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    Líder da Coreia do Norte irá ao Vietnã de trem para cúpula com Trump

    Por James Pearson

    HANÓI (Reuters) - O Vietnã está se preparando para a chegada do líder da Coreia do Norte de trem para sua cúpula com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Hanói na semana que vem, disseram duas fontes com conhecimento direto do planejamento de segurança e logística à Reuters nesta quarta-feira.

    Kim pode levar até dois dias e meio para percorrer os milhares de quilômetros de trem da capital norte-coreana, Pyongyang, ao Vietnã através da China, o que significa que ele teria que partir no final desta semana para chegar no dia 25 de fevereiro, como planejado.

    O trem de Kim fará uma parada na estação de fronteira vietnamita de Dong Dang, onde ele desembarcará e viajará 170 quilômetros de carro até Hanói, disseram as fontes.

    Trump e Kim se reunirão na capital vietnamita entre os dias 27 e 28 de fevereiro, oito meses após uma cúpula histórica em Cingapura – a primeira entre um presidente norte-americano no exercício do cargo e um líder norte-coreano – na qual prometeram trabalhar pela desnuclearização completa da península coreana.

    As negociações avançaram pouco desde então, e existe uma percepção crescente de que, desta vez, eles precisam chegar a um acordo mais específico.

    Separadamente, três outras fontes com conhecimento direto dos preparativos da cúpula disseram à Reuters que o local preferido para a reunião é a Casa de Hóspedes do Governo, um edifício governamental dos tempos coloniais no centro de Hanói.

    Todas as cinco fontes que falaram à Reuters disseram que os planos estão sujeitos a mudanças. Elas falaram sob condição de anonimato, pois não têm autorização para conversar com a mídia por causa da sensibilidade dos planos de viagem sigilosos do líder norte-coreano.

    Na terça-feira o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan Phuc, disse ao comitê organizador da cúpula que a segurança durante o encontro é a 'prioridade máxima', informou o governo vietnamita em seu site nesta quarta-feira.

    O Hotel Metropole, que fica diante da Casa de Hóspedes, será um local alternativo para a cúpula, segundo duas das fontes.

    No sábado, uma testemunha da Reuters viu Kim Chang Son, um assessor próximo de Kim Jong Un, visitando a Casa de Hóspedes e os hotéis Metropole e Melia no centro da capital.

    É possível que Kim se hospede no Melia durante sua visita, disse uma das fontes.

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    Pompeo diz que nova cúpula Trump-Kim deve acontecer na Ásia em fevereiro

    WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse na quarta-feira que está enviando uma equipe para se encarregar dos preparativos para a próxima cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, que acontecerá em algum lugar da Ásia no final de fevereiro.

    Em entrevista à Fox News, Pompeo disse que os norte-coreanos concordaram em realizar a segunda reunião dos dois líderes nesta ocasião. 'Nós a faremos em algum lugar da Ásia', disse.

    'Estou enviando uma equipe para lá. Eles estão seguindo para lá agora para assentar as fundações do que espero que será um passo adicional substancial rumo ao caminho não somente da desnuclearização da península, mas de um futuro mais brilhante para o povo norte-coreano', afirmou Pompeo.

    O secretário não identificou o local da cúpula. Na semana passada o Vietnã disse que não foi informado de nenhuma ocasião ou local para uma possível cúpula Trump-Kim, mas que confia em sua capacidade de sediar tal encontro.

    Há duas semanas, autoridades e diplomatas disseram que o Vietnã está disposto a sediar a cúpula, e duas fontes disseram à Reuters que Hanói se prepara para uma visita de Estado de Kim.

    Cingapura, onde Trump e Kim se encontraram em junho, e Bancoc também foram mencionadas como possibilidades para a cúpula planejada.

    A cúpula de junho --a primeira entre um presidente dos EUA no exercício da função e um líder norte-coreano-- rendeu um compromisso vago de Kim de desnuclearizar a península coreana, mas ele ainda não adotou o que Washington vê como medidas concretas nesta direção.

    (Por Mohammad Zargham)

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    Trump deve se reunir em breve com líder norte-coreano, diz Casa Branca

    Por David Brunnstrom e Matt Spetalnick

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se reunir pela segunda vez com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, perto do fim de fevereiro, mas manterá as sanções contra Pyongyang, disse a Casa Branca nesta sexta-feira depois de um encontro entre Trump e o principal negociador norte-coreano para questões nucleares.

