alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE emprego

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Desemprego cai a 12,5% no tri até abril, mas Brasil tem recorde de subutilizados e desalentados

    Desemprego cai a 12,5% no tri até abril, mas Brasil tem recorde de subutilizados e desalentados

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O segundo trimestre começou com queda na taxa de desemprego no Brasil, embora o número de pessoas subutilizadas e de desalentados tenha atingido nível recorde nos três meses até abril, conforme a debilidade econômica e a deterioração do clima político afligem o país.

    No trimestre até abril, a taxa de desemprego brasileira caiu a 12,5%, de 12,7% nos três meses anteriores, na primeira queda seguida após três altas e ante índice de 12,9% no mesmo período do ano anterior.

    O resultado divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters com economistas.

    'O mercado de trabalho deu um resposta. Você tem um mercado que aumenta o número de vagas e estanca o aumento de desempregados. Mas, por outro lado, você tem recordes negativos', disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

    O período foi marcado por aumento da ocupação, com o total de pessoas ocupadas subindo a 92,365 milhões entre fevereiro e abril, de 91,863 milhões no trimestre até março e 90,429 milhões no mesmo período do ano passado.

    Já o número de desempregados no país atingiu 13,177 milhões, de 13,387 milhões no primeiro trimestre e 13,361 milhões no mesmo período de 2018.

    Entretanto, o contingente de pessoas subutilizadas foi ao nível recorde da série histórica iniciada em 2012, com 28,372 milhões de pessoas. Os subutilizados incluem desempregados, pessoas que gostariam de trabalhar mais horas, as que gostariam de trabalhar mas têm algum impedimento e os desalentados.

    Os subutilizados apenas por insuficiência de horas de trabalho também chegaram a um nível recorde no período, de 6,996 milhões de pessoas.

    O número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, segue também em nível recorde no país, chegando a 4,875 milhões no trimestre até abril de 4,843 milhões nos três primeiros meses do ano.

    'Se você fizer o foco na subutilização temos que dizer que a situação do mercado é negativa, com subutlização e desalento. Mas, por outro lado, em abril houve um movimento de resposta do mercado', acrescentou o coordenador da pesquisa do IBGE.

    A fragilidade do mercado de trabalho é resultado de uma economia debilitada, que no primeiro trimestre encolheu 0,2% sobre os três meses anteriores, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

    No trimestre até abril, 33,136 milhões de pessoas tinham emprego com carteira assinada no setor privado, alta de 1,5% sobre o mesmo período de 2018.

    Enquanto isso, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado aumentou 3,4%, para 11,217 milhões.

    Em relação ao rendimento médio do trabalhador, este chegou a 2.295 reais nos três meses até abril, de 2.304 reais no primeiro trimestre e 2.281 reais no mesmo período de 2018.

    Dados do Ministério da Economia mostraram que o Brasil registrou criação líquida de 129.601 vagas formais de emprego em abril, no melhor resultado para mês desde 2013.

    10

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Criação de vagas de emprego nos EUA salta em abril e desemprego cai a 3,6%

    Criação de vagas de emprego nos EUA salta em abril e desemprego cai a 3,6%

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A criação de vagas de emprego nos Estados Unidos saltou em abril e a taxa de desemprego caiu para uma mínima de mais de 49 anos, a 3,6 por cento, apontando para um crescimento econômico sólido no país.

    O relatório mensal do Departamento de Trabalho divulgado nesta sexta-feira, no entanto, mostrou ganhos salariais contínuos no mês passado, consistente com a inflação moderada. O declínio na taxa de desemprego foi decorrente do número de pessoas que deixaram a força de trabalho, sugerindo alguma ociosidade no mercado.

    O relatório deu apoio à decisão do Federal Reserve de manter a taxa de juros e sinalizar pouco desejo de ajustar a política monetária em breve. O chairman do Fed, Jerome Powell, descreveu a economia e o crescimento do emprego como 'um pouco mais fortes do que prevíamos' e a inflação como 'um pouco mais fraca'.

