alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE fecha

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem nova baixa ante real com exterior e vantagem de Bolsonaro

    Dólar tem nova baixa ante real com exterior e vantagem de Bolsonaro

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a terça-feira em baixa pelo segundo pregão consecutivo mas longe da mínima do dia, quando foi abaixo de 3,70 reais, sob influência do ambiente mais positivo no exterior e após nova pesquisa eleitoral consolidar o cenário de ampla vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa à Presidência da República.

    O dólar recuou 0,37 por cento, a 3,7203 reais na venda, acumulando, nestes dois pregões, queda de 1,55 por cento. No mês até agora, o dólar já ficou 7,85 por cento mais barato ante o real.

    Na mínima desta terça-feira, a moeda marcou 3,6922 reais, mas o patamar acabou atraindo compradores. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,50 por cento.

    'O Ibope deu praticamente como certa a eleição de Bolsonaro', afirmou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara, ao acrescentar que essa leitura justificou o mercado testar o suporte de 3,70 reais nesta sessão.

    'Passada a eleição, poderemos ver um fluxo de venda no dólar, mas com menor volume, já que os investidores começam a colocar nos preços a expectativa pelo plano do novo governo, principalmente reforma da Previdência', acrescentou.

    Na noite de segunda-feira, o levantamento do Ibope mostrou que Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, contra 41 por cento de Fernando Haddad (PT), repetindo o quadro apontado na véspera em pesquisa encomendada pelo BTG Pactual.

    A preferência do mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes, e a expectativa é de que eles imponham uma agenda de reformas, corte de gastos e ajuste fiscal.

    'Outra medição que vem chamando a atenção é a rejeição de Haddad, a qual tem superado a do candidato do PSL em praticamente todos os estudos para o segundo turno....(e) ajuda a alavancar apostas de que dificilmente o PT 'virará o jogo' até o dia 28', escreveu o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado, em relatório.

    'Com esse estudo consolidando – mas não fortalecendo – a leitura otimista de investidores, o mercado tende a manter a resiliência de ativos locais, mas sem deixar de observar o clima no exterior', acrescentou.

    No exterior, a terça-feira foi marcada pela busca por ativos de maior risco, o que faz o dólar perder força ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. Ante a cesta de moedas, a moeda rondava a estabilidade.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,235 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar termina sessão em alta ante real com exterior, mas cai pela quarta semana seguida

    Dólar termina sessão em alta ante real com exterior, mas cai pela quarta semana seguida

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a quinta-feira com pequena alta ante o real, influenciado pela maior aversão ao risco no exterior e a cautela pré-feriado no Brasil, mas terminou a semana novamente em queda, pela quarta vez seguida, ajudado pelo cenário eleitoral local.

    O dólar avançou 0,41 por cento, a 3,7788 reais na venda, acumulando, na semana, queda de 2,03 por cento. Neste período, ficou 9,31 por cento mais barato ante o real.

    Na mínima, a moeda foi a 3,7175 reais e, na máxima, a 3,7868 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,60 por cento.

    'O mercado preferiu não passar o final de semana vendido... não fosse o feriado, o dólar poderia estar perto de 3,75 reais', comentou o operador da Spinelli, José Carlos Amado, ao acrescentar que o cenário externo de maior aversão ao risco também teve influência no movimento local, já que na sexta-feira os mercados domésticos não funcionam.

    No exterior, as bolsas norte-americanas tiveram novo dia de queda firme, com os investidores preocupados com uma ação mais forte do Federal Reserve, banco central do país, com a guerra comercial entre EUA e China e ainda com as previsões de menor crescimento global do Fundo Monetário Internacional (FMI).

    A preocupação com um Fed mais hawkish elevou recentemente os rendimentos dos Treasuries, com o título de 10 anos tendo atingido os níveis mais elevados desde maio de 2011 no começo da semana. Nesta sessão, entretanto, as taxas na curva recuaram sob influência da queda das ações.

