alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE discurso

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump chama Irã de 'ditadura corrupta' em discurso duro na ONU

    Trump chama Irã de 'ditadura corrupta' em discurso duro na ONU

    Por Steve Holland e Jeff Mason

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Irã nesta terça-feira, descrevendo o país como uma 'ditadura corrupta' que está roubando da população para pagar por agressões no exterior, usando seu discurso na Assembleia-Geral da ONU para enviar uma mensagem dura a Teerã.

    'Os líderes do Irã semeiam o caos, a morte e a destruição', disse Trump durante o encontro anual. 'Eles não respeitam os vizinhos, fronteiras ou os direitos de soberania das nações'.

    Trump fez uma comparação entre o relacionamento dos EUA e Irã com o que descreveu como laços melhores com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, a quem elogiou por interromper testes nucleares e de mísseis e por devolver restos mortais de militares norte-americanos da Guerra da Coreia.

    O presidente norte-americano usou seu discurso para pedir reformas no comércio internacional e insistiu que seu principal objetivo como presidente é proteger a soberania norte-americana. Ele pediu que a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) pare de aumentar os preços do petróleo, e criticou as práticas comerciais da China.

    Trump provocou alguns murmúrios da plateia de líderes mundiais e diplomatas presentes quando declarou que tinha realizado mais como presidente do que quase qualquer outra administração na história.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse ele.

    Mas a principal mensagem de Trump foi destinada ao Irã e tentar criar uma tensão entre Teerã e seu povo, dias depois de um ataque no sudoeste iraniano durante um desfile militar que matou 25 pessoas e desestabilizou o país.

    Em declarações a repórteres antes de seu discurso, Trump disse que não irá se encontrar com os iranianos até que 'mudem de tom'.

    Trump e o líder iraniano, Hassan Rouhani, estavam participando do evento anual da ONU.

    'O Irã agiu muito mal', disse Trump. 'Estamos ansiosos para

    ter um ótimo relacionamento com o Irã, mas isso não vai acontecer agora.'

    Inimigos por décadas, Washington e Teerã entraram

    cada vez mais em desacordo desde maio, quando a administração Trump retirou os EUA do acordo nuclear internacional de 2015 com

    o Irã e potências mundiais anunciou sanções contra o país.

    O acordo, negociado pelo ex-presidente norte-americano, Barack Obama, retirou a maioria das sanções internacionais contra Teerã em troca do Irã restringir seu programa nuclear.

    Trump também usou seu discurso para pedir reformas do comércio internacional e cobriu seus comentários com promessas de proteger a soberania norte-americana e rejeitar o globalismo.

    'A América é governada por americanos. Nós rejeitamos a ideologia do globalismo e abraçamos a doutrina do patriotismo', disse ele.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marina defende uma mudança geral na postura política e diz que partidos não substituem o povo

    Marina defende uma mudança geral na postura política e diz que partidos não substituem o povo

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Aclamada candidata à Presidência pela terceira vez, desta vez pelo partido que criou em 2015, a Rede, Marina Silva defendeu neste sábado uma mudança geral na postura política e disse que os partidos não podem substituir o povo.

    'Não podemos substituir 200 milhões de brasileiros por 35 partidos. Não insistam nessa fórmula. Foi ela que levou o Brasil para o fundo do poço. A mudança precisa primeiro acontecer na nossa postura política. É a má política que tem sabotado o futuro do Brasil', afirmou, revelando o compromisso com uma reforma política que acaba com a reeleição a partir de 2022, com mandatos de cinco anos.

    Segundo Marina, seu mandato terá 'a quantidade de anos que o povo brasileiro dá de acordo com a Constituição', ou quatro anos. 'Nosso projeto de governo é de transição, não queremos um projeto de 20 anos. Foi aí que muita gente se perdeu', afirmou.

    A candidata também se comprometeu com as reformas tributária e previdenciária, mas sem dar detalhes da proposta que irá apresentar em seu programa de governo. Disse ainda, que irá revisar as 'atrocidades' da atual reforma trabalhista, reconhecendo que modernizações são necessárias.

    'As reformas trabalhista, da previdência e tributária são necessárias. Vamos recuperar políticas sociais que foram perdidas. Temos compromisso com Bolsa Família, com Minha Casa Minha Vida. Mas temos compromisso também com o tripé da política econômica e a responsabilidade fiscal', afirmou.

