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    Bolsonaro defende Flávio e diz que 'pressão' sobre filho é para tentar atingi-lo

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista à TV Record, que as denúncias contra seu filho Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) são uma tentativa de atingi-lo e fez uma defesa enfática do senador eleito, que está sob investigação por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    'Acredito nele, a pressão enorme em cima dele é para tentar me atingir', disse Bolsonaro na entrevista realizada na noite de quarta-feira em Davos, na Suíça, por ocasião do Fórum Econômico Mundial.

    'Ele tem explicado tudo que acontece com ele nessas acusações infundadas que têm sido feitas. Ele teve sim seu sigilo quebrado, fizeram uma arbitrariedade para cima dele nessa questão... Não é justo atingir um garoto, fazer o que estão fazendo com ele, para tentar me atingir', acrescentou Bolsonaro, que concluiu com mensagem ao filho dizendo que 'tudo será esclarecido com toda a certeza'.

    Flávio Bolsonaro, que é deputado estadual e assumirá o mandato de senador em fevereiro, é alvo de investigação na esfera cível da Justiça do Rio devido a movimentações financeiras atípicas. Ele nega ter cometido qualquer irregularidade.

    Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de 2 mil reais entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro.

    Na terça-feira foi revelado também que Flávio empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a mãe e a mulher de um ex-policial acusado de liderar uma organização criminosa com atuação de milícia.

    Além disso, um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, também é investigado por movimentações atípicas identificadas pelo Coaf.

    Antes de defender o filho na entrevista à Record, Bolsonaro havia afirmado, em entrevista à Bloomberg também em Davos, que 'se por acaso ele (Flávio) errou, e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações'.

    O vice-presidente e presidente em exercício, general Hamilton Mourão, disse também na quarta-feira que é preciso investigar o caso envolvendo Flávio Bolsonaro, e que se ficar comprovada participação dele, deve sim acarretar em eventuais punições.

    'Apurar e punir se for o caso', disse Mourão, em entrevista na saída do seu gabinete no Palácio do Planalto.

    Já o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, tentou afastar o caso do governo federal. 'No governo do presidente Bolsonaro nós estamos todos focados em trabalhar pelo país... As questões que envolvem a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estão circunscritas... lá no Rio de Janeiro'.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Questionado sobre Flávio Bolsonaro, Onyx diz que questões da Alerj dizem respeito ao RJ

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, procurou minimizar o caso envolvendo o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, ao afirmar que ele diz respeito à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

    'No governo do presidente Bolsonaro nós estamos todos focados em trabalhar pelo país', disse Onyx, em entrevista para apresentar as metas dos primeiros 100 dias de gestão.

    'As questões que envolvem a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estão circunscritas... lá no Rio de Janeiro', acrescentou. 'Temos que aguardar.'

    Onyx garantiu que 'o governo vai continuar trabalhando a favor das pessoas' e 'não vai perder o norte'.

    Flávio Bolsonaro, que é deputado estadual e assumirá o mandato de senador em fevereiro, é investigado na esfera cível por suspeita de movimentação financeira atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    Na terça-feira foi revelado também que Flávio empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a mãe e a mulher de um ex-policial acusado de liderar uma organização criminosa com atuação de milícia.

    Além disso, um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, também é investigado por movimentações atípica identificadas pelo Coaf.

    Mais cedo, ao ser questionado sobre a situação de Flávio, o presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse que é preciso 'apurar e punir se for o caso'. [nL1N1ZN0Q1]

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Mourão volta a dizer que é preciso investigar Flávio Bolsonaro e punir se for o caso

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, voltou a dizer que é preciso investigar o caso envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e que, se ficar comprovado participação dele, deve sim acarretar em eventuais punições, ao comentar declaração do presidente Jair Bolsonaro em Davos sobre o episódio.

    'Apurar e punir se for o caso', disse Mourão, em entrevista na saída do seu gabinete no Palácio do Planalto.

    Em entrevista à Bloomberg, Bolsonaro disse que 'se por acaso ele errou, e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações'.