    O anúncio ocorre em meio um alvoroço diplomático em Washington causado pela visita de Kim Yong Chol, um ex-chefe de inteligência linha dura, e marca um raro sinal de progresso num esforço de desnuclearização que encontra-se parado desde o histórico encontro entre Trump e o líder norte-coreano em Cingapura, no ano passado.

    “O presidente Donald J. Trump se reuniu com Kim Yong Chol por uma hora e meia para discutir a desnuclarização e uma segunda cúpula, que ocorrerá perto do fim de fevereiro. O presidente anseia pela reunião com o líder Kim em um lugar a ser anunciado numa data futura”, disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    Sanders afirmou, no entanto, que embora haja progresso, os Estados Unidos “vão continuar a manter a pressão e as sanções contra a Coreia do Norte”.

    Apesar do anúncio da reunião de cúpula, não houve indicação de qualquer entendimento sobre a exigência dos EUA de que a Coreia do Norte abandone seu programa de armas nucleares, visto como uma ameaça aos norte-americanos, ou sobre a reiterada demanda de Pyongyang para que as sanções sejam retiradas.

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    Negociador da Coreia do Norte embarca em voo rumo a Washington

    SEUL (Reuters) - O principal representante da Coreia do Norte nas negociações sobre desnuclearização com os Estados Unidos embarcou em voo de Pequim rumo a Washington nesta quinta-feira, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

    De acordo com fontes anônimas citadas previamente pela imprensa dos EUA e da Coreia do Sul, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o alto dirigente da Coreia do Norte Kim Yong Chol devem se reunir em Washington, na sexta-feira, para discutir um segundo encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

    Pompeo havia planejado se reunir com o representante norte-coreano em novembro, com o objetivo de discutir um segundo encontro entre os líderes, mas a reunião acabou adiada.

    Kim Yong Chol esteve em Washington em junho, quando entregou uma carta de Kim Jong Un a Trump na qual foi aberto o caminho para uma reunião inédita entre os líderes dos dois países, realizada em Cingapura em 12 de junho.

    Segundo uma fonte familiar com as negociações entre os EUA e a Coreia do Norte, citada pela CNN, Kim Yong Chol entregará uma nova carta de Kim Jong Un a Trump.

    Em Cingapura, no ano passado, Kim Jong Un prometeu trabalhar rumo a uma desnuclearização, mas pouco progresso foi feito desde então.

    O contato foi retomado depois de o líder norte-coreano ter dito em um discurso de Ano Novo que está disposto a se encontrar com Trump “a qualquer momento”, segundo disse a jornalistas o embaixador da Coreia do Sul nos EUA, Cho Yoon-je, na semana passada.

    (Reportagem de Joyce Lee)

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    EUA e Coreia do Norte terão reunião nesta semana em busca de acordo preliminar, diz mídia

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - Estados Unidos e Coreia do Norte planejam manter conversas de alto nível em Washington nesta semana para discutir uma segunda reunião entre seus líderes, informou a mídia sul-coreana nesta terça-feira, enquanto os antigos inimigos buscam um acordo preliminar para revitalizar as negociações nucleares.

    A reunião, liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e pelo alto dirigente norte-coreano Kim Yong Chol, deve ser realizada na quinta ou sexta-feira, informou o jornal Chosun Ilbo, citando uma fonte diplomática não identificada.

    As partes devem finalizar a data e o local de uma segunda cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano Kim Jong Un, disse o jornal.

    A embaixada dos EUA em Seul direcionou perguntas para a Casa Branca. A Casa Branca não fez comentários de imediato sobre a reportagem do Chosun Ilbo, enquanto um funcionário do Departamento de Estado disse: 'Não temos reuniões para anunciar'.

    A agência de notícias sul-coreana Yonhap citou uma fonte diplomática não identificada dizendo que Pompeo e Kim Yong Chol podem se reunir nesta semana.

    A delegação norte-coreana pode visitar os Estados Unidos 'a partir desta semana', mas os planos ainda não foram finalizados, disse um repórter da CNN, citando uma fonte não identificada, no Twitter.

