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    Cruz Vermelha alerta sobre risco de crise alimentar na Coreia do Norte devido a onda de calor

    Por Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - Uma onda de calor na Coreia do Norte fez com que plantações de arroz, milho e outras culturas secassem nos campos, 'com efeitos potencialmente catastróficos' para os norte-coreanos, disse a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) nesta sexta-feira.

    A maior rede de auxílio para desastres no mundo advertiu sobre o risco de uma 'crise de segurança alimentar completa' no país, afirmando que a situação preocupante foi exacerbada pelas sanções internacionais impostas devido aos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte.

    Em comunicado divulgado em Genebra, a IFRC disse que não chove na Coreia do Norte desde o início de julho e que temperaturas chegaram a uma média de 39 graus Celsius por todo o país, cujo nome oficial é República Popular Democrática da Coreia (RPDC). A próxima chuva é prevista para o meio de agosto, acrescentou.

    A população de 25 milhões de pessoas já está estressada e vulnerável com taxas de desnutrição infantil que podem piorar, disse.

    'Isso ainda não é classificado como uma seca, mas arroz, milho e outras plantações já estão murchando nos campos, com efeitos potencialmente catastróficos para a população da RPDC', disse Joseph Muyamboit, gerente de programa da organização em Pyongyang.

    'Nós não podemos deixar essa situação se tornar uma crise de segurança alimentar completa. Nós sabemos que períodos anteriores de seca interromperam o fornecimento de alimento até o ponto em que causou sérios problemas de saúde e de desnutrição pelo país', disse.

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    Arábia Saudita suspende novos negócios com Canadá após pedido por libertação de ativistas

    Por Aziz El Yaakoubi e David Ljunggren

    RIAD/OTTAWA (Reuters) - A Arábia Saudita suspendeu novos negócios e investimentos com o Canadá depois que o governo canadense cobrou Riad a libertar ativistas da sociedade civil que estão presos, no mais recente gesto de repúdio do maior exportador mundial de petróleo às críticas ocidentais a seu histórico de direitos humanos.

    O reino do Golfo Pérsico também convocou de volta seu embaixador e deu 24 horas para o embaixador canadense deixar o país, informou um comunicado do Ministério de Relações Exteriores saudita emitido na noite de domingo, acrescentando que mantém 'seus direitos de adotar novas ações'.

    O anúncio veiculado pela estatal Agência de Imprensa Saudita pegou diplomatas em Riad de surpresa, disse à Reuters uma fonte a par da situação, observando que tanto o embaixador saudita quanto o canadense estavam de licença

    'Toda a comunidade diplomática ficou surpresa com a medida', disse a fonte.

    Não ficou claro de imediato que efeito a medida terá, se tiver, no comércio anual bilateral de quase 4 bilhões de dólares e em um contrato de defesa de 13 bilhões de dólares firmado em 2014 entre os dois países.

    O comunicado saudita disse que sua chancelaria foi informada de que a chancelaria e a embaixada canadenses exortaram a Arábia Saudita a 'libertar imediatamente' ativistas da sociedade civil.

    Nenhuma autoridade do Ministério de Relações Exteriores do Canadá estava disponível para comentar de imediato.

    O Barein, vizinho e aliado de Riad, disse horas mais tarde que está ao lado do reino na crise política, sem explicar se também cortará laços comerciais com o Canadá.

    'O reino do Barein afirma sua solidariedade total com o reino da Arábia Saudita... contra qualquer um que tente minar sua soberania', disse o Ministério de Relações Exteriores barenita no Twitter.

    Na quarta-feira, a Human Rights Watch disse que a Arábia Saudita prendeu as defensoras dos direitos das mulheres Samar Badawi e Nassima al-Sadah, as vítimas mais recentes de uma onda de repressão do governo contra ativistas, clérigos e jornalistas. Mais de uma dúzia de defensoras dos direitos das mulheres foram visadas desde maio.

    O Canadá disse na sexta-feira estar 'gravemente preocupado' com as prisões de ativistas da sociedade civil e defensoras dos direitos das mulheres na Arábia Saudita, inclusive Samar, irmã do blogueiro dissidente preso Raif Badawi.

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