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    Ibovespa sobe e retoma 98 mil pontos com avanço em reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta de mais de 2 por cento nesta quinta-feira, ampliando os ganhos no final da sessão após o presidente Jair Bolsonaro aprovar o texto da reforma da Previdência que será enviado ao Congresso no próximo dia 20, bem como encerrar o impasse sobre a idade mínima que vinha causando ruídos.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,27 por cento, a 98.015,09 pontos, perto da máxima da sessão (98.018,83 pontos). O volume financeiro somou 19,1 bilhões de reais.

    A cerca de 1 hora do fechamento do pregão, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que Bolsonaro decidiu por uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, patamares que serão atingidos após um período de transição de 12 anos.

    'Ainda faltam detalhes, mas ao que tudo indica Guedes e companhia conseguirão emplacar uma reforma robusta. O jogo começa só agora e está dentro do cronograma', destacou o estrategista Dan Kawa, sócio da TAG Investimentos, em nota enviada a clientes.

    Para o economista-chefe do Banco J. Safra, Carlos Kawall, foi um desfecho muito positivo. 'Ganhos com transição e idade mínima em torno de 400 bilhões de reais em dez anos. Com ganhos totais da reforma em torno de 600 bilhões a 700 bilhões de reais', disse o ex-secretário do Tesouro Nacional.

    A bolsa já tinha encontrado um suporte mais cedo, após dados mostrarem que as vendas no varejo norte-americano tiveram a maior queda em mais de nove anos em dezembro. No mercado de juros futuros nos Estados Unidos, aumentaram as apostas de que o Federal Reserve reduzirá a taxa de juros até o fim do ano.

    Para o gestor Henrique Bredda, da Alaska Asset Management, se não vier nenhum balde de água fria do exterior e o noticiário de Brasília acalmar, o Ibovespa tem chance de retomar sua trajetória de alta em busca dos 100 mil pontos.

    DESTAQUES

    - BANCO DO BRASIL subiu 5,11 por cento, após o banco de controle estatal divulgar balanço trimestral considerado positivo por analistas, que também receberam bem as previsões para 2019. 'Podemos alcançar a rentabilidade dos bancos privados ou até superar', disse a jornalistas Rubem Novaes, que assumiu a presidência-executiva do BB em janeiro.

    - BRADESCO PN avançou 3,81 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN valorizou-se 2,66 por cento, também embalados pelo noticiário sobre a proposta da reforma da Previdência, após titubearem em parte relevante da sessão. SANTANDER BRASIL UNIT subiu 2,68 por cento.

    - PETROBRAS PN fechou em alta de 3,45 por cento, tendo de pano de fundo a alta dos preços do petróleo no exterior e também contagiada pela melhora da bolsa na parte da tarde.

    - VALE encerrou com acréscimo de 0,37 por cento, em sessão com alta nos preços do minério de ferro na China, enquanto o papel continua volátil por incertezas sobre os desdobramentos relacionados à tragédia com o rompimento de uma barragem da mineradora em Minas Gerais. O Ministério Público Federal disse que a Vale privilegiou lucro a segurança de trabalhadores em Brumadinho. Já o presidente-executivo da companhia, Fabio Schvartsman, defendeu que ela não seja condenada pelo ocorrido.

    - ESTÁCIO avançou 4,93 por cento, entre os destaques positivos. O Itaú BBA trocou Estácio por Kroton em sua carteira Buy List, mas reiterou expectativa de que o segmento de educação deve ter um bom desempenho durante a retomada econômica do Brasil. KROTON subiu 2,93 por cento.

    - SUZANO fechou em baixa de 1,79 por cento, uma das poucas no vermelho no final da sessão, conforme o dólar futuro acelerou as perdas com o noticiário sobre a Previdência.

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    Dólar recua mais de 1% ante real acompanhando otimismo no exterior

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou em queda de mais de 1 por cento ante o real nesta terça-feira, refletindo otimismo no exterior, após acordo de parlamentares norte-americanos que pode evitar uma nova paralisação e expectativas para negociações entre EUA e China.

    O dólar recuou 1,31 por cento, a 3,7137 reais na venda. A moeda tocou 3,7032 reais na mínima e alcançou 3,7482 reais na máxima da sessão.

    O dólar futuro operava em queda de 1,2 por cento.

    Segundo o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, notícias sobre um acordo para tentar evitar nova paralisação do governo nos EUA e o andamento das negociações entre Washington e Pequim favoreceram ativos de risco.

    Nesse cenário, a divisa norte-americana, considerada um porto seguro, acabou sendo preterida.

    Parlamentares nos EUA selaram o acordo na noite de segunda-feira. O presidente Donald Trump disse que ainda não havia decidido sobre o pacto, mas acrescentou que outra paralisação parcial parece improvável.