    Na véspera, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou novamente o Fed pelo aumento dos juros, mas seu assessor econômico, Larry Kudlow, negou que ele estivesse endereçando a política de juros do Fed.

    O dólar caía ante a cesta e também ante moedas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

    Do lado doméstico, o resultado da pesquisa Datafolha da véspera manteve o dólar em queda em parte da sessão, já que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) ficou com boa dianteira ante Fernando Haddad (PT).

    'Para os ativos domésticos há ventos favoráveis vindos da política: pesquisa Datafolha mostrou que Bolsonaro abriu vantagem de 16 pontos sobre Haddad..., mas dado o ambiente de aversão ao risco presente nos mercados globais, a tendência positiva pode se reverter ao longo do pregão', já previa a SulAmérica Investimentos em relatório logo cedo.

    A pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira mostrou Bolsonaro com 58 por cento das intenções de votos válidos.

    Em outra pesquisa, divulgada esta manhã pela XP Investimentos, Bolsonaro também está à frente de Haddad, com 59 a 41 por cento das intenções de votos.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 3,465 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem nova queda e termina a R$3,71 ainda ecoando eleições

    Dólar tem nova queda e termina a R$3,71 ainda ecoando eleições

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar teve mais uma sessão de forte queda e terminou em 3,71 reais nesta terça-feira, com os investidores ainda ecoando os resultados do primeiro turno das eleições, no domingo, que deram força às apostas de um presidente mais comprometido com as reformas.

    O dólar recuou 1,47 por cento, a 3,7107 reais na venda, menor valor desde os 3,7071 reais de 3 de agosto. Foi a sexta queda em sete sessões neste mês, acumulando em outubro baixa de 8,09 por cento.

    Na mínima da sessão, a moeda foi a 3,7017 reais. O dólar futuro caía 1,77 por cento.

    'O otimismo doméstico está se sobrepondo ao exterior. É muito recente o resultado de domingo', disse o operador da H.Commcor Corretora Cleber Alessie Machado, acrescentando que o fato de o dólar ter fechado longe das mínimas na véspera favoreceu o movimento nesta sessão.

    No domingo, o primeiro turno das eleições terminou com Jair Bolsonaro (PSL) com 46 por cento dos votos e Fernando Haddad (PT), que vai disputar com ele o segundo turno, com pouco mais de 29 por cento. Além disso, o partido de Bolsonaro terminou com a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados.

    A preferência do mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes, e a expectativa é de que eles imponham uma agenda de reformas, entre elas a da Previdência, corte de gastos e ajuste fiscal.

    'Embora Bolsonaro tenha uma realidade que o coloca muito próximo de ser o vitorioso no próximo dia 28, o mercado deve reagir a quaisquer sinalizações de um segundo turno 'dividido', o que acaba por alimentar expectativas com o Datafolha de amanhã', acrescentou Alessie Machado, citando a primeira pesquisa de intenção de voto após o primeiro turno.

    Em entrevista a uma rádio nesta terça-feira, Bolsonaro voltou a reafirmar que acredita na democracia e criticou seu adversário, que, em sua opinião, seria tutelado num eventual governo pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Também falando a uma rádio, Haddad disse que o Ministério da Fazenda num eventual governo seu será comandado por um nome ligado à produção e com perfil diferente do economista Paulo Guedes, que chancela a área econômica de Bolsonaro.

    No exterior, o dólar, que subiu parte da sessão ante a cesta de moedas, perdeu força e registrava pequena baixa à tarde. Também aliviou a pressão ante as divisas de países emergentes, favorecendo ainda mais o recuo ante o real.

    As preocupações com o orçamento italiano e o corte das previsões de crescimento global feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), inclusive para o Brasil, em 2018 e 2019, influenciaram o humor dos agentes no exterior nesta terça-feira.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,695 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Camila Moreira e Iuri Dantas)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem maior queda semanal em 30 meses ante real, com otimismo sobre Bolsonaro na eleição

    Dólar tem maior queda semanal em 30 meses ante real, com otimismo sobre Bolsonaro na eleição

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar voltou a terminar em baixa ante o real nesta sexta-feira e vai para o primeiro turno das eleições à Presidência da República mais de 4 por cento mais barato do que na semana anterior, com investidores animados com a possibilidade de uma vitória em primeiro turno de Jair Bolsonaro (PSL) ou de uma derrota de Fernando Haddad (PT), no segundo turno.

