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    Seul pede cúpula com Coreia do Norte apesar de impasse nuclear

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse nesta segunda-feira que 'se empenhará' pela realização de outra cúpula com Kim Jong Un, apesar das críticas recentes do líder da Coreia do Norte ao papel autoproclamado de Seul de mediadora das conversas nucleares.

    Moon está determinado a recuperar o ímpeto nas conversas com Kim desde que a segunda cúpula do líder norte-coreano com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Vietnã em fevereiro fracassou devido a exigências conflitantes – de Pyongyang por um alívio das sanções, e de Washington por medidas norte-coreanas abrangentes para abandonar seu programa nuclear.

    Na sexta-feira, Kim disse em um discurso que está disposto a realizar outra cúpula com Trump se os EUA mudarem seu cálculo e oferecerem uma 'atitude e metodologia apropriadas', estabelecendo um prazo até o final do ano.

    Enquanto a Coreia do Norte e os EUA vêm debatendo a desnuclearização norte-coreana, Seul, aliada de Washington, vem tomando medidas para melhorar seus laços com sua antiga rival.

    Moon e Kim tiveram três reuniões ao longo do último ano, e o governo Moon vem pleiteando uma quarta, possivelmente para marcar o aniversário da primeira em 27 de abril.

    Moon, que visitou Washington para se encontrar com Trump na semana passada, disse que o último discurso de Kim 'preparou o cenário' de uma quarta cúpula intercoreana, que pode ser 'um passo para uma oportunidade ainda maior e um desfecho mais significativo'.

    'Agora é a hora de começar os preparativos com empenho', disse Moon em uma reunião com secretários de alto escalão, observando que, assim que os norte-coreanos estiverem prontos, está disposto a se reunir com Kim 'independentemente do local e da forma'.

    Em seus primeiros comentários públicos desde o pronunciamento de Kim, Moon contou que 'aceitou de bom grado' o discurso, dizendo que ele mostrou o compromisso 'inabalável' do colega com a desnuclearização e a reabertura das negociações.

    Mas Moon não respondeu especificamente às críticas de Kim de que a Coreia do Sul é muito subserviente à 'arrogância anacrônica e à política hostil dos Estados Unidos' e que os militares sul-coreanos persistem em uma 'hostilidade velada' ao realizar exercícios com forças dos EUA.

    Kim disse que o vizinho não deveria 'posar de 'mediador' e 'facilitador' intrometido' entre a Coreia do Norte e os EUA.

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    Tribunal sul-coreano derruba lei antiaborto após 65 anos

    Por Joyce Lee e Josh Smith

    SEUL (Reuters) - O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul revogou, nesta quinta-feira, uma proibição ao aborto que se manteve durante mais de 65 anos, afirmando em um veredicto histórico que a lei atual limita os direitos das mulheres de forma inconstitucional.

    Em um comunicado, a corte disse que a proibição, assim como uma lei que expunha os médicos a acusações criminais por abortos feitos com o consentimento da mulher, era inconstitucional.

    'A lei que criminaliza uma mulher que faz um aborto por vontade própria vai além do mínimo necessário para alcançar o objetivo legislativo e limita o direito de autodeterminação da mulher', disse a corte em sua decisão.

    Sete dos nove juízes consideraram a lei inconstitucional, e dois discordaram. A legislação havia sobrevivido a uma contestação em 2012, quando o tribunal ficou dividido em 4 a 4, uma vez que uma vaga estava desocupada.

    'Acredito que este veredicto liberta as mulheres dos grilhões', disse Kim Su-jung, advogado do demandante, um médico acusado de realizar 69 abortos ilegais.

    A decisão reflete uma tendência à descriminalização do aborto, já que os casos de punição criminal diminuíram nos últimos anos.

    Só oito casos novos de aborto ilegal foram processados em 2017 -- em 2016 foram 24, mostram dados judiciais. Dos 14 casos decididos em cortes inferiores em 2017, 10 adiaram uma decisão contanto que nenhum crime seja cometido durante um determinado tempo.

    Uma pesquisa da semana passada do instituto Realmeter mostrou que mais de 58 por cento dos sul-coreanos entrevistados concordam com a anulação da lei e que pouco mais de 30 por cento querem sua preservação.

    Manifestações rivais diante da sala do tribunal ressaltaram as diferenças de opinião persistentes.

