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    Petrobras anuncia mecanismo que permite manter preço do diesel por até 7 dias na refinaria

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - A diretoria da Petrobras aprovou um mecanismo financeiro de proteção complementar à política de preços do diesel, semelhante ao utilizado na gasolina, que permitirá à companhia manter a cotação do produto estável nas refinarias por um período de até sete dias em momentos de elevada volatilidade, informou a petroleira em comunicado nesta sexta-feira.

    O anúncio ocorre às vésperas do término da subvenção econômica oferecida pelo governo, previsto para 31 de dezembro. O subsídio foi tomado em meados do ano para atender a reivindicações de caminhoneiros, que fizeram paralisações históricas em maio justamente em razão da alta nos preços do diesel.

    Segundo a Petrobras, o mecanismo de proteção complementar dá 'flexibilidade adicional' à gestão da política de preços do diesel, 'conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral'.

    A companhia destacou que terá a opção de aplicar o mecanismo logo após o encerramento do programa de subvenção.

    'A Petrobras escolherá os momentos em que aplicará o instrumento, considerando a análise de conjuntura, em cenários de elevada volatilidade do mercado. Não há, portanto, previsão de aplicação imediata e automática', frisou a empresa.

    Segundo a estatal, os princípios de preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado continuam em vigor, assim como a correlação com as variações do preço do diesel no mercado internacional e a taxa de câmbio, disse a estatal.

    Em seu comunicado, a Petrobras não detalhou como funcionará tal mecanismo para o diesel. O hedge para a gasolina, adotado em setembro, é calcado em contratos futuros do combustível nos Estados Unidos e permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

    Ainda em setembro, o CEO da estatal, Ivan Monteiro, disse que algo semelhante poderia ser utilizado para o diesel.

    A política de reajustes quase que diários nos preços de diesel e gasolina está em vigor desde julho de 2017. Atualmente, as cotações desses produtos nas refinarias estão em 1,8088 real e 1,5087 real por litro, respectivamente.

    'É importante lembrar que o preço do diesel da Petrobras se refere ao produto vendido nas refinarias para as distribuidoras. Esse preço representa apenas uma parcela do valor do combustível vendido nos postos ao consumidor final, já que entram na composição de preços ao consumidor, ainda, o custo do biodiesel, os tributos e as margens de distribuidoras e revendedores', concluiu a petroleira.

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    Diesel da Petrobras cai 15,3%, tem menor valor desde março

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras anunciou nesta quinta-feira uma redução de 15,3 por cento no preço médio do diesel praticado em suas refinarias e terminais, em linha com as novas referências do programa de subvenção do governo, divulgadas na véspera pela reguladora ANP.

    Em comunicado, a petroleira disse que o valor caiu para 1,7984 real por litro, de 2,1228 reais. A cotação, a menor desde meados de março, valerá até 15 de dezembro.

    A redução ocorre em meio a um cenário de preços do petróleo mais baixos no mercado internacional, dadas a ampla oferta e a perspectiva de demanda enfraquecida.

    Na quarta-feira à noite, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis informou que os preços de comercialização do diesel, que regulam o programa de subvenção, tiveram redução semelhante à apontada pela Petrobras, variando de 1,7546 real a 1,9006 real por litro de região para região.

    Seguindo o preço de comercialização, as empresas ficam habilitadas a receber os subsídios, que podem ser de até 30 centavos de real por litro, dependendo das condições de mercado.

    O programa de subvenção foi criado em junho deste ano, como resposta do governo a uma greve histórica de caminhoneiros.

    A Petrobras já recebeu cerca de 3,8 bilhões de reais em ressarcimentos do programa de subsídios.

    'A companhia continuará a análise econômica do programa de subvenção para o período subsequente', destacou a petroleira no comunicado desta quinta-feira.

    Desde junho, quando teve início o programa de subsídios, o diesel da Petrobras acumula queda de cerca de 11,5 por cento.

