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    Dólar termina no maior nível em mais de um mês com preocupações com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou com alta firme e terminou no maior nível em mais de um mês, perto dos 3,90 reais, com a situação da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

    O dólar avançou 0,86 por cento, a 3,8973 reais na venda, maior preço desde os 3,9344 reais de 5 de julho. Na sexta-feira, a moeda já havia subido 1,59 por cento.

    Na máxima desta segunda-feira, foi a 3,9297 reais e, na mínima, a 3,8782 reais. O dólar futuro avançava cerca de 1,1 por cento.

    'A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais', afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    A lira turca registrou novamente forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40 por cento neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Nesta segunda-feira, o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer em fornecer liquidez necessária para os bancos e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade financeira, mas o mercado seguia nervoso.

    'Os investidores se preocupam com o eventual risco sistêmico, que pode deflagrar o contágio e uma consequente crise financeira', escreveu o Banco Confidence em relatório.

    O temor de que a crise turca pudesse se espalhar pelos países emergentes fez com que o dólar subisse frente às moedas desses países, com destaque para o rand sul-africano e o peso mexicano.

    O peso argentino também despencou ante o dólar, influenciado não só pela situação da Turquia como também denúncias de corrupção envolvendo políticos e empresários, o que obrigou o Banco Central do país a elevar os juros a 45 por cento nesta sessão, de 40 por cento antes.

    'Não esperamos que a alta dos juros da Argentina seja o começo de uma série de aumentos de taxas dos bancos centrais de emergentes. A Argentina é um dos poucos emergentes que compartilham vulnerabilidades semelhantes à Turquia', escreveu o economista para mercados emergentes da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Edward Glossop, em relatório.

    Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda norte-americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima, mas o movimento foi curto e logo ganhou tração novamente com a notícia da alta dos juros na Argentina.

    Fonte do Ministério da Fazenda informou à Reuters nesta segunda-feira que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

    Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantiveram o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os candidatos à Presidência têm de registrar suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,16 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    'Não acredito que o Banco Central vá intervir no câmbio por meio de novos leilões de swap. Trata-se de um movimento global, não uma ação isolada e sem volume', justificou o diretor de operações da Mirae, Pablo Spyer ao comentar a alta do dólar de 3,75 reais no começo de agosto para 3,91 reais nesta sessão.

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    Ibovespa recua 2,86% com aversão a risco global e quebra série de altas semanais

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A semana acabou com fortes quedas na bolsa paulista nesta sexta-feira, pressionada pela maior aversão a risco no mercado global, em meio a uma bateria de notícias corporativas que incluíram explosão em usina da Usiminas e prejuízo bilionário da BRF, além de permanentes receios sobre o panorama eleitoral.

    O Ibovespa fechou em baixa de 2,86 por cento, a 76.514,35 pontos, maior queda percentual diária desde o final de maio. O volume financeiro somou 12,3 bilhões de reais, acima da média diária do ano, de 11,5 bilhões de reais.

    Na semana, em que todos os pregões encerraram em baixa, o Ibovespa acumulou queda de 6 por cento, quebrando uma sequência de seis semanas de alta, período em que contabilizou elevação de cerca 15 por cento.

    Os mercados globais foram minados nesta sessão pelo tombo da lira turca, reflexo do aprofundamento da crise na Turquia, em meio a problemas econômicos e disputa com os Estados Unidos envolvendo sanções, movimento que gerou temores de contágio a outras economias.

    Em Wall Street, o S&P 500 encerrou em baixa de 0,7 por cento, com bancos entre as maiores pressões negativas, embora tenha se afastado das mínimas no final da sessão.

    Na visão do gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância, o efeito de contaminação da aversão a risco com emergentes, em razão principalmente da Turquia, foi acentuado no Brasil devido a incertezas locais, particularmente as eleições, além de alguns resultados corporativos fracos.

    'Pode estar ocorrendo redução de risco em ativos como contratos de juros futuros, como ocorreu em junho', afirmou.

    Do panorama eleitoral, pesquisa encomendada pela XP Investimentos mostrou pouca mudança no panorama da corrida presidencial, com Jair Bolsonaro, do PSL, ainda liderando as intenções de votos no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas elevado percentual de indecisos.

    De acordo com o gestor Marco Tulli, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores, o desempenho ainda fraco de Geraldo Alckmin, do PSDB, não agradou.