    A convenção em Brasília, em que também foi aprovada a coligação com o PV e apontado Eduardo Jorge como candidato a vice-presidente na chapa, teve dança, quando o vice tirou Marina para dançar, apresentações musicais e um pastor ligado à candidata, que abriu as falas defendendo a postura da candidata.

    'Há esperança em um Estado laico, para quem não mistura Bíblia e Constituição', disse o pastor Levi Araújo, atacando uma das principais críticas enfrentadas por Marina, que é evangélica, a de que poderia misturar suas posturas pessoais com o governo.

    Marina também tratou da questão em sua fala: 'Não existe uma ação minha que atente contra o Estado laico, que atente contra os direitos das pessoas do meu país', garantiu.

    CAMPANHA DIFÍCIL

    A aliança com o PV aumentou o tempo de TV de Marina de 4 para 15 segundos. Ainda assim, a candidata tem um dos menores tempos de TV e apenas 10 milhões de reais de recursos públicos para a campanha.

    Durante os discursos, o mestre de cerimônia, o ator Marcos Palmeira, lembrava da necessidade de doações para a candidata, e uma mesa onde era possível doar in loco foi montada na entrada da convenção. Marina foi uma das primeiras candidatas a apelar para o crowdfunding.

    'Dizem que somos inviáveis porque não substituímos a corporação pelo centrão. Não trocamos a democracia da diversidade ampla por dinheiro, para ter marqueteiros mentirosos', disse em seu discurso.

    'Estamos aqui pela terceira vez, talvez a mais difícil pela estrutura, mas confiando que a postura vai derrotar as estruturas. O povo brasileiro não vai ser substituído por centrões, de direta, de esquerda, de lado.'

    Na pesquisa CNI/Ibope de junho, Marina aparecia em segundo lugar no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia MDB oficializa candidatura de Meirelles à Presidência, vice deve ser definido até sábado

    MDB oficializa candidatura de Meirelles à Presidência, vice deve ser definido até sábado

    Por Maria Carolina Marcello e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Em uma convenção morna nesta quinta-feira, o MDB formalizou, com o mote do resgate da confiança no país, a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles à Presidência da República, mas o partido só deve definir um nome para a vice da chapa --há preferência por uma mulher para o posto-- nos últimos instantes permitidos pela lei eleitoral.

    Aprovada por 85 por cento dos convencionais --357 votos a favor, 56 contrários e 6 brancos-- a candidatura de Meirelles demonstra, na opinião do presidente da sigla, senador Romero Jucá (RR), uma maior unidade do MDB.

    “Quero agradecer vocês pela confiança. Não existe palavra que tenha mais significado”, discursou Meirelles logo após o anúncio do resultado na convenção. “ A minha candidatura tem um objetivo principal: resgatar o espírito de confiança no Brasil”, disse.

    “Estou sendo chamado pelo MDB e me coloco à disposição do país... me coloco à disposição para ser o elo da reconstrução da confiança.”

    O ex-ministro enfrentou resistências para se consolidar como candidato da legenda, e segue tendo dificuldades principalmente entre caciques do Nordeste, como o senador Renan Calheiros (AL). Na região, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda é muito forte.

    Ainda que tenha garantido sua candidatura nesta quinta, Meirelles terá trabalho para driblar os respingos da impopularidade do presidente Michel Temer e de seu governo, do qual participou como ministro da Fazenda.

    Tanto no discurso da convenção, como em falas e vídeos na pré-campanha, o candidato do MDB fez questão de frisar sua história, sem deixar de fora os oito anos que passou, no governo Lula, à frente do Banco Central.

    “Era impossível colocar ordem na economia, com Lula, e crescer por 8 anos seguidos”, afirmou. “Fui lá e provei que era possível.”

    Depois, referindo-se à participação no atual governo, afirmou que “mostramos que era possível fazer o Brasil voltar a crescer em dois anos”.

    “Posso fazer um bom trabalho, porque sei quando e porque os governos anteriores erraram”, disse, ao som do jingle que diz “chama o Meirelles”.

    Indagado sobre se buscaria se descolar de Temer, devido à impopularidade de seu ex-chefe, Meirelles afirmou que será candidato de sua própria história.

    'Não existe questão de colar ou descolar. Eu sou candidato antes de mais nada da minha história, do que eu fiz pelo Brasil', disse.

