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    Morador da Flórida é preso em inquérito sobre bombas enviadas a críticos de Trump

    Por Zachary Fagenson e Bernie Woodall

    PLANTATION, Estados Unidos (Reuters) - Agentes do FBI prenderam um morador do Estado norte-americano da Flórida suspeito de ter enviado mais de uma dúzia de pacotes-bomba a críticos destacados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dias antes das eleições parlamentares.

    Agentes do FBI usaram DNA e impressão digital para identificar Cesar Sayoc, que foi acusado de cinco crimes, incluindo ameaças contra ex-presidentes, e pode pegar até 48 anos de prisão se for considerado culpado, disse o secretário de Justiça, Jeff Sessions, em entrevista coletiva.

    'Não vamos tolerar essa ilegalidade, especialmente a violência política', declarou Sessions.

    Os agentes que levaram Sayoc sob custódia em Plantation, cidade próxima de Fort Lauderdale, também apreenderam uma van branca repleta de adesivos pró-Trump, o slogan 'A CNN FEDE' e imagens de figuras democratas com miras vermelhas nos rostos.

    Uma fonte das forças de segurança federais disse que a van pertence a Sayoc. Duas testemunhas disseram à Reuters que ouviram uma detonação alta quando ele foi detido no estacionamento de uma loja AutoZone.

    Ao anunciar a prisão feita pelo FBI a uma plateia entusiasmada na Casa Branca, Trump disse que tais 'atos aterrorizantes' são desprezíveis e não têm vez nos EUA.

    'Jamais devemos permitir que a violência política se enraíze na América – não podemos deixar que aconteça', disse ele. 'E estou comprometido a fazer tudo em meu poder, como presidente, para impedi-lo, e impedi-lo já'.

    De acordo com registros públicos, Sayoc é um republicano registrado e foi preso várias vezes ao longo dos anos, uma delas acusado de fazer uma ameaça de bomba.

    Ninguém assumiu responsabilidade pelos pacotes-bomba enviados ao ex-presidente Barack Obama e outros, o que as autoridades descreveram como um ato de terrorismo. O episódio ocorreu a menos de uma quinzena de eleições parlamentares que podem alterar o equilíbrio de poder em Washington.

    Mais quatro pacotes suspeitos foram encontrados nesta sexta-feira, segundo autoridades e reportagens, elevando o total para 14. Nenhum dos artefatos detonou e não há relatos de ferimentos.

    Entre os destinatários dos pacotes descobertos nesta sexta-feira estão Cory Booker, senador norte-americano de Nova Jersey, James Clapper, ex-diretor da Inteligência Nacional, Kamala Harris, senadora democrata da Califórnia, e Tom Steyer, um doador democrata.

    Horas depois de uma autoridade das forças da lei federais dizer que o foco da investigação na Flórida havia se intensificado, a polícia fechou ruas ao redor do estacionamento da loja AutoZone de Plantation onde Sayoc foi preso, e helicópteros sobrevoavam o local.

    Todas as pessoas visadas são difamadas frequentemente por críticos de direita. Os pacotes descobertos mais cedo nesta semana foram endereçados a Obama, Joe Biden (seu ex-vice), Hillary Clinton (ex-secretária de Estado e candidata presidencial), George Soros (bilionário doador do Partido Democrata), Eric Holder (ex-secretário de Justiça), John Brennan (ex-diretor da CIA), Maxine Waters (deputada da Califórnia), e o ator Robert De Niro.

    Os críticos de Trump disseram que a retórica incendiária do presidente contra os democratas e a imprensa criou um clima de violência de motivação política.

    'Se não determos esta obsessão política, este fervor, rancor, ódio, vocês verão isto mais e mais vezes', disse o governador de Nova York, Andrew Cuomo, à rede MSNBC.

    (Reportagem adicional de Gina Cherelus, Gabriella Borter e Peter Szekely em Nova York, Mark Hosenball, Makini Brice, Susan Heavey, Sarah N. Lynch em Washington e Brendan O'Brien em Milwaukee)

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    Furacão Michael deixa 7 mortos nos EUA; casas são devastadas na Flórida

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY, Estados Unidos (Reuters) - A violência do furacão Michael ficou visível nesta quinta-feira em cidades costeiras devastadas na Flórida, onde fileiras de casas foram arrancadas de suas fundações, telhados arrancados de escolas pela força quase recorde da tempestade que deixou sete mortos nos Estados Unidos.

    Panes de comunicação e ruas bloqueadas por árvores caídas, linhas de transmissão espalhadas e destroços tornavam difícil fazer uma avaliação completa dos estragos causados pelo Michael nesta quinta-feira, mas o quadro inicial é desolador.

    O Michael se abateu sobre o litoral noroeste da Flórida perto da pequena cidade de Mexico Beach na quarta-feira com ventos de 250 quilômetros por hora, empurrando uma parede de água do mar sobre o continente. O céu clareou nesta quinta-feira, um contraste com a chuva torrencial do dia anterior.

    Vídeos feitos pela rede CNN a partir de um helicóptero mostraram que as casas de Mexico Beach próximas ao mar perderam tudo, menos as fundações. Algumas quadras mais adentro do continente, cerca de metade dos lares foram reduzidos a pilhas de madeira e paredes laterais, e aqueles ainda de pé sofreram danos graves.

