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    Trump diz que cúpula removeu ameaça nuclear da Coreia do Norte; democratas duvidam

    Por David Brunnstrom

    SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que a Coreia do Norte não representa mais uma ameaça nuclear e seu diplomata mais graduado fez um cronograma esperançoso para um “grande desarmamento”, apesar de ceticismo nos EUA de que Pyongyang irá abandonar suas armas nucleares após a cúpula desta semana.

    Trump e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, emitiram um comunicado conjunto após o histórico encontro na terça-feira em Cingapura que reafirmava o comprometimento norte-coreano em “trabalhar em direção à desnuclearização completa da península coreana” e fornecia garantias norte-americanas de segurança para a Coreia do Norte.

        Críticos democratas nos EUA dizem que o acordo teve poucos detalhes e que o presidente republicano fez muitas concessões a Kim, cujo país está sob sanções da Organização das Nações Unidas por seus programas nuclear e de armas e é amplamente condenado por abusos de direitos humanos.

        Pouco mais de metade dos norte-americanos disseram aprovar o modo como Trump lidou com a Coreia do Norte, mas apenas um quarto acredita que a cúpula realizada nesta semana com Kim Jong Un levará à desnuclearização da península coreana, segundo uma pesquisa de opinião Reuters/Ipsos divulgada nesta quarta-feira.

    A mídia estatal norte-coreana saudou a cúpula como um sucesso, dando destaque ao anúncio surpresa de Trump após o encontro de que os EUA vão cessar exercícios militares com a Coreia do Sul, algo que a Coreia do Norte buscava há tempos.

        Apesar da falta de detalhes no acordo da cúpula, Trump destacou em entrevista coletiva que confia em Kim para acompanhar os combinados. Ele retornou a Washington no início desta quarta-feira e elogiou o encontro, o primeiro entre um presidente em exercício dos EUA e um líder norte-coreano, como uma grande vitória para segurança dos EUA.

    “Todos agora podem se sentir muito mais seguros do que no dia em que assumi”, tuitou Trump. “Não há mais uma ameaça nuclear da Coreia do Norte. Me encontrar com Kim Jong Un foi uma experiência interessante e muito positiva. A Coreia do Norte tem grande potencial para o futuro!”.

        O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, que foi encarregado por Trump para comandar negociações posteriores, disse que os EUA esperam alcançar “grande desarmamento” da Coreia do Norte dentro dos próximos dois anos e meio.

        Parlamentares democratas destacaram que a Coreia do Norte realizou comunicados similares no passado sobre “desnuclearização”, todos enquanto desenvolvia mísseis balísticos e armas nucleares que podem ser capazes de atingir os EUA.

    MISSÃO CUMPRIDA?”

    “Uma viagem e então ‘missão cumprida’, Sr. Presidente? A Coreia do Norte ainda possui todos seus mísseis nucleares, e nós temos somente uma vaga promessa de futura desnuclearização de um regime que não pode ser confiado”, disse Adam Schiff, democrata mais sênior no Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados dos EUA.

    “A Coreia do Norte é uma ameaça real e presente. Tanto quanto um presidente perigosamente ingênuo”, escreveu no Twitter.

    O senador Chris Van Hollen, também democrata, disse a respeito do tuíte de Trump sobre a Coreia do Norte não apresentar mais uma ameaça: “Isto é verdadeiramente delirante”.

        O comunicado da cúpula não forneceu detalhes sobre quando Pyongyang irá abandonar seu programa de armas nucleares ou como o desmantelamento pode ser verificado. Céticos sobre quanto o encontro alcançou destacaram a antiga posição da liderança norte-coreana de que armas nucleares são uma proteção contra o que teme serem planos norte-americanos de derrubá-la e unir a península coreana.

        Falando a repórteres em uma viagem a Seul, para onde viajou para informar autoridades sul-coreanas, Pompeo foi perguntado se gostaria de conseguir grande desarmamento nuclear dentro do atual mandato de Trump, que termina em janeiro de 2021. Ele respondeu:

    “Sim, definitivamente … você usou o termo grande, grande desarmamento, algum assim? Nós esperamos que podemos alcançar isto em dois anos e meio”.

        Os EUA tem há tempos insistido na desnuclearização completa, verificável e irreversível da Coreia do Norte, mas no comunicado da cúpula a Coreia do Norte se comprometeu somente com a “desnuclearização completa da península coreana”, uma expressão que usou no passado.

    A Coreia do Norte tem frequentemente rejeitado desarmamento nuclear unilateral, ao invés disso se referindo à desnuclearização da península. Isto tem sido interpretado em parte como um pedido para os EUA removerem seu “guarda-chuva nuclear” que protege a Coreia do Sul e o Japão.

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    Em concessão surpreendente em cúpula, Trump diz que suspenderá exercícios militares com Coreia do Sul

    Por Steve Holland, Soyoung Kim e Jack Kim

    12 Jun (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma impressionante concessão ao líder norte-coreano, Kim Jong Un, na terça-feira, sobre interromper exercícios militares, surpreendendo em uma cúpula que desconcertou aliados, autoridades militares e parlamentares de seu próprio partido Republicano.

    Em uma entrevista coletiva após a cúpula histórica com Kim em Cingapura, Trump anunciou que suspenderá o que chamou de muito provocativos e caros exercícios militares regulares que os Estados Unidos realizam com a Coreia do Sul.

    Isso agitou os aliados próximos Coreia do Sul e Japão. A Coreia do Norte busca há muito tempo um fim aos exercícios bélicos.

