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    Cuba decide retirar profissionais do Mais Médicos por desentendimento com Bolsonaro

    Por Nelson Acosta

    HAVANA (Reuters) - Cuba anunciou nesta quarta-feira que não seguirá participando do programa Mais Médicos, que durante cinco anos tem enviado especialistas de saúde da ilha ao Brasil, depois que o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que irá modificar os termos de colaboração da iniciativa.

    'O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, com referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, tem declarado e reiterado que modificará os termos e condições do programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-Americana da Saúde e ao que foi acordado por esta com Cuba', disse a televisão estatal cubana, lendo comunicado do Ministério de Saúde de Cuba.

    Logo após o anúncio de Havana, Bolsonaro foi ao Twitter para afirmar que o governo cubano não aceitou as condições de seu governo para a manutenção da ilha no Mais Médicos, entre elas o pagamento integral dos salários aos profissionais cubanos que atuam no país.

    De acordo com o presidente eleito, a maior parte dos vencimentos tem como destino a 'ditadura' da ilha caribenha, e a decisão cubana de abandonar o Mais Médicos não leva em conta os impactos na saúde dos brasileiros e na integridade dos médicos cubanos.

    'Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou', escreveu Bolsonaro na rede social.

    'Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos', acrescentou.

    Cuba participa desde agosto de 2013 do Mais Médicos, programa criado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff com o objetivo de ampliar o atendimento médico no país a cidadãos de baixa renda.

    O Ministério da Saúde cubano disse que comunicou sua decisão à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e aos políticos brasileiros que 'fundaram e defenderam essa iniciativa'.

    De acordo com o governo cubano, cerca de 20.000 médicos atenderam 113 milhões de pacientes brasileiros em mais de 3.000 municípios do país. Os profissionais ficam com 25 por cento dos mais de 3.000 dólares pagos pelo Brasil à ilha por cada médico por mês, com 75 por cento ficando com o governo de Havana.

    Os serviços de saúde de Cuba, que estão presentes em 67 países, se tornaram uma das principais fontes de receita em dólares para Havana, assim como o turismo.

    Por meio da Opas, os médicos cubanos colaboraram na luta contra o Ebola na África e os problemas de visão na América Central e no Caribe, além de estarem presentes em países como Equador, Peru, Chile, México e Venezuela, entre outros.

    O fim da parceria com Cuba foi lamentado pelo governador eleito do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), que participava de encontro de governadores eleitos com Bolsonaro em Brasília no momento do anúncio da ilha.

    “É mais um problema para gestores estaduais e mais ainda para municípios, que estão quebrados. Município não tem capacidade de pagar os médicos para ficar nas comunidades”, disse Casagrande a jornalistas.

    “Seria melhor se fosse negociado um prazo pelo menos até o Brasil encontrar uma forma de substituição. Seria melhor, mas não tem clima né? Depois do que foi dito na campanha, fica difícil”, acrescentou.

    (Reportagem adicional de Eduardo Simões, em São Paulo, e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Novo presidente de Cuba faz primeira viagem aos EUA para denunciar embargo na ONU

    HAVANA (Reuters) - O novo presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, chegou a Nova York no domingo em sua primeira visita aos Estados Unidos, onde denunciará o embargo econômico norte-americano de décadas contra seu país na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), noticiou a mídia estatal.

    As tensões entre os inimigos da Guerra Fria se intensificaram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, endureceu o embargo no ano passado, na esteira da retomada das relações diplomáticas levada a cabo por seu antecessor, Barack Obama. Washington também alegou a ocorrência de uma série de ataques contra a saúde de seus diplomatas em Havana.

    O governo cubano disse que nenhum ataque aconteceu e que a gestão Trump está usando qualquer um que tenha ocorrido – se algum de fato ocorreu – como pretexto para escalar sua postura hostil contra a ilha comunista.

    Díaz-Canel, que assumiu a Presidência de seu mentor, Raúl Castro, em abril, discursará na Cúpula de Paz Nelson Mandela da Assembleia-Geral nesta segunda-feira e na própria Assembleia-Geral na quarta-feira, segundo o veículo estatal Cubadebate.

    Nesta sessão Cuba apresentará pelo 27º ano seguido uma resolução pedindo o fim do embargo comercial dos EUA contra a ilha.

    'Trazemos a voz de Cuba que, acima de tudo, vem denunciar a política anormal do bloqueio, uma política que já fracassou, continuará a fracassar e que é o bloqueio mais longo da história da humanidade', disse Díaz-Canel ao chegar, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores cubano.

    (Por Sarah Marsh)

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    Presidente de Cuba se encontra com senador dos EUA para debater tensão bilateral

    HAVANA (Reuters) - O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, se encontrou com o presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, Bob Corker, que está em Havana para debater as relações bilaterais tensas e 'outras questões de interesse mútuo', noticiou a mídia estatal na quinta-feira.

    Corker, republicano porém crítico frequente do presidente dos EUA, Donald Trump, é a autoridade norte-americana mais graduada a se reunir com Díaz-Canel desde que este sucedeu Raúl Castro em abril, e deve se aposentar do Senado no final deste ano.

    As relações entre os ex-inimigos da Guerra Fria se deterioraram ao longo do último ano devido à postura hostil de Trump com a ilha comunista e o que os EUA classificaram como uma série de 'ataques à saúde' de seus diplomatas em Havana.

    Cuba nega qualquer envolvimento, e autoridades do governo disseram não acreditar na ocorrência de nenhum dos ataques, que descreveram como um pretexto para justificar um conflito.