    O dólar recuou 1,00 por cento, a 3,8570 reais na venda terminando a semana em queda de 4,46 por cento, a maior desde o recuo semanal de 4,51 por cento registrado no intervalo encerrado em 11 de março de 2016. O dólar futuro tinha variação positiva de 0,53 por cento.

    Nesta sexta-feira, a moeda terminou em queda, com os investidores reagindo à pesquisa Datafolha divulgada na véspera que mostrou Bolsonaro com 35 por cento das intenções de voto contra 22 por cento de Haddad. Antes, a vantagem do candidato do PSL era de 32 por cento a 21 por cento. Pelo critério de votos válidos, Bolsonaro soma 39 por cento, contra 38 por cento no levantamento anterior, divulgado na terça-feira, enquanto Haddad registra 25 por cento, ante os 24 por cento de antes. Outros dois levantamentos, XP/Ipespe, e Paraná/Empiricus, confirmaram os números. 'O voto útil pode fazer a diferença. Caso os votos que hoje estão com Geraldo Alckmin, João Amoêdo, Álvaro Dias e Henrique Meirelles se transfiram para o candidato do PSL, pode ser que Bolsonaro de fato consiga ser eleito no primeiro turno. Não é um cenário impossível, apesar de improvável', avaliou a economista da corretora CM Capital Markets Camila Abdelmalack, em relatório. Os investidores ajustaram um pouco suas posições para o pleito de domingo, buscando proteção com a compra de dólares, depois de a moeda ter renovado a mínima, a 3,8963 reais, após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano fora do setor agrícola abaixo do esperado. Segundo o relatório do Departamento do Trabalho, foram criadas 134 mil vagas no mês passado, menor número em um ano, mas os dados de julho e agosto foram revisados para mostrar 87 mil vagas a mais do que o informado antes. A previsão era de abertura de 185 mil vagas. No exterior, o dólar tinha leve queda ante a cesta de moedas, e caía ante as divisas de emergentes, como o peso mexicano. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 1,925 bilhão de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Iuri Dantas)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ibovespa sobe quase 4% e tem maior alta desde 2016 com especulações sobre desfecho eleitoral

    Ibovespa sobe quase 4% e tem maior alta desde 2016 com especulações sobre desfecho eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de quase 4 por cento nesta terça-feira, em meio a especulações sobre o desfecho das eleições, após pesquisa Ibope mostrar aumento da vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na liderança da corrida presidencial, em sessão com forte volume financeiro na bolsa paulista.

    O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 3,78 por cento, a 81.593,85 pontos, maior alta desde 7 de novembro de 2016, em movimento capitaneado por papéis de empresas de controle estatal. Na máxima, saltou 4 por cento. O giro financeiro alcançou 16,4 bilhões de reais.

    Levantamento Ibope conhecido na noite de segunda-feira mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. Em sondagem anterior do Ibope, o candidato do PSL tinha 27 por cento, enquanto o petista aparecia com 21 por cento.

    'A pesquisa Ibope foi o gatilho para a euforia', disse o gerente de investimentos de um fundo de pensão no Rio de Janeiro, citando comentários no mercado de apostas de uma eventual vitória de Bolsonaro ainda no primeiro turno. 'Mas me parece prematuro, o risco Haddad ainda é relevante'.

    Em nota a clientes mais cedo, a equipe da Brasil Plural frisou a pesquisa Datafolha ainda nesta terça-feira e a Ibope, na quinta, para avaliar se as tendências apontadas na sondagem conhecida na véspera se confirmam.