    Trump escreveu uma carta a Kim Jong Un, que foi enviada de avião para Pyongyang e entregue no final de semana, acrescentou o repórter da CNN, citando a fonte.

    Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul disse a repórteres que a Coreia do Norte e os Estados Unidos estão 'em contato', mas que é 'inapropriado' comentar os planos de negociações.

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    Situação de direitos humanos na Coreia do Norte não teve melhora, diz relator da ONU

    Por Josh Smith

    SEUL (Reuters) - Apesar de mais de um ano de compromissos internacionais e de promessas de reformas econômicas por parte de líderes norte-coreanos, a situação de direitos humanos no país permanece grave, afirmou uma importante autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira.

    Proibido pelo governo de entrar na Coreia do Norte, o relator especial da ONU para direitos humanos na Coreia do Norte, Tomas Quintana, visitou a Coreia do Sul nesta semana como parte de uma investigação que será apresentada ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em março.

    Segundo Quintana, o líder norte-coreano, Kim Jong Un, iniciou esforços para melhorar as condições de vida focando no desenvolvimento econômico do país. Suas descobertas iniciais, disse, demonstram que esses esforços não resultaram em melhoras na vida da maior parte das pessoas.

    “O fato é, com todos os avanços positivos que o mundo testemunhou no último ano, é ainda mais lamentável que a realidade para direitos humanos no terreno permaneça inalterada e continue sendo extremamente séria”, disse a repórteres em Seul.

    “Em todas as áreas relacionadas ao usufruto de direitos econômicos e sociais, incluindo saúde, moradia, educação, previdência, emprego, comida, água e saneamento , a maior parte da população do país está sendo deixada para trás”.

    A Coreia do Norte nega as acusações de violações de direitos humanos e diz que a questão é usada pela comunidade internacional para isolá-la.

    A discussão sobre direitos humanos esteve notavelmente ausente das conversas realizadas entre Kim e os líderes da Coreia do Norte e dos Estados Unidos no ano passado, que abordaram o programa de armas nucleares norte-coreano.

    Entretanto, em dezembro, os Estados Unidos impuseram sanções contra três autoridades norte-coreanas, incluindo um importante assessor de Kim, por graves violações de direitos humanos e censura.

    (Reportagem de Josh Smith)

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    Militares dos EUA dizem não planejar suspender mais exercícios na península coreana

    Por Phil Stewart e Arshad Mohammed

    WASHINGTON (Reuters) - Os militares dos Estados Unidos não têm planos de suspender qualquer grande exercício militar com a Coreia do Sul, disse o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, na terça-feira, em meio a um novo atrito diplomático com a Coreia do Norte referente ao programa norte-coreano de armas nucleares.

    Mattis disse em uma coletiva de imprensa no Pentágono que nenhuma decisão foi tomada em relação a grandes manobras para o próximo ano, mas ressaltou que a suspensão dos exercícios neste ano como gesto de boa fé com a Coreia do Norte não é definitiva.

    A decisão tomada em junho pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de suspender unilateralmente os exercícios pegou muitos de seus assessores militares de surpresa e foi muito criticada por ser vista como uma concessão prematura ao líder norte-coreano, Kim Jong Un, que Trump quer ver abdicar de suas armas nucleares.

    'Tomamos a decisão de suspender vários dos maiores exercícios como medida de boa fé depois da cúpula da Cingapura', disse Mattis a repórteres em referência ao encontro entre Trump e Kim no dia 12 de junho.

    'Não temos planos, a esta altura, de suspender mais nenhum exercício', disse, acrescentando que ainda não se tomou nenhuma decisão a respeito de grandes manobras no próximo ano.

    Mattis também disse que exercícios menores considerados isentos da suspensão estão em andamento.

    Os comentários do secretário de Defesa sobre os exercícios vieram em um momento delicado nas negociações entre Washington e Pyongyang, depois que Trump descartou planos para uma reunião entre autoridades de primeiro escalão dos dois países.

    Na cúpula de junho, o primeiro encontro entre um presidente norte-americano no cargo e um líder norte-coreano, Kim concordou em linhas gerais em trabalhar pela desnuclearização da península coreana, mas a Coreia do Norte não deu nenhum sinal de que está disposta a abrir mão de suas armas unilateralmente, como o governo Trump exigiu.

