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    Míssil atinge área na capital do Iraque, mas não há vítimas

    BAGDÁ (Reuters) - Um míssil foi disparado contra a fortificada Zona Verde da capital iraquiana Bagdá, que abriga prédios do governo e embaixadas estrangeiras, mas não causou vítimas, disseram militares iraquianos neste domingo.

    Uma explosão foi ouvida no centro de Bagdá na noite de domingo, disseram testemunhas Reuters, e duas fontes diplomáticas de Bagdá também afirmaram ter ouvido o estrondo.

    'Um míssil Katyusha caiu no meio da Zona Verde sem causar perdas, detalhes a serem revelados depois', disseram os militares em um breve comunicado.

    O lançador múltiplo Katyusha é um tipo barato de míssil de artilharia que pode atirar explosivos a um alvo mais rápido que a artilharia convencional, mas é menos preciso.

    A polícia estava ordenando que as patrulhas corressem para a rodovia Mohammed al-Qasim, no leste de Bagdá, em busca de veículos suspeitos que possam estar transportando lançadores de mísseis.

    Os policiais receberam uma denúncia de que o projétil havia sido disparado de dentro de um caminhão, disse à Reuters uma fonte da corporação.

    A polícia procurava por suspeitos e pelo lançador de míssil no distrito leste de Nova Bagdá.

    A embaixada dos Estados Unidos não foi atingida, acrescentou a fonte policial.

    A embaixada em Bagdá e o consulado dos EUA na capital regional curda iraquiana, Erbil, retiraram a equipe não emergencial nesta semana.

    O governo do presidente norte-americano, Donald Trump, disse que enviou forças adicionais à região para combater o que chamou de ameaças credíveis do Irã contra os interesses dos EUA, inclusive das milícias que apoia no Iraque.

    O Irã e os Estados Unidos disseram que não querem a guerra, já que as tensões entre ambos aumentam.

    (Reportagem de John Davison, Ahmed Aboulenein e Ahmed Rasheed; Texto de Ahmed Aboulenein)

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    Explosão no Egito fere turistas perto de pirâmides

    CAIRO (Reuters) - Uma explosão que atingiu um ônibus de turismo no Egito feriu pelo menos 12 pessoas neste domingo, a maioria de turistas sul-africanos, perto de um novo museu construído no entorno das pirâmides de Gizé, disseram duas fontes de segurança.

    Uma terceira fonte de segurança disse que o ônibus transportava 25 turistas sul-africanos do aeroporto para a área das pirâmides e que quatro egípcios em um carro próximo também foram feridos por vidros quebrados.

    Imagens postadas nas mídias sociais mostravam um ônibus com algumas de suas janelas estilhaçadas ou quebradas e escombros na estrada perto de um muro baixo com um buraco.

    Uma testemunha disse à Reuters que ouviu uma 'explosão muito forte' enquanto estava no trânsito perto do local.

    A explosão aconteceu a poucas centenas de metros do Grande Museu Egípcio, não muito longe do local de uma explosão na estrada que atingiu outro ônibus turístico em dezembro.

    O museu deve abrir no ano que vem como o novo lar de algumas das principais antiguidades do país, em um local adjacente às mundialmente famosas pirâmides de Gizé. A investida é parte de um esforço para impulsionar o turismo, uma das principais fontes de receita estrangeira para o Egito.

    O setor vem se recuperando depois que o número de turistas caiu na esteira de um levante de 2011 e do bombardeio a um jato de passageiros russo em 2015.

    Não houve danos ao museu causados ??pela explosão, que aconteceu a 50 metros de sua cerca externa e a mais de 400 metros do prédio da instituição, informou o Ministério de Antiguidades em um comunicado.

    Não houve reivindicação imediata de responsabilidade.

    As forças de segurança egípcias estão travando uma campanha de insurgência contra militantes islâmicos, alguns com ligações com o Estado Islâmico, concentrados no norte da Península do Sinai.

    Os ataques fora do Sinai têm sido relativamente raros.

    Em dezembro, três turistas vietnamitas e um guia egípcio foram mortos e pelo menos outros dez ficaram feridos quando uma bomba atingiu um ônibus de turismo a menos de 4 quilômetros das pirâmides de Gizé.

    (Reportagem de Ahmed Mohamed Hassan, Haithem Ahmed e Mostafa Salem; Texto de Aidan Lewis)

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    Sobe para 47 número de mortos em explosão em fábrica de pesticidas na China; feridos são 640

    Por David Stanway

    YANCHENG, China (Reuters) - O número de mortos por uma explosão em uma fábrica de pesticidas na China subiu para 47, além de mais de 600 feridos, disse a mídia estatal nesta sexta-feira, na mais recente tragédia em uma série de acidentes industriais que enfurecem a população.

