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    Coreia do Norte alerta que negociações nucleares com os EUA nunca serão retomadas sem 'novos cálculos'

    Por Hyonhee Shin e David Brunnstrom

    SEUL/WASHINGTON (Reuters) - A Coreia do Norte culpou nesta sexta-feira uma posição 'arbitrária e desonesta' dos Estados Unidos pelo fracasso de uma reunião recente entre o líder Kim Jong Un e o presidente norte-americano, Donald Trump, e alertou que as negociações paralisadas para um novo acordo nuclear não serão reiniciadas sem que Washington tome uma nova postura.

    Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte acusou os Estados Unidos de tentarem fugir da culpa pela interrupção da segunda reunião entre Kim e Trump, em Hanoi em fevereiro, levantando uma 'questão completamente irrelevante'. O ministro não especificou do que falava.

    'A causa do retrocesso na reunião entre a RPDC e os EUA em Hanói é a posição desonesta e arbitrária tomada pelos Estados Unidos, que insistem em um método onde é totalmente impossível avançar', afirmou o porta-voz não identificado em um comunicado emitido pela agência oficial de notícias da Coreia do Norte, a KCNA.

    'Os Estados Unidos não conseguiriam nos fazer mudar de lugar nem uma polegada com o dispositivo que está sendo usado, e o quanto mais agirem de maneira desconfiada e hostil em relação à RPDC, mais feroz será nossa reação', disse o oficial, se utilizando da sigla para a República Popular Democrática da Coreia, o nome oficial da Coreia do Norte.

    'A não ser que os Estados Unidos utilizem um novo método de cálculo, o diálogo entre RPDC e EUA nunca será retomado e alem disso, a perspectiva do resolução da questão nuclear ficará bastante sombria', acrescentou.

    A nota foi a última crítica oficial aos Estados Unidos desde uma cúpula frustrada no Vietnã e aconteceu apenas horas depois de Trump partir para uma visita de Estado no Japão, onde deverá conversar sobre a Coreia do Norte com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

    Alguns analistas vêem na nota norte-coreana uma possível indicação de que novos testes de mísseis serão conduzidos.

    'Uma declaração tão ousada é claramente um aviso aos Estados Unidos, tentando implicar que se Washington não ceder em alguma frente, que Pyongyang irá apenas aplicar mais e mais pressão', disse Harry Kazianis, do thinktank Centro Washington de Interesses Nacionais.

    'Não devemos nos assustar se, já nesse final de semana, novos mísseis forem disparados para o alto e as tensões aumentarem para patamares ainda mais altos do que antes.'

    As tensões cresceram nas últimas semanas, com a Coreia do Norte disparando mísseis de curto alcance no início do mês e Washington anunciando a apreensão de uma embarcação norte-coreana suspeita de realizar transportes ilícitos de carvão caracterizando o rompimento de sanções.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Coreia do Norte diz que EUA afrontam espírito de cúpula Trump-Kim ao apreenderem navio

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte disse nesta terça-feira que a apreensão de um navio de carga do país pelos Estados Unidos foi um ato ilegal que afrontou o espírito de uma cúpula entre os líderes dos dois países, e exigiu a devolução da embarcação sem demora.

    O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano disse em um comunicado que rejeita as resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a nação que os EUA citaram ao confiscarem o cargueiro, por vê-las como uma violação de sua soberania.

    'Os Estados Unidos cometeram um ato ilegal e ultrajante de desapropriação de nosso navio de carga', disse um porta-voz não identificado da chancelaria em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.

    'O ato mais recente dos EUA constituiu uma extensão do método norte-americano de calcular para colocar a RPDC de joelhos por meio da 'pressão máxima' e uma negação explícita do espírito subjacente ao Comunicado Conjunto RPDC-EUA de 12 de junho'.

    O nome formal da Coreia do Norte é República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

    Seria o 'maior erro de cálculo' se os EUA acreditassem que conseguem controlar Pyongyang com a força, disse o comunicado, acrescentando que ficará atento ao comportamento futuro dos EUA.