    Flávio Bolsonaro, que é deputado estadual e assumirá o mandato de senador em fevereiro, é investigado na esfera cível por suspeita de movimentação financeira atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    Na terça-feira foi revelado também que Flávio empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a mãe e a mulher de um ex-policial acusado de liderar uma organização criminosa com atuação de milícia. [nL1N1ZM0H3]

    Além disso, um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, também é investigado por movimentações atípica identificadas pelo Coaf.

    Mourão foi questionado se a declaração de Bolsonaro não teria vindo tarde, quando o desgaste já está instalado.

    'Não, na primeira vez que surgiu esse assunto ele já tinha declarado isso, tenho quase certeza que ele falou isso', disse o presidente em exercício.

    Mourão não soube dizer o motivo de o presidente ter cancelado em Davos a participação em uma entrevista coletiva.

    PREVIDÊNCIA DOS MILITARES

    Mourão disse também que uma reforma da Previdência voltada especificamente para os militares será feita via projeto de lei ao Congresso Nacional, enquanto para os trabalhadores em geral é preciso ser remetida ao Legislativo por meio de Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

    Questionado se a ideia é votar primeiro a PEC para todo os trabalhadores e depois discutir a previdência dos militares, Mourão disse. 'É a ideia do ministro da Defesa e do segmento militar.'

    O presidente em exercício não quis opinar sobre o que deve ser feito nesse caso. 'Quem decide é o presidente. O projeto de lei é mais fácil, é maioria simples', afirmou ele, que comanda o país durante a viagem do presidente Jair Bolsonaro a Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

    Na votação de um projeto de lei simples, só é preciso a votação por maioria nas duas Casas Legislativas --isso significa que vale a metade do quórum de votação em plenário da Câmara e do Senado. No caso de uma PEC, são necessários os votos de ao menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores, em dois turnos de votação.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    'Único problema' de Flávio Bolsonaro é o sobrenome, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta terça-feira que o 'único problema' do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, é o sobrenome que ele tem.

    Flávio é investigado na área cível por movimentações financeiras atípicas.

    'O problema é dele. Mas o que acontece? Há essa repercussão toda pelo sobrenome dele. Assim como ele, tem mais outros 25 lá da Assembleia Legislativa investigados por problemas similares', disse ele, ao comentar. 'O único problema do senador Flávio é o sobrenome, se o sobrenome dele fosse Silva...'

    Mourão disse que é preciso aguardar a 'extensão dos acontecimentos' no caso dessas investigações, mas destacou novamente que o governo está 'tranquilo'.

    'Vamos aguardar para ver qual extensão dos acontecimentos, né? A Justiça está fazendo o trabalho dela, a investigação tá fazendo o trabalho dela, então tem que aguardar, né?', disse Mourão, em rápida fala na chegada ao seu gabinete em Brasília, na volta de uma viagem ao Rio de Janeiro.

    Mourão assumiu o comando país no domingo à noite, após Bolsonaro viajar para a Suíça a fim de participar do Fórum Econômico Mundial em Davos.

    O presidente em exercício disse que não compete a ele analisar a situação de Flávio. 'O governo está tranquilo e isso não é um fato que nos interessa por enquanto. Quando passar a interessar aí será divulgado aquilo que for necessário.'

    Mourão não quis opinar sobre reportagens publicadas nesta terça que relatam que Flávio empregou até novembro do ano passado em seu gabinete na Assembleia Legislativa a mãe e a mulher de um ex-policial militar suspeito de comandar milícias no Rio de Janeiro.

    Esse ex-policial era um dos alvos de operação deflagrada nesta terça-feira pelo Ministério Público fluminense para prender suspeitos de chefiar milícias que atuam em comunidades.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Procurador do RJ nega que MP priorize investigação sobre Flávio Bolsonaro

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, confirmou nessa segunda que o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) está sendo investigado na esfera cível por movimentações financeiras atípicas detectadas pelo Coaf, e negou que o Ministério Público esteja priorizando e acelerando as apurações contra o parlamentar por ele ser filho do presidente Jair Bolsonaro.