    A explosão ocorreu na quinta-feira no Parque Industrial de Chenjiagang, na cidade de Yancheng, na província de Jiangsu, e o incêndio foi finalmente controlado às 3h da manhã desta sexta-feira (horário local), informou a TV estatal.

    Sobreviventes foram levados para 16 hospitais, com 640 pessoas sendo tratadas por ferimentos. Entre os feridos, 32 estavam em estado grave, disse.

    O incêndio em uma fábrica da Tianjiayi Chemical Company se espalhou para fábricas vizinhas. Crianças em um jardim de infância nas proximidades também ficaram feridas na explosão, informou a mídia.

    A causa da explosão estava sob investigação, mas a empresa --que produz mais de 30 compostos químicos orgânicos, alguns dos quais altamente inflamáveis-??- já foi citada e multada anteriormente por violações de segurança no trabalho, disse o China Daily.

    A polícia, com alguns integrantes usando máscaras, fechou estradas para a fábrica. A força da explosão quebrou janelas na vila de Wangshang, a dois quilômetros de distância, e os moradores, em choque, compararam o episódio a um terremoto.

    'Houve pequenos acidentes antes, mas nada como isso', disse à Reuters um morador que indicou seu sobrenome como Wang.

    'Houve um grande estrondo seguido por um longo estrondo. Todas as janelas estavam quebradas. Eu fui dar uma olhada. Perto do local havia sangue por toda parte. As pessoas estavam arrasadas', disse.

    A aldeia, com vista para um lago escuro e com musgos, não foi evacuada, apesar de sua proximidade com o local da explosão.

    O presidente, Xi Jinping, que está na Itália em uma visita de Estado, ordenou esforços para cuidar dos feridos e 'manter seriamente a estabilidade social', informou a tv estatal.

    As autoridades devem adotar medidas para evitar que tais incidentes aconteçam e descobrir a causa da explosão o mais rápido possível, acrescentou Xi.

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    Explosão de oleoduto no México aumenta foco do governo em plano contra roubo de combustível

    Por Anthony Esposito e Daina Beth Solomon

    TLAHUELILPAN/CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O novo governo do México sabia que um oleoduto estava vazando mas demorou horas para agir antes de uma explosão que matou ao menos 85 pessoas, disse um ministro no domingo, aumentando o foco em uma campanha para acabar com o roubo de combustíveis vista como a primeira medida de combate ao crime do presidente Andrés Manuel López Obrador.

    A petroleira estatal Pemex não fechou o oleoduto quando foi notificada por militares cerca de quatro horas antes da explosão de sexta-feira porque considerou o vazamento como “mínimo”, disse o ministro de Segurança, Alfonso Durazo, em entrevista coletiva.

    Nas horas seguintes, o vazamento cresceu e até 800 pessoas levaram potes de plástico ao duto, coletando combustível grátis no que testemunhas descreveram como uma atmosfera quase festiva.

    Familiares de algumas das vítimas disseram que a escassez de combustível desencadeada pelo plano de combate a furtos do presidente López Obrador levou muitas pessoas ao vazamento do oleoduto de Tula-Tuxpan, a poucos quilômetros de uma grande refinaria.

    Em dezembro, López Obrador enviou soldados a refinarias para ajudar a combater o crime organizado enquanto fechava oleodutos desviados por ladrões. As medidas reduziram o roubo mas, no início de janeiro, também levaram à escassez de combustível e à formação de filas quilométricas em postos de gasolina.

    Logo após o anoitecer de sexta-feira, a gasolina e os gases se inflamaram formando uma bola de fogo que matou ao menos 85 pessoas, deixando uma marca negra no distrito de Tlahuelilpan, no Estado de Hidalgo. Dezenas de pessoas ficaram tão carbonizadas que só poderão ser identificadas através de exames de DNA, segundo autoridades.

    Críticos dizem que o governo fez muito pouco para impedir que as pessoas se aglomerassem no local antes da explosão, foi muito precipitado em enviar gasolina pelo duto que passou semanas fechado devido ao combate ao roubo de combustível e agiu muito lentamente depois que o vazamento foi detectado.

    A Pemex estava com pressa para reabrir o gasoduto para evitar uma nova rodada de falta de combustível na Cidade do México, disse Gonzalo Monroy, chefe da empresa de consultoria energética GMEC, citando conversas com profissionais da indústria petrolífera.