    A guerra comercial entre EUA e China também esteve no foco de atenções, com o representante de Comércio e o secretário do Tesouro dos EUA desembarcando em Pequim para negociações comerciais com o objetivo de fechar um acordo antes de 1º de março, data em que está previsto um aumento das tarifas dos EUA sobre produtos chineses.

    Trump disse que poderá prorrogar o prazo se os dois países estiverem perto de um acordo completo, acrescentando que espera se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, para selar o pacto em algum momento.

    'O externo é o que mais está influenciando o nosso mercado, para o bem e para o mal. Há aquele impasse EUA e China, me parece que estão esculpindo a possibilidade de um grande acerto', avaliou o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    Internamente, a agenda econômica continuou no radar, com o mercado especulando sobre possíveis avanços relativos à reforma da Previdência, apostando que o presidente Jair Bolsonaro deixe o hospital nos próximos dias.

    O porta-voz da Presidência indicou que Bolsonaro poderá ter alta já na quarta-feira, mas que está dependendo de uma avaliação médica.

    'O mercado viu que Bolsonaro está saudável e voltando às atividades... Tem coisas que o pessoal não está tocando porque precisa dele, travou o governo. Há um projeto, mas quem vai dar início a esse projeto é o presidente. Esse é o ponto nefrálgico de todo o governo', afirmou Galhardo.

    Além da definição de Bolsonaro sobre o texto, o mercado também monitora a articulação política do governo para assegurar os votos necessários no Congresso.

    O BC vendeu 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalente à venda futura de dólares. Assim rolou 4,132 bilhões de dólares dos 9,811 bilhões que vencem em março.

    (Por Laís Martins)

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    Vale despenca mais de 20% após Brumadinho e derruba Ibovespa

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa caiu mais de 2 por cento nesta segunda-feira, sob pressão do tombo de mais de 20 por cento da ação da Vale, maior recuo diário da história e equivalente a perda de mais de 70 bilhões de reais em valor de mercado, após o rompimento de uma barragem de mineração da empresa.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,29 por cento, a 95.443,88 pontos.

    O giro financeiro no pregão somou 24,65 bilhões de reais, com os papéis da mineradora respondendo pelo maior giro do dia, de 8,15 bilhões de reais. As ações da Vale também tiveram o maior volume de negócios desde a estreia na bolsa paulista.

    Antes de as ações da Vale começarem a ser negociadas (elas ficaram em leilão de abertura por mais de 20 minutos), o Ibovespa chegou a renovar recorde intradia, a 97.936,82 pontos.

    'A bolsa reflete basicamente o desempenho da Vale. Excluindo o comportamento da ação, o Ibovespa operaria próximo da estabilidade', destacou o gestor Igor Lima, sócio na Galt Capital, acrescentando que o declínio da Vale superou as estimativas de queda de alguns agentes de mercado e gerou um aumento da aversão à risco de forma geral.

    'Ao mesmo tempo, a reação do governo e outros agentes públicos ao acidente tem sido bem mais forte que o episódio da Samarco (dada a maginitude da tragédia humana). Essa reação traz bastante incerteza ao tamanho da punição financeira que atingirá a Vale, inclusive pela reincidência. Qualquer comparação com a multa/indenização do episódio da Samarco parece precipitada', afirmou o gestor.

    O desastre de Brumadinho ocorre pouco mais de três anos após uma barragem da Samarco (joint venture da Vale e da anglo-australiana BHP) se romper, em Mariana (MG), deixando 19 mortos, centenas de desabrigados e poluir o rio Doce por quilômetros, até o mar do Espírito Santo.

    DESTAQUES

    - VALE desabou 24,52 por cento, maior queda diária da sua história, a 42,38 reais, na esteira da tragédia em Brumadinho (MG). O tombo representa uma perda de 72,8 bilhões de reais em valor de mercado. Analistas recomendaram cautela com os papéis, dado o ambiente de incertezas em razão dos potenciais desdobramentos do DESASTRE, mas vislumbravam efeito financeiro limitado. BRADESPAR PN, holding que tem papéis da Vale em sua carteira, fechou em queda de 24,49 por cento.

    - CSN perdeu 5,69 por cento, também na ponta negativa do Ibovespa. GERDAU PN cedeu 2,19 por cento e USIMINAS PNA caiu 0,82 por cento.

    - PETROBRAS PN caiu 3,01 por cento e PETROBRAS ON recuou 3,53 por cento, acompanhando a forte queda dos preços do petróleo no exterior.

    - ITAÚ UNIBANCO PN fechou em alta de 1,79 por cento. BRADESCO PN subiu 0,81 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 0,26 por cento, enquanto BANCO DO BRASIL caiu 1,29 por cento.