    Foram criadas 263 mil vagas de emprego fora do setor agrícola a no mês passado, em meio a ganhos no número de contratações em quase todos os setores. Os dados de fevereiro e março foram revisados para mostrar 16 mil postos a mais do que o reportado anteriormente.

    Economistas consultados pela Reuters projetavam criação de 185 mil vagas fora do setor agrícola no mês passado.

    O crescimento do emprego está bem acima dos cerca de 100 mil necessários por mês para acompanhar o crescimento da população em idade ativa.

    O segundo mês de forte crescimento no número de vagas emprego é mais uma prova de que o fraco aumento de 56 mil vagas em fevereiro foi uma anormalidade. Os dados também aliviam efetivamente as preocupações sobre uma recessão e diminuem as expectativas de um corte na taxa de juros neste ano, que haviam sido provocadas por uma breve inversão da curva de rendimentos dos Treasuries em março.

    O crescimento do emprego continua forte, apesar dos sinais de escassez de trabalhadores nos setores de transporte, manufatura e construção, sugerindo que ainda há alguma folga no mercado de trabalho.

    O aumento constante dos salários tem mantido os trabalhadores na força de trabalho e atraído de volta aqueles que haviam saído. Os ganhos médios por hora aumentaram seis centavos, ou 0,2 por cento em abril, após subirem pela mesma margem em março. Isso manteve o aumento anual dos salários em 3,2 por cento.

    Embora o crescimento salarial não seja forte o suficiente para elevar a inflação, ele é visto como suficiente para sustentar o crescimento econômico à medida que o estímulo do corte de 1,5 trilhão de dólares em impostos no ano passado diminui. A economia cresceu a uma taxa anualizada de 3,2 por cento no primeiro trimestre, impulsionada por um aumento nas exportações e estoques e acelerando a partir do ritmo de 2,2 por cento do período entre outubro e dezembro.

    O declínio na taxa de desemprego de 3,8 por cento em março ocorreu pela saída de 490 mil pessoas da força de trabalho em abril. A taxa de desemprego está agora abaixo dos 3,7 por cento que as autoridades do Fed projetam que ficará até o final do ano.

    Alguns economistas esperam que o crescimento dos empregos desacelere este ano, à medida que menos trabalhadores se tornarem disponíveis, o que elevará os salários e impulsionará a inflação de volta à meta de 2 por cento do Fed.

    11

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Empresários mantêm cautela e indicador antecedente de emprego tem forte queda em março, diz FGV

    Empresários mantêm cautela e indicador antecedente de emprego tem forte queda em março, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) teve forte queda em março e foi ao menor nível em cinco meses, com maior cautela dos empresários, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, caiu 5,8 pontos e chegou a 93,5 pontos no mês, menor nível desde outubro de 2018.

    'O resultado negativo do IAEmp em março reforça a leitura feita no mês anterior de que os empresários estavam se tornando mais cautelosos após um período de aumento do otimismo', disse o economista da FGV Rodolpho Tobler, em nota.

    'O ajuste expressivo das expectativas, devolvendo cerca de três quartos da melhora observada ao final de 2018, sugere que o ritmo esperado de contratações continuará lento e gradual', completou.

    Por sua vez o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, ganhou 2,0 pontos, para 94,1 pontos.

    O comportamento do ICD é semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado.

    'O aumento do Índice Coincidente do Desemprego (ICD), mantendo-se em patamar elevado, retrata a situação ainda difícil do mercado de trabalho', completou Tobler.

    No trimestre até fevereiro, a taxa de desemprego no Brasil voltou ao patamar de meados do ano passado ao subir para 12,4 por cento, sendo que o país voltou a ter mais de 13 milhões de desempregados, segundo dados do IBGE.

