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    Haddad cobra participação de Bolsonaro em debates e diz que vai 'até em uma enfermaria' se necessário

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, cobrou de seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), a participação em debates e disse que irá “até uma enfermaria” para debater com ele os problemas do Brasil.

    “Nosso receio é que ele busque subterfúgios para não debater. Eu estou disposto a ir até uma enfermaria para debater com ele”, disse o petista em entrevista coletiva, em São Paulo.

    Haddad afirmou que em um debate não há como se “acovardar” e que é preciso discutir cara a cara os problemas do Brasil e os programas de governo.

    O candidato foi informado ao final da entrevista que uma junta médica não liberou Bolsonaro para atividades de campanha, e repetiu sua disposição.

    'Eu vou na enfermaria em que ele estiver. Não tenho problema em tratar nenhum tema, mas vamos tratar como adultos, não fazendo criancice na internet”, disse Haddad. “Faço o que ele quiser para ele fale o que pensa.'

    Haddad criticou ainda a postura de Bolsonaro em relação a casos de violências, como o assassinato do Mestre Moa, mestre capoeirista, em Salvador, por um simpatizante do candidato do PSL, em meio a uma discussão política. Bolsonaro afirmou que lamentava mas não podia controlar seus apoiadores.

    'As pessoas têm falado muito de direitos trabalhistas e sociais, mas os civis e políticos também estão ameaçados. Temos que conter essa escalada de violência e tem que ser pelo voto. Não podemos responder com violência à violência', defendeu.

    O petista afirmou ainda saber que será necessário buscar apoios além do que chama partidos progressistas --PSOL, PSB e PDT-- para vencer Bolsonaro no segundo turno e disse que trabalha para obter outros apoios na sociedade.

    'Temos convicção de que temos que ampliar (o apoio) para expressivos setores da sociedade. Então entendemos que, para além das forças políticas, temos que ampliar o conjunto de apoios sociais', afirmou.

    VENEZUELA

    Haddad foi questionado algumas vezes sobre sua posição em relação à Venezuela, que enfrenta uma crise social e uma escalada autoritária. O petista evitou responder se considera o país hoje uma ditadura e repetiu que o Brasil não pode interferir ou tomar partido em questões internas, mas sim servir de mediador.

    'O papel do Brasil é de líder do continente. Devemos ajudar países que estão com problemas a encontrar o caminho da soberania nacional. Não precisamos tomar partido', afirmou.

    Disse ainda que não poderia, por exemplo, autorizar uma base dos Estados Unidos no Brasil, na fronteira venezuelana, porque o Brasil não ganharia nada com isso.

    'Quem ganharia seriam as petroleiras americanas. Onde tem petróleo é preciso ter juízo', disse, alegando que o interesse crescente dos Estados Unidos na região seria por conta do petróleo venezuelano.

    ERROS DO PT

    Haddad foi mais uma vez questionado sobre a necessidade de um mea-culpa sobre os erros de seu partido nos últimos anos, e afirmou que já falou e escreveu várias vezes sobre isso. Elencou entre os erros, por exemplo, a política de desonerações adotada pela então presidente Dilma Rousseff.

    No entanto, o maior erro petista, na sua visão, foi o partido não ter feito uma reforma política no início do governo Lula, e ter acabado com o financiamento privado de campanhas.

    'Isso abriu brechas para que pessoas em todo sistema político se comportassem de maneira equivocada. O financiamento empresarial deu problema em todos os lugares onde existiu', disse. 'Tínhamos que ter enfrentado isso na primeira hora. Não há como controlar isso, então tem que proibir.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Candidato a vice, Mourão diz que quer substituir Bolsonaro em debates

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a vice-presidente na coligação de Jair Bolsonaro, o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta terça-feira que pretende representar o colega de chapa em debates e sugeriu até uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir sua presença.

    'Vai depender da autorização do tribunal, porque vamos lembrar que quando estava aquela situação do Lula e Haddad não foi permitido, apesar de serem situações distintas. A gente pode tentar, vamos ver isso aí, solicitar ao tribunal que autorize, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa', disse Mourão a jornalistas, após desembarcar em Brasília.