    Na semana passada, o Departamento de Justiça norte-americano disse que um cargueiro norte-coreano conhecido como 'Wise Honest' foi apreendido e retido na Samoa Americana. A embarcação foi acusada de transportar carvão ilicitamente, uma violação de sanções, e foi detida inicialmente pela Indonésia em abril de 2018.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente norte-americano, Donald Trump, realizaram uma cúpula inédita em 12 de junho do ano passado em Cingapura e prometeram estabelecer novas relações e um regime de paz na península coreana. Em fevereiro eles realizaram uma segunda cúpula no Vietnã que terminou sem um acordo.

    As tensões voltaram a crescer desde a cúpula fracassada. O anúncio de Washington sobre o confisco do navio veio na quinta-feira, horas depois de Pyongyang disparar dois mísseis de curto alcance.

    Kim pediu uma 'postura plena de combate' após a apreensão do cargueiro.

    (Por Choonsik Yoo, Hyonhee Shin e Josh Smith)

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    Coreia do Norte dispara mísseis de curto alcance em segundo teste em uma semana

    Por Josh Smith e Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte disparou nesta quinta-feira o que aparentaram ser dois mísseis de curto alcance, disseram forças militares da Coreia do Sul, menos de uma semana após o líder norte-coreano, Kim Jong Un, supervisionar um teste de disparos de múltiplos foguetes e de um míssil.

    Os lançamentos ocorreram enquanto o enviado especial dos Estados Unidos na Coreia do Norte, Stephen Biegun, estava em Seul, capital da Coreia do Sul, para dialogar com o ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Kang Kyung-wha, e seu homólogo, o representante nuclear Lee Do-hoon.

    Os dois mísseis foram disparados por volta de 04h29 e 04h49 (horário de Brasília), da região noroeste de Kusong, em direção ao leste, informou um comunicado dos Estado-Maior das Forças Armadas sul-coreanas.

    Os projéteis cobriram distâncias de 420 e 270 quilômetros, respectivamente, e alcançaram uma altitude de cerca de 50 quilômetros antes de caírem no oceano, disseram os militares.

    Analistas afirmaram que era cedo demais para identificar com precisão qual era o tipo dos mísseis.

    'Você não sabe qual tipo de míssil é apenas por quão longe voaram', disse Yang Uk, um pesquisador sênior do Fórum de Defesa e Segurança da Coreia.

    Tal alcance provavelmente superaria a maioria dos foguetes que a Coreia do Norte disparou no sábado a partir de sua costa leste em direção ao oceano, ampliando a tensão em um momento de impasse nas negociações com os Estados Unidos.

    'A Coreia do Norte retornou às suas clássicas táticas de escalada de antes', acrescentou Yang. 'Eu acredito que eles vão continuar escalando ao usar o que parecem ser mísseis de curto alcance, algo que não vai causar reação dos EUA de imediato'.

    Depois do lançamento desta quinta-feira, forças militares sul-coreanas informaram que reforçaram o monitoramento e a segurança em caso de outro lançamento, além de estarem trabalhando com os Estados Unidos para obter informações adicionais sobre os mísseis envolvidos.

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    EUA desistem de recuperar corpos de soldados na Coreia do Norte devido a impasse em conversas

    Por Josh Smith

    SEUL (Reuters) - O Pentágono disse nesta quarta-feira que perdeu a esperança de recuperar mais restos de soldados mortos na Guerra da Coreia (1950-1953) no futuro próximo, que era um dos acordos mais concretos da primeira cúpula entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte no ano passado.

    A DPAA, agência do governo dos EUA que trabalha para recuperar os corpos de soldados norte-americanos desaparecidos em todo o mundo, disse que não teve notícias das autoridades norte-coreanas desde a segunda cúpula EUA-Coreia do Norte, que foi realizada em Hanói em fevereiro e terminou sem acordo.

    'Como resultado, nossos esforços para nos comunicarmos com o Exército Popular da Coreia a respeito da possível retomada das operações conjuntas de recuperação em 2019 foram suspensos', disse o porta-voz da DPAA, coronel Kenneth Hoffman, em um comunicado.

    'Chegamos ao ponto em que não podemos mais planejar, coordenar e conduzir operações de campo (na Coreia do Norte) efetivamente durante este ano fiscal, que termina em 30 de setembro de 2019'.