    (Por Camila Moreira)

    18

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Taxa de desemprego sobe a 12% no tri até janeiro com dispensas após fim do ano

    Taxa de desemprego sobe a 12% no tri até janeiro com dispensas após fim do ano

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil iniciou o ano com alta na taxa de desemprego para o nível mais alto em cinco meses e elevação no número de desempregados, em um movimento sazonal de dispensa após as contratações de final de ano, com persistência da informalidade.

    A taxa de desemprego brasileira foi a 12,0 por cento no trimestre encerrado em janeiro, contra 11,6 por cento nos três meses até dezembro, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Essa é a taxa mais baixa para o primeiro mês do ano desde 2016, mas chegou ao patamar mais elevado desde o trimestre encerrado em agosto (12,1 por cento) depois de oito meses seguidos de quedas e um de estabilidade.

    O resultado ficou praticamente em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters de 11,9 por cento.

    'Era um movimento esperado dado o nível de atividade no país e o alto nível de informalidade', disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

    'É um movimento de dispensa de temporários, administração pública e outros. O que poderia era a conjuntura surpreender, mas não é o que vimos', completou.

    O número de desempregados no país teve alta ao chegar a 12,669 milhões entre novembro e janeiro, depois de ter terminado o ano passado em 12,195 milhões. No mesmo período de 2018, eram 12,689 milhões de desempregados.

    Já o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, foi a 4,716 milhões, de 4,706 milhões no trimestre até dezembro.

    O contingente de pessoas ocupadas atingiu 92,547 milhões, sendo que o emprego formal continua em decadência, em uma economia que ainda sem fôlego expressivo, embora a expectativa seja de melhora progressiva.

    O emprego com carteira assinada teve recuo nos três meses até janeiro com 32,916 milhões de pessoas, de 32,997 milhões no trimestre até dezembro, além de queda de 1,1 por cento sobre o mesmo período de 2018.

    O IBGE informou ainda que o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado atingiu 11,307 milhões, um aumento de 2,9 por cento sobre o mesmo período do ano anterior.

    Já o rendimento médio do trabalhador foi de 2.270 reais nos três meses até janeiro, contra 2.256 reais no trimestre até dezembro e 2.251 reais no mesmo período de 2018.

    'A economia tem que entrar nos trilhos, e o país tem que ter um cenário macro para estimular investimentos, contratações, com carteira e movimentar a economia', afirmou o coordenador da pesquisa.

    24

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Indicador antecedente de emprego no Brasil sobe em janeiro para maior nível em 9 meses, diz FGV

    Indicador antecedente de emprego no Brasil sobe em janeiro para maior nível em 9 meses, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) sinaliza no início de 2019 uma retomada no ritmo de recuperação do mercado de trabalho, ao atingir seu maior valor em nove meses, apontou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    Em janeiro, o IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, apresentou alta de 4,1 pontos, atingindo 101,1 pontos, o maior nível desde abril de 2018.

    'Após um período de turbulências e frustrações em 2018, o resultado positivo do indicador nos últimos meses parece sinalizar uma retomada da recuperação do mercado de trabalho', disse em nota o economista da FGV/Ibre Rodolpho Tobler.

    'Mas é preciso certa cautela, considerando que o indicador por enquanto recuperou apenas pouco mais da metade da queda observada em 2018', alertou ele.

    O Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, teve por sua vez uma queda de 4,4 pontos em janeiro, indo a 94,5 pontos.

    O comportamento do ICD é semelhante ao da taxa desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado.

    'A queda mais acentuada (do ICD) em janeiro sinaliza uma evolução mais favorável da taxa de desemprego neste início de ano e corrobora o resultado do IAEmp. A continuidade dessa trajetória de queda do ICD somente deve ocorrer com uma melhora mais robusta do nível de atividade e redução do nível de incerteza', completou Tobler.

    O Brasil encerrou 2018 com 12,195 milhões de desempregados e taxa de desemprego no quarto trimestre de 11,6 por cento, menor patamar do ano, mantendo o ritmo lento e gradual de recuperação do mercado de trabalho em linha com a atividade econômica, mas com avanço da informalidade.