    Díaz-Canel deve viajar aos EUA para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana que vem, mas disse em uma entrevista exibida no domingo que não pode conversar com Trump enquanto o governo deste mantiver sua atitude 'anormal' em relação à ilha.

    O governo Trump endureceu o embargo comercial e de viagens a Cuba e reduziu drasticamente o número de funcionários de sua embaixada em Havana – de 50 para um máximo de 18.

    O Granma, jornal do Partido Comunista cubano, disse que a diplomata mais graduada dos EUA em Cuba, Mara Tekach, o ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, e o diretor do Ministério de Relações com os EUA, Carlos Fernández de Cossío, também participaram da reunião de quinta-feira.

    (Por Sarah Marsh e Nelson Acosta)

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    Presidente de Cuba diz que só fala com Trump se for tratado como igual

    HAVANA (Reuters) - O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, disse na primeira entrevista desde que tomou posse, em abril, que seu governo não pode conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enquanto o governo norte-americano mantiver atitude 'anormal' em relação à ilha comunista.

    'Queremos dialogar, mas precisa ser como iguais', disse Díaz-Canel na entrevista abrangente à rede de televisão venezuelana Telesur transmitida na noite de domingo, ecoando seu antecessor e mentor, Raúl Castro.

    'Não aceitamos imposições e não estamos dispostos a fazer concessões', disse.

    As relações Cuba-EUA se deterioraram rapidamente desde que Trump tomou posse e começou a revogar em parte as medidas históricas de reaproximação adotadas por seu antecessor, Barack Obama, depois de décadas de hostilidade.

    Elas também pioraram devido ao que Washington disse ser uma série de ataques à saúde de diplomatas radicados em Havana. Cuba nega qualquer envolvimento.

    'Cuba não ataca, Cuba defende, Cuba compartilha', disse Díaz-Canel, que se referiu muitas vezes a Fidel Castro, líder falecido da revolução de 1959, e ao seu irmão caçula, Raúl, durante a entrevista.

    Raúl, de 87 anos, continua à frente do Partido Comunista até 2021 e é 'como um pai' para Díaz-Canel, segundo o presidente de 58 anos, que contou que os dois conversam quase todos os dias.

    Díaz-Canel elogiou a aliança cubana de longa data com a Venezuela, e também disse que louvou a vitória presidencial do líder de esquerda Andrés Manuel López Obrador no México, que foi 'animadora' para a América Latina.

    Quanto ao projeto de uma nova Constituição sendo debatido em reuniões comunitárias em toda Cuba, Díaz-Canel disse que a retirada da palavra 'comunismo' não significa que o país está renunciando a esta aspiração.

    O documento, que deve substituir uma Constituição da época da Guerra Fria, ainda menciona o socialismo, que implica o comunismo, disse ele.

    Díaz-Canel ainda disse apoiar a proposta de mudança constitucional para permitir o casamento de pessoas do mesmo sexo.

    'Defendo que não exista nenhum tipo de discriminação', disse, embora caiba ao povo cubano decidir se inclui essa alteração.

    (Por Sarah Marsh e Marc Frank)

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    Presidente de Cuba aponta crescimento econômico aquém da expectativa após aprovação de nova Constituição

    Por Marc Frank

    HAVANA (Reuters) - A economia de Cuba cresceu menos do que o esperado na primeira metade de 2018, e a crise de liquidez em curso forçará um novo aperto no cinto, disse o presidente Miguel Díaz-Canel no domingo.

    Díaz-Canel, que substituiu o ex-presidente Raúl Castro em abril, discursou a parlamentares em uma reunião da Assembleia Nacional depois de estes debaterem e aprovarem uma Constituição reformulada.

    A nova Constituição procura manter o sistema socialista de partido único, mas instituir uma grande reorganização governamental e abrir caminho para o reconhecimento dos negócios privados e direitos para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Ela será submetida a debate público até novembro e depois a um referendo.

    O governo também está tentando fazer mudanças em sua economia centralizada de estilo soviético com a meta de criar um socialismo 'próspero e sustentável'.

    Desde que os preços do petróleo despencaram em 2014 e a Venezuela, o aliado mais próximo e principal parceiro econômico e fornecedor de petróleo do país, entrou em crise, as rendas em moeda estrangeira e as remessas de petróleo vêm caindo continuamente, o que obrigou a cortes nas importações e no uso de energia.

    A economia cresceu 1,1 por cento no primeiro semestre, disse Díaz-Canel, menos do que os 2 por cento previstos pelo governo para 2018 e o crescimento de 1,6 por cento do ano passado.

    O governo cubano disse que precisa crescer até 7 por cento ao ano para se desenvolver e se recuperar totalmente do colapso de sua antiga benfeitora União Soviética e, mais recentemente, da crise venezuelana.

    A queda de arrecadação levou Cuba a adiar os pagamentos de muitos fornecedores e parceiros de empreendimentos conjuntos nos últimos dois anos, como Havana admitiu.

    No domingo Díaz-Canel pediu ao país que trabalhe mais duro para melhorar a economia e 'restabelecer gradualmente a credibilidade financeira da nação'.

    Economistas cubanos estimam que o país precisa de um crescimento anual de até 3 por cento para empatar as contas.

    'A situação financeira continua tensa... forçando a adoção de medidas adicionais para controlar os recursos no segundo semestre', explicou Díaz-Canel, citando o clima ruim e a queda no turismo e em outras fontes de renda de exportação.

    (Reportagem adicional de Sarah Marsh e Nelson Acosta)

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