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    Dois encapuzados matam 8 antes de se matarem em massacre em Suzano

    Por Laís Martins e Eduardo Simões

    SUZANO (Reuters) - Dois jovens encapuzados mataram sete pessoas em uma escola em Suzano, na Grande São Paulo, e posteriormente se mataram ao se deparar com a polícia, informaram autoridades nesta quarta-feira, acrescentando que os assassinos eram ex-alunos da instituição e ainda mataram uma outra pessoas mais cedo.

    No episódio, a segunda tragédia com múltiplos mortos por armas de fogo em três meses no Estado e que intensificou o debate entre críticos e defensores do porte de armas, os criminosos usaram um revólver calibre 38, uma besta, um arco e flecha e uma machadinha, segundo a polícia.

    Duas das vítimas morreram já no hospital.

    Uma fonte policial com conhecimento das investigações, disse que as apurações indicam que os dois jovens, um de 17 e o outro de 25 anos, planejavam o ataque há um ano e meio e tinham a intenção de chamar mais atenção do que o massacre na escola de Columbine, nos Estados Unidos, no qual 15 pessoas foram mortas em 1999, incluindo os dois assassinos.

    O secretário de Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, disse que os assassinos primeiro balearam o dono de uma locadora de carros, que era tio de um dos criminosos, e roubaram um veículo. Depois, foram à escola e, após entrarem pela porta da frente, dispararam contra a coordenadora pedagógica do colégio e outra funcionária, além de cinco alunos.

    Não está claro como os dois assassinos morreram, se um deles matou o outro e depois suicidou-se, ou se um deles suicidou-se primeiro e, na sequência, o outro pegou a arma e também se matou.

    O secretário de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, disse que o autor mais jovem do massacre, que deixou a escola alvo do ataque no ano passado, chegou ao local dizendo que iria à secretaria para retomar os estudos.

    Inicialmente a Polícia Militar havia informado que seis alunos foram mortos no massacre, mas a informação foi retificada pelo secretário.

    'Esse dia de hoje é um dos dias mais tristes da minha vida. Lamentavelmente duas pessoas --um maior de idade e um menor de idade--, antigos alunos deste colégio, fizeram uma ação preliminar em uma locadora onde atiraram em um senhor... roubaram um Onyx branco e seguiram para esta escola', disse o secretário.

    A polícia investiga agora as motivações dos autores do massacre. Foram feitas buscas nas casas dos assassinos e cerca de 20 pessoas já foram ouvidos pela polícia. A fonte com conhecimento das investigações disse que o dono da locadora pode ter sido morto como queima de arquivo, pois teria conhecimento de que os jovens planejavam o ataque.

    Segundo informações do governo de São Paulo, outras 11 pessoas feridas estavam hospitalizadas.

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), visitou o local do massacre pela manhã e decretou luto oficial de três dias no Estado.

    'É a cena mais triste que já assisti em toda minha vida, e fico muito triste que um fato como esse ocorra em nosso país e aqui em São Paulo', disse Doria a jornalistas no pátio da escola.

    O massacre também deixou chocados os moradores que vivem nos arredores da escola.

    'Eu cresci ali, estudei ali minha vida toda. Tem uma parte de mim ali, uma parte da minha história', disse o publicitário Igor Ribeiro, de 42 anos, que mora na lateral da escola Raul Brasil.

    'Estava sentado aqui na varanda lendo e ouvi os estouros. Até pensei que fosse bombinha, mas logo vi as viaturas e a correria. Fui correndo e cheguei junto com as viaturas e logo já vi os corpos na entrada, muito sangue no chão, tinham três corpos. Os alunos ainda estavam saindo desesperados', disse.

    Em dezembro do ano passado, um atirador abriu fogo na Catedral Metropolitana de Campinas (SP), matando cinco pessoas no total. O atirador se suicidou após os disparos. [nL1N1YH1I8]

    Já em abril de 2011, um homem armado invadiu uma escola no Rio de Janeiro e disparou contra estudantes, matando 12 alunos antes de ser atingido pela polícia e cometer suicídio.