    Na semana passada, a ANP afirmou que, diante da forte queda do petróleo no mercado internacional, já vê chances de antecipar fim de subsídio do diesel.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Macron reage a revolta contra aumento do diesel após protestos violentos em Paris

    Por Richard Lough e Michel Rose

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, pego de surpresa por manifestações violentas contra aumentos no imposto do diesel, afirmou nesta segunda-feira que os protestos ameaçam manchar a imagem do país no exterior, e disse que o governo precisa ouvir a revolta dos eleitores.

    Os 10 dias de tumultos, que no sábado transformaram algumas avenidas de Paris em campos de batalha, afetaram Macron no momento em que ele tenta reagir a uma queda acentuada de popularidade, e voltaram a lhe render acusações de falta de sintonia com o eleitorado.

    Mas o líder francês não deu sinais de que reverterá os aumentos, que diz serem necessários para ajudar a impulsionar energias mais verdes, mas agora está sinalizando a disposição de suavizar o impacto para motoristas de baixa renda.

    No sábado a polícia usou gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha contra milhares de manifestantes que destruíram restaurantes e vitrines e incendiaram lixeiras no Champs-Élysèes, bairro de alta classe que atrai muitos turistas.

    'Não deveríamos subestimar o impacto destas imagens de Champs-Élysèes... com cenas de batalha que foram transmitidas pela mídia na França e no exterior', disse o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, repetindo as palavras do presidente.

    Agora em sua segunda semana nas ruas, os manifestantes dos 'coletes amarelos' bloquearam ruas de todo o país, às vezes impedindo o acesso a depósitos de combustível, shopping centers das periferias e fábricas.

    'Por trás desta raiva obviamente há algo mais profundo a que devemos responder, porque esta raiva, estas ansiedades existem há muito tempo', disse Griveaux.

    Os manifestantes estarão esperando respostas concretas de Macron quando ele e seu ministro do Meio Ambiente divulgarem uma nova estratégia energética de longo prazo na terça-feira.

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    Governo avalia mudança em subsídio ao diesel e pode gastar R$4,75 bi a menos, diz fonte

    Por Marta Nogueira e Marcela Ayres

    RIO DE JANEIRO/BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal deverá publicar nesta semana um decreto que prevê a retirada gradual das subvenções ao diesel já a partir de agora, diante da queda do barril do petróleo e da desvalorização do dólar ante o real, disseram à Reuters três fontes próximas às discussões.

    O governo poderá gastar 4,75 bilhões de reais a menos do que o previsto neste ano com as subvenções, ou metade do montante inicialmente fixado para os subsídios, segundo uma das fontes. O programa foi criado para terminar no fim de dezembro.

    A mesma fonte, que pediu para ficar no anonimato, explicou que o texto do decreto já foi finalizado pela equipe econômica e aguarda agora a deliberação da Casa Civil para ser publicado no Diário Oficial.

    A mudança, na avaliação das três fontes, seria possível diante do comportamento do petróleo e do dólar.

    O preço do petróleo Brent perdeu quase 7 por cento em valor neste mês, com o mercado a caminho da maior queda percentual desde julho de 2016. À medida que a eleição se definiu, o dólar recuou para o seu menor valor em cinco meses, reduzindo o montante em reais necessário para importações.

    O programa de subsídios ao diesel foi lançado em junho, como resposta do governo a uma greve história dos caminhoneiros no mês anterior. O movimento protestou contra os altos preços do combustível.

    Inicialmente, não havia a previsão de que as subvenções fosse retiradas de forma gradual.

    Com a redução do subsídio, a União poderá economizar parte dos recursos, realizando um resultado primário melhor que o previsto.

    Sem contar com a ajuda nessa frente, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, já havia previsto que o déficit do setor público consolidado poderia fechar 2018 por volta de 125 bilhões de reais, bem abaixo do rombo 161,3 bilhões de reais estipulado como meta fiscal.

    Procurado, o Ministério da Fazenda não comentou o assunto imediatamente.

    Por meio do programa de subsídios, produtores do diesel, como a Petrobras, e importadores que aderiram ao plano devem praticar preços em limites estabelecidos pelo governo, sendo ressarcidos posteriormente em até 30 centavos por litro, dependendo de condições de mercado.