    Desde então os diplomatas não conseguiram fazer o processo avançar.

    Autoridades norte-coreanas até alertaram, em uma carta enviada ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, na semana passada, que as conversas para a desnuclearização correm o risco de fracassar, disseram funcionários norte-americanos à Reuters.

    Em particular, Pyongyang quer ver medidas que levem a um tratado de paz. A Guerra da Coreia de 1950-1953 terminou com um armistício, não um tratado de paz, o que significa que as forças da Organização das Nações Unidas (ONU) lideradas pelos EUA ainda estão tecnicamente em guerra com a Coreia do Norte.

    (Reportagem adicional de Mekhla Raina, em Bengaluru; John Walcott, David Brunnstrom e Matt Spetalnick, em Washington; e Cynthia Kim e Joyce Lee, em Seul)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Assessor de segurança nacional dos EUA diz que Coreia do Norte precisa agir por desnuclearização

    Assessor de segurança nacional dos EUA diz que Coreia do Norte precisa agir por desnuclearização

    WASHINGTON (Reuters) - O assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, disse nesta terça-feira que a Coreia do Norte não tomou as medidas necessárias para a desnuclearização, apesar do acordo entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em junho.

    Bolton afirmou, em entrevista à Fox News, que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, está preparado para retornar à Coreia do Norte para outra reunião com Kim.

    'O que realmente precisamos não é mais retórica', disse Bolton. 'O que precisamos é de atuação da Coreia do Norte na desnuclearização'.

    Bolton disse que os Estados Unidos cumpriram sua parte da declaração de Cingapura emitida após a cúpula de 12 de junho entre Trump e Kim.

    'Apenas a Coreia do Norte que não deu os passos que achamos necessários para desnuclearizar', disse Bolton, acrescentando que o relaxamento de qualquer sanção não está sendo considerado.

    Perguntado sobre a possibilidade de reuniões adicionais entre as partes, Bolton disse que Trump, em uma recente carta a Kim, propôs enviar Pompeo de volta à Coreia do Norte, e que o próprio Trump está disposto a se encontrar com Kim a qualquer momento.

    A carta foi entregue ao ministro de Relações Exteriores norte-coreano, Ri Yong Ho, durante o fim de semana.

    O programa de armas nucleares da Coreia do Norte causou tensão internacional por décadas, e a retórica e as ameaças de Kim e Trump foram especialmente hostis poucos meses antes da reunião de junho.

    (Reportagem de Susan Heavey)

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    Trump agradece Kim após Coreia do Norte transferir restos mortais de soldados dos EUA

    Por Joyce Lee e Eric Beech

    SEUL/WASHINGTON (Reuters) - A Coreia do Norte transferiu nesta sexta-feira 55 caixas pequenas cobertas com bandeiras da ONU contendo os possíveis restos mortais de soldados dos Estados Unidos mortos na Guerra da Coreia, disseram autoridades, em um primeiro passo para a implementação de acordo firmado em cúpula histórica em junho.

    A repatriação dos restos de soldados norte-americano desaparecidos durante o conflito de 1950-53 foi vista como uma vitória diplomática para o presidente dos EUA, Donald Trump, já que foi um dos acordos obtidos durante sua reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura, cuja meta principal foi assegurar a desnuclearização da Coreia do Norte.

    'Depois de tantos anos, este será um grande momento para muitas famílias. Obrigado, Kim Jong Un', escreveu Trump no Twitter.

    Mais cedo, um comunicado da Casa Branca disse: 'Estamos esperançosos com as ações da Coreia do Norte e o ímpeto por uma mudança positiva'.

    Um avião militar de transporte dos EUA voou até um campo aéreo de Wonsan, cidade do nordeste norte-coreano, para buscar os restos e levá-los até a base aérea de Osan, na Coreia do Sul, informou o comunicado da Casa Branca.

    Soldados com uniformes de gala e luvas brancas foram vistos carregando lentamente as 55 caixas pequenas cobertas com a insígnia branca e azul da Organização das Nações Unidas (ONU) e as depositando uma por uma em vans prateadas que esperavam na pista de Osan.

    Autoridades perfiladas observavam perto de bandeiras dos EUA, da Coreia do Sul e da ONU. Uma cerimônia formal de repatriação será realizada em Osan na quarta-feira, disse a Casa Branca.

