseis da Coreia do Norte, antes de concordar com os principais objetivos de Pyongyang, que incluem uma redução das sanções internacionais e o fim oficial da Guerra da Coreia.

    Uma declaração de fim da guerra não afetaria a presença de soldados norte-americanos e do Comando das Nações Unidas na Coreia do Sul, disse Moon, acrescentando que Kim concorda com sua visão.

    'Seria uma declaração política que marcaria um ponto de partida para negociações de paz', disse Moon.

    'Um tratado de paz seria fechado, assim como a normalização das relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, depois que a Coreia do Norte atingir a completa desnuclearização'.

    Representantes da Casa Branca e do Departamento de Estado norte-americano não responderam de imediato a pedidos por comentário.

    (Reportagem de Hyonhee Shin e Joyce Lee)

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    Líder norte-coreano diz esperar 'grande resultado' de cúpula com Coreia do Sul

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, disse nesta terça-feira que espera por um 'grande resultado', ao dar início a três dias de conversas com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, com o objetivo de retomar as estagnadas negociações diplomáticas sobre o programa nuclear norte-coreanos.

    Os dois líderes iniciaram as conversas nesta terça-feira após cruzar as ruas de Pyongyang na limusine Mercedes preta de Kim ao som de aproximadamente 100 mil norte-coreanos que seguravam flores e entoavam 'Unificação! Pátria!'.

    Mais cedo nesta terça-feira, Kim recebeu Moon com abraços e apertos de mão quando o líder sul-coreano desembarcou na capital norte-coreana com a missão de retomar o ritmo de conversas de desnuclearização entre Estados Unidos e Coreia do Norte, e de avançar com a possibilidade de encerrar formalmente a Guerra da Coreia.

    À medida que Kim acompanhava Moon à residência destinada a convidados do Estado, onde o presidente sul-coreano ficará hospedado durante sua visita de três dias, Kim disse querer produzir um 'resultado maior em um ritmo mais rápido' do que os dois líderes alcançaram até agora.

    'Você, sr. presidente, está viajando por todo o mundo, mas nosso país é humilde comparado a nações desenvolvidas', disse Kim a Moon. 'Tenho esperado e esperado por hoje. O nível da acomodação e do programa que fornecemos pode ser baixo, mas é com nossa melhor sinceridade e coração'.

    Moon disse que é 'tempo de dar frutos', e agradeceu Kim por sua hospitalidade, que incluiu uma enorme cerimônia de boas-vindas no aeroporto internacional de Pyongyang.

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    Enviados sul-coreanos encontram Kim na Coreia do Norte para preparar nova cúpula

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul disse que enviados do país se encontraram com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Pyongyang, nesta quarta-feira, para preparar uma terceira cúpula intercoreana no final deste mês, com a esperança de recuperar o ímpeto das conversas interrompidas entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos a respeito da desnuclearização norte-coreana.

    Kim e o presidente dos EUA, Donald Trump, chegaram a um acordo amplo, mas vago, sobre a desnuclearização da Coreia do Norte em uma cúpula realizada em Cingapura em junho, mas essas conversas travaram depois que Trump cancelou uma visita do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, à Coreia do Norte, no mês passado.

    Os enviados especiais do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, foram liderados pelo chefe da segurança nacional do país, Chung Eui-yong, e a delegação incluiu o diretor do Serviço Nacional de Inteligência, Suh Hoon.

    Os enviados conversaram com Kim, entregaram uma carta de Moon e jantaram com autoridades norte-coreanas não especificadas, segundo o porta-voz da Casa Azul, Kim Eui-kyeom.

    'Os enviados voltariam depois do jantar', disse ele em um comunicado, acrescentando que maiores detalhes serão anunciados na quinta-feira.

    A delegação de 11 membros foi recebida em Pyongyang por Ri Son Gwon, presidente de um comitê norte-coreano encarregado de assuntos fronteiriços que conduziu negociações intercoreanas de alto nível, de acordo com o secretário de imprensa de Moon, Yoon Young-chan.

    Eles se reuniram por 20 minutos com Ri e Kim Yong Chol, que juntamente com Pompeo teve um papel fundamental nos preparativos da cúpula de Cingapura, disse Yoon sem dar detalhes.

    Os EUA e a Coreia do Norte ainda não combinaram se a desnuclearização ou um passo rumo à normalização das relações bilaterais por meio de uma declaração do fim da Guerra da Coreia de 1950-53 deveria vir primeiro.

    A guerra foi encerrada por um armistício, não um tratado de paz, o que significa que as forças da Organização das Nações Unidas (ONU) lideradas pelos EUA, incluindo a Coreia do Sul, ainda estão tecnicamente em guerra com Pyongyang.