    O chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo citou bastante fluxo comprador na bolsa, tanto local como estrangeiros. 'Muitos fundos estavam com posições elevadas de caixa, com pouca alocação em bolsa', afirmou, citando que o enfraquecimento de Haddad animou compras.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persiste entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Desde o mês passado, profissionais do mercado financeiro têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para emergentes. Em setembro, houve entrada líquida de mais de 3 bilhões de reais, ajudando o saldo do ano a ficar positivo em 294,6 milhões de reais.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam próximo da estabilidade, afetados pelo declínio dos papéis do Facebook, mas o Dow Jones avançou para nova máxima recorde.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL disparou 11,41 por cento, maior diária alta desde abril de 2016, liderando ganhos de bancos, suscetíveis ao cenário eleitoral. ITAÚ UNIBANCO subiu 3,85 por cento, BRADESCO PN ganhou 5,89 por cento e SANTANDER BRASIL avançou 7,44 por cento.

    - PETROBRAS PN subiu 8,67 por cento, entre os maiores ganhos, apesar da fraqueza dos preços do petróleo, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançou 6,74 por cento.

    - ELETROBRAS ON encerrou em alta de 11,45 por cento, enquanto CEMIG PN teve elevação de 7,28 por cento e COPEL PNB, que subiu 6,83 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciou-se 9,26 por cento.

    - VALE terminou com elevação de 1,32 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - QUALICORP avançou 10,91 por cento, após desabar quase 30 por cento na véspera, na esteira de um anúncio de acordo de não competitividade com o fundador José Seripieri Filho, dono de cerca de 15 por cento da empresa de planos de saúde, pelo qual ele receberá 150 milhões de reais.

    - SUZANO e FIBRIA caíram 3,375 e 1,93 por cento, respectivamente, com o recuo de mais de 2 por cento do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem maior queda em três meses e meio e termina a R$3,93, com avanço de Bolsonaro em pesquisa

    Dólar tem maior queda em três meses e meio e termina a R$3,93, com avanço de Bolsonaro em pesquisa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrou a maior queda percentual diária em três meses e meio e fechou em 3,93 reais nesta terça-feira, depois de ter flertado com os 3,90 reais na mínima, com os investidores animados com o avanço de Jair Bolsonaro (PSL) nas intenções de votos à Presidência da República medidas pelo Ibope e maior vantagem em relação a Fernando Haddad (PT).

    O dólar recuou 2,08 por cento, a 3,9349 reais na venda, para o menor nível desde os 3,9147 de 17 de agosto. Foi ainda a maior queda percentual desde a baixa de 2,15 por cento ocorrida no pregão de 15 de junho passado.

    Na mínima, a moeda caiu quase 2,8 por cento, para 3,9064 reais. O dólar futuro tinha baixa de 2,10 por cento.

    'Aparentemente, a maré de Bolsonaro (PSL) parece ter começado a virar....Nas últimas duas semanas,... muitos começavam a prever que Bolsonaro não iria mais crescer nas pesquisas e que Fernando Haddad poderia empatar...ainda no primeiro turno. Mas os números de ontem mostraram uma invertida', avaliou a corretora Guide em relatório.

    Haddad não oscilou no levantamento divulgado na véspera, mantendo os mesmos 21 por cento de antes, enquanto o líder Bolsonaro foi a 31 por cento, ante 27 por cento do levantamento anterior.

    Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro empataria com Haddad com 42 por cento, ante 42 a 38 por cento para o petista antes. Além disso, a rejeição de Haddad subiu 11 pontos, a 38 por cento, enquanto a de Bolsonaro permaneceu em 44 por cento.

    'A pesquisa de ontem mostrou uma ruptura numa tendência e é natural o mercado ajustar os preços', explicou o economista da Elite Corretora, Hersz Ferman, ao lembrar que os levantamentos anteriores mostravam Bolsonaro parando de crescer e Haddad avançando, sobretudo no segundo turno.

    Para o mercado, o resultado do Ibope trouxe viés favorável ainda porque o PT sofreu outros reveses. Entre eles, o veto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a uma entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jornal Folha de S.Paulo e a liberação da delação do ex-ministro petista Antonio Palocci envolvendo, entre outros, o próprio Lula.

