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    Rússia afirma que enviou 'especialistas' para a Venezuela

    Por Tom Balmforth e Maxim Rodionov

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia afirmou nesta quinta-feira que enviou 'especialistas' para a Venezuela sob um acordo militar de cooperação, mas disse que eles não oferecem ameaça à estabilidade regional, em resposta a um pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela completa retirada de militares russos do país sul-americano.

    Trump disse na quarta-feira que 'todas as opções' estavam sobre a mesa para que a retirada acontecesse, após dois aviões da Força Aérea russa pousaram no aeroporto internacional de Caracas no sábado levando cerca de 100 militares, segundo informado pela mídia.

    Na recente crise política venezuelana, a Rússia apoiou o presidente Nicolás Maduro, ao passo que os Estados Unidos apoiam o líder da oposição, Juan Guaidó, além de terem imposto sanções.

    Um adido militar venezuelano em Moscou disse nesta quinta-feira que foram enviados 'integrantes das Forças Armadas russas' para a Venezuela, mas que eles não vão participar de operações militares, segundo a agência de notícias Interfax.

    'A presença de militares russos na Venezuela está relacionada à discussão de cooperação no campo técnico-militar', disse o adido militar José Rafael Torrealba Pérez, de acordo com a Interfax.

    Em entrevista coletiva mensal, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, descreveu os enviados como apenas 'especialistas russos'.

    'A Rússia não está mudando as relações de poder na região, a Rússia não está ameaçando ninguém, diferentemente de cidadãos (autoridades) em Washington', disse.

    'Especialistas russos desembarcaram na Venezuela em linha com o previsto por um acordo bilateral intergovernamental sobre cooperação técnico-militar. Ninguém cancelou esse documento', acrescentou.

    Em janeiro, Guaidó evocou a Constituição para assumir uma Presidência interina da Venezuela, apontando que a reeleição de Maduro, em 2018, foi ilegítima.

    Maduro, que detém o controle das funções estatais e das forças militares do país, afirma que Guaidó é uma marionete dos EUA.

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    Militares russos estão em Caracas mas não participarão de operações, diz adido militar

    MOSCOU (Reuters) - Integrantes das Forças Armadas russas chegaram à Venezuela, mas não vão participar de operações militares, disse o adido militar venezuelano em Moscou, segundo a agência de notícias Interfax, nesta quinta-feira.

    Uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, em sequência, afirmou que a Rússia enviou uma equipe de especialistas para a Venezuela, a pedido do governo de Caracas, a fim de discutir uma cooperação militar.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu à Rússia na quarta-feira que retirasse as tropas da Venezuela, e disse que 'todas as opções' estavam sobre a mesa para que isso acontecesse.

    Dois aviões da Força Aérea russa pousaram no aeroporto internacional Caracas no sábado levando cerca de 100 soldados, segundo informado pela mídia. A Rússia, até o momento, se negava a comentar as informações.

    'A presença de oficiais russos na Venezuela está conectada à discussão de cooperação no campo técnico-militar', disse o adido militar José Rafael Torrealba Pérez, de acordo com a Interfax.

    A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, afirmou em sua coletiva semanal, realizada nesta quinta-feira, que 'a Rússia não está mudando as relações de poder na região, a Rússia não está ameaçando ninguém, diferentemente dos cidadãos (autoridades) em Washington'.

    'Especialistas russos desembarcaram na Venezuela em linha com o previsto por um acordo bilateral intergovernamental sobre cooperação técnico-militar. Ninguém cancelou esse documento', disse.

    Na recente crise política venezuelana, a Rússia e a China apoiaram o presidente Nicolás Maduro, ao passo que os Estados Unidos e a maioria dos países ocidentais, incluindo o Brasil, apoiaram o líder da oposição, Juan Guaidó. Em janeiro, Guaidó evocou a Constituição para assumir uma Presidência interina da Venezuela, apontando que a reeleição de Maduro, em 2018, foi ilegítima.

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