    Depois os restos mortais serão levados para o Havaí para novas análises a cargo da Agência de Verificação POW/MIA da Defesa dos EUA, disse o Comando da ONU em um comunicado.

    A transferência coincidiu com o 65º aniversário do acordo de armistício de 1953 que encerrou os combates entre as forças norte-coreanas e chinesas, de um lado, e sul-coreanas e norte-americanas lideradas pelo Comando da ONU de outro. As duas Coreias ainda estão tecnicamente em guerra porque um tratado de paz jamais foi assinado.

    Mais de 7.700 soldados dos EUA que lutaram na Guerra da Coreia continuam desaparecidos, cerca de 5.300 deles no que hoje é a Coreia do Norte.

    A promessa de transferir os restos mortais do combate foi vista como um gesto de boa vontade de Kim na cúpula de junho, e ressuscitará as esperanças de avanço nas conversas sobre as questões nucleares.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin em Seul)

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    Pompeo diz que acordo com a Coreia do Norte pode demorar e que sanções permanecem

    Por Roberta Rampton e David Brunnstrom

    WASHINGTON (Reuters) - Fechar um acordo de desnuclearização com a Coreia do Norte 'pode levar algum tempo', disse o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, nesta quarta-feira, reiterando que sanções continuarão sendo aplicadas enquanto isso, apesar de um enviado da Rússia para Pyongyang ter proposto que se cogite amenizá-las.

    Falando durante uma reunião de gabinete comandada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Pompeo, que teve conversas inconclusivas na Coreia do Norte no início deste mês, disse que houve avanço em algumas questões.

    'Há muito trabalho a fazer. Pode levar algum tempo para chegar onde precisamos chegar. Mas tudo isso acontecerá tendo como pano de fundo a aplicação contínua das sanções existentes', afirmou.

    Pompeo disse que a Coreia do Norte reafirmou seu compromisso de descartar suas armas nucleares e que houve progresso nos arranjos para a devolução dos restos mortais de soldados norte-americanos mortos na Guerra da Coreia de 1950-53.

    'Acho que nas próximas duas semanas receberemos os primeiros restos. Esse é o compromisso', disse Pompeo, acrescentando que a questão é muito importante para as famílias envolvidas.

    O secretário disse que, embora seja necessário trabalhar mais, 'nós nos encontramos em um momento esperançoso, estamos fazendo uma mudança estratégica para a Coreia do Norte, dando-lhes a oportunidade de um futuro mais brilhante para seu povo'.

    Pompeo viajou à Coreia do Norte neste mês na esperança de acertar um roteiro para a desnuclearização, mas qualquer avanço obtido pareceu limitado, e Pyongyang emitiu um comunicado raivoso assim que ele partiu acusando sua delegação de fazer exigências 'dignas de gângsteres'.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, se comprometeu a desnuclearizar seu país durante uma cúpula inédita com Trump em junho, mas não detalhou como e quando isso pode ocorrer, deixando dúvidas consideráveis sobre as intenções de Pyongyang.

    O governo dos EUA não deu indício de quando o diálogo sobre a desnuclearização pode ser retomado, e pareceu recuar de uma tentativa de estabelecer um cronograma para o processo.

    Na terça-feira Trump disse não haver 'limite de tempo' e reafirmou em um tuíte que 'não há pressa', observando que as sanções continuam em vigor e que haverá grandes benefícios para a Coreia do Norte ao final do processo.

    Trump também disse que, durante um encontro em Helsinque nesta semana, obteve uma promessa do presidente russo, Vladimir Putin, de ajudar a negociar com Pyongyang, mas não explicou como.

    (Por Roberta Rampton, David Brunnstrom e Doina Chiacu em Washington, Michelle Nichols nas Nações Unidas e Andrey Ostroukh em Moscou)

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    Trump diz que cúpula removeu ameaça nuclear da Coreia do Norte; democratas duvidam

    Por David Brunnstrom

    SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que a Coreia do Norte não representa mais uma ameaça nuclear e seu diplomata mais graduado fez um cronograma esperançoso para um “grande desarmamento”, apesar de ceticismo nos EUA de que Pyongyang irá abandonar suas armas nucleares após a cúpula desta semana.