    (Por Stéfani Inouye)

    24

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Brasil fecha 2018 com queda em taxa de desemprego para 11,6% no 4º tri, mas informalidade avança

    Brasil fecha 2018 com queda em taxa de desemprego para 11,6% no 4º tri, mas informalidade avança

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil encerrou 2018 com 12,195 milhões de desempregados e taxa de desemprego no quarto trimestre no menor patamar do ano, mantendo o ritmo lento e gradual de recuperação do mercado de trabalho em linha com a atividade econômica, mas com avanço da informalidade.

    A taxa de desemprego do Brasil ficou em 11,6 por cento no quarto trimestre, contra 11,9 por cento no terceiro e igualando o resultado dos três meses até novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

    Os dados apresentados pela Pnad Contínua mostram que o mercado de trabalho continua marcado pelo desalento dos trabalhadores e pela informalidade, embora a taxa de desemprego tenha terminado 2018 no nível mais baixo do ano.

    No final de 2017, a taxa havia ficado em 11,8 por cento.

    Entre outubro e dezembro o contingente de desempregados no Brasil caiu a 12,195 milhões, de 12,492 milhões no terceiro trimestre e 12,206 milhões nos três meses até novembro. No mesmo período de 2017 o número de desempregados era de 12,311 milhões.

    No último trimestre de 2018, o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, ainda mostrou-se elevado, mas caiu a 4,706 milhões, de 4,776 milhões no terceiro trimestre e 4,705 milhões no trimestre até novembro.

    Apesar da melhora, a marca de 2018 foi a decadência do emprego formal, em um cenário de recuperação da atividade em ritmo moderado. O IBGE mostrou que o emprego com carteira assinada registrou alta de 0,1 por cento no quarto trimestre sobre o terceiro, a 32,997 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período de 2018, entretanto, houve recuo de 1,0 por cento.

    Já o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado atingiu 11,542 milhões, um aumento de 0,3 por cento sobre os três meses entre julho e setembro e alta de 3,8 por cento sobre o mesmo peróodo do ano anterior.

    O IBGE informou também que o rendimento médio do trabalhador atingiu 2.254 reais no trimestre até dezembro, contra 2.237 reais no terceiro trimestre e 2.241 no mesmo período de 2017.

    Em 2018, o Brasil abriu 529.554 vagas formais, criando postos de trabalho pela primeira vez desde 2014, de acordo com dados do Ministério da Economia.

    7

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Desemprego no Brasil cai a 11,6% no tri até novembro em retomada marcada pela informalidade

    Desemprego no Brasil cai a 11,6% no tri até novembro em retomada marcada pela informalidade

    SÃO PAULO (Reuters) - O número de desempregados no Brasil chegou a pouco mais de 12 milhões no trimestre encerrado em novembro com a oitava queda seguida da taxa de desemprego, dando continuidade a uma recuperação lenta do mercado de trabalho e pela informalidade recorde.

    A taxa de desemprego do Brasil atingiu 11,6 por cento nos três meses até novembro, de 11,7 por cento no trimestre até outubro, porém em um cenário marcado também pelo desalento dos trabalhadores.

    O dado que consta da Pnad Contínua e apresentado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou levemente acima da expectativa em pesquisa da Reuters de uma taxa de 11,5 por cento no período.

    No trimestre até novembro, o número de desempregados no Brasil caiu a 12,206 milhões, contra 12,351 milhões no trimestre até outubro e 12,571 milhões no mesmo período do ano passado.

    O número de desalentados nesse período, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, permaneceu alto, embora tenha mostrado redução a 4,705 milhões de 4,733 milhões no trimestre até outubro.

