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    Mourão assina decreto que delega definição de sigilo de dados a comissionados

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, assinou decreto publicado nesta quinta-feira que muda as regras de classificação de informações secretas e ultrassecretas para permitir que servidores comissionados, dirigentes de autarquias e de empresas públicas, entre outros, possam determinar o sigilo de dados.

    O decreto, que altera a regulamentação da Lei de Acesso à Informação (LAI), prevê que a classificação de dados como ultrassecretos poderá ser delegada a altos cargos comissionados, a dirigentes máximos de autarquias, fundações, empresas públicas e de sociedades de economia mista.

    Uma informação classificada em grau ultrassecreto permanece 25 anos sob sigilo. Pelas regras anteriores ao decreto desta quinta-feira, essa definição só podia ser dada pelo presidente da República, pelo vice-presidente, por ministros e autoridades com mesmas prerrogativas, comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica, e chefes de missões diplomáticas e consulares permanentes no exterior.

    Já os dados definidos como secretos, sigilosos por 15 anos, também poderão ser classificados por comissionados em nível de direção e assessoramento, ou de hierarquia equivalente, desde que haja uma delegação da competência. Esse tipo de classificação já poderia ser determinado pelas autoridades autorizadas a classificar dados como ultrassecretos, titulares de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

    Para o secretário-geral da organização Contas Abertas, com o decreto a tendência é de aumento do volume de informações sigilosas.

    “Eu acredito q esse decreto seja um retrocesso no que diz respeito à transparência, ao acesso à informação e ao controle social, e acho que esse decreto simplesmente deveria ser revogado”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Dados de políticos alemães são publicados na internet; Merkel não é afetada

    Por Tassilo Hummel e Hans-Edzard Busemann

    BERLIM (Reuters) - Dados pessoais e documentos de centenas de políticos e figuras públicas da Alemanha foram publicados na internet, informou o governo alemão nesta sexta-feira, acrescentando que nenhuma informação sensível do gabinete da chanceler Angela Merkel foi divulgada.

    A agência nacional de defesa cibernética da Alemanha, BSI, se reuniu na manhã desta sexta-feira depois de receber a notícia das invasões virtuais, disse um porta-voz à Reuters.

    De acordo com a mídia alemã, hackers publicaram dados, incluindo detalhes de cartão de crédito e números de telefones celulares, de políticos de todos os principais partidos, menos da legenda de direita Alternativa para a Alemanha (AfD).

    'Dados pessoais e documentos pertencentes a centenas de políticos e figuras públicas foram publicados online', disse a porta-voz do governo, Martina Fietz, em entrevista coletiva.

    A julgar por uma revisão inicial, nenhuma informação sensível da chancelaria havia sido publicada, 'e isso inclui da chanceler', acrescentou.

    Políticos do partido de extrema-esquerda Linke estão entre os afetados, inclusive Dietmar Bartsch, líder do grupo na câmara baixa do Parlamento, segundo um porta-voz.

    A identidade dos hackers e seu motivo são desconhecidos, segundo a mídia.

    Citando fontes da BSI, o jornal Bild relatou que a rede interna segura do governo alemão não foi invadida.

    Um porta-voz da BSI disse à Reuters que a agência se reuniu para coordenar a reação das agências do governo federal, incluindo as de inteligência interna e externa.

    A agência cibernética começou a se reunir 'assim que tomamos conhecimento disto -- portanto hoje de manhã', disse o porta-voz, sem dar qualquer detalhe sobre o alcance da invasão.

    A ARD disse que, após uma primeira análise dos dados, jornalistas não detectaram nenhum conteúdo incriminador.