    Rejeitando relatos de que ladrões de combustíveis teriam aberto o oleoduto, Monroy disse que fontes na Pemex indicam que a fissura aconteceu em um ponto anteriormente reparado pela companhia que cedeu sob a pressão de um novo fluxo de combustível.

    Autoridades da Pemex decidiram continuar enviando combustível após os primeiros sinais do vazamento, mandando uma equipe para inspecionar o local, disse.

    A Pemex não respondeu a pedidos por comentários.

    (Reportagem de Anthony Esposito; Reportagem adicional de Frank Jack Daniel, Daina Beth Solomon e Marianna Parraga, na Cidade do México)

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    Três pessoas morrem em explosão de gás em Paris

    Por Lucien Libert e Geert De Clercq

    PARIS (Reuters) - Dois bombeiros franceses e um cidadã espanhola morreram e cerca de 50 pessoas ficaram feridas em uma enorme explosão de gás que destruiu o andar térreo de um prédio em uma área de compras de Paris neste sábado, disseram autoridades.

    O acidente ocorreu com Paris sob o bloqueio de segurança por um nono sábado consecutivo de protestos dos 'coletes amarelos', com grande parte da capital francesa bloqueada pela polícia.

    'Como os bombeiros estavam procurando um vazamento de gás no prédio, uma grave explosão aconteceu', disse o ministro do Interior francês, Christophe Castaner, acrescentando que um dos bombeiros havia ficado sob os detritos por várias horas.

    Castaner disse em seu Twitter que dois bombeiros morreram e que 10 pessoas, incluindo bombeiros, tinham ferimentos graves. Outras 37 pessoas tiveram ferimentos leves, afirmou.

    O ministro das Relações Exteriores espanhol, Josep Borrell, escreveu em seu Twitter que uma mulher espanhola também morreu na explosão. As autoridades francesas não confirmaram imediatamente a terceira morte.

    O jornal espanhol El Confidencial informou que a mulher era uma turista que visitava Paris com o marido, que estava ileso.

    Poucas horas após a explosão, milhares de manifestantes de coletes amarelos marcharam ruidosamente, mas pacificamente, pelo bairro comercial de Grands Boulevards, no norte de Paris, a apenas algumas centenas de metros da localização da explosão.

    Nos últimos anos, a França sofreu uma série de ataques militantes islâmicos em Paris, Nice, Marselha e em outros lugares, mas as autoridades rapidamente descartaram o pior.

    'Neste estágio, podemos dizer que a explosão do gás é claramente um acidente', disse o promotor de Paris, Remi Heitz, a repórteres.

    Uma fonte da polícia disse que a explosão destruiu uma padaria na rue Trevise e testemunhas disseram que a força da explosão destruiu fachadas próximas e abalou prédios a centenas de metros de distância.

    Mais de 200 bombeiros juntaram-se à operação de resgate e dois helicópteros aterrissaram na vizinha Place de l'Opera para retirar as vítimas. Ambulâncias encontraram dificuldade para acessar a área de explosão por causa das barreiras policiais criadas para ajudar a conter qualquer violência por manifestantes dos coletes amarelos.

    Uma testemunha ocular de um hotel próximo disse que viu chamas no térreo do prédio destruído pela explosão.

    'Havia vidros quebrados por toda parte, as fachadas das lojas foram destruídas e as janelas estavam quebradas até o terceiro e quarto andares', disse David Bangura, de 38 anos.

    Ele disse que, ao se aproximar da cena, uma mulher estava chorando pedindo ajuda no primeiro andar de um prédio: 'Ajude-nos, ajude-nos, nós temos um filho'.

    (Reportagem adicional de Caroline Paillez, Emmanuel Jarry e Benoit Tessier em Paris e Sam Edwards em Madri)

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    Explosão de gás atinge distrito comercial em Paris e deixa pelo menos 12 feridos

    PARIS (Reuters) - Uma enorme explosão provavelmente causada por um vazamento de gás destruiu o piso térreo de um prédio em um distrito comercial no centro de Paris neste sábado, ferindo gravemente pelo menos 12 pessoas, disseram autoridades.

    A polícia estava em alerta máximo na capital francesa por um nono sábado consecutivo de protestos dos 'coletes amarelos', com grandes partes do centro da cidade bloqueadas pela polícia.

    Nos últimos anos, a França sofreu ataques militantes jihadistas em Paris, Nice, Marselha e além. Mas o promotor de Paris, Remi Heitz, foi rápido em descartar o pior.