    Em uma economia que caminha sem fôlego expressivo, o trabalho formal continua em degradação e, de acordo com o IBGE, a informalidade atingiu no trimestre até novembro nível recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, em meio a fatores como a falta de estabilidade, o rendimento baixo e a falta de segurança previdenciária.

    O emprego com carteira assinada registrou queda de 0,8 por cento em relação aos três meses até novembro de 2017, a 32,962 milhões de pessoas.

    Por sua vez, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado foi a 11,689 milhões, o que representa um aumento de 4,7 por cento na comparação com o ano passado.

    'Desde o segundo trimestre de 2018, percebeu-se queda significativa da desocupação, o que seria uma notícia excelente não fosse o fato de ela vir acompanhada por informalidade. Ou seja, em termos de qualidade, há uma falha nesse processo de recuperação', afirmou o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.

    O IBGE apontou ainda que o rendimento médio do trabalhador foi de 2.238 reais no trimestre até novembro, contra 2.235 reais nos três meses até outubro e também 2.235 no mesmo período de 2017.

    Em novembro, o Brasil registrou criação líquida de 58.664 vagas formais de emprego, no melhor dado para o mês desde 2010, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

    (Por Camila Moreira)

    14

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Indicador antecedente de emprego no Brasil tem em novembro primeira alta em 9 meses, diz FGV

    Indicador antecedente de emprego no Brasil tem em novembro primeira alta em 9 meses, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) teve alta em novembro e interrompeu a sequência de oito quedas consecutivas, mas ainda é cedo para afirmar que as expectativas de contratação no próximo ano são otimistas, afirmou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    No mês, o IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 6,2 pontos na comparação com outubro, para 97 pontos, atingindo o maior valor desde maio deste ano.

    'A recuperação do último mês pode indicar uma nova onda de otimismo na economia brasileira. No entanto, devemos esperar novas observações para verificar se de fato teremos expectativas otimistas quanto à contratação no próximo ano', disse em nota o economista da FGV/Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho.

    Já o Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, recuou 1,3 ponto em novembro, para 98,9 pontos, voltando ao nível de novembro de 2017.

    'O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) permanece oscilando em torno de um mesmo patamar elevado ao longo do último ano. Isto indica um mercado de trabalho bastante difícil, o que caminha em linha com a elevada taxa de desemprego observada no país. Uma queda do ICD somente deve ocorrer com uma melhora mais robusta do nível de atividade e das contratações

    no mercado de trabalho', completou Barbosa Filho.

    A taxa de desemprego do Brasil caiu pela sétima vez no trimestre até outubro e o número de desempregados recuou diante da criação de vagas nas eleições, em uma lenta recuperação do mercado de trabalho ainda marcada pelo desalento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em sua pesquisa Pnad Contínua.

    (Por Stéfani Inouye)

    10

    6 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Desemprego no Brasil cai a 11,7% no tri até outubro com ajuda de eleições, diz IBGE

    Desemprego no Brasil cai a 11,7% no tri até outubro com ajuda de eleições, diz IBGE

    SÃO PAULO (Reuters) - A taxa de desemprego do Brasil caiu pela sétima vez no trimestre até outubro e o número de desempregados recuou diante da criação de vagas nas eleições, em uma lenta recuperação do mercado de trabalho ainda marcada pelo desalento.

    Nos três meses até outubro a taxa de desemprego brasileira caiu a 11,7 por cento, de 11,9 por cento entre julho e setembro, com geração de vagas em sua maioria informais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

    O número apresentado pela Pnad Contínua ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters, em um dado favorecido pela criação de vagas relacionadas às eleições, com pessoas ocupadas nas pesquisas eleitorais e campanhas, segundo o IBGE.

    Nos três meses até outubro, o país tinha 12,351 milhões de desempregados, contra 12,492 milhões no trimestre até setembro e 12,740 milhões no mesmo período do ano passado.

    Nesse período, o número de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga foi a 4,733 milhões, de 4,776 milhões nos três meses até setembro, mostrando que o número de desalentados continua sendo um traço forte do mercado de trabalho brasileiro diante do ritmo lento da economia.