    Em sua primeira cúpula, em julho do ano passado, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, assinaram uma declaração se comprometendo com a recuperação dos restos mortais de soldados mortos na guerra.

    As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra por nunca terem assinado um tratado de paz.

    Em julho, a Coreia do Norte entregou 55 caixas com restos mortais, uma medida que Trump louvou por considerar uma prova do sucesso de suas negociações com Kim.

    Desde então, porém, houve pouco avanço na retomada das buscas dos cerca de 5.300 norte-americanos que se acredita terem se perdido no que hoje é a Coreia do Norte.

    Apesar da falta de avanço, ainda em 26 de abril Trump alardeou a devolução dos restos mortais e disse que eles 'continuam a voltar'.

    Pyongyang também silenciou a respeito das operações de recuperação planejadas com a Coreia do Sul, o que obriga os militares do vizinho do sul a iniciarem independentemente a recuperação de restos mortais na zona desmilitarizada entre os dois países em abril.

    Os EUA e a Coreia do Norte realizaram buscas conjuntas de restos mortais de 1996 a 2005, quando Washington as suspendeu citando preocupações com a segurança de seu pessoal pelo fato de Pyongyang estar intensificando seu programa nuclear.

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    Coreia do Norte reduz porções alimentares após colheita ruim, diz ONU

    GENEBRA (Reuters) - A Coreia do Norte reduziu as porções alimentares a 300 gramas por dia, a menor quantia para esta época do ano, e novos cortes são prováveis após a pior colheita em uma década, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira.

    A ONU realizou uma avaliação alimentar a pedido da Coreia do Norte entre 29 de março e 12 de abril. A entidade teve amplo acesso, inclusive a cooperativas agrícolas, lares rurais e urbanos, creches e centros de distribuição de alimentos.

    'Esta nova avaliação de segurança alimentar... revelou que, após a pior colheita em 10 anos, devida a períodos de seca, ondas de calor e inundações, 10,1 milhões de pessoas sofrem de insegurança alimentar grave, o que significa que não têm comida suficiente até a próxima colheita', disse o porta-voz do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), Herve Verhoosel.

    O levantamento mostrou que a ingestão de proteína no país é muito baixa -- algumas famílias só consomem proteína algumas vezes por ano.

    O PMA e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que realizaram a pesquisa juntos, estão entre as poucas agências humanitárias que têm acesso à Coreia do Norte, que sofreu um surto de fome em meados dos anos 1990 que matou até 3 milhões de pessoas.

    A produção agrícola de 4,9 milhões de toneladas, a menor desde 2008-2009, criou um déficit alimentar de 1,36 milhão de toneladas no ano comercial de 2018/2019, segundo o relatório.

    As 10,1 milhões de pessoas que precisam de comida incluem 7,5 milhões dos 17,5 milhões de norte-coreanos que dependem de rações do governo e 2,6 milhões de agricultores coletivos.

    'As perspectivas para as primeiras colheitas de trigo e cevada de 2019 são preocupantes, e comunidades correm risco quando a temporada modesta começar em junho. Os efeitos dos choques climáticos repetidos são agravados pela escassez de combustível, fertilizante e peças de reposição cruciais para o cultivo', explicou Verhoosel.

    O PMA planeja fazer outra avaliação durante julho e agosto para entender a dimensão total da crise.

    (Por Tom Miles)

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    Coreia do Norte alerta para resultado 'indesejado' se postura nuclear dos EUA não mudar

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - A vice-ministra das Relações Exteriores da Coreia do Norte disse nesta terça-feira que os Estados Unidos enfrentarão 'consequências indesejadas' se não adotarem uma nova posição nas conversas de desnuclearização até o final do ano, noticiou a mídia estatal.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, estabeleceu o final de 2019 como prazo para os EUA mostrarem mais flexibilidade, já que sua segunda cúpula com o presidente norte-americano, Donald Trump, não rendeu um acordo para encerrar o programa nuclear de Pyongyang em troca de uma amenização de sanções.

    Mas Trump e o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, descartaram o prazo, fazendo um apelo para Kim cumprir sua promessa de desnuclearização depois de anos desenvolvendo programas nucleares e de foguetes em desafio a resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A vice-chanceler norte-coreana, Choe Son Hui, ressaltou uma entrevista concedida por Pompeo à rede CBS na semana passada na qual ele disse que os EUA podem ter que 'mudar de rumo' se as negociações fracassarem.