    DESTAQUES

    - USIMINAS PNA fechou em queda de 7,27 por cento, tendo despencado quase 11 por cento no pior momento, após uma usina siderúrgica da companhia em Ipatinga (MG) sofrer uma forte explosão nesta sexta-feira e paralisar alto-fornos, em incidente que deixou 30 feridos.

    - B2W caiu 9 por cento, seguida pela controladora LOJAS AMERICANAS, com recuo de 7,56 por cento, em sessão marcada por balanços de ambas, com o setor de consumo entre as maiores quedas do Ibovespa tendo ainda no radar dados mais fracos que o esperado de vendas no varejo no país em junho.

    - NATURA cedeu 7,06 por cento, também entre os piores desempenhos, após divulgar queda de 80,5 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 31,8 milhões de reais, afetada por custos relacionados à rede de lojas The Body Shop e despesas financeiras.

    - BRF recuou 6,41 por cento, depois de reportar prejuízo líquido de 1,574 bilhão de reais no segundo trimestre, afetada por fortes perdas com as operações da Polícia Federal envolvendo a empresa e a greve dos caminhoneiros, em resultado muito pior do que o esperado no mercado.

    - SABESP encerrou em baixa de 6,37 por cento, tendo como pano de fundo a divulgação de queda de 45 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, para 181,9 milhões de reais, impactado por salto no resultado financeiro negativo do período.

    - B3 caiu 2,06 por cento, mesmo após divulgar na véspera lucro líquido recorrente de 857,8 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 80,3 por cento sobre o mesmo intervalo de 2017, em meio a recordes de volumes e receitas nos segmentos de derivativos e ações.

    - BRADESCO PN recuou 4,98 por cento, com o setor bancário como um todo prejudicado pelo viés negativo no pregão. ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 3,63 por cento, tendo ainda no radar aprovação pelo Banco Central para a compra de participação na XP Investimentos.

    - PETROBRAS PN cedeu 3,69 por cento, também contaminada pelo mau humor generalizado, apesar do avanço dos preços do petróleo no exterior.

    - VALE recuou 0,25 por cento, em dia de queda no preço do minério de ferro na China.

    - CVC BRASIL encerrou em alta de 2,31 por cento, entre os poucos ganhos do Ibovespa, após divulgar lucro líquido ajustado de 35,2 milhões de reais no período de abril, uma alta de 63,1 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado considerando dados pro forma.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Mercados acionários chineses caem após Pequim e Washington intensificarem guerra comercial

    Por Winni Zhou e Andrew Galbraith

    XANGAI (Reuters) - Os mercados de ações chineses recuaram nesta segunda-feira, após Pequim e Washington se envolveram em novas ameaças tarifárias e um incomum ataque da mídia estatal chinesa ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificarem ainda mais a guerra comercial entre as duas grandes potências.

    O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,25 por cento, enquanto o índice de Xangai também teve queda de 1,26 por cento.

    O iuan também enfraqueceu apesar dos esforços do banco central para sustentar a queda da moeda chinesa, após a mais longa série de perdas semanais já registrada.

    A edição internacional do jornal Diáro do Povo, do Partido Comunista, mencionou o presidente dos EUA, Donal Trump, em editorial nesta segunda-feira, dizendo que ele estava estrelando seu próprio 'drama fraudulento de extorsão e intimidação'.

    A crítica direta veio depois que a mídia estatal chinesa no final de semana acusou os Estados Unidos de chantagem e disse que o conjunto proposto de tarifas diferenciadas sobre 60 bilhões de dólares em importações norte-americanas mostra restrição racional.

    A proposta de tarifas sobre bens que vão de gás natural liquefeito (GNL) a algumas aeronaves seguiu a proposta do governo Trump de tarifas de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas para os Estados Unidos.

    A fraqueza das ações chinesas foi particularmente evidente nas empresas de saúde e de consumo, atingidas em sessões recentes, uma vez que a indignação pública com relação a um grande escândalo de vacina levou os investidores a reduzirem sua exposição nos setores.

    No restante da região asiática, o índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha queda de 1,25 por cento às 7:10 (horário de Brasília).

    . Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,08 por cento, a 22.507 pontos.

    . Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,52 por cento, a 27.819 pontos.

    . Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,26 por cento, a 2.705 pontos.

    . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,25 por cento, a 3.273 pontos.

    . Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,05 por cento, a 2.286 pontos.

    . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,11 por cento, a 11.024 pontos.

    . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,60 por cento, a 3.285 pontos.

    . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,61 por cento, a 6.273 pontos.

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    Ibovespa fecha em alta de mais de 2% com ajuda de Petrobras e panorama eleitoral

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 2 por cento nesta sexta-feira, impulsionado pelo avanço superior a 3 por cento das ações da Petrobras, após a companhia divulgar lucro de mais de 10 bilhões de reais para o segundo trimestre, além de repercussão positiva dos últimos desdobramentos do panorama eleitoral.

    O principal índice de ações da B3 subiu 2,26 por cento, para 81.434,98 pontos, máxima de fechamento desde 22 de maio. O volume financeiro totalizou 11 bilhões de reais.

    Na semana, a sexta seguida de alta, o Ibovespa acumulou valorização de 1,96 por cento, elevando o ganho no ano para 6,59 por cento.

    Do cenário eleitoral, profissionais da área de renda variável destacaram positivamente o anúncio de que pré-candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, terá a senadora Ana Amélia (PP-RS) como candidata à vice em sua chapa.

    A avaliação é de que a senadora fortalece o tucano, ajudando Alckmin com votos femininos e com seu desempenho da região Sul, assim como mostra capacidade de articulação do ex-governador no que diz respeito a alianças, com outros candidatos ainda isolados.

    'A confirmação de Ana Amélia deixou os investidores animados, visto que a atual senadora pelo Rio Grande do Sul...e distanciamento da esquerda', afirmou o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos.

    Pesquisa da XP Investimentos, por sua vez, manteve o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, à frente nas intenções de votos para a Presidência em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto Alckmin manteve o desempenho verificado no levantamento anterior.

    No front externo, ajudaram números do mercado de trabalho norte-americano reduzindo o risco de aceleração do ritmo de alta dos juros pelo Federal Reserve, banco central dos EUA, o que tende a favorecer o fluxo de capital a mercados emergentes, além de tirar força do dólar globalmente.

    Em Wall Street, o S&P 500 fechou com acréscimo de 0,46 por cento, apoiado em resultados corporativos, a despeito da manutenção das preocupações com a disputa comercial dos EUA com aliados, principalmente a China, o que corroborou a trajetória ascendente no pregão brasileiro,

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 3,43 por cento, para 21,11 reais, maior patamar desde o final de maio. A empresa fechou o período de abril a junho com o melhor lucro trimestral desde o segundo trimestre de 2011. Para o Itaú BBA, a petrolífera de controle estatal divulgou números sólidos. A Petrobras ainda anunciou distribuição de 652,2 milhões de reais em juros sobre capital próprio no dia 23 de agosto. PETROBRAS ON valorizou-se 3,48 por cento.

    - BRADESCO PN saltou 3,80 por cento, com o setor de bancos como um todo com fortes altas em meio às expectativas políticas mais positivas. ITAÚ UNIBANCO PN subiu 2,38 por cento, BANCO DO BRASIL valorizou-se 3,01 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 4,44 por cento.

    - B2W encerrou com acréscimo de 6,53 por cento, no terceiro pregão seguido de alta. Analistas do Itaú BBA liderados por Thiago Macruz elevaram a recomendação para as ações da empresa de varejo eletrônico para 'compra', com preço-alvo de 37 reais, após reavaliar o potencial de geração de caixa inerente à mudança da empresa para o marketplace. O JPMorgan, por sua vez, reiterou recomendação 'overweight', também citando as expectativas relacionadas ao marketplace entre os fatores.

    - GOL subiu 6,18 por cento, também na ponta positiva do Ibovespa. Analistas do Credit Suisse elevaram o preço-alvo das ações da companhia aérea para 15,30 reais ante 8,50 reais anteriormente, embora tenham mantido a recomendação 'neutra' de acordo com relatório distribuído a clientes, no qual eles revisaram estimativas para a companhia aérea.

    - ULTRAPAR teve alta de 5,81 por cento, no segundo pregão de forte recuperação, tendo como pano de fundo melhora na recomendação por analistas do Santander para 'comprar', apesar de forte corte no preço-alvo, com Christian Audi e Gustavo Allevato avaliando que o segundo semestre de 2018 poderia ser um ponto de virada para as duas operações mais importantes do grupo --distribuição de combustíveis e produtos químicos. No ano, os papéis ainda acumulam queda de mais de 38 por cento.