    Até o início de outubro, apenas cerca de 1,6 bilhão de reais haviam sido desembolsados para o pagamento de subsídios. Depois disso, a ANP (responsável pelos pagamentos) chegou a liberar novos pagamentos, mas não publicou um balanço completo de quanto foi pago.

    (Por Marta Nogueira e Marcela Ayres)

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    Temer veta obrigação de distribuidoras revelarem política de preços de combustíveis

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer vetou parcialmente o Projeto de Lei de Conversão que dispõe sobre a concessão de subvenção à comercialização de óleo de diesel no país, retirando obrigação de as distribuidoras fornecerem informações sobre suas políticas de formação de preços, segundo despacho no Diário Oficial da União.

    O chamado PLC nº 23 deriva da Medida Provisória nº 838/18, assinada após os protestos de caminhoneiros, que instituiu a subvenção ao óleo diesel, com o objetivo de permitir maior controle sobre os preços do combustível nas refinarias pelo menos até 31 de dezembro, quando o programa deverá ser extinto.

    Ao decidir pelos vetos, Temer alegou 'inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público'.

    Um dos pontos vetados por Temer estabeleceria a obrigatoriedade de as distribuidoras fornecerem informações sobre suas políticas de formação de preços. O outro refere-se à divulgação, pela reguladora Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de análise relativa a essas políticas.

    O pedido para os vetos partiu do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

    'Os dispositivos incorrem em inconstitucionalidade... não se mostrando adequados quanto aos critérios de necessidade e de proporcionalidade em sentido estrito. Ademais, podem se configurar também contrários ao interesse público, na medida em que diminuirão a atratividade do mercado para os atuais e novos agentes, com consequente diminuição de competitividade no setor', destacou o ministério ao justificar os vetos.

    Conforme o despacho, os vetos presidenciais serão levados à apreciação do Congresso Nacional.

    Confira a íntegra do despacho na página do Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=05/10/2018&jornal=515&pagina=4&totalArquivos=171

    (Por José Roberto Gomes)

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    Avaliação de alta do diesel após fim de subsídio é alarmista, diz ANP

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acredita que declarações de integrantes do setor privado sobre uma suposta elevação relevante dos preços do diesel na virada do ano, quando acaba o programa de subsídio, são alarmistas, porque não se sabe o que irá acontecer com as cotações, disse o diretor-geral da autarquia, Décio Oddone.

    'É alarmista porque (estamos a) três meses (do fim do programa), já está se fazendo uma previsão de que os preços vão subir, pode ser verdade, pode não ser verdade, ontem o câmbio caiu abaixo de 4, pode cair mais, pode cair o petróleo', afirmou Oddone, ao chegar para a 5ª rodada de licitação de blocos no pré-sal sob regime de partilha.

    Ele defendeu que o programa 'não deveria nem ter começado' e que o subsídio precisa acabar.

    'Acho que isso é alarmista, acho que a gente tem que procurar sair dessa situação pelas vias do mercado, e o que nós recomendamos para isso é deixar as regras de mercado funcionarem, estabelecer mais competição em toda a cadeia, mais transparência na divulgação de preços, é só isso que no longo prazo vai nos dar estabilidade', afirmou Oddone.

    Na véspera, o presidente da BR Distribuidora, maior empresa do setor no Brasil, Ivan de Sá, afirmou que não há clareza sobre o que acontecerá ao fim dos subsídios, ao final do ano.

    'Obviamente estamos preocupados em saber qual o nível de preços que terá na virada do ano, a gente tem visto o dólar e o petróleo subindo, isso causa uma preocupação em termos do nível do preço do combustível que irá ser praticado', disse Sá.

    (Por Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier)

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    FCStone vê risco para oferta de diesel com subsídio e de perdas para Petrobras

    Por Marta Nogueira e Roberto Samora

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A consultoria INTL FCStone vê risco para o suprimento de diesel no Brasil no último trimestre deste ano, devido a problemas no pagamento e no cálculo de subsídios ao combustível, o que tem levado a Petrobras a elevar importações, enquanto concorrentes param operações.

    Lançado em junho, o programa de subvenção foi uma resposta a uma histórica paralisação dos caminhoneiros, que protestaram em maio contra os altos preços do combustível. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas.