    “Na área cível está sendo investigado porque na área cível os deputados não tem foro por prerrogativa. Esses expedientes já tinham sido distribuídos para as promotorias de tutela coletiva e cidadania no início do ano e prosseguem normalmente”, disse a jornalistas Gussem.

    Ele destacou que além de Flávio Bolsonaro outros 26 parlamentares da Alerj, também estão sendo investigações na área cível. O procurador não detalhou o teor da investigação na esfera cível contra o filho do presidente da República.

    “Qualquer questão envolvendo o deputado Flávio Bolsonaro estou impedido de falar no momento por conta do procedimento no Supremo Tribunal Federal”, disse Gussem, ao se referir à decisão do presidente em exercício do STF, Luiz Fux, de suspender a investigação do MP do Rio de Janeiro, até que o ministro Marco Aurélio Mello, determine qual a instância adequada para apurar o caso.

    Gussem lembrou que as informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras chegaram ao conhecimento do MP em janeiro do ano passado com mais de 400 pessoas citadas, mas os 22 núcleos de investigação só foram instalados em meados de 2018 após a análise do dados que vieram do órgão federal.

    Os relatórios do Coaf embasaram a operação Furna da Onça, que levou deputados da Alerj à prisão por favorecimento de grupos em troca de propina.

    “Ao receber a vasta informação começamos a explorar cuidadosamente', disse o procurador. 'Seria leviano já de cara indicar o nome dos deputados até por que movimentações atípicas não são obrigatoriamente suspeitas. Se logo investigássemos diriam que seria uma investigação temerária e inconsequente.”

    O procurador lembrou que quatro deputados da Alerj já abriram voluntariamente seus sigilos ao MP, ao passo que Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz sequer compareceram as convocações para apresentação de suas versões para a movimentação financeira atípica.

    Em alusão a acusações feitas por Flávio em entrevistas no fim de semana, Gussem negou que o MP do Rio tenha quebrado o sigilo do parlamentar.

    “Se alguém cometeu alguma quebra de sigilo, irregularidade não foi definitivamente o MP do Rio de Janeiro”, disse. “Se queremos um país limpo, íntegro e diferente temos que prestigiar e fortalecer os órgãos de controle.”

    O procurador-geral de Justiça frisou que as apurações fluíram no mesmo ritmo, e negou que o foco tenha se voltado a Flávio Bolsonaro.

    Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de 2 mil reais entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro.

    O senador eleito afirmou em entrevista no fim de semana que o título foi referente à compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro, e que os depósitos de 2 mil reais são referentes, em parte, a dinheiro recebido em espécie pela venda do mesmo imóvel.

    Além da movimentação na conta do próprio senador, o jornal O Globo destacou no domingo que o ex-assessor dele Fabrício Queiroz chegou a movimentar em sua conta, além de 1,2 milhão de reais já divulgados, outros 5,8 milhões de reais, totalizando 7 milhões de reais em três anos.

    Gussem destacou que na esfera cível, além de Flávio Bolsonaro todos os outros 26 deputados citados no relatório do Coaf também são investigados. Os parlamentares podem ter incorrido no crime de improbidade administrativa, que prevê no limite a perda dos direitos políticos.

    Na esfera penal, as investigações sobre o caso Fabrício Queiroz foram suspensas pelo STF, a pedido de Flávio.

    Durante o fim de semana, as investigações conduzidas pelo MP foram criticadas. Ao mesmo tempo que disse à Reuters que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo, o vice-presidente da República, general da reserva Hamilton Mourão disse ao jornal O Globo que existe 'sensacionalismo' e 'direcionamento' nas investigações.

    “O MP não tem vinculação com nenhum segmento político; o MP é defensor da ordem jurídica e o Estado democrático”, disse Gussem. “Essa manifestação do vice-presidente nós respeitamos mas ela em nada interfere no nosso trabalho e no nosso atuar.”