    - SUZANO cedeu 2,88 por cento, com o setor de papel e celulose como um todo no vermelho, em sessão de queda do dólar ante o real. FIBRIA caiu 0,97 por cento.

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    Ibovespa recua com resultados fracos, mas sobe quase 9% no mês

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira, com as ações da Cielo e do Itaú Unibanco entre as maiores quedas após resultados trimestrais fracos, mas subiu quase 9 por cento em julho, mês marcado pela volta dos investidores estrangeiros e relativa melhora nas expectativas relacionadas ao cenário eleitoral.

    O principal índice de ações da B3 caiu 1,31 por cento, a 79.220,43 pontos. O volume financeiro somou 9,5 bilhões de reais.

    Profissionais da área de renda variável também não descartaram para a queda na sessão algum movimento de realização de lucros diante do encerramento do mês, guiado particularmente pelo setor bancário, principal peso negativo no Ibovespa nesta sessão, com as ações valorizando-se mais de dois dígitos no acumulado de julho.

    No mês, contudo, o Ibovespa acumulou alta de 8,75 por cento, após desempenho negativo nos dois meses anteriores. Foi a segunda maior alta mensal em 2018, atrás apenas do mês de janeiro, quando subiu 11,14 por cento. No ano, o índice contabiliza variação positiva de 3,57 por cento.

    A performance mensal encontrou algum suporte na entrada de capital externo no segmento Bovespa, que registrava saldo positivo de 4,2 bilhões de reais no mês até o dia 27. No ano, porém, há ainda saída líquida de 5,7 bilhões de reais.

    Também ajudaram desdobramentos no panorama político-eleitoral, notadamente o apoio do chamado blocão - formado por PP, DEM, PR, PRB e SD - ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, uma vez que, para muitos no mercado, o tucano é o que mais se aproxima do discurso de continuidade das reformas de ajuste fiscal do país.

    DESTAQUES

    - CIELO desabou 9,75 por cento, maior baixa do Ibovespa, após a líder no mercado de meios de pagamentos no Brasil divulgar na véspera queda no lucro, no resultado operacional medido pelo Ebitda, na base de terminais e na receita do segundo trimestre, enquanto as despesas subiram, acentuando preocupações com o acirramento da competição no setor. Analistas da corretora Safra reduziram a recomendação das ações para 'neutra' e do Brasil Plural para 'underweight', enquanto o Credit Suisse - que divulgou relatório como título 'chocantemente fraco' sobre o desempenho da Cielo- cortou o preço-alvo das ações de 20 para 17 reais. [nL1N1UR0NX]

    - ULTRAPAR e Cosan caíram 8,07 e 5,82 por cento, respectivamente, também entre as maiores quedas do Ibovespa, após Polícia Civil do Paraná deflagrar operação para prender gerentes e assessores comerciais das três maiores distribuidoras de combustíveis do país. A polícia paranaense disse que os funcionários da BR, Ipiranga e Raízen são suspeitos de formação de quadrilha para controlar o preço final dos combustíveis nas bombas dos postos de gasolina. A BR Distribuidora, que não está no índice, recuou 5,85 por cento. [nL1N1UR0Q9]

    - ITAÚ UNIBANCO PN caiu 4,19 por cento, respondendo pela maior contribuição negativa para o Ibovespa, após balanço do segundo trimestre. O banco divulgou lucro líquido recorrente de 6,38 bilhões de reais, alta de 3,5 por cento ante igual período de 2017, mas recuo de 0,6 por cento na medição sequencial. O estimativa para o ano foi mantida e o presidente-executivo do maior banco privado do país disse em teleconferência com analistas que estava confiante sobre atingir as metas de 2018. No mês, até a véspera, as preferenciais do Itaú subiram 16,48 por cento. [nL1N1UR0NB]

    - BRADESCO PN recuou 1,93 por cento, também pesando no Ibovespa, em sessão negativa para o setor bancário como um todo, tendo no radar ainda ruído sobre eventual tributação sobre a variação cambial de operações de cobertura de risco (hedge) de investimentos de instituições financeiras no exterior. Para o Itaú BBA, trata-se de potencial notícia negativa para bancos privados. SANTANDER BRASIL UNIT recuou 1,11 por cento e BANCO DO BRASIL cedeu 1,19 por cento. [nL1N1UR1EW]