    - AMBEV subiu 4,6 por cento, tendo de pano de fundo o avanço de seus ADRs na sexta-feira em Nova York. A ação na bolsa paulista vinha de três pregões de baixa, período em que acumulou queda de 4,67 por cento.

    - CIELO avançou 1,97 por cento, antes do balanço do quarto trimestre, apesar de expectativas de números ainda pressionados pelo aumento da concorrência no setor de meios de pagamentos no país.

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    Aposta positiva no país faz Ibovespa fechar em nova máxima, acima de 97 mil pontos

    Por Paulo Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou a semana com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quinta-feira, acima dos 97 mil pontos pela primeira vez, apoiado em apostas positivas para a economia do país e na esteira de sinalizações recentes do governo reiterando compromisso com o ajuste fiscal, tema crucial para investidores.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,16 por cento, a 97.677,19 pontos, na máxima da sessão e recorde de fechamento. O volume financeiro no pregão somou 15,12 bilhões de reais.

    Na semana, mais curta por feriado nesta sexta-feira na cidade de São Paulo, o Ibovespa acumulou alta de 1,65 por cento, no quinto desempenho semanal positivo consecutivo.

    'Há uma euforia generalizada para os ativos brasileiros e a Bovespa está atingido uma máxima atrás de outra em janeiro', Bernd Berg, estrategista global de macro e moedas na Woodman Asset Management, citando que a delegação brasileira deixou uma impressão positiva em Davos.

    'Continuo otimista em relação à bolsa brasileira e espero que o Ibovespa aumente para 130.000 em 2019, em meio ao crescente otimismo entre os investidores estrangeiros, com novas entradas de portfólio capazes de acelerar a recuperação do mercado acionário brasileiro', afirmou.

    Na véspera, em meio à participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, agradou o mercado, reforçando que a reforma da Previdência segue como prioridade e pode render economia de 700 bilhões a 1,3 trilhão de reais em 10 anos.

    Em entrevista à Reuters, Guedes também disse que o governo analisa reduzir a alíquota do Imposto de Renda cobrado das empresas de 34 para 15 por cento.

    Investidores veem a mudança no regime atual de Previdência do país como crucial para a melhora da situação fiscal brasileira, a fim de estabilizar o comportamento da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

    Uma melhora nesse quadro teria efeito de queda na curva longa de juros do país, que é vista como uma das principais métricas para o investimento em ações.

    DESTAQUES

    - KROTON avançou 5,54 por cento, ainda apoiada na repercussão positiva de previsões divulgadas na véspera para o resultado de 2019, quando espera crescimento de 1 a 5 por cento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).

    - CCR e ECORODOVIAS subiram 5,54 e 5,28 por cento, respectivamente, tendo de pano de fundo declarações do governador de São Paulo, João Doria, publicadas pelo Valor Econômico, de que ele vai renovar as concessões de rodovias administradas pela iniciativa privada no Estado que vencem até o fim de seu mandato.

    - CIELO subiu 4,6 por cento, ampliando a recuperação em janeiro, após recuar quase 60 por cento em 2018. Analistas do Itaú BBA, contudo, reiteraram recomendação 'market perform' e cortaram o preço-alvo de 14,5 para 11,5 reais por ação, afirmando que o valor atrativo ainda é ofuscado pelo momento de resultados pouco animadores.

    - MAGAZINE LUIZA caiu 1,25 por cento, dando sequência ao ajuste negativo neste primeiro mês do ano, após mais que dobrar de valor em 2018, com agentes financeiros também atentos ao começo das operações de venda direta da gigante norte-americana Amazon.com no país.

    - VALE subiu 0,9 por cento, em movimento alinhado ao de outras mineradoras no exterior, enquanto analistas seguem reiterando recomendação de compra para as ações.

    - PETROBRAS PN avançou 0,43 por cento, em sessão sem tendência única para os preços do petróleo no exterior.

    - BRADESCO PN fechou em alta de 1,01 por cento, descolando dos demais bancos listados no Ibovespa, com ITAÚ UNIBANCO PN encerrando em baixa de 0,13 por cento, SANTANDER BRASIL UNIT perdendo 0,46 por cento e BANCO DO BRASIL caindo 0,51 por cento.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Após seis altas, dólar recua 1% e fecha a R$3,7633 com fala de Guedes

    Após seis altas, dólar recua 1% e fecha a R$3,7633 com fala de Guedes

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou em queda ante o real nesta quarta-feira, quebrando sequência de seis pregões de alta, com o mercado recebendo positivamente comentários do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a reforma da Previdência.