    'Mudar de rumo não é um privilégio que só os Estados Unidos têm, mas pode ser nossa própria escolha se decidirmos', afirmou Choe, segundo a agência de notícias oficial KCNA.

    'Se os Estados Unidos não restabelecerem sua posição dentro do cronograma que demos, verá consequências realmente indesejadas.'

    Ela também disse que a determinação norte-coreana de se desnuclearizar não mudou. Ela acontecerá 'quando chegar a hora', mas somente se Washington mudar seus cálculos atuais.

    'Sabemos o caminho que seguiremos, mas estamos hesitando em escolher por termos dado um prazo para os Estados Unidos', disse Choe.

    Pyongyang tem procurado fechar um acordo para amenizar as sanções em troca da desativação de algumas de suas instalações nucleares, mas Trump pediu um 'grande acordo' no qual as sanções serão suspensas se o regime entregar todas suas armas nucleares aos EUA.

    Os comentários de Choe insistem no ataque norte-coreano ao negociador de Trump nas conversas nucleares, e outra autoridade da chancelaria rejeitou Pompeo como contraparte, exigindo sua substituição por alguém 'mais cuidadoso e maduro'.

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    Rejeitado pelos EUA, líder da Coreia do Norte conversa com Putin

    Por Maria Vasilyeva e Vladimir Soldatkin

    VLADIVOSTOK, Rússia, April 25 (Reuters) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, nesta quinta-feira, para uma cúpula concebida para mostrar que os Estados Unidos não são a única potência com influência suficiente para negociar com o Estado comunista recluso a respeito de seu programa nuclear.

    Os dois líderes tiveram um dia de reuniões em uma ilha no litoral de Vladivostok, cidade russa do Pacífico, dois meses depois de uma cúpula de Kim com o presidente dos EUA, Donald Trump, terminar em desentendimento, o que diminuiu as esperanças de um avanço no impasse nuclear de décadas.

    A primeira sessão, que consistiu de conversas pessoais com a presença de poucos assessores, durou o dobro dos 50 minutos programados.

    'Conversamos, é claro, sobre a situação na península coreana, trocamos opiniões sobre como e o que podemos fazer para haver boas perspectivas para uma melhoria na situação', disse Putin durante um intervalo nas conversas.

    Kim, que chegou a Vladivostok um dia antes em seu trem blindado, disse que a situação na península coreana 'é uma questão na qual o mundo está muito interessado'.

    Sentado diante de Putin e do restante da delegação russa, ele disse que foi à Rússia para se encontrar com Putin pessoalmente e para trocar opiniões sobre o impasse nuclear.

    Ele disse querer 'debater questões de estabilidade estratégica e administração conjunta da situação no futuro, e desenvolver nossas relações tradicionais para atender as exigências de um novo século'.

    Uma segunda sessão de conversas com delegações maiores terminou sem comunicados de nenhum lado.

    Depois os dois líderes compareceram a um jantar de gala, no qual brindaram um ao outro e assistiram números de música e de dança tradicionais apresentados por artistas russos.

    Como as conversas entre a Coreia do Norte e os EUA travaram, a cúpula de Vladivostok dá a Pyongyang a oportunidade de buscar apoio de um novo parceiro, a Rússia, e um possível alívio das sanções que prejudicam sua economia.

    Para o Kremlin, a reunião é uma chance de mostrar que o país é um protagonista diplomático global, apesar dos esforços de Washington e de outros países ocidentais para isolá-lo.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin e Joyce Lee, em Seul, e Maria Kiselyova e Maxim Rodionov, em Moscou)

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    Líder norte-coreano chega à Rússia para reunião com Putin

    Por Maria Vasilyeva

    VLADIVOSTOK, Rússia (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, chegou à cidade russa de Vladivostok, nesta quarta-feira, para uma cúpula em que possivelmente deve buscar o apoio do presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao passo que as conversas com os Estados Unidos sobre questões nucleares estão estagnadas.

    O trem blindado que levava Kim -- em sua primeira visita oficial à Rússia-- chegou à estação do cais em Vladivostok, no litoral do Pacífico, poucas horas depois de cruzar a fronteira entre a Coreia do Norte e a Rússia.