    O mercado prefere candidatos com viés mais reformista e entende que aqueles com viés mais à esquerda não se enquadram nesse perfil. Assim, sua opção neste momento está em Bolsonaro principalmente pelas ideias de seu assessor econômico Paulo Guedes.

    As atenções agora se voltam para o números do Datafolha que saem nesta terça-feira e incluem entrevistas realizadas no mesmo dia.

    'Hoje sai o Datafolha...que deve trazer algum impacto já em relação à delação de Palocci', destacou em relatório o sócio da Criteria Investimentos Vitor Miziara.

    Para Ferman, da Elite Corretora, se o Datafolha não corroborar o Ibope da véspera, 'o mercado pode devolver (a euforia) amanhã'.

    No exterior, o dólar subia ante a cesta de moedas com a Itália puxando a aversão ao risco. O euro foi à mínima de seis semanas mais cedo após uma autoridade do partido governista Liga da Itália dizer que a maioria dos problemas do país seria resolvida se trocasse o euro por uma moeda nacional, provocando vendas generalizadas no mercado.

    O dólar também avançava ante as divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e a lira turca.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 770 milhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe e retoma patamar de R$4, mas fecha setembro em queda

    Dólar sobe e retoma patamar de R$4, mas fecha setembro em queda

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a sexta-feira em alta e de volta ao nível de 4 reais, após três sessões consecutivas de queda, sob influência externa e da cena eleitoral doméstica, a pouco mais de uma semana do pleito.

    Na semana e no mês, entretanto, a moeda recuou, com investidores reduzindo posições compradas, que apostam na alta, após a corrida ao Palácio do Planalto ter se polarizado entre um provável segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Com o desfecho eleitoral ainda incerto, outubro começa com previsão de volatilidade.

    O dólar avançou 1,07 por cento, a 4,0371 reais na venda, acumulando, na semana, queda de 0,26 por cento.

    No mês, caiu 0,87 por cento, depois de fechar agosto com alta de 8,46 por cento, o maior avanço desde setembro de 2015. No ano até agora, o dólar já ficou 21,80 por cento por cento mais caro.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,20 por cento.

    “Mercado deve seguir apreensivo e cauteloso com aproximação das eleições, de olho nas pesquisas”, disse o diretor da corretora Mirae, Pablo Spyer.

    Nos últimos três pregões, o dólar caiu com força e fechou a véspera no menor valor em 5 semanas, abaixo de 4 reais, com os investidores, sobretudo estrangeiros, reduzindo posições compradas, com a percepção de que o hedge montado para o pior cenário eleitoral foi exagerado.

    Os investidores vêm ajustando suas carteiras nas últimas semanas para um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, já que o preferido Geraldo Alckmin (PSDB), por seu perfil mais reformista, patina nas pesquisas. Nesse cenário, o mercado ainda aposta numa vitória de Bolsonaro, que teria um perfil mais reformista do que o petista.

    Um gestor de derivativos de uma corretora local ponderou que, se houver fluxo vendedor nos próximos pregões, a exemplo do que ocorreu nos últimos dias, a moeda norte-americana pode vir a testar novamente os níveis abaixo de 4 reais.

    Desta forma, caiu mal nesta sexta-feira a pesquisa XP Investimentos/Ipespe que mostrou que o candidato Fernando Haddad cortou para 7 pontos a vantagem do líder Jair Bolsonaro, do PSL, e ainda venceria em segundo turno. À noite, o Datafolha divulga um novo levantamento.

    Também desagradou a notícia da revista Veja de que Bolsonaro foi acusado pela ex-mulher de ocultar patrimônio da Justiça Eleitoral, ter renda mensal acima da declarada e furtar um cofre bancário pertencente a ela, além de declarações polêmicas de seu vice, o general Hamilton Mourão, contra o 13º salário.

    Por fim, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a conceder uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, outro fator a pesar sobre os ativos, juntamente com o cenário externo.