    'Eu sou candidato de tudo aquilo que já fiz no governo e antes. Essa experiência eu vou colocar à disposição do povo brasileiro. E no momento que a população conhece a verdade, tem acesso a essas informações dizem ‘nesse aí eu vou votar'', afirmou.

    NO GRITO

    Na convenção emedebista, Meirelles, também conferiu um tom emocional à sua fala, pedindo “oportunidade” e “tempo” para resgatar a confiança no país. Chegou a citar a Copa do Mundo de 1958, quando a seleção brasileira conquistou seu primeiro título mundial, e argumentou que “é possível” fazer o “Brasil dos sonhos”.

    Meirelles atacou ainda o que chamou de “candidatos extremistas” e disse que não é possível criar empregos “no grito”.

    “Não existe fórmula mágica”, afirmou. “Para criar empregos de verdade é fundamental resgatar a confiança no Brasil, adotando a política econômica correta”, disse.

    Sustentou, ainda, que o país não precisa de “messias” vestido com um “uniforme de salvador da pátria”, nem de um “líder destemperado” e nem de um “eterno candidato a presidente”, em referência a seus principais adversários na disputa eleitoral.

    SEGUNDO TEMPO

    Na mesma toada de outros partidos, que ainda esticam a corda e negociam alianças e nomes para vice nos últimos dias destinados às convenções partidárias, o MDB discutirá o tema em uma comissão especial para definir um nome nos próximos dias. Jucá disse que a escolha ocorrerá até sábado e formalização até o dia 6 de agosto.

    A direção do partido tem preferência por uma mulher para compor a chapa com Meirelles, ainda que a lista de possíveis vices traga um pequeno número de homens, disseram fontes que acompanham a discussão. Segundo duas delas, a senadora Marta Suplicy (SP) seria uma possível escolha, mas ainda não teria conversado com Jucá.

    O resultado da convenção desta quinta-feira também autoriza a Executiva do partido a deliberar sobre coligações com demais siglas.

    Os 85 por cento favoráveis à candidatura de Meirelles superam a marca registrada há quatro anos, quando pouco mais da metade dos votantes chancelou a escolha de Michel Temer para integrar novamente como vice a chapa da então presidente Dilma Rousseff (PT).

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ciro dá largada à campanha ao Planalto e defende que 'Brasil precisa virar o jogo'

    Ciro dá largada à campanha ao Planalto e defende que 'Brasil precisa virar o jogo'

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Com forte discurso de resgate da autoestima do brasileiro, o ex-ministro Ciro Gomes foi aclamado candidato a presidente da República em convenção do PDT, nesta sexta-feira, e defendeu que o Brasil precisa 'virar o jogo' e que, caso eleito, terá como primeira missão gerar empregos.

    'Não estamos aqui para abrir feridas ou dissecar dados. Estamos aqui para convocar a nossa militância para o grande embate que vai fazer o Brasil virar esse jogo', disse Ciro na convenção do PDT. 'Não estou dizendo que é fácil, é simples, não me entendam mal. Estou dizendo que é possível.'

    Ao destacar que é preciso um projeto 'nacional desenvolvimentista', Ciro afirmou que a 'primeira e mais urgente' tarefa no país é 'gerar empregos, muitos milhares, milhões'.

    Em seu discurso de cerca de meia hora, Ciro não fez qualquer menção a alianças políticas que pretende ter na campanha. Na véspera, o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, conseguiu fechar uma importante aliança com os partidos do chamado blocão --formado por PP, DEM, PR, PRB e SD--, após esse grupo de partidos quase terem fechado acordo com o pedetista.

    Ciro deixou o encontro após o pronunciamento na convenção sem falar com a imprensa.

    NOVO PROJETO

    Ao repetir no discurso várias vezes que o 'Brasil precisa mudar', Ciro fez seu diagnóstico da crise por que passa o país.

    Para ele, o Brasil precisa de um novo projeto de desenvolvimento para que possa voltar a crescer e se reindustrializar. Defendeu também a afirmação da identidade brasileira como cultura e, ainda, investir em 'nossa ciência e tecnologia'.

    'Tudo isso é possível, o Brasil é um país grande e tem recursos suficientes para voltar a trazer a alegria ao povo brasileiro', disse, ao defender um 'debate franco' das questões brasileiras.