    Após um pequeno atraso enquanto a porta do vagão de Kim era alinhada a um tapete vermelho estendido na plataforma, a porta se abriu para que um Kim sorridente saísse.

    Mais cedo, em uma parada na fronteira, Kim disse à TV estatal russa que esperava por conversas úteis e bem-sucedidas com Putin.

    'Espero que possamos discutir questões concretas sobre negociações de paz na península coreana e nossas relações bilaterais', disse ele por meio de um intérprete.

    Kim vai se reunir com Putin na quinta-feira para conversas em um campus universitário em uma ilha perto de Vladivostok. Essa será a primeira reunião entre eles, e o impasse sobre o programa nuclear de Pyongyang será um dos principais tópicos da agenda, segundo um assessor de política externa do Kremlin.

    O encontro ocorre dois meses após uma cúpula no Vietnã entre Kim e o presidente norte-americano, Donald Trump, ser encerrada sem sucesso, o que deixou o líder norte-coreano à procura de apoio internacional e suavização de sanções.

    Para Putin, o encontro é uma oportunidade de mostrar que a Rússia se mantém uma potência global apesar de estar sob sanções impostas por sua intervenção na Ucrânia e alegações de envolvimento na eleição dos Estados Unidos.

    No entanto, analistas previram que é improvável que Kim saia da cúpula com qualquer promessa substancial de aliviar sanções. O encontro deve se concentrar mais em uma demonstração de aproximação.

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    Seul pede cúpula com Coreia do Norte apesar de impasse nuclear

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse nesta segunda-feira que 'se empenhará' pela realização de outra cúpula com Kim Jong Un, apesar das críticas recentes do líder da Coreia do Norte ao papel autoproclamado de Seul de mediadora das conversas nucleares.

    Moon está determinado a recuperar o ímpeto nas conversas com Kim desde que a segunda cúpula do líder norte-coreano com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Vietnã em fevereiro fracassou devido a exigências conflitantes – de Pyongyang por um alívio das sanções, e de Washington por medidas norte-coreanas abrangentes para abandonar seu programa nuclear.

    Na sexta-feira, Kim disse em um discurso que está disposto a realizar outra cúpula com Trump se os EUA mudarem seu cálculo e oferecerem uma 'atitude e metodologia apropriadas', estabelecendo um prazo até o final do ano.

    Enquanto a Coreia do Norte e os EUA vêm debatendo a desnuclearização norte-coreana, Seul, aliada de Washington, vem tomando medidas para melhorar seus laços com sua antiga rival.

    Moon e Kim tiveram três reuniões ao longo do último ano, e o governo Moon vem pleiteando uma quarta, possivelmente para marcar o aniversário da primeira em 27 de abril.

    Moon, que visitou Washington para se encontrar com Trump na semana passada, disse que o último discurso de Kim 'preparou o cenário' de uma quarta cúpula intercoreana, que pode ser 'um passo para uma oportunidade ainda maior e um desfecho mais significativo'.

    'Agora é a hora de começar os preparativos com empenho', disse Moon em uma reunião com secretários de alto escalão, observando que, assim que os norte-coreanos estiverem prontos, está disposto a se reunir com Kim 'independentemente do local e da forma'.

    Em seus primeiros comentários públicos desde o pronunciamento de Kim, Moon contou que 'aceitou de bom grado' o discurso, dizendo que ele mostrou o compromisso 'inabalável' do colega com a desnuclearização e a reabertura das negociações.

    Mas Moon não respondeu especificamente às críticas de Kim de que a Coreia do Sul é muito subserviente à 'arrogância anacrônica e à política hostil dos Estados Unidos' e que os militares sul-coreanos persistem em uma 'hostilidade velada' ao realizar exercícios com forças dos EUA.

    Kim disse que o vizinho não deveria 'posar de 'mediador' e 'facilitador' intrometido' entre a Coreia do Norte e os EUA.

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    EUA aceitam diálogo com Pyongyang apesar de retomada de programa de mísseis

    Por David Brunnstrom e Hyonhee Shin

    WASHINGTON/SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está aberto a conversas adicionais com Pyongyang a respeito da desnuclearização, disse seu conselheiro de Segurança Nacional nesta quinta-feira, apesar de relatos de que a Coreia do Norte está reativando partes de seu programa de mísseis.