    (Por Tassilo Hummel e Hans-Edzard Busemann)

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    Venda de veículos no Brasil vai superar expectativas em 2018, deve avançar em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - A indústria automotiva do Brasil deve encerrar 2018 com crescimento acima do esperado nas vendas de veículos novos, e seguir avançando em 2019, mas a produção não vai acompanhar o ritmo, pressionada por recuo das exportações para a Argentina, quadro que deve começar a ser revertido apenas a partir da segunda metade do próximo ano, segundo estimativas da associação que representa o setor, Anfavea, divulgadas nesta quinta-feira.

    As vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil acumularam crescimento de 15 por cento de janeiro a novembro sobre um ano antes ante expectativa da Anfavea para 2018 de alta de 13,7 por cento. Já a produção nos 11 primeiros meses do ano subiu 8,8 por cento sobre o mesmo período ante uma previsão da entidade de alta de 11 por cento.

    'Felizmente erramos na previsão de vendas, deve encerrar o ano com uma alta de em torno de 15 por cento', disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a jornalistas. 'Quanto às exportações, achávamos que podíamos bater recorde neste ano, mas o número mais realista está mais próximo de 600 mil a 650 mil unidades', acrescentou.

    A Anfavea começou o ano apostando em exportações recordes de até 800 mil veículos, o que corresponderia a um crescimento de cerca de 4 por cento sobre 2017, mas no acumulado do ano até novembro as vendas externas registram queda de 15,3 por cento, a 597,4 mil unidades.

    A Argentina, que vive um quadro de forte queda na demanda por veículos em meio a uma crise econômica, é responsável por 70 por cento das exportações de veículos do Brasil. As vendas externas já tinham recuado em outubro e registraram nova queda em novembro, tombando 53 por cento no comparativo anual e 11,3 por cento no mensal, a 34,5 mil unidades.

    Segundo Megale, as medidas tomadas pelo governo argentino para lidar com uma forte desvalorização do peso, que incluem um pacote de ajuda negociado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), devem surtir efeito apenas em meados do próximo ano, levando a reboque o mercado local de veículos e as exportações brasileiras.

    Por conta dessa fraqueza nas vendas externas este ano, algo que a indústria nacional está tentando contornar com ampliação de exportações para mercados menores como Chile e Colômbia, a produção brasileira de veículos deve ficar abaixo das 3 milhões de unidades projetadas pela entidade, o que marcaria um crescimento de 11 por cento em 2018 ante alta de 8,8 por cento acumulada no ano até novembro.

    O que está segurando a indústria de veículos neste ano é o mercado interno, que segue impulsionado por melhora do apetite dos bancos em financiar compras em meio ao ambiente de aumento na confiança dos consumidores e empresários e juros da economia na mínima histórica. Em novembro, a média de venda de veículos novos por dia útil foi de 11,5 mil unidades, mesmo valor de outubro e considerado pelo presidente da Anfavea como 'importante' ao sinalizar um forte volume de vendas em dezembro, o mês mais movimentado de vendas da indústria.

    O presidente da Anfavea evitou fazer projeções precisas, mas disse que a entidade 'tem convicção' de que as vendas de veículos novos no Brasil em 2019 vão crescer pelo menos dois dígitos baixos, marcando um terceiro ano de expansão do setor. A expectativa é baseada nas projeções de alta do Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano, de 2,53 por cento, ante 1,3 por cento em 2018.

    Sobre a produção, o setor trabalha com um intervalo de crescimento de entre 5 e 10 por cento em 2019. Na véspera, o Instituto Aço Brasil (IABr), que reúne os produtores de aço do país, informou que a projeção para a produção de veículos em 2019 é de alta de 9 por cento.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Crise argentina afeta exportações de veículos e produção brasileira despenca em setembro

    SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil deve amargar uma redução de 8,6 por cento nas exportações de veículos neste ano por conta da crise na Argentina, previu nesta quinta-feira a entidade representativa das montadores brasileiras.