    Lá fora, o dólar subia ante a cesta de moedas e ante divisas de emergentes em dia de um pouco mais de aversão ao risco após o governo italiano ter divulgado um orçamento para 2019 com um déficit três vezes maior do que sua meta anterior.

    Destaque para o euro, que cedeu abaixo de 1,16 dólar pela primeira vez em duas semanas uma vez que alguns investidores consideraram o orçamento italiano como um desafio às exigências da União Europeia.

    'No externo, a Itália está levando o investidor a procurar segurança. E no doméstico, as notícias estão na contramão da véspera', resumiu o especialista em câmbio da Frente Corretora Robert Awerianow.

    O Banco Central concluiu na véspera a rolagem do vencimento de swap cambial --equivalente à venda futura de dólares-- de outubro e, após o fechamento do mercado, já anunciou o início da rolagem de novembro a partir da próxima segunda-feira. A oferta será de até 7,7 mil contratos que, se mantida até o final do mês, rolará integralmente o total de 8,027 bilhões de dólares em swaps que vencem no penúltimo mês de 2018.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem 3ª queda seguida e fecha abaixo de R$4 pela primeira vez em mais de um mês

    Dólar tem 3ª queda seguida e fecha abaixo de R$4 pela primeira vez em mais de um mês

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou pela terceira sessão consecutiva e terminou abaixo de 4 reais nesta quinta-feira, favorecido por fluxo de ingresso de recursos e desmonte de posições compradas e com os investidores menos assustados quanto ao cenário eleitoral doméstico, em sessão ainda marcada por melhora no cenário externo.

    O dólar recuou 0,79 por cento, a 3,9943 reais na venda, abaixo de 4 reais pela primeira vez desde 20 de agosto (3,9577 reais). Nestes três pregões seguidos em baixa seguidos, a moeda acumula perdas de 2,29 por cento.

    Antes do último pregão do mês, a moeda norte-americana registra um recuo de 1,92 por cento ante o real em setembro, após avançar 8,46 por cento no mês anterior.

    Na mínima, foi a 3,9675 reais e, na máxima, a 4,0562 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 1 por cento.

    'Está tendo fluxo...e uma reversão dos fundos, que estão voltando a comprar Brasil', explicou o presidente da correspondente cambial Remessa Online, Fernando Pavani.

    Nos últimos dias, muitos investidores têm desmontado posições compradas, aquelas que apostam na alta do dólar, em meio à percepção de que as eleições estão se encaminhando para um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e que o primeiro têm boas chances de vencer o pleito.

    O mercado quer a vitória de um candidato com perfil mais reformista e preferia Geraldo Alckmin (PSDB), mas como esse não tem ganhado tração, tem considerado que Bolsonaro pode ser uma opção, sobretudo por causa de Paulo Guedes, seu principal assessor econômico na campanha e com ideias liberais.

    'O mercado definitivamente está comprando Bolsonaro (e sua agenda reformista) e, eventualmente, Haddad (e sua provável mudança para o centro)', avaliou o diretor de Tesouraria de um grande banco estrangeiro.

    A quinta-feira teve noticiário eleitoral mais tranquilo. Na véspera, o mercado se animou com levantamento do Paraná Pesquisas, feito para a Empiricus Research, mostrando que Bolsonaro venceria Haddad no segundo turno.

    O recuo do dólar no mercado doméstico também teve influência externa, onde a moeda norte-americana recuava sobre as demais divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    Na véspera, o Federal Reserve, banco central norte-americano, confirmou que prevê mais uma alta dos juros em dezembro, três em 2019 e uma em 2020, não reforçando a leitura daqueles que previam uma postura mais 'hawkish'.

    'O fato de ele ter sinalizado o fim da política expansionista tirou a perspectiva de altas subsequentes...a política de aumento gradual está perto do fim', avaliou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital Fernando Bergallo.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 10,72 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, concluindo a rolagem dos 9,801 bilhões de dólares que vencem em outubro.

    Em novembro, segundo dados do site do BC, vencem 8,027 bilhões de dólares em swap cambial.