    - RD fechou com acréscimo de 0,34 por cento, reduzindo perdas durante a sessão, após lucro líquido de 137,7 milhões de reais no período, praticamente estável sobre o resultado do mesmo intervalo de 2017. Para analistas da corretora Brasil Plural, os resultados foram fracos e a RD parece estar passando por uma 'tempestade perfeita'. Em teleconferência com analistas, executivos da rede de farmácias afirmaram que esperam um terceiro trimestre 'duro' para a performance da RD depois de um segundo trimestre em que a margem Ebitda da empresa recuou para 8,4 por cento ante 8,9 por cento no mesmo período do ano passado. [nL1N1UR1SD]

    - EMBRAER encerrou em alta de 0,36 por cento, apos sessão volátil na qual variou de queda de 3,28 por cento a acréscimo de 3,96 por cento. No radar esteve o balanço do segundo trimestre, com prejuízo líquido atribuído aos acionistas de 467 milhões de reais. A equipe da Coinvalores disse que o resultado trouxe algumas boas notícias, como a melhora em relação ao fraco primeiro trimestre, e algumas negativas, como a revisão dos custos do projeto do cargueiro da companhia, mas destacou que o foco do mercado está na operação com a Boeing. Nesse sentido, o vice-presidente financeiro da empresa afirmou que a Embraer está 'avançando bastante' na elaboração dos contratos definitivos para venda do controle de sua divisão de jatos comerciais para a norte-americana. [nL1N1UR0QP]

    - PETROBRAS PN cedeu 0,85 por cento, seguindo o recuo dos preços do petróleo no exterior, com o contrato Brent da commodity encerrando com maior perda mensal em dois anos, depois de uma pesquisa da Reuters mostrar que a produção da Opep atingiu a máxima do ano em julho, reacendendo preocupações sobre o excedente de oferta. PETROBRAS ON cedeu 0,54 por cento.

    - VALE subiu 0,94 por cento, beneficiada pela alta do preço do minério de ferro à vista na China.

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    Dólar acumula queda de 3,16% sobre o real em julho e interrompe 5 meses seguidos de alta

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta ante o real nesta terça-feira, pelo segundo pregão consecutivo, mas conseguiu garantir em julho sua primeira queda mensal desde janeiro graças a um ambiente um pouco mais tranquilo tanto no exterior e quanto na cena eleitoral no Brasil.

    O dólar avançou 0,66 por cento, a 3,7548 reais na venda, encerrando julho em queda de 3,16 por cento, a primeira baixa mensal desde janeiro, quando a desvalorização acumulada foi de 4,05 por cento. No acumulado de 2018, no entanto, o dólar tem forte alta de 13,29 por cento sobre o real.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento no final da tarde.

    Para agosto, entretanto, com a definição dos candidatos à Presidência, coligações e a campanha ganhando tração, a expectativa é de que a cautela volte a ganhar força e a volatilidade retome mais intensamente ao mercado.

    '(De) Agosto a outubro, sugere não um desalento, mas cautelarmente postura defensiva evidenciando sensatez ao longo de um período de extrema relevância para o país', escreveu o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme.

    Termina no próximo domingo o prazo para as convenções partidárias que definirão os candidatos para a corrida presidencial e seus respectivos vices. Dia 15 de agosto é a data limite para o registro das candidaturas, com a campanha começando oficialmente no dia 16 e o horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, no dia 31.

    A opção preferida do mercado é o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, por considerá-lo com perfil mais reformista. O apoio recebido dos partidos do blocão acabou trazendo algum alívio aos investidores, que enxergaram a possibilidade de a candidatura do tucano ganhar tração, já que ele ainda não tem aparecido com muita intenção de votos nas pesquisas.

    'Não dá para prever o dólar no próximo mês, mas não vejo a moeda acima de 4 reais. O Banco Central tem armas para conter alta, temos fluxo, reservas, não tem sentido subir tanto', afirmou o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.

    Na noite passada, o BC indicou que pretende rolar todo o volume de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, que vence no início de setembro, mantendo a estratégia adotada nos últimos meses.

    Fará na quarta-feira leilão de até 4,8 mil contratos e, se mantiver essa mesma oferta e vendê-la até o final do mês, terá rolado o equivalente a 5,255 bilhões de dólares.