    O dólar fechou em baixa de 1,11 por cento, a 3,7633 reais na venda. Na máxima da sessão, a moeda chegou a 3,8128 reais e na mínima alcançou 3,7620 reais. O dólar futuro operava em queda de 1,4 por cento.

    Nos seis pregões anteriores, a moeda acumulou valorização de 2,88 por cento ante o real.

    Em Davos, na Suíça, Guedes afirmou à Bloomberg TV que a maior prioridade é a reforma da Previdência e que cortará mais da metade do déficit fiscal como resultado da reforma. O ministro está em Davos em razão do Fórum Econômico Mundial.

    'Embora seja bem otimista essa expectativa de zerar o déficit em 2019, a postura dele (Guedes) de falar o que o mercado queria ouvir deu essa força para o real', afirmou o corretor da operadora H.Commcor, Cleber Alessie Machado.

    Desde segunda-feira, o mercado está sob expectativa de informações sobre a reforma da Previdência vindas de Davos, o que foi de certa forma frustrado após um discurso genérico do presidente, Jair Bolsonaro, na terça-feira.

    Nesta quarta-feira, uma entrevista coletiva que teria a participação de Guedes e Bolsonaro foi cancelada de última hora, mas não houve uma forte reação do mercado.

    Na visão da estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, a reunião entre Guedes e alguns investidores estrangeiros na véspera pode já ter sido suficiente para 'passar a mensagem' sobre as reformas que o novo governo pretende.

    'A mensagem de certa forma foi passada, isso acaba influenciando mais do que a visão negativa do cancelamento... O que foi falado ontem pode ter sido suficiente para a explicação do tema das reformas para investidores', ponderou Fernanda.

    Agentes de mercado também continuam acompanhando a guerra comercial entre EUA e China, que ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira com uma declaração de um assessor econômico da Casa Branca de que pode haver um acordo até 1º de março.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 10,72 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Laís Martins)

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    Ibovespa renova máximas com exterior favorável e expectativa sobre reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quarta-feira, superando os 93 mil pontos pela primeira vez, em meio a um cenário externo favorável a ativos de risco e perspectivas positivas relacionadas à amplamente aguardada reforma da Previdência no Brasil.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,72 por cento, a 93.613,04 pontos, tendo atingido 93.625,82 pontos no melhor momento da sessão, recorde intradia. O volume financeiro somou 16,5 bilhões de reais.

    A expectativa de avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China respaldou o apetite a risco global logo nos primeiros negócios desta quarta-feira, com o governo norte-americano divulgando à tarde que as conversas terminaram com os negociadores focados no pedido de Pequim para comprar mais bens.

    A notícia não trouxe euforia ao mercado, que aguardava algum acordo entre os gigantes econômicos, em disputa que tem adicionado preocupações sobre os efeitos no ritmo de crescimento da economia global e no resultado de empresas. Ainda assim, sugeriu disposição de ambos em seguir negociando.

    No final da tarde, a ata da última reunião de política monetária do banco central dos EUA mostrou que muitos membros do Federal Reserve defenderam no encontro de dezembro paciência quanto a altas futuras dos juros norte-americanos.

    'A ata trouxe um conteúdo benigno a ativos reais, como ações', destacou o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez DTVM, citando ainda os comentários de membros do Fed no documento no sentido de manter uma reserva maior de títulos, bem como atenuar o ritmo da redução das reservas em andamento.

    Da cena doméstica, sinalizações recentes de avanço na formulação de proposta de reforma da Previdência, considerada crucial por investidores para a melhora da situação fiscal do país e assim da confiança no Brasil, continuaram chancelando o tom positivo nos negócios.

    'A perspectiva de que a proposta da reforma da Previdência poderá ser mais profunda e apresentada pela nova equipe econômica na próxima semana deverá realimentar o ânimo', disse a equipe da corretora Ágora, conforme nota distribuída a clientes mais cedo nesta quarta-feira.

    DESTAQUES

    - VALE subiu 2,44 por cento, apesar do declínio dos preços do minério de ferro, apoiada na melhora do cenário externo, em particular as expectativas sobre a disputa comercial entre Washington e Pequim.

    - PETROBRAS ON avançou 2,02 por cento e PETROBRAS PN valorizou-se 2,08 por cento, favorecidas pela alta do petróleo no exterior, enquanto continuam as expectativas sobre a revisão do contrato de cessão onerosa.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 1,52 por cento e BRADESCO PN avançou 1,72 por cento, endossando a alta no pregão, contaminadas pelo maior apetite global a risco. BANCO DO BRASIL, por sua vez, caiu 0,27 por cento.

    - COSAN fechou em alta de 8,16 por cento, com a equipe do BTG Pactual avaliando, em nota a clientes, que o movimento pode estar relacionado a uma expectativa de que as estimativas da empresa para 2019 surpreendam positivamente.

