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    Quase 1.000 ainda estão desaparecidos após pior incêndio florestal da Califórnia

    Por Terray Sylvester

    (Reuters) - Serviços de emergência vasculharam os destroços carbonizados do pior incêndio florestal da história do Estado norte-americano da Califórnia no domingo, buscando sinais das quase 1.000 pessoas que se acredita ainda estarem desaparecidas enquanto equipes progrediam no controle das chamas.

    Os restos mortais de 77 pessoas foram recuperados, informou na noite de domingo o escritório do xerife do condado de Butte, que reduziu o número de desaparecidos de 1.276 para 993.

    O Incêndio Camp irrompeu no norte da Califórnia em 8 de novembro, e na semana passada praticamente arrasou Paradise, cidade montanhosa de quase 27 mil habitantes localizada cerca de 145 quilômetros ao norte da capital Sacramento.

    As autoridades disseram que ele consumiu cerca de 60 mil hectares e estava 65 por cento contido na noite de domingo, cinco por cento a mais do que no dia anterior, e a perspectiva de uma grande tempestade a partir da noite de terça-feira alimentou a esperança de que essa percentagem aumente no decorrer da semana.

    Elas disseram, porém, que não acreditam conter totalmente o fogo antes de 30 de novembro.

    Até 10 centímetros de chuva estão previstos para o norte de San Francisco entre a noite de terça-feira e a sexta-feira, disse Patrick Burke, meteorologista do Centro de Previsões do Serviço Nacional do Clima, em Maryland.

    'Este sistema climático está estacionado'.

    A chuva também tornaria mais difícil para as equipes forenses vasculhar a cinza e a sujeira em busca dos ossos dos mortos. 'A chuva perturbará facilmente o solo onde os restos podem ser encontrados', explicou Burke.

    Patologistas da Universidade de Nevada de Reno trabalharam durante o final de semana enquanto bombeiros removiam destroços, coletando pedaços de ossos queimados e fotografando tudo que possa ajudar na identificação das vítimas.

    A tempestade, que deve provocar ventos moderados de 24 a 32 quilômetros por hora, também pode causar problemas para as pessoas que bateram em retirada, centenas das quais estão abrigadas em barracas e carros.

    Não está claro quantas pessoas necessitam de abrigo, mas até 52 mil foram obrigadas a se retirar.

    'Embora não seja uma tempestade excepcionalmente forte, os incêndios recentes tornam os deslizamentos de lama em colinas e declives um verdadeiro perigo', disse Burke.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Número de desaparecidos em pior incêndio da história da Califórnia supera 600

    Número de desaparecidos em pior incêndio da história da Califórnia supera 600

    Por Terray Sylvester

    PARADISE, Estados Unidos (Reuters) - As buscas por vítimas de um incêndio catastrófico que reduziu uma cidade do norte da Califórnia a cinzas foi intensificada nesta quinta-feira, quando as autoridades elevaram para 630 o número de pessoas dadas como desaparecidas durante o incêndio florestal mais letal e destrutivo da história do Estado norte-americano.

    Foram confirmadas as mortes de ao menos 63 pessoas no Incêndio Camp, que irrompeu uma semana atrás no sopé das colinas desidratadas pela seca em Sierra, localizada 280 quilômetros ao norte de San Francisco, e hoje é considerado um dos incêndios florestais mais fatais nos Estados Unidos desde a virada do século.

    As autoridades atribuíram o saldo de mortes elevado em parte à velocidade assombrosa com que a chamas, atiçadas pelo vento e alimentadas por arbustos e árvores ressecados, se propagaram por Paradise, cidade de 27 mil habitantes.

    Quase 12 mil casas e edifícios, incluindo a maior parte da cidade, foram consumidos na noite de quinta-feira passada, horas depois de o incêndio começar, disse o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire).

    O que sobrou foi uma vastidão fantasmagórica e enfumaçada de terrenos vazios cobertos de cinzas, destroços retorcidos e escombros.