    A tempestade, o terceiro furacão mais intenso a atingir o território continental dos Estados Unidos, enfraqueceu de madrugada e se tornou uma tempestade tropical, seguindo para o nordeste nesta quinta-feira e provocando chuvas fortes na Geórgia e nas Carolinas, Estados que ainda estão se recuperando da passagem do furacão Florence um mês atrás.

    O furacão matou ao menos sete pessoas na Flórida, na Geórgia e na Carolina do Norte com queda de árvores e outros incidentes relacionados ao furacão, disseram autoridades.

    Os feridos na Flórida foram levados a hospitais em Tallahassee, com alguns machucados após a tempestade com queda de galhos de árvores, disse Allison Castillo, diretora de serviços de emergência no Capital Regional Medical Center.

    (Por Rod Nickel; reportagem adicional de Devika Krishna Kumar, Gina Cherelus, Scott DiSavino, Dan Whitcomb, Brendan O'Brien, Gary McWilliams, Liz Hampton, Andrew Hay, Alex Dobuzinskis e Humeyra Pamuk)

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    Polícia busca explicação para ataque em torneio de videogame na Flórida

    (Reuters) - A polícia da Flórida buscava nesta segunda-feira uma explicação para o terceiro massacre a tiros no Estado norte-americano nos últimos dois anos, resultado da ação de um atirador que deixou dois mortos e 11 feridos em Jacksonville durante um torneio de videogame e depois se matou.

    Testemunhas disseram à mídia local que o atirador, identificado pela polícia como David Katz, de 24 anos, de Baltimore, era um jogador inconformado que se revoltou por ter perdido na competição de videogame no domingo. Não ficou claro se ele conhecia suas vítimas.

    Embora a polícia não as tenha identificado, familiares disseram à WJAX, filiada de Jacksonville da rede de televisão CBS, que os dois mortos são Eli Clayton e Taylor Robertson, ambos competidores do torneio.

    O jornal Miami Herald também as identificou dizendo que Robertson tinha 27 anos e era de Ballard, na Virgínia Ocidental, e Clayton tinha 22 anos e era de Woodland Hills, na Califórnia.

    Robertson, que era pai e marido, venceu o torneio no ano passado, e Katz fora o campeão no ano anterior, disse o Herald, citando parentes e amigos que se manifestaram na internet.

    O gabinete do xerife de Jacksonville informou que 11 pessoas foram feridas por disparos e que ao menos outras duas foram atingidas fugindo do local.

    A polícia disse que Katz se matou e que seu corpo foi encontrado junto com os de suas duas vítimas no The Landing, complexo de restaurantes, compras e entretenimento do centro de Jacksonville.

    O xerife da cidade, Mike Williams, não quis comentar as possíveis razões para o ataque no domingo.

    Policiais e agentes do FBI foram à casa de classe alta de Katz no bairro de South Baltimore na noite de domingo, disseram várias reportagens, inclusive uma do Baltimore Sun.

    A polícia apreendeu o veículo de Katz, estacionado perto do local do torneio. O massacre ocorreu durante uma eliminatória regional do torneio online Madden 19, um jogo de futebol americano, no GLHF Game Bar dentro de um restaurante da rede Chicago Pizza, segundo o site do estabelecimento.

    Os vencedores da competição vão à final em Las Vegas e disputam um prêmio de 165 mil dólares.

    O ataque mais recente aconteceu em meio a um debate sobre as leis de controle de armas nos Estados Unidos que ganhou fôlego com o massacre de 17 pessoas em uma escola secundário de Parkland, na Flórida, em fevereiro.

    Dois anos atrás um atirador matou 49 pessoas no clube noturno Pulse, em Orlando.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, foi informado e está monitorando a situação em Jacksonville, informou a Casa Branca.

    (Por Joey Roulete em Jacksonville, Flórida; Suzannah Gonzales, em Chicago; Devika Krishna Kumar e Maria Caspani, em Nova York; Donna Owens, em Baltimore; e Rich McKay, em Atlanta)

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    Atirador mata 2 pessoas em torneio de videogame na Flórida

    Por Joey Roulette

    JACKSONVILLE, Flórida (Reuters) - Um jogador de videogame matou duas pessoas e feriu várias outras no domingo ao abrir fogo com uma arma durante um torneio que estava sendo transmitido pela internet em Jacksonville, no Estado norte-americano da Flórida, no domingo, disse a polícia.

    O xerife de Jacksonville, Mike Williams, identificou o atirador como David Katz, de 24 anos, de Baltimore, e disse que ele estava na cidade para a competição de videogame. Ele não quis falar sobre o que provocou o terceiro massacre a tiros na Flórida nos últimos dois anos.

    Williams disse que Katz se matou após o ataque, e que seu corpo foi encontrado junto com os de suas duas vítimas. O gabinete do xerife informou que 11 pessoas foram feridas por disparos, e que ao menos outras duas foram atingidas fugindo do local.

    Dezenas de ambulâncias e viaturas da polícia foram ao The Jacksonville Landing, complexo de restaurantes, compras e entretenimento do centro da cidade, depois que vários tiros foram ouvidos na tarde ensolarada de domingo.

    O ataque ocorreu durante uma eliminatória regional do torneio online Madden 19 no GLHF Game Bar, dentro de um restaurante Chicago Pizza, segundo o site do estabelecimento.

    A mídia local disse que o atirador participou do torneio e perdeu, e depois disso parece ter alvejado outros jogadores e se matou em seguida.

    (Reportagem adicional de Suzannah Gonzales, em Chicago; Devika Krishna Kumar e Maria Caspani, em Nova York; e Donna Owens, em Baltimore)

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