    Importadores privados já alertaram anteriormente que, nos valores atuais do subsídio, não compensa importar e esperar o recebimento da subvenção, cujos montantes já pagos não passam de 200 mil reais, em um mercado que gira bilhões.

    A FCStone também apontou que os valores adotados para o cálculo dos subsídios pela agência reguladora ANP, responsável pelos pagamentos, estão 'muito abaixo do praticado pelo mercado' e que, até o momento, a grande maioria das empresas não foi paga.

    Nesse cenário, muitas empresas estão sem liquidez para realizar novas operações e têm incertezas se a subvenção ocorrerá de fato, apontou a consultoria.

    'A importação privada está paralisada e a Petrobras é praticamente o único agente a trazer produto para o Brasil, salvo raras exceções', afirmou em nota representante da área de Petróleo, Gás e Derivados da INTL FCStone, Thadeu Silva.

    Desde o lançamento do programa, a ANP liberou apenas 185.749 reais para poucas companhias. A Petrobras, por exemplo, ainda não recebeu e espera até 2,5 bilhões de reais dentro de duas semanas, informou a Reuters na véspera.

    Ao ser procurada para falar sobre o assunto, a ANP tem afirmado que 'não há qualquer risco de desabastecimento de diesel'.

    As ações preferenciais da Petrobras operavam em alta de mais de 3 por cento, por volta das 15h, enquanto o petróleo Brent avançava quase 1 por cento no mesmo horário.

    DEMANDA AGRÍCOLA

    O ambiente poderá se agravar com o esperado aumento da demanda por diesel nos últimos meses do ano, devido ao maior consumo sazonal do setor agrícola, que está em expansão.

    Em meio à evolução na safra de grãos, a FCStone prevê que o consumo anual de diesel no Brasil apresente alta de 0,32 por cento neste ano em relação ao volume total em 2017 e alcance 50,13 milhões de metros cúbicos (m³) neste ano.

    'Caso não haja mudança na política de precificação de diesel por parte da ANP e o início do pagamento da subvenção, teremos desabastecimento de diesel nos últimos meses do ano ou a Petrobras terá que arcar sozinha com o prejuízo de suprir a totalidade do mercado brasileiro com arbitragem negativa', disse Silva.

    Procurada nesta terça-feira, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

    Na véspera, a empresa informou em nota à Reuters que 'as margens de lucro da Petrobras nas importações estão preservadas, na medida em que a companhia aplica preços para o diesel alinhados à paridade internacional, conforme dispõe sua política de preços para o derivado'.

    Ao contrário de suas concorrentes, a petroleira defende que o programa de subsídio 'gera resultados aderentes ao esperado pela política de preços da Petrobras vigente' e declarou que a empresa 'possui infraestrutura logística eficiente, que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes'.

    AGRAVAMENTO

    A FCStone frisou que as condições domésticas da oferta de óleo diesel se agravaram após a explosão na Refinaria de Paulínia-SP (Replan) da Petrobras, no mês passado, que reduziu a capacidade de produção do combustível em 50 por cento.

    A consultoria projeta que o Brasil precisará importar cerca de 5,5 milhões de m³ (130 navios com capacidade de 42 mil m³) durante os próximos quatro meses para equilibrar o balanço doméstico de oferta e demanda em 2018.

    A necessidade de importar 1,37 milhão m³ ao mês pelos próximos quatro meses representaria um aumento de 22,6 por cento em relação a média das importações de diesel nos cinco primeiros meses do ano.

    'Comparando com o volume importado no mesmo período de 2017, as aquisições de diesel no mercado internacional precisarão expandir 12,2 por cento, realçando que no passado, 24,2 por cento do diesel ofertado no mercado doméstico teve origem fora do Brasil, o maior 'share' já registrado para o produto', frisou Silva.

    (Por Marta Nogueira e Roberto Samora)

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    Importações de diesel pelo Brasil caem 42% desde o programa de subsídio

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - As importações de diesel pelo Brasil caíram 42 por cento desde o início do programa de subsídio ao combustível, em junho, até o mês passado, ante igual período do ano anterior, mostraram dados oficiais do governo, em meio a uma série de problemas na implementação da subvenção, como demora no pagamento.