    - BB SEGURIDADE caiu 3,16 por cento, tendo de pano de fundo corte na recomendação por analistas do JPMorgan, de 'neutra' para 'underweight'.

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    Dólar fecha abaixo de R$3,70, no menor nível desde outubro, por otimismo com exterior e Previdência

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou novamente nesta quarta-feira e fechou abaixo de 3,70 reais pela primeira vez em mais de dois meses, acompanhando o comportamento da moeda no mercado externo após o término das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e em meio à expectativa de anúncio de uma proposta de reforma da Previdência pelo governo Jair Bolsonaro.

    O dólar recuou 0,75 por cento, a 3,6878 reais na venda, menor nível desde 26 de outubro passado, quando fechou a 3,6546 reais. Desde 1º de novembro o dólar não fechava abaixo de 3,70 reais.

    Foi a quinta queda em seis pregões, levando a moeda norte-americana a acumular no ano até agora recuo de 4,85 por cento. Na mínima desta sessão, a moeda foi a 3,6758 reais e, na máxima, a 3,7128 reais.

    O dólar futuro tinha queda de 0,73 por cento, tendo ampliado a queda após a divulgação da ata da reunião de dezembro do comitê de política monetária do Federal Reserve.

    'O que o governo tem apresentado é positivo, mas agora precisamos de ação', ponderou a estrategista de câmbio do banco Ourinvest Fernanda Consorte.

    Na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião com o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que a reforma do atual modelo de Previdência será acompanhada pela criação de um regime de capitalização, que trará ganhos mais fortes para o sistema.

    Guedes disse ainda que a reforma não será fatiada e que o governo estuda proposta com regra de transição 'da mesma profundidade' da que existia antes, que considerava um tempo de 20 anos para a travessia.

    Nesta manhã, Onyx acrescentou que o presidente Jair Bolsonaro decidirá na próxima semana sobre a proposta que será apresentada e enfatizou que a intenção é apresentar um pacote único ao Congresso para reformar o sistema previdenciário, ao invés de uma reforma fatiada.

    'Precisamos ver o que de fato vai ser discutido no Congresso', acrescentou Fernanda Consorte, ressaltando que, até que os parlamentares voltem ao trabalho, em fevereiro, os investidores locais devem continuar sendo os mais 'animados' com Brasil.

    Isso porque o mercado externo ainda tem questões que prejudicam os emergentes, como a desaceleração global decorrente da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    No entanto, predominou nesta sessão o otimismo de que EUA e China possam avançar na direção de um acordo comercial após três dias de reuniões, aliviando os temores de uma guerra comercial generalizada.

    O gabinete do Representante de Comércio dos EUA informou nesta quarta-feira que a China prometeu comprar 'um volume substancial' de bens e serviços agrícolas, energéticos e manufaturados dos Estados Unidos. Além disso, afirmou que os dois países discutiram 'maneiras de alcançar imparcialidade, reciprocidade e equilíbrio nas relações comerciais' entre eles.

    O editor de um jornal estatal chinês afirmou em uma publicação em uma mídia social acreditar que a China e os EUA divulgarão um comunicado na quinta-feira sobre as negociações desta semana.

    Essa perspectiva ajudava o dólar a recuar ante a cesta de moedas e também ante divisas de emergentes, como o peso mexicano.

    Após o fechamento do dólar à vista, o Federal Reserve divulgou a ata do último encontro de política monetária, quando os juros foram elevados pela quarta vez no ano nos EUA. A ata mostrou, contudo, que muitos membros do Fed defenderam paciência em relação a altas futuras dos juros.

    'As condições financeiras pioraram um pouco na margem, o que tende a elevar a probabilidade de que o Fed ainda pode revisar para baixo as duas altas de juros previstas no comunicado para as próximas reuniões', avaliou a GO Asssociados em relatório.

    Pesquisa da Reuters com economistas indicou que a expectativa é que o dólar fique em torno de 3,7650 reais até o fim de 2019, de acordo com a mediana das estimativas de 26 analistas. As projeções para o câmbio em um, três e seis meses na pesquisa ficaram próximas desse nível, embora alguns especialistas alertem para instabilidades conforme o governo do presidente Jair Bolsonaro busca a aprovação das aguardadas reformas econômicas.

    O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,02 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar cai para menor valor em 2 meses, perto de R$3,70, com ajuda externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - Depois de dois dias acompanhando à distância o mercado externo, o dólar no Brasil 'colou' nesta sexta-feira na trajetória externa e encerrou em baixa pela terceira sessão consecutiva, perto de 3,70 reais, após declarações chairman do Federal Reserve, Jerome Powell.

