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    Tática do Facebook seria ameaça aos direitos humanos

    Segundo publicação da LINK, a Anistia Internacional disse em relatório que o modelo de negócios de coleta de dados que alimenta o Facebook e o Google representa uma ameaça aos direitos humanos em todo o mundo.

    O argumento da organização é que oferecer serviços online e gratuitos para as pessoas, após utilizar suas informações para direcionar anúncios, põe em risco uma série de direitos – entre eles, a liberdade de opinião e expressão.

    "Apesar do valor real dos serviços que eles fornecem, as plataformas do Google e do Facebook têm um custo sistêmico", disse a Anistia no relatório Gigantes da Vigilância.

    "O modelo de negócios baseado em vigilância das empresas obriga as pessoas a fazer uma barganha faustiana, na qual elas só podem usufruir de seus direitos humanos on-line submetendo-se a um sistema baseado em abuso de direitos humanos".

    Com essa vigilância feroz, os dois gigantes conseguem coletar muitos dados que podem ser usados contra seus consumidores, segundo o grupo de direitos humanos de Londres. O modelo de negócios é "inerentemente incompatível com o direito à privacidade", afirmou a Anistia.

    O relatório diz que as duas empresas estabeleceram "domínio quase total sobre os principais canais pelos quais as pessoas se conectam e se envolvem com o mundo online", dando a elas um poder sem precedentes sobre a vida das pessoas.

    "O Google e o Facebook dominam nossas vidas modernas - acumulando um poder sem paralelo sobre o mundo digital, colhendo e monetizando os dados pessoais de bilhões de pessoas", disse Kumi Naidoo, secretário-geral da Anistia Internacional. "O controle insidioso de nossas vidas digitais mina a própria essência da privacidade e é um dos desafios que definem os direitos humanos de nossa era", continua.

    Por isso, o relatório fala da importância da implementação de políticas que garantam o acesso a serviços online ao mesmo tempo que protejam a privacidade dos usuários.

    "Os governos têm a obrigação de proteger as pessoas dos abusos dos direitos humanos pelas empresas", afirmou a Anistia. "Mas nas últimas duas décadas, as empresas de tecnologia foram deixadas em grande parte para se autorregular".

    O Facebook, no entanto, reagiu dizendo que há imprecisões no relatório. A empresa de Mark Zuckerberg, que conta com uma lista extensa de acusações, discorda fortemente da caracterização de seu modelo de negócios como sendo baseado em vigilância.

    Leia também: Órgão americano investiga Facebook por suspeita antitruste

    "Nosso modelo de negócios é o que nos permite oferecer um serviço importante, onde as pessoas podem exercer direitos humanos fundamentais - ter voz (liberdade de expressão) e poder se conectar (liberdade de associação e reunião)", disse uma carta do diretor de privacidade e políticas públicas do Facebook, Steve Satterfield, em um anexo do relatório da Anistia.

     

    1 M

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    Califórnia força Facebook a prestar esclarecimentos

    O estado da Califórnia, nos Estados Unidos, está fazendo uma investigação sobre se o Facebook violou a privacidade e a lei estadual de seus usuários. Ao ser solicitada pelo tribunal, a empresa de Mark Zuckerberg, no entanto, deu uma resposta bastante insatisfatória, segundo informações da LINK

    O estado diz que exigiu informações da gigante da mídia social em junho para uma investigação iniciada no ano passado. O procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra, disse em uma entrevista coletiva nesta quarta-feira que não podia discutir os detalhes da sondagem.

    "O que começou inicialmente como uma investigação sobre o escândalo da Cambridge Analytica se expandiu ao longo do tempo para se tornar uma investigação sobre se o Facebook violou as leis da Califórnia, entre outras coisas, enganando os usuários e ignorando suas próprias políticas ao permitir que terceiros tenham amplo acesso aos dados do usuário" disse o estado em um processo no tribunal estadual, tentando obrigar o Facebook a responder a intimações.

    Já o Facebook diz que "cooperou extensivamente com a investigação do estado da Califórnia". "Até o momento, fornecemos milhares de páginas de respostas por escrito e centenas de milhares de documentos", disse Will Castleberry, vice-presidente de política estadual e local da empresa, em um e-mail.

    Mas o Facebook não forneceu respostas para 19 perguntas escritas e não produziu novos documentos em resposta a seis solicitações, de acordo com o documento. A empresa também se recusou a procurar comunicações envolvendo executivos seniores em busca de materiais responsivos, afirma o estado.

    A procuradora-geral de Massachusetts, Maura Healey, também foi aos tribunais para obter informações sobre o possível uso indevido dos dados do usuário por aplicativos de terceiros. O Facebook divulgou uma série de documentos depois que um tribunal de Massachusetts retirou o selo do caso em setembro. As divulgações revelaram que o a empresa de mídia social suspendeu mais de 10.000 aplicativos de terceiros por possível uso indevido de dados.

    O Facebook deve aparecer nesta quinta-feira em um tribunal estadual de Massachusetts para explicar por que não deve entregar mais informações a Healey.

    Este ano, o Facebook pagou uma multa de US$ 5 bilhões à Federal Trade Commission para concluir uma investigação separada, mas semelhante, sobre suas práticas de privacidade decorrentes do escândalo de privacidade da Cambridge Analytica que veio a conhecimento público no início de 2018.

    Nesse assunto, um pesquisador externo coletou dados pessoais de dezenas de milhões de usuários do Facebook sem consentimento e depois os vendeu a uma consultoria política que estava trabalhando com o candidato presidencial Donald Trump. As revelações fizeram com que o Facebook caísse, e a empresa passou os últimos dois anos tentando limpar suas políticas de dados e recuperar a confiança dos usuários.

    2 M

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