    'Ainda precisamos determinar as circunstâncias e a causa da explosão, mas neste estágio podemos dizer que é claramente um acidente, presumivelmente um vazamento de gás', disse a repórteres.

    Uma fonte da polícia disse que a explosão destruiu uma padaria na rua Trevise, no distrito Grands Boulevards. A força da explosão destruiu as fachadas próximas e balançou prédios a centenas de metros de distância, disseram testemunhas.

    O comandante da brigada de incêndio, Eric Moulin, disse aos repórteres que 12 pessoas, incluindo três bombeiros, ficaram gravemente feridas. Cinco deles, incluindo dois bombeiros, tinham risco de vida, disse.

    Pelo menos mais 24 pessoas sofreram ferimentos leves, disse Moulin. Bombeiros estavam procurando no prédio por mais vítimas.

    Mais de 200 bombeiros juntaram-se à operação de resgate e dois helicópteros aterrissaram na vizinha Place de l'Opera para retirar os feridos.

    'A situação está agora sob controle', disse o ministro do Interior, Christophe Castaner, a repórteres.

    Uma testemunha ocular em um hotel próximo disse que viu um enorme incêndio surgir no prédio destruído pela explosão.

    'Havia vidros quebrados por toda parte, as fachadas das lojas foram destruídas e as janelas se quebraram até o terceiro e quarto andares', disse David Bangura, de 38 anos.

    Ele disse que ao se aproximar da cena, uma mulher estava chorando pedindo ajuda no primeiro andar de um prédio: 'Ajude-nos, ajude-nos, nós temos um filho'.

    (Reportagem de Geert De Clercq, Caroline Paillez, Emmanuel Jarry, Simon Carraud, Lucien Libert, Christian Hartmann e Benoit Tessier)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Explosão deixa 30 feridos e paralisa usina siderúrgica da Usiminas em MG

    Explosão deixa 30 feridos e paralisa usina siderúrgica da Usiminas em MG

    SÃO PAULO (Reuters) - A usina siderúrgica da Usiminas em Ipatinga (MG) sofreu uma forte explosão nesta sexta-feira e paralisou alto-fornos, em um incidente que deixou 30 feridos e assustou moradores da cidade.

    Segundo informações da usina e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, um equipamento conhecido como gasômetro explodiu causando forte estrondo ouvido na cidade e a emissão de grossa coluna de fumaça.

    O gasômetro, um equipamento de grande porte com vários metros de altura, armazena gases que são gerados no processo de produção de aço.

    'Houve uma explosão no gasômetro por volta das 12h. O incidente está controlado. Já foi interrompido o fluxo de gás', informou um representante da Usiminas. Em comunicados ao mercado, a Usiminas afirmou que, como medida de precaução, decidiu paralisar, 'de forma emergencial e temporária', os altos-fornos da usina.

    'Foram realizados, até o momento, 30 atendimentos no Hospital Márcio Cunha (em Ipatinga). Não há feridos em estado grave e a maior parte das pessoas apresenta leves escoriações. Não há registro de vítima fatal', afirmou a companhia.

    As ações da empresa chegaram a despencar quase 11 por cento logo após as primeiras notícias do incidente, mas às 16h14 os papéis reduziam perdas, recuando 6,57 por cento, enquanto o Ibovespa exibia baixa de 3,18 por cento.

    'Ipatinga é a única usina da Usiminas que produz aço bruto atualmente, com uma capacidade total de 5 milhões de toneladas (por ano). Como referência, a CSN teve um importante incidente em janeiro de 2016 que parou suas operações por vários meses. A ação da CSN caiu 10 por cento no dia que o incidente foi revelado, mas o impacto para o fluxo de caixa da companhia foi minimizado pelo fato da CSN ter seguro, que cobriu as perdas de lucro', afirmaram analistas do Itaú BBA em nota a clientes, acrescentando que avaliam o impacto sobre a ação da empresa como 'exagerado'.

    A explosão em Ipatinga ocorreu depois que na quarta-feira um funcionário terceirizado morreu prestando serviços de manutenção em equipamento na área de aciaria da usina.

    A usina de Ipatinga está em operação desde a década de 1960 e tem cerca de 6.500 funcionários diretos. O complexo tem três alto-fornos, dos quais o número 1 foi reativado em abril deste ano após ficar parado desde 2015 em meio à queda na demanda brasileiro por aço.

    (Por Alberto Alerigi Jr.; com reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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