    A queda das compras externas ilustra afirmações feitas por importadores, que disseram estar reduzindo suas atividades devido ao programa do governo, criado como uma resposta ao clamor dos caminhoneiros, em uma histórica greve em maio contra os altos preços do diesel.

    A redução nas compras externas de diesel também mostra como a Petrobras está sendo chamada a participar mais do mercado, seja com produção própria ou importações.

    Em junho, julho e agosto, as importações do diesel --combustível mais consumido do Brasil-- somaram aproximadamente 2,17 milhões de metros cúbicos, ante cerca de 3,75 milhões no nos mesmos três meses do ano passado, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

    Em agosto, as importações do combustível caíram também 41 por cento ante o mesmo mês de 2017, para 754.773 metros cúbicos.

    Com o programa, a Petrobras e outras refinarias brasileiras e importadores do diesel que aderiram ao plano reduziram os preços do combustível aos distribuidores, com a promessa de serem ressarcidos em até 30 centavos de reais por litro, dependendo de condições do mercado.

    No entanto, os importadores vem apontando que o cálculo para o pagamento da subvenção não recompensa adequadamente as empresas, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

    Além disso, grande parte dos pagamentos de subsídios devidos até agora pelo governo está atrasada, inclusive grandes montantes aguardados pela própria Petrobras.

    Neste cenário, a Petrobras está aumentando a produção em suas refinarias e respondendo por mais de 90 por cento das importações, segundo executivos informaram em entrevistas recentes.

    Os volumes de importação contrastam com 2017, quando eles atingiram o maior nível desde pelo menos 2000, segundo uma série histórica da ANP.

    (Por Marta Nogueira)

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    Maia tenta acordo para votar MP do subsídio ao diesel; projeto das aéreas deve ficar para outubro

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira que o “ideal” seria conseguir um acordo para votar medidas provisórias --incluindo a do subsídio ao óleo diesel motivada pela greve dos caminhoneiros-- nesta semana de esforço concentrado.

    Ainda que tenha demonstrado otimismo com o quórum, desde que ele possa ser sustentado por tempo suficiente para as votações, Maia admitiu que o projeto que autoriza o aumento da participação de capital estrangeiros nas companhias aéreas só deve ser votado em outubro.

    “O ideal para todos é que a gente conseguisse um acordo para votar duas ou três medidas provisórias”, disse, referindo-se à MP que trata do diesel e a outra que extingue o Fundo Soberano.

    Segundo o deputado, há urgência na votação da proposta sobre o diesel, já que ela perde a validade em meados de outubro e precisa ser analisada pelas duas Casas. Em época eleitoral, o Congresso reduz consideravelmente suas sessões deliberativas, e realiza votações em semanas determinadas, no chamado esforço concentrado.

    Sobre o projeto que permite ao capital estrangeiro controlar companhias aéreas nacionais, Maia argumentou que não deve ser analisado nesta semana, apesar de estar na pauta, porque aborda outros temas que demandariam um tempo prolongado de discussão.

    “A gente vai votar na primeira semana de outubro. Acho que está bem encaminhado, mas é uma votação que, como tem outros temas ... seria uma votação acho que muito longa, com alguma obstrução”, avaliou.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Petrobras eleva diesel em 13% na refinaria após novo valor para subvenção

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras anunciou um aumento de 13 por cento no preço médio do diesel nas refinarias, em uma alta que deve ter impacto positivo em seu balanço financeiro, após a entrada em vigor de um novo valor de referência do programa governamental de subsídios ao combustível.

    A alta, que permitirá que a estatal reajuste o preço após o valor seguir congelado em 2,0316 reais por litro desde o início da subvenção, em junho, agradou ao mercado. Mas pode dar margem para críticas entre caminhoneiros, que protestaram em maio contra a disparada do combustível mais consumido no país, disseram analistas.