    SOLIDARIEDADE

    O episódio em Suzano gerou repercussão no mundo político, e a Câmara dos Deputados encerrou sua sessão plenária desta quarta-feira em razão do massacre.

    O presidente Jair Bolsonaro expressou sua solidariedade às famílias das vítimas por meio de um post no Twitter.

    'Presto minhas condolências aos familiares das vítimas do desumano atentado ocorrido hoje na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Uma monstruosidade e covardia sem tamanho. Que Deus conforte o coração de todos!'

    O massacre em Suzano também intensificou o debate sobre partidários do armamento da população e defensores do desarmamento.

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) criticou o Estatuto do Desarmamento durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e disse que a tragédia poderia ter sido evitada se houvessem pessoas com armas regulares no local.

    'Se houvesse um cidadão com uma arma regular dentro da escola, professor, um servente ou policial aposentado que trabalha lá, ele poderia ter minimizado o tamanho da tragédia', disse o parlamentar.

    Já o coronel da reserva da PM de São Paulo e ex-secretário nacional de Segurança Pública, José Vicente da Silva Filho, afirmou que armar os funcionários pode gerar outras tragédias.

    “Quanto mais armas existirem, mais tragédias como essas vão acontecer', disse. 'Funcionários armados sem o preparo que o policial tem pode colocar ainda mais gente na linha de fogo. Pode criar outras situações de tragédia como essa. Imagina se um aluno tem um bronca com um funcionário, ou se existe um bate-boca entre aluno e professor”, avaliou.

    (Reportagem de Laís Martins, em Suzano, e Eduardo Simões, em São Paulo; Reportagem adicional de Pedro Fonseca e Débora Moreira, no Rio de Janeiro; Leonardo Benassatto, em Suzano; e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Prédio que abrigava escola desaba na Nigéria; cerca de 100 crianças podem estar soterradas

    Por Nneka Chile e Temilade Adelaja

    LAGOS (Reuters) - Cerca de 100 crianças e muitas outras pessoas podem estar soterradas após o desabamento de um prédio que abrigava uma escola de ensino fundamental em Lagos, a capital comercial da Nigéria, nesta quarta-feira.

    Um repórter da Reuters no local viu um menino de 10 anos sendo puxado para fora dos escombros coberto de poeira, mas sem ferimentos visíveis. Uma multidão comemorou enquanto outra criança era retirada dos destroços. As duas estavam entre oito crianças já resgatadas, disseram moradores.

    Trabalhadores em cima dos escombros retiravam detritos enquanto uma multidão se aglomerava em torno do local de resgate -- dezenas de pessoas observando dos telhados e centenas nas ruas ao redor.

    'Acredita-se que muitas pessoas, incluindo crianças, estão atualmente presas no prédio', disse Ibrahim Farinloye, porta-voz da Agência Nacional de Gerenciamento de Emergências da região, adicionando que não há informações imediatas sobre vítimas.

    Moradores da região estimaram que cerca de 100 crianças frequentavam a escola, que funcionava no terceiro andar do prédio.

    No local, muitas pessoas gritavam. Uma briga quase começou devido à indignação no local.

    Em meio à multidão, estavam ambulâncias, caminhões de bombeiro e uma empilhadeira. Membros da Cruz Vermelha e da polícia estavam a postos.

    A Nigéria frequentemente registra colapsos em construções. Em 2016, mais de 100 pessoas foram mortas quando uma igreja ruiu no sudeste da Nigéria.

    Em Lagos, no mesmo ano, um prédio de cinco andares ainda em construção desabou, matando pelo menos 30 pessoas.

    Uma escola flutuante construída para resistir a tempestades e inundações também desmoronou em Lagos em 2016, embora ninguém tenha ficado ferido.

    (Reportagem de Nneka Chile, Temilade Adelaja e Alexis Akwagyiram)

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    Bolsonaro diz que um dos motivos para piora no ensino é a perda de autoridade do professor

    DUQUE DE CAXIAS, Rio de Janeiro (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que um dos motivos para a queda de qualidade do ensino nas escolas brasileiras foi a perda de autoridade e disciplina por parte dos professores, algo que os colégios com formação militar ainda mantêm.