    'Como você pode matar um bebê que está crescendo dentro de você? Aborto é assassinato', opinou Kim Yeong-ju, de 47 anos, que tem dois filhos e protestou a favor do veto.

    Mas o veredicto ajuda a fazer com que a gravidez seja uma escolha pessoa, argumentou Lee Ga-hyun, que participou de um protesto contra a lei depois de ver uma amiga arriscar a vida usando medicamento ilegal para fazer um aborto.

    'Aplaudo o veredicto de hoje, que tornou possível para mulheres como eu e minha amiga viver nossas vidas livremente', acrescentou Lee, de 27 anos.

    A proibição data de 1953, e não mudou de forma substancial desde que a Coreia do Sul adotou sua lei criminal após a Guerra da Coreia de 1950-1953.

    Mas a lei continuará em vigor até o final de 2020, disse a corte, para haver tempo para sua revisão.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin, Dogyun Kim e Daewoung Kim)

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    Seul trabalhará com EUA e Coreia do Norte após fracasso de cúpula nuclear

    Por Joyce Lee e Hyonhee Shin

    SEUL/HANÓI (Reuters) - A Coreia do Sul trabalhará com os Estados Unidos e a Coreia do Norte para que cheguem a um acordo sobre a desnuclearização, disse o presidente sul-coreano nesta sexta-feira, um dia depois de conversas entre os líderes norte-americano e norte-coreano fracassarem por conta das sanções.

    A segunda cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, no Vietnã foi abreviada porque os dois não conseguiram chegar a um acordo quanto à amplitude de um alívio das sanções que Pyongyang obteria em troca de adotar medidas para abdicar de seu programa nuclear.

    O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, tem sido um apoiador ativo dos esforços para encerrar os confrontos na península coreana. Ele se encontrou com Kim três vezes no ano passado e tem tentado facilitar suas negociações nucleares com Washington.

    'Minha administração se comunicará e cooperará estreitamente com os Estados Unidos e a Coreia do Norte de forma a ajudar suas conversas a chegaram a um acordo completo através de todos os meios', disse Moon em um discurso em Seul, a capital sul-coreana.

    Moon também disse que seu país consultará os EUA sobre maneiras de retomar projetos conjuntos com seu vizinho do norte, incluindo o desenvolvimento do turismo no Monte Kumgang e no complexo industrial de Kaesong, ambos na Coreia do Norte.

    A cúpula de Hanói aconteceu oito meses depois de Trump e Kim se encontrarem pela primeira vez em Cingapura e concordarem em estabelecer novas relações e uma paz em troca do compromisso norte-coreano de trabalhar para a desnuclearização total da península coreana.

    Trump disse que os dois dias de conversas renderam avanços, mas que é importante não fechar um acordo ruim às pressas e que desistiu por causa de exigências inaceitáveis da Coreia do Norte.

    'Foi tudo por causa das sanções', disse Trump em uma coletiva de imprensa depois que as conversas foram encurtadas. 'Basicamente, eles queriam que as sanções fossem suspensas em sua totalidade, e não poderíamos fazer isso.'

    Mas o ministro das Relações Exteriores norte-coreano, Ri Yong Ho, disse em uma coletiva de imprensa à meia-noite, realizada depois de Trump partir de Hanói, que sua nação só pediu a suspensão parcial das sanções 'relacionadas ao sustento das pessoas e sem relação com sanções militares'.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Coreias concordam em reconectar estradas e ferrovias, mas EUA temem relaxamento de sanções

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - As Coreias do Norte e do Sul concordaram nesta segunda-feira em começar a reconectar ligações ferroviárias e rodoviárias, em mais um passo na melhoria de relacionamento que os Estados Unidos temem minar os esforços para pressionar Pyongyang a abdicar de seu programa nuclear.

    O acordo sobre as conexões de transporte surgiu durante conversas ocorridas no vilarejo fronteiriço de Panmunjom que visam capitalizar a cúpula realizada entre o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, no mês passado, a terceira cúpula entre os dos líderes neste ano.

    'O Sul e o Norte chegaram a um acordo depois de debaterem sinceramente planos de ação para levar as relações intercoreanas a um patamar novo e mais elevado', informou um comunicado conjunto divulgado pelo Ministério da Unificação sul-coreano.

    Os dois lados combinaram realizar cerimônias no final de novembro ou início de dezembro para inaugurar os trabalhos de religação das ferrovias e estradas que estão desconectadas desde a Guerra da Coreia de 1950-53.