    A alta do dólar nesta sessão sofreu principalmente influência externa, em meio à expectativa pelo desfecho do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, no dia seguinte.

    O Fed deve manter as taxas de juros agora, mas o sólido crescimento econômico combinado com inflação em elevação devem mantê-lo no caminho de dois novos aumentos neste ano. O banco central dos EUA elevou as taxas em março e junho, e investidores esperam elevações adicionais em setembro e dezembro.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre boa parte das divisas de países emergentes, como a lira turca e o peso mexicano.

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    Dólar recua ante real com exterior e eleições; fecha 4ª semana seguida de queda

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar caiu frente ao real nesta sexta-feira, acompanhando o movimento no mercado externo após os dados econômicos dos Estados Unidos consolidarem a perspectiva de aumento gradual dos juros na maior economia do mundo, e também com os investidores mais otimistas com a cena eleitoral brasileira.

    O dólar recuou 0,77 por cento, a 3,7179 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,7067 reais no dia. O dólar futuro caía cerca de 0,80 por cento no final da tarde.

    Nesta semana, acumulou desvalorização de 1,48 por cento, marcando o quarto período seguido de perdas, que somaram 4,11 por cento. Assim, a moeda norte-americana caminha para fechar julho com queda acumulada, a primeira desde janeiro passado.

    'Ajudada pelo massivo estímulo fiscal, a economia (dos EUA) desfrutou de forte primeiro semestre deste ano, mas à medida que o estímulo se esvai e a política monetária se torna progressivamente mais apertada, esperamos que o crescimento do PIB desacelere acentuadamente a partir de meados de 2019', escreveu o economista-chefe da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Paul Ashworth.

    O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 4,1 por cento no segundo trimestre, em taxa anualizada e ao ritmo mais rápido em quase quatro anos. Os números vieram em linha com as projeções de economistas consultados pela Reuters.

    Com isso, o mercado mantinha as expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, vai continuar elevando os juros de maneira gradual, ou seja, mais duas vezes neste ano. Juros elevados têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira.

    O dólar recuava frente a uma cesta de moedas, com avaliações de que a economia norte-americana vai desacelerar devido à guerra comercial, sobretudo com a China. O dólar também recuava ante as divisas de países emergentes, como o peso chileno.

    Em depoimento recente no Congresso, o chair do Fed, Jerome Powell, disse que a guerra comercial poderia afetar o crescimento do país e manteve a indicação de gradualismo na política monetária do país.

    Internamente, o mercado seguia mais otimista com o noticiário político e negociações para coligações para as eleições de outubro.

    O principal evento foi o apoio formal dos partidos do blocão ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, visto pelos investidores como um político mais comprometido com ajustes fiscais.

    Nesta manhã, pesquisa de intenção de votos da XP Investimentos mostrou que Alckmin cresceu levemente, dentro da margem de erro. No cenário sem candidato do PT, o tucano apareceu com 10 por cento dos votos, sobre 9 por cento no levantamento anterior, junto com Ciro Gomes (PDT) e atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 23 por cento e Marina Silva (Rede), com 12 por cento.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 13,3 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Ações do Facebook despencam quase 20% e afetam Nasdaq

    Por April Joyner

    NOVA YORK (Reuters) - Uma queda nas ações do Facebook levou o Nasdaq a cair mais de 1 por cento nesta quinta-feira, a maior perda diária do índice em um mês, mas ações da indústria subiram após os Estados Unidos e a União Europeia (UE) dizerem que vão negociar sobre comércio.

    O índice Dow Jones subiu 0,44 por cento, a 25.527 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,31 por cento, a 2.837 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 1,01 por cento, a 7.852 pontos.

    As ações do Facebook despencaram 19,0 por cento, maior queda percentual diária da história, após a gigante de redes sociais prever anos de margens menores de lucro. O declínio nos papeis do Facebook pesaram sobre o índice de tecnologia do S&P 500, que caiu 1,6 por cento.

    As ações da Amazon.com, outro membro do chamado grupo FANG, perderam 3 por cento e teve o segundo pior desempenho do S&P após o Facebook. Após o fim da sessão, os papéis estavam modestamente positivos em negociações voláteis após resultados trimestrais da companhia.

    As ações do Twitter, que deverá reportar resultados trimestrais na sexta-feira, caíram 2,9 por cento.