    O procurador criticou a falta de transparência da Alerj, que não tem um cadastro de funcionários e servidores ligados a cada gabinete parlamentar. Segundo ele, o MP está encaminhando uma recomendação para que a Assembléia e as câmaras municipais adotarem normas de transparência.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier; Edição de Alexandre Caverni)

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    Flávio Bolsonaro diz na TV que depósitos e pagamento de R$1 mi referem-se a apartamento

    (Reuters) - O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em entrevista na noite de domingo à TV Record, que dezenas de depósitos de 2 mil reais em sua conta em 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário são referentes a compra e venda de um imóvel no Rio de Janeiro, e negou ter pedido foro privilegiado ao Supremo Tribunal Federal.

    Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, é investigado na esfera cível da Justiça do Rio de Janeiro por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividade Financeiras (Coaf).

    Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de 2 mil reais entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual.

    O senador eleito afirmou na entrevista à Record que o título foi referente à compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro, e que os depósitos de 2 mil reais são referentes, em parte, a dinheiro recebido em espécie pela venda do mesmo imóvel.

    'Não tem dinheiro ilícito na minha mão', disse o senador eleito, que acrescentou também ser empresário, apesar de não especificar o ramo de sua empresa.

    Além da movimentação na conta do próprio senador, o jornal O Globo destacou no domingo que o ex-assessor dele Fabrício Queiroz chegou a movimentar em sua conta, além de 1,2 milhão de reais já divulgados, outros 5,8 milhões de reais, totalizando 7 milhões de reais em três anos.

    Questionado se a movimentação poderia ter relação com pagamentos feitos por próprios funcionários de seu gabinete como deputado estadual, Flávio Bolsonaro negou. 'No meu gabinete não, e se eu soubesse de alguém que estivesse cometendo isso eu era o primeiro a denunciar e mandar prender. Quem me conhece sabe que não tem sacanagem comigo.'

    Na entrevista à Record, o senador eleito também afirmou que não pediu foro privilegiado ao STF, mas que ingressou com ação no Supremo para que fique determinado a quem deve prestar esclarecimentos: às autoridades federais, por ser senador eleito, ou às autoridades estaduais do Rio de Janeiro.

    'A decisão que o Supremo vai tomar é onde que eu tenho que prestar esclarecimentos', disse. 'Já informei ao Supremo as atrocidades que estão acontecendo comigo'.

    Na semana passada, o presidente em exercício do STF, Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre movimentações financeiras atípicas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

    O jornal Folha de S.Paulo desta segunda-feira trouxe uma nova informação envolvendo Flávio Bolsonaro. Segundo a Folha, o senador eleito registrou de 2014 a 2017 a aquisição de dois apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, ao custo informado de 4,2 milhões de reais.

    Com o caso do filho do presidente rondando o Palácio do Planalto, o vice-presidente da República, general da reserva Hamilton Mourão, disse no domingo à Reuters que o assunto não diz respeito ao governo.

    Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões.

    Mourão assumiu interinamente a Presidência da República na noite de domingo enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Coaf mostra depósitos de quase R$100 mil em dinheiro em conta de Flávio Bolsonaro em 1 mês, diz JN

    (Reuters) - Novo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrou depósitos em dinheiro no valor de quase 100 mil reais na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no período de um mês, segundo reportagem do Jornal Nacional na sexta-feira.

    Segundo o JN, foram 48 depósitos, no valor de 2 mil reais cada, entre junho e julho de 2017. Vários dos depósitos foram feitos em poucos minutos, concentrados no posto de autoatendimento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

    O Coaf, segundo a reportagem, apontou que não foi possível identificar quem fez os depósitos, mas que o fato de serem vários depósitos do mesmo valor sugerem tentativa de ocultar a origem do dinheiro.

    O Ministério Público do Rio de Janeiro havia pedido relatórios para o Coaf de assessores parlamentares da Alerj. Um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, é investigado pelo MPRJ por movimentações atípicas identificadas pelo Coaf no valor de 1,2 milhão de reais.

    A reportagem do JN afirma que o MPRJ pediu para o Coaf ampliar o levantamento para movimentações dos deputados estaduais fluminenses porque há suspeitas de que funcionários devolvessem parte dos salários aos parlamentares.

    Segundo nota do MPRJ divulgada na sexta-feira, Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, não é investigado.