    As partes farão estudos de campo conjuntos sobre os planos de transporte a partir do final deste mês, segundo o comunicado.

    Elas também concordaram em debater até o final deste mês o plano de uma candidatura conjunta para a Olimpíada de 2032 e em estudar em novembro maneiras de retomar teleconferências pela internet e conversas por vídeo de famílias separadas pela guerra.

    Autoridades militares dos dois lados devem se reunir 'no futuro próximo' para acertar os passos subsequentes de um pacto militar combinado na cúpula do mês passado.

    O acordo inclui o restabelecimento de uma missão militar conjunta, a suspensão de exercícios militares, uma zona de exclusão aérea próxima da fronteira e a remoção gradual de minas terrestres e de postos de guarda da Zona Desmilitarizada (DMZ).

    No dia 22 de outubro também haverá reuniões sobre o reflorestamento, e sobre a saúde e a prevenção de doenças no final de outubro em um escritório de ligação conjunto inaugurado no mês passado em Kaesong, cidade da fronteira norte-coreana.

    Em junho Kim se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, em uma cúpula inédita em Cingapura, e as duas partes estão preparando uma segunda reunião que Trump disse ser provável após as eleições parlamentares norte-americanas de 6 de novembro.

    Apesar do encontro entre Kim e Trump, Washington continua levando adiante uma política de 'pressão máxima' para levar a Coreia do Norte a desistir de suas armas nucleares e mísseis balísticos.

    (Reportagem de Hyonhee Shin e Joint Press Corps)

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    Famílias coreanas separadas pela guerra se reencontram após 65 anos

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - Cerca de 90 famílias das Coreias do Norte e do Sul choraram e se abraçaram nesta segunda-feira, quando os países vizinhos realizaram os primeiros reencontros em três anos para parentes afastados pela Guerra da Coreia durante mais de seis décadas.

    As reuniões breves devem durar pouco menos de 11 horas nos próximos três dias no balneário turístico do Monte Kumgang, na Coreia do Norte, como resultado da retomada dos contatos bilaterais neste ano na esteira de um impasse provocado pelos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, acertaram o evento de reencontro durante uma cúpula em abril.

    Cerca de 330 sul-coreanos de 89 famílias, muitos em cadeiras de rodas, abraçaram 185 familiares que vivem no vizinho do norte. Alguns tiveram dificuldades para reconhecer familiares que não viam há mais de 60 anos.

    'Como você pode estar tão velha?', perguntou Kim Dal-in, de 92 anos, à sua irmã, Yu Dok, após contemplá-la brevemente em silêncio.

    'Vivi todo este tempo para encontrá-lo', respondeu a parente de 85 anos, enxugando as lágrimas e segurando uma foto do irmão ainda jovem.

    As famílias separadas são vítimas de um impasse político de décadas porque a guerra de 1950-53 terminou em uma trégua, não um tratado de paz, e os laços ficaram mais tensos à medida que Pyongyang intensificava seus programas de armas.

    Mais de 57 mil sobreviventes sul-coreanos se registraram para os reencontros familiares, que geralmente terminam em despedidas dolorosas.

    Seul passou anos pedindo reuniões frequentes entre famílias separadas, inclusive por meio de videoconferências, mas a iniciativa muitas vezes foi prejudicada pela fragilidade dos laços.

    Em sua cúpula histórica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em junho, Kim prometeu abandonar os programas nucleares de seu país se Washington oferecer garantias de segurança, mas desde então os dois lados têm se mostrado incapazes de combinar uma forma de alcançar esse objetivo.

    Os reencontros deveriam aumentar consideravelmente, ser realizados com frequência e incluir visitas e cartas mútuas, disse Moon, ele mesmo pertencente a uma família separada de Hungnam, cidade portuária do leste da Coreia do Norte.

    Os reencontros, que começaram em 1985, às vezes são uma experiência traumática, dizem sobreviventes que sabem que dificilmente voltarão a ver seus familiares, já que muitos têm 80 anos ou mais e os que estão sendo contemplados pela primeira vez normalmente têm prioridade para visitas.

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    Coreias planejam terceira cúpula entre Kim e Moon em setembro

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - Coreia do Sul e Coreia do Norte concordaram, nesta segunda-feira, em realizar uma cúpula em Pyongyang em setembro, em outro passo para melhorar a cooperação entre as antigas rivais, mesmo enquanto crescem as dúvidas sobre os esforços norte-coreanos para acabar com seu programa de armas nucleares.