    Mas enquanto o Nasdaq e o S&P 500 recuaram, o Dow subiu, em parte devido à força das ações industriais. Os papéis do setor, que têm sido um termômetro das tensões comerciais, foi ajudado após o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, concordarem em trabalhar para resolver as tarifas dos EUA sobre aço e alumínio e as medidas retaliatórias da UE.

    (Reportagem adicional de Amy Caren Daniel)

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    Dólar sobe mais de 1% com correção e exterior e se reaproxima de R$3,75

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta quinta-feira, voltando a se aproximar do patamar de 3,75 reais, num movimento de correção e acompanhando o mercado externo, mas com os investidores sem tirar o foco da cena política local, na reta final para os partidos fecharem suas coligações para as eleições de outubro.

    O dólar avançou 1,20 por cento, a 3,7468 reais na venda, depois de acumular perdas de 2,14 por cento nos dois pregões passados. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7473 reais.

    O dólar futuro tinha valorização de cerca de 1,60 por cento no final da tarde.

    'O dólar caiu muito nos últimos dias, era natural uma correção, até pelos níveis de preços: 3,70 reais chama comprador', comentou o gestor de derivativos de uma corretora nacional ao citar o noticiário político doméstico recente.

    Nesta manhã, os partidos do blocão, grupo formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, anunciaram formalmente o apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.

    O mercado já havia reagido bem a essa notícia, conhecida no final da semana passada, quando trouxe mais ânimo aos investidores, que consideram o tucano mais comprometido com as reformas econômicas, sobretudo de cunho fiscal.

    No mercado internacional, o dólar avançava ante uma cesta de moedas, também em movimento de recuperação após bater a mínima de duas semanas mais cedo nesta sessão, e subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e a lira turca.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 12,6 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar cai 1% e volta a R$3,70, menor nível em 2 meses, com cena externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou 1 por cento nesta quarta-feira, pelo segundo pregão seguido, e voltou ao patamar de 3,70 reais sob influência do exterior, onde o ambiente era de maior alívio após sinalizações dos Estados Unidos e da Europa de tirar pressão sobre a guerra comercial global.

    O dólar recuou 1,09 por cento, a 3,7022 reais na venda, menor valor desde 25 de maio (3,6683 reais), depois de bater 3,6982 reais na mínima do dia.

    O dólar futuro tinha desvalorização de cerca de 1,20 por cento no final da tarde.

    'O recuo da moeda norte-americana no exterior se somou ao desmonte de posições compradas (aposta na alta do dólar)', afirmou o operador de câmbio de uma corretora.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o chefe da União Europeia (UE), Jean-Claude Juncker, reuniram-se nesta tarde e expressaram nesta o desejo de reduzir as tarifas e aliviar as tensões no comércio internacional durante encontro na Casa Branca.

    O dólar recuava ante uma cesta de moedas e caía mais forte frente divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    Internamente, o mercado continuava de olho no noticiário político, sobretudo os passos do pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, considerado pelos mercados financeiros como mais favorável a reformas, sobretudo de perfil fiscal.

    'O próximo suporte do dólar estaria em 3,67 reais e acho possível a moeda ficar rondando 3,65 reais', afirmou diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 11,9 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Ibovespa fecha em alta e supera 80 mil pts com bancos após balanço forte do Santander Brasil

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 1 por cento nesta quarta-feira, superando os 80 mil pontos pela primeira vez desde maio, puxado principalmente pelo desempenho dos bancos, após resultado trimestral robusto do Santander Brasil.

    O principal índice de ações da B3 subiu 1,34 por cento, a 80.218,04 pontos, maior patamar desde 23 de maio. O volume financeiro somou 10,1 bilhões de reais.

    Para o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, os balanços se destacaram neste pregão, com o resultado de Santander Brasil gerando expectativas positivas para o desempenho de Bradesco, Banco do Brasil e Itaú Unibanco.

    'A temporada de balanços do segundo trimestre foi aberta na semana passada e acreditamos que deve seguir surpreendendo positivamente, gerando valor nas ações das empresas', afirmou, chamando atenção também para os números do Grupo Pão de Açúcar.

    Além dos resultados, o gestor Igor Lima, sócio da Galt Capital, acrescentou que vê melhora no ambiente eleitoral, com o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, costurando bem as arestas do acordo de coalizão até o momento.

    O noticiário externo endossou a alta local, com o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, expressando desejo de reduzir tarifas e aliviar as tensões no comércio internacional.