    Decisão do presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre Queiroz a pedido de Flávio.

    Uma fonte do Judiciário, no entanto, disse à Reuters que Flávio é investigado na esfera cível.

    Em entrevista ao Jornal da Record na noite de sexta-feira, gravada antes da veiculação da matéria do JN, Flávio afirmou que reivindicou ao STF que sejam cumpridas obrigações legais, embora seja contra o foro especial.

    'Quando tive acesso aos autos, descobri que o Ministério Público estava me investigando de forma oculta desde meados do ano passado, e além disso usando vários atos ao longo desse procedimento ilegais também. E pior, descobri que o meu sigilo bancário havia sido quebrado sem a devida autorização judicial', disse ele.

    'Não quero privilégio nenhum, mas quero ser tratado dentro da lei e dentro da Constituição. Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir eu vou fazer', completou.

    Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a defesa de Flávio disse que os procuradores produziram provas ilegalmente e quer a anulação delas.

    Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018, mas não apareceu na data marcada.

    Flávio Bolsonaro também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.

    Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista ao SBT que entre suas atividades está a de revenda de carros. Ele disse que ganhava cerca de 10 mil reais por mês quando fazia assessoria a Flávio Bolsonaro e que seus rendimentos mensais eram de cerca de 24 mil reais, incluindo remuneração como policial.

    De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

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    MP do Rio diz que Flávio Bolsonaro não é investigado, mas apuração contra ex-assessor segue na esfera cível

    (Reuters) - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro afirmou nesta sexta-feira que o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) não é investigado criminalmente até o momento no caso referente às movimentações financeiras atípicas do ex-assessor dele Fabrício Queiroz, detectados em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    A pedido da defesa de Flávio Bolsonaro, o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, concedeu liminar para suspender a investigação criminal sobre Queiroz tendo como principal justificativa o fato de que o MP do Rio teria pedido informações ao Coaf dados bancários sigilosos sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro mesmo após ele ter sido eleito senador.

    Para 'travar' a apuração, a defesa de Flávio, que atualmente é deputado estadual, havia alegado que houve “usurpação” de competência do Supremo e que tinha se buscado um 'atalho' para investigá-lo.

    Em nota desta sexta-feira, o Ministério Público destacou que a investigação a partir do relatório do Coaf não indicou nomes de parlamentares 'supostamente envolvidos em atividades ilícitas' e também negou que tenha havido quebra de sigilos bancário e fiscal na investigação.

    'O relatório de inteligência financeira (RIF) remetido pelo Coaf noticia movimentações atípicas tanto de agentes políticos como de servidores públicos da Alerj. Por cautela, não se indicou de imediato na portaria que instaurou os procedimentos investigatórios criminais (PIC) os nomes dos parlamentares supostamente envolvidos em atividades ilícitas', informou o MP do Rio no comunicado.

    'A dinâmica das investigações e a análise das provas colhidas podem acrescentar, a qualquer momento, agentes políticos como formalmente investigados. Esta forma de atuar indica o cuidado que o MPRJ tem na condução das investigações, com o fim de evitar indevido desgaste da imagem das autoridades envolvidas', acrescentou.

    IMPROBIDADE

    Na nota, o MP afirmou que as investigações sobre movimentações atípicas de agentes políticos e servidores públicos podem se desdobrar em procedimentos cíveis, para apurar a prática de atos de improbidade administrativa, e procedimentos criminais. No âmbito cível, parlamentares não têm direito a foro privilegiado.

    'Vale registrar que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) prolatada nos autos da Reclamação de nº 32.989 atinge exclusivamente o procedimento instaurado na esfera criminal, não gerando efeitos nas investigações na área cível e de improbidade administrativa', afirmou o MP.

    Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018 mas não apareceu na data marcada.

    Flávio também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.

    Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista que entre suas atividades estava a de revenda de carros.

    De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Flávio Bolsonaro não comparece ao MP para depor sobre movimentação financeira de ex-assessor

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, não compareceu ao depoimento marcado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a movimentação financeira atípica de seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, informou o MP.