    Autoridades de ambos os lados que se encontraram no vilarejo de Panmunjom, na zona desmilitarizada que separa as duas Coreias, chegaram a um acordo para realizar a cúpula entre os líderes dos dois países na capital norte-coreana em setembro.

    Nenhuma data foi anunciada para o que será a terceira reunião deste ano entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in.

    Eles se encontraram pela primeira vez em abril em Panmunjom, em uma reaproximação marcante depois de mais de um ano de tensão crescente e de temores de guerra em resultado do desenvolvimento norte-coreano de armas nucleares e mísseis balísticos.

    Lá eles combinaram que Moon visitaria Pyongyang no outono, mas os dois líderes voltaram a se encontrar em maio para uma reunião sem aviso prévio em Panmunjom.

    Nenhum detalhe da pauta das conversas do mês que vem foi anunciado, mas as duas Coreias vêm debatendo uma série de temas, de uma possível declaração de paz a projetos econômicos e de infraestrutura conjuntos.

    O progresso entre as duas Coreias coincide com um momento em que a Coreia do Norte e os Estados Unidos enfrentam dificuldades para combinar como levar a cabo a desnuclearização norte-coreana prometida por Kim em uma cúpula histórica com o presidente norte-americano, Donald Trump, em Cingapura, em junho.

    Autoridades dos EUA disseram à Reuters que a Coreia do Norte ainda não acertou um cronograma para a eliminação de seu arsenal nuclear ou para revelar seu tamanho, que os EUA estimam ser de 30 a 60 ogivas.

    Depois das conversas desta segunda-feira, Ri Son Gwon, presidente de um comitê norte-coreano que visa a 'reunificação pacífica' da península, disse ao seu homólogo sul-coreano, o Ministro da Unificação Cho Myoung-gyon, que é importante remover 'obstáculos' que impedem o avanço das relações intercoreanas.

    'Se as questões que foram mencionadas nas conversas não forem resolvidas, problemas inesperados podem surgir e as questões que já estão na pauta podem enfrentar dificuldades', disse Ri, sem entrar em detalhes.

    Um dos temas que revoltaram Pyongyang recentemente foi o caso de uma dezena de funcionários de um restaurante norte-coreano que foram para a Coreia do Sul em 2016 via China.

    A Coreia do Norte diz que eles foram sequestrados pela Coreia do Sul e deveriam ser devolvidos, insinuando a possibilidade de a questão representar um obstáculo para o reencontro de algumas famílias divididas pela Guerra da Coreia de 1950-53, programado para a próxima semana.

    Cho não disse se a Coreia do Norte abordou o caso dos funcionários do restaurante nesta segunda-feira, dizendo meramente que o país vizinho não abordou assuntos novos.

    (Reportagem adicional de Josh Smith, Haejin Choi e Daeun Yi)

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    Coreia do Sul suspende exercícios militares com EUA para facilitar diálogo com Pyongyang

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul anunciou nesta terça-feira que decidiu abandonar neste ano uma mobilização militar anual que é parte de um exercício conjunto com os Estados Unidos que foi suspenso, mas que fará seus próprios exercícios para se manter de prontidão.

    Os ministros da Segurança e da Defesa fizeram o anúncio em um informe à imprensa nesta terça-feira. As manobras, chamadas de Exercícios Ulchi, geralmente ocorrem em agosto, juntamente com o exercício militar Guardião da Liberdade, uma parceria com os EUA.

    Seul e Washington disseram que suspenderiam a manobra conjunta em junho, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, prometer acabar com os jogos de guerra na sequência de sua cúpula com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, em Cingapura no dia 12 daquele mês.

    O gabinete presidencial de Seul disse que a suspensão do exercício conjunto pode facilitar as negociações nucleares em andamento entre a Coreia do Norte e os EUA.

    A Coreia do Sul desenvolverá um novo modelo de exercício militar incorporando o Ulchi e os exercícios de posto de comando Taeguk já existentes visando enfrentar militâncias e desastres naturais de larga escala, disseram os ministros.

    Esse exercício incorporado seria realizando em outubro, quando o exercício de campo Hoguk acontece, informaram.

    Nossos militares realizarão exercícios individuais planejados neste ano e decidirão a respeito dos exercícios conjuntos por meio de consultas com os Estados Unidos , disse o ministro da Defesa, Song Young-moo.

    (Por Hyonhee Shin e Christine Kim)

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