    O dólar recuou 1,04 por cento, a 3,7147 reais na venda, menor nível desde 1º de novembro, quando fechou a 3,6943 reais.

    Nos três primeiros pregões de 2019, que coincidem com a semana, a moeda norte-americana acumulou baixa de 4,15 por cento ante o real. Foi a terceira semana seguida de queda do dólar ante a moeda brasileira.

    Na mínima desta sessão, o dólar recuou a 3,7101 reais e, na máxima, subiu a 3,7865 reais. O dólar futuro caía 1,06 por cento.

    'Powell trouxe um discurso de que a economia está boa, tem potencial de continuar crescendo, com inflação sob controle, trazendo euforia ao mercado', explicou o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano.

    O chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que apesar do bom momento, o banco central norte-americano será sensível aos riscos ressaltados por investidores e será paciente com a política monetária em 2019.

    'Estamos sempre preparados para mudar a postura da política monetária de maneira significativa, se necessário', disse Powell.

    Antes de sua fala, o dólar havia se firmado em alta após dados robustos sobre o mercado de trabalho norte-americano que, segundo Serrano, já reduziam 'um pouco as preocupações de uma recessão' nos EUA.

    Foram criadas 312 mil vagas de emprego fora do setor agrícola no mês passado nos EUA, o maior ganho desde fevereiro. Os dados de outubro e novembro foram revisados para mostrar um acréscimo de 58 mil empregos ante o que tinha sido anteriormente relatado.

    A taxa de desemprego também subiu para 3,9 por cento, de uma mínima de quase 49 anos em novembro, de 3,7 por cento, com o mercado de trabalho mais forte atraindo alguns norte-americanos desempregados.

    No exterior, o dólar, que também estava subindo ante uma cesta de moedas depois da divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA, voltou a cair com a fala do Powell. A divisa norte-americana também caía ante divisas de emergentes como a lira turca.

    No começo do dia, o ambiente já era positivo no exterior após notícia sobre nova rodada de negociações entre China e Estados Unidos no começo da próxima semana.

    'Depois de um telefonema entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, que ambos os lados descreveram como positivo, esta reunião da próxima semana é vista com bons olhos e, segundo alguns especialistas, a probabilidade de chegar a um acordo dentro de 90 dias está aumentando', destacou em nota a corretora XP Investimentos.

    Além disso, a China cortou o compulsório dos bancos para ajudar a amparar a economia, que sente os efeitos da guerra comercial com os Estados Unidos.

    O mercado local, no entanto, ficou um tempo descolado do exterior por causa da entrevista dada na véspera pelo presidente Jair Bolsonaro, na qual sinalizou uma proposta de reforma previdenciária que foi entendida como mais leve, com idade mínima de aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres.

    'Ao longo o dia, o mercado também foi reavaliando a leitura sobre as declarações de Bolsonaro. Não é porque ele falou em idade mínima de 62-57 anos que necessariamente é ruim', disse Serrano, ressaltando que ainda faltam informações sobre a proposta.

    O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,01 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Ibovespa começa 2019 com recordes e investidor confiante em novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista fechou o primeiro pregão do ano com o Ibovespa em máxima histórica, acima dos 91 mil pontos pela primeira vez, em meio a perspectivas favoráveis para a economia brasileira em 2019 e para o novo governo do país.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 3,56 por cento, a 91.012,31 pontos, recorde de fechamento. No melhor momento do dia, alcançou 91.478,84 pontos, maior nível registrado durante um pregão.

    O volume financeiro na sessão somou 17,3 bilhões de reais.

    Para estrategistas do BTG Pactual, as perspectivas para a bolsa em 2019 são promissoras. 'Esperamos que a nova administração de direita implemente grandes mudanças no funcionamento da economia', disseram em relatório.

    Entre os discursos do dia, marcado pela transmissão de cargos de vários ministros da equipe do presidente Jair Bolsonaro, mereceu especial atenção a fala do titular do poderoso Ministério da Economia, Paulo Guedes.

    Ele afirmou que o governo vai encaminhar ao Congresso proposta de reforma da Constituição para acabar com todas as vinculações e indexações de gastos, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.

    Profissionais da área de renda variável também atribuíam o movimento mais forte à tarde principalmente à compra de ações por agentes financeiros locais, ainda em processo de realocação de portfólios para o mês e o ano.

    A melhora do petróleo, após começar a quinta-feira com viés mais negativo, chancelou a alta na bolsa brasileira. Wall Street também situava-se longe das mínimas nesta tarde, corroborando o avanço no pregão local.