    O reajuste ocorre um dia após a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicar os novos valores de comercialização do diesel no Brasil, válidos até 29 de setembro, que nortearão a subvenção econômica oferecida pelo governo, uma das medidas tomadas para controlar os preços e acabar com as manifestações que afetaram a economia nacional.

    Conforme a reguladora, que no início da semana já havia apresentado uma nova metodologia de cálculo para os preços de referência do derivado, o aumento refletiu o fortalecimento das cotações internacionais do produto e também do câmbio. São esperados reajustes mensais até o fim do ano.

    'Tal aumento deve provocar algum barulho, no entanto, como alguns investidores vêm questionando, uma nova greve de caminhoneiros não foi mencionada na mídia e é pouco provável que ocorra novamente, na nossa visão', disseram analistas do BTG Pactual, em relatório.

    Já o Bradesco BBI avalia que o valor do combustível nas bombas dos postos deve ficar 19 centavos por litro abaixo dos níveis vistos antes da greve, 'já que o governo também removeu 16 centavos por litro em impostos'.

    'Assim, há a possibilidade de críticas --mas, dados os impactos da greve nas atividades em geral, acreditamos que o risco de outra paralisação é baixo', escreveram os analistas da instituição.

    Quando a subvenção foi anunciada, a expectativa do governo era baixar o preço do diesel nos postos em até 46 centavos por litro. Na última semana, o combustível era vendido a uma média de 3,371 reais por litro nas bombas, ante 3,828 reais na virada de maio para junho.

    POSITIVO

    O reajuste do diesel divulgado nesta sexta-feira pela Petrobras agradou ao mercado, conforme as avaliações dos analistas. Às 13h34, as ações preferenciais da companhia subiam 2,2 por cento.

    'Isso é importante para a Petrobras, que é a maior fornecedora de diesel no Brasil e, portanto, a empresa com maior exposição ao programa (de subvenção)', destacou o Itaú BBA em nota a clientes.

    Para o Santander, o reajuste foi positivo, já que nas últimas semanas o preço subsidiado, de 2,0316 reais por litro, não estava sendo suficiente, resultando em 'perdas' para a companhia.

    O Bradesco BBI projeta que a alta de cerca de 27 centavos nas refinarias terá um potencial impacto anualizado de 2,5 bilhões de dólares no Ebitda da petroleira, mas ponderou que o cenário político, com as incertezas envolvendo as eleições de outubro, podem adicionar alguma volatilidade.

    Também nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou que a partir de sábado o preço da gasolina nas refinarias irá a uma nova máxima dentro da era de reajustes diários, iniciada há mais de um ano.

    O aumento será de 1,54 por cento, para 2,1704 reais por litro.

    (Por José Roberto Gomes; reportagem adicional de Stéfani Inouye)

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    ANP divulga novos preços de referência para comercialização do diesel com alta de até 14%

    SÃO PAULO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou na noite de quinta-feira os novos preços de referência para a comercialização de diesel no Brasil, com alta de mais de 14 por cento, a depender da região considerada.

    As novas cotações do combustível, que passou a ser subsidiado pelo governo após os protestos dos caminhoneiros no fim de maio, valem a partir desta sexta-feira até 29 de setembro e balizarão os valores praticados por Petrobras e importadores.

    Considerando-se o desconto de 30 centavos por litro previsto no programa de subvenção, o preço de comercialização do diesel subirá 14,4 por cento no Centro-Oeste, para 2,4094 reais por litro. No Sudeste, o avanço será de 10,55 por cento, para 2,3277 reais por litro.

    No Nordeste, incluindo Tocantins, o valor foi a 2,2592 reais por litro, alta de 12,6 por cento, enquanto no Norte, sem o Tocantins, o aumento é de 12,5 por cento, para 2,2281 reais.

    Por fim, no Sul, a ANP relatou alta de 13,1 por cento, para 2,3143 reais por litro no preço de comercialização.

    Em comunicado, a reguladora destacou que 'novos valores refletem os aumentos dos preços internacionais do diesel e do câmbio no último mês'.

    A Petrobras informou também nesta sexta-feira que elevará o valor do diesel em 13,03 por cento nas suas refinarias, para 2,2964 reais por litro.

    (Por José Roberto Gomes)

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