    Washington quer que a Coreia do Norte abdique de suas armas nucleares sem condições, e esta disse em conversas fracassadas realizadas anos atrás que pode cogitá-lo se os EUA derem garantias de segurança retirando suas tropas da Coreia do Sul e desmontando seu chamado guarda-chuva nuclear de dissuasão da Coreia do Sul e do Japão.

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    Japão e Coreia do Sul conversam com EUA para evitar prejuízos por sanções ao Irã

    Por Kaori Kaneko e Jane Chung

    TÓQUIO/SEUL (Reuters) - O Japão e a Coreia do Sul, dois grandes compradores de petróleo iraniano, estão conversando com o governo dos Estados Unidos para tentar evitar impactos negativos devido à adoção de sanções de Washington que visam excluir o Irã dos mercados internacionais.

    Os EUA estão exigindo que os países interrompam todas as importações de petróleo iraniano a partir de novembro, disse uma autoridade de alto escalão do Departamento de Estado norte-americano na terça-feira, e o governo Trump aumentou a pressão para que seus aliados cortem o financiamento a Teerã.

    Tóquio e Seul obtiveram dispensas que lhes permitiram comprar quantidades limitadas de petróleo do Irã durante uma rodada anterior de sanções encerradas em 2016, mas desta vez Washington adotou uma postura mais rígida.

    O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira que o Japão e os EUA estão conversando sobre as sanções ao Irã, mas não quis revelar detalhes.

    O Japão e os EUA estão conversando agora sobre a readoção de sanções contra o Irã, e não quero revelar os detalhes dos debates , disse Suga. Estamos analisando atentamente o impacto que a medida dos EUA causaria, e gostaríamos de negociar com países envolvidos, inclusive os EUA, para que não haja um impacto adverso em empresas japonesas , acrescentou.

    Na Coreia do Sul, um funcionário do Ministério da Energia que não quis ser identificado disse que o governo continuará negociando com os EUA para obter uma isenção das sanções.

    Estamos na mesma posição do Japão. Estamos conversando com os EUA e continuaremos negociando para obter uma isenção , afirmou.

    Embora as remessas de petróleo não tenham sido mencionadas por nenhum dos funcionários, a ameaça de perder o suprimento iraniano paira sobre os dois países, que importam praticamente todo o petróleo que necessitam.

    O Irã é o terceiro maior exportador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), e Japão e Coreia do Sul são dois de seus maiores compradores, assim como China e Índia.

    Clientes japoneses, sul-coreanos e indianos já começaram a reduzir suas compras do Irã.

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    Coreia do Norte e Coreia do Sul realizarão reencontros de famílias separadas pela guerra

    Por Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - Delegações da Coreia do Norte e da Coreia do Sul concordaram nesta sexta-feira em realizar os primeiros reencontros de famílias separadas pela Guerra da Coreia, de 1950 a 1953, em três anos.

    As reuniões, agendadas para o período do 20 a 26 de agosto, são uma questão delicada, especialmente para familiares idosos que participam de encontros emotivos depois de décadas de separação, e ocorrem de forma esporádica em épocas de boas relações entre as duas Coreias.

    As organizações da Cruz Vermelha dos dois países prepararão os reencontros, que envolverão cerca de 200 pessoas selecionadas dos dois lados, disseram as entidades em comunicado conjunto depois de uma reunião de delegações.

    Os reencontros estão entre as medidas prometidas pelo líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, como parte de uma grande melhoria nas relações bilaterais ocorrida neste ano, após temores de guerra surgidos no ano passado em decorrência dos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    O mundo todo está admirado com os desdobramentos incríveis entre a Coreia do Norte e do Sul , disse Pak Yong Il, líder da delegação norte-coreana nas conversas realizadas em um hotel no Monte Kumgang, destino turístico da Coreia do Norte.

    As tensões entre as duas Coreias se amenizaram significativamente depois de uma cúpula entre o líder norte-coreano, Kim Jong, Un e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual os dois concordaram em trabalhar para a desnuclearização da península coreana.

    Os reencontros acontecerão no Monte Kumgang, informaram os dois países, e 100 pessoas de cada nação serão escolhidas para rever parentes que não encontram há tempos.

    Autoridades sul-coreanas pediram muitas vezes que as visitas fossem retomadas por serem uma questão humanitária e de direitos humanos , especialmente porque muitos dos indivíduos já estão na faixa dos 80 e 90 anos.

    Os primeiros reencontros foram realizados em 1985, e cerca de 20 foram organizados desde então, os mais recentes em 2015.

    (Reportagem de Joyce Lee; Reportagem adicional de Christine Kim e Haejin Choi)

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