    O candidato destacou que não é possível que as coisas fiquem do jeito que está, com o país tendo uma das maiores desigualdades do mundo. 'No momento de nos reunimos nessa linda convenção, 13,2 milhões de brasileiros estão desempregados', destacou.

    Para o pedetista, há um colapso na economia brasileira que atinge 'de forma mais grave' aqueles que estão na ponta, a indústria e o comércio.

    SITUAÇÃO FISCAL

    Ciro criticou a corrupção que assola o país, chamando-a de um câncer que rouba a crença do povo na democracia e na política.

    O candidato afirmou também que o país enfrenta uma 'situação fiscal absolutamente deplorável'. [nL1N1UG130]

    'Essa gente quebrou o Brasil a pretexto da austeridade', acusou.

    Mencionando um rombo de 150 bilhões de reais neste ano nas contas públicas --a meta oficial do déficit primário para o governo central é 159 bilhões de reais--, Ciro reclamou do grande volume de dinheiro usado para pagar os juros da dívida pública.

    'Somente com juros para a agiotagem oficialmente protegida pelo governo... se gastaram, nos últimos 12 meses, 380 bilhões de reais, 380 bilhões de reais entregues a meia dúzia de plutocratas do baronato financeiro', disse.

    Ciro criticou ainda a alta dívida do setor público, que chega, segundo último dado disponível, a 77 por cento do Produto Interno Bruto. Mas garantiu que a solução para o alto endividamento público não virá por meio de 'aventura' ou 'desrespeito aos contratos'.

    De forma enfática, o candidato disse que vai combater privilégios no país. 'Comigo privilégio vai ser perseguido, seja de quem for, poderosos que se acham, trazidos à denúncia pública e à eliminação', disse, em um dos muitos momentos que foi aplaudido.

    LULA

    Novamente, o pedetista teceu críticas ao que considera disputa entre Poderes. Na véspera, ele já tinha feito críticas ao Poder Judiciário.

    'Cada poder no país faz o que quer, chutando a lei, chutando a Constituição, invadindo a competência de uns e outros', criticou.

    Como na véspera, Ciro --que ainda busca atrair o PT para uma aliança presidencial-- fez um aceno ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril cumprindo pena após condenação na operação Lava Jato.

    'Depois de tudo o que houve com o presidente Lula, a responsabilidade aumentou', disse o candidato, sobre o atual líder nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto. Ciro oscila entre 4 e 8 por cento de intenções de voto na pesquisa CNI/Ibope divulgada mês passado.

    Numa cutucada indireta no pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, o pedetista afirmou: 'Não se restaura a paz pública e a cidadania com a cultura de ódio e mais violência', disse ele. Bolsonaro tem defendido afrouxar as atuais regras e aumentar a possibilidade de as pessoas terem armas de fogo.

    EDUCAÇÃO

    Ciro defendeu a qualificação do sistema de segurança pública, a fim de devolver a paz às pessoas, uma atuação maior da Polícia Federal no combate a crimes violentos e uma maior presença nas fronteiras.

    Disse que vai instituir um sistema nacional de inteligência para 'mapear a cabeça do crime organizado para cortar uma vez, duas vezes, três vezes, até não mais existir'.

    O candidato disse que vai trabalhar por uma educação de qualidade, com investimento maciço a fim de tornar o Brasil um país justo e igualitário. Destacou que essa área será a mais importante prioridade de seu governo.

    'A educação de qualidade é a única saída para uma nação se emancipar', disse, ao citar ações que seriam de sucesso no Ceará, Estado que já foi governado por ele, seu irmão Cid e segue com aliados. 'Será a mais importante das minhas prioridades', reforçou.

    O pedetista também afirmou que vai trabalhar para reduzir o tempo do atendimento nos hospitais públicos.

    No discurso, não falou sobre propostas para a reforma da Previdência, mas o programa preliminar de governo '12 Passos para Mudar o Brasil', levanta a necessidade de uma reforma da Previdência 'que não afete direitos adquiridos'.

    O texto menciona a criação de um fundo previdenciário para onde iria a contribuição do trabalhador e financiasse a aposentadoria, mas apenas para quem ainda não está no sistema, e a equiparação dos sistemas público e privado. [nL1N1UG14O]

    (Edição de Alexandre Caverni)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. discurso

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.