    Novas atividades foram detectadas em uma fábrica que produziu os primeiros mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) norte-coreanos capazes de alcançar os EUA, relataram os jornais sul-coreanos JoongAng Ilbo e Donga Ilbo, citando parlamentares informados pelo Serviço de Inteligência Nacional na terça-feira.

    Nesta semana, dois centros de estudo dos EUA e a agência de espionagem de Seul disseram que a Coreia do Norte está reconstruindo uma instalação de lançamento de foguetes, levando Trump a dizer que ficaria 'muito, muito decepcionado com o presidente Kim' se isso for verdade.

    Os relatos sobre as atividades norte-coreanas causaram mais dúvidas sobre o futuro do diálogo que Trump vem buscando com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, depois que uma segunda cúpula dos dois líderes no Vietnã fracassou na semana passada.

    O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, disse nesta quinta-feira que Trump ainda está aberto a conversas adicionais com a Coreia do Norte sobre a desnuclearização.

    'O presidente obviamente está aberto a conversar novamente. Veremos quando isso pode ser marcado ou como pode ser arranjado', disse Bolton em uma entrevista à Fox News.

    'Temos muitas maneiras de obter informações. Estudaremos a situação cuidadosamente. Como o presidente disse, seria muito, muito decepcionante se eles estiverem tomando esta direção.'

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    Seul relata atividade em fábrica de mísseis da Coreia do Norte; Trump fala em decepção

    Por David Brunnstrom e Hyonhee Shin

    WASHINGTON/SEUL (Reuters) - Novas atividades foram detectadas em uma fábrica de mísseis balísticos intercontinentais da Coreia do Norte, noticiou a mídia sul-coreana nesta quinta-feira, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que ficaria muito decepcionado se Pyongyang reconstruísse uma instalação de foguetes.

    Recentemente se viu uma movimentação de veículos de carga em torno de uma fábrica de Sanumdong, em Pyongyang, que produziu os primeiros mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) norte-coreanos capazes de alcançar os EUA, relataram os jornais sul-coreanos JoongAng Ilbo e Donga Ilbo, citando parlamentares informados pelo Serviço de Inteligência Nacional na terça-feira.

    O chefe de espionagem, Suh Hoon, disse aos parlamentares acreditar que as atividades tenham relação com mísseis, disse o JoongAng Ilbo. Segundo o jornal, Suh disse que a Coreia do Norte continuou a operar sua instalação de enriquecimento de urânio no importante complexo nuclear de Yongbyon depois da primeira cúpula entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura em junho.

    As reportagens vieram depois que a segunda cúpula entre os dois líderes fracassou devido às diferenças sobre os limites que Pyongyang está disposta a adotar em seu programa nuclear e até que ponto os EUA estão dispostos a amenizar as sanções contra o país.

    A fábrica de Sanumdong produziu o Hwasong-15, que consegue voar mais de 13 mil quilômetros. Depois de seu voo de teste, no final de 2017, a Coreia do Norte declarou a finalização de sua 'força nuclear estatal', e buscou conversas com a Coreia do Sul e os EUA no ano passado.

    O escritório presidencial e o Ministério da Defesa da Coreia do Sul não quiseram confirmar as reportagens sobre Sanumdong, dizendo que estão monitorando as atividades norte-coreanas atentamente junto com os EUA.

    Não houve resposta imediata do Departamento de Estado norte-americano.

    Na terça-feira dois centros de estudo dos EUA e a agência de espionagem de Seul relataram obras de reforma de parte da instalação de lançamento de mísseis norte-coreana de Sohae, que Kim prometeu desativar durante a cúpula de Cingapura.

    'Eu ficaria muito decepcionado se isso estivesse acontecendo', disse Trump a repórteres no Salão Oval quando indagado se a Coreia do Norte está quebrando uma promessa.

    (Por Jeff Mason e David Brunnstrom; Reportagem adicional de Mark Hosenball, David Alexander e Tim Ahmann, em Washington, e Hyonhee Shin e Joyce Lee, em Seul)

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