    'Para manter a normalidade e evitar qualquer volatilidade desnecessária na última semana antes da eleição, o BC também deve anunciar logo a rolagem integral desse vencimento', avaliou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora local, ao lembrar que o BC fez o mesmo no mês passado.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ibovespa sobe e tem melhor desempenho semanal do ano com alívio externo e foco nas eleições

    Ibovespa sobe e tem melhor desempenho semanal do ano com alívio externo e foco nas eleições

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa encerrou a sexta-feira em alta e registrou o maior ganho semanal do ano, refletindo a melhora do ambiente externo com o alívio das preocupações sobre o embate comercial EUA-China, enquanto agentes do mercado continuam especulando sobre o desfecho da corrida eleitoral brasileira.

    O principal índice de ações da B3 avançou 1,7 por cento, a 79.444,29 pontos, maior patamar de fechamento desde 7 de agosto. Na máxima do dia, o indicador alcançou 80.001,60 pontos. O volume financeiro alcançou 13 bilhões de reais.

    Após duas semanas de perdas, o Ibovespa acumulou alta de 5,32 por cento na semana, melhor resultado do ano, superando levemente o ganho de 5,31 por cento apurado na semana encerrada em 26 de janeiro.

    Em Wall Street, o S&P 500 e o Dow Jones chegaram a renovar máximas históricas, apoiados pela alta de ações de energia com o avanço do petróleo, em sessão marcada por ajustes em índices setoriais e vencimentos de opções e futuros de índices e ações. No final da sessão, o S&P 500 caiu 0,04 por cento.

    Em nota, a equipe da consultoria de investimentos Lopes Filhos atribuiu o viés mais positivo nos mercados acionários globais a uma menor preocupação com os conflitos comerciais entre China e Estados Unidos.

    Nesta sexta-feira, uma autoridade de alto nível da Casa Branca afirmou à Reuters que está otimista sobre o caminho à frente com a China no comércio, embora o governo de Donald Trump não tenha uma previsão de data para anunciar o retorno à mesa de negociação.

    O analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, também chamou a atenção para a entrada líquida de capital externo no segmento Bovespa nos últimos dias, avaliando como mais um fator para a melhora do desempenho nesta semana.

    Dados da B3 até o dia 19 de setembro mostram saldo líquido de estrangeiros de 335,4 milhões de reais em setembro, sendo que apenas nos quatro pregões até a última quarta-feira houve entrada líquida de mais de 1 bilhão de reais.

    Outro fator que repercutiu favoravelmente na bolsa paulista foi a pesquisa XP/Ipespe, particularmente as simulações de segundo turno, com melhora de Jair Bolsonaro, do PSL, disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo.

    O levantamento mostrou nesta sexta-feira que o candidato do PSL à Presidência manteve a liderança nas intenções de votos para o primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) assumiu a segunda posição de forma isolada.

    Em simulações de segundo turno entre os dois candidatos, Bolsonaro apareceu com 41 por cento, ante 40 por cento na pesquisa anterior, e o petista manteve os 38 por cento.

    'A pesquisa XP ratificou polarização entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, com o capitão da reserva à frente do petista no segundo turno, dentro da margem de erro', disse o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, acrescentando que o mercado seguirá atento às sondagens eleitorais.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,85 por cento e fechou na máxima da sessão, a 61,01 reais, maior nível histórico para o papel, acompanhando a alta das commodities metálicas. Siderúrgicas chinesas e traders estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade da Vale antes de cortes de produção no inverno. No ano, as ações da Vale acumulam alta de quase 58 por cento.

    - USIMINAS PNA avançou 5,34 por cento, em pregão favorável para o setor siderúrgico como um todo, conforme perspectivas de reajustes de preços estimulam compras do papel.

    - ITAÚ UNIBANCO PN ganhou 1,69 por cento, com o setor de bancos como um todo no azul. BRADESCO PN subiu 1,6 por cento, BANCO DO BRASIL valorizou-se 3,66 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT subiu 3,67 por cento.