    Milhares de outras estruturas ainda estão ameaçadas pelo incêndio, e até 50 mil pessoas receberam ordens de retirada no auge do incêndio. Um exército de bombeiros, muitos de Estados distantes, luta para conter e suprimir as chamas.

    A cifra revisada de 630 indivíduos cujo paradeiro e destino são desconhecidos é mais do que o dobro dos 297 listados no início do dia pelo escritório do xerife do condado de Butte.

    O xerife Kory Honea informou que quase 300 pessoas de quem inicialmente não se tinha notícias foram encontradas vivas. Ele disse que a lista de desaparecidos continuará oscilando, já que nomes são acrescentados e outros retirados, seja porque se descobriu estarem em segurança ou porque foram identificados entre os mortos.

    O saldo mais alto de mortes confirmadas e o número crescente de pessoas de quem não se tem notícias foram divulgados em uma coletiva de imprensa noturna de Honea, que disse que os restos de mais sete vítimas do Incêndio Camp foram localizados desde a quarta-feira, quando a cifra era de 56.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mais de 1 mil pessoas continuam desaparecidas nos EUA uma semana após furacão Michael

    Mais de 1 mil pessoas continuam desaparecidas nos EUA uma semana após furacão Michael

    Por Brian Snyder

    PANAMA CITY BEACH, Flórida (Reuters) - Mais de 1 mil pessoas continuavam desaparecidas nesta quarta-feira, uma semana depois de o furacão Michael ter arrasado comunidades da Flórida e matado ao menos 27 pessoas nos Estados Unidos.

    Equipes formadas por centenas de voluntários da CrowdSource Rescue, organização sediada em Houston, estão buscando mais de 1.135 pessoas da Flórida que perderam contato com amigos e familiares, disse o cofundador da entidade, Matthew Marchetti.

    A maioria dos desaparecidos é de Panama City e muitos são idosos, deficientes, pobres ou moram sozinhos, detalhou Marchetti.

    As autoridades da Flórida não forneceram uma cifra das pessoas consideradas desaparecidas. Essas pessoas podem estar com amigos e familiares, portanto não se supõe que estejam necessariamente mortas.

    Destroços e árvores e linhas de energia caídas vêm dificultando o acesso a pessoas isoladas, mas a CrowdSource disse que vários de seus relatos sobre pessoas desaparecidas resultaram da interrupção generalizada dos serviços de telefonia e eletricidade.

    O saldo de mortes inclui 17 na Flórida, uma na Geórgia, três na Carolina do Norte e seis na Virgínia, de acordo com uma soma de relatórios oficiais feita pela Reuters. Autoridades disseram que legistas estão determinando se quatro outras mortes na Flórida foram causadas pela tempestade.

    O Michael se abateu sobre o litoral noroeste da Flórida na quarta-feira passada com ventos contínuos de 250 quilômetros por hora, e o avanço da água do mar foi tamanho que demoliu casas.

    Cerca de 35 mil moradores da Flórida ligaram para a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (Fema) pedindo ajuda desde então, e a agência já aprovou um milhão de dólares de assistência a pessoas dos 12 condados em questão, disse o porta-voz Ruben Brown em Tallahassee.

    A Fema distribuiu cerca de 4,5 milhões de refeições, mais de 5 milhões de litros de água e 9 milhões de conjuntos para crianças pequenas e de colo, informou ele.

    Em Mexico Beach, que foi atingida diretamente, o número de desaparecidos diminuiu para três na terça-feira, disse Rex Putnal, um conselheiro municipal – um dia antes eles passavam de 30. A cidade de 1.200 habitantes havia relatado duas fatalidades na segunda-feira.

    Quase 163 mil lares e negócios continuam sem energia no sudeste dos Estados Unidos, e os moradores de cidades costeiras vitimadas são obrigados a cozinhar em fogueiras e grelhas de churrasco.

    (Reportagem adicional de Terray Sylvester e Bernie Woodall, na Flórida; Steve Gorman, em Los Angeles; Andrew Hay, no Novo México; Brendan O'Brien, em Milwaukee; Jonathan Allen e Gabriela Borter, em Nova York; e David Shepardson, em Washington)

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