    Formalmente, porém, cabe à cúpula da chapa acionar o TSE sobre essa possibilidade de substituição temporária de Bolsonaro em compromissos de campanha na TV.

    Líder nas pesquisas eleitorais, Bolsonaro foi esfaqueado na semana passada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), onde passou por uma cirurgia de emergência, e se recupera internado em um hospital em São Paulo.

    Mourão disse que continua com a mesma atuação na campanha de antes, participando de reuniões com grupos de empresários, associações comerciais, produtores rurais e palestras em grupos fechados. Questionado se seria o caso de ir a eventos na rua, ele disse que pode ir em 'alguns', porque não é 'da rua'.

    'O cara da rua é ele. Ele que é o mito, o líder de massa', disse. 'Semana que vem vou a São Paulo. Ao interior, mas esse negócio de ser carregado pelos ombros, isso pertence a ele, não a mim', completou o candidato a vice.

    Mourão afirmou que a segurança dele tem sido feita por amigos e considerou que, por enquanto, não é o caso de contar com escolta.

    (Por Ricardo Brito)

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    PT vai usar pedido de comitê da ONU para tentar garantir Lula em debates

    (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que o PT irá usar o pedido do Comitê de Direitos Humanos pela garantia dos direitos políticos de Lula durante a campanha eleitoral, para ingressar na Justiça para que o ex-presidente possa participar dos debates.

    'Agora com essa determinação da ONU, nós vamos ingressar na Justiça com esse aval das Nações Unidas para que as prerrogativas da candidatura sejam respeitadas”, disse Haddad, depois de sair de mais uma visita a Lula em Curitiba, onde o ex-presidente está preso há pouco mais de quatro meses.

    De acordo com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o pedido incluirá que Haddad possa participar dos debates no caso de impedimento de Lula.

    Haddad afirmou ainda que o partido está otimista porque “é muito raro que um país desafie as Nações Unidas, especialmente países como o Brasil, que subscreveram tratados internacionais.

    “O Estado brasileiro vive um período de democracia desde 1985, não vai desafiar uma recomendação como essa porque tem força no nosso ordenamento jurídico. Vamos aguardar, mas vamos conversar com o país todo nas nossas andanças”, afirmou.

    Na última sexta-feira, a defesa de Lula comemorou pedido do Comitê de Direitos Humanos da ONU, um órgão formado por especialistas independentes eleitos, que trata do cumprimento dos direitos políticos dos cidadãos dos países signatários do tratado que o constituiu.

    O comitê, que não analisou o mérito do caso de Lula, apontou que pode haver dano irreparável e pediu ao Estado brasileiro que o ex-presidente tenha garantido o direito de concorrer à Presidência até que todos os recursos sobre sua condenação sejam julgados e que Lula também tenha garantidos os direitos de campanha, inclusive acesso à imprensa.

    O governo brasileiro é signatário do tratado que criou o comitê e que admite o órgão como tendo jurisdição sobre os países. A reação do governo brasileiro, no entanto, foi fria. Em nota, o Itamaraty afirmou que a decisão seria encaminhada ao Judiciário mas teria apenas caráter de recomendação.

    CAMPANHA

    Haddad informou ainda que começa na terça-feira um périplo por cinco Estados do Nordeste --Bahia, Paraíba, Sergipe, Maranhão e Rio Grande do Norte-- para colocar a campanha de Lula na rua e levar o apoio do ex-presidente ao candidados do partido e aliados.

    “Temos a oportunidade de colocar a campanha na rua, o nome do Lula na campanha e levar ao conhecimento das pessoas essa determinação e o plano de governo de Lula”, disse o ex-prefeito de São Paulo.

    Na maior parte dos Estados do Nordeste, as pesquisas eleitorais indicam uma larga margem de intenção de votos para o ex-presidente, em alguns casos ultrapassando 50 por cento. A avaliação do PT é que Haddad, indicado para substituir Lula com a provável impugnação da candidatura, precisa começar a aparecer para esses eleitores como o indicado do ex-presidente.

    Condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do tríplex do Guarujá, Lula deve ter sua candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa.

    (Por Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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