    O emprego com carteira assinada, por sua vez, teve queda de 1,1 por cento em relação aos três meses até outubro de 2017, chegando a 32,923 milhões de pessoas.

    Ao mesmo tempo, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado chegou a 11,628 milhões, um aumento de 5,9 por cento sobre o mesmo período do ano passado.

    'A desocupação vem em processo de queda e essa tendência é em função da entrada de pessoas trabalhando na informalidade. Os empregados com carteira de trabalho não dão nenhum sinal de aumentar. O que aumenta são os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta própria', explicou em nota o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.

    O IBGE informou também que o rendimento médio do trabalhador chegou a 2.230 reais nos três meses até outubro, contra 2.228 reais até setembro e 2.221 reais no mesmo período de 2017.

    Em outubro, o Brasil registrou criação líquida de 57.733 vagas formais de emprego segundo dados do Ministério do Trabalho, resultado abaixo da expectativa.

    (Por Camila Moreira)

    15

    6 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Brasil fecha 3º tri com queda na taxa de desemprego a 11,9%; desânimo e informalidade permanecem

    Brasil fecha 3º tri com queda na taxa de desemprego a 11,9%; desânimo e informalidade permanecem

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O mercado de trabalho do Brasil continuou em lenta recuperação no terceiro trimestre com queda na taxa de desemprego em relação aos três meses anteriores, porém ainda marcado pelo desânimo dos trabalhadores e pela informalidade.

    A taxa de desemprego caiu a 11,9 por cento no terceiro trimestre, ante 12,4 por cento entre abril e junho, em um período marcado por geração de vagas, ainda que a maioria seja informal, e redução no número de pessoas procurando emprego.

    Os dados da Pnad Contínua divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira ficaram em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters.

    'Se olhar para geração de vagas e resgate de pessoas desocupadas, há sim uma melhora. Mas por outro lado há muita informalidade. A geração se concentra em informalidade que resolve uma necessidade de curto prazo, mas no médio e longo prazos já sabemos o efeito negativo disso', disse o coordenador do IBGE Cimar Azeredo.

    O país encerrou o terceiro trimestre com 12,492 milhões de desempregados, contra 12,966 milhões nos três meses até junho. No mesmo período de 2017, o número era de 12,961 milhões.

    Nesses três meses até setembro, o número de trabalhadores que desistiram de procurar uma recolocação chegou a 4,776 milhões, enquanto no segundo trimestre eram 4,833 milhões de desalentados, mostrando que embora o número tenha caído, o desânimo continua sendo uma marca do mercado de trabalho em meio a uma economia que apresenta ritmo fraco.

    Já o emprego sem carteira assinada subiu 4,7 por cento na comparação com o segundo trimestre e 5,5 por cento em relação aos três meses até setembro de 2017, para 11,511 milhões de trabalhadores.

    Enquanto isso, o número de pessoas com carteira assinada no setor privado aumentou 0,4 por cento no terceiro trimestre sobre os três meses até junho, mas continuou a cair em relação ao ano passado, atingindo 32,972 milhões, um recuo de 1 por cento na comparação anual.

    O IBGE ainda informou que o rendimento médio do trabalhador, foi de 2.222 reais no terceiro trimestre, contra 2.229 reais no segundo e 2.208 reais no mesmo período de 2017.

    Dados do Ministério do Trabalho mostraram que o Brasil registrou criação líquida de 137.336 vagas formais de emprego em setembro, no desempenho mais forte para o mês desde 2013.

    'O grande desafio do próximo governo está na geração de vagas e emprego no país. Ele terá que olhar não para os quase 12,5 milhões de desempregados, mas para 27 milhões de pessoas que estão desempregadas, subocupadas, na força de trabalho potencial e desalentadas por conta da crise econômica', completou Azeredo.

    14

    7 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. emprego

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.