    - PETROBRAS PN avançou 1,36 por cento, em dia de alta do petróleo no exterior e ainda influenciada por expectativas relacionadas ao cenário eleitoral no Brasil dado o seu controle estatal.

    - MAGAZINE LUIZA subiu 4,65 por cento, seguindo um movimento de recuperação em papéis de varejo. Ainda no setor, LOJAS RENNER e LOJAS AMERICANAS PN fecharam com altas de 4,87 e 5,78 por cento, respectivamente, entre os destaques positivos do Ibovespa.

    - SABESP subiu 3,41 por cento, após divulgar acordo com a prefeitura de Guarulhos para prestação de serviços de abastecimento de água e esgoto no município. O pacto prevê investimento de 1,7 bilhão de reais por parte da Sabesp nos sistemas do município e também isenta Guarulhos de pagar uma dívida de 3,2 bilhões de reais com a empresa.

    - ULTRAPAR recuou 2,83 por cento, tendo tocado 36,62 reais no pior momento, menor cotação intradia desde novembro de 2012. No mês, o papel acumula baixa de mais de 10 por cento.

    - SUZANO PAPEL E CELULOSE caiu 1,73 por cento, tendo como pano de fundo o declínio do dólar ante o real.

    (Por Gabriela Mello e Paula Arend Laier)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai quase 1% com exterior e avanço de Bolsonaro em pesquisas

    Dólar cai quase 1% com exterior e avanço de Bolsonaro em pesquisas

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a segunda-feira com queda firme ante o real, influenciado pela melhora do candidato Jair Bolsonaro (PSL) em pesquisas intenções de votos e ajudado ainda pelo cenário externo, onde o dólar recuava ante as moedas de países emergentes.

    O dólar recuou 1,00 por cento, a 4,1252 reais na venda.

    Na máxima, logo após a abertura, a moeda foi a 4,2049 reais e, na mínima, perto do fechamento, marcou 4,1157 reais. O dólar futuro tinha perda de cerca de 1,21 por cento.

    'Tanto a economia quanto o mercado financeiro estão com uma expectativa tão baixa pelo resultado das eleições que agora, com a queda do candidato (Geraldo) Alckmin nas pesquisas, qualquer reação positiva de Bolsonaro que possa evitar o retorno da esquerda já causa um alívio imenso', comentou o diretor da More Invest Gestora de Recursos, Leonardo Monoli.

    O mercado gostaria que um candidato mais comprometido com o ajuste das contas públicas --e Alckmin (PSDB) é visto como o mais adequado-- vencesse as eleições.

    Desta forma, logo após a abertura, a moeda norte-americana chegou à máxima de 4,2049 reais, justamente com a primeira leitura de que os levantamentos eleitorais mostraram avanço de candidatos que o mercado considera menos comprometidos com o equilíbrio fiscal.

    A pesquisa do Datafolha na sexta-feira mostrou Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) empatados em segundo lugar, enquanto levantamento do BTG Pactual nesta sessão também mostrou Haddad em segundo lugar.

    Já a CNT/MDA, divulgada no final da manhã, mostrou o petista na segunda colocação, com Jair Bolsonaro (PSL) à frente. Mas agradou quando colocou Bolsonaro numa situação muito melhor no segundo turno, batendo praticamente todos os adversários.

    'O vendedor, sobretudo o exportador, apareceu quando a moeda foi a 4,20 reais e, depois, o dólar perdeu força no mercado externo, firmando a queda', comentou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora local.

    No exterior, o dólar operava em forte baixa ante a cesta de moedas, diante da cautela com a guerra comercial e após o presidente Donald Trump prometer para depois do fechamento dos mercados o anúncio de tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses.

    O dólar também caía ante divisas de países emergentes, como o peso chileno. Ante a lira, entretanto, seguia com forte alta, em meio à expectativa por um plano econômico nos próximos dias.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 5,45 bilhões de dólares do total de 9,801 bilhões de dólares que vencem em outubro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. fecha

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.