    Trump e Kim prometeram em declaração conjunta trabalhar em prol da desnuclearização da península coreana, e os Estados Unidos prometeram garantias de segurança para seus inimigos da Guerra Fria. Mas eles ofereceram poucas especificações.

    A cúpula, a primeira entre um presidente em exercício dos EUA e um líder norte-coreano, ocorreu em claro contraste a uma enxurrada de testes nucleares e de mísseis da Coreia do Norte e raivosas trocas de insultos entre Trump e Kim no ano passado que alimentaram preocupações sobre uma guerra.

    Ao observar as promessas da Coreia do Norte de se desnuclearizar, muitos analistas lançaram dúvidas sobre quão eficiente Trump havia sido em obter a meta pré-encontro de Washington de conseguir com que a Coreia do Norte adotasse passos completos, verificáveis e irreversíveis para eliminar um arsenal nuclear que é avançado o bastante para ameaçar os EUA.

    Em declarações divulgadas pela agência estatal de notícias da Coreia do Norte, Kim pediu que Pyongyang e Washington acabem com ações militares irritantes e hostis entre si. Mas não fez menção sobre a Coreia do Norte abrir mão de seu programa de armas nucleares.

    Se os Estados Unidos adotarem medidas genuínas para construir confiança com a Coreia do Norte, o Norte tomará medidas adicionais de boa vontade, disse Kim, segundo a agência KCNA.

    A agência norte-coreana também divulgou que Trump concordou em retirar sanções contra a Coreia do Norte, e que o presidente norte-americano e Kim convidaram um ao outro para visitas aos EUA e à Coreia do Norte, e ambos aceitaram o convite.

    Críticos nos Estados Unidos disseram que Trump cedeu demais em uma reunião que forneceu protagonismo internacional para Kim. O líder norte-coreano está isolado, seu país acusado por grupos de direitos humanos de amplos abusos de direitos e sob sanções da Organização das Nações Unidas por seus programas nuclear e de mísseis balísticos.

    Se implementada, a suspensão dos exercícios militares conjuntos poderia ser uma das medidas mais controversas resultantes da cúpula. Os treinamentos mantêm as forças dos EUA em estado de prontidão em um dos focos de conflito mais tensos do mundo.

    Nós vamos parar os exercícios bélicos que nos economizarão uma quantidade tremenda de dinheiro, a menos que vejamos que as negociações futuras não estão avançando como deveriam. Mas estaremos economizando uma quantidade tremenda de dinheiro, e eu acho que é muito provocativo , disse Trump.

    Seu anúncio foi uma surpresa até mesmo para o governo do presidente Moon Jae-in em Seul, que trabalhou nos últimos meses para ajudar a realizar a cúpula Trump-Kim.

    O palácio presidencial da Coreia do Sul disse que precisava descobrir o significado ou intenções precisas da declaração de Trump, enquanto acrescentou que estava disposto a explorar diversas medidas para ajudar as negociações a caminharem mais suavemente .

    Houve alguma confusão sobre exatamente qual cooperação militar Trump prometeu interromper.

    (Reportagem adicional de Dewey Sim, Aradhana Aravindan, Himani Sarkar, Miral Fahmy, John Geddie, Joyce Lee, Grace Lee, Matt Spetalnick e David Brunnstrom em Cingapura, Christine Kim em Seul e Phil Stewart, Doina Chiacu, Patricia Zengerle, RichardCowan e Idrees Ali em Washington)

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    Trump diz que morte de Warmbier não foi em vão e cúpula com Coreia do Norte é um resultado

    CINGAPURA (Reuters) - O estudante universitário norte-americano Otto Warmbier não morreu em vão depois de ser preso na Coreia do Norte, um vez que sua morte em 2017 ajudou a iniciar um processo que culminou na histórica cúpula desta terça-feira com a Coreia do Norte, disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, prometeram trabalhar pela completa desnuclearização da península coreana, no primeiro encontro entre os líderes dos dois antigos inimigos, e Washington se comprometeu a fornecer garantias de segurança.

    Trump disse que levantou a questão dos direitos humanos no encontro com Kim, e que acredita que o líder norte-coreano quer fazer a coisa certa . Ele disse que as negociações devem ajudar a melhorar as condições no país isolado.

    Sem Otto, isso não teria acontecido , disse Trump em entrevista coletiva após a cúpula em Cingapura. Algo aconteceu a partir daquele dia. Foi uma coisa terrível, foi brutal, mas muitas pessoas começaram a se concentrar no que estava acontecendo, incluindo a Coreia do Norte , acrescentou.

    Eu realmente acho que Otto é alguém que não morreu em vão.

    Warmbier, um estudante da Universidade da Virgínia, de Wyoming, Ohio, morreu aos 22 anos, dias depois de ter retornado aos Estados Unidos em coma após ser solto pela Coreia do Norte.

    Ele havia sido preso na Coreia do Norte em janeiro de 2016, depois de ter sido condenado a 15 anos de trabalhos forçados por tentar roubar um item com um slogan de propaganda de seu hotel, segundo a mídia estatal norte-coreana.

    Um médico legista de Ohio disse que a causa da morte foi falta de oxigênio e sangue para o cérebro. A Coreia do Norte culpou botulismo e a ingestão de uma pílula para dormir, e descartou alegações de tortura.

    Trump, que no passado condenou a Coreia do Norte como um dos regimes mais brutais do mundo, disse que discutiu direitos humanos com Kim.

    Eu acredito que é uma situação difícil lá, não há dúvida sobre isso, e nós discutimos isso hoje com bastante força... muito bem, e vamos fazer algo sobre isso , disse.

    (Por Robert Birsel)

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