    A CNBC também informou, citando a agência Dow Jones que, por sua vez, citou uma fonte oficial da UE, que Trump assegurou concessões da União Europeia para evitar uma guerra comercial.

    Em Wall Street, o S&P 500 encerrou com acréscimo de 0,91 por cento.

    DESTAQUES

    - SANTANDER BRASIL UNIT subiu 5,26 por cento, após divulgar lucro recorrente de 3,025 bilhões de reais no segundo trimestre, elevação anual de 29,6 por cento, refletindo uma combinação de alta robusta do crédito e controle das despesas operacionais e com provisões para calotes.

    - ITAÚ UNIBANCO PN fechou em alta de 3,15 por cento, enquanto BRADESCO PN valorizou-se 1,82 por cento na véspera da divulgação de seu balanço trimestral, previsto para a quinta-feira antes da abertura do pregão. BANCO DO BRASIL subiu 1,6 por cento.

    - GPA PN saltou 7,68 por cento, tendo o melhor desempenho dentro do Ibovespa, após divulgar lucro líquido consolidado de 526 milhões de reais no segundo trimestre, um resultado quase cinco vezes maior que o apurado no mesmo intervalo de 2017.

    - GOL PN subiu 6,69 por cento, favorecida pela queda do dólar ante o real, com a cotação caindo a 3,6982 reais na mínima da sessão, o que tem efeito sobre os custos de companhias aéreas. AZUL PN, que não está no Ibovespa, avançou 4,08 por cento.

    - VALE encerrou com alta de 0,86 por cento, tendo como pano de fundo leve avanço do preço do minério de ferro na China, antes da divulgação do balanço do segundo trimestre, previsto para depois do fechamento do mercado. O Credit Suisse espera Ebitda de 4 bilhões de dólares.

    - PETROBRAS PN subiu 1,53 por cento e PETROBRAS ON avançou 1,28 por cento, em dia de alta do petróleo no exterior. A petrolífera de controle estatal entrou em negociação com grupo apoiado por EIG para venda de polos maduros, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.

    - CIELO caiu 2,07 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa. Chinchila, da Terra Investimentos, destacou que a companhia divulga balanço na segunda-feira, mas em razão da crescente concorrência no setor de pagamentos não deve entregar bons resultados, o que tem pesado no papel.

    - EMBRAER recuou 0,95 por cento, na esteira da queda do dólar ante o real. Além disso, o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que teve negado pela Justiça do Trabalho um pedido para obrigar o governo federal a condicionar a venda de parte da Embraer para a norte-americana Boeing a garantias de preservação de empregos.

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    Dólar cai 1% e vai abaixo de R$3,75 com cena externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou 1 por cento e fechou esta terça-feira abaixo do patamar de 3,75 reais, o menor em mais de um mês, acompanhando a cena externa e com os investidores mantendo suas atenções para a cena política local a poucos meses das eleições presidenciais.

    O dólar recuou 1,06 por cento, a 3,7431 reais na venda, menor patamar desde 18 de junho (3,7400 reais). Na mínima do dia, marcou 3,7321 reais.

    O dólar futuro tinha desvalorização de cerca de 1 por cento no final da tarde.

    'A China é a principal razão do alívio externo, após o governo anunciar medidas de incentivo fiscal', afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

    Promessas de Pequim de mais estímulo empurraram os mercados acionários chineses para a máxima de um mês e impulsionavam os mercados emergentes nesta sessão.

    A China informou que buscará uma política fiscal mais 'vigorosa', intensificando seus esforços para apoiar o crescimento frente à guerra comercial cada vez mais acirrada com os Estados Unidos e que poderia causar duro golpe na economia.

    O dólar recuava ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano. Sobre a lira turca, no entanto, o dólar saltava cerca de 3 por cento após o banco central do país manter a taxa de juros em 17,75 por cento.

    Internamente, o cenário político local seguiu no foco dos agentes, que recentemente festejaram o apoio dos partidos do blocão ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. O tucano é visto pelo mercado como um político que daria andamento às reformas, sobretudo fiscais.

    'Aos poucos, o mercado está querendo melhorar, mas está indo com calma', ponderou outro profissional da mesa de câmbio de uma corretora nacional. 'Vimos algum desmonte de posições compradas (com apostas na alta do dólar)', acrescentou.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 11,2 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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