    Trump e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, emitiram um comunicado conjunto após o histórico encontro na terça-feira em Cingapura que reafirmava o comprometimento norte-coreano em “trabalhar em direção à desnuclearização completa da península coreana” e fornecia garantias norte-americanas de segurança para a Coreia do Norte.

        Críticos democratas nos EUA dizem que o acordo teve poucos detalhes e que o presidente republicano fez muitas concessões a Kim, cujo país está sob sanções da Organização das Nações Unidas por seus programas nuclear e de armas e é amplamente condenado por abusos de direitos humanos.

        Pouco mais de metade dos norte-americanos disseram aprovar o modo como Trump lidou com a Coreia do Norte, mas apenas um quarto acredita que a cúpula realizada nesta semana com Kim Jong Un levará à desnuclearização da península coreana, segundo uma pesquisa de opinião Reuters/Ipsos divulgada nesta quarta-feira.

    A mídia estatal norte-coreana saudou a cúpula como um sucesso, dando destaque ao anúncio surpresa de Trump após o encontro de que os EUA vão cessar exercícios militares com a Coreia do Sul, algo que a Coreia do Norte buscava há tempos.

        Apesar da falta de detalhes no acordo da cúpula, Trump destacou em entrevista coletiva que confia em Kim para acompanhar os combinados. Ele retornou a Washington no início desta quarta-feira e elogiou o encontro, o primeiro entre um presidente em exercício dos EUA e um líder norte-coreano, como uma grande vitória para segurança dos EUA.

    “Todos agora podem se sentir muito mais seguros do que no dia em que assumi”, tuitou Trump. “Não há mais uma ameaça nuclear da Coreia do Norte. Me encontrar com Kim Jong Un foi uma experiência interessante e muito positiva. A Coreia do Norte tem grande potencial para o futuro!”.

        O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, que foi encarregado por Trump para comandar negociações posteriores, disse que os EUA esperam alcançar “grande desarmamento” da Coreia do Norte dentro dos próximos dois anos e meio.

        Parlamentares democratas destacaram que a Coreia do Norte realizou comunicados similares no passado sobre “desnuclearização”, todos enquanto desenvolvia mísseis balísticos e armas nucleares que podem ser capazes de atingir os EUA.

    MISSÃO CUMPRIDA?”

    “Uma viagem e então ‘missão cumprida’, Sr. Presidente? A Coreia do Norte ainda possui todos seus mísseis nucleares, e nós temos somente uma vaga promessa de futura desnuclearização de um regime que não pode ser confiado”, disse Adam Schiff, democrata mais sênior no Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados dos EUA.

    “A Coreia do Norte é uma ameaça real e presente. Tanto quanto um presidente perigosamente ingênuo”, escreveu no Twitter.

    O senador Chris Van Hollen, também democrata, disse a respeito do tuíte de Trump sobre a Coreia do Norte não apresentar mais uma ameaça: “Isto é verdadeiramente delirante”.

        O comunicado da cúpula não forneceu detalhes sobre quando Pyongyang irá abandonar seu programa de armas nucleares ou como o desmantelamento pode ser verificado. Céticos sobre quanto o encontro alcançou destacaram a antiga posição da liderança norte-coreana de que armas nucleares são uma proteção contra o que teme serem planos norte-americanos de derrubá-la e unir a península coreana.

        Falando a repórteres em uma viagem a Seul, para onde viajou para informar autoridades sul-coreanas, Pompeo foi perguntado se gostaria de conseguir grande desarmamento nuclear dentro do atual mandato de Trump, que termina em janeiro de 2021. Ele respondeu:

    “Sim, definitivamente … você usou o termo grande, grande desarmamento, algum assim? Nós esperamos que podemos alcançar isto em dois anos e meio”.

        Os EUA tem há tempos insistido na desnuclearização completa, verificável e irreversível da Coreia do Norte, mas no comunicado da cúpula a Coreia do Norte se comprometeu somente com a “desnuclearização completa da península coreana”, uma expressão que usou no passado.

    A Coreia do Norte tem frequentemente rejeitado desarmamento nuclear unilateral, ao invés disso se referindo à desnuclearização da península. Isto tem sido interpretado em parte como um pedido para os EUA removerem seu “guarda-chuva nuclear” que protege a Coreia do Sul e o Japão.

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