    'De fato tivemos boas notícias nos últimos dias', disse um gestor, citando entre elas discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro, considerado positivo, e apoio do PSL para a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Além disso, houve um alívio na pressão mais negativa das bolsas no exterior; e com a virada do ano os fundos mostram nova disposição para tomar risco. 'Tudo isso somado está gerando o dia bem positivo', afirmou o gestor, que fica em São Paulo.

    O Ibovespa superou os 90 mil pontos pela primeira vez em sua história no quarto trimestre de 2018, tendo alcançado recorde intradia de 91.242,22 pontos em 3 de dezembro. Considerando o fechamento, a máxima anterior era de 89.820,09 pontos.

    DESTAQUES

    - ELETROBRAS ON disparou 20,72 por cento, maior alta do Ibovespa, em sessão marcada pela posse do novo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que pretende levar adiante a capitalização da elétrica de controle estatal, além de notícias de que o atual presidente-executivo da companhia, Wilson Ferreira Jr., continuará à frente da empresa. ELETROBRAS PNB subiu 14,52 por cento.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançou 4,28 por cento e BRADESCO PN subiu 4,5 por cento, atingindo cotações recordes, enquanto BANCO DO BRASIL valorizou-se 4,54 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT fechou em alta de 7,12 por cento, tendo ainda no radar aprovação de 4,8 bilhões de reais em remuneração a acionistas.

    - PETROBRAS PN fechou com elevação de 6,08 por cento, embalada pelas perspectivas positivas para o novo governo e melhora dos preços do petróleo no exterior, com o Brent subindo 2,06 por cento. PETROBRAS ON subiu 4,92 por cento, com as atenções também voltadas para posse do novo ministro de Minas e Energia.

    - SABESP avançou 9,11 por cento, em meio a comentários do novo governo do Estado de São Paulo em defesa da privatização da companhia estadual de água e saneamento.

    - CIELO subiu 8,32 por cento, entre os destaques positivos do Ibovespa, após encerrar 2018 com a maior queda do índice, de 57,4 por cento, por preocupações sobre os efeitos do aumento na competição no setor de meios de pagamentos nos resultados da empresa, entre outros fatores.

    - LOG COMMERCIAL PROPERTIES recuou 6,49 por cento, a 16,85 reais, entre as poucas quedas da sessão, dando continuidade à trajetória negativa desde a estreia no Novo Mercado da bolsa, com valor referência de 28,68 reais, após cisão do negócio de galpões logísticos pela construtora MRV.

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    Ibovespa encerra ano com rali e acumula ganho de cerca de 15% em 2018

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista encerrou a sexta-feira com o Ibovespa em alta de quase 3 por cento, com praticamente todas as ações do índice no azul, ampliando o desempenho positivo acumulado em 2018 para cerca de 15 por cento.

    Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,84 por cento no dia, a 87.887,26 pontos, acumulando na semana acréscimo de 2,56 por cento, enquanto o desempenho no mês ficou negativo em 1,81 por cento. O volume financeiro nesta sexta-feira somou 11,35 bilhões de reais, contra média diária de 12,3 bilhões de reais em 2018 e de 15 bilhões de reais em dezembro.

    Nos últimos três meses de 2018, o Ibovespa avançou 10,93 por cento, o que ajudou no resultado anual, o terceiro positivo, depois de subir 27 por cento em 2017 e 39 por cento em 2016.

    O Ibovespa superou os 90 mil pontos pela primeira vez em sua história no quarto trimestre, tendo alcançado recorde intradia de 91.242,22 pontos em 3 de dezembro. Considerando o fechamento, porém, o maior patamar foi de 89.820,09 pontos. No pior momento do ano, no final do primeiro semestre, chegou a 69.068,77 pontos, mínima intradia de 19 de junho.

    O desempenho em 2018 ocorre mesmo após tensões desencadeadas pelas eleições no Brasil e pelo cenário externo mais adverso, com elevação de juros nos Estados Unidos e política comercial agressiva do presidente Donald Trump, entre outros fatores.

    A performance do Ibovespa tampouco foi afetada pela saída líquida capital externo do segmento Bovespa no ano, de mais de 11 bilhões de reais até o dia 26 de dezembro, com o ambiente global mais hostil a mercados emergentes e certa hesitação com a mudança do comando do país.

    Para o gestor Henrique Bredda, da Alaska Asset Management, a alta do Ibovespa no ano prova que, embora existam distrações no meio do caminho, a bolsa reflete os lucros das empresas, que em 2018, no agregado, subiram bastante em relação a 2017.

    'Acreditamos que isso deve se repetir em 2019 versus 2018', afirmou Bredda, que trabalha com um cenário de melhora da economia no próximo ano calendário. A Alaska tem atualmente sob gestão cerca de 8 bilhões de reais.