    A previsão é que o Brasil exporte este ano 700 mil veículos, ante estimativa no início do ano de embarques de mais de 800 mil unidades, disse nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

    'Várias de nossas empresas estão ajustando suas produções para a nova realidade das exportações, que é muito menor do que estávamos esperando no começo do ano', disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a jornalistas após divulgar dados do setor para o mês de setembro. [nE6N1RG00N]

    'A Argentina representa 70 por cento de nossas exportações e no mês passado a Argentina foi responsável por 50 por cento. Esperamos que as medidas que o governo de lá está tomando permitam à Argentina equacionar as suas dificuldades. Isso é muito importante para nós no Brasil', acrescentou.

    No acumulado do ano, as exportações de veículos do Brasil para a Argentina somam 363,1 mil unidades de um volume total vendido ao mercado externo de 524,3 mil. Um ano antes, as exportações acumuladas para a Argentina nos nove primeiros meses do ano tinham sido de 395,2 mil veículos.

    O executivo afirmou ainda que, além da Argentina, o México reduziu muito as importações do Brasil. 'Estamos com queda acumulada neste ano de 50 por cento ante o mesmo período do ano passado.' Também no acumulado do ano, as vendas de veículos produzidos no Brasil para o México somaram 34,9 mil unidades ante volume de 69,3 mil vendido no mesmo período de 2017.

    Com a queda nas exportações, a produção de veículos no Brasil caiu 23,5 por cento em setembro ante agosto, para 223,1 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela Anfavea.

    Megale comentou que apesar dos ajustes de produção feitos pelas montadoras em um ambiente de demanda menor que a esperada no início do ano o nível de emprego no setor não está ameaçado 'de maneira nenhuma'. A indústria automotiva encerrou setembro com 132.480 postos ocupados, um crescimento de 3,6 por cento na relação anual.

    Segundo o presidente da Anfavea, as montadoras estão tentando redirecionar produção para outros destinos, que incluem outros mercados na América do Sul, como Chile, Colômbia e Peru. As exportações de veículos e máquinas agrícolas em setembro somaram 990 milhões de dólares, queda de 23,6 por cento ante agosto e de 28,6 por cento sobre um ano antes.

    Na comparação com setembro de 2017, a produção teve queda de 6,3 por cento. Com o resultado, no acumulado de janeiro a setembro, o volume produzido alcançou 2,19 milhões de unidades, 10,5 por cento acima do total montado no mesmo período do ano passado.

    Os licenciamentos de veículos novos no mês passado caíram 14,2 por cento ante agosto e avançaram 7,1 por cento na comparação anual, para 213,3 mil unidades, segundo os dados da entidade. As vendas nos nove primeiros meses do ano somaram 1,85 milhão de veículos, 14 por cento a mais que o registrado um ano antes.

    PESADOS

    O destaque das vendas no mercado interno segue sendo o mercado de veículos pesados. As vendas de caminhões em setembro subiram 47,7 por cento na comparação anual, para 6,7 mil unidades, enquanto as de ônibus dispararam 73 por cento frente a números fracos do ano passado.

    'Poderíamos estar crescendo mais. Algumas condições econômicas, como financiamento, já permitem isso', disse Marco Saltini, vice-presidente da Anfavea sobre o segmento de caminhões.

    Questionado se o movimento nas vendas de caminhões é um desdobramento da introdução da tabela de fretes rodoviários, Saltini afirmou que trata-se mais de estratégia de renovação de frotas uma vez que empresas geradoras de carga seguem fazendo consultas sobre aquisições de veículos próprios, mas não estão fechando negócios. 'Há muitas consultas, muitas empresas pesquisando preços, mas ainda não houve negócios.'

    Sobre o cenário eleitoral, o presidente da Anfavea afirmou que a entidade espera que o ritmo de recuperação da economia 'se mantenha para o ano que vem'.

    'Entendemos que não vamos ter uma mudança radical no começo. Estamos vendo que, qualquer que seja o candidato eleito, eles entendem que é preciso fazer ajustes na economia. O nível de otimismo na economia vai depender da velocidade com que as reformas forem implementadas', disse Megale.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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