    Para Bolsonaro, a qualidade do professor é boa em todas as escolas públicas, mas o que tem feito diferença no resultado é a falta de disciplina e hierarquia.

    “Não tem nada a ver com a qualidade do professor, mas é que perdeu-se ao longo do tempo a possibilidade do exercício da autoridade por parte do mestre“, disse Bolsonaro em discurso durante a inauguração de uma escola para famílias de policiais militares em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

    O colégio foi batizado com o nome do falecido pai de Bolsonaro, Percy Geraldo Bolsonaro.

    Voltada para a formação de filhos de PMs, a escola pode ser, segundo Bolsonaro, um novo modelo de educação no Brasil, citando casos já adotados por Estados como Amazonas e Goiás.

    Ele afirmou que é preciso priorizar a educação e lembrou que o Brasil investe “quase nada“ em ciência e inovação.

    “Quem não tem uma base sólida nesses quesitos está condenado a ser escravo de quem os tem”, disse ele, reiterando a necessidade de se explorar, por exemplo, o grafeno, material produzido a partir do grafite com importantes propriedades físicas.

    Bolsonaro reiterou o desejo de repensar a demarcação de terras indígenas no país, e voltou a falar na possibilidade de exploração racional da reserva Raposa Serra do Sol.

    “Área mais rica do mundo. Você tem como explorar de forma racional. E no lado do índio dando royalties e integrando o índio à sociedade”, finalizou.

    O presidente eleito também tornou a criticar a ideologia de gênero que, segundo ele, foi implantada nas escolas públicas brasileiras. “Isso é uma negação a quem realmente acredita no ser humano, ou se nasce homem ou se nasce mulher”, afirmou.

    Bolsonaro visitou a escola acompanhado pelo filho Flávio Bolsonaro, deputado estadual e senador eleito, além de autoridades locais, e não quis falar sobre os casos de movimentações atípicas de recursos no gabinete do parlamentar fluminense.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Mais da metade das crianças refugiadas do mundo não frequenta escolas, diz ONU

    Por Sonia Elks

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - Mais da metade dos refugiados em idade escolar do mundo não têm acesso à educação, uma vez que os países que os acolhem estão sobrecarregados por crescentes crises humanitárias, disse ONU nesta quarta-feira.

    Quatro milhões de crianças refugiadas por todo o mundo não frequentam escolas, um aumento de meio milhão em relação ao ano anterior, informou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em relatório.

    'A educação é uma maneira de ajudar os jovens a se curarem, mas também é a maneira de ressuscitar países inteiros', disse o Alto Comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandi.

    'Com base nos padrões atuais, a menos que um investimento urgente seja feito, centenas de milhares de crianças a mais se juntarão a estas estatísticas perturbadoras'.

    O Acnur disse que até o final de 2017 tinha quase 20 milhões de refugiados sob seus cuidados, o que exclui cerca de 5 milhões de refugiados palestinos, já que o número de pessoas deslocadas cresceu em todo o mundo.

    Mais da metade eram crianças, com 7,4 milhões em idade escolar.

    Apenas 61 por cento das crianças refugiadas frequentam a escola primária, frente a mais de 90 por cento de todas as crianças do mundo, segundo o relatório.

    O número é ainda mais baixo para crianças mais velhas, com menos de um em cada quatro refugiados com idade para frequentar a escola secundária tendo acesso à educação.

    Apenas um por cento frequenta universidades, comparado a mais de um terço dos jovens do mundo.

    Mais de 500 mil crianças refugiadas foram matriculadas em escolas no ano passado, mas o crescimento rápido da população de refugiados faz com que a proporção de pessoas fora de escolas não diminua.

    Katherine Begley, assessora técnica de educação da agência humanitária Care USA, disse que o estudo é um passo vital para ajudar famílias refugiadas a reconstruírem suas vidas.

    'A educação protege e a educação empodera', disse à Thomson Reuters Foundation.

    'Ela fornece oportunidades para cultivar amizades e apoia o trabalho de estabelecer uma rotina, o que crianças que estão saindo de circunstâncias traumáticas precisam o mais rápido possível'.

    A pouca educação disponível muitas vezes acontece em abrigos temporários e precários a céu aberto.

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