    O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo que investiga movimentações atípicas nas contas de funcionários de gabinetes de parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), reveladas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no âmbito da operação Furna da Onça, que levou à prisão de deputados estaduais do Rio de Janeiro.

    'Como não sou investigado, ainda não tive acesso aos autos, já que fui notificado do convite do MP/RJ apenas no dia 7 de janeiro, às 12h19' , disse Flávio Bolsonaro em sua conta do Facebbok. 'No intuito de melhor ajudar a esclarecer os fatos, pedi agora uma cópia do mesmo para que eu tome ciência de seu inteiro teor', acrescentou.

    A ausência dele já era esperada. Como tem prerrogativa de foro, pode acertar com os promotores uma data para se apresentar para dar seus esclarecimentos.

    'Ato contínuo, comprometo-me a agendar dia e horário para apresentar os esclarecimentos, devidamente fundamentados, ao MP/RJ para que não restem dúvidas sobre minha conduta', informou o senador eleito.

    Em entrevistas, Flávio Bolsonaro já declarou que não sabia da movimentação atípica do ex-assessor e ex-policial militar, que é amigo da família Bolsonaro. O senador eleito disse ainda que cabe a Queiroz dar as devidas explicações.

    Também em entrevistas, Queiroz não esclareceu a movimentação de mais de 1,2 milhão de reais em sua conta entre 2017 e 2018 e disse que atuava na compra e venda de veículos.

    'Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública', destacou o senador eleito.

    A família de Queiroz também não compareceu nesta semana ao depoimento marcado pelo MP argumentando que estava fora do Rio de Janeiro dando assistência ao ex-assessor que estava internado em São Paulo desde o ano passado para retirada um tumor.

    Queiroz, que também já faltou a dois depoimentos no MP do Rio de Janeiro, recebeu alta essa semana.

    O MP do Rio de Janeiro confirmou a ausência de Flávio Bolsonaro e afirmou 'que o ainda deputado estadual Flávio Bolsonaro protocolizou, nesta quinta-feira (10/01), requerimento de cópia integral da investigação'.

    O Ministério Público do Rio informou ainda que as investigações prosseguem com a realização de diligências de natureza sigilosa e depoimentos de outras pessoas relacionadas aos fatos em apuração.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    WhatsApp bloqueia conta de Flávio Bolsonaro por 'comportamento de spam'

    Por Taís Haupt

    SÃO PAULO (Reuters) - O WhatsApp, controlado pelo Facebook, confirmou nesta sexta-feira que baniu a conta do deputado estadual pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, eleito senador e filho do presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, 'há alguns dias por comportamento de spam'.

    Flávio Bolsonaro declarou no Twitter nesta sexta-feira que teve sua conta bloqueada sem explicações do aplicativo. O parlamentar não informou quando a conta foi bloqueada. Posteriormente, o parlamentar voltou ao Twitter para afirmar que sua conta no aplicativo de mensagens foi desbloqueada.

    'A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma', escreveu o deputado.

    'Meu telefone, cujo WhatsApp foi bloqueado, é pessoal e nada tem a ver com uso por empresas. O próprio WhatsApp informou que o bloqueio foi há dias, antes da Fake News da Foice de SP. Agora já foi desbloqueado, mas ainda sem explicação clara sobre o porquê da censura', afirmou.

    O tuíte do filho de Bolsonaro veio um dia depois do jornal Folha de S.Paulo publicar que empresários ligados ao capitão reformado do Exército teriam financiado ilegalmente o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad. A campanha de Bolsonaro negou irregularidades.

    Procurado pela Reuters, o WhatsApp afirmou que o bloqueio não teve relação com as denúncias, já que ocorreu antes da notícia da Folha ser divulgada.

    'O WhatsApp confirma que a conta do Flávio Bolsonaro foi banida por comportamento de spam, mas isso aconteceu há alguns dias. Não está relacionado às denúncias de ontem. Outra conta 'pública' que foi banida por spam durante o período eleitoral foi o 'Dilmazap', da campanha da ex-presidenta', informou o aplicativo.

    O comportamento de spam é a prática de compartilhamento de mensagens com grande número de contatos no aplicativo.

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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