    Nesta sexta-feira, nem a falta de tendência única em Wall Street desanimou os compradores na bolsa paulista, que também acompanharam sinalizações benignas do novo governo quanto a medidas fiscais.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS PN subiu 4,66 por cento e PETROBRAS ON avançou 3,93 por cento, após a diretoria da petrolífera de controle estatal aprovar mecanismo de proteção complementar à política de preços do diesel, que permitirá à companhia manter a cotação do produto estável nas refinarias por um período de até sete dias em momentos de elevada volatilidade. No ano, os papéis subiram 46,84 e 51,67 por cento, respectivamente.

    - VALE fechou em alta de 3,03 por cento, acompanhando o movimento de outras mineradoras nos pregões europeus e após o conselho de administração da companhia aprovar a recondução do presidente, Fabio Schvartsman, para um novo mandato de mais dois anos a partir de maio. Em 2018, as ações da Vale valorizaram-se 31,81 por cento.

    - ITAÚ UNIBANCO PN avançou 3,5 por cento, em nova sessão positiva para bancos privados no Ibovespa, encerrando 2018 com elevação de 33,51 por cento. BRADESCO PN encerrou em alta de 3,07 por cento, contabilizando um acréscimo de 29,89 por cento no acumulado do ano.

    - LOG COMMERCIAL PROPERTIES cedeu 1,8 por cento, entre as poucas quedas da sessão.

    - MAGAZINE LUIZA fechou em alta de 4,06 por cento e terminou o ano com valorização de 126,34 por cento, a maior do Ibovespa, depois de altas de cerca de 500 por cento em 2017 e em 2016. Em relatório recente, analistas do BTG Pactual afirmaram que as ações da varejista estão entre os papéis preferidos no universo de cobertura da casa.

    - CIELO encerrou em alta de 2,18 por cento a sexta-feira, mas acumulou queda de 58,15 por cento em 2018, pior desempenho do Ibovespa no ano, com receios sobre o efeito do aumento da competição no setor de meio de pagamentos nos resultados da companhia, entre outros fatores, desencadeando vendas.

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    Dólar sobe nesta 6ª-feira, mas fecha semana com leve queda com leilões de linha do BC

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a sexta-feira em alta, pressionado pelo menor apetite por risco de investidores no exterior diante da possibilidade de uma paralisação parcial do governo norte-americano, mas acumulou leve queda na semana marcada por três atuações do Banco Central no mercado de câmbio.

    No dia, o dólar avançou 1,15 por cento, a 3,8965 reais na venda, sob influência direta do exterior onde as bolsas de valores recuaram e investidores compravam títulos do Tesouro dos EUA em meio à disputa entre o presidente Donald Trump e republicanos, de um lado, e democratas, do outro, sobre dinheiro para construção de um muro na fronteira com o México.

    Na mínima do dia, o dólar foi a 3,8443 reais e na máxima, a 3,9005 reais.

    A moeda norte-americana recuou 0,21 por cento ante o real na última semana antes do Natal, após sete semanas consecutivas de altas embaladas por preocupações econômicas e geopolíticas no exterior, desde as negociações do Brexit e Orçamento da Itália à guerra comercial EUA-China.

    Foi nesta semana que o Banco Central realizou três leilões de venda de dólares com compromisso de recompra da moeda, de um total de cinco feitos em dezembro, com o objetivo de fornecer liquidez ao mercado durante o período de fim de ano, totalizando a oferta de 3 bilhões de dólares.

    'Com o BC entrando com leilão de linha novamente e estabelecendo teto para o dólar por aqui, a tendência é não estourar para cima', disse Ricardo Gomes da Silva Filho, operador de câmbio da Correparti Corretora.

    'O dólar lá fora está bem forte, mais forte do que ontem, e o dólar aqui responde à pressão.'

    O financiamento de agências governamentais dos Estados Unidos corre o risco de ser interrompido por uma disputa orçamentária envolvendo o presidente Donald Trump e republicanos da Câmara dos Deputados contra democratas devido à aprovação de recursos para construção de um muro na fronteira com o México.

    Nesta sexta-feira, o BC realizou mais um leilão de venda de dólares com compromisso de recompra, no valor de 1 bilhão de dólares, com o objetivo de prover liquidez aos agentes durante tradicional período de saída de recursos do país no fim do ano.

    A autoridade monetária fez também nesta sessão o último leilão de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, vendendo integralmente a oferta de 13,835 mil contratos e rolando integralmente o total de 10,373 bilhões de dólares que vencem em janeiro.

    No exterior, o índice do dólar contra a cesta de seis outras principais divisas globais avançava. A moeda norte-americana também ganhava força contra divisas emergentes como o peso mexicano e a lira turca.

    (Por Iuri Dantas; Edição de Marcela Ayres)

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